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PRONAC 212144Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ENERGIA DO FUTURO

DEUSDARA FILMES LTDA
Solicitado
R$ 600,0 mil
Aprovado
R$ 600,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-01-03
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produzir e finalizar o filme documentário média-metragem ENERGIA DO FUTURO, com aproximadamente 52 minutos, em Full-HD, que traça um panorama sobre as matrizes energéticas no Brasil e no mundo, com foco na transição para o futuro. Realizar distribuição, promover três (3) palestras, desenvolver sítio de internet para hospedagem de conteúdo gratuito sobre temas ao redor do filme.

Sinopse

ENERGIA DO FUTURO é um filme que busca registrar, através dos olhos da fotógrafa Raquel de Camargo, a transição das matrizes energéticas no Brasil, compreendendo o passado e o presente para vislumbrar o futuro. A escolha dos personagens é fundamental, pois indica a grande variedade de realidades que o país apresenta. ENERGIA DO FUTURO tem início com uma reflexão da fotógrafa sobre a importância da luz e da energia para o seu próprio trabalho. Personagens inspiradores e especialistas guiam a busca da equipe por ferramentas de geração de energia do presente e ideias para o futuro. Em seu conjunto, estas histórias e depoimentos ajudarão a entender o contexto das matrizes energéticas no Brasil hoje e as possibilidades para os próximos anos. Esta linha é sutil e invisível, mas permite a construção de uma narrativa fechada, um ciclo completo, embora estejamos falando de uma obra aberta, reflexiva, sem pretensão de estabelecer verdades ou morais definidas sobre o assunto. A intenção é abrir janelas reflexivas para serem exploradas em sessões de debates. Por isso vale ressaltar que a narrativa tem por objetivo a provocação de discussões que serão exploradas em narrativas não-lineares de diversos formatos e mídias, em discussões nas redes sociais e em encontros presenciais, partes fundamentais do presente projeto. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA ETÁRIA LIVRE.

Objetivos

Objetivos gerais: O objetivo do projeto é produzir o filme documentário média-metragem (aprox. 52 min) intitulado ENERGIA DO FUTURO, promover três sessões de lançamento com debate, realizar o mínimo de 48 exibições, desenvolver um sítio de internet com conteúdos gratuitos e realizar 3 três encontros de contrapartidas. Objetivos Específicos: PRODUTO PRINCIPAL (MÉDIA-METRAGEM) - Produzir e finalizar o filme documentário de média metragem de aproximadamente 52 minutos intitulado ENERGIA DO FUTURO. - Realizar três exibições de lançamento do filme, em três salas de cinema do circuito alternativo de São Paulo (SP), Belém (PA), e Recife (PE) com a presença do diretor, para estudantes do ensino médio e universitários, professores e formadores de opinião. Entrada gratuita. Expectativa de público: 180 pessoas, 60 para cada sessão. - Distribuir o filme em frentes distintas para garantir no mínimo 48 sessões, em instituições públicas de ensino e cultura, com expectativa total de público de 1620 pessoas.Entrada gratuita. a. Realizar seis (6) exibições do filme, em instituições públicas de ensino e cultura no Estado de São Paulo, com presença do diretor, e entrada gratuita. c. Realizar distribuição nacional do filme, com doze (12) sessões, em instituições públicas de ensino e cultura, com presença virtual do diretor. Entrada gratuita. d. Realizar trinta (30) sessões de exibição guiada para instituições públicas de ensino e cultura, com material informativo para discussão. Entrada gratuita. PRODUTO SECUNDÁRIO (SÍTIO DE INTERNET) - Desenvolver sítio de internet, como produto secundário, e produzir conteúdos multimídia (4 reportagens, 4 vídeos de até 2 minutos e 4 episódios de podcast com duração entre 20 e 35 minutos) para veiculação gratuita em sítio de internet do projeto. PRODUTO SECUNDÁRIO (CONTRAPARTIDAS SOCIAIS) - Realizar três encontros de contrapartidas chamados Imagem parada? A fotografia no cinema documental, com entrada gratuita. Cada encontro contará com exibição do filme, seguido de palestra de no mínimo 60 minutos com presença de especialista.

