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PRONAC 212174Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Gaivotas (EVENTO VIRTUAL)

BIBIANA ROZENBAUM QUESADA
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2021
    Cadastro PRONAC
    Ano 21
  2. 08/09/2021
    Início previsto
  3. 08/09/2022
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-09-08
Término
2022-09-08
Locais de realização (1)

Resumo

O presente projeto prevê a realização do espetáculo teatral Gaivotas, a ser apresentado de forma virtual. O produto principal será um espetáculo de artes cênicas virtual. Como contrapartida social será realizada uma Oficina de Produção Teatral virtual.

Sinopse

Gaivotas é baseada na obra Nina ou da Fragilidade das Gaivotas Empalhadas, uma revisita de Matéi Visniec a uma das obras mais conhecidas de Anton Tchékhov, A Gaivota. No texto do autor franco-romeno Matéi Visniec, três personagens tchekhovianas, Nina, Trigórin e Tréplev, se deparam com um reencontro 15 anos depois dos fatos ocorridos na peça original. As personagens agora mais maduras e amarguradas pelo tempo, precisam lidar com as pontas soltas deixadas pelas traições que cada um cometeu e que foi submetido. Nesta releitura, Tréplev vive sozinho na casa que foi de sua mãe e é surpreendido pelo retorno de Nina, que se esconde de Trigórin, com quem um dia fugiu. Mas este terceiro espectro também aparece no ambiente recriado por Visniec. As personagens, de alguma forma, são também gaivotas mortas e empalhadas nas lembranças do passado, mas nada garante que no universo de Visniec elas não possam morrer mais uma vez... Espetáculo virtual de artes cênicas: Dramaturgia, Carta de Anuência dos Direitos Autorais e Declaração de que o Projeto não envolve aglomeração de pessoas, em anexo. *Classificação indicativa etária: Não recomendado para menores de 14 anos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL - Disponibilizar para a população um produto cultural de qualidade; - Democratizar o acesso à cultura trazendo ao público um texto de Matéi Visniec, um dos dramaturgos contemporâneos mais encenados mundialmente; - Promover um espetáculo de artes cênicas virtual que valoriza e difunde o intercâmbio cultural com outros países; - Homenagear o grande dramaturgo Anton Tchekhov e sua obra-prima A Gaivota; - Convidar o público a refletir sobre a condição humana, a partir de uma atmosfera de realismo fantástico; - Estimular a inclusão através de tradução simultânea em libras e audiodescrição. OBJETIVOS ESPECIFICOS Produto: Espetáculo de Artes Cênicas - Realizar 16 apresentações virtuais do espetáculo Gaivotas; - Público estimado de 800 pessoas. Produto: Contrapartida Social - Oferecer uma Oficina de Produção Teatral virtual; - Público estimado de 80 pessoas.

Justificativa

Gaivotas é um drama poético que fala sobre relacionamentos. O espetáculo teatral é uma adaptação da peça Nina ou De la Fragilité des mouettes empaillées (Nina ou da Fragilidade das Gaivotas Empalhadas), do autor franco-romeno Matéi Visniec e celebra os 125 anos da primeira montagem da obra-prima A Gaivota, do renomado dramaturgo Anton Tchekhov (1860-1904), considerado por muitos o pai do realismo teatral. Os personagens Nina, Tréplev e Trigórin se reencontram após 15 anos. Nina representa a mulher que enfrenta a sociedade em busca da sua felicidade e que não se envergonha em questionar suas próprias escolhas. Ela luta pelo direito de errar e de recomeçar. Gaivotas fala sobre liberdade, preconceitos, a complexidade das relações humanas e, sobretudo, amor. O projeto é relevante porque levará o público a uma reflexão sobre a condição humana. Gaivotas é um tributo à arte, ao teatro, a Anton Tchekhov e à sua obra prima A Gaivota, escrita há 125 anos e ainda atual. Compreendendo que os papéis da arte e da cultura vão muito além do entretenimento, busca-se através deste projeto despertar a curiosidade e formar cidadãos, abrindo um leque de possibilidades para as gerações futuras. Fernando Philbert, um dos diretores mais atuantes na cena teatral carioca, está a frente do projeto, que conta com um elenco de apenas três atores, respeitando o limite de aglomeração cênica imposto pela pandemia da COVID-19. A realização de Gaivotas alcançará os seguintes objetivos da lei 8.313/91 em seu art. 3o, inciso II, letras C e E: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Diante do momento dramático que estamos vivendo e como alternativa para a arte não deixar de ser realizada, Gaivotas será apresentada de forma virtual. Importante ressaltar que o projeto prioriza o produto cultural nacional, uma vez que todos os atores e equipe técnica são brasileiros. Gaivotas tem em sua ficha técnica nomes reconhecidos e premiados em suas respectivas áreas do circuito teatral do Rio de Janeiro. Tratando-se de um projeto independente, sem vínculo com grandes produtoras, é de suma importância para o seu pleno desenvolvimento o apoio da Lei 8.313/1991. O projeto se justifica, também, por estar alinhado às seguintes finalidades previstas na lei 8.313/91, em seu artigo 1º e incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações (visto que a peça se passa num contexto histórico internacional); VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Bem como pelo artigo 2º do Decreto 5761/06 e incisos: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; X - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países.

