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PRONAC 212272Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Livro Fotográfico: Obrigado, Bahia.

Ana Paula Queiroz Grande Pousa
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Artístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-08-02
Término
2023-03-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

Este projeto visa publicar o livro "Obrigado, Bahia’ do artista brasiliense Bruno Stuckert. Ao desbravar a Bahia, um dos estados brasileiros mais icônicos, o fotógrafo brasiliense Bruno Stuckert registrou as paisagens e o cotidiano do seu povo. O projeto reúne imagens capturadas em mais de 6.000 quilômetros rodados entre 17 cidades e vilarejos do interior ao litoral que cruzam 10 territórios de identidade distintos. Além disso, o artista vai promover palestrassobre fotografia para públicos de baixa renda do Distrito Federal.

Sinopse

O presente projeto visa publicar a primeira edição do livro da série fotográfica “Obrigado, Bahia.” do artista brasiliense Bruno Stuckert além de promover a realização gratuita da oficina “A Estética da Imagem” para pessoas em estado de vulnerabilidade do Distrito Federal como forma e contrapartida social. O LIVRO Após desbravar a Bahia, um dos estados brasileiros mais icônicos por sua diversidade sociocultural e exuberância geográfica, o fotógrafo brasiliense Bruno Stuckert registrou as paisagens e o cotidiano do povo nordestino. Bruno percorreu 5.597 km entre pequenos vilarejos e as cidades de Trancoso, Itacaré, Santa Cruz de Cabrália, Porto Seguro, Trancoso, Caraíva, Cumuruxatiba e Mucurí, Bom Jesus da Lapa, Lençóis, Capão, Trancoso, Salvador, Mangue Seco, Xique-Xique, Uauá, Canudos e Boipeba. Registrou eventos socioculturais repletos de cores, emoções e demonstrações de fé como a festa de Iemanjá em Salvador, a lavagem da escadaria da Igreja do Senhor dos Passos em Lençóis e a festa de São Sebastião padroeiro de Capão que leva centenas de devotos às ruas da cidade. O brasiliense esteve cercado por uma beleza natural verdadeiramente divina ao percorrer a impressionante Chapada Diamantina com seu imponente Morro do Pai Inácio; ao contemplar o pôr do Sol do Rio São Francisco e ao caminhar nas areias da Praia dos Coqueiros e da Ponta de Juacema em Trancoso. Caminhando entre mercados, faróis, festas, feiras e igrejas, Bruno Stuckert imergiu no dia a dia dos moradores e viveu intensamente a alegria, a cultura, a história, as lutas e a receptividade do povo baiano. O resultado é uma série de fotografias que ressaltam o contraste entre praias paradisíacas e o semiárido e que sublinham a dicotomia entre a felicidade que transborda do povo baiano apesar do calor escaldante que os maltrata diariamente. Stuckert compartilha com o espectador o seu olhar delicado sobre a essência e as raízes do baiano. E ressalta o que há de mais sublime na visão do artista: a beleza da simplicidade. 10 territórios de identidade A Bahia é cheia das mais diversas expressões artísticas. O artista teve a sorte de presenciar manifestações culturais repletas de cores, emoções e demonstrações de fé como · festa de Iemanjá em Salvador · lavagem da escadaria da Igreja do Senhor dos Passos em Lençóis · festa de São Sebastião padroeiro de Capão que leva centenas de devotos às ruas. Percorreu 10 dos 27 territórios de identidade. 1. Irecê (1): 2. Velho Chico (2): 3. Chapada Diamantina (3): 4. Litoral Sul (5): 5. Baixo Sul (6): 6. Extremo Sul (7): 7. Sertão do São Francisco (10): 8. Litoral Norte e Agreste Baiano (18): 9. Metropolitano de Salvador (26): 10.Costa do Descobrimento (27): A OFICINA CARGA HORÁRIA: 2H EMENTA: Em sua palestra “A Estética da Imagem”, Bruno conta sua trajetória no fotojornalismo, passando pela fotografia de casamentos que o tornou conhecido em todo o Brasil, além de compartilhar suas experiências no seu mais recente projeto de fotografia artística, o livro “Obrigado, Bahia”. Durante toda a apresentação, o fotógrafo estará aberto a perguntas sobre as mais diversas questões técnicas de fotografia. Promovendo muito além de uma palestra, uma verdadeira mesa de discussão e debates em que o público poderá compartilhar da experiência e sensibilidade de um artista com reconhecimento internacional com mais de 25 anos de mercado. Além disso, o público-alvo vai se identificar e se motivar com a história do artista que estudou nas Escolas Classe 106, 306 e 313 norte durante toda sua vida escolar. A palestra "A estética da Imagem" foi realizada com lotação esgotada no dia 26 de outubro de 2019 no Copa Network em Brasília dentro da programação do curso “A Força das Imagens na Comunicação Política e Institucional” ministrado pelo fotógrafo Ricardo Stuckert OBJETIVOS: Democratizar o acesso a fotografia artística, incentivar a formação de plateia/público consumidor de fotografia artística por meio da comercialização do produto a preços populares e acessíveis e fomentar o mercado da fotografia artística no Distrito Federal. PÚBLICO-ALVO: Estudantes de escolas técnicas, Laboratórios Digitais, Parque Tecnológico de Brasília ou Organizações Não Governamentais que desenvolvam trabalho nas áreas de arte, cultura, comunicação, tratamento de imagem e/ou fotografia para pessoas em estado de vulnerabilidade social do Distrito Federal. FAIXA ETÁRIA: Jovens e adultos. METODOLOGIA: Palestra motivacional, provocadora e inspiradora com o fotógrafo brasiliense que conquistou reconhecimento internacional a partir do seu trabalho na capital federal. Durante a palestra, Bruno exibe imagens impactantes e conta a história e a técnica por trás de cada uma delas. Além de apresentar algumas séries autorais como "Onde Meus Olhos Descansam", o fotógrafo conta os detalhes de dois projetos do artista: a performance Cor Metria (2017) e instalação A Linha, 2019. Bruno Stuckert discorre sobre os conceitos de estética e se aprofunda no tema a partir da apresentação do processo da série "Obrigado, Bahia.". O artista estimula o debate e participação de todos enquanto exibe algumas fotografias da série e compartilha seu aprendizado nesse processo de construção do livro em homenagem ao estado da Bahia.

