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Em virtude da comemoração dos 130 anos da inauguração do logradouro, a proposta ‘AVENIDA PAULISTA’ visa debater, através de publicação (livro), ciclo de palestra (ampliação de acesso) e visitas guiadas (contrapartida social), o patrimônio cultural dos edifícios de arquitetura de valor reconhecido construídos na via mais importante de São Paulo - muitos dos quais, protegidos pelos órgão de patrimônio histórico -, apresentando um panorama dos mais significativos prédios do logradouro. Com ampla documentação iconográfica, tanto de acervos quanto realizada especialmente para a proposta, o livro contará com textos de especialistas.
PARTE 1: A.Publicação A primeira parte da proposta ‘AVENIDA PAULISTA’ tem como objetivo documentar em uma publicação o patrimônio arquitetônico construído ao longo do logradouro, a via mais simbólica de São Paulo. A primeira parte da publicação, que terá 304 páginas, 1500 exemplares e consiste num amplo artigo de fundo, com cerca de 30 páginas, cujo tema será a história da avenida, seus diferentes momentos, e aspectos sócio-culturais. O texto, a ser escrito por um especialista, será ilustrado com fotos e desenhos de época, com pesquisa iconográfica realizada especialmente para a proposta. Em seguida, haverá um ensaio fotográfico, de cerca de 10 páginas, a ser realizado por pelo fotógrafo Cristiano Mascaro. O foco do ensaio será as construções mais antigas da avenida que ainda estão de pé, como a Casa das Rosas e o Colégio Alves. Em seguida, serão abordados os principais edifícios construídos no logradouro, que serão apresentados em ordem cronológica, levando em conta o início de cada projeto. Cada exemplar arquitetônico será apresentado com fotos, desenhos e texto. As imagens, todas criadas especialmente para a proposta, serão realizadas por Leonardo Finotti. Para os desenhos, serão apresentados os desenhos arquitetônicos originais, reforçando a diferença de traço entre cada profissional e época. Os oito projetos mais emblemáticos, do ponto de vista arquitetônico, serão apresentados em textos de especialistas, encomendados especialmente para o projeto. Os edifícios escolhidos são: 1. Edifício Anchieta (1941) – projeto de Marcelo e Milton Roberto 2. Conjunto Nacional (1952) – projeto de David Libeskind 3. Edifício Nações Unidas (1953) – projeto de Abelardo de Souza 4. Edifício Paulicéia (1958) – projeto de Jacques Pilon e Giancarlo Gasperini 5. Museu de Arte de São Paulo (1958) – projeto de Lina Bo Bardi 6. Edifício Banco Sul América (1964) – projeto de Rino Levi, Roberto Cerqueira César e Roberto Carvalho Franco 7. Boulevard Paulista (1973) – projeto de Cauduro & Martino (sinalização) e Rosa Kliass (paisagismo) 8. Instituto Moreira Salles (2011) – projeto de Andrade Morettin Por fim, haverá uma mapa com a localização de todos os edifícios relevantes da avenida, para facilitar o acesso do público a conhecer de perto os exemplares mais importantes. B. Ampliação de acesso: Ciclo de debates – público previsto 500 pessoas (100% gratuito) A segunda parte do projeto consiste na primeira das duas ações formativas culturais, ambas gratuitas. Trata-se de um ciclo com dez palestras sobre o tema que ocorrerão no momento do lançamento da publicação. O intuito é envolver não só estudantes de arte e arquitetura mas também o público interessado no tema. As dez palestras serão dadas por especialistas que assinarão os textos presentes na publicação e também alguns arquitetos que desenharam edifícios significativos. Os debates ocorrerão de maneira virtual, de forma a universalizar o acesso, permanecendo gravado em plataforma digital, para ser assistido posteriormente. A atividade será gratuita. PARTE 2- Contrapartida Ação formativa cultural: Visita guiada – público previsto 150 pessoas (100% gratuito) A segunda ação formativa cultural integra a terceira parte da proposta, que ocorrerá simultaneamente a segunda, consiste em cinco visitas guiadas pela avenida, para que o público conheça de perto os detalhes dos edifícios construídos na avenida e a história do próprio logradouro. Os passeios serão conduzidos por especialistas, que discorrerão a respeito do patrimônio arquitetônico em uma caminhada ao longo da avenida, sendo franqueado espaços que, em geral, estão fechados ao público – a exemplo de reservas técnicas e interiores de edifícios privados. A atividade será gratuita.
