| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07175725000160 | Weg Equipamentos Elétricos S/A | 1900-01-01 | R$ 210,3 mil |
| 79379491000183 | HAVAN S.A | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 84430149000109 | Duas Rodas Industrial ltda. | 1900-01-01 | R$ 125,0 mil |
| 05108435000178 | LIVE ROUPAS ESPORTIVAS LTDA. - ME | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 84431352000191 | Indústria de Máquinas Reis Ltda. | 1900-01-01 | R$ 17,7 mil |
| 75370437000116 | Caiman Indústria e Comércio de Malhas Ltda. | 1900-01-01 | R$ 8,0 mil |
| ***552339** | Moacir Rogério Sens | 1900-01-01 | R$ 6,0 mil |
| ***646309** | Martin Werninghaus | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***135759** | EMMERSON GAZDA | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***808509** | Walter Janssen Neto | 1900-01-01 | R$ 4,7 mil |
| ***080909** | VALSI VOIGT | 1900-01-01 | R$ 4,5 mil |
| ***401339** | JONAS GERMANO SCHMIDT | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| 84431154000128 | Metalúrgica Erwino Menegotti Ltda | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***213739** | Paulo Boss Demo | 1900-01-01 | R$ 1,2 mil |
| ***687969** | JULIE CRISTIE DORL | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***523369** | NILSON FERNANDO DORL | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***199459** | MARCIO WEISS | 1900-01-01 | R$ 450,00 |
Continuação do projeto "Música Para Todos", o qual objetiva dar continuidade ao processo de formação musical decrianças, jovens e adultos, de modo a tornar duradouras as experiências já iniciadas no trabalho de inclusão social em outras edições, agregada à oportunidade do acesso à arte e à cultura musical. Serão oferecidas aulas semanais dediversas modalidades de instrumentos e formadas turmas de educação musical, canto coral e prática de conjunto, além da criação de grupos musicais. Serão realizadas apresentações didáticas e também serão realizadas oficinas de Percussão Corporal para alunos das séries iniciais em escolas públicas, como contrapartida social.
SINOPSE DA OBRA As apresentações musicais têm duração aproximada de 50 minutos e a classificação indicativa é Livre.
OBJETIVO GERAL Dar continuidade ao processo de formação musical de alunos (crianças, jovens e adultos) por meio de aulas semanais de instrumentos e formação de turmas de educação musical, canto coral e prática de conjunto, além da criação de grupos musicais. Serão realizadas apresentações didáticas e uma apresentação de encerramento com participação de todos os alunos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS · Oportunizar e dar continuidade ao processo de formação musical de 280 alunos a partir de 06 anos de idade, de modo a tornar duradouras as experiências já iniciadas no trabalho de inclusão social, agregada à oportunidade do acesso à arte e à cultura musical; · Oferecer aos alunos aulas semanais em 24 modalidades sendo elas: acordeão, baixo elétrico, bateria, canto, clarinete, contrabaixo, fagote, flauta doce, flauta transversal, guitarra, harpa, musicalização, oboé, percussão, piano, saxofone, teclado, trompete, trombone, tuba, viola, violão, violino e violoncelo; · Oferecer para os alunos 03 aulas semanais em grupo, compreendendo educação musical, prática de conjunto e canto coral, que solidificam o aprendizado da modalidade; · Oferecer aulas de percussão corporal como forma de prática de conjunto para os alunos do primeiro ano, oportunizando o trabalho da rítmica; · Formar e incentivar a formação de grupos de estudo inter e intra-modalidades, favorecendo o aprendizado e fazer musical; · Formar turmas coletivas de educação musical, oportunizando conhecimento teórico e histórico de música para todos os alunos; · Formar turmas coletivas de prática de conjunto, oportunizando o trabalho musical em grupo de forma a atender todos os alunos; · Formar turmas coletivas de canto coral, oportunizando o conhecimento de solfejos e do canto, aguçando o ouvido musical; · Formar turma coletiva de produção cultural, fomentando a formação de novos produtores e capacitando os participantes quanto a procedimentos, legislação, políticas de incentivo e práticas de produção cultural. · Realizar 07 apresentações didáticas denominadas "Prática Artística" (ocorrência: uma por mês); · Realizar 01 apresentação didática denominada "Mostra Didática" (ocorrência: 1º semestre); · Realizar 01 apresentação de encerramento, denominada "Sons do Brasil". · Caso o período de isolamento se estenda pelo período de execução deste projeto e havendo proibição de ações presenciais por meio de decretos específicos, as ações deste projeto são adaptáveis para o formato remoto online, tanto para aulas, quanto apresentações. Estimativa de público alvo: 280 alunos e 22 professores de forma direta, e aproximadamente 2.900 pessoas entre familiares e comunidade de forma indireta (público dos espetáculos). 7 Práticas Artísticas = 9 x 100 pessoas = 900 espectadores 1 Mostra Didática = 1.000 espectadores 1 Sons do Brasil = 1.000 espectadores TOTAL = 2.900 espectadores
O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; ... e atende os objetivos do Art. 3º da norma: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; -.-.-.-.-.-.- O projeto "MÚSICA PARA TODOS" é um processo de educação musical e formação mais abrangente, que pretende promover a alfabetização musical e desenvolver a sensibilidade de crianças, jovens e adultos, pois a música tem grande potencial para abrir canais de comunicação com a realidade e pode criar perspectivas que incluam projetos de futuro. No contexto atual, este projeto tem relevância à medida que oferece alternativas para uma formação integral, pois vai muito além das aulas para a aprendizagem de um instrumento. O projeto inclui também conhecimentos sobre a história e a influência que ela exerce nas diferentes culturas. Nessa perspectiva, o projeto pretende criar um espaço de formação de grupos musicais, seja através de orquestras, bandas, corais, etc. Para atingir os objetivos, a SCAR _ Sociedade Cultura Artística, pretende desenvolver as seguintes ações: _ organizar aulas individuais e coletivas nos seguintes instrumentos: acordeão, baixo elétrico, bateria, canto, clarinete, contrabaixo, fagote, flauta doce, flauta transversal, guitarra, harpa, musicalização, oboé, percussão, piano, saxofone, teclado, trompete, trombone, tuba, viola, violão, violino e violoncelo; _ formar turmas para a realização de aulas de Educação Musical, Canto Coral, Prática de Conjunto e Percussão Corporal e Produção Cultural; _ criar grupos musicais. A metodologia utilizada no processo pedagógico tem, por base, cursos técnicos e superiores de música. Para a maioria dos alunos, trata-se do primeiro contato com o estudo da música, onde são abordados assuntos e práticas que buscam socializar e estimular os novos alunos envolvendo-os numa atmosfera que facilita o acesso ao estudo musical formal. O produto cultural