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PRONAC 212017Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Somos Todos Brasileirinhos - 3ª Edição

LIZ PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 367,3 mil
Aprovado
R$ 367,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-05-01
Término
2024-12-29
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Terceira edição do projeto Somos Todos Brasileirinhos destinado ao público infanto-juvenil, que traz um livro e atividades complementares sobre a diversidade de características culturais e físicas do povo brasileiro, como uma riqueza que temos a preservar e nos orgulhar. Pretende-se, de maneira sempre lúdica, conseguir que as crianças entendam questões que, embora presentes no nosso cotidiano, muitas vezes são encaradas de maneiras enviesadas e preconceituosas. O projeto prevê a produção de kit's composto por um livro e atividades complementares relacionadas ao tema.

Sinopse

O livro Uma escola nova, num bairro novo, onde chegaram famílias de migrantes de várias partes do país, com sotaques, vocabulário e costumes diferentes. Recém-inaugurada, a escola recebe crianças dessas famílias, ainda não adaptadas totalmente ao contexto cultural dessa comunidade em gestação. Uma professora tem em sua classe crianças das mais diversas origens, com culturas próprias, condição socioeconômica al e habitacional bastante variada, e características físicas identificadas com vários tipos brasileiros. Nesse contexto, o livro conta uma historinha de 12 crianças (6 meninas e 6 meninos) que vão passar alguns dias num hotel fazenda. São crianças de diversas origens, seja quanto a aspectos étnicos quanto a físicos, sociais e culturais. A professora, amiga do dono do hotel, consegue uma estada quase de graça ali, numa época de baixa estação. Para as crianças é algo inédito. Nenhuma tinha passado por experiência semelhante. Lá, hospedam-se três em cada quarto, e todas têm que assumir responsabilidades que às vezes não são exigidas em suas próprias casas, como arrumar a cama, ajudar na cozinha, lavar talheres etc. E conviver mais proximamente durante alguns dias com crianças de outras culturas e outras condições. Há curiosidade entre elas, mas também algumas rusgas por causa da cultura disseminada entre boa parte da população, de considerar que o “meu jeito de ser, os meus hábitos, meus costumes” são o “certo”. O que é diferente, muitas vezes, é visto como “errado”. Uma moça, amiga da professora, aparece no hotel para participar de atividades com as crianças. É uma mulher muito especial, com ar de mistério, fascinante, que atrai as crianças. Ela tem uma “magia” especial. Consegue que as crianças se identifiquem com pessoas com características muito diferentes das suas, pelas quais têm preconceitos e seriam potenciais vítimas de bullying. Depois de conversas em grupo ou só com ela, as crianças têm sonhos que parecem reais, nos quais se colocam na situação de pessoas alvo de seus preconceitos ou que vivem em situações que elas julgam que nunca passarão. Assim, sentindo “na pele” situações com as quais essas pessoas se deparam, elas poderão entendê-las, compreendê-las. E raciocinem sobre seus preconceitos, dispostas a superá-los. E passam a entender que as palavras usadas por uma criança de outra região, suas memórias afetivas (incluindo comidas, por exemplo) são “interessantes”. Conhecer tudo isso, respeitar e procurar saber mais, desenvolver relacionamentos amistosos com essas diferenças, são coisas boas, divertidas, e até abrir novos horizontes culturais. Diferenças como vocabulário (exemplo: “Bah”, dos gaúchos; “uai”, dos mineiros, “painho” e “mãinha” dos nordestinos...), de hábitos alimentares (não só comidas. Ex.:: chimarrão no Rio Grande do Sul; molho de tucupi no Pará; barreado no Paraná; carne de sol e buchada de bode em vários lugares do no Nordeste, além caruru na Bahia; canjiquinha com suã em algumas regiões de Minas Gerais; caldo de piranha na região do Pantanal...), tornam-se assuntos não de reforço de diferenças, mas de curiosidade cultural, busca de novos conhecimento, novos sabores etc. O jogo de tabuleiro Composto por um tabuleiro, um dado e quatro pinos, ele pode reunir de duas a quatro crianças de cada vez. Cada participante terá um pino de cor diferente dos demais. Jogando dados, vai-se avançando com meta a chegar ao final, que será representado por um grupo muito alegre, vivendo em harmonia, se divertindo. Mas para chegar lá, conforme a “casa” em que o pino é colocado, há situações relacionadas aos temas aqui tratados, de aceitação e valorização de diferenças culturais, manifestações preconceituosas ou contrárias a elas... No caso de situações “negativas” da casa em que o pino atinge, há “castigos” para o jogador, como volta algumas casas ou fica uma rodada sem jogar. Quando para em situações “positivas”, ao contrário, o jogador é premiado com avanço de algumas casas. Para reforçar comportamentos “positivos”, haverá mais casas referentes a eles do que os referentes a comportamentos “negativos”. A função desse jogo é reforçar, sempre de forma lúdica, conceitos relacionados à valorização da diversidade que caracteriza a cultura brasileira, o entendimento das diferenças entre as pessoas e contra preconceitos.