Objetivo geral A proposta ‘AVENIDA PAULISTA’ visa documentar, retratar, debater e divulgar o legado arquitetônico de reconhecido valor cultural e a história do logradouro mais importante da cidade. Objetivos específicos A proposta divide-se em duas partes bem definidas. A primeira parte e principal item da proposta consiste em publicar um volume impresso, com 302 páginas, destacando a produção arquitetônica construída na Avenida Paulista, a mais simbólica via de São Paulo. O intuito do volume é destacar as construções com inestimável valor arquitetônico, como patrimônio cultural da cidade e traçar um histórico dos 130 anos do local. Ainda para a ampliação do acesso serão realizados gratuitamente de cinco debates online tendo como tema arquitetura dos edifícios da avenida. A segunda parte é uma ação formativa cultural como contrapartida e se traduz em cinco visitas guiadas para estudantes e professores da rede pública e privada que irão explorar de perto o conteúdo do livro. A atividade será gratuita. PARTE 1: A.Publicação A primeira parte da proposta ‘AVENIDA PAULISTA’ tem como objetivo documentar em uma publicação o patrimônio arquitetônico construído ao longo do logradouro, a via mais simbólica de São Paulo. A primeira parte da publicação, que terá 304 páginas, 1500 exemplares e consiste num amplo artigo de fundo, com cerca de 30 páginas, cujo tema será a história da avenida, seus diferentes momentos, e aspectos sócio-culturais. O texto, a ser escrito por um especialista, será ilustrado com fotos e desenhos de época, com pesquisa iconográfica realizada especialmente para a proposta. Em seguida, haverá um ensaio fotográfico, de cerca de 10 páginas, a ser realizado por pelo fotógrafo Cristiano Mascaro. O foco do ensaio será as construções mais antigas da avenida que ainda estão de pé, como a Casa das Rosas e o Colégio Alves. Em seguida, serão abordados os principais edifícios construídos no logradouro, que serão apresentados em ordem cronológica, levando em conta o início de cada projeto. Cada exemplar arquitetônico será apresentado com fotos, desenhos e texto. As imagens, todas criadas especialmente para a proposta, serão realizadas por Leonardo Finotti. Para os desenhos, serão apresentados os desenhos arquitetônicos originais, reforçando a diferença de traço entre cada profissional e época. Os oito projetos mais emblemáticos, do ponto de vista arquitetônico, serão apresentados em textos de especialistas, encomendados especialmente para o projeto. Os edifícios escolhidos são: 1. Edifício Anchieta (1941) _ projeto de Marcelo e Milton Roberto 2. Conjunto Nacional (1952) _ projeto de David Libeskind 3. Edifício Nações Unidas (1953) _ projeto de Abelardo de Souza 4. Edifício Paulicéia (1958) _ projeto de Jacques Pilon e Giancarlo Gasperini 5. Museu de Arte de São Paulo (1958) _ projeto de Lina Bo Bardi 6. Edifício Banco Sul América (1964) _ projeto de Rino Levi, Roberto Cerqueira César e Roberto Carvalho Franco 7. Boulevard Paulista (1973) _ projeto de Cauduro & Martino (sinalização) e Rosa Kliass (paisagismo) 8. Instituto Moreira Salles (2011) _ projeto de Andrade Morettin Por fim, haverá uma mapa com a localização de todos os edifícios relevantes da avenida, para facilitar o acesso do público a conhecer de perto os exemplares mais importantes. B. Ciclo de debates _ público previsto 500 pessoas (ampliação de acesso - 100% gratuito) A segunda parte do projeto consiste na primeira das duas ações formativas culturais, ambas gratuitas. Trata-se de um ciclo com dez palestras sobre o tema que ocorrerão no momento do lançamento da publicação. O intuito é envolver não só estudantes de arte e arquitetura mas também o público interessado no tema. As dez palestras serão dadas por especialistas que assinarão os textos presentes na publicação e também alguns arquitetos que desenharam edifícios significativos. Os debates ocorrerão de maneira virtual, de forma a universalizar o acesso, permanecendo gravado em plataforma digital, para ser assistido posteriormente. A atividade será gratuita. PARTE 2: Visita guiada _ público previsto 150 pessoas (contrapartida social- 100% gratuito) A segunda ação formativa cultural integra a terceira parte da proposta, que ocorrerá simultaneamente a segunda, consiste em cinco visitas guiadas pela avenida Paulista, para que o público conheça de perto os detalhes dos edifícios construídos na avenida e a história do próprio logradouro. Os passeios serão conduzidos por especialistas, que discorrerão a respeito do patrimônio arquitetônico em uma caminhada ao longo da avenida, sendo franqueado espaços que, em geral, estão fechados ao público _ a exemplo de reservas técnicas e interiores de edifícios privados. A atividade será gratuita.