Objetivos

Objetivo Geral Publicar a primeira edição do livro fotográfico "Obrigado, Bahia" do artista brasiliense Bruno Stuckert e, com isso, difundir a arte da fotografia contemporânea, valorizar a diversidade sociocultural e colocar em foco a realidade do povo baiano. O projeto registra as tradições socioculturais e dá visibilidade ao cotidiano sofrido de quem enfrenta altas temperaturas todos os dias. Serão produzidos 350 exemplares em material de alta qualidade e, com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e difundir a arte fotográfica no Brasil, 70 exemplares serão distribuídos gratuitamente à população de baixa renda do Distrito Federal. O projeto prevê ainda a realização da oficina "A estética da Imagem" ministrada pelo fotógrafo Bruno Stuckert de forma gratuita para cerca de 450 pessoas em condição social vulnerável. Objetivos Específicos Divulgar a fotografia brasiliense nos âmbitos nacional e internacional. Impulsionar a fotografia artística no Brasil. Dar visibilidade à realidade do povo nordestino. Divulgar a arte, a cultura e as tradições baianas, nordestinas e brasileiras em geral. Entregar 70 exemplares gratuitos para escolas públicas e/ou ongs que trabalhem com população em estado de vulnerabilidade social do Distrito Federal. Democratizar o acesso às publicações de fotografia contemporânea. Oferecer gratuitamente a palestra "A estética da Imagem" ministrado por Bruno Stuckert. Compartilhar conhecimento com jovens amadores ou profissionais da fotografia. Formar público de consumo para essa modalidade de expressão artística. Resgatar nos jovens e nas populações de baixa renda o interesse na profissão de fotógrafo.

