| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07791111000102 | Maqnelson Agrícola Ltda | 1900-01-01 | R$ 171,0 mil |
| 10208566001562 | AGRONELLI AGROINDUSTRIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 76,0 mil |
| 18798777000109 | DELTA ADMINISTRACAO E PARTICIPACAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 52,3 mil |
Realização de apresentações itinerantes presenciais de dança inclusiva para escolas e ONGs, com temáticade promoção da crença na potencialidade artística de todo e qualquer ser humano, independente de gênero, de sua condição física, psíquica e social, e de estímulo ao envolvimento e ao desenvolvimento artístico da plateia. Como contrapartida social o projeto realizará oficinas de dança para estudantes e professores da rede pública de ensino.
DO ESPETÁCULO AnDança Inclusiva Classificação: livre. DURAÇÃO: 40min. MÚSICAS: serão utilizadas no estilo hip-hop / freestyle, com artistas do breaking no elenco principal, incluso PCD. Convidados poderão variar estilo. A) No cenário previamente ambientado o apresentador (que também é circense e palestrante) abre o evento, apresentando o projeto, a Secretaria Especial da Cultura, a Lei, Ministério e os patrocinadores. Haverá banner de marcas no padrão aprovado pela Lei no cenário e/ou exibido pelo apresentador na abertura do espetáculo. B) Apresentador faz breve explanação, cujo objetivo é estimular cada pessoa a acreditar em sua capacidade e a ter a iniciativa de se envolver em atividades artísticas/culturais, tanto de forma autodidata quanto dirigida. Usa linguagem apropriada a cada faixa etária de público atendido (crianças, pré-adolescentes, adolescentes, etc) e intervenções lúdicas, como apresentações acrobáticas e mímicas (conforme faixa etária do público),lembrando ao público, de forma didática e motivadora, das mais diversas modalidades culturais nas quais todos podem se envolver, se expressando e se divertindo, como: teatro, música, dança, circo, capoeira, etc. C) Abre-se o espetáculo de dança inclusiva com a bailarina principal (b-girl) e o bailarino PCD, conforme o que for montado e ensaiado previamente no período de preparação do espetáculo junto ao diretor artístico experiente internacionalmente. O espetáculo primará, para além das entradas e saídas de cena, da limpeza técnica e do refinamento, a superação da(s) PCDs (Pessoas Com Deficiência). O breaking freestyle, carregado de improvisos e adaptações aos mais variados locais/escolas/pátios em que os espetáculos acontecerão será o estilo principal. Haverá no mínimo um número solo do PCD e um duo com a dançarina principal. D) Ao fim da dança, a bailarina que estiver acompanhando o bailarino PCD e ele próprio fazem breves relatos motivacionais e pessoal sobre suas experiências com a dança e a arte em geral. E) Caso haja previsão de artista convidado, preferencialmente dançarino PCD local/regional, o apresentador chama o artista e seu número/dança; F) Retoma-se com o apresentador concluindo o evento com breve demonstração de BMX estilo livre (Freestyle), parte da cultura urbana do hip-hop, integrada ao breaking. Caso haja previsão de atendimento à escola ou a alguma(s) turma(s) com a oficina-palestra de contrapartida social, pode ser feito o convite para isso ao fim do espetáculo. Caso seja necessário audiodescrição ou libras, o tradutor estará a postos sempre que necessário. Obs.: os espetáculos poderão contar com contatos e convites previamente enviados e repassados pelas diretoras das escolas cujo público será especialmente contemplado com o evento/espetáculo. Haverá pesquisa prévia e caso a escola tenha PCDs visuais e/ou auditivos, para libras ou audiodescrição. PÚBLICO: cada evento atenderá especialmente a uma escola e turno escolar específicos (sem repetir mesmo público convidado), com planejamento junto ao corpo diretivo escolar. OPCIONAIS (a definir junto à escola): Será oferecida oportunidade de participação, para maior identificação com o público, de representante da escola ou rede a ser atendida. Poderá ser proposta a confecção de produções (desenhos, textos, etc.) sobre a dança e os conteúdos do projeto (espetáculo e palestras).
