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Produzir um espetáculo teatral a partir do texto "O QUE A GENTE FAZ SE A VITROLA DESLIGAR?" de Reinaldo Maia e Andre Rosatelli, para ser apresentado nas Escolas Públicas Estaduais, gratuitamente, em espaços diversificados: auditório, pátios, quadras esportivas e refeitórios, cuja temática é sobre a preservação do patrimônio histórico e cultural de uma cidade. Além das apresentações, serão realizadas oficinas para professoras e professores e palestras para toda a platéia assistente.
- Espetáculo: O QUE A GENTE FAZ SE A VITROLA DESLIGAR? de Reinaldo Maia e André Rosatelli A peça se passa no interior de um coreto municipal, onde funciona o serviço de alto-falante “Espera Feliz”, que há mais de três décadas, serve como veículo de rádio comunicador da cidade. No interior do coreto, duas personagens distintas lutam para manter a todo custo a programação no ar, contra as investidas do prefeito que quer derrubar o coreto municipal, patrimônio público e histórico da cidade, para “modernizar” a praça, destruindo, juntamente com ele, a memória da cidade com seus bancos tradicionais, roseiras, canteiros e o serviço de alto falantes. Nesse pequeno mundo, duas personagens retiram dali todos os seus sonhos, desejos, esperanças e frustrações, lutando para preservar um bem público e a própria vida. Numa linguagem ágil e bem humorada, estabelecem uma relação de simplicidade e cumplicidade, num dia de transmissão bastante atrapalhado, diante da eminente destruição. - Oficina de teatro para professoras e professores A importância de oferecer oficinas sobre a arte do teatro, para a formação continuada de professoras e professores do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, se dá no sentido de que o espaço-tempo escolar se apresenta em um ambiente de afetividade e dinamismo emocional e exige exercício de reflexão e práticas de vivências significativas. Neste sentido, experimentar a dinâmica do teatro significa ampliar os horizontes conceituais e práticos sobre a aprendizagem e o ensino. A formação continuada pode vir a possibilitar uma transformação pessoal diante da vida e da atuação profissional. O processo de oficinas, no qual as professoras e os professores experimentam o teatro em sua formação, pode se mostrar transformativo tanto pessoal como profissionalmente e isso nos indica que esta via pode vir a possibilitar a emersão de um novo sujeito social, mais participativo e por isso mais reflexivo; mais consciente do seu corpo e por isso menos mecanizado; mais sensível ao outro e por isso mais humano. - Palestras para alunos, professoras e professores Após cada apresentação serão realizadas palestras com a platéia sobre o fazer teatral, sobre o processo de produção do espetáculo e sobre as temática levantada na peça: a preservação do patrimônio histórico e cultural de uma cidade e de outras questões de interesse do público assistente.
OBJETIVO GERAL Espetáculo de Artes Cênicas: Produzir um espetáculo teatral, a partir do texto "O QUE A GENTE FAZ SE A VITROLA DESLIGAR?" para ser apresentado nas Escolas Públicas Estaduais, atingindo alunos com pouco ou nenhum acesso a este tipo de manifestação artística, contemplando, assim, o capítulo I, Art 3º, parágrafo II, alínea e; parágrafo IV, alínea a da Lei 8.313 de 1991. OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) realizar 20 apresentações do espetáculo "O QUE A GENTE FAZ SE A VITROLA DESLIGAR?" com entrada gratuita. b) realizar 20 oficinas de teatro para professoras e professores. c) realizar 20 palestras para alunos, professoras e professores.
Compreendendo que o papel da arte e da cultura vão muito além do entretenimento e do lazer, busca-se por meio dessas atividades: problematizar, despertar curiosidade, formar cidadãos, debater questões sobre a realidade e incentivar o gosto e o consumo pelas artes. O projeto será composto por apresentações teatrais, palestras e oficinas que serão oferecidas para as Escolas Públicas Estaduais, promovendo a arte a cultura e facilitando o acesso a este tipo de manifestação artística, despertando o interesse para formação de novos grupos de teatro e informações sobre o processo do fazer teatral. Tratando-se de um projeto sem vínculos com grandes produtoras, é de suma importância para a sua realização e desenvolvimento o apoio da Lei 8313/91. O projeto justifica-se por estar alinhado às seguintes finalidades previstas pelo artigo 1º da Lei 8313/91 - Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural orginário do País; O projeto atende, também, os seguintes objetivos previstos pelo artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
26/03/2021 - Confome solicitação, foi incluído no campo ACESSIBILIDADE o item de AUDIODESCRIÇÃO que será executado durante as apresentações do espetáculo. A despesa com a contratação deste tipo de serviço foi incluída no Orçamento do projeto. 29/04/2021 - Anexado TERMO DE COMPROMISSO assinado pelo proponente, conforme determinação da portaria nº 210 de 15 de abril de 2021.
