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PRONAC 212267Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Adir Sodré e a renovação da pintura brasileira dos anos 80

MT PROJETOS DE ARTE LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-10-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (2)
Cuiabá Mato GrossoRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto prevê a realização de seminário sobre a obra e trajetória artística de Adir Sodré, no âmbito das comemorações dos 60 anos do nascimento do artista e pintor, falecido em 2020.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral _ Promover e estimular a produção artística mato-grossense com base em um evento de arte gratuito, voltado para o grande público, aspectos pouco conhecidos de sua produção de quatro décadas, fora do eixo Rio-São Paulo. _ Valorizar a arte brasileira a partir da discussão de diferentes aspectos (histórico-temático, espacial, cromático e poético) da obra de Adir Sodré. _ Contribuir para a formação de público com evento gratuito, nacional, com transmissão ao vivo pela internet. _ Contribuir para a pesquisa da arte brasileira com publicação e disponibilização das palestras gravadas online. Objetivos específicos - Realização de seminário com duração de dois dias na cidade de Cuiabá/MT.

Justificativa

Um dos principais nomes da arte do Mato Grosso, Adir Sodré é o tema central deste seminário, estruturado a partir de questões fundamentais para a compreensão de sua obra e também para a produção artística brasileira contemporânea. Com a realização deste seminário sobre o artista, recentemente falecido, pretendemos não somente homenageá-lo, mas atingir a mais dois objetivos gerais articulados. São eles: mostrar ao público cuiabano que, para além das qualidades visuais e formais intrínsecas à produção de Adir, sua obra também exemplifica um fenômeno sócio-cultural brasileiro evidente a partir dos anos 80 _ a permanência de alguns artistas de renome nacional nas mesmas regiões em que nasceram tornou-se um fenômeno muito mais frequente do que no passado. Tal fenômeno é observável da descentralização geográfica da produção da pintura brasileira, em relação à exclusividade ao eixo Rio-São Paulo, a partir da obra de Adir Sodré, considerando, especialmente, os temas mais relevantes de sua obra. No centro-oeste, por exemplo, artistas como Humberto Espíndola (MS), Gervane de Paula (MS) e Siron Franco (GO), entre outros, são também representantes desse fenômeno. É essa obra plural e multidisciplinar que será homenageada no Seminário Adir Sodré e a renovação da pintura brasileira dos anos 80, ressaltando a importância de se discutir a produção deste artista e também estimular o debate no campo das artes visuais a partir dela, não só para o desenvolvimento das artes visuais no país, mas também para a formação de público. Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

Passagens aéreas e hospedagem: Marcus Lontra (SP), Tadeu Chiarelli (SP), Fernanda Lopes (RJ), Lêo Pedrosa (RJ), Fernando Cocchiarale – visita técnica e evento (RJ), Maria Julia Pinheiro – visita técnica e evento (RJ), Margareth Telles – visita técnica e evento (RJ)

