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Este projeto propõe a realização de exposições - instalações de artes visuais e iconográficas - de média duração, no Museu da Cidade de João Pessoa, a partir da criação, desenvolvimento e implantação de novos conteúdos (virtuais, dinâmicos) aliados a um projeto expográfico digital, e que abordam artistas e suas produções, história da cidade e de seu protagonista maior - o presidente João Pessoa. Estão previstas ações educativas (como contrapartida social), atividades complementares (publicação de livro, material educativo e seminários), criação e manutenção de sitio na internet, sendo todas atividades abertas ao público.
SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/PALESTRA (total de 900 beneficiários) 1. Encontro com o professor (06 palestras) Público alvo: Professores de artes e de história e o público em geral Resumo do conteúdo: Informações sobre as exposições, obras e produtos, propondo formas de interação e aprendizagem dos estudantes sobre questões relacionadas ao material e conteúdo exibido nas exposições. Ministrantes: Curadores convidados Quantidade de pessoas atendidas por palestra: 50 (total de 300 beneficiários). 2. Tecnologias da imagem (06 palestras) Carga horária: 08 horas/aula Público alvo: estudantes e professores de artes, arquivologia, história. Resumo do conteúdo: obter conhecimentos gerais em arte e cultura; desenvolver a percepção e apreensão visual dos visitantes; vivenciar as tecnologias da imagem (digital, virtual etc.) por meio de exercícios práticos e teóricos; estimular os participantes na produção de obras digitais; reconhecer os equipamentos e materiais utilizados. Metodologia: Exercícios práticos; aulas expositivas (multimídia); exibição e discussão de vídeos e filmes; visitas externas; exercícios de avaliação; visitas guiadas. Material didático: máquinas fotográficas, celular, slides, filmes, vídeos etc. Ministrante: Curadores convidados Quantidade de pessoas atendidas por palestra: 50 (total de 300 beneficiários). 3. Artes Visuais Hoje (06 palestras) Carga horária: 08 horas/aula Público alvo: jovens artistas selecionados e artistas locais Resumo do conteúdo: conhecimentos gerais em arte e cultura; Compreender a história da arte, em níveis universal e local; Desenvolver a percepção visual dos participantes; Vivenciar as artes plásticas por meio de exercícios práticos e teóricos; Estimular os participantes na introdução às artes plásticas; Reconhecer os equipamentos e materiais utilizados nas artes plásticas Metodologia: Exercícios práticos; aulas expositivas (multimídia); exibição e discussão de vídeos e filmes; exercícios de avaliação; visita guiada pelos artistas em exposição. Material didático: slides, filmes, vídeos etc. Material de consumo: papel apergaminhado 60kg, lápis grafite, crayon, tinta nanquim, acrílica etc. Ministrante: Artistas e curadores convidados Quantidade de pessoas atendidas por palestra: 50 (total de 300 beneficiários). CONTRAPARTIDA SOCIAL (total de 600 beneficiários) 1. Encontro com o MUSEU (06 palestras) Acesso: as atividades são gatuitas e ocorrerão nos espaços do Museu da Cidade (salas de exposição e auditório). Público alvo: professores, estudantes do ensino fundamental/médio de escolas públicas, e a população em geral. Ministrantes: curadores, monitores e profissionais habilitados convidados Quantidade de pessoas atendidas por edição: 100 (sendo 50 por cada sessão) (total de 600 beneficiários) Carga horária por sessão: 60 minutos Resumo do conteúdo: ação formativa a partir inicialmente de visita guida às exposições seguida de palestra sobre o funcionamento, ações e o papel do Museu da Cidade, incluindo informações e discussões sobre o conteúdo exibido nas mostras, obras e objetos, a partir de questões técnicas e históricas em relação com a história da cidade.
