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PRONAC 212041Apresentou prestação de contasMecenato

11ª Edição do Festival Internacional Sesc de Música

SESC - ADMINISTRACAO REGIONAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Solicitado
R$ 673,7 mil
Aprovado
R$ 673,7 mil
Captado
R$ 580,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
11234954000185CMPC CELULOSE RIOGRANDENSE LTDA1900-01-01R$ 350,0 mil
92816560000137BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL1900-01-01R$ 200,0 mil
92665611000177DIMED S.A Distribuidora de Medicamentos1900-01-01R$ 30,0 mil

Eficiência de captação

86.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
IV.Festivais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2022-12-06
Término

Resumo

Realizar a 11ª edição do Festival Internacional Sesc de Música em Pelotas/RS. Atuando em dois eixos principais: Pedagógico e Sociocultural. Por meio do pedagógico, promover oficinas de instrumentos para Orquestra, atendendo estudantes de música do Brasil e do Mercosul. No sociocultural, realizar diversos concertos/recitais de música com a participação de professores, alunos e grupos e orquestras convidadas, para a comunidade de Pelotas.

Sinopse

O 11º Festival Internacional Sesc de Música tem como contrapartida social a realização de concertos pedagógicos destinadas em especial a escolas públicas atendendo 1000 estudantes , onde serão ministradas informações de como são formadas as orquestras e seus respectivos naipes. Outros 2000 de público geral de forma inclusiva( idosos e organizações sociais) também serão contemplados. A programação artística do Festival apresentará concertos e recitais, em espaços da cidade, visando democratizar o acesso, possibilitando a interação da música de concerto com públicos e espaços sociais que originalmente não fruem esse tipo de atividade. Serão contemplados, centros comunitários e religiosos, associações de bairros, hospitais, shoppins, parques, entre outros. Nesta edição, podemos reafirmar também a qualidade pedagógica do Festival. Os professores que o Festival traz a Pelotas, de várias partes do mundo, são conceituados e de nível elevado. Também os alunos que participam apresentam uma evolução constante e perceptível a cada ano. Isso se verifica nos recitais e concertos, onde professores e alunos tornam-se os grandes protagonistas. O Festival Internacional Sesc de Música, lota espaços públicos, estabelece o encontro do erudito com o popular e com isto desmistifica uma hierarquização social produzida ao longo da história da música. Além disso, contribui com projetos sociais tanto de Pelotas quanto de outras cidades do País, que participam das aulas de instrumentos, de apresentações e evoluem a cada ano, avistando na música uma oportunidade de inclusão social e de crescimento pessoal. O evento tem a previsão de atingimento de público de 30000 pessoas nos espetáculos disponibilizados, sendo todos sem cobrança de ingressos com acesso gratuito ao público.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Promovido há dez anos pelo Sistema Fecomércio-RS/Sesc, e tendo como diretor artístico o maestro Evandro Matté, o Festival visa incentivar o desenvolvimento da produção musical e fomentar o intercâmbio e o desfrute de bens culturais. Oferecer oportunidades para músicos e público, através de ampla programação artística, contemplando profissionais de diversas partes do mundo, bem como, possibilitando ações descentralizadas na cidade de Pelotas, utilizando diversos espaços abertos da cidade e contribuindo para o crescimento cultural e desenvolvimento da região. O Festival esta estruturado para realização em formato presencial, caso não sejá viável devido a condições sanitárias, será adaptado de forma híbrida ou completamente online. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Eixo Sóciocultural - Realizar 59 concertos/recitais de música dentro da programação cultural do Festival. O evento tem a previsão de atingimento de público de 15.000 pessoas nos espetáculos disponibilizados, sendo todos sem cobrança de ingressos com acesso gratuito ao público; Eixo Pedagógico - Realizar 21 oficinas musicais (instrumentos de cordas, madeiras, metais, choro, canto coral e Composição) - Atender 200 alunos de música do Brasil e do Mercosul, distribuídos nas oficinas disponibilizadas no Festival; Contrapartidas Sociais - Realizar 02 Oficinas de prática de instrumentos para estudantes de projetos socias de orquestras jovens: Orquestra Areal de Pelotas, Orqusetra Municipal de Pelotas e orquestras jovens do Sesc de 9 estados brasileiros (Contrapartida Social), contemplando um total 90 de estudantes; - Realizar 05 ensaios de Orquestras com acesso do público (Contrapartida Social); - Realizar 09 concertos pedagógicos, com professores do Festival (Contrapartida Social); Os respectivos objetivos contribuirão para promover intercâmbio entre professores e estudantes de música nacionais e internacionais, por meio das oficinas realizadas no Festival. Promover a Inclusão social e formação de plateia para a linguagem, além de democratizar o acesso do público ao universo da música de concerto e música instrumental. Ainda de forma indireta o evento busca contribuir para o desenvolvimento cultural e turístico da cidade de Pelotas.

Justificativa

Estamos nos preparativos próxima edição do Festival Internacional Sesc de Música. O Festival surgiu com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e promover a aproximação do público com a música de concerto. Dez anos depois, podemos afirmar que ele não só cumpriu este propósito, mas também estabeleceu uma relação simbiótica com a cidade de Pelotas, transformando o cenário do município no mês de janeiro e deixando marcas que se perpetuam durante todo o ano. O Festival Internacional Sesc de Música, promovido pelo Sistema Fecomércio-RS através do Sesc e seus parceiros, lota espaços públicos, estabelece o encontro do erudito com o popular e com isto desmistifica uma hierarquização social produzida ao longo da história da música. Além disso, contribui com projetos sociais tanto de Pelotas quanto de outras cidades do País, que participam das aulas de instrumentos, de apresentações e evoluem a cada ano, avistando na música uma oportunidade de inclusão social e de crescimento pessoal. Na última edição, podemos destacar também a qualidade pedagógica do Festival. Os professores que o Festival traz a Pelotas, de várias partes do mundo, são conceituados e de nível elevado. Também os alunos que participam apresentam uma evolução constante e perceptível a cada ano. Isso se verifica nos recitais e concertos, onde professores e alunos tornam-se os grandes protagonistas. O Festival Internacional Sesc de Música criou raízes em Pelotas e se uniu às tradições da cidade. Que venha 2023 e que esta décima primeira edição siga unindo, alegrando e emocionando as pessoas através da música! Dessa forma, o projeto contempla o artigo 1º da Lei Rouanet em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Contempla também o artigo 3º da referida lei em seus incisos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante concessão de prêmios a espetáculos musicais e de artes cênicas em festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de espetáculos de artes cênicas; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Em síntese, a 11ª edição do Festival Internacional Sesc de Música manterá vivo o objetivo de aproximar a música instrumental da população gaúcha ao oferecer concertos/recitais de reconhecida qualidade com entrada franca, valorizando obras que toquem o público de forma sensível e bela e impactem cada indivíduo de maneira única. E faz-se cada vez mais necessário, ao expor histórias e sensações sobre as quais o público reflete e com as quais se identifica. Para viabilizarmos esta edição, a utilização dos incentivos fiscais à cultura são essenciais na busca de patrocínios privados.