Especificação técnica

Seminário sobre a obra do artista Adir Sodré (1962-2020) com curadoria de Fernando Cocchiarale. De âmbito nacional, vai reunir críticos, pesquisadores e artistas para discutir a importância e o impacto da obra do artista mato-grossense, e seus desdobramentos para a produção brasileira. Através de campanha prévia pelas redes sociais, faremos a chamada para o seminário, oferecendo endereço eletrônico para as inscrições gratuitas. Estimamos o nosso público-alvo entre estudantes, professores, artistas, e público em geral interessado em artes visuais. Programado para ser em Cuiabá, no estado natal do artista, como parte das comemorações dos 60 anos de seu nascimento. O seminário presencial terá acesso gratuito com tradução em libras e transmissão ao vivo pela internet. Em dois dias de evento estão previstas três mesas de debates, cada uma com dois convidados e com a mediação do curador Fernando Cocchiarale. Cada mesa terá duas horas de duração, com tempo para fala introdutória e comentários do mediador, fala dos dois convidados e perguntas abertas do público (presencial e online). Cada mesa terá um tema central, importante para entender os diferentes aspectos da obra de Adir Sodré e também com conexão com a produção brasileira contemporânea. As três mesas ao todo vão reunir seis palestrantes, oriundos de vários estados brasileiros, com diferentes atuações na cena artística. Assim, esse projeto é importante também por promover a troca entre diversos saberes, em esfera nacional (participações a confirmar: Aline Figueiredo (MT), Marcus Lontra (RJ/SP), Tadeu Chiarelli (SP), Fernanda Lopes (RJ), Lêo Pedrosa (RJ), entre outros convidados). Além de transmissão online ao vivo das três mesas, com tradução simultânea para libras, os vídeos estarão disponíveis na internet para consulta posterior, com legenda em português (serviço incluído na rubrica de registro videográfico). Como resultado será elaborado uma publicação bilíngue de 64 páginas reunindo textos sobre as falas dos convidados das três mesas, complementadas por reproduções de obras do artista e uma biografia resumida. Especificações técnicas da versão impressa: Em formato fechado 26 x 21 cm e impressa em quadricromia em papel couchê opaco de 170g/m² e capa em cartão Duo Design 200 g/m², a publicação tem acabamento com costura e lombada quadrada e tiragem de 500 exemplares, com distribuição gratuita ao público.

Acessibilidade

PRODUTO SEMINÁRIO Acessibilidade física: Escolha de local para realização presencial que ofereça acesso e ou facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas, guias táteis). Acessibilidade para deficientes visuais: contaremos com atendimento especializado para a acomodação de pessoas com deficiência; os palestrantes incluirão audiodescrição de imagens em suas falas quando for necessário. Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradução simultânea em libras. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade física: Escolha de escola para realização presencial que ofereça acesso e ou facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas, guias táteis). Acessibilidade para deficientes visuais: contaremos com atendimento especializado para a acomodação de pessoas com deficiência; o palestrante incluirá audiodescrição de imagens em sua fala quando for necessário. Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradução simultânea em libras. Rubricas no orçamento: palestrante e intérprete de libras.

Democratização do acesso

Para a participação no seminário, não haverá cobrança de ingresso. PRODUTO SEMINÁRIO: Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, optamos pelo Inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

