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Catalogação, organização, higienização, digitalização e disponibilização em plataforma digital de todo o acervo imagético e documental do Centro de Documentação Luiz Carlos Masson, vinculado à Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM). O produto cultural contemplará a indexação do conteúdo, composto por mais de 80 mil documentos (revistas, atas, jornais, fotos, vídeos e outros), bem como o tornará rastreável a partir de OCR, ficando à disposição para pesquisas futuras de forma completa e gratuita em site específico. Trata-se da preservação da memória empresarial local. Também haverá palestras gratuitas sobre a história de Maringá em escolas públicas do Município.
O projeto “Preservação da memória empresarial de Maringá: digitalização do Centro de Documentação Luiz Carlos Masson” resultará em na digitalização do acervo salvaguardado no Centro de Documentação Luiz Carlos Masson, instalado na Associação Comercial e Empresarial de Maringá. Seu conteúdo será disponibilizado em uma plataforma on-line, com livre e irrestrito acesso. Ainda, por se tratar de produto destinado ao campo da Educação Patrimonial, segundo o Guia Prática – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ, a classificação indicativa será livre para todos os públicos.
Objetivo Geral Digitalizar o gigantesco acervo da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), o qual está preservado em seu Centro de Documentação chamado Luiz Carlos Masson. Essa entidade, que foi fundada em 12 de abril de 1953, auxiliou no desenvolvimento estratégico de Maringá, a qual atualmente é considerada, segundo pesquisa realizada pela MACROPLAN, como a melhor cidade do Brasil para se viver, investir e criar os filhos. Esse gigantesco acervo, composto por 84.094 itens, será catalogado, organizado, indexado e digitalizado por equipe especializada, utilizando as mais modernas técnicas para essa finalidade. Entre elas, a aplicação de ferramentas de Reconhecimento Óptico de Caracteres (Optical Character Recognition), popularmente conhecida pela sigla OCR, a qual permite converter tipos diferentes de documentos digitalizados em dados pesquisáveis ou editáveis, ou seja, convertem imagens em textos rastreáveis. Para essa finalidade será utilizado equipamento adequado, como scanners específicos, softwares compatíveis, notebooks e monitores conforme tecnologia que mais corresponder ao período que o projeto entrar em execução. Vale destacar que tais equipamentos já integram a infraestrutura da equipe do Maringá Histórica. O detalhamento do acervo foi estimado em visita técnica realizada entre agosto de 2020 e maio de 2021. A saber: revistas ACIM, aproximadamente 30 mil laudas em A4 (frente/verso); jornal ACIM, aproximadamente 3 mil laudas em A4 (frente/verso); clipagens de matérias diversas aproximadamente 32 mil laudas em A4 e A5 (frente); fotos, aproximadamente 5 mil documentos (em diferentes formatos); atas, aproximadamente 10 mil laudas em A4 (frente/verso); vídeos, 94 dvds com aproximadamente 5 mil horas de imagens. Com o acervo digitalizado e organizado em pastas por meio da cronologia dos acontecimentos, uma moderna plataforma on-line será criada nos moldes do Maringá Histórica (www.maringahistorica.com.br), projeto que já existe há mais de 15 anos com o objetivo de preservar e disseminar a história da cidade de mesmo nome. Esse ambiente digital, que ficará ancorado ao site da ACIM, permitirá ao grande público interessado pesquisar de maneira global e gratuita, todo os conteúdos acondicionados no Centro de Documentação Luiz Carlos Masson, democratizando de fato o acesso ao seu amplo acervo. Objetivos específicos · Divulgar a existência do acervo digital para o grande público de Maringá; · Destacar que as pesquisas ao acervo se darão sem nenhum pré-cadastro e de maneira ilimitada; · A plataforma on-line servirá para que a ACIM continue a inserir novas informações de acontecimentos atuais, mantendo sua memória e a do empresariado local preservada para futuras gerações; · Realizar 10 palestras gratuitas, como contrapartida social, para jovens estudantes da rede de ensino do Município de Maringá sobre a história local.