Estratégia de execução

As participações dos alunos no Festival esta condicionada ao cumprimento do Regulamento a seguir: REGULAMENTO FESTIVAL INTERNACIONAL SESC DE MÚSICA Aluno bolsista integral e especial que receberá hospedagem deverá seguir as seguintes regras: a) Apresentar o cartão de acesso sempre que solicitado pelo hotel; b) Respeitar o horário de silêncio nas dependências do hotel, sob pena de expulsão do Festival; c) Manter padrões comuns e razoáveis de higiene e organização pessoal; d) Respeitar os pertences de seus colegas e evitar qualquer contato com os mesmos. Hóspedes que desrespeitarem a propriedade de seus colegas poderão ser expulsos do Festival;e) É proibido levar animais de estimação; f) Participantes visivelmente embriagados ou sob a influência de entorpecentes serão expulsos do Festival; g) Hóspedes que desrespeitarem estas regras, assim como outras regras de bom senso referentes ao bom comportamento e cooperação entre todos os hóspedes, poderão ser expulsos do Hotel e do Festival;h) O participante deverá carregar consigo seus objetos, documentos e pertences de valor, não se responsabilizando o Festival por quaisquer danos e/ou furtos que venham acontecer durante a realização do mesmo;i) É obrigação dos participantes do Festival o comportamento adequado no meio, tratando outros alunos, funcionários e terceiros com respeito e urbanidade. j) O descumprimento dessas obrigações implica na imediata exclusão do aluno do Festival, cabendo a Comissão Organizadora o direito de determinar a saída do aluno. Ademais, na hipótese do descumprimento de tais obrigações gerarem danos materiais ou imateriais ao Festival, estará o(a) aluno(a), obrigado a indenizar, nos termos do artigo 186 do Código Civil Brasileiro, as partes prejudicadas. Além disso, o Festival reserva-se no direito de não mais aceitar inscrições de tais infratores nas suas próximas edições. h) Participantes que tiverem sua matrícula cancelada devido ao não-cumprimento das regras estabelecidas aqui não terão direito a receber seu Certificado de Participação, serão imediatamente excluídos do hotel e do Festival.I) Participantes encontrados com ou sob influência de substâncias ilícitas proibidas por lei serão imediatamente expulsos do festival e entregues às autoridades. Participantes estrangeiros poderão ser expulsos do Brasil. Material e vestimenta Cada aluno deverá trazer e arcar com todas as despesas de custeio e manutenção dos seus instrumentos musicais, não podendo cobrar tais despesas das empresas/órgãos organizadores do Festival. É obrigatório os alunos trazerem sua estante musical. Todos os alunos masculinos deverão portar calça e sapato preto e camisa social de manga longa preta para os espetáculos, recitais e concertos. As mulheres deverão vestir preto. Permanência no evento e atividades relacionadasOs participantes deverão permanecer na cidade de Pelotas do dia 18 de janeiro até o final das atividades do Festival no dia 28 de janeiro de 2022.Os participantes que se ausentarem das atividades do festival sem prévia autorização da administração ou se recusarem a participar de alguma atividade solicitada pela comissão artística terão suas matrículas canceladas, e não terão direito a receber o Certificado de Participação ou reembolso da taxa de inscrição. Conforme o caso poderá ser excluído do Festival.Os participantes deverão estar presentes em todas as atividades pedagógicas e artísticas para as quais o Festival determinar sua presença. Alunos com conflitos de horários ou impossibilitados de participar de alguma classe, concertos, ou outra atividade deverão notificar o Festival o mais rápido possível explicando a natureza do conflito, oferecendo também sua sugestão de como o conflito poderá ser contornado. A Comissão Organizadora irá analisar o pedido e tomará uma decisão se o conflito merece qualquer ajuste ou exceção, ou se a falta do participante será motivo para falta ou cancelamento da matrícula.É obrigatório a participação dos alunos em ensaios, concertos e eventos pertinentes ao Festival quando solicitados pela Comissão Artística.O participante matriculado que não comparecer ao Festival, abandoná-lo durante sua realização, ou mesmo for excluído por motivos disciplinares, ficará impedido de participação nas 02 (duas) próximas edições. Certificado - Só receberão certificados os alunos que participarem de 75% das classes, que deverá ser comprovado pelo aluno através de presença – diária – no sistema de chamada.Atividades pedagógicas e artísticas - O participante deverá comparecer a todos os ensaios e concertos, de orquestra ou de música de câmara, assim como classes de instrumento e master classes agendados pelo Festival, podendo esses acontecer em diversos espaços escolhidos pela organização;Estudar suas partes, previamente e vir preparado para todos os ensaios, concertos e classes que contam com sua presença e participação;Conviver com seus colegas e professores em uma atmosfera de harmonia e apoio mútuo; Participantes que desrespeitarem estas regras, assim como outras regras de bom senso referentes ao bom comportamento e cooperação entre todos os membros da família do Festival, poderão ser excluídos, a critério da comissão organizadora. Acesso aos espaçosNo credenciamento será fornecido para o aluno o seu CARTÃO DE ACESSO, este deverá ser apresentado para acesso aos locais de hospedagem, salas de aulas e demais locais que seja necessário. A não apresentação, acarretará no impedimento de acesso do aluno no referido espaço.Nenhum participante poderá convidar pessoas que não estejam ligadas ao Festival para participarem em aulas, classes de música de câmara, sem a expressa autorização da organização do Festival. Uso de fotografias e gravações de imagemA participação no Festival Internacional Sesc de Música implica na cessão gratuita à organização do Festival, de todos os seus direitos de voz, som e imagem, que poderão ser captados pelo Festival ou por terceiros em nome dele, para inclusão dos mesmos em qualquer tipo de suporte material hoje ou no futuro existentes, podendo o Festival livremente deles dispor, bem como de seus extratos, trechos ou partes, dando-lhe qualquer utilização (não remunerada), exemplificativamente, adaptá-la para fins de produção de obras audiovisuais, para exibição através de projeção em tela em casas de frequência coletiva ou em locais públicos, com ou sem ingresso pago, transmiti-la via rádio e/ou televisão de qualquer espécie (televisão aberta ou televisão por assinatura, através de todas as formas de transporte de sinal existentes, exemplificativamente UHF, VHF, cabo, MMDS e satélite), adaptá-la para qualquer formato, veicular propaganda, bem como fixá-la em qualquer tipo de suporte material, tais como películas cinematográficas de qualquer bitola, CD, CD ROM CD-I (compact disc interativo), home vídeo, DAT (digital áudio tape), DVD (digital vídeo disc) e suportes de computação gráfica em geral, armazená-la em banco de dados, disseminá-la através da Internet, via celular, inclusive para downloads, wap, sms, ceder os direitos autorais sobre a obra produzida a terceiros, para qualquer espécie de utilização (não remunerada), utilizar trechos ou extratos das mesmas.O participante, através da sua matricula, autoriza a utilização de seu nome em apresentações artísticas, imagens e voz, bem como cede a título gratuito os direitos patrimoniais de autor sobre as obras enviadas, permitindo a utilização destas, sem qualquer limitação de tempo, exemplificativamente, mas não se limitando em fotos, cartazes, filmes, spots, em qualquer meio de comunicação utilizado pela organização do Festival para suas campanhas de marketing, incluindo, mas não se limitando a mídia televisiva, jornais, revistas, outdoors e/ou meio de transmissão digital, com ou sem provedor, inclusive, ceder esses direitos a terceiros.Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela Comissão Organizadora do Festival