Justificativa

O Brasil é, hoje, um dos epicentros da transição energética mundial. Estamos passando por um processo acelerado de crescimento do setor de geração distribuída (GD). Estão cada vez mais presentes as micro e mini usinas de geração própria de energia elétrica por meio de fontes renováveis e limpas, tornando seus proprietários verdadeiros ‘prossumidores’, com sistemas conectados à rede de distribuição para compartilhar o excedente de energia dos modais solar, eólico, hídrico e biomassa: todos livres de emissões de gases do efeito estufa. Em setembro de 2021, este tipo de sistema alcançou a marca nacional de 7 GW (gigawatts) de potência instalada, o suficiente para abastecer mais de dez milhões de habitantes. Este feito concretizado e a tendência de crescimento do setor são comemorados como uma conquista coletiva, mesmo que os investimentos para a construção de cada micro ou mini usina tenha sido de origem privada. Os resultados são percebidos por todos. A ampliação da capacidade da matriz energética por meio de sistemas de geração distribuída colabora para o combate ao aquecimento global, dado que cada novo gigawatt (GW) evita a emissão de mais de 406 mil toneladas de gases do efeito estufa, por ano, segundo cálculos da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD). Nacionalmente, uma visão moderna para o setor elétrico deve contar com a GD como protagonista para a estruturação de uma matriz capaz de aproveitar de modo eficaz a diversidade e a disponibilidade de fontes renováveis e limpas, aqui presente como em poucas regiões do planeta. Globalmente, este movimento já conta com a participação de países como China e Estados Unidos. Os chineses já sinalizaram que vão cortar financiamento para implementação de usinas de carvão, enquanto os americanos têm um plano para elevar a participação dos sistemas fotovoltaicos na matriz energética, dos atuais 4% para 45%, até 2050. - Matriz Energética Mundial: globalmente, o setor de energia é responsável por 75% das emissões de gases do efeito estufa, apesar de não atender cerca de 1,5 bilhão de pessoas, segundo estimativas da Organização das Nações Unidas. Na Assembleia Geral, em Nova Iorque (20 a 24 de setembro), pela primeira vez, a ONU teve a produção e garantia de acesso à energia como tema a ser enfrentado pelos chefes de Estado, empresas privadas e entidades não governamentais participantes, durante o evento High-level Dialogue on Energy. O Brasil foi convidado a ser um dos 30 estados-membros a liderar o diálogo sobre transição energética. Após sinalização clara de duas potências mundiais _ EUA e China _ na direção de uma mudança consistente nos meios de geração de energia, a transição energética está prestes a passar por uma alavancagem sem precedentes. - Transição Energética: a busca pela descarbonização da matriz energética e, num contexto maior, até mesmo de toda atividade humana é uma tendência defendida por setores da sociedade, em inúmeras nações. Este movimento também leva em conta a emissão de outros gases do efeito estufa _ metano, óxido nitroso e ozônio. A justificativa para o que se convencionou chamar de transição energética tem lastro na realidade constatada por estudos científicos. O sexto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) detectou que a temperatura média da Terra, em comparação com os padrões pré-industriais, subiu 1,1º C. Entre as consequências globais, como elevação do nível do mar e maior incidência de eventos climáticos severos. - Fontes renováveis: esse conceito precisa ser desmistificado, alçado a um patamar de apropriação pela sociedade, como um todo. A busca por fontes renováveis deve ser percebida como um caminho fundamental para o futuro da humanidade, nos mais diferentes aspectos: preservação do meio ambiente, acesso garantido e seguro à energia, qualidade de vida, desenvolvimento humano, progresso científico. Ou seja, o tema não é uma exclusividade para defensores do meio ambiente, sendo uma pauta multidisciplinar pertinente à economia, planejamento de infraestrutura, organização de espaços urbanos, estruturação de indústria e agroindústria. - Inovação e Futuro: o avanço de tecnologias está ocorrendo em ciclos cada vez mais curtos de duração e com possibilidades sempre maiores de barateamento do acesso aos novos produtos e equipamentos que oferecem possibilidades de comunicação, conforto, novos meios de trabalho, saúde, educação, entretenimento e segurança. Contudo, o consumo de energia elétrica seguirá uma tendência de alta, pari passo, com esta profusão de novas possibilidades tecnológicas. Assim, é impositivo o planejamento estratégico do emprego de fontes renováveis e limpas, criando infraestruturas de geração também mais eficientes e distribuídas, capazes de garantir o acesso à energia para as populações já assistidas e levá-la para mais de 1,5 bilhão de pessoas que, ainda no século XXI, não têm acesso a este item indispensável. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural; a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. Por fim, a aprovação e viabilização do projeto A ENERGIA DO FUTURO junto ao Ministério do Turismo, via Lei de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de realização de projetos culturais no Brasil, através de parcerias com a iniciativa privada. Por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e suas regulamentações, é possível, com essas parcerias, realizar projetos que não visem apenas à finalidade de marketing empresarial, mas também realizar projetos de relevância artística, cultural e social, formativos e acessíveis à população, como o proposto.

