| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33426420000193 | UNISYS BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 600,0 mil |
Produzir e finalizar o filme documentário média-metragem CIBERNÉTICAS, com aproximadamente 52 minutos, em Full-HD, que conta histórias inspiradoras de grandes nomes da tecnologia no país. Realizar distribuição, promover 3 palestras, desenvolver sítio de internet para hospedagem de conteúdo gratuito sobre temas ao redor do filme.
CIBERNÉTICAS é um filme que busca entender o impacto da tecnologia na sociedade, por meio de histórias de pessoas que desenvolveram ferramentas tecnológicas no passado e no presente. A escolha dos personagens é fundamental, pois indica a grande variedade de realidades que o país apresenta. O filme começa a partir de uma reflexão da própria diretora a respeito do uso das tecnologias. Personagens inspiradores guiam a busca da equipe pela compreensão das ferramentas que impactaram e continuam impactando o Brasil e o mundo. O filme parte destas histórias para contextualizar passado, presente e futuro. Em seu conjunto, estas histórias e depoimentos ajudarão a entender o contexto dos avanços tecnológicos e as transformações decorrentes deles. Com a ideia de inspirar, por meio de bons exemplos, o projeto vai buscar soluções inteligentes no âmbito empresarial, da política pública e de pessoa física, que consigam aprofundar as discussões éticas e filosóficas sobre o uso da tecnologia, seu potencial transformador e as relações de mercado que se formam a partir da inovação. Esta linha é sutil e invisível, mas permite a construção de uma narrativa fechada, um ciclo completo, embora estejamos falando de uma obra aberta, reflexiva, sem pretensão de estabelecer verdades ou morais definidas sobre o assunto. A intenção é abrir janelas reflexivas para serem exploradas em sessões de debates. Por isso vale ressaltar que a narrativa tem por objetivo a provocação de discussões que serão exploradas em narrativas não-lineares de diversos formatos e mídias, em discussões nas redes sociais e em encontros presenciais, partes fundamentais do presente projeto. Classificação indicativa etária LIVRE.
Objetivos gerais: O objetivo do projeto é produzir o filme documentário média-metragem (aprox. 52 min) intitulado CIBERNÉTICAS, promover três sessões de lançamento com debate, realizar o mínimo de 48 exibições, desenvolver um sítio de internet com conteúdos gratuitos e realizar 3 três encontros de contrapartidas chamados Ciberfilmes. Contando com histórias de pessoas que desenvolveram iniciativas tecnológicas no Brasil e no mundo com uma linguagem acessível, o filme visa revelar o impacto positivo destas tecnologias em nossas vidas, com o objetivo de informar e sensibilizar o público sobre o tema, que contará ainda com um processo próprio de distribuição que visa criar novos espaços para exibição da obra. Objetivos específicos:PRODUTO PRINCIPAL (MÉDIA-METRAGEM) - Produzir e finalizar o filme documentário de média metragem de aproximadamente 52 minutos intitulado CIBERNÉTICAS. - Realizar três exibições de lançamento do filme, em três salas de cinema do circuito alternativo de São Paulo (SP), Belém (PA), e Recife (PE) com a presença da diretora, para estudantes do ensino médio e universitários, professores e formadores de opinião. Entrada gratuita. Expectativa de público: 180 pessoas, 60 para cada sessão. - Distribuir o filme em frentes distintas para garantir no mínimo 48 sessões, em instituições públicas de ensino e cultura, com expectativa total de público de 1620 pessoas.Entrada gratuita. a. Realizar seis (6) exibições do filme, em instituições públicas de ensino e cultura no Estado de São Paulo, com presença da diretora. Entrada gratuita. c. Realizar distribuição nacional do filme, com doze (12) sessões, em instituições públicas de ensino e cultura, com presença virtual da diretora. Entrada gratuita. d. Realizar trinta (30) sessões de exibição guiada para instituições públicas de ensino e cultura, com material informativo para discussão. Entrada gratuita. PRODUTO SECUNDÁRIO (SÍTIO DE INTERNET) - Desenvolver sítio de internet, como produto secundário, e produzir conteúdos multimídia (6 reportagens, 6 vídeos de até 2 minutos e 6 episódios de podcast com duração entre 20 e 35 minutos) para veiculação gratuita em sítio de internet do projeto. PRODUTO SECUNDÁRIO (CONTRAPARTIDAS SOCIAIS) - Realizar três encontros de contrapartidas chamados Ciberfilmes: tecnologias no cinema de não-ficção, na cidade de São Paulo (SP), com entrada gratuita. Cada encontro contará com exibição do filme, seguido de palestra de no mínimo 60 minutos com presença de especialista.
