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PRONAC 212282Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

EOÈ - conexão Rio - São Paulo

ROSA MELO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 2,68 mi
Aprovado
R$ 2,68 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-09-01
Término
2022-09-01
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Realizar a edição itinerante do projeto ÉOÉ, programa que integra arte, cultura, educação e psicologia reunindo uma equipe interdisciplinar, composta por artistas, terapeutas, pedagogos e arte-educadores, na investigação dos efeitos terapêuticos da arte e seu potencial para acessar a célula criativa que todo corpo traz. Este coletivo vai conceber, desenvolver e realizar processos que resultarão em umamostra, um catálogo, um sítio de internet e práticas educativas como aulas, oficinas e visitas.

Sinopse

ÉOÉ é um programa expositivo que integra arte, cultura, educação e psicologia reunindo uma equipe interdisciplinar, composta por artistas, terapeutas, pedagogos e arte-educadores, na investigação dos efeitos terapêuticos da arte e seu potencial para acessar a célula criativa que todo corpo traz. Entendendo que a chave da ignição criativa pode encontrar-se na interface entre Arte, Educação e Psicologia, na edição atual do projeto, levaremos gratuitamente as praças e espaços públicos da cidade do Rio de Janeiro e de São Paulo, atividades artísticas e culturais, integradas a um programa de formação, que incluem mostras expositivas, seminários, oficinas com a presença de especialistas nacionais, que realizarão ações de formatos e temas diversificados para estimular a troca de saberes, a produção cultural, e difusão de bens culturais de conhecimento da cultura e memória. Tem como público alvo crianças, famílias, professores, jovens, sendo do nosso interesse criar situações que privilegiam as trocas intergeracionais. O projeto funcionará como um polo irradiador de cultura, fomentando a troca de saberes e aproximando o público visitante frequentador de espaços público, como parques, praças, praias, a produção da arte contemporânea brasileira. Com isso, pretendemos democratizar o acesso à produção artísticas e destacar seus efeitos terapêuticos, além de disponibilizar as informações geradas para interpretação e compreensão do seu campo de significado através do site e publicação. a) SEMINÁRIOS: reunindo a equipe do projeto, convidados e públicos colaboradores, visando estimular a troca de saberes e reunir profissionais de cada ponta do sistema, da formação à produção, fortalecendo as pesquisas e reflexões sobre as cenas artísticas brasileiras em suas conexões com a psicologia/psicanálise e a educação. A partir da colaboração entre participantes e de metodologias de escuta e desenvolvimento de projetos, este seminário terá como produto final a elaboração e desenvolvimento das proposições que serão desenvolvidas com o público. Serão desdobramentos do seminário: - 02 obras instalativasSerão comissionadas 02 (duas) obras, que serão desenvolvidas por artistas convidados, privilegiando aqueles cujo trabalho tem dimensão participativa e sensorial, a partir das interlocuções vivenciadas no seminário. As obras instalativas, serão disponibilizadas nas mostras itinerantes e serão ativadas por outros interlocutores - artistas, educadores, professores - nas visitas, oficinas e aulas públicas; - Mostra itinerante Ocupará 4 (quatro) praças e/ou jardins públicos, em cada cidade, com obras, imagens, instalações e proposições artísticas, réplicas de obras de artistas brasileiros, para exibição em espaços públicos da cidade e a comunicação imediata entre indivíduo e a arte, fundamentada na experiência junto ao objeto. Cada itinerância terá a duração de 03 (tres) dias, e incluirá uma programação especial com a participação de artistas, educadores, psicopedagogos. Considerando as cidades do Rio de janeiro e São Paulo, ao total serão 08 itinerâncias. Totalizando 24 (vinte e quatro) dias de ação; - Catálogo O catálogo apresentará registros das atividades, ensaios críticos, poéticos e entrevistas que apresentarão os trabalhos. Essa atividade além de promover uma articulação entre todos os atores envolvidos, artistas, educadores e psicólogos, recicla e solidifica o cenário artístico, estreitam a relação do público , e permite uma apresentação integrada que possibilita acesso às informações complementares para uma compreensão de aspectos contextualizados do projeto. - SitePara disponibilização pública via multimeios (imagens, vídeos, textos, etc...) das informações geradas pelo projeto será criada plataforma e implementado trabalho diário de organização de conteúdo para a base de dados, dando a atenção ao registro. Os sítios eletrônico e das publicações, bem como o registro áudio visual, são instrumentos de difusão das discussões propostas e extensão do alcance das experiências, apoiando atividades de arte educação e fornecendo subsídios para experiências complementares em comunidades afins. Portanto, as experiências reafirmam a importância da troca de saberes produzidos entre múltiplos atores sociais - artistas, pedagogos, psicólogos e população local. - Oficinas As oficinas priorizarão processos coletivos de criação, para diferentes idades e públicos, com experiências sensoriais e contatos direto com as obras, propostas e realizadas por artistas convidados. - AulasSerão realizada 01 (uma) aula aberta por semana, acerca de temas pertinentes à mostra, ministradas por convidados externos, com o intuito de estimular a troca de saberes e a interação entre os transeuntes e público do projeto.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Fomentar novas formas de relação com a arte, para além dos seus circuitos convencionais, possibilitando a experimentação e investigando o potencial terapêutico subjacente a esses saberes. Teremos como base a memória coletiva e as potencialidades latentes que se manifestam nos sujeitos, como disparadores do engajamento e da abertura à criação e atuação artística, mediadas por obras participativas. Com isso, pretendemos democratizar tanto o acesso à produção artística, destacando seus efeitos terapêuticos, bem como construir o entendimento dos processo de criação como forma de conhecimento de si, do outro e do mundo. As atividades do projeto serão desenhadas após um seminário concebido para integrar arte educadores, professores de escolas públicas e privadas, psicólogos, artistas e especialistas atuantes nas diferentes áreas do projeto. Nos interessa escutar e partir das necessidades de cada contexto, para desenvolver o desenho das ações, que considerando a natureza essencialmente experimental do projeto, serão permanentemente atualizadas, sem perder, contudo, a ênfase no seu objetivo principal. Este processo de investigação dará subsídio para publicações em diversas mídias das reflexões e propostas geradas pela experiência. OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Realizar 02 seminários com duração de quatro (04) dias - um na cidade do Rio de Janeiro, outro na cidade de São Paulo. b) Produzir 02 obras instalativas. c) Realizar de 01 mostra itinerante que ocupará 08 espaços públicos, sendo 04 em cada cidade. d) Publicação de 01 catálogo bilíngue com tiragem de 1000 exemplares e distribuição gratuita. e) Criação de 01 site e disponibilização de conteúdo em plataforma web. f) Realizar 16 oficinas com capacidade para até 20 (vinte) pessoas cada, sendo 08 em cada cidade. g) Realizar 08 aulas abertas com estimativa de 40 (quarenta) participantes em cada, sendo 04 em cada cidade. h) Realizar visita educativa para 40 grupos escolares ou pessoas atendidas por organizações e projetos sociais.

