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O projeto Faço p'Arte é uma ação de inclusão cultural que objetiva ambientar os imigrantes africanos que residem em Videira SC bem como reduzir as distâncias culturais que impedem manifestações e dificultam questões básicas como a comunicação, aproximando e difundindo culturas, bem como desenvolvendo a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. Serão realizados worshops culturais em praça pública sobre danças típicas, músicas de raiz, contos e histórias de vida de cada um transformadas em peças de teatro, oficinas de aproximação cultural entre a linguagem e a comunicação e palestras de formação cultural.
DAS OFICINAS/WORKSHOPS Poderão ocorrer na forma presencial, ou na forma de ensino à distância. Trabalha-se com a possibilidade de ensino à distância devido as incertezas causadas pela pandemia covid-19 e seus desdobramentos de distanciamento social, então caso não de para conduzir atividades presenciais, em determinados momentos, serão conduzidas à distância ( ou numa ou em outra modalidade). Na modalidade online as atividades poderão ser gravadas e disponibilizadas, ou então poderá ocorrer por meio de interação ao vivo com o palestrante. CONTRAPARTIDA SOCIAL: PALESTRAS Poderão ocorrer na forma presencial ou online. Trabalha-se com a possibilidade de ser online devido as incertezas causadas pela pandemia covid-19 e seus desdobramentos de distanciamento social, então caso não de para conduzir as atividades presenciais, em determinados momentos, serão conduzidas à distância (ou numa ou em outra modalidade). Na modalidade online as atividades poderão ser gravadas e disponibilizadas, ou então poderá ocorrer por meio de interação ao vivo com o palestrante.
Objetivo Geral O projeto objetiva a realização de workshops e oficina de inclusão cultural e social dos imigrantes e refugiados do continente africano que vivem no município de Videira, SC, aproximando e difundindo culturas, bem como desenvolvendo a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. Objetivos Específicos - Realizar um worshop sobre danças brasileiras, catarinenses e africanas para fins de conhecimento e inclusão para cerca de 180 participantes. - Realizar um worshop sobre músicas de raíz, incluindo descrição e demonstração de instrumentos e tipos de músicas para cerca de cerca de 180 participantes. - Realizar um workshop de contos brasileiros e africanos, com histórias de vida de imigrantes que vieram até aqui para cerca de 180 participantes. - Realizar um worshop de gírias e linguagens regionais para inserir e ambientar imigrantes na nossa cultura para cerca de 180 participantes. - Realizar um worshop de hábitos e indumentárias como o chimarrão, o shopp a roupas coloridas para cerca de 180 participantes. - Realizar uma oficina estudos linguísticos _ português para estrangeiros para cerca de 30 participantes. - Realizar 3 palestras de formação cultural para cerca de 150 estudantes e professores de escolas públicas tratando sobre a importância do acesso a arte/cultura como mecanismo de inclusão e desenvolvimento social. Trata-se da ação de contrapartida social.
No século 19, imigrantes alemães, italianos e eslavos chegaram a SC e tomaram conta das terras, formaram empresas, se ambientaram, trouxeram um pouco de sua cultura e absorveram o que aqui havia fazendo uma mistura cultural rica e abundante. Hoje, essa história se repete, mas com povos africanos e não mais europeus. Talvez fugidos de seus países pelos mesmos motivos, mas enfrentando uma realidade muito diferente. Segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de SC, mais de 11 mil migrantes de 95 países vivem em Santa Catarina, sendo o continente africano o mais representado aqui. De todos os desafios que a pandemia trouxe, como o desemprego desses imigrantes, por exemplo, ainda não superam o desafio maior que é a diferença cultural e a dificuldade da comunicação entre estrangeiros e nativos. Uma pesquisa realizada pelos alunos Karine de Souza SilvaHenrique Martins da SilveiraJuliana Muller da Universidade Federal de SC revela as singularidades da recente imigração africana na região da grande Florianópolis, que é também a realidade da cidade de Videira e tantas outras cidades Brasileiras. A investigação utilizou-se de métodos e técnicas de pesquisa qualitativa (análise documental) e quantitativa (cadastro institucional fechado) e centrou-se no levantamento de informações e análise do perfil de uma amostra de 74 imigrantes e refugiados atendidos pelo Projeto de Extensão Núcleo de Apoio a Imigrantes e Refugiados da Universidade Federal de Santa Catarina, em parceria com a Pastoral do Migrante. Este estudo pioneiro no âmbito das novas migrações de africanos revelou: a) um continuado processo de invisibilização dos povos negros; b) que a inexistência de políticas estaduais específicas acarreta o descumprimento das normativas internacionais em matéria de migrações, e incita a universidade e os setores da sociedade civil a protagonizarem o acolhimento destes coletivos. Assim sendo, o presente projeto objetiva a aproximação e a inclusão cultural e social desses imigrantes que vivem na cidade de Videira, SC através de oficinas e workshops da nossa culturas. O Projeto Faço p’Arte objetiva a realização de workshops e oficina de inclusão cultural e social dos imigrantes e refugiados do continente africano que