O Brasil é o terceiro país do mundo em volume de uso de internet. E esta é só uma das tecnologias presentes na vida da sociedade. Para se ter uma ideia, cerca de 135 milhões de brasileiros usam a internet diariamente. Entre os serviços mais utilizados estão produtos e serviços, serviços de saúde, pagamentos ou transações financeiras e viagens. Na área de educação e trabalho, as pesquisas mais comuns foram as ligadas à escola, atividades de trabalho e armazenamento de dados. Por estas e outras razões, o setor da Tecnologia da Informação já representa cerca de 7% do PIB e emprega, formalmente, algo em torno de 2 milhões de pessoas. São estas as pessoas responsáveis pelo desenvolvimento e manutenção de todas as ferramentas tecnológicas que fazem parte do dia a dia e alteram a dinâmica da sociedade brasileira e mundial. É sobre elas que este projeto pretende discutir. Entretanto, não é possível olhar para o funcionamento atual do ramo, sem fazer uma retrospectiva, já que este é um dos setores que avançam com mais velocidade. Para se ter uma ideia, de 2012 até 2020, um período de apenas 8 anos, a Tecnologia da Informação cresceu 95% no Brasil, que ocupa a 10a posição mundial em investimento para o setor. Por isso, é fundamental olhar para personagens e iniciativas do passado para compreender o desenvolvimento da tecnologia como conhecemos hoje. É daí, inclusive, que vem o nome do projeto. Cibernética é um substantivo criado em 1948 para nomear, entre outras coisas, a relação de comunicação entre seres vivos e máquinas. É essa relação que o projeto vai abordar. Acreditamos na criação conjunta do filme e de ações educativas como forma de colocar a tecnologia em pauta e, por consequência impulsionar o interesse nesta área do conhecimento. A realização do documentário será transparente e engajadora, por isso a seleção de personagens e histórias ocorrerá por meio das redes já estabelecidas em torno do setor de tecnologia no Brasil, e o processo dará origem a narrativas que vão antecipar, nessas mesmas redes, o filme em construção. Com o objetivo de estimular o conhecimento acerca da tecnologia, por meio de conteúdo de qualidade, CIBERNÉTICAS envolverá também ações de mobilização social para o tema, como a postagem de trechos extraídos do material captado para o documentário, reportagens e debates. Toda tecnologia é fundamental para a sociedade porque, por trás delas, existem seres humanos, com seus contextos sociais e suas dinâmicas culturais. É isso que este projeto pretende abordar e retratar por meio de histórias inspiradoras de quem constrói as ferramentas que sustentam o mundo moderno. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural; a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. Por fim, a aprovação e viabilização do projeto CIBERNÉTICAS junto ao Ministério do Turismo, via Lei de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de realização de projetos culturais no Brasil, através de parcerias com a iniciativa privada. Por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e suas regulamentações, é possível, com essas parcerias, realizar projetos que não visem apenas à finalidade de marketing empresarial, mas também realizar projetos de relevância artística, cultural e social, formativos e acessíveis à população, como o proposto.