Especificação técnica

DETALHAMENTO TÉCNICO Cada diária de filmagem será realizada com 3 (três) câmeras do tipo DSLR ou mirrorless digitais, com lentes série L da Canon compatíveis com a câmeras, sendo uma grande angular 16-35mm f 2.8, uma Zoom 24-70mm f 2.8 e outra teleobjetiva 70-200 f 2.8, tripés Manfrotto e 3 (três) painéis de led com tripés voltados para a iluminação do set. Além disso, será utilizado equipamento de estabilização de imagem Ronin, voltado para captura de imagens em movimento. Para a parte de áudio será utilizado microfones lapela g3 da Sennheinser, micrifone boom Shure, gravador com 4 (quatro) canais Tascam, além de monitores Sennheiser e Tascam. Para logagem do material será utilizado computador MacBook Pro, cartões de memória Sandisk e HDs externos portáteis Seagate. Os sets de filmagem serão organizados em três etapas: a primeira para montagem do set e setup do equipamento; a segunda para a realização de entrevista; e a última dedicada à ação, quando os personagens realizam suas tarefas cotidianas e revelam seu habitat, ética e envolvimento com os temas e assuntos concernentes ao filme. Público Alvo ENERGIA DO FUTURO é um filme que dialoga com criadores e consumidores do cinema de não-ficção, fotografia, como também para estudantes e docentes destas respectivas áreas. Por se tratar de um tema de interesse social, é voltado também para estudantes dos ensinos fundamental e médio, estudantes universitários e docentes de todos os níveis. Seu caráter inspiracional pretende provocar movimentos positivos de reflexão sobre a relação entre humanos e os recursos naturais, além de conscientizar para o potencial das novas tecnologias para geração de energia renovável, por isso o filme pretende alcançar um público cada vez mais amplo, com classificação etária livre. Em seguida, consideramos formadores de opinião, jornalistas, influenciadores e técnicos ligados ao desenvolvimento e gestão destas tecnologias. Estratégia de Divulgação O filme é o ponto de partida para uma série de ações (reportagens, podcasts, minidocs e sessões de debate e exibição) que visam pautar e ampliar a discussão da tecnologia na sociedade. A estratégia de divulgação passa pela criação de um site que vai abrigar conteúdos multimídia livres para apoiar essa discussão com a sociedade. Por ser um documentário que trata de um tema relevante para toda a sociedade, a estratégia vai privilegiar a distribuição social, com quarenta e oito (48) exibições gratuitas do filme em instituições de ensino e cultura em todo o Brasil, sendo 18 delas com presença física ou virtual do diretor. Duração do média metragem: 52 minutos

Acessibilidade

Produto Principal: média-metragem - Acessibilidade física: não se aplica por se tratar de um projeto audiovisual. - Acessibilidade para deficientes visuais: o filme estará disponível às pessoas com deficiência visual por meio de audiodescrição (conforme item na planilha orçamentária). - Acessibilidade para deficientes auditivos: o filme estará disponível às pessoas com deficiência auditiva por meio de legendas descritivas e libras (itens previstos na planilha orçamentária). Produto Secundário: sítio de internet - Acessibilidade física: não se aplica por se tratar de um produto audiovisual. - Acessibilidade para deficientes visuais: o site será totalmente acessível, com legendas ocultas para pessoas com deficiência visual (item previsto na planilha orçamentária). - Acessibilidade para deficientes auditivos: todos os episódios do podcast serão transcritos e todos os minidocs contarão com legenda e audiodescrição. Produto Secundário: Contrapartidas Sociais - Acessibilidade física: uma vez que as contrapartidas serão realizadas dentro de instituições de ensino e cultura com acessibilidade física garantida (por isso não será necessário acréscimo de custos no orçamento). - Acessibilidade para deficientes visuais: os debates serão realizados oralmente, sendo desnecessário acréscimo de medidas de acessibilidade para esse público. - Acessibilidade para deficientes auditivos: os três debates realizados como contrapartidas sociais contarão com intérprete de libras (previsto em orçamento).