OBJETIVOS (Ações presenciais, considerando cenário atual da pandemia e consulta recente desta possibilidade). Objetivo geral: Levar apresentações presenciais de dança inclusiva para escolas majoritariamente públicas e entidades sem fins lucrativos, em especial para crianças, adolescentes e educadores. Conectar arte, educação e inclusão, e motivando o público para a crença em sua potencialidade artística e para o envolvimento em atividades artísticas diversas. Objetivos específicos: 1) Realizar 40 apresentações preseenciais de dança inclusiva, atendendo a 4000 beneficiários espectadores (100/evento). 2) Realizar, como contrapartida social, 16 palestras presenciais sobre a importância da arte e da dança para um total de 400 beneficiários (25/evento), entre alunos e educadores das redes públicas de ensino. Com a redução da pandemia, as ações do projeto, que antes seriam virtuais, passam a ser todas presenciais.
Desde sua fundação essa associação depende da Lei da Cultura e outras leis de incentivo pra sobreviver. Não temos outra fonte regular de receitas ou meio de viabilizar este projeto, e temos pessoas físicas e jurídicas com interesse em investir seu IR. Temos ótima experiência com projetos de dança, inclusive via Lei da Cultura (projeto Angel Hair, PRONAC 184357, p.ex., em pós produção), e em especial dança inclusiva, com profissionais e demanda de escolas parceiras em dezenas de cidades. Principais incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 nos quais o projeto se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Objetivos do Art. 3º da referida norma serão alcançados: No Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de ... espetáculos de artes cênicas...; e) realização de ... espetáculos de artes cênicas ou congêneres; No Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Criou-se um modelo de atender às escolas com eventos em massa e baixo custo por atendido, em especial às redes escolares municipais de pequenas cidades interioranas de MG, GO e SP.
Não é o caso.
ACESSIBILIDADE 1. Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: os espetáculos irão onde o público já está rotineiramente presente - nas escolas e ONGs, sem necessidade de os beneficiados se deslocarem, custearem transporte, nada disso. Atenderemos a APAE, APARU (Assoc. Paraplégicos de Uberlândia) e/ou entidade congênere de atendimento a especiais PCDs físicas. Todas as apresentações contarão com as estrutura físicas adaptadas das próprias escolas e entidades. Acessibilidade para deficientes visuais: previmos no orçamento audiodescrição / tradução simultânea para todos espetáculos, caso haja deficientes visuais. Atenderemos ao menos 1 entidade de atendimento a PCDs visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: previmos no orçamento tradução em libras / tradução simultânea para todos espetáculos, caso haja deficientes visuais. Atenderemos ao menos 1 entidade de atendimento a PCDs auditivos. 2. Oficinas culturais Acessibilidade física: não será necessária, pois iremos via net até o público. Acessibilidade para deficientes visuais: provisionamos recursos para contratação de audiodescrição para todas as aulas, se houver esse tipo de PCD. Acessibilidade para deficientes auditivos: provisionamos recursos para contratação de tradutor de libras para todas as aulas, se houver esse tipo de PCD.
Conf. Artigo23 da IN 01/2022 esclarecemos que todos produtos do projeto serão gratuitos, não haverá distribuição pra divulgação e nem para patrocinadores. Não haverá venda. 1. Espetáculo de Artes Cênicas (Formação de Platéia - 100% gratuitos) A) junto a cada espetáculo, será realizada explanação / apresentação de estímulo ao envolvimento artístico, feita pelo apresentador e coordenador do projeto; B) os espetáculos de formação de plateia previstos têm formato itinerante e serão majoritariamente realizados em parceria com escolas e entidades sem fins lucrativos, indo direto ao público. C) Sobre ação cultural voltada para público infantil/infanto-juvenil e sobre transporte público para os beneficiários - pelo formato, com VISITAS PRESENCIAIS aos alunos e apoio das escolas com as quais nosso público está cotidianamente em contato em GRANDE QUANTIDADE, atenderemos naturalmente crianças e adolescentes. O projeto é todo conexo com este artigo da Lei, como ações formativas culturais. – respeitando limites estabelecidos, no mínimo 50% do público alvo serão estudantes (3 a 18 anos) e professores de instituições públicas de ensino. 2 - Oficinas (100% gratuitas) de contrapartida social Conf. Inciso VII Art. 21 IN 02/2019 - mínimo 50% do público alvo das oficinas-palestras será de crianças e adolescentes. Todas vagas serão para alunos ou educadores das redes públicas de ensino.