Especificação técnica

“Gaivotas é uma peça que mostra o ponto de vista da personagem Nina, uma mulher que luta pela liberdade de escolha nas decisões que toma em sua vida, luta pelo seu direito de ir e vir e pelo seu direito de mudar de ideia. A desigualdade, a opressão e a falta de empatia são males que a sociedade moderna ainda não superou. O diretor Fernando Philbert me indicou a leitura do texto de Matéi Visniec e me senti inspirada por Nina, uma mulher corajosa que não tem medo de enfrentar preconceitos ou julgamentos em busca da sua realização pessoal. Assim como Nina que volta às suas origens, eu também estou num movimento de retorno ao teatro, buscando na arte um sentido e uma realização neste momento difícil da pandemia. A arte é uma ferramenta terapêutica que ajuda no enfrentamento das angústias e dilemas cotidianos. Nina é uma mulher à frente de seu tempo e que luta por seus sonhos. Ela não tem medo de errar, pelo contrário, ela se arrisca quando acredita que está fazendo a coisa certa. Eu me apaixonei por esse texto porque ele fala também sobre a complexidade das relações humanas. Essa é a quarta peça do autor Matéi Visniec levada aos palcos ou em versão online pelo experiente diretor Fernando Philbert, que idealizou o projeto junto comigo. Gaivotas é um tributo à arte, a Anton Tchekhov e à sua obra-prima A Gaivota, escrita há 125 anos e ainda atual. Pela importância em apresentar ao público esta obra sob a ótica feminina, o projeto proposto se justifica.” – Bibiana Rozenbaum

Acessibilidade

Produto: Espetáculo Virtual de Artes Cênicas Acessibilidade para deficientes auditivos: 100% das apresentações contarão com Intérprete de libras como medida de acessibilidade para deficientes auditivos. (ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA) Acessibilidade para deficientes visuais: 100% das apresentações contarão com Audiodescrição como medida de acessibilidade para deficientes visuais. (ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA) *A produção de todo o espetáculo está prevista no orçamento. Produto: Contrapartida Social Acessibilidade para deficientes auditivos: A oficina será realizada de forma virtual e contará com janela de Intérprete de libras como medida de acessibilidade para deficientes auditivos. (ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA) Acessibilidade para deficientes visuais: A oficina será realizada de forma virtual e contará com Audiodescrição como medida de acessibilidade para deficientes visuais. (ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA) *A produção da contrapartida está prevista no orçamento.

Democratização do acesso

Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no item "a", inciso I do art. 20 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania para a doação gratuita de 20% do total de todos os produtos do projeto, a saber: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. Adotaremos também o exposto no inciso III do art. 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.

