| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 10957035000177 | ATMOS CAPITAL GESTAO DE RECURSOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 210,0 mil |
| 72279961000198 | INDUSTRIAS QUIMICAS TAUBATE S A IQT | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
A presente proposta é um projeto de manutenção de parte das atividades do projeto Conexão do Bem, que há 10 anos realiza cortejos musicais e teatrais em hospitais da rede pública de saúde. Essa será a terceira edição do projeto, cuja realização foi bem sucedida em 2019, 2020 e 2021. Pretende-se realizar cortejos mensais em hospitais públicos do Rio de Janeiro, durante 6 meses. O projeto prevê também a realização de 6 oficinas ministradas pelos artistas do Conexão do Bem a título de ações formativas.
Conexão do Bem é um movimento criado em 2012 que usa a arte para regenerar a saúde. O espetáculo "Novos territórios" foi criado num formato de cortejo que combina música e teatro para permitir a acessibilidade de pacientes hospitalizados e inspirar o resgate da energia vital dentro do hospital. O espetáculo/cortejo, que tem a duração de aproximadamente duas horas e meia, percorre diversas áreas do hospital e é construído de forma que possibilite a interação de todos aqueles que frequentam o ambiente hospitalar, independente da faixa etária ou classe social, seja paciente, acompanhante, médico, enfermeiro, técnico ou profissional de limpeza. A música e o teatro surgem como instrumento de horizontalização das relações e de expressão individual e coletiva. As ações formativas propostas serão oficinas de arte ministradas pelos artistas da ONG Conexão do Bem, focadas em trabalhar questões como percepção musical, noções de teatralidade e jogos cênicos com os participantes.
O projeto social Conexão do Bem é um movimento artístico que realiza cortejos musicais e teatrais em unidades hospitalares da rede pública de saúde do Rio de Janeiro. O objetivo principal do grupo é usar o teatro e a música como ferramenta para restaurar a saúde e democratizar o acesso à arte e cultura na cidade. Dando prosseguimento ao sucesso das primeiras edições do Novos Territórios, a Botão Cultural e a ONG Conexão do Bem vêm, através do presente projeto, propor a continuidade do trabalho com a realização da 3ª edição do Novos Territórios. Serão ao todo 8 meses de produção do projeto, considerando 1 mês de pré-produção, 6 meses de produção e 1 mês de pós-produção. O objetivo principal do projeto é realizar apresentações mensais gratuitas em hospitais públicos, totalizando 24 intervenções artísticas em 4 unidades hospitalares da rede pública do Rio de Janeiro (1 visita em cada hospital por mês). Uma intervenção artística do grupo é um cortejo itinerante de aproximadamente 2 horas e meia de duração, que acontece em (quase) todos os ambientes do hospital. São pequenas apresentações musicais/teatrais em sequência, que vão ocupando os ambientes, podendo ser nos quartos, corredores, triagem, ambulatórios e até nos elevadores. Cada pequena performance busca incluir o espectador na encenação deixando-o à vontade para cantar junto e/ou responder a uma dinâmica de jogo teatral junto dos atores-músicos. Normalmente os artistas iniciam as apresentações, cada um com o seu instrumento, tocando e cantando um número musical/teatral ensaiado, sempre atentos à possível participação dos espectadores que vão encontrando pelo caminho. O cortejo é uma performance viva, sempre disponível a se (re)adaptar e a receber interferências de novos participantes. Para manter essa vivacidade sempre presente, o coletivo mantém um cronograma de ensaios constantes para fomentar a criação e incrementar cada intervenção com novos jogos e/ou músicas. Ao longo do ano, inclusive, o projeto também desenvolve, além das intervenções tradicionais, cortejos temáticos que variam com o calendário de festas e feriados. São cortejos natalinos, de páscoa ou até mesmo em temática carnavalesca, sempre paramentados com figurino