Como instituição proponente, a MT Projetos de Arte atuará como coordenadora geral deste projeto. Entre suas atividades estão a concepção conceitual do seminário; além da coordenação, acompanhamento, análise e aprovação de todas as atividades que envolvem a pré-produção, produção e pós-produção das atividades e produtos propostos. É parte das atividades também contratar e coordenar toda a equipe de profissionais envolvida no projeto, assim como o contato com patrocinadores, parceiros e apoiadores para a captação e realização do projeto. Coordenação geral: MT Projetos de Arte / Margareth Telles (proponente) Coordenação executiva: Maria Julia Vieira Pinheiro Economista e Mestre em Planejamento Urbano e Regional (UFRJ). Produtora executiva da Metrópolis Produções Culturais. Destacam-se entre seus trabalhos de produção e/ou coordenação executiva: O Romantismo, CCBB-Brasília; Filmes de Artistas, OI Futuro-RJ; Fatos – Antonio Manuel, CCBB-SP, todos em 2007; em 2006 produziu as óperas O Cientista, Capuleti e Montecchi, no Theatro Municipal-RJ e a exposição É HOJE na arte brasileira contemporânea – coleção Gilberto Chateaubriand, no Santander Cultural, POA-RS. Em 2005, no CCBB-RJ, a mostra Soto: a construção da imaterialidade; o ballet La Fille Mal Gardée; e a ópera Erwartung e Noite Transfigurada, no Theatro Municipal-RJ. Em 2004, montou no CCBB-RJ, a exposição Facchinetti. Também produziu a ópera Rigoletto de Verdi no Theatro Municipal-RJ (2003); a Mostra de Cinema Espanhol, SESC-RJ (2003); Violência e Paixão, Santander Cultural, POA-RS (2002). Entre 1996 e 2001 foi Diretora de Projetos Artísticos e Culturais do Instituto Municipal de Arte e Cultura do Rio de Janeiro. Entre outros, recebeu da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) os prêmios de melhor projeto de pesquisa musical, em 1992, pelo Projeto Memória Brasileira; e em 1999, o de melhor exposição, pela Mostra Rio Gravura. Curador | Mediador: Fernando Cocchiarale Crítico de arte e curador. Foi coordenador de Artes Visuais da Funarte de fevereiro de 1991 a janeiro de 1999. Professor de Estética e do Curso de Especialização em História da Arte e Arquitetura no Brasil, na PUC/RJ, e professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Autor (junto com Anna Bella Geiger) de Abstracionismo geométrico e informal (Funarte, 1987). Foi membro da Comissão Curadora do Projeto Rumos Visuais do Itaú Cultural de 1999 a 2000 e curador-coordenador do mesmo projeto entre 2001/2002. Entre novembro de 2000 e agosto de 2007, foi curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Foi convidado para as curadorias da Casa de Cultura Laura Alvim (no biênio de 2011/2012) no Rio de Janeiro e das mostras de arte contemporânea do Santander Cultural, Recife. Em 2012 doutorou-se em Tecnologias da Comunicação e Estética pela Escola de Comunicação da UFRJ. Entre o início de 2016 e outubro de 2020 reassumiu a curadoria do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Design Gráfico: André Lenz Designer editorial e pesquisador, mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP, 2004). Desde 1996 desenvolve projetos gráficos para livros e sinalização visual para exposições. Entre 2000 e 2002 foi responsável pela programação visual das mostras apresentadas no Paço das Artes, em São Paulo. Organizou as publicações Artur Barrio: A metáfora dos fluxos (Paço das Artes-SP, 2001) e Sonia Andrade – Retrospectiva 1974-1993 (Centro de Arte Hélio Oiticica-RJ, 2011). Entre suas principais publicações estão: FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (SESI-SP, 2005), Filmes de Artista 1965-80 (Oi Futuro-RJ, 2007), Ana Vitória Mussi (Oi Futuro-RJ, 2013) e Guilherme Vaz – Uma fração do Infinito (CCBB-RJ, 2016), Disruptiva / FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB – Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, 2017 e 2018). Sobre Adir Sodré (1962 –2020) Sodré nasceu em Rondonópolis, cidade a 219 km de Cuiabá (MT). Em 1977, aos 15 anos, passa a frequentar o Atelier Livre da Fundação Cultural de Mato Grosso, em Cuiabá, sendo na época orientado por Humberto Espíndola (1943) e Dalva (1935). Nos dois anos seguintes, integrou com Gervane de Paula (1962) e outros artistas um grupo que procurava renovar a arte mato-grossense. Nessa época, participa de exposições coletivas organizadas pelo Museu de Arte e de Cultura Popular da Universidade Federal do Mato Grosso – MACP/UFMT. Participa também, entre outras, das coletivas Como Vai Você, Geração 80?, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro, em 1983, e Modernidade, Arte Brasileira no Século XX, no Museu de Arte Moderna de Paris, em 1987. Pintor, desenhista, fotógrafo e performer, sua obra é conhecida especialmente pela pintura, que se destaca pelo colorido exuberante e pelo caráter irreverente. Nos anos 1970, suas pinturas são um registro da vida cotidiana nos bairros populares de Cuiabá e também da paisagem regional, produzindo obras com temática social. Em trabalhos da década seguinte, emprega cores puras e elementos decorativos em obras nas quais o erotismo é muito presente. Produz também retratos de personalidades, partindo da reprodução fiel da fisionomia, mas fazendo uso do humor, aproximando-se inclusive do universo dos quadrinhos. Ainda na década de 1980, Adir Sodré inclui em suas obras temáticas relacionadas aos povos indígenas, a invasão causada pelo turismo em determinadas regiões do Brasil e por sua devastação. Ao longo de quatro décadas de trabalho, o artista mantém seu interesse pela cultura regional, mas sempre em diálogo constante com a tradição da história da arte, fazendo referências a pintores fundamentais para essa história, como Henri Matisse (1869-1954), Vincent van Gogh (1853-1890) e Diego Velázquez (1599-1660).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.