Objetivo Geral Realizar 04 exposições de artes visuais nas dependências (térreo e primeiro andar) do Museu da Cidade de João Pessoa, tendo como foco principal a história da cidade e de seu protagonista maior - o presidente João Pessoa. A partir das mostras - instalações de artes visuais e iconográficas - o público, o local ou o turista, terá a oportunidade conhecer a história da cidade e de sua gente, contando com a utlização de meios digitais aliados a uma nova proposta expográfica com destaque para a mediação (visitas guiadas) e outras atividades complementares (seminário, debates e publicações), para acontecer simultaneamente às exposições. Objetivos Específicos 1. Realizar 04 exposições de artes visuais nas dependências (térreo e primeiro andar) do Museu da Cidade de João Pessoa, com entrada gratuita, tendo como foco principal a história da cidade e de seu protagonista maior - o presidente João Pessoa, sendo prevista uma visitação de 1.000 pessoas/mês, no total de 6.000 (06 meses), conforme a duração proposta para as exposições; 2. Realizar 06 edições da palestra "Encontro com o professor" destinadas a professores de artes, história e o público em geral, com entrada gratuita, e previstas nas atividades de mediação das exposições com o público, sendo previsto um público de 300 pessoas atendidas no período; 3. Realizar 06 edições do seminário "Tecnologia da imagem" destinadas a professores de artes, arquivologia e história, com entrada gratuita e previstas nas atividades de mediação das exposições com o público, sendo previsto um público de 300 pessoas atendidas no período; 4. Realizar 06 edições do seminário "Artes visuais hoje" destinadas a professores de artes e jovens artistas, com entrada gratuita e previstas nas atividades de mediação das exposições com o público, sendo previsto um público de 300 pessoas atendidas no período; 5. Realizar 06 edições da palestra "Encontro com o museu" (como contrapartida social) destinadas a estudantes e professores de escolas públicas, com entrada gratuita e previstas nas atividades de mediação das exposições com o público, sendo previsto um público de 700 pessoas atendidas no período; 6. Produzir, publicar e distribuir gratuitamente livro com 96 páginas, com o conteúdo principal das exposições, no total de 1.000 exemplares; 7. Atingir um público amplo e variado, de jovens e adultos, em um espaço atraente e instigante, estimulando atitudes proativas, através de múltiplas possibilidades de interatividade, disponibilizando entrada gratuita às atividades; 8. Explorar as potencialidades da cidade de João Pessoa e do Estado da Paraíba em seus aspectos temáticos e em seus aspectos histórico-culturais, utilizando modernos recursos tecnológicos e de comunicação, tendo como matéria-prima básica iconografia variada, filmes, vídeos, fotografia, artes visuais, música e poesia; 9. Propiciar ao visitante momentos alternados de experiências individuais e de experiências coletivas, em um diálogo permanente e surpreendente entre abordagens e conteúdos variados, além de uma experiência acolhedora e amplamente democrática; 10. Promover o espaço expositivo como um novo centro cultural na cidade de João Pessoa, resgatando a Memória Cultural e a Iconografia da cidade; 11. Produzir e publicar um sitio na internet para divulgar todo o conteúdo das atividades, além da programação, agenda, material gráfico (em PDF) etc.; 12. Incentivar a produção e divulgação das atividades culturais do Estado da Paraíba na área das artes visuais, fotografia, museologia, história, sociologia; 13. Retratar o histórico cultural durante o período de estadia do presidente João Pessoa no prédio do Museu da Cidade de João Pessoa.
