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Oferecer capacitação e formação continuada para os palhaços humanitários voluntários, que realizam intervenções artísticas na forma presencial e virtual para os públicos vulneráveis hospitalizados e institucionalizados, utilizando a linguagem do palhaço, cuja ação beneficia pacientes, acompanhantes e profissionais da área da saúde em instituições públicas e privadas das cidades de Atibaia e região.
Não se aplica.
OBJETIVO GERAL: Capacitar voluntários, com o objetivo de promover o acesso à cultura e à arte, para que sejam capazes de fazer intervenções artísticas, utilizando a figura do palhaço-improviso, em instituições hospitalares e de longa permanência para idosos e crianças na cidade de Atibaia e região. Essas intervenções são feitas por uma dupla de palhaços humanitários voluntários que realizam interações com técnicas de improviso para pacientes, acompanhantes, funcionários e profissionais da saúde, buscando a humanização dos ambientes. Além das interações presenciais, serão produzidos vídeos temáticos personalizados e vídeos musicais para idosos e crianças e também serão realizados "palhafonemas" (chamada de vídeo de três palhaços para um paciente). OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Formar e capacitar voluntários, por meio de oficinas, cursos e palestras, a fim de que desenvolvam habilidades que os qualifiquem para realizarem cerca de 418 interações/ano, dentro de hospitais e de instituições de longa permanência, como asilos e abrigos, beneficiando cerca de 15 mil pessoas. 1.1. Realizar 8 Oficinas de Formação de Arte Teatral, totalizando 24 horas/ano, para formação continuada para cerca de 80 palhaços humanitários. 1.2. Realizar 7 Oficinas de Iniciação à Palhaçaria, totalizando 21 horas/ano, para o público em geral. 1.3. Realizar 7 Oficinas de Aprofundamento na arte da Palhaçaria, totalizando 21 horas/ano, para a capacitação de 80 palhaços humanitários. 1.4. Realizar 7 Oficinas de improviso, totalizando 21 horas/ano, para a capacitação de 80 palhaços humanitários. 1.5. Realizar 8 Oficinas de Musicalização, totalizando 32 horas/ano, para o aperfeiçoamento da Banda "Parafuso Solto" e dos 80 palhaços humanitários; 1.6. Realizar 7 Oficinas de Libras, totalizando 21 horas/ano, para a capacitação de 80 palhaços humanitários. 1.7. Realizar 7 Oficinas de Arte e Movimento, totalizando 21 horas/ano, para a capacitação de 80 palhaços humanitários e público em geral. 1.8. Realizar 5 Oficinas "Práticas que antecedem as visitas", totalizando 15 horas/ano, para a capacitação de 80 palhaços humanitários. 1.9. Realizar 8 Oficinas Artísticas, totalizando 64 horas/ano, para a capacitação de 80 palhaços humanitários e público em geral. 1.10. Realizar 6 Oficinas de autoconhecimento, totalizando 18 horas/ano, para a capacitação de 80 palhaços humanitários. 1.11. Realizar 6 Oficinas de assuntos gerais ligados à arte, comunicação e expressão, totalizando 18 horas/ano, para a capacitação de 80 palhaços humanitários e público em geral. 2. Organizar eventos sociais, relacionados com a arte, saúde e solidariedade, envolvendo a figura do palhaço. São eles: 2.1. Campanha de Doação de Sangue em parceria com o Hospital Universitário São Francisco e o Rotary Club de Atibaia, com participação dos palhaços em intervenções artísticas junto aos doadores. - mínimo uma edição por ano. 2.2 Sarau Artístico: Evento aberto à comunidade com o objetivo de promover os talentos da cidade de Atibaia e região - mínimo duas edições por ano. 2.3. Exposição sobre a arte do palhaço hospitalar: No Centro Cultural, exposição de fotos, objetos utilizados nas intervenções, figurinos e adereços - uma edição por ano. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Oferecer a professores e equipe gestora da rede pública de Atibaia, oficinas de arte e movimento, improviso e expressão, utilizando as técnicas do palhaço hospitalar. Além disso, oferecer espaço para atividades relacionadas à palhaçaria, artes cênicas, musicalização, poesia, jogos colaborativos, comunicação, autoconhecimento, inteligência emocional e temas correlatos, por meio de oficinas gratuitas para a comunidade em geral, além da oferta de temas para os palhaços humanitários voluntários do projeto, como já citado acima.