Democratização do acesso

1. Lançamento nacional Como lançamento do filme, serão realizadas três exibições em salas de cinema não comerciais, do circuito alternativo, abertas ao público, com ingressos gratuitos, em São Paulo (SP), Belém (PA) e Cuiabá (MT). Expectativa de público: 180 pessoas para as três exibições, 60 para cada. Classificação indicativa etária: LIVRE Público Alvo: estudantes do ensino médio e universitários, professores, replicadores, formadores de opinião, público geral. Ingressos gratuitos. Presença da diretora para debate. 2. Exibição em São Paulo com presença do diretor Seis sessões de exibição do filme no Estado de São Paulo, com presença do diretor, para apresentação do filme e debate. Serão realizados em instituições públicas de ensino (escolas, universidades) e espaços culturais (instituições, institutos, entre outros). Expectativa de público: 270 pessoas para as seis (6) exibições, 45 pessoas para cada. Classificação indicativa etária: LIVRE Público Alvo: estudantes do ensino médio e universitários, professores, replicadores, formadores de opinião, público geral. Ingressos gratuitos. Presença do diretor. 3. Exibição Nacional com presença virtual do diretor Doze (12) sessões de exibição nacional, com presença virtual do diretor para apresentação do filme e debate. Serão realizados em instituições públicas de ensino (escolas, universidades) e espaços culturais (instituições, institutos, entre outros). Expectativa de público: 450 pessoas para as doze (12) sessões, 37 pessoas para cada. Classificação indicativa etária: LIVRE Público Alvo: estudantes do ensino médio e universitários, professores, replicadores, formadores de opinião, público geral. Ingressos gratuitos. Presença virtual do diretor. 4. Exibição guiada Trinta (30) sessões realizadas em instituições públicas de ensino (escolas, universidades) e espaços culturais (instituições, institutos, entre outros) de todo o Brasil, com material informativo de apoio para discussão. Expectativa de público: 900 pessoas para as doze (30) exibições, 30 para cada. Classificação indicativa etária: LIVRE Público Alvo: estudantes do ensino médio e universitários, professores, replicadores, formadores de opinião, público geral. Ingressos gratuitos. Produto secundário: sítio de internet O sítio, assim como todos os conteúdos presentes nele (reportagens, podcasts e minidocs), terá acesso gratuito. Para amplificar seu alcance, será realizado um trabalho de busca por palavras-chave que coloquem o conteúdo em boa posição nas principais ferramentas de pesquisa (trabalho previsto em orçamento de Comunicação). Expectativa de público: 600 visitantes para o primeiro ano. Classificação indicativa etária: LIVRE Público Alvo: estudantes do ensino médio e universitários, professores, replicadores, formadores de opinião, público geral. Acesso gratuito. Produto secundário: contrapartidas sociais Como medidas de democratização de acesso para esse produto, adotaremos o exposto no inciso do artigo 21 da IN nº 02/2019 do MinC, a saber: V – realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. Além das atividades mencionadas na Democratização de acesso dos produtos citados acima (como lançamentos e distribuição social), iremos promover três encontros gratuitos e abertos ao público em geral, em escolas públicas e/ou universidades. Estes encontros terão a presença de especialistas e da diretora* para tratar de tecnologias usadas no cinema documental. Os encontros contarão com a exibição do filme e uma palestra, com duração mínima de 60 minutos. A proposta inicial é que sejam realizados presencialmente, entretanto, caso não seja possível devido às condições sanitárias devido à pandemia, faremos os encontros on-line. Nome das palestras: Imagem parada? A fotografia no cinema documental Expectativa de público: 80 pessoas, para cada palestra, totalizando 240 pessoas. Classificação indicativa etária: LIVRE Público Alvo: estudantes do ensino médio e universitários, professores, replicadores, formadores de opinião, público geral. Ingressos gratuitos.

Ficha técnica

Nome: DEUSDARÁ FILMESFunção no projeto: Proponente e responsável por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projeto. Nome: Vinícius BopprêFunção no projeto: Direção. Nome: Graziela MantoanelliFunção no projeto: Produção Executiva. Nome: Sérgio RizzoFunção no projeto: Roteiro. Nome: Leonardo BrantFunção no projeto: Direção de Fotografia. Nome: Lucas MeloFunção no projeto: Montagem. Nome: Bruna ZanichelliFunção no projeto: Direção de arte

Providência

PROJETO ARQUIVADO.