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Desenvolver e disponibilizar conteúdo educativo sobre o patrimônio histórico cultural material, da cidade de São Paulo e poder criar um ambiente contextual de ações formativas em patrimônio histórico material junto as escolas públicas da cidade. O PHex _ Patrimônio Histórico experience é um aplicativo de conteúdo sobre o patrimônio histórico regional e também funcionará como guia turístico. Realizaremos também palestra sobre a importância do patrimônio histórico e a multifuncionalidade da plataforma PHex
Não se aplica
OBJETIVO GERAL O objetivo geral é desenvolver o PHex, é um aplicativo de conteúdo sobre o patrimônio histórico. Nosso objetivo é inserir o patrimônio histórico cultural regional no cotidiano social, na experiência turística e tornar a linguagem e informações deste segmento acessíveis ao leigo, para isso construiremos o PHex _ Patrimônio Histórico Experience, uma ferramenta digital de conteúdo sobre o patrimônio histórico regional. O PHex terá mapeado em seu banco de dados todo inventário de bens históricos imóveis reconhecidos como patrimônio cultural da cidade de São Paulo. Hoje há cerca de três mil bens catalogados na plataforma GeoSampa, esses bens passarão por uma triagem de distinguibilidade entre o que é patrimônio histórico material imóvel, nosso objeto específico, dos demais bens inventariados. Cada patrimônio histórico terá seu conteúdo histórico, turístico, educativo e funcional produzido, de forma exclusiva para o PHex, e será oferecido, de forma gratuita, em texto, áudio e/ou libras. O usuário da plataforma ativará o GPS do aparelho eletrônico (celulares ou tabletes), filtrará palavras de interesse e a plataforma disponibilizará rotas turísticas, usando como vetor exclusivo, o patrimônio histórico cultural material da cidade de São Paulo. Além das rotas turísticas por filtros de palavras o usuário também terá a opção de interagir com o conteúdo do PHex por sua posição de origem x destino. Nosso projeto cultural tem a ambição de desconstruir narrativas coletivas discriminatórios e desvalorizadoras do patrimônio histórico cultural, onde, como consequência, há perdas expressivas de edifícios históricos e a apatia social sob as perdas por irrepresentativa desses ambientes em sua memória afetiva. O resultado negativo desta reação em cadeia é a perda de oportunidade por construir cidadãos conscientes de sua história, pertencentes da trajetória da cidade e ativistas da salvaguarda dos espaços públicos, contexto urbano onde o patrimônio histórico está inserido. Para preservar o patrimônio histórico e expandir a cadeia produtiva em torno do segmento, entendemos que é necessário construir um diálogo de compreensão junto a sociedade, e para a construção desse diálogo é necessária uma ação de educação patrimonial. O PHex é esta ação. Ele usa o patrimônio histórico como elemento lúdico para possibilitar novos olhares sociais ao segmento. OBJETIVO ESPECÍFICO 1) Produto Aplicativo - Nosso objetivo específico é desenvolver o PHex, que é um aplicativo de conteúdo sobre o patrimônio histórico regional da cidade de São Paulo, que também poderá funcionar como guia turístico. 2) Contrapartida Social - Palestras Virtuais - Realização de 2 palestras virtuais, para a rede pública de ensino, com o público estimado de 500 espectadores em cada palestra, totalizando 1.000 alunos e/ou professores. Nosso objetivo específico é inovar no segmento da educação patrimonial para ampliar as possibilidades de salvaguarda do patrimônio histórico, para isso criaremos o PHex _ Patrimônio Histórico Experience, uma ferramenta digital de conteúdo - a linguagem mais acessível a todas as idades - sobre o patrimônio histórico regional, que o inserirá no cotidiano social e na experiência turística de qualquer cidadão. O PHex _ Patrimônio Histórico Experience terá mapeado em seu banco de dados todo inventário de bens imóveis reconhecidos como patrimônio cultural da cidade de São Paulo. Esse mapeamento será possível ser feito pelos dados públicos da plataforma técnica do GeoSampa equalizados ao Google Maps, que também é uma plataforma aberta e gratuita. Com o banco de dados de cerca de três mil bens catalogados na plataforma PHex, haverá a produção individual de conteúdo lúdico sobre cada patrimônio histórico. Os textos serão produzidos sob a premissa de contar a história daquele patrimônio histórico usando uma linguagem atrativa