Justificativa

Neste contexto pandêmico e pós-pandêmico de Covid 19, a população brasileira e mundial viu suas vidas sendo alteradas drasticamente, com o isolamento social que teve como consequência a ausência de contato físico e social, e o adiamento abrupto e encerramento de projetos e sonhos. As perdas financeiras conviveram com as perdas de amigos e familiares, gerando uma experiência traumática coletiva de luto, medo, danos e incertezas. Os rituais de despedida e celebração, que tanto nos ajudam a elaborar e aliviar nossas dores emocionais e transições, não puderam acontecer. O medo da morte esteve presente diante de um inimigo invisível. O sistema de alerta do organismo ficou sobrecarregado por um longo período, gerando grande estresse. Ansiedade, instabilidade, medo e depressão são queixas frequentes, e não é difícil ouvir que muitas pessoas estão estranhando a tentativa de retorno à vida cotidiana e preferem adiar qualquer contato ou convívio. Neste período, a depender do contexto sociocultural, crianças e adolescentes foram especialmente afetados, tiveram sua infância empobrecida e roubada, ao se desconectarem de seus pares, das escolas, familiares, ambientes lúdicos, educacionais e do convívio com a natureza. Um dos maiores especialistas em trauma humano, o psicólogo Peter Levine, afirma que "o acontecimento traumático evoca uma resposta biológica que precisa permanecer fluida e com capacidade de se adaptar. Uma resposta não adaptada não é necessariamente uma doença mas um mal estar, um desconforto que pode ir de um leve incômodo até uma debilitação maior." Olhando para este contexto de mal-estar e trauma, este projeto pretende construir mais espaços de apoio mútuo, acolhimento, conexão, afeto, reflexão, pertencimento, escuta, expressão, espontaneidade e estímulo, voltando nossos esforços para o cuidado mútuo. Acreditamos que diante deste cenário, o projeto EOE Arte Aproxima, têm uma relevante contribuição a oferecer, gerando um potencial neste processo de elaboração emocional e restauração do organismo individual e social por meio do diálogo, união e integração de potentes áreas como a Arte, Educação e Psicologia, formando um tripé multidisciplinar tão necessários nesta atual conjuntura, onde a colaboração entre as pessoas será muito valorizada, permeando a proposta de artistas contemporâneos brasileiros. Uma ação terapêutica conjunta por meio das obras e propostas artísticas, terapêuticas e educacionais. Essas ações irão nos conectar ao nosso mundo interno e externo possibilitando a integração da experiência estética e emocional. A própria identidade, refletida no outro se torna visível mas ela não é somente refletida, também é ativada, ampliada, fortalecida e enriquecida pela experiência. A alma precisa de tempo para aquilo que nos alegra. As pessoas anseiam o reavivamento, elas querem se sentir animadas e inspiradas, sentir coragem, sentirem-se vinculadas a outras pessoas, sentir segurança na vida. O projeto surgiu da experiência clínica da psicóloga Robertha Blatt, que vem elaborando e desenvolvendo, dentro e fora de seu consultório, novas abordagens terapêuticas, por meio de estímulos lúdicos, conversas e dinâmicas, conectadas às práticas artísticas da produção cultural brasileira, direcionadas para crianças, jovens e grupos familiares, possibilitando a esses o acesso a emoções difíceis de serem expressas. ÉOÉ propõem uma transformação cognitiva e relacional através da arte, a partir de um programa inédito de encontros em espaços públicos com as finalidades de despertar trocas sensíveis e ampliar uma consciência participativa frente aos desafios do mundo contemporâneo. Sua primeira edição foi realizada em 2018 no Museu Nacional de Belas Artes. Contou com a participação dos artistas Aline Gonet, Efrain Almeida, Emília Estrada, Ernesto Neto e Prili, que tiveram o acompanhamento curatorial, da crítica de arte Lisette Lagnado. As atividades realizadas no museu, permitiram uma experiência singular aos visitantes, estimulando a reflexão e a descoberta de novos modos de fruição da obra de arte, criando uma dinâmica diferenciada de ativação do programa educativo e, por extensão, do olhar sobre a obra, do artista e do papel dos museus e da crítica de arte. Acreditando no potencial transformador da experiência estética como catalizadora de linguagem. Entendendo que a chave da ignição criativa pode encontrar-se na interface entre Arte, Educação e Psicologia, para a edição atual do projeto levaremos gratuitamente as praças e espaços públicos da cidade do Rio de Janeiro e de São Paulo, atividades artísticas e culturais, integradas a um programa de formação, que incluem mostras expositivas, seminários, oficinas com a presença de especialistas nacionais, que realizarão ações de formatos e temas diversificados para estimular a troca de saberes, a produção cultural, e difusão de bens culturais de conhecimento da cultura e memória. Prestando ainda suporte pedagógico e técnico, e contribuindo para o fortalecimento de uma rede de troca de experiências, salvaguardando a sobrevivência e o florescimento de novos modos de criar. O projeto ÉOÈ funcionará como um polo irradiador de cultura, fomentando a troca de saberes e aproximando o público visitante frequentador de espaços público, como parques, praças, praias, a produção da arte contemporânea brasileira. Com isso, pretendemos democratizar o acesso à produção artísticas e destacar seus efeitos terapêuticos, além de disponibilizar as informações geradas para interpretação e compreensão do seu campo de significado através do site e publicação. Do ponto de vista prático, é grande a necessidade de ampliação de ações de fomento, circulação da produção, divulgação e troca com o público, no que diz respeito à produção das artes visuais brasileira. Isto porque este é um setor em expansão e que a todo o momento estabelece conexão e interação com diversas formas de expressão artística e de outros campos de saberes. Entende-se que o incentivo para realização das ações do projeto são imprescindíveis para fomentar uma proposta que valoriza a produção cultural brasileira, capaz de dar visibilidade ao setor e popularizar a arte contemporânea, não só na divulgação, mas no debate crítico da produção, trabalhando sua fruição, fortalecendo sua interface com os campos da educação e psicologia, contribuindo ainda para o (re) conhecimento, valorização, promoção das artes em suas diversas expressões. Garantindo também o intercâmbio de conhecimento no campo da produção artísticas, e sua interface com outras áreas, assim como para difusão das discussões e reflexões geradas pelo projeto. Considerando o alinhamento do projeto às finalidades do Art 1º da Lei 8313/91, em especial, aos incisos I e VIII: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E, reconhecendo que o desenvolvimento deste projeto atenderá os objetivos expressos no Art. 3º da Lei 8.313/91, a saber: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c)instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Diante disso, justifica-se a necessidade do uso do Mecanismo para a realização do projeto.

