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PRONAC 212046ArquivadoMecenato

Memória do Desenvolvimento Tecnológico no ES (título provisório)

Pro Texto Comunicação e Cultura Ltda.
Solicitado
R$ 318,7 mil
Aprovado
R$ 318,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2021-10-20
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Vitória Espírito Santo

Resumo

Livro de interesse histórico e humanístico com fatos sobre a história da computação no mundo, no Brasil e no Espírito Santo, focalizando desde os primórdios da inteligência artificial, ainda no século XVII, até o uso de computadores no Espírito Santo a partir da década de 1960. O livro será baseado em pesquisa e entrevistas com alguns dos protagonistas dessa história. Como Contrapartida Social serão realizadas 02 palestras para alunos e professores da rede pública estadual .

Sinopse

A descrição detalhada dos temas a serem abordados no livro só poderá ser feita após a conclusão das pesquisas que serão custeadas por meio da Lei de Incentivo à Cultura. De qualquer forma, o livro descreverá a história da computação desde o século XVII, quando Blaise Pascal e Leibiniz desenvolveram as primeiras máquinas calculadoras. Ainda não eram computadores porque não eram programáveis. A ideia de programação veio no século XVIII com Charles Babbage para que as máquinas de tecer produzissem padrões de cores diferentes e a primeira pessoa a programar foi Ada Lovelace na equipe de Babbage. Até a década de 1940 só havia máquinas mecânicas de somar destinadas a controlar caixas registradoras e cálculos de engenharia. O avanço seguinte foi feito por Herman Hollerith com uma máquina para processar cartões perfurados, utilizada no censo de 1890 nos EUA, e que deu origem à empresa IBM. Foi na Segunda Guerra Mundial que realmente nasceram os computadores atuais desenvolvidos pela Marinha e pelo Exército dos Estados Unidos. John von Neumann propôs a ideia de computadores programáveis com armazenamento de dados e programas em memória, com o conceito que conhecemos hoje. A história da utilização de computadores por empresas, governos e universidades no Brasil começou na década de 1960. A mesma cronologia aconteceu no Espírito Santo e, como no restante do Brasil, foi provocando revoluções sucessivas de produtividade e novas possibilidades. Além de novas aplicações, a utilização de computadores criou novos empregos e novas profissões, mesmo antes de existirem cursos universitários específicos de formação. Documentar essas transformações recupera o caminho percorrido, as decisões importantes, as pessoas envolvidas, os sucessos e fracassos. Recupera também a evolução tecnológica dos computadores instalados nessas instituições e o seu espalhamento por outras instituições como a imprensa, as universidades, outros órgãos de governo e o meio empresarial. Entre as instituições pioneiras no uso da computação em território capixaba podem ser citadas a antiga Empresa Estatal de Processamento de Dados, atual Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Espírito Santo (Prodest), a Vale, a Universidade Federal do ES (Ufes) e o Banco do Estado do ES (Banestes). O livro que resultará deste projeto pretende recuperar a história dessas e de inúmeras outras empresas de Tecnologia da Informação (TI) criadas a partir do processo de privatização das grandes empresas, quando técnicos saíram para constituir seu negócio em um movimento de terceirização muitas vezes em articulação com sua empresa de origem. Técnicos do governo fizeram o mesmo movimento de criação de suas empresas prestadoras de serviço de TI, o que provocou um espalhamento por todo o estado da utilização dessas ferramentas pelas empresas privadas médias e pequenas. Certamente as empresas ficaram mais competitivas e houve uma elevação na qualidade dos empregos no Espírito Santo. O livro pretende abordar a evolução tecnológica de cada um desses atores e também situar no tempo e contar sobre eventos marcantes como a introdução da internet no estado, a primeira incubadora, a infraestrutura digital, os cursos de graduação e pós-graduação, o uso dos computadores pessoais, a proliferação da mobilidade do iPhone, chegando até aos movimentos mais recentes das startups e do ecossistema de inovação, o Vale da Moqueca e a Mobilização Capixaba pela Inovação. A publicação pretende trabalhar com depoimentos, recuperação de imagens e registro de eventos e casos marcantes que coloquem no tempo a história da Tecnologia da Informação no estado do Espírito Santo.

Objetivos

Objetivo Geral: Contribuir para o resgate e preservação da memória de uma atividade que tem cada vez mais importância para a população. As primeiras máquinas calculadoras foram criadas no século XVII, mas não eram computadores porque não eram programáveis. Os computadores propriamente ditos só começaram a ser utilizados na Segunda Guerra Mundial. A publicação será produzida a partir de pesquisa e entrevistas. O livro a ser produzido certamente se transformará em nova fonte de pesquisa sobre o assunto. Objetivo Específico: Publicação de livro com interesse histórico e humanístico que se propõe a contribuir para resgatar e preservar a história de empresas e profissionais que vêm contribuindo decisivamente para o bem estar da população e para o desenvolvimento do Espírito Santo. Além de novas aplicações na vida cotidiana, a utilização de computadores vem criando novos empregos e novas profissões. O livro que resultará do presente projeto vai documentar essas transformações na vida das pessoas assim como no funcionamento das empresas e instituições. Tiragem de 3.000 exemplares, cerca de 250 páginas em formato 15,5cm x 22,5cm ou similar, capa dura, e miolo 4 cores em papel pólen. Serão realizadas 02 palestras para alunos e professores da rede pública estadual

Justificativa

Entre outros atributos, o presente projeto contribui para a formação da memória, registrando fatos históricos e depoimentos de pessoas que atuaram e/ou atuam na construção de um Espírito Santo melhor. Portanto, enquadra-se no Art. 1º da Lei de Incentivo à Cultura, que reza: "Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: [....] Inciso VIII: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". Por relatar a mudança na , o projeto tem interesse humanístico. Por isso, também se enquadra no §3º do Art. 18 da mesma Lei, que diz em sua letra b: "As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: ...b) livros de valor artístico, literário ou humanístico."