resultante deste projeto é a formação para apresentação pública de concertos de grupos musicais, planejados em conjunto por alunos, professores e administradores da instituição, com o objetivo de expandir o acesso aos espetáculos musicais para a família e comunidade em geral, ampliando assim, o número de pessoas beneficiadas. Vale ressaltar que os alunos que participam do projeto têm a oportunidade de fazer aulas de prática em conjunto, e assim, também formar seus próprios grupos musicais dos mais variados gêneros, possibilitando ainda a profissionalização e geração de renda, pois grande parte dos indivíduos que frequentaram o projeto já estão tocando em grupos de câmara, bandas, corais e orquestras, muitos encaminhados pelo projeto, outros em novos grupos formados pelos próprios estudantes. O projeto "Música Para Todos" se justifica, em primeiro lugar, por ser uma iniciativa que potencializa a alfabetização musical e abre espaço para que crianças, jovens e adultos tenham na música e na cultura uma oportunidade de criar alternativas de futuro, seja através de geração de renda ou do desenvolvimento pessoal e social, pois quanto mais ampliado for o universo cultural dos cidadãos, maiores serão suas perspectivas de inclusão na sociedade. Em segundo lugar, a música está presente na história de Jaraguá do Sul desde a vinda dos primeiros imigrantes europeus para a região, com seus instrumentos de sopro e percussão, que fazem parte da trajetória e ainda hoje são tocados. As bandinhas típicas era tradição nas festas do rei, casamentos, eventos religiosos, entre outros, que permanecem e fazem parte da identidade local, estando presente nas manifestações culturais mais típicas do povo jaraguaense. O projeto justifica-se também pelo fato da formação musical não se restringir apenas ao ensino de crianças, jovens e adultos a tocarem os instrumentos de sua preferência, mas à convivência com a música e aos benefícios que a alfabetização musical traz à formação da personalidade, ao desenvolvimento de competências relativas ao conhecimento, habilidades e atitudes. Tais questões estão na pauta da formação para a educação do século XXI, dialogam com as demandas juvenis da atualidade e colaboram para que os jovens façam escolhas a partir de referências positivas, como é o caso da música. A própria Secretaria Nacional de Juventude tem sido enfática na necessidade de incluir os jovens como protagonistas do seu futuro, através de iniciativas que venham ao encontro de seus anseios. Trabalhando estes aspectos, a demanda do projeto vem crescendo a cada ano. Até o momento, cerca de 3.500 alunos já passaram pelo programa e o resultado vem sendo cada vez mais visível. Outro ponto importante em todo este processo é a história da SCAR _ Sociedade Cultura Artística de Jaraguá do Sul. História esta que se confunde com a história do desenvolvimento da região, principalmente a do Vale do Itapocu. Hoje o Centro Cultural da SCAR é reconhecido por ser o espaço cultural sonhado pela comunidade de Jaraguá do Sul, e representa para a região a oportunidade de inclusão cultural ao promover grandes espetáculos e oferecer espaços para a expressão das manifestações artístico-culturais locais, além de ser um centro de formação de artistas e projeção de talentos da região e, também, oportunizando à comunidade o acesso às mais diversas formas de manifestação artístico-culturais. Um dos aspectos significativos deste projeto é a aproximação do centro cultural com a comunidade, cuja abordagem é a de ampliação da oferta de formação em dois âmbitos potenciais: artístico e de público, de modo que usufruam produtos culturais de qualidade e tenha a cultura como canal de expressão de seus anseios e projetos de futuro. A fim de possibilitar esta aproximação, são realizadas durante o projeto apresentações abertas ao público onde o foco principal são as famílias dos alunos e comunidade onde estão inseridos, pois acreditamos que a motivação, o apoio e o incentivo da família e da comunidade são fundamentais para o sucesso de nossos alunos e para que possamos alcançar nossos objetivos. Uma importante característica do projeto é a possibilidade de ao mesmo tempo formar músicos, fomentar a inclusão cultural da população local, formando plateias e incentivando o público a valorizar a música como um canal de comunicação entre as gerações. A formação de público inicia pelo conhecimento de múltiplas formas de expressão artística. Para a juventude, especialmente, tem forte apelo de encontro com o outro e é capaz de mobilizá-la para outras causas e iniciativas, além de desenvolver competências capazes de influenciar na geração de renda e criar postos de trabalho. A SCAR entende que as apresentações públicas se constituem em contrapartida social, à medida que abre o espaço da Sociedade Cultura Artística para a população da cidade de Jaraguá do Sul e região e oferece oportunidade de acesso gratuito à cultura, lazer e entretenimento para todos. Por isso o nome "MÚSICA PARA TODOS". Neste sentido, a SCAR é um ponto de cultura que vem investindo na interação com os cidadãos, estando sempre aberta para acolher diferentes modalidades de expressão artística e cultural de todos os segmentos sociais, em especial os que têm menos oportunidades de acesso. Em face ao exposto, solicitamos ao Ministério do Turismo e à Secretaria Especial da Cultura o enquadramento deste projeto no Artigo 18 da Lei de Incentivo à Cultura, concedidos para a formação musical de crianças, jovens e adultos de baixa renda e no planejamento de eventos culturais abertos à população, que serão realizados para apresentar os resultados da formação de bandas, corais, orquestras e grupos musicais diversos.
SOBRE DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO, ADICIONAMOS A INFORMAÇÃO DO DETALHAMENTO DAS BOLSAS: Não há cobrança de taxa de inscrição ou de matrícula para o projeto. Para as aulas, serão oferecidas bolsas totais e parciais para participação. - Mínimo de 100 bolsas integrais (mensalidade = R$ 0,00) - Até 75 bolsas parciais de 60% (mensalidades = R$ 92,00) - Até 75 bolsas parciais de 30% (mensalidades = 161,00) Esses valores são baseados nas mensalidades dos cursos particulares de música na instituição, utilizando a tabela 2019 de R$ 230,00. As oficinas serão oferecidas a crianças, jovens e adultos, da região do Vale do Itapocu, com ou sem conhecimento musical, interessadas em desenvolver conhecimento específico nos seguintes instrumentos: acordeão, baixo elétrico, bateria, canto, clarinete, contrabaixo, fagote, flauta doce, flauta transversal, guitarra, harpa, musicalização, oboé, percussão, piano, saxofone, teclado, trompete, trombone, tuba, viola, violão, violino e violoncelo. A preferência do acesso ao projeto é para famílias de baixa renda. As apresentações são abertas à comunidade em geral, com acesso gratuito a todos, sendo que boa parte do público é formado por familiares e amigos dos alunos ou a comunidade na qual ele está inserido.