Projetos de resgate histórico são fundamentais para a preservação da memória e da identidade de um povo. É habitual que ações de salvaguarda e manutenção de dados históricos sejam efetivadas de maneira contínua e institucionalizada em regiões com formações seculares. Entretanto, o mesmo não se é percebido em cidades mais jovens, como é o caso de Maringá, no interior do Paraná. Fundada em 10 de maio de 1947, Maringá teve seu nome inspirado na canção composta pelo médico mineiro Joubert de Carvalho, e que fez muito sucesso ao longo da década anterior. A cidade, diferentemente de outras do país, foi concebida a partir de um amplo projeto de colonização estabelecido pela empresa inglesa Companhia de Terras Norte do Paraná, que foi adquirida por investidores brasileiros no início da década de 1940. Com esmero e cuidado, Maringá ganhou destaque por seu projeto urbanístico e paisagístico, o que fez que conquistasse sua emancipação política poucos anos após sua elevação à categoria de Distrito, que ocorreu no mesmo ano de sua fundação. Dois anos após ter sido elevada à condição de Município, a cidade viu nascer uma das mais importantes instituições de sua história. Estava também se formando a estrutura do Poder Executivo e Legislativo Municipal. Vejamos um resumo de sua história. Com tudo por fazer, o primeiro prefeito tomou como prioridade capitalizar o Município. Desse modo, logo nos primeiros meses de 1953, a classe empresarial organizou um grupo informal para auxiliar a Prefeitura no início de suas atividades. Nasceu naquele momento a Sociedade Amigos de Maringá, a SAM. Encabeçada por Álvaro Fernandes, Américo Marques Dias e Alfredo Moisés Maluf, entre outros, a SAM foi responsável pela a arrecadação independente de recursos para a execução de obras pela cidade. Mas, em pouco tempo o clima amigável seria tensionado por uma decisão drástica. Esse conflito entre o Executivo, o Legislativo e o empresariado surgiu quando o prefeito promulgou a lei que regulamentou o Código Tributário. Segundo documentos e depoimentos, os empresários constataram diversas irregularidades e abusos naquele sistema de cálculo para a tributação que havia sido estabelecido. Nesse contexto de conflito extremo, um grupo de empresários capitaneados por Ângelo Planas e Alfredo Moysés Maluf, formalizou uma entidade para dar voz, de maneira organizada, as insatisfações da classe. Nascia ali, em 12 de abril de 1953, a Associação Comercial de Maringá. Américo Marques Dias, gerente da Dias Martins, foi convencido para aceitar sua presidência, pelo fato de já ter comandado a Associação Comercial de Votuporanga, no interior de São Paulo, anos antes. Diversas foram as reivindicações da Associação em prol do desenvolvimento local ainda na primeira metade da década de 1950. Foram solicitados a instalação de postos telefônicos pela cidade; a ampliação da agência dos Correios; o início imediato do funcionamento da Estação Ferroviária, que estava com suas obras atrasadas; a instalação de uma agência do Banco do Brasil; entre muitas outras demandas. Esses pedidos foram atendidos. O Banco do Brasil entrou em operação em Maringá no final de 1953, quando também foi iniciada a ampliação da agência dos Correios e Telégrafos. Já a Estação Ferroviária foi inaugurada em janeiro de 1954. O primeiro bate-chapa da história da associação se deu em 1957, quando concorreram para sua presidência o bancário Murilo Macedo e o madeireiro Vanor Henriques. Macedo saiu vitorioso daquela disputa e lembrou que Maringá, embora em franco crescimento econômico, precisava da união dos empresários para também proporcionar o seu desenvolvimento social. Durante sua gestão ocorreu um fato pouco registrado na história da cidade. Um surto de poliomielite acometeu várias crianças, especialmente, entre as camadas mais carentes. Iniciou-se ali uma campanha em que empresários e médicos se uniram para discutir e colocar em prática um plano de saneamento básico para Maringá. Murilo Macedo ficou pouco tempo no cargo, pois foi transferido pelo Banco