Há algumas décadas, artistas, intelectuais e historiadores de João Pessoa, têm esperado a oportunidade de que uma exibição (exposições, na verdade), represente uma ação coordenada de revisão, discussão e divulgação da história da cidade. Assim é que o Museu da Cidade será palco de 04 exposições, pensando o passado e o futuro através da arte do presente, assentado sobre uma história que confere espessura simbólica ao imaginário coletivo. Articulando campos e profissionais distintos numa ação conjunta e enfrentando o desafio de lançar olhares alargados sobre os múltiplos contextos, da história à geografia, das artes à arquitetura da cidade de João Pessoa, o Museu da Cidade assume a tarefa de ser espaço para reflexões críticas dessa natureza. É nesse sentido que, visando também firmar-se no contexto dos museus do Nordeste e do País, tornar-se um destino de arte será lugar para exposições temáticas a partir de um conjunto de curadorias inventivas e singulares que, reunindo aspectos da história da cidade _ seus registros, documentos, objetos e personagens _, lancem um olhar crítico sobre a história da Paraíba. Abordando momentos-chave na construção de uma imagem simbólica da cidade _ a revolução de 1930 e seus principais episódios na região, os registros fotográficos e paisagísticos realizados por artistas locais, além da produção literária que vislumbra poeticamente as ruas e os "cantos" da capital paraibana _, essas exposições deverão assumir sua responsabilidade política, social, institucional e de invenção, de onde advém a necessidade de articular arte, cultura, história e educação. Nesse sentido, o conjunto das 4 (quatro) mostras apresentará uma constelação de olhares _ distintos e transversais _ sobre o diálogo imaginário da cultura da cidade e do Estado, de seu caráter histórico e contemporâneo. As exposições promoverão um cruzamento de histórias transversais e, cada uma, terá seu curador responsável, seus especialistas específicos, seu partido curatorial próprio e o desenho expográfico correspondente à articulação de seu conjunto sempre obedecendo características atuais (digitais, virtuais) em que o expectador seja convidado a interagir permanentemente com a mostra. A proposta é que o público seja surpreendido com uma "emoção estética" distinta, fazendo que o Museu da Cidade seja uma construção expositiva capaz de garantir seu lugar no contexto dos museus brasileiros, dedicados a falar de "cidades". O prédio (um sobrado), que abriga o Museu da Cidade de João Pessoa e as exposições propostas neste Projeto, foi construído no século XX (1922) e localiza-se ao sul da Praça da Independência, no bairro de Tambiá, em João Pessoa. Foi projetado e construído pelo engenheiro Souto Barcelos para servir de moradia a Tranquilino Monteiro, rico comerciante de algodão. Era considerada uma das destacadas residências da cidade na época. Em 1929, após a decadência do seu proprietário o imóvel teve de ser alugado, e isto ocorreu na mesma época em que o Palácio do Governo estava em processo de reforma, assim foi alugado para servir de residência ao então presidente João Pessoa. Após sua morte, Tranquilino Monteiro o vendeu para a família Ribeiro Coutinho, a qual pertenceu por uns 15 anos, sendo posteriormente vendida ao Estado, que nela implantou, ao longo do tempo, órgãos como a Secretaria de Administração, Secretaria de Saneamento e Habitação, Delegacia de Acidentes etc. Este uso provocou poucas modificações internas e poucos cuidados com a conservação do imóvel. No início dos anos 2000 a edificação encontrava-se desabitada. Em seguida o imóvel passou a ser propriedade do Banco Real. Em 2002, foram feitas gestões junto à diretoria do banco para que a casa fosse doada ao Governo do Estado com uma proposta de adequar esta edificação para abrigar ali o Museu da Cidade, também dedicado ao Império/República e a Revolução de 1930. Foi feita a transferência da casa para o Estado, mas os governos que se sucederam não o implantaram, até o ano de 2019, quando se recuperou totalmente a edificação adequando-a à existência do Museu da Cidade. Sem dúvida, uma proposta como essa, que soma sua capacidade técnica e viabilidade de execução às condições museológicas e arquitetônicas do prédio, onde se localiza o Museu da Cidade de João Pessoa, por certo, vai trazer bons resultados, especialmente para as novas gerações e o público em geral. E a execução dessa proposta só se dará por meio de recursos viabilizados pela Lei de Incentivo à Cultura (Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura), em razão dos parcos investimento nas áreas de artes visuais, história, museus, o que tem menos apelo midiático em comparação com outras áreas de reconhecimento maior e mais popular. Com referência ao Art. 1º da Lei 8313/91, nossa proposta se enquadra nos seguintes termos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E, com sua execução, a presente proposta tem claramente como objetivos (de acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91): II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) Realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