Especificação técnica

A remuneração do proponente se dará nos custos administrativos. ATIVIDADES EIXO SOCIOCULTURAL A programação cultural será composta de concertos e recitais, são convidadas orquestras e grupos de câmara, além de recitais com professores e alunos participantes do Festival. Ainda ocorre no final do evento um concerto com a Orquestra Acadêmica do Festival, composta por alunos, apresenta o resultado prática em grupo e seu intercâmbio e aprefeiçoamento musical. ATIVIDADES EIXO PEDAGÓGICO Oficina Disponibilizadas - Música de Concerto Violino | Viola | Violoncelo | ContrabaixoFlauta | Oboé | Clarinete | FagoteTrompa | Trompete | Trombone Tenor | Trombone Baixo | Tuba |Harpa | Percussão | Violão Clássico | Canto Lírico | Prática Instrumentos - Projeto Social Piano | Composição | Choro (Violão, Sopros, acordeon, bandolim, percussão e cavaquinho)

Acessibilidade

EIXO SOCIOCULTURAL CONCERTOS / RECITAIS DO FESTIVAL Acessibilidade física: o Festival prioriza a realização dos espetáculos no Teatro Guarani e na Biblioteca Pelotense, ambos espaços localizados na zona central da cidade e possuem acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Também são disponibilizados facilitadores de locomoção para auxílios necessários. Item da planilha orçamentária: locação teatro Acessibilidade deficientes visuais: serão disponibilizado cartazes com a programação em braile, e audiodescrição do ambiente e de notas introdutórias sobre compositores e obras, além de facilitadores de locomoção.Item da planilha orçamentária: impressão em braile e profissional de audiodescrição. Acessibilidade deficientes auditivos: disponibilização de profissional de libras.Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. Referente ao acessibilidade do conteúdo, serão disponibilizados 06 concertos no formato online (ao vivo), com tradução em libras, para possibilitar o acesso além da modalidade presencial. A programação de forma descentralizada em bairros também possibilitará o acesso de públicos à música de concerto, pois muitas vezes essas ofertas somente são disponibilizadas em espaços centrais, não dialogando com espaços periféricos. EIXO PEDAGÓGICO OFICINAS DE MÚSICA DO FESTIVAL Acessibilidade física: quanto ao acesso físico, os cursos são realizados em prédio da Faculdade Católica de Pelotas, que possui acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Também são disponibilizados facilitadores de locomoção para auxílios necessários.Item da planilha orçamentária: locação espaço Acessibilidade deficientes visuais: no momento da inscrição será disponibilizado no formulário opção para sinalização do tipo deficiência visual, para que seja possível prever os medidas para o atendimento do aluno na sala de aula (partituras com impressão ampliada, leitura em braile, entre outras). Também os espaços das aulas dispõem de piso tátil direcional, além de facilitadores de locomoção. Item da planilha orçamentária: impressão em braile Acessibilidade deficientes auditivos: Acessibilidade deficientes auditivos: no momento da inscrição será disponibilizado no formulário opção para sinalização de deficiência auditiva, para que seja possível prever as medidas para o atendimento do aluno na sala de aula.Item da planilha orçamentária: intérprete de libras CONTRAPARTIDAS SOCIAIS OFICINA PRÁTICA INSTRUMENTOS - PROJETO SOCIAL SOCIAL LOCAL Acessibilidade física: quanto ao acesso físico, os cursos são realizados em prédio da Faculdade Católica de Pelotas, que possui acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Também são disponibilizados facilitadores de locomoção para auxílios necessários.Item da planilha orçamentária: locação espaço. Acessibilidade deficientes visuais: no momento da inscrição será disponibilizado no formulário opção para sinalização do tipo deficiência visual, para que seja possível prever os recursos para o atendimento do aluno na sala de aula (partituras com impressão ampliada, leitura em braile). Também os espaços das aulas dispõem de piso tátil direcional, além de facilitadores de locomoção.Item da planilha orçamentária: impressão em braile e roteirista de audiodescrição. Acessibilidade deficientes auditivos: no momento da inscrição será disponibilizado no formulário opção para sinalização de deficiência auditiva, para que seja possível prever os recursos para o atendimento do aluno na sala de aula. ACESSO ENSAIOS Acessibilidade física: a realização dos ensaios para os grandes concertos acontecem no Teatro Guarani, espaço localizado na zona central da cidade e que possuem acessibilidade total para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Também são disponibilizados facilitadores de locomoção para auxílios necessários. Os ensaios finais das Orquestras serão abertos ao público visando a integração entre plateia e músicos.Item da planilha orçamentária: locação espaço Acessibilidade deficientes visuais: serão disponibilizado cartazes com a programação em braile e audiodescrição do ambiente e de notas informativas sobre compositores e obras, no formato a ser realizado no Concerto. Também será disponibilizado facilitadores de locomoção. Item da planilha orçamentária: impressão em braile e roteirista de audiodescrição. Acessibilidade deficientes auditivos: isponibilização de profissional de libras.Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. CONCERTOS PEDAGÓGICOS Acessibilidade física: os concertos pedagógicos são realizados em diversos espaços da cidade de forma descentralizada, acontecendo nos próprios espaços do público (escolas, centro comunitários e espaços sociais como asilos), assim os participantes já possuem acessibilidade. Também são disponibilizados facilitadores de locomoção para auxílios necessários. Item da planilha orçamentária: coordenação educativa Acessibilidade deficientes visuais: serão disponibilizado cartazes com a programação em braile e audiodescrição do ambiente e de notas introdutórias sobre compositores e obras, além de facilitadores de locomoção.Item da planilha orçamentária: impressão em braile e roteirista de audiodescrição. Acessibilidade deficientes auditivos: disponibilização de profissional de libras.Item da planilha orçamentária: intérprete de libras