Objetivos

Objetivo Geral: O principal objetivo do projeto é estimular nas crianças e adolescentes, o entendimento de que fazem parte de um coletivo heterogêneo em que as características físicas e culturais do outro, quando diferentes, não devem ser motivos para preconceitos e relacionamento hostil. Através da criação do kit literário que abordará as principais diferenças entre grupos ― culturais, de cor, gênero, idade, etnia, religião, classe social e outras ― e passando a mensagem de que essas diferenças não devem ser obstáculos para a boa convivência entre todos, o projeto também permitirá identificar aspectos da cultura brasileira relacionadas à temas como: diferenças culturais entre povos, fortalecendo também uma cultura em que a diversidade seja vista como uma rica qualidade e não um problema. Objetivos específicos - Criação, produção e distribuição de 3.000 exemplares dos kits - Distribuir gratuitamente 90% da tiragem do produto principal - Abordar temas do cotidiano de maneira lúdica e educativa - Realização de 05 ações de incentivo à leitura (contrapartida social do projeto) em bibliotecas públicas, escolas públicas ou centros culturais, atendendo 300 beneficiários (alunos e professores).

Justificativa

"Odeie seu ódio", frase pichada em muitos muros da capital paulista, poderia ser uma justificativa para este projeto. Há alguns anos, por motivos diversos que vão desde o uso anônimo das mídias sociais à radicalização política, aumentam e tornam-se cada vez mais visíveis comportamentos de ódio aos diferentes, de xingamentos, ameaças e agressões a pessoas, que mesmo sem se conhecerem muitas vezes se tratam como inimigas. Numa crescente onda de aversão às diferenças, por mais simples que sejam, julgamos ser importante estimular entre as crianças e adolescentes não só uma aceitação das diferenças entre as pessoas, mas também a valorização de diferenças como fontes de enriquecimento cultural. Sotaques, vocabulário, brincadeiras, jeitos de ser, hábitos alimentares, vestes, gostos musicais, preferências esportivas, religião e outras características culturais de grupos que se diferenciam dentro do próprio país, ou mesmo de pessoas dentro de um mesmo grupo, devem ser vistos como um estímulo à procura de conhecimentos, à amizade e ao entendimento. Mas tem-se tornado cada vez mais frequente, não só no Brasil, mas em vários países, a rejeição a qualquer tipo de diferença. E isso não se restringe aos adultos. O bullying torna-se frequente em escolas públicas e privadas, e as motivações são parecidas com as dos adultos: preconceitos dos mais variados. E também como entre os adultos, as ações agressivas podem ser também expostas via mídias sociais. Crianças já sabem colocar nelas mensagens, fotos e adjetivos desqualificando e ofendendo, por algum desentendimento qualquer ou por mero preconceito. Entre adultos, cor, etnia, religião, opção política, etnia, orientação sexual e até mesmo times de futebol pelos quais torcem, têm sido "motivos" para brigas, ódios, agressões e até mortes. E eles acabam transmitindo aos filhos muitos desses modelos de comportamento, de não reconhecimento de direitos fundamentais das pessoas, e preconceitos dos mais variados. Além de diferenças culturais, há preconceitos, medos, agressões e rejeição de pessoas por motivos físicos e sociais. O cabelo pixaim, a sarda, a cor da pele, o fato de morar em favela ou cortiço, ser gordo ou muito magro, ser baixo ou muito alto, ser migrante, a sexualidade, o fato de usar óculos, e até mesmo com ausência de qualquer justificativa, podem ser motivos para ser vítima de preconceitos e agressões. A ideia é, tratar de forma lúdica, com textos inteligíveis e jogos para crianças, atraentes e ao mesmo tempo capazes de despertar curiosidade e vontade de entender conceitos relacionados aos temas propostos, visando a compreensão dos contextos culturais inseridos no cotidiano, o reforço de uma cultura de paz, respeito às diferenças e mudanças positivas de comportamentos. O projeto atende os principais incisos do Artigo 1° da Lei 8313/91, no que se refere à: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto também tem por finalidade atender os seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.