* as informações abaixo estão devidamente anexadas e assinadas pela direção, conforme pedido em diligência. PLANO DE DIREÇÃO Cibernéticas é um documentário criado para revelar pessoas inspiradoras por trás de tecnologias de inovação para o desenvolvimento social. Apesar da tecnologia estar presente intensamente em nossas vidas, muitas vezes não conseguimos dimensionar o significado dessas pequenas grandes revoluções tecnológicas e o impacto em nossas vidas. A proposta é fazer um filme com um olhar subjetivo da diretora, alguém, que ao longo do filme vai descobrindo por meios das narrativas dos entrevistados, o quanto a tecnologia influencia os avanços sociais que vivemos nos últimos anos. Em viagens pelas mais distintas regiões do país, o filme contará histórias inspiradoras e tentará compreender o impacto da tecnologia na sociedade brasileira. A NARRATIVA: O documentário irá trazer a história de 6 pessoas. A escolha dessas personagens se baseará em pesquisa que mostrará a relevância e impacto da tecnologia por ela criada, mas sobretudo pela riqueza das trajetórias pessoais dos personagens. Buscamos histórias inspiradoras, revelando o impacto de suas ações na sociedade. Essas histórias serão contadas por meio de entrevistas e narração em off em primeira pessoa pela própria diretora, que se insere na narrativa como um personagem que busca a informação e aprendizado. A construção narrativa das histórias se dará pela linha do tempo de cada personagem, e trabalharemos com 3 linhas narrativas: passado, presente e futuro. PASSADO: Aqui abordaremos o aspecto histórico, tanto do personagem e de sua trajetória pessoal, como da tecnologia em si, trazendo fatos históricos da tecnologia, como quem criou o primeiro algoritmo, ou que desenvolveu o conceito de Wi-Fi. Dando um aspecto educativo e informativo ao filme. PRESENTE: Aqui abordaremos sobre o impacto que as ações e pesquisa do entrevistado impactou a sociedade brasileira de forma positiva, como a história da educadora Letícia Lyle, premiada internacionalmente pela sua ação visionária utilizando tecnologia na educação. FUTURO: Com intuito inspiracional e motivacional, abordaremos questões para que os entrevistados apresentem soluções visionárias que podem criar pequenas revoluções tecnológicas dentro da sociedade Brasileira. As produções mais recentes da Deusdará Filmes podem servir de referência para essa proposta, sobretudo os filmes DESCARTE, DE PEITO ABERTO e COMER O QUÊ?. CÂMERAS E TOMADAS: Teremos três tipos de tomadas para contar as histórias: Câmara observacional: planos-detalhe criarão relações entre o discurso das personagens e a história da tecnologia, entre a vida cotidiana e a relevância social do seu trabalho. Utilizando movimentos singelos, foco e desfoque, convidaremos o espectador a imaginar poeticamente a relação entre a tecnologia e a vida contemporânea. Câmera subjetiva: planos-sequência representarão o ponto de vista da diretora, como aquela que descobre, aquela que caminha, que segue de um lugar para outro. Uma câmera em movimento, que adentra ambientes, observa e faz relações entre objetos, modos de vida, habitats, ética e cotidiano das personagens. Visão abrangente: planos gerais situarão o espectador na cena. Entrevistas: As entrevistas serão realizadas sempre com três câmeras simultâneas, sendo uma plano-geral, outra médio e outra primeiro-plano/ plano-detalhe. Mas a proposta narrativa prevê o uso mínimo desses planos, privilegiando ensaios visuais que ilustrem e contraponham de forma sensível as atividades cotidianas dos personagens. As locações onde realizaremos as entrevistas e os movimentos serão estudados a partir da história de cada personagem, buscando captar o espírito do discurso e a autenticidade e o pertencimento de sua fala. Por exemplo: passearemos nos corredores da escola onde o personagem se formou e de onde veio o maior incentivo para a escolha de sua carreira. FOTOGRAFIA/ ESTÉTICA: Por ser um filme em movimento, que trata de inovação, utilizaremos muita luminosidade e animações, forma de manter a fluidez de ritmo e evitar imagens tradicionais de pessoas sentadas falando. O filme será sempre gravado em locações, de preferências externas e que privilegiem a luz solar, base para a construção da cinematografia, que contempla planos abertos como forma de apresentar as diferentes realidades e, por consequência, das paisagens retratadas. A cinematografia, apoiada na luz natural do dia, será construída com planos abertos, câmera operada com estabilizador, simetria e movimento, intercalados por imagens de cobertura em plano detalhe que revelam o cotidiano dos personagens. Com estas características, acompanhadas da trilha sonora original, o objetivo é fazer um filme que inspire ao público. AS CORES: O filme terá uma tonalidade azulada, que a princípio pode trazer uma sensação de distanciamento, mas à medida que caminhamos nas histórias as cores ficam mais saturadas e caminham para chegar em um roxo/ magenta. ARGUMENTO O filme começa com uma voz em off dando um comando para a