Estratégia de execução

SOBRE O CAMPO ANEXAR DOCUMENTOS -> PROPOSTA Visto que é as definições para o comissionamento das obras instalativas e o desenvolvimento da mostra itinerante são desdobramentos que partem do seminário, ponto de partida para a realização do projeto, não é possível apresentar um projeto museográfico contendo layout, detalhamento e especificações das soluções técnicas de montagem nesta etapa. SOBRE DESLOCAMENTOS Segue detalhamento dos beneficiários das despesas de deslocamento (passagens/hospedagens/ diárias), suas funções no projeto, trechos e justificativa quanto à necessidade. Robertha BlattFunção: Coordenadora geralTrechos: RJ X SP X RJ 2 passagens - 1 para participação no seminário realizado em SP/ 1 para participação da montagem e programação da mostra em São Paulo. Rosa MeloFunção: Coordenação ExecutivaTrechos: RJ X SP X RJ2 passagens - 1 para participação no seminário realizado em SP/ 1 para participação da montagem e programação da mostra em São Paulo. Gleyce Kelly HeitorFunção:Coordenação pedagógica (RJ)Trechos: RJ X SP X RJ1 passagem para participação no seminário realizado em São Paulo. Débora OelsnerFunção:Coordenação pedagógica (SP)Trechos: SP X RJ X SP1 passagem para participação no seminário realizado no Rio de Janeiro.

