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PRONAC 211964Indeferido - não atendimento à diligênciaMecenato

CONTRAPONTO (PARTE I)

Joao Alberto de Melo
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 197,8 mil
Captado
R$ 30,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

15.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SE
Município
Aracaju
Início
2021-12-01
Término
2026-02-28
Locais de realização (4)
Aracaju SergipeEstância SergipeLaranjeiras SergipeSão Cristóvão Sergipe

Resumo

O Contraponto é um projeto do pianista João Ventura, que apresenta uma linguagem pianística moderna e brasileira, combinando música popular e erudita. A intenção é criar a opotunidade para que a população de 04(quatro) cidades sergipanas tenham acesso ao Contraponto, por meio de apresentações musicais e de aulas show para estudantes da Rede Estadual de Ensino e acadêmicos da Univesidade Federal. O referido projeto além de inovador, promove um resgate da música erudita, reproduzida de uma forma mais inteligível ao público.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O objetivo geral consiste em levar o projeto Contraponto para locais com pouco acesso ao tipo de manifestação artística proposta. Inovador na inter-relação entre o erudito e o popular, o Contraponto promove uma união entre estes dois universos tão comumente dicotomizados. Levando em consideração a importância da música erudita na formação da cultura popular brasileira, o projeto promove um resgate de nossas próprias raízes e leva tal música aos ouvidos do povo, reproduzida de maneira arrojada ao ser combinada a canções populares. Esta mistura acaba por aproximar os universos erudito e popular e, por conseguinte, promover uma identificação imediata com o público, diferentemente do que poderia acontecer se o projeto contemplasse apenas a música erudita. Dito isto, este projeto cultural será dividido em dois momentos e prevê a apresentação do show Contraponto, do pianista João Ventura, em praças públicas de 04 (quatro) cidades sergipanas _ de forma gratuita. Paralelamente aos shows também estão previstas _ como contrapartida _ 05 aulas show para alunos de escolas públicas e acadêmicos do curso de música da universidade Federal de Sergipe, ministradas pelo pianista. Com o projeto Contraponto, esperamos atingir um público aproximado de 2.250(dois mil, duzentos e cinquenta) pessoas beneficiadas. A música de João Ventura é enriquecida pela flexibilidade da música popular combinada à rigidez da música erudita. Em suma, democratizar o acesso à cultura demonstrando uma nova e pertinente sonoridade musical é o grande objetivo desta proposta. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 01. Realização de 04(quatro) apresentações musicais em praças públicas de cidades sergipanas e democratizar o acesso à música erudita; 02. Realizar 05(cinco) aulas show para estudantes de escolas públicas e Univeridade Federal em 04(quatro) cidades sergipanas. incentivar a pesquisa de técnicas e tendências culturais/artísticas proposta no Contraponto; 03. Incentivar a formação de público e novas plateias para a música erudita e popular em 04(quatro) cidades sergipanas;