PROJETO PEDAGÓGICO I – Apresentação O Projeto Música para Todos é um projeto administrado pela Sociedade Cultura Artística (SCAR) e mantido com recursos públicos oriundos do incentivo fiscal através da Lei de Incentivo à Cultura desde setembro de 2003. Nessa perspectiva, o projeto pretende dar continuidade a um espaço de formação de grupos musicais, seja através de orquestras, bandas, coral, etc. Para atingir os objetivos, a SCAR – Sociedade Cultura Artística, pretende desenvolver as seguintes ações: - organizar aulas individuais e coletivas nas seguintes modalidades: acordeão, baixo elétrico, bateria, canto, clarinete, contrabaixo, fagote, flauta doce, flauta transversal, guitarra, harpa, musicalização, oboé, percussão, piano, saxofone, teclado, trompete, trombone, tuba, viola, violão, violino e violoncelo; - formar turmas para a realização de aulas de Educação Musical, Canto Coral, Prática de Conjunto, Percussão Corporal e Produção Cultural; - criar grupos musicais. A metodologia utilizada no processo pedagógico tem, por base, cursos técnicos e superiores de música. Para a maioria dos alunos, trata-se do primeiro contato com o estudo da música, porém para os alunos já inseridos no Projeto, essa metodologia facilita o acesso ao estudo musical formal. A formação de público inicia pelo conhecimento de múltiplas formas de expressão artística. Para a juventude, especialmente, tem forte apelo de encontro com o outro e é capaz de mobilizá-la para outras causas e iniciativas, além de desenvolver competências capazes de influenciar na geração de renda e criar postos de trabalho. Nessa perspectiva, o projeto pretende criar um espaço de formação de grupos de música para crianças e jovens, com foco na música brasileira, sem perder de vista as composições eruditas e populares estrangeiras que sejam importantes na formação artística do músico. O produto cultural resultante deste projeto é a formação de grupos e a apresentação pública, planejada em conjunto por alunos, professores e administradores da instituição, com o objetivo de expandir o acesso aos espetáculos musicais para a comunidade, a família, outros jovens e crianças da cidade e região, como forma de aumentar o número de pessoas beneficiadas pelo projeto. A SCAR entende que as apresentações públicas se constituem em contrapartida social, à medida que abre o espaço da Sociedade Cultural Artística para a população da cidade e oferece oportunidade de acesso gratuito à cultura, lazer e entretenimento para todos. Por isso o nome “Música Para Todos”. A SCAR pretende garantir a continuidade de formação musical, através do Projeto Música Para Todos, de modo a tornar duradouras e consistentes as experiências já iniciadas, visto que estas ampliaram, e tendem a ampliar, as oportunidades de inclusão social ao oportunizarem o acesso ao conhecimento artístico e cultural, tanto para os alunos quanto para suas famílias e a comunidade local. II – Objetivos - Dar continuidade à formação de aproximadamente 280 crianças, jovens e adultos; - Promover a alfabetização musical e desenvolver a sensibilidade de crianças; - Introduzir conhecimentos relacionados à música como linguagem de expressão humana, com ênfase na música brasileira e composições importantes de outras culturas; - Ampliar o conhecimento a respeito das formas de expressão musical das mais diferentes culturas; - Contribuir com o desenvolvimento da personalidade no âmbito das competências relacionadas ao conhecimento, habilidades e atitudes, em direção à autonomia e ao protagonismo; - Estimular o surgimento de músicos e conjuntos musicais com uma formação mais abrangente; - Promover inclusão cultural através do acesso ao conhecimento musical; - Contribuir com o desenvolvimento artístico-cultural da cidade e região. III - Características da população a ser atendida e da comunidade na qual se insere A música está presente na história de Jaraguá do Sul desde a vinda dos primeiros imigrantes europeus para a região. Os instrumentos de sopros e de percussão fazem parte desta trajetória e ainda hoje são tocados nas bandas típicas, uma tradição nas Festas de Atiradores, casamentos, eventos religiosos, entre outros que permanecem e fazem parte da identidade local, estando presentes nas manifestações culturais mais típicas do povo jaraguaense. Outro ponto importante é a história da Sociedade Cultura Artística (SCAR) de Jaraguá do Sul, que se confunde com a história de desenvolvimento da região, principalmente a do Vale do Itapocu. Hoje o Centro Cultural da SCAR é um espaço que representa para a região a oportunidade de inclusão cultural ao promover grandes espetáculos e oferecer espaços para a expressão de manifestações artístico-culturais das mais diversas áreas, além de ser um centro de formação de artistas e projeção de talentos da região. Importante citar também que Jaraguá do Sul é uma cidade industrial, ou seja, em rápido e constante crescimento, recebendo migrantes de todo o Brasil para trabalhar em suas indústrias. Estes vêm transformando e ampliando a identidade cultural do município. IV- Sinopse das Práticas Educativas (CURSO: SINOPSE) Acordeão: Estudo ordenado e progressivo do instrumento, abordando: leitura, técnica e interpretação, oportunizando o desenvolvimento das habilidades técnicas específicas do instrumento, abordando repertório de diversos períodos da história da música. Baixo: Técnica, teoria, harmonia, percepção, leitura e repertório. Postura correta do aluno com o instrumento, exercícios de digitação, conhecimento de escalas e trechos de músicas, desenvolvimento da leitura rítmica, técnica de ligados, harmônicos, sweep, tapping e outros. Bateria: Notação, exercícios para prática de notação, fraseado, acento, improvisação, técnica para os pés, variações rítmicas, dinâmica, vassourinha, leitura de ritmos brasileiros. Canto: Conhecer e praticar conteúdos referentes ao desenvolvimento técnico vocal e estético, pautado na sonoridade da canção brasileira. Clarinete: Estudo ordenado e progressivo do instrumento, abordando: leitura, técnica e interpretação, oportunizando o desenvolvimento das habilidades técnicas específicas do instrumento, abordando repertório de diversos períodos da história da música. Contrabaixo: Exploração da sonoridade, postura corporal, arco, mudança de corda, sensibilidade musical, afinação, técnicas de execução e estudo, leitura musical, forma musical, história do instrumento, leitura recomendada, audição de obras fundamentais do repertório. Fagote: Funcionamento e cuidados com o instrumento; Palheta, respiração, embocadura e dedilhado; Escalas e arpejos em tonalidades maiores, menores e Harmônicas; Articulação, dinâmica e coordenação; Interpretação e literatura de obra especifica para fagote; Construção de palhetas. Flauta Doce / Flauta Transversal: Desenvolvimento das habilidades técnicas e musicais no instrumento, com o objetivo do acompanhamento e solo através da leitura de partituras e cifras. Guitarra: Técnica, teoria, harmonia, percepção, leitura e repertório. Postura correta do aluno com o instrumento, exercícios de digitação, conhecimento de escalas e trechos de músicas, desenvolvimento da leitura rítmica, técnica de ligados, harmônicos, sweep, tapping e outros. Harpa: Estudo ordenado e progressivo do instrumento, abordando: leitura, técnica e interpretação, oportunizando o desenvolvimento das habilidades técnicas específicas do instrumento, abordando repertório de diversos períodos da história da música. Oboé: Estudo ordenado e progressivo do instrumento, abordando: leitura, técnica e interpretação, oportunizando o desenvolvimento das habilidades técnicas específicas do instrumento, abordando repertório de diversos períodos da história da música, com ênfase na música brasileira. Percussão: Estruturas das pulsações, leitura rítmica, exercícios sobre ostinatos em estilo bem brasileiro. Ritmos: xote,ijexá, funk, ciranda, baião, maracatu, alujá, samba, samba composto, congo, partido alto, ritmos do nordeste, afro, choro, latinos. Instrumentos: Caxixi, zabumba, triângulo, ganzá, agogô, caixa, alfaia, gonguê, abe, surdo, tamborim, reco-reco, repique, cuíca, congas, prato e faca, frigideira, clave, cowbell, guiro, timbales, bongô, maracá. Piano: Aprendizado estilístico acompanhado de profunda e perfeita leitura do texto musical. Leitura de cifras e notas, técnica, montagem de acordes e escalas e repertório específico, abrangendo os períodos do Barroco à Música do Século XX, incluindo a música brasileira. Produção Cultural: Oficinas teóricas e práticas de história da arte, práticas e procedimentos de produção culturais, iluminação e sonoplastia de espetáculos, política cultural, leis de incentivo e editais de fomento. Saxofone: Estudo ordenado e progressivo do instrumento, abordando: leitura, técnica e interpretação, oportunizando o desenvolvimento das habilidades técnicas específicas do instrumento, abordando repertório de diversos períodos da história da música, com ênfase na música brasileira. Teclado: Estudo ordenado e progressivo do instrumento, abordando: leitura, técnica e interpretação, oportunizando o desenvolvimento das habilidades técnicas específicas do instrumento, abordando repertório de diversos períodos da história da música. Trompete / Trombone / Tuba: Destinado a músicos iniciantes que queiram aperfeiçoamento técnico perante o instrumento. Realizado através de aulas individuais, utilizando-se métodos e estudos específicos de acordo com a evolução do aluno. O objetivo do curso é oferecer conhecimentos básicos, intermediários e avançados do instrumento em questões vinculadas à técnica de execução, postura, interpretação e repertório, de acordo com o nível de conhecimento dos alunos, preparando o estudante para uma possível carreira profissional. Violão: Desenvolvimento da leitura musical, técnica para mão direita e esquerda, dedilhado, dinâmica, expressão, padrões rítmicos, acordes e cifras, digitação de escalas, encadeamentos, harmonia. Prática de repertório contextualizado com ênfase na música brasileira. Violino / Viola / Violoncelo: Exploração da sonoridade, postura corporal, arco, mudança de corda, sensibilidade musical, afinação, técnicas de execução e estudo, leitura musical, forma musical, história do instrumento, leitura recomendada, audição de obras fundamentais do repertório. Educação Musical: Familiarização dos alunos com os conceitos de teoria, grafia, percepção, apreciação e História da Música, que envolvem a prática musical de maneira geral. Matéria essencial para todo estudante de música, a teoria se completa e se efetiva com a percepção musical, isto é, o desenvolvimento da “educação auditiva” e a percepção rítmica através de diversos exercícios e ditados rítmicos fazendo com que o aluno seja capaz de entender a linguagem musical em toda sua simbologia propiciando ao instrumentista uma capacitação teórica que permita um melhor e mais rápido desempenho instrumental e de repertório que será apreciado e contextualizado. Canto Coral: Prática de socialização musical, leitura em conjunto, afinação, percepção rítmica, melódica, harmônica e polifônica. Interpretação dos mais diversos gêneros, estilos e formas corais. Prática de Conjunto: Este trabalho em grupo, além de ser muito estimulante, promove o desenvolvimento da percepção auditiva, da flexibilidade e do entrosamento entre os participantes. Faz também ampliar a compreensão do instrumento e do papel que ele pode ter num contexto maior, onde cada instrumentista tem sua responsabilidade e sua contribuição a dar na construção do resultado musical. Prática Artística: Grupos serão constituídos por alunos do projeto e orientados pelos Professores das referidas áreas. Estes grupos executarão músicas com arranjos e composições próprias ou de outros compositores, reunir-se-ão semanalmente para ensaios e participarão das Apresentações de final de semestre do Projeto e/ou de apresentações em eventos promovidos pela comunidade em geral, dentro e fora das dependências do Centro Cultural de Jaraguá do Sul. V - Estrutura Curricular NÍVEL 1 Prática Educativa Condição Carga Horária Semanal Carga Horária Anual Instrumento I Obrigatória 1h/aula 40h/aula Educação Musical I Obrigatória 1h/aula 40h/aula Prática de Conjunto I (Percussão Corporal) Obrigatória 1h/aula 40h/aula Canto Coral I Obrigatória 1h/aula 40h/aula Prática Artística I Obrigatória 1h/aula Mínimo 03h/aula NÍVEL 2 Prática Educativa Condição Carga Horária Semanal Carga Horária Anual Instrumento II Obrigatória 1h/aula 40h/aula Educação Musical II Obrigatória 1h/aula 40h/aula Prática de Conjunto II Obrigatória 1h/aula 40h/aula Canto Coral II Obrigatória 1h/aula 40h/aula Prática Artística II Obrigatória 1h/aula Mínimo 03h/aula NÍVEL 3 Prática Educativa Condição Carga Horária Semanal Carga Horária Anual Instrumento III Obrigatória 1h/aula 40h/aula Educação Musical III Obrigatória 1h/aula 40h/aula Prática de Conjunto III Obrigatória 1h/aula 40h/aula Canto Coral III Obrigatória 1h/aula 40h/aula Prática Artística III Obrigatória 1h/aula Mínimo03h/aula NÍVEL 4 Prática Educativa Condição Carga Horária Semanal Carga Horária Anual Instrumento IV Obrigatória 1h/aula 40h/aula Educação Musical IV Obrigatória 1h/aula 40h/aula Prática de Conjunto IV Obrigatória 1h/aula 40h/aula Canto Coral IV Obrigatória 1h/aula 40h/aula Prática Artística IV Obrigatória 1h/aula Mínimo 03h/aula TURMA DE PRODUÇÃO CULTURAL Introdução à História da Arte Práticas e Procedimentos de Produção Cultural Iluminação, Sonoplastia, Cenografia e Projeção Audiovisual em espetáculos Marketing Cultural Políticas, leis e editais Formação de Plateia Consideração: Sempre que possível, os conteúdos e práticas previstos nas áreas de conhecimento deverão contemplar a interdisciplinaridade. VII - Calendário Escolar Durante a edição do projeto, serão realizadas doze apresentações durante o ano, sendo 09 apresentações nominadas de Prática Artística, que irão ocorrer mensalmente de março à novembro, 01 Mostra Didática no final do 1º semestre, e um Espetáculo de encerramento de Ano. Demais apresentações poderão ocorrer, se houverem momentos oportunos que venham agregar ao desenvolvimento dos alunos. VIII – Avaliação O aluno terá sua avaliação processual registrada em um caderno de anotações, onde constarão os conteúdos por ele assistido, sendo que compete ao professor(a) de classe, registrar a média mensal. O aluno (menor), deverá trazer o caderno assinado pelo responsável. No final de cada período semestral, cada professor fará também uma avaliação individual com os seus alunos, assistida pela coordenação do Projeto.