Especificação técnica

Especificação técnica do Livro Formato aberto 22,5 x 32cmFormato fechado 22,5 x 16cmNumero de páginas: 200Papel – Couché fosco 120g/m2 Cor 4x4 Capa do Livro em papel duodesign 300 g , cor 4x1 Acabamento: 4 vincos (lombada quadrada) laminação fosca (frente)tiragem : 1000 Características do Web site Para disponibilização pública via multimeios (imagens, vídeos, textos, etc.) das informações geradas pelo projeto, o site do projeto será desenvolvido de forma a oferecer o máximo de acessibilidade aos visitantes, norteado pelas diretrizes e metodologia do W3C Wolrd Wide Wev Consortium Sua manutenção será garantida por 06 (seis) meses pelo projeto, depois será mantido com recursos próprio pela Coordenadora Geral Robertha Blatt. PROGRAMA EDUCATIVO O programa educativo do projeto “ÉOÈ”, coordenado por Gleyce Kelly Heitor prevê algumas frentes de atuação a serem executadas nas diferentes etapas do projeto. São elas: A primeira etapa consiste na mobilização dos públicos colaboradores e antecede o início da mostra. Terá início ainda na pré-produção, com uma equipe contratada previamente para mapear e convidar professores e organizações parceiras, que durante o seminário irão se juntar aos artistas, e demais especialista, psicólogos, críticos e pedagogos, para conceber, desenvolver e estarem integrados ao processo de formação, apontando como as oficinas, as experiências sensoriais e as metodologias pensadas para o projeto, poderão contribuir com as diferentes realidades das escolas e contextos no qual atuam. A segunda etapa será formada por uma equipe mais ampla, contando com educadores que executarão, a partir dessas experiências de escuta e colaboração, o acolhimento dos diferentes públicos nas mostras, a partir de estratégias de mediação cultural e metodologias acessíveis, o que inclui ainda a elaboração do ambiente sensorial. Pensando nas intersecções entre acessibilidade e educação, contaremos ainda com educadores surdos convidados, em cada cidade, para realizar visitas ou ativações da exposição, em Libras, assegurando também a acessibilidade programática e protagonismo da pessoa surda nos contextos de arte. Ainda como uma exigência de contratação, selecionaremos, no mínimo 01 mediador que seja fluente em Língua Brasileira de Sinais (Libra) A terceira etapa, consiste no planejamento elaborado para o período das mostras e itinerâncias, incluindo as ativações proposta no projeto, contemplando ainda, a visita de grupos escolares da rede públicas de ensino da cidade ou de pessoas em situação de vulnerabilidade social, atendidas por entidades filantrópicas ou organizações não-governamentais, através da disponibilização gratuita de transporte. Serão 40 (quarenta) deslocamentos e garantindo a visitação de até 1.600 (um mil e seiscentos) pessoas, sendo crianças, jovens e/ou adultos de instituições acima mencionadas. Durante todo o calendário de exposições, visitantes surdos podem entrar em contato com o educativo e reservar um horário para uma visita mediada, conduzida na língua brasileira de sinais (libras) com duração de uma hora cada. Constituída por uma equipe de no mínimo 01 (um) coordenador do educativo, 01 (um) educador supervisor, 02 (dois ) educadores de referência, e 04 (quatro) educadores para cada cidade, que terão a função de receber os visitantes e facilitar o acesso a todas as dimensões da pesquisa. Faremos uma escala de horários alternados, com 30 horas semanais para cada educador e/ou estagiário. Atuação da Equipe do Educativo Coordenadoras Elaboram as linhas conceituais e diretrizes do programa educativo. Realizam o processo de formação, acompanhamento e avaliação da equipe de educação, visando assegurar que as ações sejam realizadas conforme as metas pactuadas. Atuam no estabelecimento de parcerias com secretarias de educação, ONGs, Associações, Instituições de Formação, pesquisa e projetos culturais e sociais atuantes com a educação formal e não formal, para garantir as metas de democratização de acesso e acessibilidade, do projeto. Elaboram relatórios. Supervisores Executam, a partir das diretrizes formuladas pela coordenação geral e educativa, as ações de ativação de público. São responsáveis pelas rotinas do programa educativo, tais como: agendamento, escalas de equipe, supervisão dos espaços e das necessidades