Todos os projetos, mesmo aqueles realizados por grupos voluntários, necessitam de incentivo e fomento ao seu trabalho cultural. As ações programadas pelos Doutores Atipalhaços estão alinhadas e enquadradas em quatro incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 (Programa Nacional de Apoio à Cultura _ Pronac): I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º - Para cumprimento das finalidades expressas no Art. 1º desta Lei, os projetos culturais, em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac, atenderão, pelo menos, a um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Considerando que existe uma grande demanda de manifestações artísticas e educacionais para sensibilizar, informar e capacitar sobre a relevância da arte em hospitais e outras instituições de longa permanência, os Doutores Atipalhaços se propõem a trabalhar com os valores e com a missão do projeto, para que o encontro entre palhaços e pacientes/acompanhantes possa trazer benefícios já comprovados pela magia do riso e da alegria - objetos da arte do palhaço improviso. Dessa forma, justifica-se a necessidade de financiamento por meio de Incentivo a Projetos Culturais, com o objetivo de capacitar voluntários para realizarem intervenções artísticas a públicos em estado de vulnerabilidade. Atendendo, ainda, a IN02/2019 - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Atenderemos com as atividade do projeto os professores e equipe gestora da rede pública de Atibaia, com propostas de formação e capacitação por meio de oficinas de improviso, expressão, arte e movimento, utilizando as técnicas do palhaço hospitalar. Além disso, ofereceremos espaço para atividades relacionadas à palhaçaria, artes cênicas, musicalização, poesia, jogos colaborativos, comunicação, autoconhecimento, inteligência emocional e temas correlatos, por meio de oficinas gratuitas para a comunidade em geral.
Duração do projeto: 18 meses. PROJETO PEDAGÓGICO: RESUMO: Oferecer capacitação e formação continuada aos palhaços humanitários voluntários, que realizam intervenções artísticas na forma presencial e virtual para os públicos vulneráveis hospitalizados e institucionalizados, utilizando a linguagem do palhaço, cuja ação beneficia pacientes, acompanhantes e profissionais da área da saúde em instituições públicas e privadas das cidades de Atibaia e região. OBJETIVO GERAL: Capacitar voluntários, com o objetivo de promover o acesso à cultura e à arte, para que sejam capazes de fazer intervenções artísticas, utilizando a figura do palhaço-improviso, em instituições hospitalares e de longa permanência para idosos e crianças na cidade de Atibaia e região. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Formar e capacitar voluntários, por meio de oficinas, cursos e palestras, a fim de que desenvolvam habilidades que os qualifiquem para realizarem cerca de 418 interações/ano, dentro de hospitais e de instituições de longa permanência, como asilos e abrigos, beneficiando cerca de 15 mil pessoas. PROPOSTA DE OFICINAS: 1. Oficina de Arte Teatral Carga horária: 24 horas/ano Responsável: Juliana Gobbe Concepção de área: As palavras, os gestos, o olhar, o movimento do corpo o tom da voz, traduzem informações, emoções, argumentações. Daí a importância da Arte Teatral para o palhaço humanitário, pois, desenvolver a capacidade de comunicar-se de maneira criativa aumenta suas chances para uma comunicação eficaz. 2. Oficina de Iniciação à Palhaçaria Carga horária: 21 horas/ano Responsável: Rosângela Cremaschi e demais monitores do projeto Concepção de área: É comum encontrarmos a figura do palhaço em diferentes espaços para além do circo. Essa prática ganhou espaço também em hospitais e casas de acolhimento graças aos resultados positivos que esta arte vem apresentando na recuperação da saúde e bem-estar de pacientes, acompanhantes e corpo clínico. 3. Oficina de Aprofundamento na arte da palhaçaria Carga horária: 21 horas/ano Responsável: Profissionais convidados (palhaços profissionais, como Thebas, Cesar Gouveia, Alexandre Penha) Concepção de área: A capacidade dos palhaços humanitários de utilizar a arte da palhaçaria de forma cada vez mais competente se dá na medida em que os voluntários vivenciam experiências diversificadas e ricas envolvendo diversos recursos da palhaçaria. Tal oficina se propõe a aprofundar os estudos referentes à palhaçaria e oferecer informações e recursos práticos acerca da importância da ação do palhaço em diversos ambientes, em especial o hospitalar. 