| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 540,0 mil |
A 2º Festival Interativo de Música e Arquitetura (FIMA) apresentará consagrados instrumentistas nacionais em concertos realizados dentro de emblemáticos palácios brasileiros localizados nas cidades de São Luís (MA), Ouro Preto (MG), Belém (PA), Rio de Janeiro (RJ) e Petrópolis (RJ). Sete concertos serão realizados com objetivo de promover não só a difusão do nosso patrimônio imaterial musical, como também sensibilizar o público ao patrimônio histórico cultural material dos espaços que serão utilizados.
O FIMA - Festival interativo de Música e Arquitetura apresenta consagrados instrumentistas nacionais em concertos realizados dentro de construções históricas emblemáticas para arquitetura do Rio de Janeiro. Sete concertos serão realizados em prédios tombados com objetivo de promover não só a difusão do nosso patrimônio imaterial musical como também sensibilizar o público ao patrimônio histórico cultural material dos espaços que serão utilizados.
Ser um Festival de interação entre a música e a arquitetura, esse é o objetivo do FIMA - Festival Interativo de Música e Arquitetura que em sua 2º edição celebra sete emblemáticos palácios brasileiros. Todos os programas do FIMA promoverão uma experiência imersiva através de obras musicais compostas em períodos análogos aos de seus estilos arquitetônicos ou que façam referência a elementos de sua história. Antes, ou durante cada programa interpretado por consagrados músicos brasileiros, realizaremos uma palestra e uma visita guiada com um especialista em patrimônio histórico. Este pesquisador irá traçar um panorama sobre a construção visitada. Sempre com o objetico de sensibilizar públicos de todas as idades a respeito do patrimônio histórico cultural material dos espaços a serem utilizados. Após os concertos o público será também convidado para um bate-papo com os músicos sobre o repertório. O site do projeto irá oferecer informações sobre cada Palácio visitado durante o FIMA, incluindo também dados referentes ao repertório apresentado em cada concerto. As obras em domínio público, serão registrados em vídeos com filmagens de 360º e ficarão disponíveis em nossa página web e em nossas mídias sociais. Em Ouro Preto e Belém, convidaremos membros de projetos sociais, escolas e conservatorios de música locais para abrirem nossos concertos bem como para participarem de aulas magnas com os artistas convidados do festival. Objetivos Gerais • Realizar 7 (sete) concertos em emblemáticos palácios brasileiros que são referências para a história da arquitetura das cidades de São Luís do Maranhão (MA), Belém (PA), Ouro Preto (MG) Rio de Janeiro (RJ) e Petrópolis (RJ) • Democratizar o acesso do público ao trabalho de excelência desenvolvido por grandes músicos nacionais. • • Propiciar novos caminhos para valorização do patrimônio material arquitetônico e artístico brasileiro. • Explorar experiências multissensoriais e imersivas que dialogarão com hábitos e desejos de uma juventude estimulada por tecnologias e experiências para atraí-la a conhecer mais sobre a história da cidade e de seus prédios históricos. • Fazer amplo uso das mídias digitais com objetivo de ampliar o acesso indireto do público aos conteúdos apresentados no FIMA. • Utilizar as midias digitais para ampliar ainda mais o acesso indireto do público aos conteúdos artístico e pedagógicos deste festival. • Realizar 4 dias de aulas magnas em Ouro Preto, Belém, São Luís e Rio de Janeiro (um dia em cada cidade), com artistas nacionais convidados do festival. Ao todo 4 instrumentistas (um por cidade) oferecerão, cada um, 6 aulas presencias e/ou remotas. Ao todo oferecemos 48 aulas magnas pelo projeto. Membros do projetos sociais, escolas e conservatorios de música de Belém e Ouro Preto e seus arredores serão convidados a participar presencialmente. • Cada aula presencial poderá ser acompanhada por até 20 músicos ouvintes além de todos aqueles que poderão acompanha-las ao vivo e/ou gravadas nas mídias sociais ou no site do projeto. • Promoveremos o "Fima na Escola" para 500 alunos da rede pública e privada do Rio de Janeiro. Uma ação que estimulará a valorização, pelos jovens, de suas identidades culturais de forma que melhor compreendam o patrimônio histórico material e imaterial de sua comunidade. Objetivos Específicos A) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Apresentar sete concertos de música que irão do período Barroco ao Clássico nos seguintes Palácios históricos tombados pelo patrimônio histórico nacional: Palácio dos Leões (São Luís - MA);Palácio Lauro Sodré, antigo Palácio dos Governadores (Belém - PA);Palácio dos Governadores (Ouro Preto - MG);Palácio do Catete; Palácio do Itamaraty e Paço Imperial (Rio de Janeiro - RJ)Palácio Imperial (Petropolis - RJ). • Realizar antes (ou durante) destes concertos, um total de sete visitas guiadas ou palestras promovidas por especialistas em patrimônio histórico do local. • Utilizar a música dos concertos e as informações sobre a história brasileira das palestra para despertar o interesse no patrimônio material histórico nacional.