- Espetáculo: "O que a gente faz se a vitrola desligar?" de Reinaldo Maia e André Rosatelli Duração: 50 minutos Faixa etária: indicada para pessoas à partir de 12 anos Obs.: O contrato de autorização de montagem da SBAT, esta anexado na pasta de documentos. - Oficinas de teatro para professoras e professores As oficinas serão oferecidas para aproximadamente 320 professores da rede pública de Escolas Estaduais, com uma carga de 4 horas, com aulas de percepção corporal, exercícios de sensibilização, jogos teatrais e criação de cenas, e tem como proposta proporcionar uma vivência de algumas práticas teatrais, como um caminho para o desenvolvimento e integração do pensamento, sentimento e ação, ajudando na fruição das relações e colaboração em grupo. O projeto pedagógico encontra-se em anexo - Palestras com alunos, professoras e professores As palestras serão abertas após cada apresentação, para todo o público assistente, não havendo limite de tempo para tal finalidade.
Produto: ESPETÁCULO TEATRAL Acessibilidade física: Este projeto tem por finalidade realizar apresentações teatrais, gratuitamente, em Escolas Públicas Estaduais, adaptando-se aos espaços das escolas para este tipo de manifestação artística. No caso de acessibilidade física ou de pessoas com dificuldade de locomoção, ficará condicionada às condições de cada Escola, que por lei, são obrigadas a assegurar educação de qualidade e acessibilidade às pessoas com dificuldade de locomoção, por meio de rampas de acesso para cadeirantes e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos O projeto contará com um tradutor de Libras que acompanhará todas as apresentações, afim de permitir a compreensão do espetáculo aos alunos com deficiência auditiva. Acessibilidade para deficientes visuais O projeto contará com a inserção de AUDIODESCRIÇÃO, durante as apresentações do espetáculo nas Escolas Públicas Estaduais e de um programa descritivo impresso em braile com todas as informações sobre o espetáculo, que será distribuido gratuitamente, para os alunos com deficiência visual. As despesas com a contração do serviço de AUDIODESCRIÇÃO e do folheto impresso estão inseridas na planilha de custos do projeto. CONTRAPARTIDA SOCIAL Produto: OFICINAS PARA PROFESSORAS E PROFESSORES Acessibilidade: As oficinas serão realizadas em locais adequados para este fim e sem necessidades de acessibilidade especiais, sejam elas de locomoção, auditiva ou de conteúdo, uma vez que, não encontramos professoras ou professores que exijam cuidados especiais. Produto: PALESTRAS Acessibilidade física: As palestras serão realizadas nos locais das apresentações que permitam acessibilidade às pessoas com deficiências físicas ou com mobilidade reduzida, dentro das condições oferecidas pela própria escola. Acessibilidade auditiva: As palestras contarão com um interprete de libras para as pessoas com deficiências auditivas. As despesas com intérprete de libras estão previstas no orçamento do projeto. Acessibilidade visual: Serão distribuidos, gratuitamente, folhetos explicativos em braile sobre o conteúdo da palestra, abordando os principais pontos a serem abordados com a plateia. As despesas com impressão de material em braile estão previstas no orçamento do projeto.
DA AMPLIAÇÃO DO ACESSO Os espetáculos serão oferecidos gratuitamente para alunos, professoras e professores das escolas públicas estaduais participantes do projeto, contemplando a Instrução Normativa nº 2 de abril de 2019: - Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV. permitir a captação de imagens das atividades e do espetáculo ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. V. realizar gratuitamente atividades paralelas aos projetos tais como, ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além do previsto do art. 22.