Democratização do acesso

Todos os concertos e recitais serão GRATUITOS. As apresentações em espaços fechados (Teatro, Biblioteca, Conservatório, etc...) terão distribuição prévia de ingressos e senhas. Para as apresentações em vias públicas (praças, parques, etc...) não há a necessidade dessa distribuição, sendo, portanto, de acesso livre. O 11º Festival Internacional Sesc de Música tem como contrapartida social acesso a ensaios de orquestras e a concertos pedagógicos destinadas em especial a escolas públicas atendendo 1000 estudantes e outros 2000 de público geral de forma inclusiva (idosos e organizações sociais), nessas atividades serão ministradas informações de como são formadas as orquestras e seus respectivos naipes. Visando ampliar o acesso do público, 06 concertos serão transmitidos ao vivo pelo YouTube, além de presencial. Para cumprimento da medida do Artigo 21 da IN nº 02/2019 realizaremos: seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III -disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; A programação contará com diversos concertos e apresentações nos mais variados locais, além das classes musicais com professores brasileiros e estrangeiros. O evento tem como objetivo incentivar o desenvolvimento da produção musical e fomentar o intercâmbio e o desfrute de bens culturais. O 11º Festival Internacional Sesc de Música atuará em dois principais eixos: Pedagógico: direcionado para estudantes e profissionais da música – oferece cursos de instrumentos, canto lírico, choro, prática de música de câmara, prática de orquestra e prática de banda sinfônica. Sociocultural: serão realizados concertos, recitais de alunos, recitais de professores e diversos espetáculos musicais para a comunidade de forma descentralizada. Nesta décima primeira edição, podemos destacar também a qualidade pedagógica do Festival. Os professores que o Festival traz a Pelotas, de várias partes do mundo, são conceituados e de nível elevado. Também os alunos que participam apresentam uma evolução constante e perceptível a cada ano. Isso se verifica nos recitais e concertos, onde professores e alunos tornam-se os grandes protagonistas. O Festival Internacional Sesc de Música, lota espaços públicos, estabelece o encontro do erudito com o popular e com isto desmistifica uma hierarquização social produzida ao longo da história da música. Além disso, contribui com projetos sociais tanto de Pelotas quanto de outras cidades do País, que participam das aulas de instrumentos, de apresentações e evoluem a cada ano, avistando na música uma oportunidade de inclusão social e de crescimento pessoal.Teremos apresentações destinadas em especial a escolas, hospitais, organizações sociais e asilos.