Justificativa

João Ventura é sergipano, professor, graduado em música e mestre em piano pela Universidade Federal da Bahia _ UFBA. Atualmente, cursa o doutorado em Lisboa, na UNL (Universidade Nova Lisboa). Sua aproximação com a música veio principalmente por influência de sua família. O jovem pianista impressiona com seu talento e com seu ousado Contraponto, que combina a música popular mundial _ com foco na canção brasileira _ com a música erudita. Em 2015, Ventura foi para Portugal cursar o doutorado em Artes Musicais e paralelamente desenvolver sua carreira. Na capital portuguesa, o artista esteve disposto a viver novas experiências artísticas e o resultado disto foi incrível. As noites lisboetas se tornaram momentos de intercâmbios musicais maravilhosos e a identificação com os músicos portugueses e africanos, principalmente, foi imediata. Ventura começou a ser notado e reconhecido como um grande pianista em Portugal, requisitado para os mais variados tipos de trabalho. No fim de 2017, João conheceu Toquinho. Ao ouvir um dos seus contrapontos, o compositor o convidou para acompanhá-lo na turnê que celebraria os seus 50 anos de carreira. Em 2018, fizeram shows em Lisboa, Porto, Coimbra, Seixal, São Paulo, Maceió e Aracaju. Ainda naquele ano, João teve um convite da cantora Madonna _ a qual o artista conheceu no Tejo Bar, em Lisboa _ para acompanhá-la no Met Gala, em Nova Iorque. João ainda gravou uma faixa do disco da cantora. A artista ficou impressionada também com um dos seus contrapontos. Realizar o projeto Contraponto se justifica por três fatores principais: renovação sonora, fusão estilística e a promoção do acesso à cultura. A renovação se dá no momento em que músicas aparentemente tão distintas são combinadas, sem que haja discrepâncias. Ao produzir os Contrapontos, João Ventura promove um encontro entre diferentes formatos composicionais, preocupando-se com o equilíbrio entre eles. Por exemplo: uma das releituras comporta uma mistura entre a "Insensatez", de Tom Jobim, e a "Sonata ao Luar", de Ludwig Beethoven. O ambiente emocional da "Sonata ao Luar" carrega um sentimentalismo profundo e uma carga dramática marcante. O mesmo é percebido em "Insensatez". A letra fala de um término de relacionamento, onde alguém saiu com o coração partido e deseja uma reconciliação, que ao que parece, não chega a acontecer. Estes amores "impossíveis" fazem parte do universo dessas duas canções, que, combinadas, originam um encontro entre Tom Jobim e Ludwig Beethoven, despertando toda a tristeza sublime cantada pelo maestro brasileiro, combinando-a à dramática consternação do gênio alemão. Depois destas constatações, parte-se para a comparação estrutural entre as duas obras. Após alguns ajustes melódicos e harmônicos, finalmente surge o Contraponto. Sobre a fusão estilística, ela é essencial à quebra de paradigma. Combinar o "Libertango", de Astor Piazzolla, com "Espumas ao Vento", de Accioly Neto, com todo o cuidado citado no parágrafo anterior, é algo desafiador e audacioso. É um trabalho que, se for feito sem o devido cuidado, pode soar como uma execução do novo pelo novo. A intenção não é essa, mas sim, desenvolver uma pesquisa para a concepção dos arranjos, aproximando correntes aparentemente distintas, de modo a criar uma nova sonoridade e propiciar a coexistência dos mais diversos estilos, no mesmo espaço de tempo. Vale ressaltar que o projeto Contraponto não conta somente com combinações entre músicas eruditas e populares específicas. Em alguns arranjos, a canção popular é misturada a padrões de acompanhamento oriundos da música clássica, romântica, impressionista e afins. Além disso, existem mais combinações, como por exemplo: baião com salsa, samba com jazz, entre outras. Dessa forma, a proposta cultural em questão também se justifica por está em conformidade com o que preconiza o Art. 1º da Lei 8.313/91 em seus Incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; E ainda, no que se refere o Art. 3º da Lei 8.313/91. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Ressaltamos que o Contraponto garantirá o acesso a um produto cultural de altíssima qualidade, por meio de apresentações de shows do pianista João Ventura, em 04 (quatro) cidades do estado de Sergipe, Nordeste do Brasil. Para tanto, os locais escolhidos receberão toda estrutura física para sua realização como: palco, sonorização, iluminação, cadeiras, materiais de segurança sanitária e divulgação. O projeto será gerador de empregos e renda para o artista principal, empresas, profissionais prestadores de serviços do estado de Sergipe. Além das apresentações musicais de forma gratuita em praça pública, esta proposta ainda contempla um conjunto de aulas show como forma de contrapartida. Nestas aulas, ministradas pelo também professor João Ventura, os alunos do Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino e acadêmicos do curso de música da Universidade Federal de Sergipe participarão de um projeto intitulado "Contraponto Vai à Escola". Finalmente, o projeto Contraponto visa democratizar o acesso à cultura, levando para o público distanciado da Capital sergipana e dos espaços culturais, apresentações musicais de alto nível, onde o pianista João Ventura combina música popular e erudita, resultando numa linguagem pianistica acessível, moderna e brasileira.