Nacional de Minas Gerais para São Paulo já no início de 1958. Alfredo Moisés Maluf assumiu o comando da Associação Comercial. Odwaldo Bueno Netto deu sequência aos trabalhos como presidente. Na época, a atuação da entidade consistia em cobrar melhorias na gestão pública municipal e também prospectar infraestruturas do Estado e da União para a cidade. Durante a gestão de Ermelindo Bolfer, no final da década de 1950, a associação levantou uma nova bandeira em prol dos maringaenses. Naquela oportunidade, a COPEL havia elevado sobremaneira as tarifas de energia elétrica e a entidade abriu diálogo em todas as instâncias para reverter aquele cenário. A gestão do empresário Manoel Mário de Araújo Pismel, iniciada em 1961, foi muito importante nesse sentido. Foi quando começou a se pensar na criação de serviços para os associados. Em 21 de julho daquele ano, a entidade firmou convênio com o Serviço de Proteção ao Crédito, na época conhecido como SEPROC. Este viria a ser um dos mais importantes apoios aos seus associados ao longo das décadas. Também foi constituída uma comissão para discutir a construção da sede própria no terreno que havia sido doado anos antes. A gestão liderada pelo empresário Manoel Mário de Araújo Pismel definiu que a entidade também deveria prestigiar, em sua denominação, o segmento industrial da cidade, que se apresentava em franco desenvolvimento. Dessa forma surgiu a sigla ACIM em 1961, de Associação Comercial e Industrial de Maringá. Em abril de 1962, a ACIM discutiu o apoio do prefeito ao projeto de implantação de um sistema de saneamento básico para a população. Era o embrião para a constituição da Companhia de Desenvolvimento de Maringá, a Codemar, que foi criada no final daquele ano. Vale destacar que a associação ainda produz seu informe desde 1963. Chamado hoje de Revista ACIM, esta é uma das impressões mais antigas ainda em circulação no estado. Só por este pequeno resumo, apenas da primeira década de existência da ACIM, podemos compreender a relevância de sua participação na história do empresário de Maringá. Entretanto, o fato de haver um centro de documentação não o torna disponível a todos. Afinal, há dificuldades de acesso ao mesmo por questões de limitações de horário, fluxo de pessoas e sensibilidades de documentos raros e já prejudicados pelo tempo. Soma-se a cenário o período de pandemia que temos enfrentado entre os anos de 2020 e 2021. Tratam-se de mais de 84 mil documentos que precisam ficar à disposição de pesquisadores e da população em geral. E a associação está de acordo com relação a este trabalho de promoção patrimonial por meio do Maringá Histórica. Posto isso, a proposta aqui descrita vai ao encontro do que preconiza a Lei Nacional de Incentivo à Cultura (Lei Federal nº 8.313/91), que em seu Art. 1º que visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. E, em seu Art. 3º, III _ preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos. Ainda, para fins de enquadramento, evoca-se o Art. 18, § 3º, alínea g, que diz respeito a preservação do patrimônio cultural material e imaterial.
Vale ressaltar que o projeto Maringá Histórica possui ampla experiência na digitalização e indexação de acervos documentais, imagéticos e textuais sobre a história do Município de Maringá. Sua plataforma (www.maringahistorica.com.br) é considerada um dos maiores acervos virtuais sobre a história de uma cidade em todo o país. Ainda, como CONTRAPARTIDA SOCIAL serão realizadas 10 palestras em Escolas Públicas do Município de Maringá, a fim de apresentar detalhes da história da cidade. As mesmas serão desenvolvidas de forma gratuita, em datas a serem definidas, e podendo ser on-line. A ideia é ampliar a temática que será abordada pelo produto cultural principal deste projeto por meio do processo de Educação Patrimonial.
A plataforma on-line ficará disponível ao público, em garantia absoluta por dez anos. Posteriormente, modernizações e atualizações poderão ser apresentadas para que sua estrutura continue atingindo os objetivos aqui destacados.