As atividades (palestras) do produto SEMINÁRIO serão ministrados pelos curadores responsáveis por cada exposição ou por profissionais habilitados convidados. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Banner: 500x150cm, impressão sobre tecido vinil/tactel, 4x0 cores, 03 unidades Livro: 96 páginas, 29x21cm (fechado), papel couchê mate 150g/m², 4x4 cores, 1.000 unidades PLANO DE EXECUÇÃO SEMINÁRIO/SIMPÓSIO//PALESTRA 1. Encontro com o professor (06 edições). Público alvo: Professores de artes e de história e o público em geral. Resumo do conteúdo: Informações sobre as exposições, obras e produtos, propondo formas de interação e aprendizagem dos estudantes sobre questões relacionadas ao material e conteúdo exibido nas exposições. Ministrantes: Curadores convidados. 2. Tecnologias da imagem (06 edições). Carga horária: 08 horas/aula. Público alvo: estudantes e professores de artes, arquivologia, história. Resumo do conteúdo: obter conhecimentos gerais em arte e cultura; desenvolver a percepção e apreensão visual dos visitantes; vivenciar as tecnologias da imagem (digital, virtual etc.) por meio de exercícios práticos e teóricos; estimular os participantes na produção de obras digitais; reconhecer os equipamentos e materiais utilizados. Metodologia: Exercícios práticos; aulas expositivas (multimídia); exibição e discussão de vídeos e filmes; visitas externas; exercícios de avaliação; visitas guiadas. Material didático: máquinas fotográficas, celular, slides, filmes, vídeos etc. Ministrante: Curadores convidados. 3. Artes Visuais Hoje (06 edições). Carga horária: 08 horas/aula. Público alvo: jovens artistas selecionados e artistas locais. Resumo do conteúdo: conhecimentos gerais em arte e cultura; Compreender a história da arte, em níveis universal e local; Desenvolver a percepção visual dos participantes; Vivenciar as artes plásticas por meio de exercícios práticos e teóricos; Estimular os participantes na introdução às artes plásticas; Reconhecer os equipamentos e materiais utilizados nas artes plásticas Metodologia: Exercícios práticos; aulas expositivas (multimídia); exibição e discussão de vídeos e filmes; exercícios de avaliação; visita guiada pelos artistas em exposição. Material didático: slides, filmes, vídeos etc. Material de consumo: papel apergaminhado 60kg, lápis grafite, crayon, tinta nanquim, acrílica etc. Ministrante: Artistas e curadores convidados. CONTRAPARTIDA SOCIAL 1. Encontro com o MUSEU (06 edições). Acesso: as atividades são gatuitas e ocorrerão nos espaços do Museu da Cidade (salas de exposição e auditório). Público alvo: professores, estudantes do ensino fundamental/médio de escolas públicas e a população em geral. Ministrantes: curadores, monitores e profissionais habilitados convidados. Quantidade de pessoas atendidas por edição: 100 (sendo 50 por cada sessão). Carga horária por sessão: 60 minutos. Resumo do conteúdo: ação formativa a partir inicialmente de visita guida às exposições seguida de palestra sobre o funcionamento, ações e o papel do Museu da Cidade, incluindo informações e discussões sobre o conteúdo exibido nas mostras, obras e objetos, a partir de questões técnicas e históricas em relação com a história da cidade.
1. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: todas as atividades serão realizadas no auditório do Museu da Cidade, espaço localizado no térreo do prédio, totalmente adaptado às normas de acesso de portadores de necessidades especiais, pessoas idosas ou que estejam momentaneamente com alguma dificuldade de locomoção. O acesso ao local permite que se chegue de automóvel, além de possuir elevador e estacionamento próprio e sinalizado. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Interprete de libras. Acessibilidade para deficientes visuais: todas as atividades serão disponibilizadas em aúdio (podcast) e transmitidas em vídeo pela Internet, portanto, acessível a todas as pessoas portadoras de alguma deficiência visual. ITENS DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Narrador de audiodescrição; Impressão em braille. Acessibilidade para deficientes auditivos: todas as atividades – de mediação ou didáticas – terão monitores com conhecimento da linguagem de libras. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Interprete de libras. 2. SITIO DE INTERNET Acessibilidade física: todo o sitio estará disponível e de forma gratuita na internet e hospedado em provedor capacitado. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Acessibilidade para deficientes visuais: os principais conteúdos serão disponibilizadas em aúdio (podcast). ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Narrador. Acessibilidade para deficientes auditivos: os conteúdos publicados em vídeo terão legendas quando forem narrados/falados. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Legenda descritiva. 