e adereços típicos para a ocasião. O principal intuito dessas propostas _ manter uma agenda de ensaios constantes e realizar cortejos temáticos ao longo do ano _ é manter a experiência do espectador o mais viva e original possível e evitar que duas intervenções sejam muito semelhantes entre si. O resultado é sempre um espetáculo-cortejo atual e divertido que aposta na originalidade para colocar um sorriso no rosto dos pacientes-espectadores e dialogar com eles através de jogos musicais e dinâmicas cênicas. O público alvo principal do projeto abrange todos os envolvidos na estrutura hospitalar, sem segmentação de classe social ou faixa etária, incluindo pacientes, seus/suas acompanhantes, médicos(as), enfermeiros(as) e equipe técnica de apoio (segurança, limpeza, administrativo e afins). Portanto, são objetivos gerais do projeto 1. Utilizar a arte como ferramenta para a saúde social, física e mental, seja com fins terapêuticos, paliativos ou de bem estar; 2. Fomentar uma reflexão sobre humanização do ambiente hospitalar e a interferência da arte no tratamento de pacientes; 3. Colaborar diretamente com a democratização de acesso à arte e cultura; 4. Valorizar a arte como locomotiva para a transformação das relações humanas dentro e fora do ambiente hospitalar, transformando-a em instrumento fundamental para a prática da cidadania; 5. Ampliar, aprimorar e fortalecer o trabalho de pesquisa de linguagem realizado pelo grupo; 6. Incluir o(s) espectador(es) no jogo cênico, oferecendo a todos o lugar da cena como possibilidade de se expressar artisticamente; 7. Posicionar-se de forma responsável a favor da saúde pública de qualidade; 8. E, principalmente, colaborar com a efetiva melhora no quadro clínico e na qualidade de vida de pacientes, profissionais da saúde, acompanhantes, doadores de sangue, visitantes, funcionários e prestadores de serviço. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. PRODUTO PRINCIPAL: Realizar 24 intervenções artísticas gratuitas (4 por mês) em 4 hospitais públicos do Estado do Rio de Janeiro. 2. PRODUTO SECUNDÁRIO: Promover atividades formativas presenciais: 4 oficinas gratuitas ministradas pelos atores da Ong.
O Conexão do Bem é um projeto de caráter artístico, cultural e social que tem como objetivo fomentar a expressão artística em locais com escassez da mesma. Para além disso, buscar através da manifestação artística _ de e baseada em produtos culturais nacionais e estrangeiros _ meios de proporcionar cura e qualidade de vida. O trabalho realizado pelo grupo incentivou a criação de um setor de humanização no hospital HEMORIO em 2013 que, desde então, é considerado fundamental no tratamento ao usuário do serviço de saúde. A Prefeitura e Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro também reconheceu a ação do Conexão do Bem como uma "prática, atividade e projeto nos campos da cultura, da arte, da comunicação e do conhecimento que promove transformações nos territórios em que são realizados" e, por isso, o projeto recebeu a chancela de Ação Local nos anos de 2015 e 2016. Atualmente, grupo é conhecido por desenvolver um trabalho de Cortejo Hospitalar cujo conceito busca ser uma forma de intervenção alternativa à figura do palhaço, com o objetivo máximo de inspirar as pessoas a viver. Nesses anos de atividade _ e a partir da pesquisa desenvolvida nesse período (principalmente no hospital base do projeto, o HEMORIO) _ o grupo aprimorou suas intervenções e aprendeu todos os pré requisitos e demandas da área da saúde, desde como lidar com os pacientes e prestadores de serviço a fatores técnicos do cotidiano hospitalar. Hoje o coletivo atende em 6 hospitais da cidade e conta em seu currículo com um certificado de reconhecimento da Secretaria de Saúde do Governo do Rio de Janeiro, da Fundação Saúde e do próprio Hemorio, pelos 3 anos de trabalho no Hemorio e por sua importância social em campanhas de doação de sangue no Estado do Rio de Janeiro. O presente projeto visa dar ao Conexão