O responsável pelo proponente (Diretor Geral), Sr. Clóvison E. A. Gonçalves (“Clovim”) dirigirá todo o projeto em sua execução e gestão, orientando todos profissionais envolvidos. As rubricas a que sua remuneração corresponde são: coordenação geral, apresentador, e poder atuar também remuneradamente na captação, na direção administrativa e na divulgação do projeto (com apresentações e coordenação de eventos de divulgação, p.ex.). Remuneração total abaixo de 50%, conf. IN 02/2019, pela qual o projeto foi aprovado. Currículo do proponente: administrador e especialista em filosofia. Palestrante com 15 anos de experiência, 2 livros publicados. Ciclista acrobático circense desde 2011, destaque nacional na modalidade BMX Flatland: campeão brasileiro amador em 1993 e master em 2014, já se apresentou em 63 cidades desde 2006. Atuou em mais de 4200 eventos em projetos como: PRONACs 110604, 132811, 151181, 171409, 191500, 191062, 191555. A esposa do mesmo - Priscila Gonçalves de S. Lima Alves - atuará nas rubricas: assistência de produção (execução - como o faz desde 2012 - PRONAC 110604), podendo atuar na assistência administrativa e na divulgação (como assistente de produção de eventos de divulgação). O casal atua junto na execução de projetos desde 2012, p. exemplo nos PRONACs: 110604, 132811, 154907, 1310055, 183751, 181728, 191500, 191555 e outros. O irmão do mesmo - Jáder Pierre Alves, atuará também na assistência de produção, na coordenação administrativa, na divulgação e na captação. Currículo: administrador especialista, atuou em 2006 e 2007 como palhaço contracenando com o proponente em várias apresentações, com a performance Prefiro Ser Palhaço (Projeto Saúde & Equilíbrio - Patos de Minas - MG), atuou na gestão deste mesmo projeto entre 2006 e 2007. Atua desde janeiro/2020 na captação de recursos e auxílio administrativo a projetos da Lei de Incentivo à Cultura. Desde outubro/2020 atua como assistente de produção cultural (PRONAC 202600). A remuneração conjunta do proponente, de sua esposa e seu irmão e de eventuais outros parentes, desde que capacitados para tal, respeitará o artigo 11 da IN 02/2019, amparados pelo § 2º: como grupos artísticos familiares que atuem na execução do projeto. O total geral de remuneração de cada um deles, como fornecedor individual, não ultrapassará 50% do valor total captado, respeitando rigorosamente o §3º do mesmo Artigo 11. Jardel S. Silva - atuações previstas: diretor artístico, podendo eventualmente atuar como dançarino, assistente de produção e em eventos de divulgação. Currículo: bailarino da Cia. de Dança Balé de Rua desde 1996. Como bailarino já se apresentou em mais de 50 cidades e 13 países incluindo America do Norte, Europa, Ásia, Oriente Médio, América Latina e Austrália. Ministra aulas de Hip Hop (Bboy) como forma de resgate e conscientização de crianças e adolescentes em meio a cultura. Principais atuações como professor no Brasil: PRONACs 191062/202600/211293 e outros, Projeto RPA – Resgate Pela Arte bairro Tocantins 2016 a 2019, Projeto Nova Linguagem – Escola de Artistas Adoradores nos bairros Shopping Park e Brasil – Aulas de Dança de Rua de 2009 a 2018. No Exterior: Bahrein - Festival Spring ofCulture em Março de 2010, Montevideo/Uruguai – Teatro Solis – Abril de 2013, Sydney/Austrália – Sydney Opera House – Janeiro de 2015, Londres/Inglaterra – Royal Festival Hall – Agosto de 2015, Lewistone/USA – Julho de 2016. Mayara Silva Colins (B-Girl Mini Japa) - atuação prevista: dançarina. Artista de breaking bicampeã