assistente virtual: "Alexa acende a luz!" Uma narração em off com imagens de cobertura inicia a contextualização sobre o tema do filme, de como a tecnologia foi entrando em nossas vidas e aos poucos estamos intimamente ligados à ela. Como hoje já não conseguimos, muitas vezes, identificar a quantidade de desenvolvimento tecnológico está por trás de uma ação ou um produto. A voz em off se revela ser da diretora, que em pequena proporção se revela ser também personagem, pois sua investigação e interesse revelam aos poucos histórias de pessoas envolvidas profundamente nas dimensões da tecnologia atualmente. Marcado pelo movimento, o filme, através do seu dinamismo, representa a busca, uma ode à curiosidade humana, que é o motor propulsor de todas as revoluções, grandes ou pequenas. O documentário traz as histórias de vida de 6 pessoas, que estão intimamente ligadas à histórias de inovações tecnológicas no país. Por meio destas histórias poderemos entender um panorama geral do universo da tecnologia de inovação, traçando uma linha do tempo, passado, presente e futuro. A discussão sobre os efeitos e relevância da tecnologia na vida moderna se mistura com a história pessoal do personagem e seu processo criativo e empreendedor. Os depoimentos são dinâmicos, intercalados em planos-sequência e cortes secos rápidos em narrativas nos três atos temporais. Como as personagens se tratam de especialistas, suas próprias entrevistas servirão para trazer embasamento teórico, contextos estatístico e histórico, que serão acompanhados de animação e letreiros, trazendo um aspecto informativo ao filme. Uma narrativa conduzida pela diretora entrelaça personagens e a história da tecnologia para o desenvolvimento social no Brasil, sua dependência por mecanismos e outras tecnologias importadas e sua relevância e busca de autonomia em âmbito nacional. A utilização de animações e narração em off se mistura com a própria presença e busca na vida real cotidiana da diretora-personagem, que se alimenta dessas histórias para construir um ambiente narrativo favorável à descoberta de novas formas de pensar e construir tecnologias para o desenvolvimento social. A diretora está em permanente busca. Como uma investigadora, ela parece constituir uma hipótese científica, de que a partir da ligação daqueles seis pontos de vista, daquelas seis histórias, será possível construir um novo ambiente de pesquisa e inovação em busca de caminhos para reduzir as mais graves questões da sociedade atual. O filme tem um fio condutor que se revela a partir do caminho e das reflexões da diretora. Esta narrativa interseccionada entre personagens se constitui em uma argamassa que ajuda a construir uma parede narrativa sólida, linear e unificada em torno da valorização da tecnologia como caminho para o desenvolvimento social. A obra é dividida em três atos: passado, presente e futuro. Esta lógica será utilizada tanto na investigação de cada personagem quanto na narrativa do filme como um todo, que fará um levantamento histórico das tecnologias para o desenvolvimento social, apresentará um panorama contemporâneo e estimulará uma visão de futuro para este tipo de uso da inovação. PERSONAGENS A escolha dos personagens é fundamental, pois indica a grande variedade de iniciativas que estão sendo desenvolvidas ao redor do Brasil. Serão 6 personagens principais (mapeados durante a etapa de Pesquisa na fase de Pré-Produção) que desenvolveram ferramentas tecnológicas úteis para a sociedade. Partiremos de um mapeamento nacional com a meta de cobrir todas as regiões do país. Pensamos em uma constelação de perfis, tipos de atividade, pensamentos e abordagens. Desta maneira, ampliaremos a visão e a consciência do tema, mas de uma forma inspiradora e ao mesmo tempo simples, que ajude a proporcionar gatilhos e vontade de repensar a forma como enxergamos a tecnologia. A narrativa se costura a partir das histórias destes personagens, no presente e no passado, com perspectivas para criações do futuro. Para cada personagem haverá uma grande entrevista em que cobrimos suas histórias, sua trajetória desde o interesse por tecnologia até suas realizações e metas para o futuro. Retrataremos o seu cotidiano de dentro, sempre registrando a ação enquanto a conversa se desenvolve. As entrevistas serão filmadas com três câmeras, uma delas com estabilizador, que registra o movimento e a interação com objetos de cena; planos americano e detalhe como forma de compor a entrevista, e uma câmera em grua, que representa o olhar para o futuro. Serão três atos para cada personagem, sendo que o primeiro conta a história do seu passado, o segundo apresenta suas atividades no presente e, por fim, o terceiro ato projeta perspectivas para o futuro da tecnologia no Brasil e no mundo. Para as gravações, privilegiaremos locações ao ar livre e que estejam relacionadas com as histórias de cada personagem. Por exemplo: a escola em que estudou e que se interessou por codificação. Assim aumentando a intimidade com as histórias e trazendo o discurso em imagens reais.