Ficha técnica

José Paulo da Rosa - Direção Regional Sesc-RS e Senac-RS - Proponente - (O trabalho será voluntário, logo não havendo remuneração) Diretor regional de Sesc/RS e Senac-RS desde 2020 / Diretor Regional do Senac-RS 2003/2019José Paulo da Rosa é doutor em educação, especialista em Engenharia de Produção e Gestão de Escola Técnica, além de graduado em Administração de Empresas. Atuou no Sistema Fiergs nas décadas de 1980 e 1990. Na Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) foi diretor regional do Sesc/RS nos anos de 2001 e 2002. Entre 2003 e 2019, ocupou o cargo de diretor regional do Senac-RS. Atualmente é diretor regional de Sesc/RS e de Senac-RS. Também é autor do livro "Escolas e Qualidade". Silvio Bento - Coordenação Geral Festival Sesc-RSLicenciado em Educação Artística – Habilitação Artes Plásticas pela Universidade Federal de Pelotas, RS.Especialização em Gastronomia e Cozinha Autoral pela PUC RSEspecialização em Gestão Hoteleira pelo SENAC SP.Ocupou o Cargo de Secretário Municipal de Educação, Cultura, Turismo e Esportes na Prefeitura Municipal de Pedro Osório (1998 a 2000)Atualmente é o Gerente de Área de Educação, Assistência e Cultura do Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Sul. Anderson Mueller – Coordenação Técnica do Festival SESC-RSÉ gestor cultural, com graduação em Relações Públicas pelo Centro Universitário Feevale, pós-graduação em gestão cultural pela Faculdade Senac. Desde 2004 atua na área cultural através da gestão e produção de projetos culturais nas linguagens de música e audiovisual. Coordenou e implantou projetos nas respectivas áreas através de políticas públicas. Desenvolve projetos nacionais de circulação de música e cinema. Jane Schoninger - Coordenação Técnica do Festival SESC-RS É gestora cultural, com graduação em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, pós-graduação em Projetos Sociais e Culturais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Gestão Organizacional pela Universidade Luterana do Brasil. Desde 1999 atua na área cultural através da gestão e produção de projetos culturais nas linguagens de: literatura, artes cênicas, cinema, música e artes visuais. Coordenou e implantou projetos de educação complementar e projetos através de políticas públicas. Desenvolve projetos nacionais de circulação de artes. Curadora nacional de projetos de artes cênicas e produtora executiva de festivais e mostras de artes cênicas. Atualmente, coordena a área técnica de cultura de instituição de nível nacional Evandro Matté (BRA/RS) - Diretor Artístico do FestivalDiretor Artístico da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) e da Orquestra Unisinos Anchieta, é coordenador cultural da Unisinos – Universidade do Vale do Rio dos Sinos e do projeto social Vida com Arte. Possui especialização pelo Conservatoire de Bordeaux (FRA) e University of Georgia (EUA) e MBA (Master of Business) em Gestão Empresarial com ênfase em cultura. Roberto Schelp | Coordenador da Orquestra AcadêmicaWhilton Mattos | Coordenador da Banda Sinfônica do FestivalGeraldo Moori | Coordenador Recitais de Alunos Luis Fernando Parada – Gerente da Unidade Operacional de Pelotas SESC-RSGestor do SESC-RS, na Unidade Operacional de Pelotas. Desenvolve atividades de planejamento, acompanhamento e orientações para a operacionalização das atividades desenvolvidas pelo Sesc de Pelotas. CURRÍCULOS DOS PROFESSORES Prática de Orquestra e Banda Sinfônica Evandro Matté (Brasil) - Diretor artístico da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), do Festival Internacional Sesc de Música, da Orquestra de Câmara Theatro São Pedro (OCTSP) e dos Concertos Comunitários Zaffari. Possui especialização pelo Conservatório de Bordeaux, na França e Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos e MBA em Gestão Empresarial com ênfase em cultura. Robert G. Hasty (Estados Unidos) - É diretor musical da Kenosha Symphony Orchestra (Estados Unidos), maestro principal da Highland Park Strings e maestro da Chamber Orchestra and the Philharmonia na Henry and Leigh Bienen School of Music da Northwestern University, onde atua como diretor associado de Orquestras. Ele também é diretor artístico da International Schools Choral Music Society. Mônica Giardini (Brasil) - Doutora e mestre pela Universidade de São Paulo (USP), com formação em piano, e bacharel em violão e Pedagogia Plena. Participou como regente de diversas conferências e congressos de Bandas Sinfônicas no Brasil, África do Sul e Argentina, e como regente adjunta da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. É regente titular da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo (BSJESP), da Banda Sinfônica Paulista, atua como professora e conferencista do Sopro Novo Bandas, da Yamaha do Brasil, tendo escrito e publicado o Caderno de Regência da coleção deste projeto. Violino Freddy Varela (Chile) - Prêmio Konex 2019. Iniciou estudos de violino aos sete anos com o professor Patricio Damke, aos doze anos estudou na Universidade Católica do Chile com Rubén Sierra. Com bolsa da Carnegie Mellon University em Pittsburgh (Estados Unidos), aperfeiçoou-se com Daniel Heifetz e, também na University of Maryland em Washington, continuou seus estudos com Heifetz e os membros do Guarneri String Quartet. Foi concertino da Orquestra Filarmônica do Chile, Sinfonia de Concepción (Chile) e, a partir de 2010, ocupou cargo na Orquestra Estável do Teatro Colón. Também é diretor concertino da Camerata Bariloche. Como solista, atua nas mais importantes orquestras das Américas Latina, Central e Norte. Emmanuele Baldini (Itália) - Spalla da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e membro do Quarteto OSESP, é reconhecido concertista com intensa atividade no Brasil e no exterior. Foi Spalla da Orchestra del Teatro Comunale di Bologna, Orchestra del Teatro “G. Verdi” de Trieste e da Orquestra Sinfônica da Galícia. Yang Liu (China) - Foi um dos vencedores da Competição Nacional de Violino da China e da 12ª Competição Internacional Tchaikovsky, em Moscou. Estreou nos Estados Unidos com a Sinfônica de Atlanta. Realiza recitais, masterclasses e concertos nas mais importantes salas e festivais nos Estados Unidos, Europa e China. É professor de violino no Columbia College, em Chicago (EUA). Viola Horácio Schaefer (Brasil) - Spalla do naipe de violas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e Mestre em viola pela Escola Superior de Música de Colônia, foi membro da Orquestra de Câmara Deutsch Bach Solisten, spalla das violas da Orquestra Filarmônica de Essen e violista do Quarteto Ravel. Joana Cipriano (Portugal) - É membro fundador do quarteto ArtZen, com o qual obteve o 1º Lugar no Prémio Jovens Músicos, e da Camerata Alma Mater dirigida pelo maestro Pedro Neves. Ocupa desde 2017 o lugar de chefe de Naipe na Orquestra Metropolitana de Lisboa, formação que integra desde 2015. Desenvolve a sua atividade