PARA AS AULAS DO CURSO: Acessibilidade física: Para as aulas, caso tenhamos alunos que necessitem de condições específicas de acompanhamento que viabilize a acessibilidade física, as aulas serão alocadas nas salas frontais da SCAR, onde existe acesso por elevadores, rampa, entradas alargadas por portas de dupla aba e banheiros adaptados próximos. Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: Para alunos com deficiência visual, os professores ensinam o aluno a ouvir e perceber a vibração sonora de cada nota e a tocar a partir desta percepção. Temos uma aluna com deficiência visual e ela prefere aprender pela memorização e aguçamento do ouvido musical, pois, ao utilizar a Musicografia Braille, ela acaba tocando com apenas uma das mãos, enquanto lê a partitura com a outra mão, entretanto para tocar um instrumento em geral é necessário que se utilize as duas mãos. Existem hoje softwares gratuitos de escrita de partituras capazes de gerar arquivos em áudio em mp3 ou midi, como o Musescore. O professor transcreve cada partitura neste software e salva os áudios nas diferentes velocidades para que o aluno possa ouvir a musica e tocar junto. O professor também auxilia o aluno a tocar ditando o nome das notas e o valor das figuras musicais, como também ocorre com os alunos sem deficiência visual. Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para deficientes auditivos: disponibilização de intérprete de Libras, guiando para que os alunos frequentem os cursos de instrumentos de teclas, os quais têm afinação fixa (piano, teclado, xilofone, violão, harpa). Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade para deficientes visuais: Para os espetáculos do projeto, será oferecido o serviço de audiodescrição ao público que solicite a funcionalidade. Item da planilha orçamentária: audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: A Associação de Surdos de Jaraguá do Sul mantém ótimo relacionamento com a instituição e quase sempre comparecem aos espetáculos. Para os espetáculos da instituição aos quais eles desejam assistir, é contratado um Intérprete de Libras. Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. Acessibilidade física: Para o público interessado em assistir aos espetáculos, as apresentações decorrentes do projeto ocorrem nos teatros do Centro Cultural SCAR (prédio onde também se realizam as aulas). Estes teatros são absolutamente acessíveis a pessoas portadoras de deficiência e atendem à Lei da Acessibilidade, Decreto Federal n.º 163/2006, possuindo rampas de acesso, elevadores e locais adaptados (banheiros, poltronas especiais, locais para cadeiras de rodas, portas alargadas, entre outras características pensadas para o bem-estar da comunidade em geral). Em caso de dificuldade de locomoção, os colaboradores, que estiverem recebendo o público, podem ajudar na acomodação do espectador. Item da planilha orçamentária: não se aplica. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Para as oficinas de contrapartida social, os músicos do projeto (que selecionados para acompanhar os professores nas escolas), atuarão também como assistentes para auxiliar os alunos com necessidades especiais das escolas atendidas - que tem estrutura acessível - durante as ações. Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: Para as oficinas de contrapartida social, os músicos do projeto (que selecionados para acompanhar os professores nas escolas), atuarão também como assistentes para auxiliar os alunos com necessidades especiais das escolas atendidas durante as ações. Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para as oficinas de contrapartida social, será verificada a demanda de alunos da comunidade surda na escola e a possibilidade de acompanhamento de intérprete de libras da própria escola. Nos casos em que não haja intérprete de libras na escola e, ainda assim, haja a necessidade, será contratado um profissional específico para acompanhar cada oficina. Item da planilha orçamentária: intérprete de libras.
Atendemos as medidas de ampliação do acesso conforme Art. 21: Curso: VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; Apresentações: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Não há cobrança de taxa de inscrição ou de matrícula para o projeto. Para as aulas, serão oferecidas bolsas totais e parciais para participação.