O projeto “Preservação da memória empresarial de Maringá: digitalização do Centro de Documentação Luiz Carlos Masson”, será desenvolvido para ser disponibilizado em plataforma on-line, a ser ancorado no site da ACIM (Associação Comercial e Empresarial de Maringá), bem como no site do Maringá Histórica (www.maringahistorica.com.br). Desse modo, considerar-se-á a legislação vigente, atendendo aos aspectos de acessibilidade previstos para as pessoas com necessidades especiais, bem como o estipulado pelo art. 27 do Decreto nº 5.761, 27 de abril de 2006, pelo art. 47 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 e pelo art. 2º do Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa nº 02/2019, adotaremos todas as medidas de acessibilidade que são adequadas e funcionais à modalidade exclusiva para plataformas on-line, quais sejam os itens técnicos para essa finalidade: · Adicionar "Alt Text" apropriado a todas as imagens - disponibilizando informação sobre as imagens aos seus visitantes e ajudando também o Google a "lê-las". · Usar títulos/cabeçalhos corretamente e nas proporções adequadas. · Adaptar as suas formas a leitores de ecrã. · Colocar a opção "Avance para o conteúdo principal" no topo de cada página. · Tornar todo o conteúdo acessível através do teclado. · Criar contraste suficiente entre o texto e o background. · Usar um template acessível. · Contraste - especial cuidado com tons claros de cinzento, laranja e amarelo (usar o plugin WAVE para detectar erros de contraste e de acessibilidade em geral). · True Text - alarga melhor, carrega mais depressa e é mais fácil de traduzir. Usar CSS em vez de Editor para acrescentar estilo visual. · Tamanho de letra - uso adequado do tamanho da letra que pode variar em função da fonte escolhida. · Comprimento da linha - não deve ser demasiado longa porque se torna ilegível. · Assegurar que os usuários que usam teclados podem identificar visualmente um link focalizado - usar uma linha pontilhada ou outros indicadores sem cor. · Desenhar um link "Saltar para o conteúdo principal" - para usuários que usam o teclado, este link deve permanecer no topo da página. Pode estar oculto, mas tornar-se visível quando receber ou focalizar o teclado. · Garantir que o Texto dos Links faz sentido por si só - evite "Clique Aqui" ou outras referências ambíguas como "Mais" ou "Continuar" que podem ser confusas. · USAR animações vídeo e áudio com muito cuidado. · Evitar o uso de conteúdo a piscar ou com efeito estroboscópio, porque pode causar ataques (em pessoas epilépticas, por exemplo). · Desenhar controles de formulário acessíveis - garantir que há etiquetas e instruções detalhadas (prestar especial cuidado à validação de erros de formulário e mecanismos de recuperação). Além desse cuidado com a plataforma on-line, ainda será utilizada nas palestras de contrapartidas sociais e também ao site: a) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Essa medida de acessibilidade será utilizado nas palestras, bem como para o site, por meio da metodologia de Hand Talk. b) Áudiodescrição: sempre que possível, a plataforma contará com o recurso de áudiodescrição para descrever informações gerais para deficientes visuais. Obs. 1: Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. Obs. 2: Todos os custos estão previstos na Planilha Orçamentária. Quanto aos locais das palestras que serão executadas como ações de contrapartida social, ressalta-se que as mesmas serão promovidas em Escolas Públicas instaladas no Município de Maringá, estruturas que já cumprem as normas estabelecidas pela legislação vigente de segurança e acessibilidade. Dependendo as condições de Saúde Pública, as mesmas poderão ser executadas em formato on-line. Descrição na planilha orçamentária onde constam os itens de acessibilidade: PATRIMÔNIO CULTURAL Produção Acessibilidade: Sítio de Internet - Design e criação (onde estarão previstos todos os itens técnicos) Intérprete de Libras (Responsável pela implantação da medida de acessibilidade no site de Hand Talk) Áudiodescrição e Legenda Descritiva (sempre que possível, a plataforma contará com o recurso de áudiodescrição para descrever informações gerais para deficientes visuais) CONTRAPARTIDA SOCIAL Produção Acessibilidade: Intérprete de Libras (Intérprete de libras para o acompanhamento das palestras.) Obs. 3: são estes os itens possíveis de acessibilidade para os produtos culturais resultantes do projeto.