do Bem meios para custear parte de suas atividades de 2022 e 2023 e, principalmente, possibilitar que o trabalho continuado que o coletivo vem desempenhando desde 2012 não seja interrompido. Para além disso, vale mencionar o sucesso das primeiras duas edições do Novos Territórios. A primeira edição se estendeu por 2019 e 2020, e contou principalmente com a expansão das atividades da Ong Conexão do Bem a 3 novos hospitais (Hospital Federal do Andaraí, Hospital Federal de Bonsucesso e Hospital Estadual da Criança). Na primeira fase do projeto, em 2019, foram realizadas 9 intervenções presenciais, 3 em cada hospital. Na segunda fase, em 2020, foi necessária uma readequação para adaptar as intervenções para formato virtual (por conta da pandemia do coronavírus). Nessa nova etapa foram produzidos 12 videoclipes, de dezembro de 2020 a março de 2021, que foram enviados semanalmente aos mesmos 3 hospitais participantes. A segunda edição do Novos Territórios realizou 24 intervenções _ também em formato virtual, devido à pandemia do coronavírus _ em 4 hospitais da rede pública localizados no estado do Rio de Janeiro. Através desse ininterrupto trabalho de pesquisa desenvolvido, o Conexão do Bem acredita que está colaborando para a democratização da arte e da cultura, reativando em suas performances as potencialidades de se viver em sociedade e valorizando essas experiências como instrumentos fundamentais para a prática da cidadania. Para além disso, o grupo acredita estar desempenhando um papel ativo junto ao serviço público de saúde, seja auxiliando no processo de cura, seja despertando o interesse, por parte da população, da necessidade de se ter um serviço público de qualidade. Finalmente, afirmamos que todas as ações planejadas estão alinhadas e enquadradas nos termos da Lei 8.313/91, Art. 1º, nos incisos abaixo especificados: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. E, através dos objetivos descritos no presente projeto, pretende-se alcançar aqueles descritos no art. 3º da mesma lei, nos incisos e alíneas abaixo especificados: Inciso II, alínea C: realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Inciso II, alínea E: realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e Inciso IV, alínea A: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos
Informações relevantes sobre a divulgação do projeto: · Os principais meios de divulgação do projeto serão as redes sociais da Conexão do Bem: facebook, instagram e youtube. Nelas, serão feitas postagens de conteúdo exclusivo do projeto com as logos dos patrocinadores; · Ao menos um cortejo por mês terá o acompanhamento de 1 fotografo e 1 videografista, responsáveis por fazerem registro fotográfico e em vídeo das intervenções. Esse material irá compor parte do conteúdo das redes sociais, newsletter e revista do projeto, bem como relatórios de conclusão na prestação de contas; · Será produzido também 1 banner, a ser positivado na frente do hospital em dias de cortejo; · Durante os cortejos, todos os integrantes da equipe técnica/produção estarão usando camisas com as logos do projeto. Os artistas também estarão uniformizados quando não estiverem com os figurinos dos cortejos; · Será produzida 1 newsletter mensal informando todas as atividades realizadas pelo Conexão do Bem no projeto. Esse newsletter é distribuído para todo o mailing de contatos do coletivo, que inclui seguidores cadastrados, apoiadores, patrocinadores e hospitais; · O projeto conta também com assessoria de imprensa para matérias em jornais, rádios e TVs; · Ao final do projeto será produzida também 1 revista virtual, elaborada pelo designer gráfico em conjunto com os artistas da conexão do bem. A ideia é produzir um anuário/relatório de atividades do grupo contendo as principais informações, tais como: hospitais visitados, público atingido, depoimentos (de equipe de enfermagem, acompanhantes, médicos), fotos e agradecimento final da equipe do projeto aos patrocinadores e apoiadores.