Estratégia de execução

90% da tiragem será distribuída gratuitamente para escolas, instituições e/ou bibliotecas públicas e 10% será destinado ao patrocinador. Como outra medida de ampliação de acesso, será veiculado na internet um audiolivro do projeto.

Especificação técnica

-CAIXA KIT - Formato aberto 420X610mm, fechado 210X210mm, impressos no cartão duplex 250g, 4X0. Acabamento: plastificação frente, acoplado em micro maculatura, faca especial e corte vinco OBS: Não tem colagem -TABULEIRO - Formato aberto 420X420mm, 210X210mm, impressos no couche 300 grs. 4X4 cores. Acabamento: Verniz UV total frente e verso, faca especial, corte vinco. - LIVRO - Formato aberto 400X200mm, fechado 200X200mm, capa impressa no papel couchê 250g, 4X4 cores, miolo com 60 páginas impressas no papel off set 150g, 4X4 cores. Acabamento: Capa plastificada frente, dobra, alceamento, 2 grampos e refile tri lateral.

Acessibilidade

Produto: Livro Acessbilidade física: Não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: será produzido audiolivro do projeto e veiculado na plataforma YouTube Acessibilidade para deficientes auditivos: O audiolivro produzido terá legenda Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição Produto: Contrapartida Social Acessbilidade física: Os espaços das ações terão acessibilidade para portadores deficiência física Acessibilidade para deficientes visuais: Linguagem oral das apresentações/leitura/debate Acessibilidade para deficientes auditivos: Será contratado tradudor em libras Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras

Democratização do acesso

Serão adotadas as medidas previstas pelos incisos I, IV e VII do art. 21 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 do MinC: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil

Ficha técnica

Proponente Liz - Produção Executiva Possui a responsabilidade de executar as diretrizes do projeto conforme o planejado e cadastrado junto a Secretaria Especial de Cultura, responsável pela total gestão do processo decisório do projeto, irá acompanhar e orientar o trabalho da equipe, bem como será o responsável pelo contato com a Empresa Patrocinadora para o alinhamento do projeto, diretrizes e definições de execução. Mouzar Benedito da Silva - autor Formado em Jornalismo (1977), pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero. Sócio-fundador da Sosaci – Sociedade dos Observadores de Saci (entidade criada para estudo e divulgação da cultura popular brasileira) tem vasta de experiência como cronista, escritor e pesquisador da cultura brasileira. Algumas Publicações: Cartilhas como “A vida de todos nós depende dessa água”, sobre mananciais de São Paulo; “Usucapião urbano” e “Viver melhor em favela”, para a prefeitura de São Paulo (gestão Luíza Erundina); e “Vamos defender nossa água”, para escolas de primeiro grau municipais localizadas nas áreas de mananciais (prefeitura de São Paulo e Consulado do Canadá); "Saci e os Amigos da Natureza"; ''Coleção Turminha Brava"; " Para entender o Brasil - O país do Futebol", Livro bilingue para turistas no contexto da Copa do Mundo de Futebol realizada no Brasil; "O reino da água"; entre outros. __________ Fábio Sgroi - ilustrador portfólio: www.fabiosgroi.blogspot.com Formação acadêmica Universidade São Judas Tadeu Pós-graduação Latu Sensu – Criação Visual e Multimídia Universidade São Judas Tadeu Curso de graduação em Desenho Industrial Formação em Programação Visual Conclusão: Dezembro de 2005 Resumo das qualificações • Ilustrador, Escritor, Designer Gráfico e Professor livre-docente. • Atuante no mercado editorial desde 1991 como ilustrador. Ilustrou mais de 100 obras literárias, didádicas e pára-didáticas direcionadas ao público infantil e juvenil. • Escreveu até o momento 5 livros para o público infantil e juvenil, sendo que um deles, Ser criança é – Estatuto da criança e do adolescente para crianças, foi selecionado pelo PNLD 1013. • Cria projetos visuais para livros, revistas e sites. • Ministra cursos, por meio de instituições como SESI, FNDE, SENAC, FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil), CBL (Câmara Brasileira do Livro), UNIL (Universidade do Livro / Unesp), palestras e oficinas voltadas para alunos e professores do ensino fundamental e médio e também para profissionais da área editorial. • Conselheiro da SIB - Sociedade dos Ilustradores do Brasil

Providência

PROJETO ARQUIVADO.