pedagógica na Escola de Música do Conservatório Nacional e na Escola Profissional Metropolitana. Violoncelo Stanimir Todorov (Bulgária) - Iniciou seus estudos em Sofia (Bulgária). Participou da Menuhin Academia e estudou com personalidades de destaque como Radu Aldulescu, Yehudi Menuhin, Alberto Lysy e Lory Wallfisch. Foi destaque no Concurso Rostropovich como melhor intérprete de música contemporânea. Trabalhou na Orquestra Suíça Romande. Fábio Presgrave (Brasil) - Atuou como solista de orquestras como Qatar Philharmonic e Filarmônica de Rosário. Ministrou masterclasses em instituições na Finlândia, Alemanha, Espanha, Dinamarca, Estônia, Argentina, Portugal e Malásia. Contrabaixo Ana Valéria Poles (Brasil) - É professora da Academia de Música da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) , na qual é 1º contrabaixo desde 1997. Idealizadora do WOMEN 4 BASS, quarteto de contrabaixos composto por mulheres musicistas de diferentes Orquestras do mundo. Contrabaixista na classe de Ludwig Streicher com “Einstimmige Auszeichnung” (distinção unânime) recebendo o “Würdigungspreis” (prêmio de honra ao mérito) concedido pelo Ministério de Ciência e Tecnologia da Áustria. Na Europa, integrou o conjunto Novos Solistas de Viena, a Primeira Orquestra de Mulheres da Áustria e a Orquestra Franz Lehár, tendo tocado também com a Orquestra Mozarteum de Salzburg. Eder Kinappe (Brasil) - Graduado em contrabaixo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi contrabaixista da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul (UCS). Foi vencedor do Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), em 2001, e realizou aperfeiçoamento na University of Georgia (Estados Unidos). É contrabaixista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e professor do Conservatório Pablo Komlòs, em Porto Alegre. Harpa Liuba Klevtsova (Rússia) - Nascida na Rússia, é harpista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). Graduada pelo Conservatório Tchaikovsky, atua como solista em diversas orquestras no Brasil e no exterior. Foi vencedora de concursos internacionais, onde atuou ao lado de Zubin Mehta. Flauta Mauricio Freire (Brasil) - Considerado pelo Boston Globe como um músico especial, é um dos mais destacados flautistas de sua geração. Graduado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1987, é o único flautista a receber o título de doutorado, com honras, no New England Conservatory, nos Estados Unidos. Desde 2003, atua como 1º flautista solista convidado da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e mantém uma ativa carreira como solista e camerista. Trabalhou com importantes regentes e compositores como Kurt Mazur, Kristoff Penderecki, Eiji Owe, Sofia Gubaidulina, Thea Musgrave, Ezra Sims e H. J. Koellreutter. Entre seus professores destacam-se James Galway, Paula Robison, Fenwick Smith, Expedito Vianna e Artur Andrés. Marcelo Barboza (Brasil) - Marcelo Barboza é um Associate of the Royal Academy of Music, em Londres, primeira-flauta solista da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo (OSESP) e professor da Faculdade da Amazônia (FAAM), igualmente respeitado pela solidez de seu trabalho orquestral e pela versatilidade como solista e camerista, pontuada por gravações para Meridian Records (Reino Unido), Somm Recordings (Reino Unido) e Dacapo (Dinamarca). Oboé Philip Nodel (Rússia) - Oboísta e professor no Conservatório Estadual Tchaikovsky de Moscou e Escola de Música do Conservatório de Moscou. É fundador da primeira Orquestra de Instrumentos Russos Pratum Integrum. Completou seus estudos no Conservatório de Moscou com o proeminente professor de Oboé Alexey Utkin. Foi membro da Orquestra de Câmara Música Viva de Alexander Rudin de 2002 a 2010. Colaborou com muitas orquestras e conjuntos russos, como Orquestra Nacional Russa, Filarmônica Nacional da Rússia, Orquestra Sinfônica Tchaikovsky, Orquestra de Câmara Virtuosi de Moscou, Orquestra de Câmara Música Viva, Ensemble Hermitage e muitos outros. Viktória Tatour (Bielorússia) - Oboísta solo da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), nascida em Minsk, Bielorússia, a oboísta Viktoria Tatour é Mestre pelo Conservatório Nacional de seus país de origem. Em 1996, especializou-se em oboé com Pierre Pierlot, professor do Conservatório Nacional Superior de Música de Paris. Clarinete Ovanir Buosi (Brasil) - Clarinete Solista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) desde 1997, iniciou seus estudos musicais aos 12 anos com Luis Afonso Montanha. Graduou-se pela Unesp, na classe do professor Sérgio Burgani, e continuou sua formação no Royal College of Music de Londres. Desenvolve intensa atividade como solista e camerista— inclusive, em sua discografia, consta o registro de obras para quinteto de sopros de compositores das Américas com o Quinteto Zephyros, o álbum Retrato das Américas com o pianista Horacio Gouveia e a recente gravação pelo selo Naxos do Chôro para clarinete e orquestra de Camargo Guarnieri com a OSES. Atualmente, é parte do corpo docente da Academia de Música da OSESP, professor de Técnica Alexander e atua em diversos festivais ao redor do Brasil. Ovanir Buosi é artista Buffet-Crampon e Vandoren. Diego Grendene (Brasil) - Clarinetista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) e diretor da Escola de Música da OSPA. Graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é especialista pelo Conservatório Real Superior de Antuérpia, na Bélgica, e Mestre pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Toca regularmente como solista e camerista em diversas cidades brasileiras, tendo realizado 44 concertos na França, com o quarteto de clarinetes Aliénor. Nos últimos anos tem sido professor de clarinete em diversos festivais de música no Brasil. Fagote Giorgio Mandolesi (Itália) - Primeiro Fagote solista da Orquestra de Paris, professor de fagote moderno e histórico na Escola Superior de Música de Zurique (Suíça), professor de fagote histórico no Conservatório Nacional Superior de Música de Paris. Colabora regularmente como fagote solista com a Orquestra de Câmera Mahler, Deutsche Kammerphilarmonie Bremen, a Orquestra do Testro Liceu, em Barcelona, a Orquestra da RAI de Turim, Orchestra Haydn de Bolzano e Trento, o Teatro San Carlo de Nápoles e Teatro La Fenice, em Veneza. Trompete Marcos Motta (Brasil) - Natural de São Paulo, iniciou seus estudos musicais aos sete anos de idade. No Brasil, foi aluno de Paul Mitchell, e nos Estados Unidos, de Lawrence Whight e Michael Payton. Após 10 anos como primeiro trompete da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, ingressou em junho de 2021 na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), na cadeira de trompete Utility. É artista "Thein". Tiago Linck (Brasil) - Trompete solista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) e professor do Conservatório Pablo Komlós, Tiago Linck tem se consolidado