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PRONAC 211824Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Projeto AUÁ

Luísa Vianna Pereira Silva
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2021
    Cadastro PRONAC
    Ano 21
  2. 01/08/2021
    Início previsto
  3. 31/12/2023
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Petrópolis
Início
2021-08-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)

Resumo

O projeto visa a criação e montagem do espetáculo teatral AUÁ, com Soraya Ravenle e Luísa Vianna. AUÁ apresentará um texto contemporâneo original que tem como fio condutor a história real de Anne Sullivan e Helen Keller. Passagens da vida de Anne e Helen serão unidas a outras narrativas reais sobre os modos infinitos de ser humano e entrar em contato com o mundo e com os outros. Helen foi uma escritora, conferencista e ativista norte-americana que era cego-surda e desenvolveu uma forma única de se comunicar com ajuda de sua tutora, Anne. O objetivo principal do projeto é desenvolver uma pesquisa em teatro multissensorial acessível a todos. Serão realizadas oficinas para fomento da pesquisa e montagem do espetáculo.

Sinopse

Helen ficou cega e surda ainda bebê. Cresceu isolada em um mundo de sensações únicas. Anne recuperou a visão após inúmeras cirurgias e tornou-se professora de Hellen. As duas viveram juntas até o fim da vida unidas pelo toque e pela palavra. Uma história real que ficou conhecida pelo público através do filme "O Milagre de Anne Sullivan" de 1962. Em AUÁ, uma nova dramaturgia é apresentada ao unir a história de Helen e Anne a relatos reais sobre as infinitas maneiras de ser e sentir. Uma performance multissensorial sobre deficiências, empatia e diferentes formas de perceber o mundo e o outro.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura; Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Ampliar o acesso de pessoas com deficiência a atividades culturais; Retomar as produções de obras artísticas originais no Estado do Rio de Janeiro, apoiando uma nova geração de artistas cariocas e fluminenses. OBJETIVO ESPECÍFICO: Montagem e realização do espetáculo teatral acessível AUÁ, com texto original de Caio Riscado e Maria Isabel Iorio; Atingir um público entre 3000 a 4800 pessoas; Realizar temporada de 1 mês (16 apresentações) em teatro fechado, com cobrança de ingressos (R$ 50,00 a entrada inteira) e uma sessão gratuita para ONGs que atendam pessoas com deficiência; Realizar uma exibição on-line da filmagem da peça para ampliar o alcance do público em pelo menos mais 2500 espectadores; Produzir um espetáculo de qualidade artística, técnica, cênica e musical; Gerar empregos diretos e indiretos no setor cultural na ordem de aproximadamente 45 pessoas. Oferecer duas oficinas masterclass para até 480 pessoas.

Justificativa

AUÁ é uma peça adulta performática que tem como fio condutor a história real de Helen Keller e Anne Sullivan. Helen Keller ficou cega e surda ainda bebê e viveu a infância sem conseguir ser compreendida pela família. Anne Sullivan recuperou a visão depois de sucessivas cirurgias e tornou-se professora e tutora de Helen. O grande feito de Anne foi apresentar para Helen a linguagem, ou uma nova parte dela, unir sentido e palavra através do toque e da língua de sinais. Juntas as duas fizeram faculdade, escreveram inúmeros livros e se tornaram ativistas pelos direitos humanos. Helen foi a primeira pessoa surdo-cega no mundo a conquistar o bacharelado. A história dessas duas mulheres tornou-se amplamente conhecida pelo público através da peça The Miracle Worker, que virou o filme O Milagre de Anne Sullivan (1962). AUÁ se propõe a desenvolver uma pesquisa de teatro sensorial, incluindo em cena cheiros, sons, música e toques que ampliem a experiência para o espectador sem deficiência e também torne a experiência teatral mais acessível para pessoas portadoras de deficiências. Não se trata, estritamente, de uma peça sobre deficiência, mas sim sobre as infinitas formas de percepção humanas e sua expansão. Com a pesquisa de AUÁ, pretende-se fomentar o respeito a todos os corpos e a empatia. O projeto buscará também incluir pessoas com deficiência na equipe criativa e técnica, tanto no período de ensaios e criação do texto dramatúrgico, quanto durante a temporada. Serão geradas aproximadamente 45 vagas de empregos diretos e indiretos. Texto, encenação e todas criação artística será original e criada por profissionais brasileiros na cidade do Rio de Janeiro, com objetivo de retomar e fomentar a produção artística e cultural local após o período de crise vivido durante a pandemia de covid-19. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/9: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Este projeto também atende aos seguintes objetivos do Art. 3 da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

Como se trata de uma montagem, ainda não há detalhamento sobre duração do espetáculo nem a classificação etária.