Acessibilidade

Para atender o que preconiza a Lei nº 13.146/2015 e Decreto nº 9.404/2018: "DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER - Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento.". Será promovida a acessibilidade da pessoa com deficiência física, visual e auditiva nos produtos culturais cadastrados: apresentações musicais e contrapartida Social. 01 - APRESENTAÇÃO MUSICAL As apresentações serão realizadas em praças públicas de 04 (quatro) municípios sergipanos. 100% de forma gratuita para 2000(duas mil) pessoas, 10% das cadeiras disponível para o público serão destinadas para pessoas com deficiência física, visual e auditiva. Acessibilidade física: Item da planilha orçamentaria a) Banheiro químico - P.N.E. (Portadores de Necessidades Especiais) A contratação de Banheiro químico - (PNE - Portadores de Necessidade Especiais) é para atender o que preconiza Lei nº 13.146, de 2015, como medida de acessibilidade, que serão a colados em locais estratégicos para atender pessoas deficiência física. b) Cadeiras Serão locadas 500 cadeiras para cada apresentação musical, 10 % que somam 50 unidades, serão reservadas para pessoas com deficiência física, visual e auditiva. Arrumadas em frente ao palco com espaçamento de 1,5 metro com acesso exclusivo para facilitar a deslocamento de pessoas com deficiência física. c) Sinalização As cadeiras, os banheiros e as vias de acesso ao local destinado para receber pessoas com necessidades especiais serão sinalizados; Acessibilidade visual: Item da planilha orçamentaria a) Banheiro químico - P.N.E. (Portadores de Necessidades Especiais) A contratação de Banheiro químico - (PNE - Portadores de Necessidade Especiais) é para atender o que preconiza Lei nº 13.146, de 2015, como medida de acessibilidade, que serão a colados em locais estratégicos para atender pessoas deficiência visual. b) Cadeiras novas Serão locadas 500 cadeiras para cada apresentação musical, 10 % que somam 50 unidades, serão reservadas para pessoas com deficiência física, física e auditiva. Arrumadas em frente ao palco com espaçamento de 1,5 mt com acesso exclusivo para facilitar a deslocamento de pessoas com necessidades visual. c) Sinalização As cadeiras, os banheiros e as vias de acesso ao local destinado para receber pessoas com necessidades especiais serão sinalizados; Acessibilidade auditiva: Item da planilha orçamentaria a) Banheiro químico - P.N.E. (Portadores de Necessidades Especiais) A contratação de Banheiro químico - (PNE - Portadores de Necessidade Especiais) é para atender o que preconiza Lei nº 13.146, de 2015, como medida de acessibilidade, que serão a colados em locais estratégicos para atender pessoas deficiência auditiva; b) Cadeiras novas Serão locadas 500 cadeiras para cada apresentação musical, 10 % que somam 50 unidades, serão reservadas para pessoas com deficiência física, física e auditiva. Arrumadas em frente ao palco com espaçamento de 1,5 mt com acesso exclusivo para facilitar a deslocamento de pessoas com necessidades auditiva; c) Sinalização As cadeiras, os banheiros e as vias de acesso ao local destinado para receber pessoas com necessidades especiais serão sinalizados; d) Intérprete de libras Será contratado um interprete libras com o objetivo de promover acessibilidade ao conteúdo dos produtos do Contraponto às pessoas com deficiência auditiva. O profissional atenderá ao público em apresentações musicais em praças das cidades escolhidas, 02 – CONTRAPARTIDA SOCIAL A contrapartida social acontecerá por meio de aulas show, que serão ministradas pelo pianista João Ventura, para estudantes de escolas públicas da Rede Estadual de Ensino e do curso de Música da Universidade Federal de Sergipe - UFS. Totalizando 250 (duzentos e cinquenta) beneficiários, 10% das vagas que somam 25 unidades serão destinadas às pessoas com deficiência (física, auditiva e visual). As aulas show serão realizadas nos espaço das escolas públicas, as despesas com sua estrutura como: cadeiras, sonorização e instrumento musical ficarão a cargo do proponente do projeto. Acessibilidade auditiva Item da planilha orçamentaria a) Intérprete de libras Será contratado um interprete libras com o objetivo de promover acessibilidade ao conteúdo dos produtos do Contraponto às pessoas com deficiência auditiva. O profissional atenderá ao público das aulas show, composto por estudantes de escolas públicas e Universidade Federal. Além das medidas acima listadas, adotaremos as seguintes: Pessoas idosas, mulheres grávidas e demais deficientes terão prioridade nas primeiras fileiras da plateia durante as apresentações. 50 cadeiras terão marcação exclusiva para atender ao público com necessidades especiais e seus acompanhantes quando necessário; Os assentos serão distribuídos nos locais das apresentações com boa visibilidade, devidamente sinalizados, evitando áreas com obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. Nos locais das apresentações haverá rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. Facilitação do acesso ao local da apresentação por meio da sinalização dos acentos reservados, bem como reserva de espaço para cadeiras de rodas; Objetivando atingir o número maior de pessoas e garantir o acesso ao projeto Contraponto, as apresentações musicais serão disponibilizadas por meio do canal do projeto no Youtube e poderão ser exibidas pelo Canal de TV estatal de Sergipe. Nos locais das apresentações, as cadeiras terão afastamento de 1,5 metros, distribuição de máscaras e álcool 70% ofertado em totens distribuídos nos locais das apresentações; Todas as medidas de acessibilidade aqui propostas serão registradas em foto para comprovação.