DETALHAMENTO TÉCNICO Cada diária de filmagem será realizada com 3 (três) câmeras do tipo DSLR ou mirrorless digitais, com lentes série L da Canon compatíveis com a câmeras, sendo uma grande angular 16-35mm f 2.8, uma Zoom 24-70mm f 2.8 e outra teleobjetiva 70-200 f 2.8, tripés Manfrotto e 3 (três) painéis de led com tripés voltados para a iluminação do set. Além disso, será utilizado equipamento de estabilização de imagem Ronin, voltado para captura de imagens em movimento. Para a parte de áudio será utilizado microfones lapela g3 da Sennheinser, micrifone boom Shure, gravador com 4 (quatro) canais Tascam, além de monitores Sennheiser e Tascam. Para logagem do material será utilizado computador MacBook Pro, cartões de memória Sandisk e HDs externos portáteis Seagate. Os sets de filmagem serão organizados em três etapas: a primeira para montagem do set e setup do equipamento; a segunda para a realização de entrevista; e a última dedicada à ação, quando os personagens realizam suas tarefas cotidianas e revelam seu habitat, ética e envolvimento com os temas e assuntos concernentes ao filme. Público Alvo CIBERNÉTICAS é um filme que dialoga com criadores e consumidores do cinema de não-ficção, como também para estudantes e docentes destas respectivas áreas. Por se tratar de um tema de interesse social, é voltado também para estudantes dos ensinos fundamental e médio, estudantes universitários e docentes de todos os níveis. Seu caráter inspiracional pretende provocar movimentos positivos de reflexão sobre a relação entre humanos e os recursos naturais, além de conscientizar para o potencial das novas tecnologias para geração de energia renovável, por isso o filme pretende alcançar um público cada vez mais amplo, com classificação etária livre. Em seguida, consideramos formadores de opinião, jornalistas, influenciadores e técnicos ligados ao desenvolvimento e gestão destas tecnologias. Estratégia de Divulgação O filme é o ponto de partida para uma série de ações (reportagens, podcasts, minidocs e sessões de debate e exibição) que visam pautar e ampliar a discussão da tecnologia na sociedade. A estratégia de divulgação passa pela criação de um site que vai abrigar conteúdos multimídia livres para apoiar essa discussão com a sociedade. Por ser um documentário que trata de um tema relevante para toda a sociedade, a estratégia vai privilegiar a distribuição social, com quarenta e oito (48) exibições gratuitas do filme em instituições de ensino e cultura em todo o Brasil, sendo 18 delas com presença física ou virtual da diretora. Duração do média metragem: 52 minutos
Produto Principal: média-metragem Produção - Acessibilidade física: não se aplica por se tratar de um projeto audiovisual. - Acessibilidade para deficientes visuais: o filme estará disponível às pessoas com deficiência visual por meio de audiodescrição (conforme item na planilha orçamentária). - Acessibilidade para deficientes auditivos: o filme estará disponível às pessoas com deficiência auditiva por meio de legendas descritivas e libras (itens previstos na planilha orçamentária). Exibição - Acessibilidade física: as exibições serão realizada dentro de instituições públicas de ensino e cultura com acessibilidade física garantida (por isso não será necessário acréscimo de custos no orçamento). - Acessibilidade para deficientes visuais: os debates serão realizados oralmente, sendo desnecessário acréscimo de medidas de acessibilidade para esse público. - Acessibilidade para deficientes auditivos: as seis sessões de lançamento em São Paulo, com presença da diretora, contarão com intérprete de libras (previsto em orçamento). Produto Secundário: sítio de internet - Acessibilidade física: não se aplica por se tratar de um produto audiovisual. - Acessibilidade para deficientes visuais: o site será totalmente acessível, com legendas ocultas para pessoas com deficiência visual (item previsto na planilha orçamentária). - Acessibilidade para deficientes auditivos: todos os episódios do podcast serão transcritos e todos os minidocs contarão com legenda e audiodescrição. Produto Secundário: Contrapartidas Sociais - Acessibilidade física: uma vez que as contrapartidas serão realizadas dentro de instituições de ensino e cultura com acessibilidade física garantida (por isso não será necessário acréscimo de custos no orçamento). - Acessibilidade para deficientes visuais: os debates serão realizados oralmente, sendo desnecessário acréscimo de medidas de acessibilidade para esse público. - Acessibilidade para deficientes auditivos: os três debates realizados como contrapartidas sociais contarão com intérprete de libras (previsto em orçamento).