Acessibilidade

A produção dará prioridade por realizar as apresentações do espetáculo AUÁ em um teatro que atenda às medidas de acessibilidade para idosos e portadores de DEFICIÊNCIA FÍSICA. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso, arcando com possíveis custos utilizando recursos próprios. Todo o produto será criado a partir de uma pesquisa em teatro sensorial e em parceria com artistas que possuam alguma deficiência para que possamos garantir que toda a peça seja uma experiência acessível para todos desde o processo de ensaios até a temporada e não dependa de tradução em libras e áudio-descrição para ser compreendida. Mesmo assim, a produção contará com um intérprete de LIBRAS em todas as 16 sessões (como especificado no item ITERPRETE DE LIBRAS da Planilha orçamentária), em atendimento a DEFICIENTES AUDITIVOS. Também será disponibilizada áudio-descrição nas 16 sessões (como especificado pelo item AUDIODESCRIÇÃO da planilha orçamentária),em atendimento a DEFICIENTES VISUAIS. O programa da peça será disponibilizado em versão digital com áudio-descrição, em atendimento a deficientes visuais. Também será feito um cartaz em braile a ser exposto no teatro. Abriremos o cenário para visitação prévia da plateia, para que ele possa ser tocado e compreendido por deficientes visuais. As atrizes também estarão previamente disponíveis para conhecimento através do toque antes de cada sessão. Faremos uma sessão gratuita fechada para ONGs voltadas ao atendimento de pessoas com deficiência. Serão oferecidos 02 oficinas masterclass pela equipe do espetáculo como CONTRAPARTIDA SOCIAL: Oficinas Masterclass “Corpo e Voz no Teatro” e "Escritas ampliadas para a cena". A serem apresentadas no mesmo teatro onde a peça será apresentada e serão oferecidas para um público de 240 pessoas cada. A produção dará prioridade por realizar as oficinas em um teatro que atenda às medidas de acessibilidade para idosos e portadores de deficiência FÍSICA. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso, arcando com possíveis custos utilizando recursos próprios. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso. As oficinas contarão com tradução em LIBRAS e áudio-descrição (como especificado nos itens INTÉRPRETE DE LIBRAS e SERVIÇO DE AUDIODESCRIÇÃO da planilha orçamentária correspondente), em atendimento a DEFICIENTES AUDITIVOS e VISUAIS. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: O espetáculo será realizado em teatro que apresente estrutura para receber deficientes físicos, cabendo a produção arcar com qualquer possível custo com recursos próprios. Acessibilidade para deficientes visuais: ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição (em todas as 16 sessões) Acessibilidade para deficientes auditivos: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Interprete de LIBRAS (em todas as 16 sessões) CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: As palestras serão realizado em teatro que apresente estrutura para receber deficientes físicos, cabendo a produção arcar com qualquer possível custo com recursos próprios. Acessibilidade para deficientes visuais: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Serviço de Audiodescrição (nos 2 dias de evento) Acessibilidade para deficientes auditivos: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Interprete de LIBRAS (nos 2 dias de evento)

Democratização do acesso

Conforme determina o art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC, adotaremos a medida prevista no inciso V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas (realizaremos 01 ensaio aberto). O plano de mídia do projeto contará com ações em redes sociais do próprio projeto, incluindo medidas de acessibilidade para que o conteúdo chegue a todos. As peças de mídia digitais contarão com áudio descrição e a hashtag “pracegover”. Serão oferecidos 02 oficinas masterclass pela equipe do espetáculo como CONTRAPARTIDA SOCIAL: Oficinas Masterclass “Corpo e Voz no Teatro” e "Escritas ampliadas para a cena". A serem apresentadas no mesmo teatro onde a peça será apresentada e serão oferecidas para um público de 240 pessoas cada. A produção dará prioridade por realizar as oficinas em um teatro que atenda às medidas de acessibilidade para idosos e portadores de deficiência FÍSICA. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso, arcando com possíveis custos utilizando recursos próprios. Caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso. As oficinas contarão com tradução em LIBRAS e áudio-descrição (como especificado nos itens INTÉRPRETE DE LIBRAS e SERVIÇO DE AUDIODESCRIÇÃO da planilha orçamentária correspondente), em atendimento a DEFICIENTES AUDITIVOS e VISUAIS.