• Ampliar a plataforma digital do FIMA com informações sobre os palácios históricos visitados durante a 2º edição do FIMA, com fotos, e videos em 360º de concertos do festival bem como ampliando o acervo de informações referentes as obras musicais apresentadas. Apresentar um Repertório Musical diversificado sempre focado e inspirado nas caracteristicas arquitetônicas de cada espaço: • Palácio dos Leões (São Luís - MA); Repertório Musical do séc XVII até o do século XIX, dialogando com o tempo de sua construção e sua arquitetura neoclássica. Participação do violonista, natural de São Luís, Turíbio Santos. • Palácio Lauro Sodré RJ (Belém - PA); Repertório Musical do séc XVIII, devido ao estilo clássico italiano e que terá como solista a renomada soprano natural de Belem do Pará, Carmem Monarcha acompanhada da pianista Ana Maria Adade. • Palácio dos Governadores (Ouro Preto - MG); Repertório Musical do séc XVIII com participação do grupo "Solistas de Minas", formado por músicos atuantes no cenário da música clássica de Minas Gerais para difundir o repertório colonial e barroco mineiro. • Palácio do Catete;- Repertório Musical do séc XIX, devido ao seu estilo neoclássico. Participação da soprano Daniella Carvalho acompanhada da violinista Priscila Rato. • Palácio do Itamaraty;- Repertório Musical do séc XIX por ser um valiosos exemplar da arquitetura civil neoclássica brasileira. Um programa liderado pelo renomado pianista Cristian Budu. • Paço imperial no Rio de Janeiro;- Repertório Musical do séc XVII Arquitetura Colonial brasileira. 'Cibele Camerata" com participação da mezzo-soprano Carolina Faria com Roger Lins e Luan Braga nos violinos e Eduardo Antonello no cravo. • Palácio Imperial de Petropolis - RM de meados do séc XIX com participação da soprano Angélica de La Riva com o violonista Fábio Zanon. B) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: B.1) Aulas Magnas • Realizar 4 dias de aulas magnas em Ouro Preto, Belém, São Luís e Rio de Janeiro (um dia em cada cidade), com artistas nacionais convidados do festival, para músicos ou alunos de música; • Dois instrumentistas, por cidade, oferecerão, cada um, 6 aulas presencias e/ou remotas sobre seus respectivos instrumentos, individualizadas por aluno. Ao todo, oferecemos 48 aulas magnas pelo projeto, com 48 participações de alunos. • A Aulas serão gratuitas. Divulgaremos por mailing eletrônico nas universidades públicas de música da cidade bem como nas escolas de música Villa-lobos e demais instituições de músicas do estado e do municipio do Rio de Janeiro. B.2) Palestras "FIMA na Escola" • Realizar um encontro presencial ou online entre os professores participantes, cujo principal objetivo será o de oferecer os conteúdos a serem trabalhados com os alunos em sala de aula. • Apreciação de um concerto e palestra do FIMA, que abrangerá os temas ligados ao trabalho desenvolvido previamente. Neste concerto, serão contemplados todos os professores participantes. Após o concerto promoveremos um encontro dos professores com o especialista em patrimônio e os músicos. • Trabalhar com os alunos baseado nos conteúdos e experiências supracitadas com possível visita presencial da escola ao prédio trabalhado (caso seja permitido pela escola devido a pandemia de COVID-19). Ao final do trabalho será realizado um trabalho de redação junto às escolas municipais e estaduais públicas e particulares onde os alunos serão convidados a escrever sobre a experiência vivida em sala de aula. As melhores redações serão disponibilizadas no site do projeto e os 25 melhores trabalhos ganharão uma camiseta oficial do projeto. • Realizar um encontro online para Feedback do trabalho e que terá como meta receber de todos os professores que participaram do programa o resultado das atividades realizadas em sala de aula (na forma de registros em áudio, fotografias, etc). Desta forma, os dados serão colhidos e analisados de maneira a verificar o impacto do projeto dentro das escolas.• Critérios de participação: ser professor atuante em escolas públicas e particulares.Número de Vagas: 30 professoresNúmero estimado de alunos impactados: 500 alunos