A proposta se enquadra no inciso III/V/VII/IX DO Artigo 1º da Lei 8313/91, sendo eles: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. "Na arquitetura estão inscritas as vontades mais puras e duradouras do coração dos homens. A história da cultura e da sociedade repousa em grande parte nas formas arquitetônicas; pois a vontade de um povo se manifesta na forma dos templos de seus deuses, dos palácios de seus reis. [...] Desde a antiguidade os muros das construções foram os primeiros órgãos de informação, resumos da vida social dos povos; o primeiro papel aonde se inscreveram as páginas da história; o papel onde ainda se inscrevem as mensagens para o futuro. E escrever estas mensagens, cabe ao arquiteto." Joaquim Cardozo _ poeta, engenheiro e teórico de arquitetura. Nesse contexto, em que o patrimônio arquitetônico é compreendida enquanto uma manifestação cultural, foi idealizado o projeto "AVENIDA PAULISTA", que visa incentivar o fortalecimento e disseminação da arquitetura brasileira. Dentro o âmbito da produção arquitetônica erudita, as construções edificadas na Avenida Paulista, apresentam um padrão muito acima do usual. Neste sentido, ao longo da história, os edifícios da avenida Paulista constituem uma espécie de linha do tempo viva da história arquitetônica brasileira nos últimos 130 anos. Mas, para além da disciplina, estudar os exemplares arquitetônicos também pode ser uma maneira de perceber as mudanças da própria sociedade. Assim, não só o desenho dos edifícios possuem relevância, mas também o contexto de como foram construídos. Por esse viés, a Avenida Paulista pode ser tomada como um substrato interessantíssimo de análise sócio-cultural, dada sua longevidade e o cuidado individual que gerou cada edifício. Em outras palavras, poderia se dizer que os prédios nela construídos representam, a cada momento histórico, o melhor que nossa sociedade poderia fazer. Não é por acaso que a Avenida Paulista tornou-se o mais evidente símbolo da metrópole, um local em que todo cidadão tem algum tipo de relação e história _ seja afetiva, política ou cultural. Popularmente, as primeiras casas são conhecidas como "casarões" que, erroneamente, são associadas aos grandes fazendeiros de café. Apesar de algumas residências terem sido de fato construídas para cafeicultores, a maior parte de seus primeiros proprietários foram industriais e comerciantes. Alguns destes exemplares sobreviveram ao tempo, a exemplo da Casa das Rosas, construída em 1935 com projeto de Felisberto Ranzini. Em estilo francês, a casa construída a pedido do empresário Ernesto Dias de Castro e sua mulher, Lúcia Ramos de Azevedo, filha de Ramos de Azevedo. Parte das residências _ ou casarões _ começou a ser demolida na década de 1940 para dar lugar a grandes edifícios. Os prédios passam a abrigar dezenas de apartamentos, que transferiram o requinte do endereço exclusivo de outrora para um número muito maior de moradores. Um dos exemplares arquitetônicos mais interessantes do início da verticalização é o Edifício Anchieta, projetado em 1941 por dois irmãos que integravam a primeira geração de arquitetos modernos brasileiros: Marcelo e Milton Roberto. Ocupando um terreno com duas esquinas (uma com a avenida Angélica e outra na rua da Consolação). Na década seguinte, ou seja nos anos de 1950, o processo de verticalização acelerou-se. Neste momento, a avenida passou a ter uso misto, mesclando, além das habitações, comércios e serviços. Do ponto de vista arquitetônico, trata-se de um riquíssimo período que deixou como legado alguns dos mais importantes edifícios da cidade, como o Conjunto Nacional, projetado em 1952 pelo arquiteto David Libeskind. A importância do Conjunto Nacional dá-se principalmente, por ser um modelo urbano que concentra