Produto Principal: média-metragem 1. Lançamento nacional Como lançamento do filme, serão realizadas três exibições em salas de cinema não comerciais, do circuito alternativo, abertas ao público, com ingressos gratuitos, nas cidades de São Paulo (SP), Belém (PA) e Recife (PE). Expectativa de público: 180 pessoas para as três exibições, 60 para cada. Classificação indicativa etária: LIVRE Público Alvo: estudantes do ensino médio e universitários, professores, replicadores, formadores de opinião, público geral. Ingressos gratuitos. Presença da diretora para debate. 2. Exibição em São Paulo com presença da diretora para debate Seis sessões de exibição do filme no Estado de São Paulo, com presença da diretora para apresentação do filme e debate. Serão realizados em instituições públicas de ensino (escolas, universidades) e espaços culturais (instituições, institutos, entre outros). Expectativa de público: 270 pessoas para as seis (6) exibições, 45 pessoas para cada. Classificação indicativa etária: LIVRE Público Alvo: estudantes do ensino médio e universitários, professores, replicadores, formadores de opinião, público geral. Ingressos gratuitos. Presença da diretora para debate. 3. Exibição Nacional com presença virtual da diretora Doze (12) sessões de exibição nacional, com presença virtual da diretora para apresentação do filme e debate. Serão realizados em instituições públicas de ensino (escolas, universidades) e espaços culturais (instituições, institutos, entre outros). Expectativa de público: 450 pessoas para as doze (12) sessões, 37 pessoas para cada. Classificação indicativa etária: LIVRE Público Alvo: estudantes do ensino médio e universitários, professores, replicadores, formadores de opinião, público geral. Ingressos gratuitos. Presença virtual da diretora para debate. 4. Exibição guiada Trinta (30) sessões realizadas em instituições públicas de ensino (escolas, universidades) e espaços culturais (instituições, institutos, entre outros) de todo o Brasil, com material informativo de apoio para discussão. Expectativa de público: 900 pessoas para as trinta (30) exibições, 30 para cada. Classificação indicativa etária: LIVRE Público Alvo: estudantes do ensino médio e universitários, professores, replicadores, formadores de opinião, público geral. Ingressos gratuitos. Presença virtual da diretora para debate. Produto secundário: sítio de internet O sítio, assim como todos os conteúdos presentes nele (reportagens, podcasts e minidocs), terá acesso gratuito. Para amplificar seu alcance, será realizado um trabalho de busca por palavras-chave que coloquem o conteúdo em boa posição nas principais ferramentas de pesquisa (trabalho previsto em orçamento de Comunicação). Expectativa de público: 600 visitantes para o primeiro ano. Classificação indicativa etária: LIVRE Público Alvo: estudantes do ensino médio e universitários, professores, replicadores, formadores de opinião, público geral. Acesso gratuito. Produto secundário: contrapartidas sociais Como medidas de democratização de acesso para esse produto, adotaremos o exposto no inciso do artigo 21 da IN nº 02/2019 do MinC, a saber: V – realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. Além das atividades mencionadas na Democratização de acesso dos produtos citados acima (como lançamentos e distribuição social), iremos promover três encontros gratuitos e abertos ao público em geral, em escolas públicas e/ou universidades. Estes encontros terão a presença de especialistas e da diretora* para tratar de tecnologias usadas no cinema documental. Os encontros contarão com a exibição do filme e uma palestra, com duração mínima de 60 minutos. A proposta inicial é que sejam realizados presencialmente, entretanto, caso não seja possível devido às condições sanitárias devido à pandemia, faremos os encontros on-line. Nome das palestras: CIBERFILMES: Tecnologias no cinema de não-ficção Expectativa de público: 80 pessoas, para cada palestra, totalizando 240 pessoas. Classificação indicativa etária: LIVRE Público Alvo: estudantes do ensino médio e universitários, professores, replicadores, formadores de opinião, público geral. Ingressos gratuitos.