Justificativa

A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1 da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O presente projeto irá alcançar o seguintes objetivos Art. 3° da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; O fomento deste projeto pela Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para a sua efetiva realização. Os Direitos Culturais podem ser entendidos, de um modo geral, como os direitos relacionados à proteção, à preservação e ao fomento dos modos de ser e de viver da sociedade. Foram previstos, de uma forma mais ampla, pela primeira vez, na Constituição da República de 1988. Segundo ela, cabe ao Poder Público possibilitar efetivamente a todos a fruição dos Direitos Culturais, mediante a adoção de políticas públicas que promovam o acesso aos bens culturais, a proteção ao patrimônio cultural, o reconhecimento e proteção dos direitos de propriedade intelectual bem como os de livre expressão e criação. Embora os Direitos Culturais sejam direitos fundamentais do cidadão, na prática, a cultura tem se mostrado um direito de somenos importância no Brasil, conforme demonstram pesquisas como a publicada pelo extinto Ministério da Cultura em parceria com o IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Dentre todas as categorias artísticas pesquisadas pelo Instituto, a realidade de consumo das artes plásticas e, portanto, da fotografia é a mais cruel. Os dados relativos aos hábitos dos frequentadores de teatro e outros espetáculos artísticos, apesar de assustadores, ao menos podem ser mensurados. De acordo com o IPEA, mais de 70% (setenta por cento) dos brasileiros nunca assistiram a um espetáculo de dança. Enquanto, quase todos os brasileiros nunca frequentaram museus ou jamais frequentaram alguma exposição de arte. Por isso, é crucial incentivar a fotografia brasileira que tem se destacado no mercado internacional e amparar os artistas nacionais no propósito de propagar a cultura brasileira por todo o mundo. Estes são objetivos relevantes do presente projeto: difundir a fotografia artística no Brasil e valorizar a fotografia brasileira. Além disso, Bruno Stuckert nasceu e cresceu na Capital Federal onde trabalha há 25 anos e de onde conquistou projeção nacional e internacional. Tornou-se referência no mercado de casamentos em diversos países. Valorizar e reconhecer um artista com raízes tão profundas que se misturam à história da cidade é também valorizar a própria cidade de Brasília. O livro "Obrigado, Bahia." visa divulgar a fotografia artística brasiliense nos âmbitos nacional e internacional. Este livro pretende estimular a cadeia produtiva, suprir a demanda da sociedade por produtos artísticos dessa categoria, incentivar a formação de um mercado consumidor e fomentar o mercado produtor de arte, sobretudo na área da fotografia tanto no Distrito Federal quanto em todo território nacional. A fotografia como fonte de pesquisa, propicia ao historiador acrescentar novas interpretações da história. A partir da leitura dos elementos e símbolos que registram as representações sociais, compreende-se a relevância sociológica desta categoria artística. A fotografia como produto social é defendida pelos historiadores que trabalham com a noção de história social da fotografia, como Michel Frizot em Nouvelle histoire de la photographie. Criar registros originais e autorais das tradições, expressões religiosas, diversidade cultural e colocar em foco a realidade do cotidiano sofrido de quem enfrenta altas temperaturas todos os dias. A série "Obrigado, Bahia." é uma maneira de manter essa memória viva e guardar tudo de belo e de sofrido que o povo da Bahia enfrenta diariamente. Este projeto valoriza a diversidade sociocultural do nordeste. Além disso, a história de Brasília, não pode ser contada sem mencionar a importância do povo baiano que saiu de suas terras natais há 60 anos para trabalhar na construção da nova capital federal. Quando da construção da cidade, a maioria dos candangos era de nordestinos, somando 44%. Apenas do estado da Bahia, somavam 14%. A série representa e homenageia os ascendentes de tantos brasilienses. Por isso, contar a história da cultura baiana é contar um pouco da história do brasiliense. Por último, mas não menos importante, esse projeto visa democratizar o acesso a fotografia artística por meio da doação de 70 exemplares a pessoas do DF em estado de vulnerabilidade social. Além de incentivar a formação de plateia/público consumidor de fotografia artística por meio da comercialização do produto a preços populares e acessíveis. E também, fomentar o mercado da fotografia artística no Distrito Federal, por meio da palestra gratuita "A Estética da Imagem" ministrada pelo artista Bruno Stuckert para até 450 pessoas em estado social vulnerável.