uma base comercial encimada por uma lâmina com escritórios e apartamentos. Do ponto de vista urbano, os acessos a galeria comercial foram desenhadas como uma continuação da calçada, ideia reforçada pela continuidade do piso. Outros dois edifícios construídos no período, que terão destaque no projeto, é o Nações Unidas e o Pauliceia. Desenhado em 1955, o primeiro deles é fruto do desenho de Abelardo de Souza, arquiteto formado na mesma turma de Oscar Niemeyer. Trata-se de um grande complexo, com área de quase 50 mil metros quadrados. Tal como o Conjunto Nacional, o Nações Unidas possui uma galeria comercial no térreo. São 26 lojas que interligam a avenida a rua São Carlos do Pinhal. O prédio foi construído pela Banco Nacional Imobiliário, liderado pelo empresário Orozimbo Roxo Loureiro, que também idealizou, entre outros, o Edifício Copan _ no centro da cidade. Já o Edifício Pauliceia consiste num edifício residencial projetado por Jacques Pilon e Giancarlo Gasperini, ambos arquitetos estrangeiros radicados em São Paulo _ Pilon de origem francesa e Gasperini, italiana. Na verdade, trata-se de uma dupla de edifícios gêmeos, sendo o Pauliceia postado de frente para a Avenida Paulista enquanto o Edifício São Carlos do Pinhal tem sua frente para a via de mesmo nome. A execução dos 420 apartamentos ficou a cargo da Companhia Construtora Pederneiras. Um dos destaques do projeto é o desenho geométrico da fachada, com faixas azuis e brancas, que não deixam transparecer a diversidade interna, que possui apartamentos de quatro tamanhos. Os dois principais destaques da década de 1960 antecipam o futuro da avenida. O primeiro deles é a sede do Banco Sul America, desenhado em 1964 por Rino Levi, Roberto Cerqueira César e Roberto Carvalho Franco. O prédio _ hoje de propriedade do Banco Itaú Unibanco _ é um exemplo da integração entre arquitetura, arte e paisagismo. De certa maneira, o projeto antecipa a migração de bancos para o logradouro, cujas sedes deixam a rua Boa Vista para ocupar edifícios na Paulista. O segundo prédio inaugurado na década é o Museu de Arte de São Paulo (MASP), que antecipou o uso cultural da avenida, que hoje qualifica o logradouro. O projeto foi criado no final dos anos de 1950 por Lina Bo Bardi, importante arquiteta italiana que radicou-se no Brasil no final dos anos de 1940. O MASP é, sem dúvida, o mais simbólico prédio da avenida, seja por sua relevância cultural seja por sua arquitetura. Entre o final dos anos de 1960 e início dos anos 1970, a avenida foi alargada e ganhou um projeto de sinalização e paisagismo que a qualificaram. Batizado de Boulevard Paulista, o desenho foi criado em 1973, com sinalização e totens do escritório Cauduro & Martino, e paisagismo de Rosa Kliass. Por fim, na década passada, foi construída a sede paulista do Instituto Moreira Salles, projetada em 2011 pelo escritório Andrade Morettin. Além de confirmar a vocação cultural da avenida, o prédio translúcido é uma espécie de totem ao crescimento econômico da primeira década do século 21, transformado em ação cultural. É simbólico que o prédio tenha sido financiado por um grupo de banqueiros, que apostam na cultura como contrapartida. Assim, saem os bancos e entram os grandes equipamentos culturais, uma vez que o IMS e o MASP não estão isolados. Com isso serão alcançados os objetivos do Art 3º da Lei 8313/91 com o projeto, sendo eles: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; (através das fotografias que constarão no livro) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; (livro)b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; (textos do livro)
O livro tem alcance nacional, a distribuição e venda será feita dessa forma, assim como o debate virtual que atingirá todo o território nacional.