vivem no município de Videira, SC. Quais enfrentam os desafios da língua, da cultura e da comunicação o que dificulta a convivência, o ingresso nas vagas de emprego existentes e acaba por resultar em fome, miséria, bulling e outras tantas consequências quando a diferença cultural é muito expressiva. O projeto aproxima e difunde culturas, além de fortalecer a produção e fruição de produtos culturais na região e favorecer a inclusão social por meio do acesso à cultura, vindo de encontro com as políticas nacionais de incentivo à cultura. O projeto atende as seguintes finalidades do artigo 1° da lei n° 8313: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; O projeto atende os seguintes objetivos, do artigo 3°, da lei n° 8313: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Workshop 1 ( composto por 1 oficina): sobre danças brasileiras, catarinenses e africanas para fins de conhecimento e inclusão. Oficineiro: Giovani Primieri (vide currículo na ficha técnica). Workshop 2 ( composto por 2 oficinas): sobre músicas de raíz, incluindo descrição e demonstração de instrumentos e tipos de músicas. Oficineiro: Felipe Granemann de Lima (vide currículo na ficha técnica). Oficineiro: Marcos Moraes (vide currículo na ficha técnica). Workshop 3 ( composto por 1 oficina): sobre contos brasileiros e africanos, com histórias de vida de imigrantes que vieram até aqui. Oficineiro: Giovani Primieri (vide currículo na ficha técnica). Workshop 4 ( composto por 1 oficina): sobre gírias e linguagens regionais para inserir e ambientar imigrantes na nossa cultura. Oficineiro: Giovani Primieri (vide currículo na ficha técnica). - Workshop 5 ( composto por 1 oficina): sobre hábitos e indumentárias como o chimarrão, o shopp a roupas coloridas. Oficineiro: Giovani Primieri (vide currículo na ficha técnica). Pequenas alterações nos oficineiros poderão ocorrer no momento de execução, levando consideração formação e experiência profissional. DA OFICINA DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS – PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS Duração: 10 encontros semanais de 2h = 20h EMENTA: Aspectos das relações interculturais. Aplicação ao ensino de português como língua estrangeira. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Interculturalidade. Conceitos: cultura, identidade, identidade nacional, plurilinguismo, multiculturalismo, interculturalismo. Exercícios de reconhecimento de padrões culturais diferentes: diferentes culturas em diferentes países. Exercícios de reconhecimento de padrões culturais diferentes: diferentes culturas no Brasil. Professor: Maria Luiza Vanz (vide currículo na ficha técnica).
OFICINAS/ WORSHOPS Presenciais (se for o caso): Acessibilidade física: Os workshops acontecerão em praça pública, locais que que por força de lei já são adequados a pessoas com mobilidade reduzida. E ou em sala com rampa de acesso, barras de segurança e piso adequado e todas os participantes que estiverem inscritos poderão participar. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: Caso identificado alunos com deficiência visual, ou capacidade intelectual reduzida, esses serão auxiliados por monitores nas aulas que facilitarão o aprendizado. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores. Acessibilidade para deficientes auditivos: Caso identificado alunos com deficiência auditiva será disponibilizado intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras. À distância (se for o caso): Acessibilidade física: Não se aplica, pois os alunos receberão o conteúdo em casa virtualmente. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: Deficientes visuais receberão áudios explicativos e específicos dos professores, com cautela e a devida atenção necessária para o aprendizado. Dispondo também de assessoria remota de monitor. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores. Acessibilidade para deficientes auditivos: Havendo participantes com deficiência auditiva serão disponibilizados materiais (vídeos instrutivos) com interpretação de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras. CONTRAPARTIDA SOCIAL/ PALESTRAS Presenciais (se for o caso): Acessibilidade física: As palestras serão realizadas em local adequado, com rampa de acesso, e priorização das primeiras fileiras a pessoas especiais, com mobilidade reduzida, e ou idosos. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: Pessoas com deficiência visual não terão dificuldade em ouvir as palestras, uma vez que serão narradas em palco. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Palestrante ( próprio palestrante). Acessibilidade para deficientes auditivos: Caso identificado público com deficiência auditiva será disponibilizado intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras. À distância (se for o caso): Acessibilidade física: Não se aplica, pois o público receberá o conteúdo em casa virtualmente. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: Pessoas com deficiência visual não terão dificuldade em ouvir as palestras, uma vez que serão narradas na transmissão. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Palestrante ( o próprio palestrante) Acessibilidade para deficientes auditivos: Será disponibilizada uma versão com intérprete de libras de maneira que se garanta o acesso a pessoas com deficiência auditiva. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras.