Ficha técnica

Coordenação geral: Luísa Vianna; Direção de Produção: Bruno Mariozz; Direção Geral: Caio Riscado Dramaturgia Original: Maria Isabel Iorio e Mila Teixeira; Assistência de direção: Juliana França; Preparação Corporal: Deisi Margarida e Moira Braga; Direção musical: Guilherme Borges; Elenco: Soraya Ravenle e Luísa Vianna; Cenógrafa: Julia Deccache; Figurinista: a serem escolhido tendo como critério a inclusão de pessoas com deficiência; Iluminador: a serem escolhido tendo como critério a inclusão de pessoas com deficiência; Design de som:a serem escolhido tendo como critério a inclusão de pessoas com deficiência; Direção executiva: Laura Piccorel. LUÍSA VIANNA - COORDENAÇÃO GERAL, PROPONENTE, IDEALIZADORA E ATRIZ: Luísa Vianna é produtora, atriz e cantora. Formada em Comunicação Social na Universidade Federal Fluminense. Atualmente está em cartaz no CCBB com O Pescador e a Estrela, de Karen Acioly. Em 2019, realizou sua primeira peça independente, Fonte Ovejuna, com sua companhia Fricta Cia, que cumpriu temporada no Teatro Cesgranrio em outubro de 2019 e no Teatro Ipanema em Dezembro do mesmo ano. Atualmente no elenco de A Estrela e o Pescador, direção de Karen Acioly, cumprindo temporada no CCBB –RJ. Esteve em Suelen Nara Ian, peça de Luísa Arraes com direção de Débora Lamm. Por este trabalho foi indicada a melhor atriz em teatro infanto juvenil no Prêmio Botequim Cultural e no prêmio CBTIJ. Esteve no elenco de “Bibi – Um Vida em Musical”, direção Tadeu Aguiar. Em 2016, esteve no elenco de Gabriela – Um musical de João Falcão. Na televisão participou de Teatro no Ato, programa do Canal Arte1 que mostra o processo de criação do diretor João Falcão. BRUNO MARIOZZ – DIRETOR DE PRODUÇÃO - É formado pela Cândido Mendes em Ciências Sociais e Produção e Política Cultural e pós-graduado no MBA de Bens Culturais na FGV. É diretor da empresa Palavra Z Produções Culturais, Bruno trabalhou com grandes nomes do mercado, como Paulo de Moraes, Daniel Herz, João Batista, Walter Lima Junior, entre outros. Realizou diversos projetos sociais, entre eles “Conexão do Bem” e “Batuque Legal”. Atua no mercado desde 2013, seus últimos trabalhos tiveram parceiros como Oi Futuro, CCBB, Eletrobrás e Porto Seguro. Ultimamente tem se destacado no mercado cultural pelo enfoque do trabalho para crianças, além da Trilogia para Crianças, produziu “Guerra Dentro da Gente” com a cia. Histórias Pra Boi Dormir, infantil baseado no livro de Paulo Leminski e o novíssimo “Gabriel Só Quer Ele Mesmo”, de Renata Mizrahi. CAIO RISCADO (diretor geral): Caio é artista pesquisador, performer, escritor e diretor. Doutor em Artes Cênicas pela UNIRIO, é Professor Substituto no curso de Direção Teatral da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. É membro fundador de MIÚDA (2009). Desde 2013 desenvolve a plataforma de performances e espetáculos “Sonho Alterosa” - com a qual já participou de diversos festivais. Seus últimos trabalhos como diretor são: “Apatia Dinossauro”, no qual também assina a dramaturgia; “MÓ”, dirigido e coreografado com Luar Maria e com dramaturgia de Thereza Rocha; “Couve-Flor”, de Rosyane Trotta e realizado em parceria com o BRECHA; “Cavalos e Baias”; “Todo Esse Mato Que Cresceu ao Meu Redor” e “CACO – possível produção de memória para o espaço da casa”. Em 2017 ocupou por 5 semanas o Espaço Cultural Sérgio Porto, RJ, apresentando o repertório de MIÚDA. Já participou de residências com os artistas e diretores: Cristina Moura, Fabiano de Freitas, Jefferson Miranda, Marina Vianna e Thereza Rocha; e exposições, festivais e projetos com curadoria de Bia Junqueira, Cesar Augusto, Daniela Labra, Diogo Liberano, João Paulo Quintella, Julieta Roitman, Márcia Dias, Marcia Rubin, Marcio Abreu e Victor Gorgulho. Publicou também "UMA BICHA" (Pipoca Pressa, 2018) e "Com as costas cheias de futuro" (Urutau, 2020). SORAYA RAVENLE (atriz): Atriz e cantora Soraya Ravenle protagonizou uma série de grandes musicais nos