e compreensível a qualquer faixa etária e etnia, para isso haverá uma equipe multidisciplinar para produzir esses conteúdos históricos, turísticos, educativos e funcionais, que serão ofertados gratuitamente nos formatos de textos trilíngues (português, inglês e espanhol), áudio trilíngue (português, inglês e espanhol) e/ou linguagem de sinais (Libras e American Sign Language, ASL). O usuário da plataforma PHex ativará o GPS do seu aparelho eletrônico, que poderá ser celular ou tablete (sistema Android ou iOS) ou ainda pelo site do PHex (www.phex.app.br), e filtrará palavras de interesse como teatro, museu, parque, etc. Feita a seleção a plataforma disponibilizará/traçará rotas turísticas, usando como vetor exclusivo de visitação, edifícios tombados, ou seja, o patrimônio histórico cultural material da cidade de São Paulo. O PHex também disponibilizará no filtro distâncias máximas que o explorador deseja fazer e a forma como as fará, se de carro, transporte coletivo, bicicleta ou a pé. Além das rotas turísticas por filtros de palavras pré-determinadas pela plataforma o usuário poderá digitar temas de seu interesse, optar por rotas de origem x destino ou seguir a lista de bens divulgados de forma aleatória no menu inicial da plataforma. Diante da ambição de imbuir novas narrativas e olhares sobre o patrimônio histórico cultural, para fomentar a valorização da cultura e econômica da cultura criaremos o PHex. Para preservar o patrimônio histórico e expandir a cadeia produtiva em torno do segmento, entendemos que é necessário construir um diálogo de compreensão junto a sociedade, e para a construção desse diálogo é necessária uma ação de educação patrimonial. O PHex é esta ação. Ele usa o patrimônio histórico como elemento lúdico para possibilitar novos olhares sociais ao segmento. Já para o segmento da economia da cultura, ao disponibilizar conteúdos exclusivos ao usuário (com caráter educativo e turístico), o gatilho econômico é disparado e há infinitas formas de ser explorado. O município de São Paulo, segundo dados estimados do IBGE (2020), tem uma população de 12.325.232 habitantes. O público acima de dez anos representa 79% da população e nosso público alvo, adolescentes entre 15 e 19 anos, representam quase 7% da população paulistana (841.081 mil pessoas). Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, Sinopse Estatística da Educação Básica 2019 [online], temos hoje na cidade de São Paulo 1.384 escolas de ensino médio, sendo que 700 escolas são privadas e 684 escolas são públicas (03 Federais, 672 Estaduais e 09 Municipais). Dessas escolas temos 12.616 turmas no Ensino Médio Regular, sendo que 9.271 turmas estão matriculadas no ensino médio público, 73%. Já os dados do IBGE [2020] demonstram que há 382.664 mil alunos matriculados no ensino médio da cidade de São Paulo, o que nos demonstra que 279.344 mil alunos estão matriculados no ensino médio público. Ao vislumbrarmos uma ação onde 10% da rede pública reconheça a plataforma digital como promotora de conhecimento poderemos atingir um público mínimo de 27.000 alunos. Ou seja, ao estimar que 2% deste público alvo da rede pública de ensino adira ao PHex após conhece-lo, teremos quinhentos e quarenta jovens impactados por conhecer a história da cidade de São Paulo sob a ótica do patrimônio histórico e esse jovem, em fase adulta, poderá ser a figura transformadora da cultura nacional. A cidade de São Paulo é apontada pelo Portal CultureTrip, em 2019, como uma das dez cidades mais multiculturais do mundo, colocando-a ao lado de destinos como Londres, Paris e Nova Iorque. Segundo a Secretaria de Turismo da cidade de São Paulo, o município é o principal destino turístico em volume de visitantes, com uma demanda estimada em 15,7 milhões de turistas em 2018 (Fipe), gerando uma receita estimada em quase R$ 13 bilhões de reais. Ao estimarmos que 2% dos turistas usem a plataforma PHex para conhecer a cidade de São Paulo, tendo como vetor o patrimônio histórico e os usos nele ofertados, geraremos uma receita econômica maior a investida para construir a plataforma. Por fim, o uso da plataforma PHex como difusor do conhecimento gerará impacto educacional e social imediato e a transformação social longínqua, já o uso da ferramenta como guia turístico promoverá os espaços urbanos e gerará valor econômico à cidade. Como contrapartida social do projeto, vamos realizar duas palestras virtuais, uma com professores da rede pública de ensino e uma com alunos do ensino médio da rede pública de ensino, para explicar a importância do patrimônio histórico material na cultura naciona, usando como vetor o PHex e suas múltiplas possibilidades de incorporação do conteúdo educativo no cotidiano pedagógico escolar e visitação da cidade de São Paulo. Estimamos atingir com as palestras digitais um público de 500 participantes por palestra, totalizando 1.000 participantes.