OS CORTEJOS MUSICAIS Os cortejos são performances ao vivo realizadas de forma itinerante pelos hospitais contemplados seguindo o perfil técnico abaixo: · Integrantes da equipe: 5 artistas e 1 produtor(a) · Técnicos: 1 fotógrafo(a) e 1 videografista (Acompanham o cortejo 1 vez por mês) · Duração média: 2 horas e 30 minutos · Público: 6.000 pessoas atingidas no projeto todo · Gênero: Performance teatral e musical · Valor do ingresso: Gratuito dentro dos hospitais · Público alvo: Pacientes, acompanhantes, médicos, enfermeiros e equipe de apoio (segurança, limpeza, administrativo e afins) dos hospitaisAÇÕES FORMATIVAS – OFICINASAs ações formativas propostas pelo projeto são oficinas de arte (projeto pedagógico entre os anexos do projeto) a serem ministradas pelos artistas do Conexão do Bem seguindo o perfil técnico abaixo:· Integrantes da equipe: 2 ministrantes e 1 produtor(a)· Quantidade: 4 oficinas, sendo pelo menos 3 exclusivas para público infantil/infantojuvenil· Vagas: 98 vagas no total;· Duração: Aproximadamente 1,5 horas· Valor do ingresso: Gratuito para os participantes· Público alvo: Alunos e professores de escolas públicas, As oficinas são ações formativas como produto secundário do projeto, desobrigadas de atenderem às regras do Art. 22 da I.N. 2 de 2019, mediante pedido de adequação, durante a execução do projeto, às regras do Art. 25 da I.N. 1 de 2022, atualmente vigente, que estabelece: ?§ 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos?.--> OBS: Adicionamos nesse campo as informações das Ações Formativas pois o sistema não está disponibilizando o campo Descrição das Atividades para readequação.
PRODUTO: Cortejos Musicais ACESSIBILIDADE FÍSICA: O trabalho do Conexão do Bem foca seu compromisso justamente com a acessibilidade das pessoas a arte e cultura. Todas as apresentações são itinerantes e acontecem dentro dos hospitais, visitando os pacientes e acompanhantes em seus leitos. Portanto, o espetáculo é levado até o público que se encontra no hospital e está impossibilitado de se locomover, seja por enfermidade temporária, ou condição permanente de saúde. Para além disso, os hospitais atendidos pelo projeto também contam com soluções de acessibilidade física, tais como rampas de acesso e elevadores, garantindo acesso a quaisquer portadores de deficiência. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: N/A DEFICIENTES AUDITIVOS: Com relação ao conteúdo, o projeto visa desenvolver (e já desenvolve desde 2012) atividades de acessibilidade individuais e personalizadas para cada paciente atendido. Os cortejos são ações praticamente individuais e intimistas de interação artística com os pacientes. Deficientes auditivos e/ou visuais são sempre convidados a participar da ação performática, que dura em média 3 minutos dentro de cada quarto do hospital. A atividade por si já é inclusiva em seu conteúdo, possibilitando a todos que participem e interajam em igual proporção, sendo deficientes ou não. Além disso, por tratar-se de um cortejo performativo, sua dinâmica é facilmente mutável, e busca sempre se ajustar ao jogo estabelecido com o público e promover interações diferentes com cada um. Sendo assim, do encontro com deficientes auditivos, nascerá uma interação mais cênica e de jogo visual do que musical. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Elenco Principal DEFICIENTES VISUAIS: Do encontro com um deficiente visual, nascerá uma interação mais musical e sensorial do que visual. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Elenco Principal PRODUTO: Contrapartidas Sociais – Ações Formativas – Oficinas ACESSIBILIDADE FÍSICA: As ações formativas do projeto serão realizadas em locais que possuam infra estrutura de acessibilidade física para os participantes, tais como rampas de acesso e/ou elevadores. Caso não haja tal infra estrutura nos locais escolhidos para realização da atividade, a produção do projeto se compromete a fornecer equipe para auxiliar o acesso de eventuais participantes deficientes físicos. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Será realizado com recursos próprios. DEFICIENTES AUDITIVOS: Serão contratados Intérpretes de libras para acompanhar todas as oficinas. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: Profissionais e infraestrutura de audiodescrição serão contratados para acompanhar as oficinas. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Narrador de audiodescrição