1ª Etapa: A. Publicação (dados técnicos do livro) Páginas: 304 Tiragem: 1500 exemplares Textos: bilíngue (português e inglês) Acabamento: capa brochura, papel duo-design 240g; miolo papel offset 120g, lombada quadrada. Medidas preventivas para minimizar o impacto ambiental: A documentação fotográfica digital e a impressão de livro e catálogo é o modo mais seguro, limpo e duradouro de produção de material inteligível e acessível a um grande número de pessoas, tanto pela disponibilização de exemplares em bibliotecas, escolas, como pelas mãos de particulares. B.Ciclo de debates (ampliação de acesso) Número de debates: 10Participantes estimados em cada encontro: 50 Local: redes sociais na internet Tempo de duração: 90 minutos Datas: três primeiras semanas de dezembro Medidas preventivas para minimizar o impacto ambiental: como serão realizados de maneira virtual, a iniciativa não terá nenhum impacto ambiental nem irá gerar resíduos. PARTE 2: Visita guiada (contrapartida) Número de visitas guiadas: 5 Participantes estimados em cada encontro: 30 Local: Avenida Paulista e seus edifícios Tempo de duração: 2h30 Datas: duas primeiras semanas de dezembro Medidas preventivas para minimizar o impacto ambiental: como serão realizados através de caminhadas, a iniciativa não terá nenhum impacto ambiental nem irá gerar resíduos.
LIVRO Acessibilidade física: todas as pessoas com deficiências físicas poderão ter acesso ao livro Acessibilidade para deficientes auditivos: todos os deficientes auditivos poderão ter acesso ao livro Acessibilidade para deficientes visuais: parte do conteúdo do livro será disponibilizado em aúdio por acesso virtual no facebook da Editora Monolito a portadores de deficiência visual. AMPLIAÇÃO DE ACESSO - DEBATE ONLINE Acessibilidade física: Os deficientes físicos poderão acessar o debate via online Acessibilidade para deficientes auditivos: O primeiro debate, que será o principal terá um intérprete em libras Acessibilidade para deficientes visuais: O deficiente visual terá acesso ao debate via online CONTRAPARTIDA- VISITA GUIADA Acessibilidade física: A ação presencial do projeto será a visita guiada, que contará com acesso universal, uma vez que as calçadas da avenida são adaptadas, com rampas, aos portadores de necessidades especiais. Todos os espaços internos que serão visitados também possuem acesso universal. Acessibilidade para deficientes auditivos: Uma das cinco visitas guiadas terá um intérprete em libras Acessibilidade para deficientes visuais: A ação presencial do projeto será a visita guiada, que contará com acesso universal, uma vez que as calçadas da avenida são adaptadas, com rampas e sinalização para deficientes visuais.
Em relação a publicação (tiragem 1500 exemplares): - 20% dos livros produzidos serão distribuídos gratuitamente a população (300 livros)- 10% da tiragem será distribuída pelos patrocinadores (150 livros);- 10% será comercializado pelo valor que não ultrapasse o vale cultura (150 livros) - 10 % será distribuído gratuitamente pelo proponente para divulgação (150 livros) -50% será comercializado pelo proponente com valor médio de R$ 210,00 Visando a democratização do acesso aos produtos culturais resultantes do projeto, a medida de ampliação de acesso relativa ao produto principal é o ciclo debates online gratuitos, em função da pandemia de COVID-19 (público estimado de 500 pessoas). 4 palestras terão como tema projetos mais recentes e serão com os autores dos projetos na Avenida Paulista e 6 palestras terão como tema edifícios históricos e serão com especialistas. A palestra/debate terá duração de 90 minutos cada Com isso o projeto comtempla a medida de ampliação de acesso o inciso V Art. 21, a seguir: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