Patrimônio Histórico é um segmento pouco explorado pelo setor econômico nacional e sofre infinitas barreiras para sua preservação. O cenário é bastante distinto em países como Itália, Israel, Inglaterra, dentre outros, onde há um mercado econômico ligado ao setor criativo em ebulição, desde as áreas de tecnologia para realização de obras de conservação e restauro às políticas públicas culturais e turísticas incorporadas ao PIB nacional. Este projeto se enquadra no artigo 1º da Lei 8.313 de 1991, com a alteração pelo Decreto nº 10.755 de 26 de julho de 2021, nos seguintes itens: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; IX - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países; X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XII - apoiar as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não; XIII - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais, além daquelas já tombadas como patrimônio cultural imaterial; Este projeto atenderá ao seguinte objetivo do artigo 3° da Lei 8.313: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Criada a ferramenta, ofertaremos gratuitamente, de maneira inovadora e didática, o PHex _ Patrimônio Histórico experience, da cidade de São Paulo, que contribuirá, gradativamente, para a preservação do patrimônio histórico, através da informação e estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Esta plataforma também poderá ser incorporada a políticas públicas para fomento à preservação do patrimônio histórico, divulgação de atividades culturais no patrimônio e fiscalização de sua conservação por avaliações feitas pelos próprios usuários. Também poderá ser incorporado a instituições de ensino de forma lúdica e didática. Poderá garantir seguridade a proprietários de patrimônio histórico pelo acesso a informação, no intuito de esclarecer sua responsabilidade em manter íntegro um espaço, que é de referência à uma sociedade. Para o desenvolvimento deste projeto, é fundamental a Lei de Incentivo à Cultura. Diferentemente de outras áreas da cultura, o patrimônio histórico é pouco reconhecido pela população e por patrocinadores. A Lei é que possibilita a realização de um projeto deste porte, para a informação e o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais.
Esclarecimento Referências Públicas de Orçamento No ano de 2012, através de uma parceria entre a Fundação Getúlio Vargas e o Ministério da Cultural, lançou-se a planilha orçamentária com itens de mão de obra e serviços ligados a cadeia produtiva cultural. O documento nunca foi atualizado, deixando o segmento sem referências públicas nacionais para compor custos de projetos culturais. Na busca por dados públicos que fizessem cumprir este papel sem a necessidade constante de cotações externas da equipe de mão-de-obra chegamos aos dados oficiais publicados pelo CAGED - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho, através do link http://pdet.mte.gov.br/microdados-rais-e-caged. Trata-se de um banco de dados administrativo organizado por competência de declaração e contêm movimentações (Admissões e Desligamentos) da RAIS e CAGED. A RAIS contempla informações dos empregados do setor público (estatutários) e dos trabalhadores regidos pela CLT além dos avulsos, que prestam serviços por meio de sindicatos. O CAGED se restringe ao universo de trabalhadores celetistas, cujas informações são prestadas pelos estabelecimentos que apresentaram movimentação no mês. Para leitura do banco de dados é necessário programação específica, já que são extensões SPSS ou SAS ou R. Um dos programadores de leitura desta plataforma é o https://www.salario.com.br/ ,o que nos dá referências de custos dais quais foram adotadas para composição orçamentária desta proposta cultural. Nossa fonte de pesquisa é pública, sem restrição e está balizada em dados publicados pelo Ministério do Trabalho. Para pesquisas por CBO, acessa-se https://www.salario.com.br/tabela-salarial/ e digita-se o Código Brasileiro de Ocupações (CBO).