Ao ocupar uma unidade hospitalar pública, o projeto atinge parcelas da população que estão em vulnerabilidade social, e com dificuldade ao acesso a manifestações artísticas e culturais, seja por dificuldade de locomoção, renda familiar reduzida, ou pouco tempo reservado ao lazer. O projeto leva teatro e música para dentro do hospital, geralmente espaços desprovidos de arte, auxiliando a garantia do direito de todos ao acesso à cultura. Para além disso, os cortejos são gratuitos e contemplam todas as pessoas que estão presentes no hospital público, desde profissionais terceirizados até pacientes (crianças e adultos) e seus acompanhantes, incluindo também médicos, enfermeiros e quaisquer outros profissionais que trabalhem nos hospitais. O projeto atende, assim, pessoas de diferentes contextos sociais e econômicos. Acreditamos, portanto, que o projeto tem grande responsabilidade social e ações de ampla democratização de acesso. Para além disso, o projeto adotará medidas para atender aos seguintes incisos do Art. 21 da IN 2/2019: 1) INCISO III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Serão produzidos vídeos mensais de até 5 minutos para alimentar as redes sociais do projeto. Esse tipo de conteúdo já foi produzido pelo grupo, que possui intensa atividade em suas redes sociais. Trata-se de um conteúdo audiovisual exclusivo sobre os bastidores do projeto, que incluem também fragmentos dos cortejos musicais realizados. 2) INCISO VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Todos os cortejos que acontecem dentro dos hospitais passam pelas enfermarias pediátricas das unidades, onde o grupo desenvolve um trabalho específico para as crianças e seus acompanhantes. São cortejos especialmente pensados para esses pacientes, focados na seleção de jogos e músicas que promovem interação especificamente com o público infantil e infantojuvenil. No que diz respeito à ação formativa, considerada como um segundo produto cultural do projeto, atenderemos ao seguinte inciso do Art 21 da IN 2/2019: 1) INCISO VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Do total de 4 (quatro) oficinas que compõem as ações formativas do projeto, 3 (três) serão realizadas exclusivamente com crianças.
FICHA TÉCNICA: · Idealização: Felipe Haiut · Elenco: Felipe Haiut, Mag Pastori, Laura de Araujo, Nina Costa Reis e Pedro Nego · Direção de Produção: Juliana Trimer · Coordenação Geral: Bernardo Schlegel · Figurinista: Fernanda Garcia · Designer: Vanessa Tiomno · Registro videografico e edição de vídeos - Avec Filmes · Contabilidade: Balbino Pinheiro · Assessoria Juridica: Bassin Advogada Proponente: Bernardo Schlegel Função: Coordenação Geral Função: Gerenciamento Administrativo Financeiro (Atividade não remunerada) Bernardo Schlegel é ator e produtor, formado em artes cênicas (Unirio) e publicidade (UFRJ). Abriu a Agência Botão Cultural em 2012, tendo assinado a direção de produção de: “Se Não Agora, Quando? – Temporada Virtual” (Edital SECEC Lei Aldir Blanc, 2021), de Leonardo Hinckel; “Ana Fumaça Maria Memória” (Oi Futuro, 2019), de Marcela Andrade; “A Vida Ao Lado” (Prêmio FUNARTE Tônia Carrero, 2018), de Cristina Fagundes; “Neurótica” (Teatro Miguel Falabella, 2017), de Flávia Reis; “O Cara” (Teatro dos 4, 2016), com Paulo Mathias Jr.; "Hominus Brasilis" (várias temporadas