Especificação técnica

LIVRO Paginação: 96 páginas Fotografias: 54 fotos Formato: 20 X 30 cm (fechado), 40 X 30cm (aberto) Tiragem: 350 exemplares Impressão: Off set Acabamento: costurado Capa: papel cartão 350g/m2 com laminação fosca Miolo: 96 páginas 40 páginas no garda kiara 135/m2, 4x4 cores 16 páginas no munken lynx 120g/m2, 4x4 cores 24 páginas no couché brilho 150g/m2, 4x4 cores 16 garda kiara 135g/m2, 4x4 cores OFICINA CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Em sua palestra “A Estética da Imagem”, Bruno vai contar sua trajetória no fotojornalismo, passando pela fotografia de casamentos que o tornou conhecido em todo o Brasil, além de compartilhar suas experiências no seu mais recente projeto de fotografia artística, o livro “Obrigado, Bahia.”. O fotógrafo compartilha um pouco do seu olhar artístico e estimula nos participantes a descoberta das suas próprias individualidades. “Cada pessoa tem seu jeito de olhar o mundo, gostaria de ajudar as pessoas a encontrarem seus próprios jeitos”, finaliza Stuckert. Durante todo o encontro, o artista se mantém aberto ao debate e às perguntas do público sobre as mais diversas questões técnicas de fotografia. ROTEIRO/CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Apresentação Trajetória do artista: Início da carreira, Fotojornalismo e Casamentos. Portfólio do Artista: Apresentação de séries e projetos autorais. A estética da Imagem: O que é estética, Concepção estética, Apresentação de 3 artistas e comparação de seus trabalhos artísticos. Apresentação do case: série Obrigado, Bahia. O processo: Rota de viagem, Equipe, Equipamento, Hospedagens e Experiências. O que aprendi: Excesso de clicks, Poesia do cotidiano e Apresentação de fotos O que é estilo: Apresentação de Vídeo-poesia Estilo Bukowski. Na hora certa. No lugar certo: Apresentação de fotos inusitadas com momentos únicos Como abordar desconhecidos na fotografia de rua: Apresentação de fotos e making off. Curadoria. Como fazer? Apresentação de fotos de páginas duplas e suas narrativas. Apresentação de mais imagens do projeto. BIBLIOGRAFIA Charles Bukowski, Style - Poems and Insults. Baumgarten, Kant e a teoria do belo - Revistas PUC-SP

Acessibilidade

Não há ações de acessibilidade cabíveis para o livro fotográfico. Visto que não haver textos, apenas imagens. As palestras, no entanto, serão realizadas nas próprias dependências das instituições que atendam diretamente o público de baixa renda ou em estado de vulnerabilidade social. Acessibilidade física: Serão escolhidos apenas locais com acessibilidade para pessoas com deficiência física. Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradução simultânea em libras nas palestras Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: CONTRAPARTIDA SOCIAL ITEM: PALESTRA

Democratização do acesso

Serão produzidos 350 exemplares do livro, que serão distribuídos da seguinte maneira: 20% (70 exemplares) gratuitos direcionados a Ongs, escolas e/ou outras instituições públicas do Distrito Federal que atendam público de baixa renda ou em estado de vulnerabilidade social, 60% (210 exemplares) para venda com preços populares e acessíveis em todo território nacional a preços populares e acessíveis, 10% (35 exemplares) para divulgação, veículos de imprensa e formadores de opinião e 10% (35 exemplares) para patrocinadores e apoiadores. Além disso, o projeto tem o objetivo de realizar até 6 workshop com 2h de duração para em média 75 pessoas em estado de vulnerabilidade social do Distrito Federal. A oficina “A estética da Imagem” será oferecida gratuitamente para até 450 estudantes de escolas técnicas, Laboratórios Digitais, Parque Tecnológico de Brasília ou Organizações Não Governamentais que desenvolvam trabalho nas áreas de arte, cultura, comunicação, tratamento de imagem e/ou fotografia para pessoas em estado de vulnerabilidade social do Distrito Federal. Esta contrapartida social permitirá que o projeto impacte o total de 800 pessoas entre os públicos do livro e do workshop. Isso torna o custo per capita, Valor por Pessoa Beneficiada, igual a R$250,00, valor este de acordo com a Instrução Normativa publicada em abril/19 pelo Ministério da Cidadania relativos à lei federal 8.313/91, que instituiu o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac)II. Para a comercialização, será adotada legislação vigente acerca de preços populares. Disponibilizando 35 unidades por R$50,00. Os outros 175 exemplares serão comercializados por até R$150,00, valor médio de mercado de acordo com a Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019 da Lei de Incentivo à Cultura.