3. LIVRO Acessibilidade física: todo o material impresso será amplamente difundido nas redes sociais (site, blog), também com disponibilização em formato PDF, além de distribuição gratuita para professores da rede educacional, bibliotecas, museus e instituições educacionais e culturais da área. ITENS DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Correios; Impressão. Acessibilidade para deficientes visuais: todas as principais informações (dados técnicos sobre os artistas, obras e outras informações) constantes nas etiquetas, sinalização de parede e textos adesivados, serão impressas em Braille. Também, as atividades terão monitores experientes em atender pessoas com deficiência visual. ITENS DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Impressão em braille; Audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: todas as atividades – notadamente aquelas previstas ou agendadas – terão monitores com conhecimento da linguagem de libras. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição. 4. SEMINÁRIO Acessibilidade física: todas as atividades serão realizadas no auditório do Museu da Cidade, espaço localizado no térreo do prédio, totalmente adaptado às normas de acesso de portadores de necessidades especiais, pessoas idosas ou que estejam momentaneamente com alguma dificuldade de locomoção. O acesso ao local permite que se chegue de automóvel, além de possuir elevador e estacionamento próprio e sinalizado. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras. Acessibilidade para deficientes visuais: todas as atividades serão disponibilizadas em aúdio (podcast) e transmitidas em vídeo pela Internet, portanto, acessível a todas as pessoas portadoras de alguma deficiência visual. ITENS DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Narrador de audiodescrição; Impressão em braille. Acessibilidade para deficientes auditivos: todas as atividades – de mediação ou didáticas – terão monitores com conhecimento da linguagem de libras. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Interprete de libras. 5. EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade física: todas as exposições serão realizadas nas salas de exposição (térreo e primeiro andar) e hall de entrada do prédio (térreo), com apoio de lavatórios e banheiros, que são espaços totalmente adaptado às normas de acesso de portadores de necessidades especiais, pessoas idosas ou que estejam momentaneamente com alguma dificuldade de locomoção. O local possui elevador, plataforma elevatória hidráulica, além de portas largas. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores. Acessibilidade para deficientes visuais: todas as principais informações (dados técnicos sobre os artistas, obras e outras informações) constantes nas etiquetas, sinalização de parede e textos adesivados, serão impressas em Braille. Também, as atividades terão monitores experientes em atender pessoas com deficiência visual. ITENS DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Impressão em braille; Audiodescrição; Roteiro de visitação para audioguias. Acessibilidade para deficientes auditivos: todas as atividades – notadamente aquelas previstas ou agendadas – terão monitores com conhecimento da linguagem de libras. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores (possuem conhecimento de linguagem de libras)
Toda e qualquer atividade deste projeto será gratuita e aberta ao público, incluindo as exposições e atividades complementares (seminário, palestras etc.). As salas de exposição (40m², em média) possuem ampla capacidade de receber visitantes individuais e/ou grupos de pessoas que serão recepcionadas por monitores especializados, portanto não há a necessidade de distribuição de ingressos. Espera‐se, em cada exposição, receber um público de aproximadamente 1.000 pessoas por mês. Como as exposições ficarão abertas por um período de 180 dias, portanto, o objetivo é receber um público visitante (presencial) no total de 6.000 pessoas. Toda a divulgação (na imprensa e na internet) fará menção à gratuitadade das atividades, cuja programação também será disponibilizada ao público por meio da Internet e do sítio (website) do projeto, além de chamadas e divulgação nas redes sociais. Também serão impressos livros (1.000 unidades) com distribuição gratuita para o público presente às atividades e enviados, pelos correios, para instituições culturais e educacionais, bibliotecas localizadas no Estado da Paraíba, e também enviados para as principais instituições culturais (museus) de todo o país. Será amplamente divulgado com a transmissão pela internet de atividades paralelas como o seminário/palestra, as atividades de contrapartida social e o conteúdo das exposições. Além disso, de acordo com o art. 21 da IN 05/2017, está previsto no projeto: I - Doar, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto (folders, catálogos) a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial (seminários), sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - Permitir a captação de imagens das atividades (exposições, seminários etc.) e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como palestras, exposições, seminários, além da previsão do art. 22.