como um dos mais destacados trompetistas de sua geração. Nos últimos anos, atuou como professor em importantes festivais no Brasil, Uruguai e Argentina, além de apresentar-se em países como Alemanha, Bélgica e França. Tiago Linck é artista exclusivo Buffet Crampon e toca com instrumentos B&S, Besson e Scherzer. Trompa Alma Maria Liebrecht (Estados Unidos) - É a principal trompista da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais (OFMG) desde 2013. Natural dos Estados Unidos, se formou no Curtis Institute of Music, no Yale School of Music e foi bolsista do Ensemble Connect (da Carnegie Hall e do Juilliard School). Tem se apresentado com a Orpheus Chamber Orchestra, a Chamber Music Society of Lincoln Center, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), a Hong Kong Sinfonietta, e várias outras orquestras no nordeste dos Estados Unidos. Matias Pineira (Chile) - Nasceu em Santiago do Chile, em 1989. Estudou no Instituto de Música da Universidade Católica do Chile, com bolsas como Jorge Peña Henn e a Amigos del Teatro Municipal. Aos 19 anos, conquistou o cargo de solista da Orquestra Sinfônica do Chile. Em 2014 fez parte da Academia Orquestral da Staatsoper Unter den Linden. Desde 2015 é solista da Münchner Philharmoniker. Trombone Tenor José Milton Vieira (Brasil) - Trombone solista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), é ganhador de vários prêmios nacionais e internacionais. Conquistou o primeiro prêmio e o prêmio do público no 26° Concorso Internazionale “Città di Porcia” (Itália-2015), primeiro prêmio da “Lewis Van Haney Philharmonic Prize Competition”, em Paris (ITF 2012), entre outros. No ano de 2019 lançou o seu primeiro CD, intitulado" Plural". É artista exclusivo Thein-Brass. Trombone Baixo Adib Corrêa Vera (Brasil) - Bacharel pelo Conservatório de Amsterdam, Adib é premiado em concursos internacionais em Nova York, Budapeste e Valência. Atuou em importantes orquestras na Europa, como a Filarmônica de Rotterdam, Filarmônica dos Países Baixos e Sinfónica Portuguesa. É trombone baixo da Orquestra Filarmônica de Goiás desde 2015. Tuba Albert Savino Khatar (Brasil) - É convidado em diversos cursos de música e apresenta-se em recitais e concertos como solista pela América do Sul, Europa e Estados Unidos. É Mestre em performance pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com uma pesquisa inédita sobre a história da tuba no Brasil. Seu CD “Tuba Brasilis” é o primeiro álbum brasileiro do instrumento. Foi tuba solo da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), entre outras. Saxofone Carlos Gontijo (Brasil) - Saxofonista erudito, professor, pesquisador, detentor de diversos prêmios nacionais e internacionais. Desenvolve intensa carreira como solista e camerista. Já se apresentou em diversos países. Já estreou mais de 100 obras dedicadas a compositores brasileiros e estrangeiros. É Mestre pela Université de Rouen (França), graduado pelo Conservatoire de Rouen (França) e pela Universidade de Brasília (UNB). Atualmente é professor de saxofone na Escola de Música de Brasília, além de realizar concertos, masterclasses e palestras no Brasil e no exterior. Carlos Gontijo é endorser das marcas Selmer Paris e Vandoren Paris. Eufônio Fernando Deddos (Brasil) - Graduado em Composição e Regência pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Mestre pela Duquesne University e Doutor em música pela Universidade da Geórgia. Gravou o primeiro disco dedicado ao eufônio no Brasil, premiado pela Associação Internacional de Tubas e Eufônios (ITEA). Possui obras publicadas, performadas e gravadas na Ásia, Américas e Europa. Deddos é presidente da Associação de Eufônios e Tubas do Brasil (ETB) e artista Adams Instruments, na Holanda. Percussão Pedro Sá (Brasil) - É timpanista com quatro décadas de experiência, tendo atuado como solista da Orquestra Sinfônica Brasileira, atualmente ocupando a mesma cadeira na Orquestra Petrobras Sinfônica. Como percussionista camerista se apresentou e lecionou na Percussive Arts Society International Convention, em Indianápolis e Texas, e no Oberlin Percussion Institute, em Ohio, entre outros. Douglas Gutjahr (Brasil) - Bacharel em Percussão pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), mestrando em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), atua como timpanista da OSPA desde 2016. Entre 2007 e 2008, como membro da Orquestra Jovem Mundial (JMWO), apresentou-se em algumas das principais salas de concerto da Europa: Berliner Philarmonie (Alemanhã), Muziekgebouw (Holanda) e Palau de les Arts (Espanha). Foi escolhido o Melhor Instrumentista Erudito do Prêmio Açorianos de Música 2016. Visando a inclusão social por meio da música, atua, desde 2009, como professor do projeto Vida com Arte (Unisinos). Canto Lírico Eiko Senda (Japão) - Nascida no Japão, formou-se no Japão e Alemanha como cantora solista e pedagoga. Ganhou diversos prêmios em concursos internacionais e já atuou em mais de 90 óperas. Recebeu excelentes críticas do jornal The New York Times e das revistas Opernwelt e Opera, e o prêmio cultural japonês pelos embaixadores. Tendo orientado mais de 450 cantores, professores e atores, atualmente possui estúdio de preparação de voz em Montevideo, no Uruguai. Flávio Leite (Brasil) - É pós-graduado pelo Conservatório Superior del Liceu, em Barcelona, e Mestre em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Tem se firmado como um dos mais atuantes e versáteis cantores líricos brasileiros, desenvolve ampla atividade como camerista e solista em oratórios e obras sinfônicas. Nos últimos anos fez as estreias mundiais das óperas Dulcinéia e Trancoso e a Ópera do Mambembe Encantado de Eli-Eri Moura, O Menino e a Liberdade de Ronaldo Miranda, O Perigo da Arte de Tim Rescala, gravou a ópera A Estranha, de Vagner Cunha e participou da premiada versão moderna da última ópera de Villa-Lobos, A Menina das Nuvens.  