Nome: DEUSDARÁ FILMESFunção no projeto: Proponente e responsável por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projeto. Deusdará Filmes é uma produtora audiovisual independente dedicada a realizar documentários de impacto. Iniciamos nossas atividades em 2007, ainda como um laboratório para realização de documentários-pesquisa e experimentos audiovisuais. Algumas de nossas produções: - DESCARTE – documentário sobre o drama social do lixo, apresentado a partir de histórias inspiradoras de artistas, designers, artesãos e ativistas que transformam materiais recicláveis com inovação e sensibilidade.O projeto compreende, além do filme, produção de reportagens, conteúdos digitais e uma ação mobilizadora sobre a questão do lixo no Brasil: www.descarte.net - IDADE MÍDIA – programa de TV sobre educação para as midiaś realizada em coprodução com o Canal Futura. Apresentado por Alexandre Sayad, o programa está na segunda temporada e tem produção executiva Graziela Mantoanelli e direção Leonardo Brant: Assistir Idade Mídia . - DE PEITO ABERTO - documentário de Graziela Mantoanelli sobre as questões que envolve a mulher, aleitamento e maternidade, lançado nos cinemas de todo o Brasil em 2019: www.depeitoaberto.net - APURANDO O OLHAR – um misto de documentário e vídeo aula sobre desenvolvimento infantil, dirigido por Graziela Mantoanelli, realizado para Ministério da Saúde em parceria com Instituto Alana - Apurando o olhar para a vigilância do desenvolvimento infantil - COMER O QUÊ? traz o cotidiano de uma série de personagens ligados ao mundo de alimentação, de chefs consagrados a produtores rurais, passando por especialistas em nutrição, economia e gastronomia. Com direção de Leonardo Brant, pesquisa e apresentação de Graziela Mantoanelli, o documentário aborda personagens como Alex Atala, Bela Gil, Helena Rizzo, Marcos Palmeira, Marcio Atalla entre outros. Lançado em 2016 com o patrocínio da Alelo. Lançado em abril de 2016, foi vencedor do prêmio do CineB 2017 na categoria documentário. Exibido pelo canal GNT, dentro do programa GNT.Doc, agora está disponível nas principais plataformas de streaming com distribuição da O2Play. - CTRL-V é um documentário-pesquisa sobre a indústria audiovisual global, dos primórdios de Hollywood aos tempos de convergência midiática. Dirigido por Leonardo Brant, o filme é resultado de uma pesquisa realizada com o apoio da Agência Espanhola de Cooperação Internacional (Aecid). O filme teve lançamento simultâneo em 2011 no cinema (Cine Sesc, em São Paulo), TV Cultura e Internet, por meio do canal do YouTube da TV Cultura: Ctrl-V . Versão Vimeo: https://vimeo.com/32929204. O filme já foi tema de debate na New York University, nos EUA, e no Arts Santa Monica, em Barcelona, entre outros. Nome: Graziela MantoanelliFunção no projeto: Direção. Diretora e diretora-associada pela Deusdará Filmes. Dirigiu DE PEITO ABERTO (2019) e APURANDO O OLHAR (2018). Cocriou e atuou em COMER O QUÊ? (2015) e IGUAL (2016). Como produtora executiva realizou os filmes À DISTÂNCIA (2015), PRAZERES & PECADOS e ÓDIO (2013). Trabalhou durante 10 anos com teatro documental e intervenções urbanas, como criadora-intérprete do grupo OPOVOEMPÉ, conquistando importantes prêmios e atuando internacionalmente. É mestre em saúde pública pela Universidade de S.Paulo Nome: Leonardo BrantFunção no projeto: Produção Executiva. Documentarista, diretor-associado da Deusdará Filmes, produtora independente dedicada a realizar documentários de impacto. Autor dos filmes DESCARTE, COMER O QUÊ? e CTRL-V. Dirige o programa IDADE MÍDIA para o Canal Futura. Atuou durante duas décadas como pesquisador cultural, consultor, palestrantes e autor de livros sobre políticas e mercado cultural. Ao longo de sua carreira criou e desenvolveu inúmeros projetos, empresas e organizações sociais. Nome: Sérgio RizzoFunção no projeto: Roteiro. Diretor-associado da Deusdará Filmes, aos 16 anos ingressou a