brasileira, componente da seleção brasileira, bicampeã do Breaking da Paz. Vice campeã 2022 do Red Bull BC One. Artista reconhecida por toda comunidade do breaking. Atuou como voluntária em evento e oficina ligada à equipe do proponente. Alan Augusto De Oliveira Scarnavaca (B-Boy LLan) - atuação prevista - dançarino PCD. Praticante de breaking há vários anos, destaque em vários eventos nacionais. Participou do Festival Nacional de Breaking "Quando As Ruas Chamam 6", 2022, vencendo a Especial Battle; em 2019 ficou em 2º no Especial Battle, em Brasília (também no Festival Nacional). Em 2019 venceu batalha em Santo Anastácio. Em 2017 ganhou a Seven 2 Smoke em Martinópolis, SP. Vanessa Oliveira Ferreira - atuações previstas: assistente de produção cultural e palestrante - eventualmente como elenco coadjuvante / dançarina convidada. Graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), conclusão em agosto de 2017. Experiências: Professora de dança inclusiva no projeto Trupe Saúde e Equilíbro II (PRONAC 202600), oficinas de dança com autistas – 2020 e 2021; Professora de dança inclusiva no projeto Angel Hair, oficinas de dança com autistas e deficientes físicos – 2019 e 2020 / Professora dança na Academia de dança Beth Dorça – 2019 e 2020 - Professora de dança na Escola de Dança Microdelta - 2020 - Professora de dança no projeto Amor em Ação – 2019 e 2020. - Professora de dança no Colégio Nossa Senhora das Dores - 2019 / Assistente de execução do projeto “Promotores de Cidadania”, do Instituto Agronelli de Desenvolvimento Social – 2018 / Assistente de coordenação no projeto social “Na raiz da cultura” – 2018 - Professora de danças populares no projeto “Na raiz da cultura” - agosto a dezembro de 2017. Dyego Borges - atuação prevista: artista convidado PCD (elenco coadjuvante). Dançarino cadeirante, atuou como dançarino bolsista em várias edições do Projeto Angel Hair (PRONAC 184357) e LEIC MG (lei da cultura de MG), também no Proj. Rede Cultural Real (vários PRONAC). Ariana Cristina Cherin Gonçalves - atuações previstas: elenco coadjuvante / dançarina convidada. Graduação / licenciatura em Educação Física - 2013. Pós-graduação – Clarentiano - Educação Física Escolar 2014, professora/monitora de dança e capoeira desde 2010 em várias ONGs, escolas e creches de Uberaba. Arte educadora de dança desde 01/2013 em projetos da Lei de Incentivo à cultura: ex.: Proj. PROTAGONIZANDO EM REDE CULTURAL – PRONAC 128728. Atuação como dançarina profissional (número de dança inclusiva junto a cadeirante) em dezenas de eventos dos projetos PRONACs: 184357 (Projeto Angel Hair), 202600 (Proj. Trupe Saúde & Equilíbrio) e outros. Gilmar Lima - (atuação prevista: dançarino cadeirante voluntário) - artista com vasta experiência, para-atleta ligado à ADEFU (Assoc. Deficientes de Uberaba), já realizou dezenas de apresentações em projetos ligados à equipe proponente, em especial via Projeto Angel Hair - PRONAC 184357. KAROLINA DE CASTRO CORDEIRO ALVARENGA (atuação prevista: elenco coadjuvante - Bailarina) - Graduada em Geografia, mãe do bolsista Pedro Cordeiro, escritora (Pedroca- O menino que sabia voar), maratonista e dançarina. PROJETO REDE CULTURAL REAL: dançarina desde 2014, com registros no Ministério da Cultura pelos PRONACs 1310055, 151181, 161330, 171409, 181728; PROJETO DANÇANDO COM A VIDA: dançarina entre outubro/2012 a dezembro/2013 – registro Ministério da Cultura – PRONAC 120739. Dança fazendo par com seu filho cadeirante Pedro Cordeiro Alvarenga.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.