Especificação técnica

Tiragem de 3.000 exemplares, cerca de 250 páginas em formato 15,5cm x 22,5cm ou similar, capa dura, e miolo 4 cores em papel pólen.

Acessibilidade

Produto Lançamento do Livro Produto Principal: Edição do Livro Acessibilidade para deficientes auditivos - esse item não se aplica ao produto livro, que pode ser lido normalmente por deficientes auditivos. O artigo 18 da In 02/19, determia: As propostas culturais apresentadas ao mecanismo de incentivo a projetos culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compativeis com as caracteristicas do objeto, sempre que tecnicamente possivel, conforme a Lei 13.146/2015 e Decreto nº 9.404 de 2018. Acessibilidade para deficientes visuais - Serão produzidos 100 audiolivros para distribuição gratuita a entidades que atendem pessoas cegas ou com séria deficiência visual. (Item 13 da planilha - Transcrição ); Acessibilidade fisíca: Para facilitar o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção haverá rampas no local do lançamento do livro, bem como banheiros adaptados e pessoas treinadas paraatender a todos que tenha alguma dificuldade de acessibilidade (Não há necessidade de contratação tendo em vista que todos os espaços onde serão lançados os livros possuem acessibilidade). Palestra (Contrapartida Social) Acessibilidade para deficientes auditivos - Será contratado intérprete de libras para atuar em cada uma das palestras (Item 16 da planilha orçamentária). Acessibilidade para deficientes visuais - Esse item não se aplica ao produto palestra, que pode ser ouvida normalmente por pessoas com deficiência visual. Acessibilidade fisíca: Para facilitar o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção haverá rampas no local da palestra, bem como banheiros adaptados e pessoas treinadas para atender a todos que tenham alguma dificuldade de acessibilidade. O local de realização das Palestras serão auditórios de Escolas Públicas que possuem acessibilidade para portadores de deficiência física.

Democratização do acesso

Produto Principal: Edição Livro IN nº 2/2019 - Art. 21 Inciso IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa. O presente projeto não se enquadra no Parágrafo único do Art. 20 da IN nº2/2019, isto é, não contempla o custeio de atividades permanentes. Produto Contrapartida Social: Serão realizadas 02 palestras para alunos e professores da rede pública estadual * In 02/2019 - Artigo 21- Inciso Terceiro, disponibilizar na internet registros audiovisuais das atividades de ensino (palestras presenciais).

Ficha técnica

Os profissionais que atuarão no projeto só serão contratados após a aprovação do projeto e a captação do patrocínio. Portanto, neste momento é impossível apresentar seus nomes e currículos. Coordenação: ANTONIO DE PÁDUA FERREIRA GURGEL Formado em Comunicação pela Universidade de Brasília, em julho de 1976. Atuou em vários veículos de comunicação em Brasília, Vitória e Rio de Janeiro, inclusive O Globo, Correio Braziliense, Gazeta Mercantil, Editora Abril, SBT, A Gazeta e outros. Idealiza, elabora, supervisiona e/ou executa projetos. Parceiros: Vem contando com a participação de parceiros como Ministério da Cultura, Petrobras, Vale, Eletrobras, Correios, Furnas Centrais Elétricas, Infraero, Fibria, ArcelorMittal e outras empresas. LIVROS "A REBELIÃO DOS ESTUDANTES - Brasília, 1968" - coordenação, texto e edição - Editora UnB - Brasília, 2002; 2ª edição - Editora Revan - Rio, 2004. 300 páginas - "JORNAL DA DÉCADA DE 70" - Coordenação geral e texto - 220 páginas - Brasília, 2012. "FERROVIA - um projeto para o Brasil" - coordenação geral - 200 páginas - São Paulo, 2005. - "ALBUÍNO AZEREDO - um homem de ferro" - autor e editor, 208 páginas - Vitória, 2011. - "O DIÁRIO DA RUA SETE - 40 versões de uma paixão" - projeto, coordenação e edição - Vitória - 1998. 228 páginas. - "A FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS E O DESENVOLVIMENTO" - projeto, coordenação, texto final e edição. - Vitória, 1998. 168 páginas. - "SÃO PEDRO, VITÓRIA - um exemplo para o mundo" - projeto, coordenação, edição e texto final - Vitória, 2002. 140 páginas. - "PORTOS DO ESPÍRITO SANTO" - coordenação-geral - Vitória, 2002. 196 páginas. - "COLEÇÃO GRANDES NOMES DO ESPÍRITO SANTO" - Coordenação geral, num total de 34 livros até agora, inclusive os seguintes: - Rubem Braga - 144 pág. 2005 - Maysa - 178 pág. 2004 - Nara Leão - 220 pág. 2005 - Padre José de Anchieta - 114 pág. 2005 - Augusto Ruschi - 107 pág. 2005 - Geir Campos - 236 pág. - 2007 FILMES LONGA-METRAGEM Produtora do filme-documentário "A Rebelião dos Estudantes - Brasília 1968", 71 minutos - dirigido por Alvarina Sousa e Silva - 2007

Providência

Arquivado conforme solicitação do proponente