VERSÃO BETA O resultado final almejado, para cada patrimônio histórico tombado na cidade de São Paulo é acessado pela versão beta do PHex, a qual pôde ser desenvolvida pela participação e premiação da Brasil Restauro no prêmio "BENEDITO LIMA DE TOLEDO" de patrimônio material, realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do governo do Estado de São Paulo em parceria com o Governo Federal em 2020. O patrimônio elencado para desenvolver a versão beta e representar o PHex foi o Teatro Municipal de São Paulo. O aplicativo pode ser baixada pelas lojas digitais do Google ou Apple ou pelo link: https://drive.google.com/file/d/1vDEsyNuJ0UHL8kSWrqEyWaDhWpNhWGTh/view?usp=sharing O PHex – Patrimônio Histórico Experience terá mapeado em seu banco de dados todo inventário de bens imóveis reconhecidos como patrimônio cultural da cidade de São Paulo. Esse mapeamento será possível ser feito pelos dados públicos da plataforma técnica do GeoSampa equalizados ao Google Maps, que também é uma plataforma aberta e gratuita. Com o banco de dados de cerca de três mil bens catalogados na plataforma PHex, haverá a produção individual de conteúdo lúdico sobre cada patrimônio histórico. Os textos serão produzidos sob a premissa de contar a história daquele patrimônio histórico usando uma linguagem atrativa e compreensível a qualquer faixa etária e etnia, para isso haverá uma equipe multidisciplinar para produzir esses conteúdos históricos, turísticos, educativos e funcionais, que serão ofertados gratuitamente nos formatos de textos trilíngues (português, inglês e espanhol), áudio trilíngue (português, inglês e espanhol) e/ou linguagem de sinais (Libras e American Sign Language, ASL). O usuário da plataforma PHex ativará o GPS do seu aparelho eletrônico, que poderá ser celular ou tablete, sistema Android ou Ios. Localizada a posição geográfica do usuário (latitude, longitude e altitude) pelo aparelho eletrônico, será realizado cálculo imediato pela ferramenta para identificar o patrimônio histórico próximo a sua posição de origem, dentro de um perímetro com raio determinado pelo usuário. O PHex também disponibilizará no filtro distâncias máximas que o explorador deseja fazer e a forma como as fará, se de carro, transporte coletivo, bicicleta ou a pé. O cálculo será realizado por um sistema de banco de dados relacionais New SQL. Após esse mapeamento o usuário filtrará palavras de interesse, como: teatro, museu, parque, música, etc. Feita a seleção a plataforma traçará rotas turísticas, usando como vetor exclusivo de visitação, edifícios tombados, ou seja, o patrimônio histórico cultural material da cidade de São Paulo. Além das rotas turísticas por filtros de palavras pré-determinadas pela plataforma o usuário poderá digitar temas de seu interesse, optar por rotas de origem x destino ou seguir a lista de bens divulgados de forma aleatória no menu inicial da plataforma. Ofertada a listagem de patrimônios históricos, o usuário poderá ouvir o conteúdo específico de cada patrimônio histórico e esse áudio poderá ser acessado in situ, sem a necessidade de armazenamento no dispositivo eletrônico. Para plena função de todo sistema guiado faz-se necessário uso de dados móveis ou redes wi-fi. Parte dos spots de áudio serão armazenados em memória (buffer) para não haver interrupções narrativas e/ou interativas, caso haja interferência na rede de dados móveis ou wi-fi. O aplicativo será baseado na plataforma Cordova, que é capaz de converter códigos da linguagem JavaScript em códigos nativos de cada plataforma móvel (Google Android, Microsoft Windows Phone e Apple iOS). Será usado como ambiente de desenvolvimento o WebStorm, Android SDK e iOS SDK / xCode. Também serão usados componentes de terceiros como o Google Maps. O servidor será alocado na EC2, da Amazon, e contará com tecnologias para Streaming de áudio, cálculos georreferenciais e banco de dados MySQL. O painel administrativo será desenvolvido em HTML com PHP e JavaScript.