4. Oficina de improviso Carga horária: 21 horas/ano Responsável: Profissionais de teatro, especialistas em arte-improviso. Concepção de área: O improviso está presente na vida de todos nós. A arte de saber lidar com os imprevistos aumenta nossa capacidade para resolver problemas, lidar com o novo, tomar decisões, tanto na atuação teatral como na vida real. Essa oficina é embasada em técnicas teatrais para desenvolvimento pessoal. A intenção é melhorar o desempenho dos participantes nas diversas áreas da vida, em especial na atuação como palhaço humanitário. 5. Oficina de musicalização Carga horária: 32 horas/ano Responsável: Cintia Mello Concepção de área: “A musicalização é o processo de construção do conhecimento musical: seu principal objetivo é despertar e desenvolver o gosto pela música, estimulando e contribuindo com a formação global do ser humano... Hoje, a neurociência comprova que atividades musicais integram experiências sensoriais, motoras, percepção e execução passando por diferentes processos emocionais, cognitivos, aprimorando a memória e atenção”. (Wikipédia) 6. Oficina de Libras Carga horária: 21 horas/ano Responsável: Especialistas em Libras Concepção de área: A partir das vivências dos Doutores Atipalhaços em visitas a hospitais e outros locais de atuação, percebeu-se a necessidade de uma nova linguagem para a interação com os diferentes públicos encontrados. Dessa forma, a Oficina de Libras mostra-se fundamental para o currículo do palhaço humanitário no exercício da cidadania. (O reconhecimento da cultura surda respaldada na Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, regulamentada pelo Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005 fortalece nosso trabalho). 7. Oficina de Arte e Movimento Carga horária: 21 horas/ano Responsável: Profissionais da área de dança e expressão corporal. Concepção de área: Thérèse Bertherat costuma dizer que: “Nesse instante, esteja você onde estiver, há uma casa com o seu nome. Você é o único proprietário, mas faz tempo que perdeu as chaves. Por isso, fica de fora, só vendo a fachada. Não chega a morar nela. Essa casa, teto que abriga suas mais recônditas e reprimidas lembranças, é o seu corpo”. Tomar consciência do próprio corpo e encontrar nele a morada ideal para a saúde permite apropriar-se de si – “reencontrar as chaves do seu corpo”. 8. Oficina de "Práticas que antecedem as visitas hospitalares” Carga horária: 15 horas/ano Responsável: Profissionais convidados (palhaços profissionais, Eliseu Pereira e Thiago Abad). Concepção de área: Não importa o ambiente em que as pessoas estejam, quando há brincadeira e diversão, tudo fica mais “leve”, mais saudável. Pensando dessa forma, humanizar o ambiente hospitalar é devolver aos internos e seus acompanhantes alegria e bem-estar. 9. Oficina artística Carga horária: 64 horas/ano Responsável: Marcia Gaspar Silveira Concepção de área: O fazer artístico, além de desenvolver a criatividade, despertar o senso estético, favorecer a concentração, desenvolver habilidades, também pode contribuir para a saúde mental do indivíduo, bem como tornar-se fonte de renda e contribuir para um mundo melhor à medida que reciclamos e reutilizamos materiais descartáveis. Quando produzimos arte, nosso olhar se volta para o belo e passamos a enxergar beleza em tudo o que nos cerca. 10. Oficina de autoconhecimento Carga horária: 18 horas/ano Responsável: Profissionais da área de Psicologia Concepção de área: “Conhece-te a ti mesmo” – esse é um dos aforismos mais famosos da história. E o quão é difícil conhecer-se a si mesmo. Principalmente na atualidade, em que o ritmo acelerado e o imediatismo norteiam a rotina do ser humano, tornando difícil praticar tal reflexão. “Conhecer a si mesmo é uma habilidade das mais importantes para o desenvolvimento e crescimento do indivíduo em todas as áreas da sua vida”. 11. Oficina de assuntos gerais ligados à arte, comunicação e expressão. Carga horária: 18 horas/ano Responsável: Profissionais da área de comunicação Concepção de área: “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche”! – Só os idiotas são felizes (Ailin Aleixo). A neurociência aponta que a maneira como o ser humano vive depende de como ele enxerga o mundo, as pessoas, as situações. É a própria pessoa que determina como será sua vida: colorida ou em preto e branco.