FICHA TÉCNICA - Recursos Humanos, Funções e Habilitação O Proponente: A equipe da SCAR é responsável pela gestão administrativa, técnica e financeira. Realiza os pagamentos, prestação de contas, contato com os alunos e professores, empréstimo dos instrumentos, disponibilização de infra-estrutura, escrever e inscrever o projeto, limpeza das salas e teatros, segurança predial e coordenação da equipe docente e dicente. A equipe da proponente é responsável e realiza todas atividades técnico-financeiras e de gestão da entidade e que impactam nos projetos com pessoal contratado pela instituição. As atividades pagas pelo projeto são referente unicamente às ações do próprio projeto, como professores, técnicos de palco auxiliares, etc. Alessandra Wanzeler Moreira (professora de oboé): Técnica de Nível Médio em Música – Habilitação Oboé, pelo Instituto Estadual Carlos Gomes, onde atualmente cursa o Bacharelado em Música com habilitação em Oboé, na classe do Professor José Medeiros. Foi Professora de Musicalização de crianças e adolescentes da Escola de Música Manancial de Sons EMMUS de 2018 a 2019, Professora de Teoria Musical de Crianças Especiais no IECG de 2017 a 2019, tendo desenvolvido atividades práticas musicais e material didático específico para cada criança, além de oboísta do Quinteto Carlos Gomes (desde 2015) e primeira instante da Orquestra Sinfônica Jovem Sesc Pará. Desde 2020, é oboísta da Orquestra Filarmônica SCAR e professora de oboé e musicalização infantil na Escola de Música da SCAR (Jaraguá do Sul). Angela Mekelburg Müller (Professora de Flauta Doce, Teclado e Educação Infantil): Graduada em Artes – Licenciatura em Música pela FURB – Universidade Regional de Blumenau. Participou de diversos cursos destacando entre 2013 e 2015, o Programa Sopro Novo da Yamaha (75h) e o Curso de Piano da Belas Artes Joinville (40h). Ainda destaca os workshops Movimento e dança na aula de flauta doce (FURB), Regência (Mônica Giardini) e Oficina Inovadora Boomwhackers (Uirá Kullmann). Atua como professora de musicalização, flauta doce e teclado em várias escolas da região. Arthur Bencke Ermel da Silva (professor de violoncelo): Em 2015, concluiu o curso de Bacharelado em Violoncelo na Universidade do Estado de Santa Catarina, ministrado pelo Professor Dr. Hans Twichell. Em 2018, concluiu Mestrado em Musicologia também pela UDESC, orientado pelo Dr. Fiamminghi, recebendo bolsa de pesquisa focada nas Suítes de J. S. Bach. Também como bolsista concluiu o mestrado em Performance pela Central Michigan University em Michigan – EUA com Dr. James Fiste, onde também foi assistente em classes de percepção musical e histórica da música, além de integrante do CMU Graduate String Quartet. Participou de grupos como a Orquestra Acadêmica UDESC; Orquestra Sinfônica de Santa Catarina; Orquestra de Cordas da Ilha; Orquestra Sinfônica de Lages; Orquestra Sinfônica do Paraná; Orquestra Prelúdio; Grupo de Câmara Serioso 2020 (FEMUSC); CMU Symphony; Alma Symphony; CMU New Music Ensemblee Quinteto de Cordas Catarinense. Professor Convidado no Encontro Suzuki de Jovens Instrumentistas (Ivoti-RS) Edições XVIII (2015) e XXII (2019). Entre 2011 e 2017, foi professor do instrumento e música de câmara em no projeto Instituto Porta do Solem São Francisco do Sul–SC, local onde reiniciou o trabalho em 2019. Neste mesmo ano tornou-se integrante da Orquestra Filarmônica SCAR e assumiu o cargo de professor substituto de Percepção Musical, Violoncelo e Música de Câmara na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Bruna Kienen Weller (professora de viola): Bacharel em Música - Viola, com orientação do Prof. Dr. Leonardo Piermartiri pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2019), também cursou Musiktheaterwissenschaft através do programa de mobilidade acadêmica do PROME – UDESC na Universität Bayreuth (Alemanha) em 2018. Participou do projeto “Música para Quem Precisa – Recitais em hospitais e asilos” em 2017 pela UDESC e da Orquestra Acadêmica UDESC de 2015 a 2019. Desde 2019 integra a Orquestra Filarmônica SCAR, além de dar aulas de viola e violino na Escola de Música da SCAR. Carlos Roberto Eggert Junior (professor de trompete, trombone e tuba): Possui Graduação em Superior de Instrumento - Trompete pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (2011), sob orientação do Me. Marcos Cesar Xavier. Atualmente é 1º trompete na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, professor de trompete da Prefeitura Municipal de Guaramirim, músico regente da Prefeitura Municipal de Schroeder e professor de trompete, trombone e tuba na SCAR. A frente da Orquestra de Metais e Percussão de Schroeder (Link Produção Artística) realizou vários concertos, gravação de CD, conquistando 4 títulos em concursos estaduais. Tomou classes Carlos Domingues, trompetista da Orquestra Sinfônica do Paraná (1999) e Fernando Dissenha (2000). Participou de diversos festivais de música, fazendo aulas com professores internacionais: Fred Mills (Canadian Brass), Fernando Ciancio (Argentina), Charles Schlueter (Boston), Paul Merkelo (Montreal), Ole Edvard Antonsen (Noruega), Martin Angerer (Alemanha), Fernando Dissenha (OSESP), Flávio Gabriel (Brasil), Naílson Simões(Brasil), Dietmar Wiedmann (Alemanha). Em 2014 foi destaque no FEMUSC - Festival Internacional de Música de Santa Catarina entre os trompetistas, além de ser o único catarinense a fazer parte do grupo, conquistou o melhor desempenho durante a audição feita para ingresso no festival escola e sob a regência da inglesa Catherine LarsenMaguire, cumpriu um dos solos mais importantes para quem se dedica ao estudo do trompete. Diana Todorova (professora de harpa): iniciou seus estudos de harpa em 1999, na classe de Kohar Andonian, na Escola National de Música de Sófia - Liubomir Pipkov (Bulgária). Durante este período, foi integrante da Sofia Youth Philharmonic Orchestra e participou de diversos concertos na sua cidade e de uma turnê pela República Tcheca. Seguiu sua educação musical na New Bulgarian University, onde formou-se na classe da professora Malina Hristova. Desde 2018, está desenvolvendo o seu próprio projeto chamado "Encanto de harpa" com a idéia de mostrar as diversas e ainda pouco exploradas possibilidades do seu instrumento junto ao suas músicas e poesias autorais. Entre 2007 e 2011, fez parte da Vidin State Philharmonic Orchestra como harpista principal, realizando apresentações na Bulgária e em diversas turnês pela Sérvia, Itália, Suíça e França. Como solista, tocou à frente das orquestras