Democratização do acesso

Para atender o que preconiza o Art. 21, da Instrução Normativa nº 02 , de 23 de abril de 2019, a proposta cultual pretende criar a oportunidade de acesso, bem como a sua apliação conforme os incisos transcritos abaixo: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

PROPONENTE João Alberto de Melo Silveira(João Ventura) É sergipano, professor, formado em música e mestre em piano pela Universidade Federal da Bahia – UFBA. Atualmente cursa o doutorado em Lisboa, na UNL (Universidade Nova Lisboa). O jovem pianista impressiona com seu talento e com seu ousado Contraponto, fusão de música popular brasileira com a música clássica universal(currículo e portfólio anexados). Como proponente do projeto fará sua gestão e acompanhara diretamente a execução de suas etapas, as apresentaçães de piano e voz nas 04(quatro) cidades selecionadas e ministrará as aulas show para estudantes de instituições educacionais. DIRETOR MUSICAL João Alberto Cardoso Silveira É médico de formação e músico de coração, tem forte contato com as diversas áreas da música, desde os 15 anos de idade, quando aprendeu a tocar violão popular. Em 1993, a música “Côco da Capsulana”, de sua autoria em parceria com o compositor sergipano Ismar Barreto, arrebatou não menos do que 3 prêmios no festival de música Canta Nordeste, da Rede Globo, quais sejam, melhor intérprete (Amorosa), melhor arranjo (Valtinho do Acordeon) e segundo lugar geral. Entre os anos de1994 e 2006, compôs, produziu e dirigiu dezenas de jingles com os mais diversos temas de Educação em Saúde, para o Ministério da Saúde, veiculados no programa de rádio “Saúde no Ar”, em diversas emissoras de alcance nacional. Produziu também outros tantos jingles com temas educacionais com estímulo ao desenvolvimento sustentável da região Nordeste do Brasil, patrocinados pelo Banco do Nordeste. Produziu e dirigiu alguns CDs, a saber: - O Tom da Saúde, Saúde da Criança e Saúde da Mulher, veiculados em escolas públicas do país, pelo Ministério da Saúde – 1994 a 2006; - Iracema canta Clara Nunes – 2000; - Coração só faz Bater – de João Mello (cantor, compositor e ex produtor musical da Som Livre) – 2001; Participou como co-produtor ao lado da Circuito Musical e de Simone Fontes dos Shows: - “Toquinho 50 anos de carreira” no Teatro Atheneu, Aracaju – setembro/2018; - “Concerto de Natal – João Ventura” no Teatro Atheneu, Aracaju – dezembro/2018; - “Concerto de Natal II – João Ventura” no Teatro Tobias Barreto, Aracaju – dezembro/2019; PRODUÇÃO EXECUTIVA Cacilda de Jesus É Licenciada em História pela Universidade Federal de Sergipe - UFS, Gestora em Turismo e Eventos pela Universidade Tiradentes – UNIT e Pós