PRODUTO: OFICINASACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados (SEM CUSTO ADICIONAL, ESTRUTURA DA SEDE DA ASSOCIAÇÃO).DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras (ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA)DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral e musicalização (SEM CUSTO ADICIONAL, PELOS OFICINEIROS).PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS.ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados (SEM CUSTO CONFORME INSTALAÇÕES DAS ESCOLAS).DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras (ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA).DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral e musicalização (SEM CUSTO ADICIONAL, PELOS OFICINEIROS).
PRODUTO: OFICINAS. Será adotada, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: (Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019) II - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. PRODUTO: OFICINAS.1. Todas as oficinas e palestras de capacitação à palhaçaria hospitalar serão ministradas de forma gratuita aos voluntários e ao público em geral. 2. Todas as intervenções realizadas pelos palhaços humanitários serão gratuitas para a população atendida nos hospitais e outras instituições. Crianças, jovens, adultos e idosos, mesmo hospitalizados, terão acesso à cultura e à arte. 3. Os hospitais atendidos não terão nenhum custo para que as intervenções ocorram. 4- Não haverá custo para novos palhaços humanitários participarem de oficinas de iniciação à palhaçaria hospitalar. 5- Não haverá custo para os palhaços humanitários atuantes no projeto participarem das oficinas de capacitação. 6- Não haverá custo para o público em geral participar das oficinas de assuntos relacionados à arte, teatro, musicalização etc. 7- Não haverá custo para o público em geral participar dos saraus artísticos e da exposição cultural.
Proponente: DOUTORES ATIPALHAÇOS. Associação sem fins lucrativos que atua na área sociocultural, há cinco anos realiza intervenções artísticas em hospitais e instituições de longa permanência para idosos e crianças. Responsável pela Coordenação geral do projeto: planejamento, execução e avaliação de todas as ações previstas no projeto. Coordenadora: Rosângela Cremaschi: Fundadora do Projeto Social Doutores Atipalhaços. Mestre em Ciência da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, Bacharel em Letras e Pedagogia pela USP. Especialista em Arte e Tecnologia na Educação pela Universidade Concórdia – Montreal/Canadá, Pós-graduanda em Gestão de Negócios de Impacto Social. Formada em palhaçaria hospitalar pela Ong Canto Cidadão em 2016. Participou da 3ª e da 4ª edições do Encontro de Palhaços que atuam em Hospitais, promovido pelos Doutores da Alegria. Coordenadora de Gestão: Jucimara Biazzetto Romeira Pereira: Bacharel em Comunicação Social com ênfase em Relações Públicas pelo Centro Unversitário UNIFAAT – Atibaia/SP. Pós-Graduada em Administração Pública pelo Centro Universitário Internacional − UNINTER – Curitiba/PR. Gerente de Materiais e Contratos na Companhia de Saneamento Ambiental de Atibaia – SAAE. Coordenadora Artística: Marcia Cecilia Gaspar Silveira. Bacharel em Relações Púbicas pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero. Arte educadora pela Difusão Cultural de Atibaia, atua em oficinas de Artes em centros comunitários da região. Em 2020, foi contemplada por edital da Secretaria de Cultura de Atibaia a participar do “Culturar-te Atibaia em Casa” com duas oficinas – Dedoche e Carimbos – ambas gravadas em vídeo e divulgadas no YouTube. Coordenadora Teatral: Juliana Gobbe Doutoranda em Filosofia e História da Educação pela UNICAMP, Fundadora do Coletivo “Abraço Cultural”, Como escritora, lançou o livro de poesias “Óculos de Marfim”, Diretora de dois documentários – “HISTEDBR 30 anos” e “Brecht – No caminho da pedra 1 – Em 2018, atuou como pesquisadora no Institute of Social History, em Amsterdã/Holanda. Atualmente, coordena as atividades do Coletivo Literário Kalúnia. Gestor Financeiro: Paulo Reis Junior. Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade de São Paulo. MBA em Gestão Financeira e Controladoria pela UNIFAAT. Profissional da área financeira com vivências em Análise e Gestão de Crédito, Mercados Financeiros, Contabilidade, Assurance, Asset Management, Gestão de Riscos e Rotinas Administrativas. Seis anos de experiência em Análise e Gestão de Crédito em uma das maiores Trading Companies do país.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.