de aquisição de materiais, participação e engajamento dos públicos nas oficinas. Elaboram e distribuem tarefas ligadas aos registros e geração de comprobatórios de atendimento ao público. Educadores de referência Desenvolvem, junto a supervisão, as ações de envolvimento, participação, relacionamento, integração e formação com diferentes públicos do projeto, tanto no seminário, como nas mostras. Atuam no planejamento e execução das visitas e na assistência metodológica dos artistas, nas oficinas. Realizam visitas às escolas, para a mobilização e planejamento com os professores e alunos, das visitas nas mostras. Educador Atuam no planejamento e execução das visitas, apenas nas mostras e suas itinerâncias. DETALHAMENTO - AÇÕES EDUCATIVAS SEMINÁRIOA proposta central do seminário é fundamentar os processos de criação e ativação das mostras, a partir das reflexões sobre as relações entre arte, psicanálise e educação. Detalhamento dos temas:- Os efeitos terapêuticos da arte e seu potencial para acessar a célula criativa que todo corpo traz;- Experiências estéticas como catalisadoras de linguagens;- Processos de formação e práticas poéticas da produção contemporâneos brasileira que integram arte, cultura, educação e psicologia; - Como construir o entendimento dos processos de criação como forma de conhecimento de si, do outro e do mundo;- Consolidação do desenho de atividades e elaboração das proposições que serão desenvolvidas com o público ao longo do projeto . Detalhamento das atividades:Cada cidade contará com 8 mesas, totalizando 16 mesas. As mesas redondas serão constituídas por no mínimo 2 palestrantes e 1 mediador, especialistas e experientes nas áreas temáticas. O público será dividido em grupos de trabalho, nos quais abriremos processos de escuta sobre as expectativas dos diferentes colaboradores, para que juntos dialoguem sobre processos de criação e sobre os diferentes modos de conviver e aprender, nas relações com a arte, que o projeto irá fomentar. A partir disso iremos planejar o comissionamento das obras, o programa de relacionamento com as escolas e ongs, a curadoria das mostras e a programação de oficinas e aulas abertas. Carga horária: Serão 4 dias de seminário na cidade do Rio de Janeiro e 4 dias na cidade de São Paulo, totalizando 8 dias. Cada edição terá total de 32h, totalizando 64h. Formato: Tendo em vista o avanço da vacinação, pretende-se realizar o evento de forma presencial, respeitando todos os protocolos necessários. O formato presencial poderá ser alterado para formato virtual, caso seja recomendado pelas autoridades competentes na data de realização. As inscrições serão realizadas previamente pela internet, as vagas serão preenchidas por ordem de inscrição.Cada edição do seminário terá capacidade para até 70 pessoas, totalizando de 140 pessoas. OFICINAS Serão concebidas e ministradas por artistas, educadores, psicólogos, dentre outros profissionais para diferentes públicos, podendo as propostas contemplar crianças, adultos, idosos e grupos familiares. Cada oficina terá duração de 3h/aulas, terão capacidade para até 20 (vinte) pessoas e irão abordar temas diversos, ligados aos campos de investigação das mostras. Visando contemplar essa diversidade de público, estarão na programação em diferentes horários e dias da semana. Serão espaços para trocas de saberes sobre processos de criação, práticas artísticas, relação entre arte, educação e psicologia, entre outras questões suscitadas pelas obras. As inscrições para as oficinas serão realizadas previamente. E as vagas serão preenchidas por ordem de inscrição, a partir dos critérios de público previstos para cada ação. Realizaremos 8 oficinas por cidade. Totalizando 16 oficinas. Com capacidade para até 20 pessoas, cada. Total de 320 pessoas. AULAS ABERTAS Serão aulas abertas, sem necessidade de inscrição prévia, realizadas semanalmente acerca de temas pertinentes à mostra. Ministradas por convidados externos, com o intuito de estimular a troca de saberes e a interação entre os transeuntes e público do projeto. Terão duração de 2h, considerando apresentação do tema e debate. Realizaremos 4 aulas abertas por cidade. Totalizando 8 aulas. Com capacidade variável, de acordo com o local de realização. Média de público estimada de 40 pessoas por aula, totalizando 320 pessoas.