Ficha técnica

Bruno Stuckert Fotógrafo Nascido na capital federal em 1980, Bruno Stuckert viveu sua infância bem longe dos luxos que hoje o cercam nos casamentos que registra ao redor do mundo. Desde pequeno, Bruno se dividia entre os estudos na Escolas Classe 106, 306 e 313 Norte, em Brasília, e a paixão pela fotografia. Já começou a dar os primeiros cliques com 15 anos - e logo estava registrando diversos eventos na cidade. Em seguida, começou sua carreira no fotojornalismo. Passou pelas equipes da Secretaria de Turismo e do Senado e, em seguida, foi contratado pela agência de notícias de um dos mais respeitados nomes do fotojornalismo brasileiro: Orlando Brito. Antes de ingressar no universo dos casamentos, Stuckert passou ainda pelo Jornal do Brasil e pela Folha de São Paulo, nas sucursais DF e SP. Bruno se tornou um profissional incansável e a prática fez surgir um fotógrafo com olhar delicado, que cria imagens poéticas, únicas e especiais. O fotojornalismo e a sensibilidade artística são as marcas principais do seu trabalho. A fotografia jornalística deu ao artista um olhar único e extremamente delicado para a fotografia de casamentos. Quando entrou nesse mercado, Stuckert começou a chamar a atenção na sua cidade natal rapidamente e a carreira se consolidou ao longo dos anos. Já registrou uniões em praticamente todo o Brasil e em diversos países, incluindo França, Itália, Portugal, Estados Unidos e Chile. Em 2010, Bruno conquistou o primeiro lugar na categoria First Dance do concurso da Wedding Photojournalist Association, associação que reúne os melhores fotógrafos de casamentos do mundo. E por dois anos (2016 e 2018), figurou a lista dos 100 melhores fotógrafos de casamento do mundo, organizada pelo fotógrafo australiano NICHOLAS PURCELL. Hoje, aos 40 anos, Stuckert é uma referência no segmento. Mas é na fotoarte que Stuckert encontra sua verdadeira vocação. Apaixonado por encontrar poesia nas ruas, Bruno registra as pessoas, o espaço urbano e as paisagens naturais. Seu olhar treinado o transformou num especialista em contar histórias e encontrar cenas inusitadas na simplicidade do cotidiano. Sua arte lúdica e etérea é, ao mesmo tempo, instigante e provocadora. Stuckert tenta espalhar seus ideais e seu modo de vida simples usando como armas a beleza do cotidiano, a alegria das ruas e a graça na dança das luzes, que desenham sombras geométricas e cheias de significados. Ana Paula Grande Proponente - Produção Executiva Desde 2011, Ana Paula Grande produziu e preparou elencos para cinema e televisão e participou da produção de espetáculos teatrais e eventos culturais. De 2013 a 2014, produziu o espetáculo teatral “Tem Alguém que Nos Odeia” que circulou por diversas cidades do estado em unidades do SESC e ficou em cartaz por um ano na capital paulista sendo indicado diversas vezes como uma das 10 melhores peças em cartaz pela Revista Veja São Paulo. Um ano depois em Brasília, assumiu a produção executiva do projeto viabilizado por meio da lei de Incentivo à Cultura, Eu Faço Cultura. O programa sociocultural realiza a compra e a distribuição gratuita de mais de 100 mil ingressos culturais para públicos de baixa renda em todo território nacional todo ano. A primeira versão com execução 100% digital foi lançada e esteve sob a coordenação da fundadora Ana Paula Grande durante 5 anos. Atualmente, toda a gestão estratégica, operacional e financeira é executada pela sua sócia, a administradora Thaísa Melo. Desde 2005 _ Eu Faço Cultura. Realização Fenae, desenvolvimento de plataforma e criação Monumenta, produção executiva da Le Cucá. Coordenação de execução desde a gestão estratégica, operacional e financeira até a gestão de equipes. Enquadramento do projeto na lei de Incentivo à Cultura, submissão de prestação de contas, desenvolvimento de estratégias de comunicação e coordenação da campanha de captação