Plataforma PHex A plataforma PHex teve a versão Beta desenvolvida, e será complementada pelo projeto, atendendo todas as pessoas com deficiência, sejam elas física, visual e auditiva. A fim de garantir a ampliação e democratização do acesso ao produto resultante, balizadas pela instrução normativa nº 02 de 23/04/2019 e Plano de Distribuição desta proposta cultura, o PHex terá todo conteúdo disponibilizado por textos, áudios e linguagem dos sinais (Libras). Aplicativo PHex Acessibilidade física: Não se aplica, pois trata-se de um aplicativo de celular. Acessibilidade para deficientes visuais: item 14 da planilha orçamentária - Trata-se dos narradores, que utilizarão os textos sobre o patrimônio material da cidade de São Paulo, desenvolvido pelos pesquisadores e revisto pelos editores. Acessibilidade para deficientes auditivos: Não há rubrica orçamentária específica, pois utilizaremos o VLibras, que é uma ferramenta gratuita (de código aberto e distribuição livre) que faz a tradução automática da Língua Portuguesa para a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Pode ser instalado em qualquer site ou no computador, e também em tablets e smartphones. Contrapartida Social - Palestras Virtuais Acessibilidade física: Não se aplica, pois as palestras serão gravadas e depois transmitidas pelas redes sociais. Acessibilidade para deficientes visuais: Item 1 da planilha orçamentária - Intérprete de Libras Item 3 da planilha orçamentária - Registro Videográfico Na contrapartida social, onde teremos 2 palestras digitais, as mesmas serão gravadas e incluiremos a janela de libras e legendas no material, para posterior disponibilização pela internet gratuitamente. Acessibilidade para deficientes auditivos: Item 3 da planilha orçamentária - Registro Videográfico Trata-se do registro videográfico, edição e legendagem do material da palestra, para posterior disponibilização pela internet
A fim de garantir a ampliação e democratização do acesso, a plataforma PHex terá acesso gratuito a todo conteúdo e seguirá um plano estratégico de divulgação, a ser elaborado por equipe de Comunicação capaz, para que o público infanto-juvenil de escolas públicas da cidade de São Paulo e o setor turístico saibam da ferramenta. Assim, buscaremos atender as premissas da instrução normativa nº 02 de 23/04/2019, Artigo 21, inciso I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. No nosso caso todo o conteúdo será disponibilizado gratuitamente. Nossa ação de ampliação e democratização do acesso dar-se-a pela distribuição gratuita de todo conteúdo produzido, inclusive pelo endereço www.phex.app.br, de forma totalmente gratuita, para que todos possam acessar o conteúdo através de celulares, tabletes, desktops e notebooks, através do PHex, assim trabalharemos para garantir a aplicabilidade da instrução normativa nº 02 de 23/04/2019, Artigo 21, inciso IX - outras medidas sugeridas pelo proponente.