Acessibilidade

ÉOÈ” é um projeto que traz como objetivo realizar experiências sensoriais e metodológicas voltadas para o contato entre diferentes grupos e indivíduos, em conexão com as práticas poéticas da produção contemporâneos brasileira. Nesse contexto, as pessoas com deficiência física, visual, motora ou intelectual, e a comunidade surda terão acesso às obras instalativas e atividades através de estratégias de acessibilidades comunicacional. A ideia é estimular a abertura de novos canais para os mais variados tipos de interação com os mais diferentes públicos, proporcionando ainda, ações que promovam a inclusão, e contribuam para a autonomia e para o empoderamento de pessoas com deficiência. Além da experiência sensorial com as obras instalativas, proporcionaremos medidas que garantirão acessibilidade durante a visitação, bem como o acesso ao conteúdo das obras e dos produtos gerados pelo projeto. São elas: Produto Contrapartidas Sociais a. Acessibilidade física:Item orçamentário: Aluguel de ônibus Locação de transporte para possibilitar o deslocamento de grupos escolares, em situação de vulnerabilidade e pessoas com deficiência. b. Acessibilidade para deficientes visuais:Item orçamentário: Arte educadores Equipe treinada para desenvolvimento de visitas acessíveis. c. Acessibilidade para deficientes auditivos:Item orçamentário: Arte educadores Intérprete integrará a equipe de educadores treinada para desenvolvimento de visitas acessíveis. Produto Catálogo a. Acessibilidade física/Acessibilidade para deficientes auditivos:A versão digital do catálogo será disponibilizada gratuitamente na internet no canal web do projeto. Sem custo adicional para tal disponibilização além dos custos já previstos para o desenvolvimento do site e do catálogo. Item orçamentário: Não se aplica. b. Acessibilidade para deficientes visuais:A versão digital do catálogo será disponibilizada na plataforma Issuu, que hospeda publicações digitais em PDF. Esses arquivos se tornam acessíveis a deficientes visuais por aplicativos de leitura computadorizada popularmente conhecida por “text to speech” (TTS), que podem ser usados para transformar textos em áudios. Item orçamentário: Não se aplica. Produto Exposição de Artes: a. Acessibilidade física:Item orçamentário: Cenografia/material/confecção Produziremos uma rampa, caso os espaços públicos já não à tenham, além de uma entrada plana que permitirá o acesso de idosos e deficientes físicos. b. Acessibilidade para deficientes visuais:Item orçamentário: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade Será desenvolvimento conteúdo em audiodescrição. c. Acessibilidade para deficientes auditivos:Item orçamentário: Intérprete de libras A acessibilidade para deficientes auditivos se dará através da mediação da equipe de educadores treinada para desenvolvimento de visitas acessíveis. Produto Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual a. Acessibilidade física:Item orçamentário: Não se aplica A equipe buscará espaços adequados para permitir a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. b. Acessibilidade para deficientes visuais:Item orçamentário: Assistentes Assistentes oferecerão o apoio necessário durante o desenvolvimento das aulas e oficinas. c. Acessibilidade para deficientes auditivos:Item orçamentário: Intérprete de libras Durante os seminários serão contratados intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para realizar a tradução simultânea de todas as palestras e debates. Produto Sítio de internet a. Acessibilidade física:Item orçamentário: Não se aplica b. Acessibilidade para deficientes visuais:Item orçamentário: Legenda descritiva/Serviço de audiodescrição c. Acessibilidade para deficientes auditivos:Item orçamentário: Intérprete de libras Os vídeos publicados no site terão tradução em Libras e recursos Legendagem Descritiva ( LSE- legenda para surdos e ensurdecidos). O site do projeto será desenvolvido de forma a oferecer o máximo de acessibilidade aos visitantes, norteado pelas diretrizes e metodologia do W3C Wolrd Wide Wev Consortium.