Pela característica do projeto, “Preservação da memória empresarial de Maringá: digitalização do Centro de Documentação Luiz Carlos Masson”, seu acesso se dará de maneira irrestrita por meio de acervo digital livre, gratuito, disponível para pesquisas e para baixar arquivos. A plataforma estará ancorada ao site da ACIM e do Maringá Histórica, não exigindo nem um tipo de qualquer pré-cadastro ou registro, ação que poderia inibir ou limitar o acesso aos conteúdos digitalizados. Essa informação será circulada por meio dos materiais publicitários e veículos de comunicação, a fim de estimular ainda mais a participação e o engajamento do público. Ainda, em consonância com a IN 05/2017, seguem as medidas de democratização do acesso às atividades, aos produtos, serviços e bens culturais que serão atendidas com o projeto: - Disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial, - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, - Acesso ao conteúdo de forma desburocratizada e completamente gratuita. Em atendimento ao Art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019, serão adotados como mecanismo de Democratização de Acesso: - III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Ou seja, todo o conteúdo produzido ficará à disposição para acesso gratuito na rede de internet. As "Ações formativas culturais", integrantes ao campo de Contrapartida social, serão realizadas para atender o disposto pelo art. 22 da IN nº 02/2019, por onde serão promovidas palestras sobre a história de Maringá. Lembra-se que: * As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. ** 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Neste caso, nossa ação será integralmente destinada a professores e estudantes da Rede Pública de Ensino Fundamental e Médio, de forma gratuita e presencial.
Maringá Histórica / Proponente e gestão do projeto O projeto Maringá Histórica surgiu em 2007, por meio do pesquisador Miguel Fernando, com o objetivo de reunir vídeos antigos do Norte e Noroeste do Paraná, em especial da cidade de Maringá. Contudo, a proposta ganhou uma esfera maior do que o esperado e se transformou em Blog no ano de 2009. Em 2015, ganhou página no Facebook, onde tem mais de 14 mil curtidas, além de ter iniciado a produção de vídeos para o Youtube com conteúdos sobre pontos e estruturas da história local, onde contabiliza mais de 25 mil inscritos. No Instagram conta com mais de 24 mil seguidores. Com essas importantes ferramentas, a história local se tornou acessível ao grande público (www.maringahistorica.com.br). Atualmente, o projeto Maringá Histórica se transformou em um dos maiores acervos históricos virtuais independentes do Brasil. São mais de 3 mil publicações com arquivos imagéticos, documentos, textos e depoimentos sobre a cidade de Maringá. Miguel Fernando / Coordenador geral Bacharel em Turismo e Hotelaria pelo Centro Universitário de Maringá - UNICESUMAR (2008), com especialização em História e Sociedade do Brasil pela Universidade Estadual de Maringá - UEM (2010) e em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona - Espanha (2017). Realiza pesquisas sobre a história de Maringá e o Norte do Paraná, as quais são disponibilizadas no site do projeto Maringá Histórica. Foi um dos idealizadores do jornal sobre a cultura da região de Maringá, O Duque, e coordenou o departamento de eventos da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM) durante seis anos. Foi diretor executivo do Instituto Cultural Ingá (ICI), uma agência de incentivo e fomento à cultura. Também ocupou a função de secretário municipal de Cultura de Maringá (2018-2020). Atua como gestor de eventos, consultor para projetos artísticos e culturais, bem como pesquisador da história de personalidades, empresas e instituições. Carlos Venâncio / Coordenador do processo de digitalização Carlos Alexandre Venancio é produtor editorial desde 1994, com experiência de Gerenciamento Eletrônico de Documentos voltados à comunicação científica, indexação e catalogação em formato de imagens, documentos de formato portável (PDF) e reconhecimento de caracteres (OCR). Especialista em marcação XML de publicações científicas pela ABEC - Associação Brasileira de Editores Científicos e pela Biblioteca Scielo. Sites com trabalhos publicados nesta área: https://www.scielo.br/j/ni; https://www.scielo.br/j/dpjo e www.dentalgo.com.br (acervo online de mais de 6 mil documentos digitalizados com sistema de busca e indexação). Nova Inteligência / Responsável técnica na plataforma on-line Trata-se de uma agência de inteligência digital com anos de experiência na elaboração de soluções criativas para demandas específicas. Ao longo de sua história, alcançaram mais de 87 milhões de pessoas, com 79 mil conversões com mais de 46 mil leads gerados. Entre seus clientes estão a SICREDI, DRUGOVICH, Pinduca Alimentos, Roll Door, entre outros. Sua equipe é integrada por profissionais que desenvolveram acervos digitais em jornais, como o do antigo O Diário do Norte do Paraná.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.