e circulações, 2014-15; indicação ao Shell e Cesgranrio 2015), da Cia de Teatro Manual; “A Flor do Cerrado” (Teatro Maria Clara Machado, 2013), infantil do grupo Creche na Coxia; e “S.” (diversas temporadas 2010-12, 19 prêmios e 30+ indicações em festivais nacionais), de Marcela Andrade. Como ator, participou do Zorra (TV Globo, 2015-20), indicado ao Emmy Internacional 2016 de Melhor Comédia; e Ilha de Ferro (Globoplay, 2018-19). FELIPE HAIUT Função: Idealizador e Elenco Nasceu em 1987, em Nova Friburgo/RJ. Ator e dramaturgo, formou-se em Cinema pela PUC-Rio. É idealizador do Conexão do Bem, movimento artístico que leva teatro e música para hospitais públicos da cidade. Atuou e escreveu a dramaturgia dos espetáculos A Cozinha e A Garagem, do projeto Nómada, que investe em experimentos artísticos vagamundo para site-specific. No cinema, fez os filmes “Aumenta que é Rock n roll” (2019) de Tomás Portella e “Vertigem” (2019) de Carol Jabor. Na cena musical, idealizou e escreveu a performance “Músicas que eu sempre quis cantar e nunca ninguém quis ouvir”, dirigido por Alexandre Mello. Em 2015 e 2016, foi pesquisador do canal online Rio Live, do apresentador Bruno de Lucca, onde foi roteirista dos programas “Queimou a Largada” e “Acesso Livre”. Durante a pandemia do Covid-19, adaptou e produziu o longa-metragem “A Cozinha” para o cinema sob direção de Johnny Massaro, sendo o primeiro roteiro de longa metragem que assina sozinho. Ainda durante o período, idealizou e colaborou com os episódios do programa “Encontros do Bem”, um projeto de caráter artístico, cultural e social que tem como objetivo a produção audiovisual com foco em saúde e bem estar. Haiut iniciou sua carreira como ator na televisão e no cinema ainda cedo, onde foi um dos protagonistas de uma série do Ziraldo, um dos maiores cartunistas brasileiros. Ao longo da vida atuou em 10 filmes curta e longa metragens, em 7 novelas e séries de canais abertos e streaming. JULIANA TRIMER Função: Diretora de Produção Bacharel em artes cênicas pela UNIRIO, suas produções mais recentes são ESCUTA QUE LÁ VEM A PEÇA (2021) podcast infantil; O DIREITO DE PENSAR (2020) – Podcast em 6 episódios, de Silva Monte; UMA FRASE PARA MINHA MÃE (2020); DOGVILLE (2018- 22019), de Lars Von Trier, com direção de de Zé Henrique de Paula; FIM DE CASO (2019);ANA FUMAÇA MARIA MEMÓRIA(2019), de Marcela Andrade; CONEXÃO DO BEM – NOVOS TERRITÓRIOS (2019-2021), da Conexão do Bem; A VIDA NÃO É UM MUSICAL – O MUSICAL (2018), de Leandro Muniz, direção de João Fonseca; e A VIDA AO LADO(2018), de Cristina Fagundes. PEDRO NÊGO Função: Elenco Cursou Engenharia Mecânica na UFRJ. Começou a estudar guitarra aos 13 anos na escola de música Villa Lobos. No teatro, participou como músico das peças “Da Carta ao Pai” (2013), “Pesadelo” (2014), "Caranguejo Overdrive" e "Laio e Crísipo" d’Aquela Cia de Teatro (2015/16/17/18/19) “Tripas” (2017/18/19/20), Filhos d Medea (2019). Assinou a Direção Musical dos espetáculos "Pesadelo" (2014), "Tão Tão" do teatro O Tablado (2016) sendo indicado ao prêmio Zilka Salaberry como melhor direção musical, Belchior - O Musical (2019), Isso que você chama de lugar (2019) e Filhos d Medea (2019). Também compôs a Trilha Sonora das peças “Edward Bond para tempos conturbados” (2017), "Vácuo" (2018), "Gravidades" (2018) e A Menina do Kung Fu (2019). No cinema fez a Trilha Sonora do longa “B.O.” (2017) e “Álbum em Família (2021)” que foi selecionado para Mostra Competitiva do Festival de Gramado (2021). Coassinou a produção musical do EP "George Sauma Sozinho" e a direção musical de seu show (2019/20). É integrante da banda Choque do Magriça e sócio-fundador da ONG Conexão do Bem. NINA COSTA REIS Função: Elenco É diretora, atriz-cantora e performer. FORMAÇÃO: Artes Dramáticas na UniverCidade desde 2008. IDEALIZADORA E CURADORA da Ocupação Ovárias, que está no seu quinto