Ficha técnica

Bibiana Rozenbaum Quesada - Coordenadora Geral, Atriz e Proponente do Projeto Bibiana é atriz, jornalista, advogada, produtora cultural e idealizadora do projeto. Seu último trabalho no teatro foi a peça Quanto você calça?, direção de Susanna Kruger. No cinema, participou dos filmes Tiradentes, direção de Oswaldo Caldeira, A Flor da Gigóia, direção de Ivo Schergl Jr. e o curta Conversas que acontecem, direção de Gustavo Vilela e André Régnier. Na TV, participou das séries O Anjo de Hamburgo, direção de Jayme Monjardim, O Quinto dos Infernos, direção de Wolf Maya e da novela Uga Uga, direção de Wolf Maya. No presente projeto Bibiana terá a função de atriz e coordenadora geral, responsável pela gestão do projeto. Para tanto receberá pelas rubricas de "Coordenador Geral" e "atriz". Paulo Roberto Giardini - Ator Paulo estreou no teatro pelas mãos do grande ator Dionísio Azevedo em Vampíria de Tacus em 1985. Ainda no teatro trabalhou com os diretores Luis Armando Queiroz, Aimar Labaki, Eduardo Tolentino, Silnei Siqueira, Fauzi Arap, Domingos de Oliveira, Aderbal Freire Filho, dentre outros. No cinema destacam-se os trabalhos sob a direção de José Padilha, Sergio Rezende e João Jardim. Na TV atuou em mais de 20 novelas. No presente projeto terá a função e receberá pela rubrica de "ator". Sávio Moll Alves - Ator Sávio é ator, apresentador e professor de artes cênicas. Os principais trabalhos em teatro foram as peças As centenárias, O púcaro búlgaro e O que diz Molero, todas dirigidas por Aderbal Freire Filho, A santa Joana do Matadouros, dirigida por Marina Vianna e Diogo Liberano, A incrível confeitaria do sr. Pelica, A outra cidade e O condomínio, dirigidas por Pedro Brício, A arte da comédia e Esse vazio, dirigidas por Sérgio Modena, O princípio de Arquimedes, dirigidas por Daniel Dias da Silva e O círculo da Transformação em espelho, dirigida por Cesar Augusto. Atuou durante 14 anos como palhaço em hospitais nos Doutores da Alegria e Projeto Clownspital. É apresentador de programas no Canal Futura e Multirio. Atualmente, integra o elenco do programa Detetives do Prédio Azul, do Canal Gloob, tendo participado dos três longas-metragens da série. No presente projeto terá a função e receberá pela rubrica de "ator". Luis Fernando Tonatto Philbert - Diretor Fernando Philbert iniciou sua carreira como diretor assistente de Gilberto Gawronski, Domingos Oliveira e, desde o ano de 2008, com o diretor Aderbal Freire Filho, de quem foi assistente em mais de quinze peças, entre elas Hamlet com Wagner Moura, A Ordem do Mundo com Drica Moraes, Incêndios com Marieta Severo, Macbeth com Renata Sorrah e Daniel Dantas, entre outras. Assinou a co-direção de O Topo da Montanha com Lázaro Ramos e Thaís Araújo. Como Diretor assinou O Escândalo Felipe Dussaert, com Marcos Caruso, vencedor de todos os prêmios de melhor ator no Rio de Janeiro em 2016. Em 2017 dirigiu Contos Negreiros do Brasil, espetáculo de grande repercussão, ainda em circulação. Em 2018 dirigiu Louise Cardoso em O Que é Que Ele Tem, baseado no livro homônimo de Olivia Byinton. Em 2019 dirigiu Kiko Mascarenhas em Todas as Coisas Maravilhosas, indicado aos Prêmios Shell categorias Direção e Ator; Pedro Paulo Rangel em O Ator e o Lobo; Cássio Reis e Carla Diaz em Em casa a gente conversa; Thelmo Fernandes em Diário do Farol – Uma Peça sobre a Maldade, indicado ao Prêmio Cesgranrio categorias Melhor Ator e Melhor Espetáculo e Parabéns Senhor Presidente, com Danielle Winits e Christine Fernandes, em circulação pelo Brasil. No presente projeto terá a função de diretor e receberá pela rubrica de "Direção cênica". Marina Felisberto Salomon - Coreógrafa Marina Salomon é bailarina, atriz e diretora de movimento. Formada pela Escola Estadual de Danças Maria Olenewa integra, há trinta e sete anos, a Companhia Regina Miranda e AtoresBailarinos, atuando em todos os trabalhos desta companhia, em apresentações no Brasil e no exterior. Desde 1995 trabalha como Diretora de Movimento em peças teatrais e em obras para cinema e televisão. Como exemplos mais recentes podemos citar O Corpo da Mulher como Campo de Batalha e Nefelibato, ambas dirigidas por Fernando Philbert; Antígona, direção de Amir Haddad (2016); Josephine Baker, a Vênus Negra, direção de Otavio Müller (2017); e Hebe, a Estela do Brasil (filme e minissérie - 2018), direção de Maurício Farias. Marina recebeu o 1º Prêmio Cesgranrio de Dança na categoria Melhor Bailarina por sua atuação em Naitsu - Noites de Murakami, solo de teatro coreográfico dirigido por Regina Miranda, considerado pelo jornal o Globo como um dos dez melhores espetáculos de dança de 2018. Em 2020 criou e atuou, em colaboração com Regina Miranda, no curta-metragem Vertigo Vertigem. No presente projeto terá a função e receberá pela rubrica de "Coreógrafo".

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Rio de Janeiro Rio de Janeiro