Democratização do acesso

Além das gratuidades e ampla circulação, visto que parte das ações ocorrerão em espaço público, em atendimento ao Art.21, o projeto adotará as seguintes medidas de ampliação de acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; *Distribuição gratuita de 100% da publicação produzida. II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

COORDENAÇÃO GERAL - ROBERTHA BLATT [RIO DE JANEIRO - RJ, 1979] Investiga a interação entre arte, psicologia e educação. Com especialização em educação infantil e ensino fundamental no Colégio Sagrado Coração de Maria[2000]. Foi professora de educação infantil e orientadora educacional do maternal ao quarto ano no Colégio Notre Dame [Ipanema] de 1998 a 2006. Formou-se em psicologia pela unesa [2002], ministrou palestras e cursos sobre síndrome de burnout, o estresse do educador, em escolas e universidades. Especializou-se em Terapia Cognitivo Comportamental [Cepaf, 2003], em Terapia de Família e Casal [Núcleo Pesquisas, 2006] e em Psicologia Positiva [com Edna Ponciano]. Tem pós-graduação em Terapia de Família e Casal pela PuC-RJ, e, a partir de 2016 passou a estudar Terapia Focada na Emoção, Experiência somática e Bodynamic em cursos de formação e vivências. Há mais de vinte anos trabalha com educação, e pesquisa a articulação de práticas terapêuticas e expressões artísticas, trafegando pelos papéis de educadora, terapeuta de família, psicóloga e mãe. Robertha trabalha com psicoterapia para crianças, adolescentes e famílias em seu consultório-ateliê, onde disponibiliza recursos multissensoriais que viabilizam a ampliação da expressão no contexto relacional. Por meio da éoè, organiza e realiza projetos culturais, terapêuticos e educacionais. Propositora do caminhão Arte sobre rodas com réplicas de obras relacionais de Lygia Clark e Helio Oiticica, articulando com seu trabalho de terapeuta. COORDENAÇÃO EDUCATIVA RJ - GLEYCE KELLY HEITOR [RECIFE-PE, 1982] Vive e trabalho no Rio de Janeiro Educadora e pesquisadora. Atualmente é Gerente de Educação e Participação na MAM Rio - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. MAM Rio - Museu de Arte Moderna do Rio. Graduada em História (UFPE), mestre em Museologia e Patrimônio (Unirio-Mast) e doutoranda em História Social da Cultura (PUC-RJ). Tem experiência com projetos voltados para as colaborações entre o museu e a escola, formação de mediadores e programas públicos em museus. Suas pesquisas têm como temas a relação entre o museu, a arte contemporânea e a educação. As interfaces entre a museologia e o pensamento social brasileiro e as relações entre os museus e os movimentos sociais. Se interessa pelas pedagogias feministas e populares e por práticas de mediação extra-institucionais. No Rio de Janeiro, atuou como pesquisadora/educadora do Núcleo Experimental de Educação e Arte do MAM - RJ (2011-2012) e integra, desde 2013, a equipe responsável pela implementação da Escola do Olhar - Museu de Arte do Rio, onde ocupa atualmente o cargo de Coordenadora Pedagógica. Foi contemplada, em 2016, com a bolsa de Intercâmbio Acadêmico IBRAM – Escola do Louvre, através da qual realizou um estágio profissional na Diretoria de Mediação e Programação Cultural do Museu do Louvre. COORDENAÇÃO EDUCATIVA SP- DÉBORA OELSNER [SÃO PAULO - SP 1982] Educadora Residente na EAV Parque Lage no projeto "O Nome do Medo", da artista Rivane Neuenschwander (2016-2017), com curadoria de Lisette Lagnado, colaboração Guto Carvalhoneto, produção Rosa Melo, que culminou em um exposição homônima no Museu de Arte do Rio (MAR); Coordenou o Educativo da Exposição "Caminho da Pedra", de Matheus Rocha Pitta, curadoria de Luisa Duarte e produção de Rosa Melo, no Espaço Cultural BNDES (2018). Realizou a Produção Editorial do livro “Arte Aproxima”, de Robertha Blatt, fruto da exposição homônima ocorrida no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA). Curadoria Lisette Lagnado, produção Rosa Melo, artistas Aline Gonet, Efrain Almeida, Emilia Estrada, Ernesto Neto, Robertha Blatt e Prili. Foi Professora Substituta de Artes Cênicas - Cenografia na Escola de Belas Artes da UFRJ (2018-2019 e 2014-2015), e Professora Assistente I na graduação em Arquitetura e Urbanismo do IBMEC RJ (2017-2018). Tambem foi Professora