Diógenes Chaves Gomes, responsável pela empresa proponente do projeto, será responsável pela organização da produção e planejamento das atividades, incluindo curadoria, organização do plano de trabalho, contratação de pessoal e de equipes, organização de reuniões de controle financeiro, supervisão e execução de pagamentos e contratos, assim como a elaboração do projeto, captação de recursos e elaboração, em colaboração com outros profissionais, da prestação de contas final. Diógenes Chaves Gomes (Dyógenes Chaves) (Araçagi‐PB, 1959). Curador e coordenador técnico‐artístico. Artista visual, designer gráfico, curador independente e crítico de arte (ABCA/ AICA). Estudos de iniciação às artes plásticas na Coex/UFPB (1974‐75) e FUNESC (1984‐85). Bolsista do Ministério da Cultura da França/ AFAA e artista residente na École Supérieure des Beaux Arts Luminy (Marselha‐França, 1997‐98) e graduando em Design de Interiores/ CEFET/ PB. Professor do Curso de Design de Moda/ FUNETEC e consultor de Serigrafia no SEBRAE/ PB. É o coordenador de artes plásticas da FUNESC‐Fundação Espaço Cultural da Paraíba (João Pessoa) e de intercâmbio internacional das associações Le Hors‐Là (Brasil‐França), REDE (Brasil‐Suíça) e CASA Experimental de Arte (João Pessoa); membro de curadorias da Aliança Francesa João Pessoa, Galeria de Arte Archidy Picado/ FUNESC, Usina Cultural Saelpa e Casarão 34/ FUNJOPE; curador das Bienais de Gravura e de Desenho (FENART‐Festival Nacional de Arte, João Pessoa). Representante da Região Nordeste no Colegiado Setorial de Artes Visuais/ MinC/ Funarte (2005‐2010). Escreve sobre artes visuais no jornal O Norte (João Pessoa) e Correio das Artes/ jornal A União (João Pessoa). Editor da revista Pessoa (artes visuais) através do BNB e Lei de Incentivo FIC Augusto dos Anjos (Governo da Paraíba). Vive e trabalha em João Pessoa. Francisco Pereira da Silva Júnior (Chico Pereira) nasceu em Campina Grande/PB, 1944. Vive e trabalha em João Pessoa. Curador e crítico de arte, também será responsável pela organização da produção e planejamento das atividades, incluindo curadoria, organização do plano de trabalho e das exposições. Estudos básicos na Escola de Artes de Campina Grande. Participação, desde os anos 60, em eventos culturais, dentre os quais: Bienal Nacional da Bahia (Salvador, 1968); XVI Bienal Internacional de São Paulo e a Bienal Internacional de Valparaíso (Chile), esta, por indicação da Comissão Nacional de Artes Plásticas do Ministério da Cultura; além de participações coletivas e individuais em mostras no país e no exterior. Pesquisas, conferências e livros publicados nas áreas de museologia, história da arte, arte-educação, semiótica e artes gráficas. Ocupou diversas funções: diretor do Museu de Arte Assis Chateaubriand (Campina Grande); fundador e coordenador do Núcleo de Arte Contemporânea da UFPB (João Pessoa); vice-presidente do Conselho Estadual de Cultura da Paraíba; pró-reitor adjunto de Assuntos Comunitários e coordenador de Extensão Cultural da UFPB; subsecretário executivo de Cultura do Estado da Paraíba; membro fundador da Sociedade Brasileira de Educação através da Arte; conselheiro técnico-científico do Conselho Internacional de Museologia-ICOM/UNESCO; representante do Norte-Nordeste da Associação Internacional de Artes Plásticas-AIAP/UNESCO e representante brasileiro no VII Congresso Internacional da Associação Internacional de Artes Plásticas, em Varna, Bulgária. Participou, como membro do júri de seleção e premiação, de diversos salões de arte no Brasil. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte-ABCA e da Academia Paraibana de Letras-APL. Professor aposentado do Departamento de Artes Visuais da UFPB. Em 2012 publicou o livro Paraíba – Memória Cultural (Editora Grafset). Raul Córdula Filho nasceu em Campina Grande em 1943. Curador e artista visual. Será responsável pela organização da produção e planejamento das exposições, incluindo curadoria. Fez sua primeira exposição na Biblioteca Pública de João Pessoa, em 1960. Exposições nacionais: Museu de Arte Assis Chateaubriand, Campina Grande/PB, 1967; Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba, 1985; Museu de Arte Moderna da Bahia, 1997; Museu da Pampulha, Belo Horizonte, 1985; Museu de Arte da Universidade Federal de Mato Grosso, 1987; Galeria Verseau, Rio de Janeiro, 1965; Galeria Sergio Milliet, Funarte, Rio, 1982; Galeria de Arte Global, São Paulo, 1987; Galeria Vicente do Rego Monteiro, Fundaj, Recife, 1990, entre outras. Exposições internacionais: Embaixada do Brasil e Galerie Le Cube, Paris; Association Culturelle Le Hors-Là, Marselha; Festival Nacional de Ia Peinture, Cagnes-Sur-Mer; Staatliche Kunsthalle Berlin e Galeria Einstein, Berlim. Prêmios: Salão Municipal de Belo Horizonte em 1964 e 1965; Prêmio de desenho no Salão da Jovem Arte de Campinas/SP, em 1966; 1° Salão de Arte Global de Pernambuco, Prêmio MEC, 1974; 2° Salão de Arte Global de Pernambuco, Viagem à Europa, 1975; XXXVI Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, 1° Prêmio; Prêmio Gonzaga Duque, Associação Brasileira de Críticos de Arte-ABCA, 2010. Trabalhos e funções: diretor do Setor de Artes Plásticas do Departamento Cultural da UFPB, 1963-1965; diretor fundador do Museu de Arte Assis Chateaubriand, Campina Grande, 1967; coordenador do Núcleo de Arte Contemporânea-NAC/UFPB, 1978-1985; diretor artístico e técnico da Oficina Guaianases de Gravura, Olinda, 1982-1984; diretor de Desenvolvimento Artístico e Cultural da Fundação Espaço Cultural da Paraíba-Funesc, 1997-1998; membro da Comissão Nacional de Artes Plásticas da Funarte, 1986-1988; faz parte da Associação Brasileira de Críticos de ArteABCA e da Associação Internacional de Críticos de ArteAICA; curador do 3° Salão de Arte Global de Pernambuco – O Artesanato e o Homem, Recife, 1976; integrou e presidiu o Conselho Municipal de Cultura da Prefeitura do Recife, 2002-2004; implantou no Brasil a Associação Cultural Le Hors-Là para intercâmbio entre artistas de Marselha (França) e João Pessoa, Recife e Salvador; coordenou a criação e implantação do Salão MAM Bahia de Artes Plásticas. Participou das comissões de seleção e premiação de vários salões de Arte: Salão MAM Bahia de Artes Plásticas, Salão Paranaense de Artes Plásticas, Salão dos Novos de Pernambuco, Salão Municipal de Artes Plásticas de João Pessoa, Salão Municipal de Artes Plásticas de Natal, Prêmio Pernambuco de Artes Plásticas – Novos Talentos e Salão Pernambucano de Artes Plásticas, 2000; 5ª Bienal Internacional de Esculturas del Chaco, Argentina, 7ª Bienal do Recôncavo, Cachoeira/BA; membro da Comissão Técnica do Prêmio Bunge de Pintura, São Paulo, 2009; Comissão de Seleção do Prêmio Energisa de Artes Visuais, João Pessoa, 2010. Foi curador do Prêmio Pernambuco de Artes Plásticas – Novos Talentos, Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, 1999; Salão Pernambucano de Artes Plásticas, 2000; 1ª Bienal Nacional de Desenho – VIII Festival Nacional de Artes-Fenart, João Pessoa; SPA Tamarineira, Recife, 2005; Comissão Técnica do Prêmio Bunge de Pintura, 2009. Escreveu os livros Os Anos 60, aspectos das artes plásticas na Paraíba (Edição Funarte, 1980, coautoria de Chico Pereira); ALMANAC (Edição Funarte/UFPB); Fragmentos (Edição Funesc, 1997); Caminhos de Pedra (Edição URB/Recife, coautoria de Betânia Luna e Jane Pinheiro); Tereza Costa Rêgo (Olinda, 2009); Memórias do Olhar (Editora Linha D’Água, João Pessoa, 2009).
PROJETO ARQUIVADO.