Realização - Editora Monolito Coordenação geral - Alessandra Ramos Serapião Curadoria - Fernando Serapião Fotógrafos - Cristiano Mascaro e Leonardo Finotti A editora Monolito (proponente) será responsável pelas seguintes atividades: coordenação editorial, assistência de edição, edição do livro, projeto gráfico, editoração eletrônica, texto artigo principal, textos artigos secundários, produção gráfica, produção executiva,, mediação do debates online, coordenação de pesquisa, coordenação administrativa, direção geral e captação de recursos. Currículos: Editora Monolito Criada no segundo semestre de 2010, a Editora Monolito está sediada em São Paulo. Desde o início de 2011 a empresa edita a Monolito, uma publicação monográfica que trata a arquitetura como cultura. Desde 2012, além da revista, a editora produz livros (como Centro Cultural São Paulo: espaço e vida, ASBEA: 40 anos de arquitetura, Franz Heep: um arquiteto moderno e Infinito Vão: 90 anos de arquitetura brasileira) e uma coleção de livros: a Monolito_Extra. Em cada edição, a Monolito apresenta um tema, que pode ser a obra de um arquiteto, um grupo de edifícios em um determinado lugar ou um tipo de edificação, como casas ou museus. A publicação, que é realizada com o cuidado de um livro, tem 152 páginas, é bilíngue (inglês/português) e é impressa em papel certificado. O conselho editorial da Monolito é formado por profissionais ligados à cultura, mas com interesse em arquitetura: André Corrêa do Lago é diplomata, crítico de arquitetura e membro do comitê de design do Museu de Arte Moderna de Nova York; Agnaldo Farias, crítico de arte e professor da FAU/USP, foi curador da 29ª Bienal de Artes de São Paulo; Carlos Wendel Magalhães é diretor da Cinemateca Brasileira; Cristiano Mascaro é fotógrafo; Mauro Munhoz é arquiteto e diretor geral da Casa Azul, empresa que organiza a Festa Literária de Paraty (Flip). O design gráfico da revista ficou a cargo de Didiana Prata, da Prata Design. Assim a Monolito é uma revista cultural, e não técnica: destina-se não só a arquitetos, mas a todos os leitores interessados no assunto. A Monolito foi a única publicação brasileira premiada pela Bienal Ibero-americana de Arquitetura e Urbanismo, como a mais importante coleção do mundo ibero-americano, prêmio concedido pelo governo espanhol. A publicação também foi premiada no 25º Prêmio Design (Museu da Casa Brasileira, 2012, São Paulo). O livro Franz Heep: um arquiteto moderno, de autoria de Marcelo Barbosa, foi destacado pela Premiação IAB/SP de 2019. Devem ainda ser consideradas as seguintes distinções: menção honrosa no 26º Prêmio Design (Museu da Casa Brasileira, 2013), categoria trabalhos escritos por Centro Cultural São Paulo: espaço e vida (São Paulo: Editora Monolito, 2012); a mesma publicação foi finalista do 55º Prêmio Jabuti (Câmara Brasileira do Livro, 2012), categoria Arquitetura e Urbanismo. www.editoramonolito.com.br Fernando Serapião Crítico de arquitetura, é fundador e editor da Editora Monolito. Formado em arquitetura na Universidade Mackenzie (1996) e mestre na mesma área e instituição (2006), com bolsa da Capes. Colaborador das revistas Piauí e Select, e dos jornais Folha de S. Paulo e O Globo. Além disso, ele possui centenas de artigos publicados em periódicos especializados em arquitetura, no Brasil e exterior, como Domus China (China), Arquitectura Viva (Espanha), Detail (Alemanha), l’Architecture d’Aujourd’hui (França), Interni (Itália), Arquitectura Ibérica (Portugal), Summa+ (Argentina), ARQ (Chile), Cityscapes (África do Sul) . Serapião é autor de livros, entre os quais A arquitetura de Croce, Aflalo & Gasperini (Editora Paralaxe, 2011) e Centro Cultural São Paulo: espaço e vida (Editora Monolito, 2012). Também escreveu artigos para livros publicados no exterior, como Brazil: restructuring the urban (Londres: Wiley, 2016) e Beton Concrete (Munique: Edition Detail, 2016). Em 2012 recebeu o Prêmio Jabuti (1º lugar na categoria Arquitetura e Urbanismo, por A arquitetura de Croce, Aflalo & Gasperini) e o Prêmio de Design do Museu da Casa Brasileira (1º lugar na categoria trabalho escrito por textos publicados na revista Monolito). Em 2005 ele foi contemplado com o 1º prêmio na categoria trabalhos escritos no 7º Prêmio Jovens Arquitetos (IAB/SP; Museu da Casa Brasileira) pelo livro São Paulo: guia de arquitetura contemporânea (Editora Vianna & Mosley, 2005). Em 2016 a Monolito foi premiada na categoria periódicos pela 10a Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo (10a BIAU), evento organizado com apoio do governo espanhol. É membro da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), foi curador do Arq.Futuro (São Paulo, 2011/2012) e jurado de inúmeras premiações, tais como World Architectural Festival (Barcelona, 2008/2009) e Prêmio de Design do Museu da Casa Brasileira (2009/2011). Desde 2013 é o delegado brasileiro da Bienal de Arquitectura Latinoamericana (em Pamplona, Espanha) e integrou o júri de concursos de arquitetura, como o do Pavilhão do Brasil na Expo Xangai (2010) e da nova sede do Instituto Moreira Salles em São Paulo (2011), disputa que também atuou como consultor. Em 2013 foi responsável pelas curadorias de três exposições: “Nove Novos”, no Museu de Arquitetura de Frankfurt; “10+10”, em Viena, no Architekturzentrum Wien; e a exposição sobre a Casa-bola na 10a Bienal de Arquitetura de São Paulo. Em 2018 foi curador, juntamente com Guilherme Wisnik, da exposição “Infinito Vão – 90 anos de arquitetura brasileira”, montada na Casa da Arquitectura, em Portugal, que contou com mais de 30 mil visitantes. Alessandra Ramos Serapião Publicitária, ela é fundadora e diretora geral da Editora Monolito. Formada em propaganda e marketing pela ESPM (1993). Dirigiu todas as ações da Editora Monolito, alguns deles frutos de parcerias culturais com instituições diversas, no Brasil e no exterior, organizando publicações, palestras, cursos, exposições, acervos, criação de catálogos, assessorias técnicas, entre outras ações. Entre as instituições parceiras, estão, entre outras: Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura (Asbea), Associação Casa Azul (Flip), Bienal de Arquitetura de São Paulo, Casa da Arquitectura, Matosinhos (Portugal), Centro Cultural São Paulo, Conselho de Arquitetura e Urbanismo/Rio de Janeiro (CAU/RJ), Conselho de Arquitetura e Urbanismo/São Paulo (CAU/SP), Estratégia Urbana (Portugal), Funarte, Fundação Vilanova Artigas, Instituto Inhotim, Instituto Tomie Ohtake, Instituto Moreira Salles, Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), Instituto Butantan, Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), Instituto Urbem, Museu de Arquitetura de Frankfurt (Alemanha) e Sesc/SP. Cristiano Mascaro O fotógrafo Cristiano Mascaro tem na arquitetura das cidades um dos eixos fundamentais de sua obra. Isto também se explica por sua formação – na faculdade de arquitetura e urbanismo da universidade de São Paulo (FAU-USP), entre 1964 e 1968. Mascaro é mestre e doutor pela USP, ganhador de uma bolsa Vitae de Artes e de 3 Prêmios Abril de Fotojornalismo. Em 2006, participa como arquiteto homenageado da VI Bienal Internacional de Arquitetura e Design apresentando a exposição o Brasil em X, em Y, em Z e em 2007 recebe o prêmio especial Porto Seguro de fotografia pelo conjunto de sua obra. Leonardo Finotti O fotógrafo brasileiro Leonardo Finotti nasceu em Uberlândia (MG), em 1977. Formou-se em Arquitetura em 2001 e cursou pós-graduação na Bauhaus Foundation, em Dessau, na Alemanha, entre 2003 e 2004. Decidiu dedicar-se exclusivamente à fotografia de arquitetura neste mesmo período, quando, morando em Portugal, foi convidado para fotografar o parque Tejo, em Lisboa, para o PROAP estúdio paisagem (de João Nunes e Carlos Ribas), que representaria o país na Bienal de Arquitetura de Veneza. Em 2007, durante as comemorações do centenário de Oscar Niemeyer, Leonardo Finotti desafiou-se em um projeto ambicioso: 100 anos, 100 fotos, 100 obras.
PROJETO ARQUIVADO.