A proponente será remunerada pela rubrica Coordenação geral, e ficará responsável por toda a gestão do projeto e dos processos decisórios. A proponente, Brasil Restauro, Arquitetura e Cultura (IBR), é dirigida pela arquiteta, restauradora e gestora cultural, Fabiula Domingues. Fabiula Domingues, CAU A61232-4, possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade São Marcos (2008), Especialização em Restauro de Arquitetura pelo CTTA (2012) e MBA em Gestão Cultural pela Fundação Getúlio Vargas (2015). Extensão Universitária | Arquitetura e Urbanismo: A Construção do Centro de São Paulo (1877-1954), USP (2012). Formação Continuada | Planejamento de Obras, Ycon (2012). Participante | Encontro Internacional Arquimemória 4, IAB-BA (2013). Cursos Livres | Difusão Cultural em Museologia: Museus de Ciência e Museus de Arte, Casa Ranzini (2014); Gerenciamento de Obras, Ycon (2015); Orçamentos para Obras e Serviços de Restauração do Patrimônio Cultural Construído Defender-RS (2015). Palestrante | II Seminário Internacional Patrimônio Sacro, Unesp (2015). Possui grande experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Restauração do Patrimônio Histórico, atuando principalmente em projetos de restauração e gestões cultural e obra de restauro. Integrou a equipe técnica de projetos de restauro, como responsável técnica, da: Estação Ferroviária de Campo Grande | SP, Pátio Ferroviário de Paranapiacaba | SP, Igreja Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência | SP, Estação Ferroviária de Luiz Carlos | SP, Monumento Heróis da Travessia do Atlântico | SP, EMEF Coronel Tobias Aguiar | SP, Museu Major Novaes | SP, Reconstrução e Restauro Igreja São Luis de Tolosa | SP, Pavilhão Alfredo Galvão – Parque Vicentina Aranha | SP dentre outros projetos. Também coordenou e gerenciou projetos culturais e obras de restauro como no Mosteiro de São Bento | RJ, Central Técnica de Produções do Teatro Municipal | RJ, Academia Paulista de Letras | SP, Ponte Pênsil Alves de Lima | PR, Igreja Nossa Senhora da Conceição de Santa Ifigênia | SP, Capela São José do Belém – Vila Maria Zélia | SP. Para atingir os objetivos do projeto, apresentamos nossa equipe multidisciplinar: Eduardo Werpp Maciel, engenheiro de Software, formado pela Universidade Luterana do Brasil (2011). Há mais de dez anos atua como analista de sistemas, engenheiro de Software e líder técnico relacionando-se com empresas e projetos no Brasil, América Latina e USA. Roberta Alvares, advogada, formada pela Universidade Mackenzie (1999), Pós Graduada em Direito da Propriedade Imaterial, Direito da Personalidade e da Comunicação Social (2009) e especialização em Direito do Entretenimento (2013). Atuou como advogada cível empresarial, coordenadora de Propriedade Intelectual da TV Cultura (2011 e 2014), assessora de Diretoria e Superintendência da São Paulo Companhia de Dança (2012 e 2013), diretora jurídica da Santa Usina (2015 e 2016), e Roberta Álvares - Assessoria Jurídica em Cultura, Entretenimento e Mídia (desde 2016). Principais projetos: ANIMATV; FUNCINE ANIMACULTURA; ballet “Romeo e Julietta”, curta O Duplo; longa Sinfonia da Necrópole e O Amigo do Rei; série 3%; outros. Rodrigo Asse, designer gráfico, formado em Publicidade e Criação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie em 2001, especialização em Fotografia pelo SENAC em 2001 e Mestre em Design Gráfico formado pela University of The Arts London em 2007. Trabalho com design gráfico e criação em multimídias visuais há mais de 22 anos, atuei em projetos em diversos mercados e clientes no Brasil e exterior. Silvio Amadeu, pesquisador, graduado em História pela Universidade São Paulo (USP), obteve licenciatura pela mesma Universidade em 1989, pós-graduado em História Social das ideias no Brasil pela mesma Universidade, participante ativo de simpósios como o XVIII Simpósio Nacional da Associação Nacional de História – ANPUH, com seu projeto científico e é professor na rede privada de ensino na cidade de São Paulo tendo conduzido trabalhos voltados a arqueologia urbana.
PROJETO ARQUIVADO.