carreida de jornalismio assinando uma coluna de cinema na “Gazeta da Vila Prudente” e trabalhando como repórter do “Jornal da Vila Formosa”.Formado em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo na turma de 1986, concluiu em 1994 o mestrado em Artes/Cinema pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, onde fez também o doutorado em Meios e Processos Audiovisuais, com tese defendida em 2011.Como jornalista, sua carreira inclui experiências em editoras de revistas e livros, redações de jornais diários, emissoras de rádio, TV e portais de Internet, e em comunicação empresarial. Como professor universitário desde 1991, teve passagens pelos cursos de Comunicação da Metodista, da Universidade de Mogi das Cruzes, da Faculdade Cásper Líbero e da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Nome: Marília LinoFunção no projeto: Direção de Fotografia. Videomaker atua na área da comunicação desde 2012.Apaixonada por registrar histórias e torná-las conhecidas Marília já compôs diferentes times e trabalhou ao lado de diretores renomados do cinema documental. Desenvolveu projetos como Utopia Brasil série documental de Newton Cannito para o canal Cine Brasil TV, montou o documentário De Peito Aberto de Graziela Mantoanelli, que estreiou no cinema e está disponível em plataformas de streaming. Gerenciou projetos de imagem e estudos comportamentais na La Lima Identidades. Atuou como gerente de comunicação em projeto do IED São Paulo e a Farmacêutica Roche. Atualmente atua como criadora de conteúdo e gerenciamento de redes sociais. Nome: Lucas MeloFunção no projeto: Montagem. Lucas Martins de Andrade Melo é formado em Audiovisual pelo Centro Universitário Senac. Trabalhou como montador no curta-metragem independente ACRÔNICO (2018), GRAU SÓ NA VOLTA (2018), documentário curta-metragem pelo curso Nóis Na Fita, DESCARTE (2020), documentário longa-metragem de produção da Deusdará Filmes e é atualmente o montador da série televisiva IDADE MÍDIA (2020-2021), do Canal Futura e de produção da Deusdará Filmes. Nome: Bruna ZanichelliFunção no projeto: Direção de arte Designer Gráfico e Artista Visual foi diretora de comunicação visual do documentário de longa-metragem "DESCARTE (2021)". É diretora de arte dos projetos de documentário de longa-metragem NOSSA MENTE (2022), e "COMIDA (2022)", e do CABRA, plataforma dedicada ao documentário brasileiro. Idealizou e desenvolveu o projeto "Estatísticas", que promovia a criação e circulação de lambes informativos na cidade de São Paulo. Desenvolveu o projeto "Monumentos?" (2018), para mapear e informar a população sobre monumentos e estátuas espalhadas pela cidade de São Paulo. Em 2021 deu início ao projeto "Grandes mulheres brasileiras", que usa a colagem como forma de informar sobre grandes realizações feitas por mulheres. Nome: Vinícius BopprêFunção no projeto: Pesquisa É jornalista, documentarista, escritor e diretor associado na Deusdará Filmes. Dirigiu e foi roteirista do podcast "DESCARTE" (2021), parte do documentário de longa-metragem homônimo. Dirigiu e produziu a websérie "Entre Céu e Mar" (2016), sobre o navegador Amyr Klink. Foi diretor, roteirista e produtor da série independente de documentários "Rua Comprida" (2017-18), que conta a história de moradores da zona norte de São Paulo, além de ter dirigido as imagens da instalação "Por nós", organizada e idealizada pelo coletivo "Nós, mulheres da Periferia", contemplado com o programa VAI de incentivo. Foi diretor e roteirista da websérie "Perfezionisti (2018)", com arquitetos brasileiros. Em2018, publicou "Pela primeira vez em muito tempo", romance finalista do Prêmio Minas Gerais de Literatura. Atuou por 6 anos como diretor de conteúdo e audiovisual em uma agência de São Paulo, onde dirigiu trabalhos diversos trabalhos ligados à arquitetura e à criatividade. Trabalhou como repórter de educação do Portal Porvir.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.