Symphonietta (2007), Orpheus (2008), Vidin State Philharmonic Orchestra (2010), Orquestra de Câmara do Amazonas (2013), Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (2014), Orquestra de Câmara do Amazonas (2014), Amazonas Filarmônica (2016) e Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz (2018). Em setembro de 2012, tornou-se harpista da Orquestra Amazonas Filarmônica – Manaus. Em 2015 criou o projeto “A Harpa na Música de Câmara” e com participações especiais de músicos convidados, formou vários conjuntos de câmara e realizou concertos com diversos programas para SESC - Manaus. Em 2019, passou a integrar o corpo de instrumentistas da Orquestra Filarmônica da SCAR e, desde 2020, é professora de harpa da Sociedade Cultura Artística - SCAR, Jaraguá do Sul/SC. Elenice Piaotquewicz Tomio (Professora de Canto e Canto Coral): Graduou-se em Licenciatura em Música na FURB em 2012. Participou de oficinas da ABEM (Associação Brasileira de Educação Musical), de oficinas do Festival de Música de Curitiba – PR, de Cursos de formação bimestral em educação musical pela prefeitura de Jaraguá do Sul, de Master Classes (canto lírico, canto popular e musicalização infantil), do método musical Dalcroze. Especializou-se pela FURB em flauta doce e teclado. Cursou Técnica vocal no Conservatório Belas Artes de Joinville/SC. Educadora musical pela prefeitura de Blumenau (projeto de musicalização infantil em CEI - 2012 à 2014). Foi educadora musical pela escola de música de Jaraguá do Sul Casa e Cultura (faixa etária 6 meses à 5 anos - 2014), professora de canto coral infanto juvenil, professora de flauta doce e musicalização infantil pela prefeitura de Corupá (2015), professora de música pela prefeitura de Jaraguá do Sul (primeiro e segundo ano do ensino fundamental de 2014 a 2016). Atualmente é professora de técnica vocal pela Scar. Gian Lucas Pereira (professor de acordeão): Licenciado em Música pela Universidade Regional de Blumenau FURB em 2016 e com Pós Graduação em Educação Musical pela Uni-Prominas, é professor de acordeão na Escola de Música da SCAR, na Casa & Cultura Escola De Música, na Musuca Escola De Música e na Arte Maior Escola De Música (Jaraguá do Sul/SC). Também atua como acordeonista e tecladista na Bavária Band desde 2017. Heitor Gemaiel Elias Rosa (professor de violino): Bacharel em violino pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC. Iniciou no violino em 1997 aos doze anos de idade no Conservatório Musical de Joaçaba. A partir de 2001 passou a ter aulas com a professora Moema Vitória Citt Meyer, na cidade de Curitiba-PR. Em 2012 passou a ter aulas com o professor João Eduardo Dias Titton, com quem veio a ingressar no curso superior de musica em 2013. Destacam-se ainda participações no Festival Internacional Música na Serra em Lages – SC, Festival de Música de Santa Catarina – FEMUSC. Como professor de violino e áreas relacionadas a praticas de conjunto, atua há mais de 19 anos, já tendo participado na formação de núcleos orquestrais e lecionado nos municípios de Joaçaba, Capinzal, Treze Tílias, Campos Novos, Curitibanos, Seara, Concórdia, Chapecó e Brusque. Atualmente é Professor particular em Florianópolis, escolas de musica dos municípios de Biguaçu e Antonio Carlos e professor da SCAR Jaraguá do Sul, destaco a atuação como professor no FEMUSC – Jovem edição 2020. Como violinista, atualmente é chefe do naipe dos segundos violinos da Orquestra Filarmônica da SCAR com quem atua desde 2012. Atuou como músico convidado da Camerata Florianópolis nas temporadas de 2013, 2014, 2015 e 2016 e Orquestra Filarmonia nos anos de 2014 e 2015. Integrou Orquestra Acadêmica UDESC nos anos de 2013, 2015, 2016 e 2017. Foi violinista no Quarteto UDESC em 2014. Participou também como violinista nas Orquestras de Cordas, Camerata e Grupo de Câmara da SCAR de 2004 até 2017, enfatizando três turnês (2007, 2012 e 2017) Alemanha e Holanda com o Grupo de Câmara da SCAR. Atualmente é o regente do Grupo de Câmara da SCAR. Ismael Leschewitz (professor de piano): Bacharel em Piano Erudito completo na EMBAP/UNESPAR. Atualmente é professor de piano na Escola de Música da SCAR. Israel Neto Müller (Professor de Violão): Instrutor na área de educação musical, atuando a mais de 12 anos ministrando aulas de violão, guitarra, contrabaixo e teoria musical. Graduação em Licenciatura em Pedagogia, na Faculdade de Graduação e Pós-Graduação à Distância e Presencial FAMEG – Guaramirim, SC – 2020. Formação complementar: Curso Formação Pedagógica de Professores, ministrado por Janaína Lueders sob a responsabilidade da Área de Educação Corporativa do SESI/SC, 16h, 2018; Oficina de Viola Caipira, ministrado por Rui Torneze e Lucas Torneze, 22h, 2015; Oficina do Método Dalcroze: A Pedagogia Dalcroze e sua filosofia, Elementos da Rítmica Dalcroze, Correlação entre a Linguagem Musical e a Rítmica Dalcroze, Prática Pedagógica com Prof. Iramar Rodrigues do Instituto Jacques Dalcroze, 30h, 2015; Workshop de Regência com Mônica Giardini, Conservatório Belas Artes Joinville, 8h, 2015; Curso Profissionalizante de violão no Conservatório Belas Artes de Joinville, 2014; Workshop Oficina Inovadora Boomwhackers com Uirá Kullmann, Conservatório Belas Artes de Joinville, 2014; Harmonia Funcional, RIMA Aperfeiçoamento Academias de Música, Osório/RS, 2007; Guitarra, Linguagem e estrutura musical, RIMA Aperfeiçoamento, Academias de Música, Osório, RS, 2004 e 2005; Estudo de violão popular, Conservatório Cláudio Santoro, Manaus/AM, 2000 e 2001; Violão clássico, RIMA Aperfeiçoamento Academias de Música, Osório/RS, 1999. Foi professor de violão e guitarra no RIMA Aperfeiçoamento, Academias de Música em Osório/ RS de 2004 a 2008, na Escola de Música Arte Maior em Jaraguá do Sul de 2009 a 2013, no Conservatório Belas Artes de Joinville em 2014. Atualmente é professor de violão e contrabaixo na SCAR desde 2012 e baixista na Cia Musical Euterpe/SCAR. Jeferson Kriese (Professor de Flauta Transversal e Prática de Conjunto): FORMAÇÃO: Atualmente cursando Licenciatura em Música pela UDESC (Universidade do estado de Santa Catarina). Iniciou seus estudos na Flauta Doce em 2010, pelo Projeto Vida e Arte. De 2011 a 2016, estudou Flauta Transversal com o professor Jorge Pires pelo Projeto Música Para Todos. Participou do FEMUSC JOVEM - Flauta Transversal em 2013 (52h), do Programa Intermediário - Flauta Transversal dos FEMUSC’s 2014 (45h), 2015 (57h) e 2016 (60h). Em 2014 ainda participou de Workshop de Flauta Transversal no 1° Congresso Nacional Sopro Novo – Yamaha. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (2015-hoje), Orquestra do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) - Campus Jaraguá do Sul (2014-2016), Grupo Orquestral do MPT (2015-2016), Banda Municipal de Corupá (Jazz Band Elite) (2013-2016), Banda Cia. Euterpe (2012-hoje), Vioccelo (2015-hoje), Núcleo de Flautas Doces da UDESC (2017-hoje) e Orquestra Acadêmica UDESC (2017). Joel Henquemaier (Professor de Fagote): Formação musical pela SCAR em 2000 a 2004. Estudou Teoria e Harmonização Musical com Maestro Sebastião de São Paulo de 2000 a 2004. Recebeu orientação do Fagotista José Élson dos Santos de Curitiba de 2002 a 2006. Recebeu orientação do Fagotista Afonso Venturelli do conservatório de Genebra, Suíça, de 2006 á 2007. Recebeu orientação do Fagotista Jamil Bark da Orquestra Sinfônica Paraná em 2008. Atualmente cursa o último ano do curso modulo avançado de Fagote na EMBAP (Escola de Música Belas Artes do Paraná) sobre orientação do Professor Jamil Bark. Atua como fagotista da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (desde 2002) e na Orquestra de São Bento do Sul. É membro fundador e fagotista do Quinteto de Sopro de Jaraguá do Sul. É professor de música na Casa da Música em Jaraguá do Sul e na Banda Jonas Alves e professor de fagote no teatro CESCB em Brusque. Jonathan Augusto Coelho (professor de clarinete): clarinetista, bacharel em clarinete pela Universidade Estadual do Paraná/ Escola de Música e Belas Artes do Paraná, sob a orientação do Professor Jairo Wilkens. Foi bolsista da Fundação Araucária no "Programa de Iniciação Científica" sob orientação do professor Me. Maurício Carneiro (2013/2014). Como clarinetista, participou como músico convidado da Orquestra Filarmônica da Universidade Federal do Paraná (2013) e músico convidado da Orquestra Filarmônica da Cidade de Joinville (2014). Em 2015 obteve aulas com a clarinetista Mariam Adam (EUA) pela 36 Oficina de Música de Curitiba. Participou do 1° e 2° Festival Orquestra Jovem Alegro em Curitiba-PR (2018-2019), sob a regência do maestro Thiago Santos e obteve aulas de música de câmara com a flautista Claudia Nascimento (OSESP) e o oboísta Joel Gisiger (OSESP). Atualmente é clarinetista da Orquestra Filarmônica Scar; Orquestra Sinfônica Cidade de Ponta Grossa (OSPG); clarinetista da Orquestra Latino-Americana (OLA); clarinetista do grupo de choro Folha Solta; e clarinetista do Duo Tercina, voltado à pesquisa do repertório musical brasileiro. É professor de clarinete na Escola de Música da Scar (Jaraguá do Sul-SC) e Escola de Música Ritmo e Som (Curitiba-PR). Lucas Sabel (professor de percussão sinfônica): Formado em Música pela Universidade Estadual do Paraná (Escola de Música e Belas Artes do Paraná), onde concentrou seus estudos na área da performance de instrumentos de percussão sinfônica, sob a orientação do professor Me. Paulo Demarchi. Participou de diversos grupos como orquestra sinfônica, banda sinfônica, big band, grupos de percussão e trabalhos solo, com repertórios que vão desde a música contemporânea, até o popular. Atualmente trabalha como professor de percussão na Sociedade Artística de Jaraguá do Sul (SCAR) e como percussionista da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul. Além disso, realiza trabalhos em outras escolas privadas de música e projetos culturais e como percussionista e baterista em grupos musicais de Jaraguá do Sul, Curitiba, Joinville e Itajaí. Maikon Ponath (Professor de Bateria): Formação: Licenciado em Música UFRGS – 2012; Especialização em Educação Musical Faculdade São Fidelis – Grupo Censupeg 2016. Em 2003 inicia seus estudos na Escola de Música Donaldo Ritzmann em São Bento do Sul, orientado pelo Professor Abel Hack obtendo a certificação no estudo em nível fundamental concedido pela instituição. Desde 2014, participa da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, percorre o estado de Santa Catarina com a série de Concertos POP, Memórias, Brasilíssima e Diálogos. Participou do FEMUSC – Festival de Música de Santa Catarina onde teve a oportunidade de estudar com os professores Michael Rosen (EUA), Carmo Bartolini (BRA), Eduardo Gianesella (BRA), Pedro Carneiro (POR), Eduardo Leandro (BRA), Fábio Oliveira (BRA), No ano de 2016, foi convidado a ser professor no Curso FEMUSC JOVEM. Desde o ano de 2012 atua como professor de Música e de praticas instrumentais no Colégio Evangélico Jaraguá, onde atua também como Arranjador e Maestro de Banda trabalhando em parceria com os demais professores da Instituição. Desde o ano de 2012 atua como Professor de Bateria e Percussão no ENCORE – Encontro Nacional de Conjuntos Instrumentais da Rede Sinodal de Educação. Participou nas Temporadas 2014 – 2015 da Orquestra Cidade de Joinville como Baterista – Percussionista e também como professor ministrando oficinas de música para a comunidade em Joinville – SC. Nos anos de 2016 e 2018 Participou como Professor de Percussão no Programa Femusc Jovem. No ano de 2017 e 2018, atuou no Programa Bandas Escolares da Prefeitura Municipal de Jaraguá do Sul. No ano de 2018 assume a cadeira de Professor de Bateria na Sociedade Cultura Artística, nos projetos Música Para Todos e Orquestra Jovem SCAR, além de aulas particulares de Bateria. Luciane Pryjmak Ponath (Professora de Saxofone): Licenciada em Música pela Universidade de Blumenau/SC – FURB. Atua como Professora no Projeto Música Para Todos e na Escola de Música Jazz Band Elite da cidade de Corupá/SC. Marcelo de Paula (Professor de Baixo e Contrabaixo): Licenciado em Música pela FURB. Contrabaixista da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul e da Orquestra da Universidade Regional de Blumenau. Professor de contrabaixo na SCAR e no Teatro Carlos Gomes em Blumenau/SC. Samuel Chiodini (Coordenador Pedagógico e Professor de Guitarra): Iniciou seus estudos no violão com Raimundo Schwartz. Tempos depois, iniciou na Guitarra, estudando com Mazinho da Silva e participando de várias oficinas com músicos de destaque nacional como Marcelo Martins, Carlos Ezequiel e Arnou de Melo, entre outros. Atua como professor no projeto “Música Para Todos” na Sociedade Cultura Artística. Sebastião Ricardo Borba (Professor de Percussão): Graduado em Artes – Licenciatura em Música pela FURB – Universidade Regional de Blumenau. Atua na Rede Municipal de Ensino como Arte Educador, fomentando grupos de percussão corporal e como professor no projeto “Música Para Todos” na Sociedade Cultura Artística.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.