- Nivaldo Todaro - Proponente do projeto, produtor, ator, oficineiro e palestrante Trabalha como ator, produtor, diretor e professor de teatro, desde 1971, acumula ampla experiencia de trabalho em seus 50 anos carreira. Trabalhou com importantes diretores de teatro e de cinema brasileiro, tais como: Fauzi Arap/Carlos Meceni, Flávio Rangel, Antonio Abujamra, Antunes Filho, Rubens Rusche, Hector Babenco, Cao Hamburger, Heitor Dhalia, entre outros. Foi presidente da Associação de Difusão Cultural de Atibaia e da ATA - Associação Teatral de Atibaia. Participou como ator, produtor e diretor em 23 trabalhos teatrais, além de filmes longas metragens e dezenas de comerciais para televisão. No presente projeto atuará na coordenação geral, planejamento e organização da equipe, alinhando as metas e participando ativamente de todas as etapas de produção, além de ator, palestrante e oficineiro. Para tanto receberá pelas rubricas de "coordenador geral", "ator" e "oficineiro". - Ana Cristina Martins Dias - Coordenação Artística (trabalho voluntário) Ana Dias é graduada em Cinema pela UFF, com mestrado em teatro e Doutorado em Artes Cênicas pela UNIRIO, professora da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), atuando nos cursos de graduação em teatro nas áreas de interpretação, improvisação, musicalidade cênica e jogos teatrais. Em seu projeto docente, pesquisa principalmente o teatro enquanto jogo e a palhaçaria. É também cantora popular e atriz. No presente projeto exercerá a função de "coordenação artística" como voluntária, não recebendo por este trabalho. - Brenda Simões Carvalho - Atriz, assistente de produção e oficineira. Brenda é aluna graduanda em teatro na UFSJ, tendo participado de inúmeros cursos e oficinas de teatro, dentro e fora da Universidade. Atualmente participa do programa "Doutores por um Triz" de palhaçaria dentro de hospitais, do projeto de extensão "Teatro Jogo - o Lúdico na arte e na educação" e como bolsista do projeto de extensão "Somos Todos Paspalhos" da UFSJ. Como aluna de bacharelado em teatro na Universidade, participa de apresentações e cenas dentro do próprio curso em diversas disciplinas. No presente projeto atuará como atriz, assistente de produção e oficineira, recebendo por estas rubricas, como descritas na planilha de custos. - Regilan Deusamar Barbosa Pereira - Figurinista e aderecista Regilan é figurinista, cenógrafa e doutora formada em 2018 pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – PPGAC-UNIRIO, atuou como professora substituta das disciplinas de cenografia e indumentária no curso de teatro da UFSJ. Atualmente é pesquisadora do Laboratório de Estudos do Espaço Teatral e Memória Urbana da UNIRIO e integrante do Grupo Transdisciplinar de Pesquisa em Artes, Culturas e Sustentabilidade da UFSJ. Trabalhou como figurinista nos espetáculos Clava Forte e Lamparina, Meu passado não se apaga, Ubuntu e também, foi responsável pelos figurinos do curta-metragem Ladainha, que foi selecionado para a mostra Quadrienal de Praga. No presente projeto receberá pela rubrica de Figurinos e adereços. - Mônica de Ávila Todaro - Coreógrafa (trabalho voluntário) Mônica foi bailarina profissional e atuou nos Grupos de Dança Contemporânea: OZ (Belo Horizonte); Passo a Passo (São Paulo); e Joyce Ballet (São Paulo). Em São Paulo, como atriz, participou do Grupo Teatral Necas de Pitibiribas no qual, sob a direção de Roberto Lima, atuou nas peças “Maldita” e “Methodos”. Sob a direção de Marcus Cardeliquio, atuou como atriz na peça infantojuvenil “Anathron”, também em São Paulo. Foi coreógrafa e preparadora corporal dos espetáculos: “O perigoso estado de ser confinado” (2020), “Corpo lúdico” (2019), “Pequenos excessos” (2018), “O assalto (2017), “Águas de Yemanjá” (2016), “A vaca lelé” (2015). Coreografou a Comissão de Frente da Escola de Samba Imperial de Caetetuba em 2012, 2013 e 2014. Em 2011, fez a preparação corporal e a coreografia do espetáculo “A farsa do Juiz”, sob a direção de Nivaldo Todaro. No presente projeto exercerá a função de "coreógrafa" como voluntária, não recebendo por este trabalho.
PROJETO ARQUIVADO.