nas Faculdades Integradas Silva e Souza - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (2016). É Colaboradora do Instituto Martim Gonçalves - Acevo/Escola/Produtora, criado pela atriz e pesquisadora Jussilene Santana. Foi aluna do professor e artista Helio Eichbauer [1941-2018] entre 2011 e 2015, em cursos livres na EAV Parque Lage, no Espaço Tom Jobim e no Teatro Dulcina. Doutoranda no PPGAC UNIRIO (ingresso 2020) com projeto "Martim Gonçalves [1919-1973] e Helio Eichbauer [1941-2018]: parceria do teatro brasileiro nos anos 1960 e 1970". Mestre em PPGAC-UNIRIO (2015), com dissertação " A inquieta busca da cenografia: a atividade docente de Helio Eichbauer nos anos 1970", sob orientação da Profa. Dra. Lidia Kosovski. É Graduada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanis USP (2009). [REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE] COORDENAÇÃO EXECUTIVA – ROSA MELO [RECIFE-PE, 1973] Atua como produtora há mais de 20 anos em diversas regiões do país. Possui expertise nas áreas de planejamento, elaboração e análise de projetos, coordenação executiva de eventos, publicações, produções cinematográficas e em artes visuais. Foi Membro Titular do Colegiado Nacional de Artes Visuais do CNPC e representante do Colegiado de Artes Visuais no Comitê Técnico do Fundo Setorial de Cultura do Ministério da Cultura. Já atuou como parecerista em análise e emissão de pareceres técnicos em projetos culturais do Pronac/Secretaria de Fomento/Minc de jan/2010 a jan/2012 nas áreas de Artes Visuais (plásticas, fotografia, e novos meios), e do Audiovisual. Desde 2017 coordena a produção da galeria A Gentil Carioca, e entre os diversos eventos destaca as exposições BALÉ LITERAL de Laura Lima, e O BATISMO de Maxwell Alexandre. No Espaço Cultural do BNDES-RJ em 2018, realizou as expos CAMINHO DA PEDRA de Matheus Rocha Pitta com curadoria de Luisa Duarte, e LUZ COM TREVAS do artista Cabelo com curadoria de Lisette Lagnado. Ainda em 2018, produziu a instalação “EstrelaTerra vibra nois, Todos somos nós” do artista Ernesto Neto na exposição “ÉOÉ–Arte que aproxima” coordenado por Robertha Blatt, realizado no Museu Nacional de Belas Arte –RJ. Foi Coordenadora Executiva de Projetos e Eventos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage de 2015 a 2018. Entre as diversas atividades, destaca a exposição, oficinas e ativações do projeto “O Nome do Medo” de Rivane Neuenschwander com curadoria de Lisette Lagnado, realizado na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e no Museu de Arte do Rio- MAR em 2017. Ainda na EAV Parque Lage entre 2015 e 2016 coordenou a realização do programa Curador Visitante, que consistiu numa série de atividades desenvolvidas por cinco curadores, professores e alunos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, que resultaram em cinco exposições. São elas: “Encruzilhada”, curadoria de Bernardo Mosqueira; “A Mão Negagativa”, curadoria de Bernardo Souza; “Quarta Feira de Cinzas”, curadoria de Luisa Duarte; “Depois do Futuro”, curadoria de Daniela Labra; “Agora somos mais de Mil”, curadoria de Marta Mestre. Tambem na EAV foi uma das organizadoras, e coordenou o programa público “Jornadas de Outubro”, evento dedicado à criança e jovens de todas as idades que contemplou diversas oficinas e encontros educativos, desenvolvidas pelo núcleo pedagógico Parquinho Lage da durante todo mes de outubro; produzindo as instalações “Impregnação : Em torno do Desvio” de Cildo Meireles e “Labirinto” de Carlos Vergara. Entre 2008 e 2012, coordenou o programa de bolsas de pesquisa e produção do 47° Salão de Artes Plásticas de Pernambuco pela Fundação de Cultura e de Patrimônio Histórico e Artístico do Governo do Estado Pernambuco. Coordenou o produção do Ciclo de Debates Conexão 29a Bienal São Paulo/Pernambuco dos curadores Moacir do Anjos e Agnaldo Farias, no Santander Cultural em Recife/2010. Realizou a obra audiovisual BRASIL VISUAL www.brasilvisual.art.br , série de 08 documentários de 26minutos dedicada ao universo das artes visuais brasileira, exibida pela TV Brasil, Tv Cultura e Canal Curta. Atualmente dedica-se a produção da 2a temporada da série que contempla 13 documentários de 26minutos para o Canal Curta.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.