últimos anos : “Dolores”, com o qual ganhou o prêmio Shell de melhor atriz do ano de 1999; “ Southa american way”, de Miguel Falabela; “ É com esse que eu vou”e “ Sassaricando”,de Sérgio Cabral e Rosa Maria Araújo; “ Era no Tempo do Rei”, de Heloísa e Julia Seixas, direção de João Fonseca; com o qual ganhou o prêmio qualidade Brasil; “ Ópera do malandro”, de Chico Buarque; "Todos os musicais de Chico Buarque em 90 minutos", “Opereta Carioca”, de Gustavo Gasparani, “Um violinista no telhado”, direção de Charles Moeller e Cláudio Botelho, Isaurinha Garcia, o musical”, “Monstros”, direção de Vitor Garcia Peralta, entre outros. Na Tv Globo participou das novelas “Laços de Família”, " Beleza Pura", “Paraíso” , "Malhação", minissérie “ Dalva de Oliveira” no papel de Emilinha Borba e "I love Paraisópolis". Em 2017 estreia o solo ”Instabilidade Perpétua” a partir do texto homônimo de Juliano Garcia Pessanha, com as direções de Georgette Fadell, Julia Bernat, Stella Rabello e Daniella Visco, com o qual abre o Festival de Teatro Cena contemporânea de Brasília, e realiza temporadas em SP, Niterói entre outras cidades. Lançou seu primeiro disco solo em 2011 com músicais de Paulo César Pinheiro e direção musical de Alfredo Del Penho, pela Biscoito Fino, que foi selecionado para o “Prêmio da Música Brasileira” de 2011. MARIA ISABEL IORIO (dramaturgia): Maria Isabel Iorio é poeta e artista visual. Formada em Letras - Formação de Escritor, pela PUC-Rio (2015) e ex-bolsista do Programa Práticas Artísticas Contemporâneas da Escola de Artes Visuais EAV Parque Lage (2015). Publicou, pela Editora Urutau, os livros “Em que pensaria quando estivesse fugindo”, em 2016, e “AOS OUTROS SÓ ATIRO O MEU CORPO”, em 2019. Em 2018, escreveu e dirigiu a peça “CAVAR UM BURACO NÃO VER O BURACO”, com temporada no Galpão Ladeira das Artes. Participa com poemas nas antologias “Tente entender o que tento te dizer” (Bazar do Tempo), Alto-mar (7Letras), “Explosão Feminista” (Companhia das Letras), “69 poemas e alguns ensaios” (Oficina Raquel) etc. Publicou poemas nas revistas Escamandro e Garupa. Co-fundou o movimento Respeita! Se apresentou, entre outras, na mesa de Poesia do OFF Flip organizada pela Globo, em 2017. Atualmente trabalha como assistente de roteiro para a série “Amar é para os fortes”, dirigida por Marcelo D2, para a Amazon. MOIRA BRAGA (direção corporal) - É uma das coordenadoras do grupo de estudo e pesquisa em Dramaturgia do Movimento e Fruição Estética desenvolvido na Escola e Faculdade Angel Vianna. Nessa mesma instituição, é professora da disciplina Introdução à metodologia Angel Vianna no curso técnico de bailarino contemporâneo. De 2017 a 2020 foi consultora de audiodescrição em conteúdo audiovisual e programas de tv na Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto. É performer no espetáculo Vênus Xtravaganza, dirigido por Regina Miranda no projeto Moda em Movimento realizado na Casa França Brasil. Autora, intérprete e criadora da performance “O que você vê?” apresentada no centro cultural Sergio Porto como parte do espetáculo “Aceita”. JULIA DECCACHE – (Cenógrafa)Formada como cenógrafa pela UFRJ e atriz pela CAL, trabalhou com nomes como Duda Maia, Pedro Kosovski e Cristina Moura. Em parceria com Rodrigo Portella, foi indicada aos Prêmios Cesgranrio e APTR pelo cenário de As Crianças. Com o diretor, ainda assinou os cenários de A Incrível e Triste História de Candida Erêndira e Sua Avó Desalmada; Os Impostores; e Nerium Park. Com Adriano Carneiro de Mendonça e Antonio Pedro Coutinho, do Estúdio Chão, concebeu e executou o cenário do espetáculo Baile Partimcumdum, infantil dirigido por Inez Viana, Mariana Lima e Renato Linhares. Já nas artes plásticas, expôs a instalação em tapeçaria Membrana e exibiu a vídeo-performance 28:06:21 em Portugal, esta exposta na mostra Que Legado, indicada ao Prêmio Shell RJ na categoria inovação.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Rio de Janeiro Rio de Janeiro