Todos os produtos culturais do projeto serão oferecidos de forma democrática e gratuita ao público beneficiário, com ampla divulgação na internet, rádios, jornais, carro de som (quando necessitar), banner, cartazes, outdoor e afins. Conforme necessidade de alcance do público. OFICINAS/ WORSHOPS Será adotado com ação de democratização de acesso o inciso/medida do art. 21 da IN nº 02/2019: IV- Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; CONTRAPARTIDA SOCIAL/ PALESTRAS Será adotado com ação de democratização de acesso o inciso/medida do art. 21 da IN nº 02/2019: IV- Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
EMUVI – proponente (função no projeto: coordenação geral), atuará como coordenador geral do projeto: desenvolvendo e contratando os prestadores de serviços, gerenciando os recursos e ações do projeto, voltadas a execução efetiva, a fim de garantir qualidade, transparência e eficiência no projeto como um todo. Será remunerado pela rubrica de coordenação geral. FELIPE GRANEMANN DE LIMA - FELIPINHO DO ACORDEON ( função no projeto: oficineiro de acordeon): Iniciou seus estudos com o acordeon aos 9 anos de idade. Aos 11 anos, no ano de 2007, participou do concurso internacional de acordeonistas na cidade de Jaú-SP, obtendo o 7º lugar na classificação entre adultos. No ano seguinte, no mesmo concurso, obteve o 4º lugar. No ano de 2008, foi campeão da categoria mirim do rodeio internacional da Vacaria-RS. Em 2010, foi campeão da categoria juvenil, também do mesmo rodeio. Em 2010, participou novamente do mesmo quadro, juntamente com os demais talentos que já haviam se apresentado no programa. No ano de 2011, participou do festival de acordeon na cidade de Castelfidardo na Itália, obtendo a 7º colocação entre participantes do mundo inteiro. Em 2014, participou como jurado no concurso de acordeon na cidade de Santiago, no Chile. Em 2015, realizou aperfeiçoamento de estudos de técnica de acordeon na cidade de Reggio Emilia, na Itália. PAULO MARCOS MORAES (função no projeto: oficineiro de violão para workshop): Cantor, compositor, produtor, professor de música, instrumentista, cursando licenciatura em música, atuantes em diversos projetos, e com diversos CDs gravados . MAGNA REGINA TESSARO BARP (função no projeto: coordenadora técnica e palestrante): Pedagoga, com MBA em gerenciamento de projetos, mestrado em educação, palestrante, empreendedora, master coach empresarial e presidente do Instituto Humaniza. ANA JÚLIA RIBEIRO ( função no projeto: assistente/ analista de projetos e comunicação): Graduando em Engenharia de Produção, analista de projetos e de comunicação no Instituto Humaniza. DENER SANTOS DE SOUZA (função no projeto: coordenador técnico e palestrante): Engenheiro de Produção, especialista em gestão financeira, Black Belt Lean Six Sigma, empresário, consultor de negócios, produtor cultural e diretor de projetos culturais no Instituto Humaniza. CAMILA BEBBER GOMES (função no projeto: coordenado de marketing e comunicação): Formada em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo com pós graduação em Comunicação Empresarial e Marketing. Trabalhou no Governo do Estado de Santa Catarina, na ADR Campos Novos por 7 anos como assessora de comunicação e imprensa e ainda na Cooperativa Agropecuária Camponovense - Coocam como coordenadora de comunicação por outros 5 anos. Atua hoje no Instituto Humaniza coordenando a comunicação e mídias de projetos e programas. GIOVANI PRIMIERI ( função no projeto: oficineiro de danças, contos, gírias e linguagens, hábitos e indumentárias): Tradicionalista, mentor e realizador do Rodeio Artístico Nacional de Abdon Batista e do Celeiro da Poesia. Professor de Dança Gaucha, escritor, poeta, estudioso e autodidata da cultura gaúcha MARIA LUIZA VANZ ( professora de língua): formada em letras, com habilitação em língua portuguesa e inglesa, Bacharelado e Licenciatura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie/ SP. Estagio durante dois anos na editora acadêmica Mackenzie, fez parte de equipe de relação internacional da instituição sendo responsável pela mediação entre universidade e alunos estrangeiros. Atualmente atua como professora de Inglês e Português na EMUVI ESCOLA DE MÚSICA DE VIDEIRA LTDA e em projetos geridos pela mesma. JULIANO DE LIMA (oficineiro e captador de recursos): Empresário do setor cultural possui mestrado em música é professor e músico profissional.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.