ano e foi indicada ao PRÊMIO SHELL na categoria "Projeto Inovação" em 2019. IDEALIZADORA E ARTISTA da ONG Conexão do Bem, atuante desde 2012, que faz teatro e música nos hospitais da rede pública da cidade do Rio de Janeiro. DIREÇÃO: “Cavalos”, 2019 a 2021; “Palavras de Mulheres”, 2021. TEATRO - IDEALIZADORA, ATRIZ E CANTORA: peça “Filhos D Medea”, direção Marco André Nunes, Sesc Copacabana, 2019 e peça-show “Ai de Mim”, direção Fabiano de Freitas, Tempo Festival 2017. ATUAÇÃO: “A Porta da Frente” de Julia Spadaccini, vencedor do Prêmio Shell 2013- direção Marco André Nunes, 2013 a 2015; “Boa Noite Professor” direção Julia Stockler e Lionel Fischer, 2016; “Não Me Diga Adeus” direção Gilberto Gawronski,2011 e 2012 e outras. PERFORMANCES AUTORAIS: “Gaia – Expericênica Óptico Sonora” 2020 – Experiencia tecnológica na plataforma Zoom ; "Studio Cabaret Voltaire”, direção geral Jefferson Miranda - Tempo Festival 2018 com a performance “Lady Ice, Cidade Iceberg” ; “Carne: o que significa construir?”- Ocupação Ovárias 2017 ; “Atacado" - Teatro Ipanema 2017 e outras. TELEVISÃO E AUDIOVISUAL: série “Esconderijo” ; novela “Rock Story” ; comercial “Criança Esperança 2015” ; filmes longa metragem “O Campeão” e “Mamute” ; filmes curta metragem “A Noite da Raposa” e “Artificial”. MAG PASTORI Função: Elenco Formada em Teatro na UniverCidade. Atuou em peças como "Confissões de Adolescente" com direção de Matheus Souza, "A menina e o Vento" com direção de Cacá Mourthé, "Vianninha conta o Último Combate do Homem Comum" com direção de Aderbal Freire-Filho, “Quando as Pessoas Andam em Círculos” da Artesanal Cia de Teatro, entre outras. Participou do longa metragem "Confissões de Adolescente" com direção de Daniel Filho, “Aumenta que é Rock´n Roll” com direção de Tomas Portella e estreia prevista para 2019. Trabalhou como assistente de figurino nas peças "Uma Carta Perdida", "O Diabo não pode ser Pop" e “Edward Bond para Tempos Conturbados” e assinou o figurino da peça “Orinoco”. É figurinista do grupo musical e teatral Mulheres de Buço. É sócia-fundadora da ONG Conexão do Bem. LAURA ARAÚJO Função: Elenco Formada em Licenciatura em História na PUC Rio. Trabalha como atriz desde 2002. Foi Professora Assistente no Teatro O Tablado entre os anos de 2008 e 2013. Em 2013, exerceu as funções de Ass. de Preparação de Elenco no filme “Nise- o coração da loucura”, com direção de Roberto Berliner. Integrou o elenco d’Aquela Companhia de Teatro entre os anos 2004 e 2014, nos espetáculos: “Edypop”, “Outside- um musical noir”, “Lobo nº1 [A Estepe]”, entre outros. Assinou a assistência de direção dos espetáculos "A Porta da Frente" de Julia Spadaccini, com direção de Marco André Nunes e "Cara de Cavalo", d'Aquela Cia. de Teatro. Em 2017, dirigiu em parceria com Julia Stockler o espetáculo “Mulheres de Buço- uma peça show” e em 2018 repetiu a parceria desta vez no texto, assim como na direção da peça “Gravidades”, realizada pela Cia. Dupla de 3. Atuou no monólogo “A Fábrica de Cachorros”, com texto de Renata Corrêa em 2018 e 2019. Fernanda Garcia Função: Figurinista Formada em Artes Cênicas/ Indumentária na Universidade Federal do Rio de Janeiro – Escola de Belas Artes. Algumas de suas experiências profissionais são: “Boas Ideias” -GNT- Série “Casais Inteligentes enriquecem juntos” , Produtora de figuirino ( março 2020); “Bloco Amigos da onça” , Assistente Figurino (carnaval 2020); Longa “Regra 34” , de Julia Murad, 1º Assistente (2019 e 2020); Tv Globo- Especial de Natal “Quando você acredita existe” -1º Assistente- produção de figurino(2019); Movi &Art Produções – Filme publicitário Diesel – Only The Brave – 1º Assistente produção (2018); Videoclipe Thiaguinho e Leo Santana – 1º Assistente (2018); HBO / Pindorama – Serie “Santos Dummont – Mais Leve que o Ar “, 1º Assistente (2018).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.