Graduanda em Arte e Educação. É atriz, pesquisadora, produtora Cultural, especialista em captação, elaboração, gestão e prestação de contas de projetos pela Lei Rouanet e em Editais da Agência Nacional de Cinema – ANCINE/FSA/BRDE. No Teatro: Atuou como diretora, produtora cultural e atriz no Grupo Teatral Deu o Branco, nos espetáculos: Quando o mordomo não é o culpado, de Anderson Santanna; O Padre Assaltante, de João Bethecourt; O Santo e a Porca, de Ariano Suassuna; Opara, de Anderson Santanna, espetáculo alusivo às comemorações dos 500 anos de descobrimento do rio São Francisco. Pela Secretaria de Estado da Cultura de Sergipe atuou como atriz no espetáculo Ópera do Milho. No audiovisual: Atuou como Diretora de Produção, elaboradora e conduziu todo o processo de prestação da série “De Quebrada em Quebrada”, produzida pela WG Produções e Publicidade, foi exibida pela TV Cultura. O projeto foi vencedor do Edital de Chamada Pública para TV/Pública- PRODAV/2015 e teve a participação do Emicida, Ruth de Souza, Linn da Quebrada, dentre outros ícones do cenário cultural brasileiro. PRODUTORA Simone Fontes É graduada em Rádio e TV, gestora de eventos e turismo, é especialista em Eventos, Produção e Assistente de Direção. Atua no cenário cultural há 29 anos, em especial, em shows de artista sergipano e nacional. Já coordenou festas como o Forró Caju, o Encontro Cultural de Laranjeiras, tem vasta experiência como produtora audiovisual. Desde 2015 é gestora da principal casa de espetáculo de Sergipe, o Teatro Tobias Barreto. Como produtora atuou no shows de: - “Lucinha Lins, Geraldo Azevedo e Ana Carolina” - “Toquinho 50 anos de carreira” no Teatro Atheneu, Aracaju – setembro/2018; - “Concerto de Natal – João Ventura” no Teatro Atheneu, Aracaju – dezembro/2018; - “Concerto de Natal II – João Ventura” no Teatro Tobias Barreto, Aracaju – dezembro/2019; COORDENADOR TÉCNICO André Frason É atuante no mercado sergipano desde 2006. Técnico de Áudio especializado em eventos de médio grande porte, com experiência em direção técnica e logística. Projetos e consultoria sobre sistemas de sonorização para eventos e instalações fixas, com ministração de oficinas e workshops sobre áudio particulares. Sonoplasta (DRT 541/SE). Em studio, mais de 200 discos onde participou como técnico de gravação, mixagem e masterização, em alguma ou em todas as funções listadas atuando também como Sound Designer. Créditos incluem vários artistas sergipanos, bem como alguns de renome nacional. Proprietário do 3R STUDIO em Aracaju/SE, bem como da empresa FRANZON AUDIO FINESSE, pela qual efetua seus trabalhos de prestação de serviços.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.