Piano Olivia Tsai (China) - Foi solista com a Orquestra QingDao Concert Hall, Orquestra Sinfônica do Sul de Illinois e Highland Park Strings. Pianista do staff do mundialmente famoso Festival de Música de Aspen e do Musicorda Music Festival nos Estados Unidos, bem como do corpo docente e intérprete da Oficina Music Festival. Além de performances, atua na cadeira de teoria e piano na VanderCook College of Music. Seu livro "Schubert's Piano Trios" foi publicado em 2014, pela Scholar's Press, na Alemanha. Desde 2017, é professora convidada na Universidade Lanzhou Northwestern. É Doutora em Artes Musicais em Piano na Universidade de Cincinnati, Conservatório Universitário de Música (UC, CCM), onde também atuou como docente. Durante seus anos de estudante foi a vencedora do Concurso de Piano Buckeye, do Graves Piano Competition nos Estados Unidos e da Young Artist Series em Taiwan. Composição João Guilherme Ripper (Brasil) - Compositor, diretor da Sala Cecília Meireles, membro da Academia Brasileira de Música. Colabora frequentemente com orquestras, teatros e festivais no Brasil e exterior elaborando a programação artística, criando e regendo novas obras. É autor de composições em diversos gêneros, destacando-se oito óperas em seu catálogo. Choro Mathias Behrends Pinto | Violão (Brasil) - Compositor e violonista porto-alegrense licenciado em música pelo Instituto Porto Alegre, coordenador da Oficina de Choro de Porto Alegre. Em 2019 criou a Orquestra de Choro de Porto Alegre (OCPA) realizando o concerto Baile Brasileiro junto ao maestro Nailor Proveta. Curador do projeto Unimúsica 2019 com a edição samba-choro. Em 2020 realizou aula na universidade Oxford/Inglaterra com foco na composição de choro e foi jurado no Festival Moenda da Canção (RS). É Prêmio Açorianos 2020 de melhor produtor musical. Lucian Krolow | Sopros (Brasil) - Natural da cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, onde formou-se Bacharel em Flauta Transversal pela Universidade Federal de Pelotas (Ufpel). Atualmente, é professor da Oficina de Choro do Santander Cultural de Porto Alegre desenvolvendo a linguagem do Choro com instrumentistas de sopro em geral. Matheus Kleber | Acordeon (Brasil) - É acordeonista e pianista. Graduado em Composição Musical pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Mestre em Estudos Instrumentais e Performance Musical na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É professor na Fundarte e no projeto Ouvir a Vida. Com 19 anos de carreira, participou de mais de 80 discos, entre eles IDA, trabalho autoral lançado em 2010 em duo com o violonista e bandolinista Pedro Franco, e o CD Congruências, seu primeiro álbum solo, lançado em 2016. Como solista e arranjador, atuou com as orquestras: Sesi/Fundarte, Orquestra de Sopros Eintracht, Orquestra Unisinos Anchieta, Orquestra de Câmara da Ulbra, Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro e Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Elias Barboza | Bandolim (Brasil) - Porto Alegrense, bandolinista, compositor, educador musical e arranjador. Formado em Licenciatura em Música pelo Centro Universitário Metodista IPA em 2010, atua também como professor na Oficina de Choro do Santander Cultural e já foi solista de inúmeras orquestras como Orquestra Unisinos, Orquestra da Ulbra, Orquestra da PUCRS. Guilherme Sanches | Percussão (Brasil) - Natural de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, iniciou as atividades musicais em 1997 atuando nos festivais de música no Estado. Acompanhou em discos e shows grandes artistas da música brasileira, como: Déo Rian, Ademilde Fonseca, Jorginho do Pandeiro, Avendano Júnior, Plauto Cruz, Darcy Alves, Luciana Rabello, Nilze Carvalho, Ronaldo do Bandolim, Moacir Luz, João de Almeida Neto. Alexandre Susin | Cavaquinho (Brasil) - Cantor, cavaquinista e compositor, atua em diversos projetos ligados ao choro e ao samba em Porto Alegre. Desde o início do ano, é professor nas turmas de voz-coro na Oficina de Choro Santander Cultural. Música de Câmara Max Uriarte (Brasil) - Coordenador de Música de Câmara - Graduado em piano pelo Instituto de Artes Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), aperfeiçoou-se na Hochschule für Musik, de Viena e no Konservatorium und Musikhochschule, de Zurique, onde concluiu sua Pós-Graduação (Konzertreifediplom). Tem intensa atividade em música de câmara e atua como solista em importantes orquestras do cenário nacional. Piano Correpetidor André Carrara (Brasil) - Correpetidor - Pianista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), é Doutor em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Gravou os 12 Estudos op. 10 de Chopin e tem atuado como concertista nas principais orquestras do país. Paulo Bergmann (Brasil) - Correpetidor - Bacharel em piano pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) desenvolve intensa atividade como pianista correpetidor, repertorista e acompanhador de cantores em festivais de música, masterclasses e recitais no Brasil e exterior. Sérgio Sisto (Brasil) - Correpetidor - Natural de Porto Alegre, atua na área do Canto e é o atual Diretor Artístico e regente do Coro e Orquestra Filarmônica Música pela Música em Pelotas (RS). Começou sua formação musical na Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Foi vencedor por cinco vezes do concurso Jovens Solistas. Participou da série “Concertos para a Juventude” e em diversas temporadas da OSPA, sob a regência de maestros como Tulio Belardi, Arlindo Teixeira, Diogo Pacheco e Eleazar de Carvalho. Núcleo Social Geovane Marquetti (Brasil) - Regente - Em 2010, formou-se Bacharel em Violino pelo Centro UniversitaÌ?rio de Barra Mansa (UBM). Professor em diversos projetos sociais em sua trajetória: Volta Redonda Cidade da Música, Música nas Escolas de Barra Mansa, Casa da Cultura de Paraty, entre outras. Foi professor e regente no Festival Internacional Sesc de Música em 2020 com os alunos de orquestra em formação. Atua como violinista na Sphaera Mundi Orquestra e Orquestra SinfoÌ‚nica de Porto Alegre (OSPA). Murilo Alves (Brasil) - Violoncelo - Bacharel em Violoncelo e Mestre em Música pela UNIRIO (RH). Desenvolveu seus estudos com Ronildo Alves, Hugo Pilger e na Hochschule für Musik Karlsruhe com Martin Ostertag. Integrou a Orquestra Filarmônica de Goiás e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi professor de violoncelo nos projetos “Aprendiz” e “Bem-me-quer Paquetá” no Rio de Janeiro, e no 10° Festival Internacional Sesc de Música. É violoncelista da OSPA desde 2017. Naila Domingos (Brasil) - Viola - Violista com formação pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É professora capacitada pela SAA-Associação Suzuki das Américas atuando como professora no Programa de Extensão em Música da UFRGS. Atualmente é violista da Orquestra Theatro São Pedro e realiza o trabalho de Inclusão Social através da Música nos Projetos Vida com Arte-Unisinos e Orquestra Jovem Theatro São Pedro. Renata Bernardino (Brasil) - Violino - Bacharel em Música, com ênfase em Violino, graduada com láurea acadêmica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), também Licenciada em Música pelo Centro Universitário Metodista IPA. Em janeiro de 2022 integrou o grupo docente como monitora do Festival Internacional de Música de Santa Catarina (FEMUSC). Especializada em pedagogia do violino, realizou diversos cursos de pós-graduação no Brasil e no exterior, tendo estudado com a pedagoga Mimi Zweig - Indiana University, Bloomington (EUA), em 2014. Hoje, além de dirigir a escola de música Centro Suzuki Porto Alegre, atua como violinista em diferentes grupos, como a Orquestra Sinfônica de Gramado e Canela, a Orquestra do Theatro São Pedro, o Anima Brasilis Quarteto (MPB), e o Armonia Fiorentina (grupo especializado em Música Barroca).

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

2023-05-29
Locais de realização (1)
Pelotas Rio Grande do Sul