com pessoas físicas e jurídicas. Coordenação do desenvolvimento e manutenção da plataforma digital e dos aplicativos mobile do Programa Eu Faço Cultura. As tecnologias do Programa envolvem: • Plataforma intuitiva de alto nível de complexidade (desktop e mobile). • Sistema de admin para avaliação de cadastros, pedidos e outras interações com os usuários, além de geração de relatórios. • Sistema de gráficos e relatórios em tempo real. • Sistema de gerenciamento financeiro. • App para validação e gerenciamento de cupons a partir da leitura de Qr Code. • App para produtores culturais e beneficiários do Programa. • Landing page para captação de imposto de renda de pessoas físicas. 2013 e 2014 _ Tem Alguém Que Nos Odeia. Produção executiva Ana Paula Grande, texto de Michelle Ferreira, direção de José Roberto Jardim. Teatro Augusta, Teatro da Livraria Cultura e unidades SESC no Interior Paulista. 11/2012 _ Qualquer Dia, Com Você, Comigo, Com Qualquer Um. Produção Ana Paula Grande, texto e Sérgio Roveri e direção de José Roberto Jardim. Satyrianas - Dramamix (São Paulo-SP). 10/2012 - Mostra Strindberg. Assistência de produção na unidade do SESC Ipiranga. 07/2010 – Produção e Preparação de elenco do seriado “Entre Teens” produzido pela MTV. 05/2009 – Produção e Preparação de elenco do média-metragem FRIENDS FOREVER produzido pela MTV. Rapha Baggas Design e Diagramação Graduado em Design Gráfico pela Universidade Federal da Bahia | UFBA, Brasil, com extensão Universitária em Design na Universidade de Aveiro | UA, Portugal. Atualmente cursando Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Design da Universidade de Brasília | UnB. Experiência Profissional 2019 - Le Monde Diplomatique Brasil. 2019 - Agência Dream Factory, Brasil. 2019 - Agência Manufatura.org, Brasil. 2018 - Agência Binder, Brasil. 2017/2018- Agência Debrito Propaganda, Brasil. 2010 - Designer do longa-metragem “Trampolim do Forte”, produção Doc Doma Filmes com apoio do Ministério da Cultura e do Governo Federal. 2010/2017 - Agência SLA Propaganda, Brasil. 2007 a 2010 - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas da Bahia, Unidade de Comunicação e Marketing do SEBRAE/BA, Brasil. 2008/2009- Produtora de Filmes, DOC DOMA FILMES, Brasil. 2007/2008 - Agência de Publicidade e Propaganda, PROPEG, Brasil. 2006 - Agência de Web e Fotografia, BAHIA PIXEL, Brasil. IPSIS Gráfica Fundada em 1946, na cidade de Santo André em São Paulo, a Gráfica Ipsis possui o mais moderno parque gráfico do país. É responsável pela impressão e produção dos livros fotográficos dos maiores artistas do Brasil. No início dos anos 2000, a Ipsis já era pioneira na implantação do processo CTP – cópias de chapas sem fotolito e impressão com máquinas para reversão em 8 cores. Instalada no moderno parque gráfico industrial, com otimizações nos processos produtivos e implementação e enobrecimentos internos, melhorando a autonomia e os fluxos de trabalho. Auto-suficente na maioria das etapas de produção, com 12.000m², a gráfica produz livros de arte, arquitetura, fotografia em capa dura, livros de literatura, revistas segmentadas de alto padrão, assim como anuários e portifólios de grandes empresas. Conta com mais de 250 colaboradores diretos e indiretos. A Ipsis realiza um trabalho de conscientização dos nossos colaboradores para o uso eficiente dos recursos através da Gestão Integrada de Saúde & Segurança e Meio Ambiente. FSC – A marca do manejo florestal responsável. TOYO INK – Eco-friendly, Vegetable Oil Based Ink Prêmio Nacional de Excelência Gráfica Fernando Pini - A maior premiação da Indústria Gráfica Nacional 2019 / 2018 / 2017 / 2016 / 2015 / 2014 / 2013 / 2012 / 2011 The Premier Print Awards da Printing Industries of América (PIA) 2014 / 2013 / 2012 / 2011 Prêmio Latino Americano Theobaldo de Nigris 2011 / 2012 / 2013 / 2015

Providência

PROJETO ARQUIVADO.