O projeto se enquadra na Lei 8.313/91, Art. 1º, I e VI (I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro), e pretende apresentar concertos de música erudita conforme a alínea 'c' do §3º do Art. 18 da referida lei (c) música erudita ou instrumental). O FIMA, Festival Interativo de Música e Arquitetura é um ação inovadora que recebeu em sua primeira edição o selo de programação oficial do Rio Capital Mundial de Arquitetura da UNESCO. Nesta segunda edição o FIMA seguirá através de seus concertos, e do material digital interativo, que estará disponível no site do projeto, trazendo novos paradigmas para apreciação das riquezas culturais de nossa história. O FIMA passeará por sete Palácios históricos, trazendo uma nova abordagem para construção de uma relação mais afetiva do público com o nosso patrimônio cultural. Com o FIMA vivenciaremos sinergias multi-sensoriais (visão e audição) entre objetos artísticos materiais e imateriais. Com a visão poderemos por exemplo desfrutar dos nobres espaços tombados que ocuparemos para cada concerto e com a audição viajaremos no tempo ouvindo obras que dialogam com o próprio espaço. Além disso, nas plataformas digitais ampliaremos o acesso a um público indireto que poderá assistir a vídeos dos concertos em 360º. Uma forma de apreciar a música emoldurada pelo belo patrimônio arquitetônico brasileiro que integra este projeto. Os ingressos e acessos aos conteúdos digitais serão totalmente gratuitos. O FIMA entende que tradições e rituais de apreciação da música de concerto frequentemente não dialogam com os hábitos e desejos de uma geração estimulada por novas tecnologias e experiências mais imersivas. Se o século XX mudou nossa sociedade com seus avanços tecnológicos, o XXI, com seu mundo virtual de interação social e midiática, promove uma transformação bem mais intensa. Novas formas de apreciação e vivências artísticas são criadas e/ou adaptadas para dialogar com este novo público, porém, no caso específico da música de concerto isso não vem ocorrendo na mesma velocidade dos demais gêneros musicais. Por isso o FIMA criará um espaço interativo para celebrar de forma cativante a música através de sua interação com a arquitetura. Buscaremos novos caminhos de revitalização do público para com este gênero musical. O público, além de assistir ao concerto, poderá conhecer seus músicos, seus instrumentos e desfrutar e conhecer melhor o ambiente singular de nosso mais belos prédios históricos. Desta forma poderão apreender mais sobre as origens de nossa rica e diversa cultura. Vendo e ouvindo a música e arquitetura teremos a chance de conhecer melhor a acústica destes prédios históricos contemplando de forma singular os detalhes das raras obra musicais e visuais que nos serão apresentadas.
O proponente prestará os seguintes serviços ao projeto, pelos quais será remunerado: Direção Artística, Coordenação Geral do Projeto, Redação de textos, Apostila e Coordenador Educativo (Contrapartida Social). Esperamos que até a data de realização do projeto as restrições referentes à COVID-19 já estejam liberadas. De qualquer modo caso ainda estejam em vigor obedeceremos aos critérios de saúde pública, com redução no número presencial de pessoas nas experiências imersivas do festival. Dessa forma, iremos enfatizar ao público online que vamos nos valer da disponibilização do conteúdo digital para ampliar o acesso ao público em geral ao projeto. Com previsão de investimento em mídias sociais de R$ 10 mil reais, pretendemos alcançar mais de 2,6 milhões de pessoas, impulsionando as publicações nas redes do festival para aumentarmos ainda mais o alcance das plataformas que serão utilizadas no projeto. Para isso, segmentaremos as publicações para o público: moradores do Rio de Janeiro, Ouro Preto, Belem e São Luiz +20 km de raio em torno destas cidades, de todos os gêneros, com idade 18+, com interesses em música, cultura, artes, entretenimento, artes visuais, arquitetura, patrimônio cultural, festivais de música, experiências imersivas entre outros. Para divulgação do evento, através de Planejamento e campanhas de Marketing Digital, utilizaremos mídias sociais como Facebook, Instagram, Youtube e plataformas de disparos de email marketing. Como o projeto é singular, além de mantermos as redes sociais, iremos trabalhar para o crescimento de seguidores e inscritos nas mesmas.Utilizaremos o site com a finalidade de captarmos o público numa plataforma proprietária, mensurando dados de acesso dos usuários. Além disso teremos a criação de vídeos promocionais e anúncios de conteúdo para atrair engajamento através de posts patrocinados para divulgação do festival.Com objetivo de ampliar o acesso indireto do público aos conteúdos apresentados no FIMA, fazer vídeos 360º para, pelo menos, 5 concertos do festival, fazendo amplo uso das mídias digitais. Apresentaremos overviews sobre o alcance das publicações (número de pessoas que viram a publicação) e o impacto total de mídia paga e orgânica (reações às publicações). Avaliaremos o engajamento, impacto geral das redes e mostraremos quais foram as postagens com maior destaque no período. Contabilizaremos o número de fãs e de pessoas alcançadas e envolvidas por país, cidade e idiomas, além de análises de tempos de visualização, reações, comentários e compartilhamentos. No final do projeto, teremos uma análise de resultados contendo uma apresentação do relatório final do evento com análises dos resultados alcançados. Beneficiários de Passagens Aéreas: . Rio de Janeiro x Belém x Rio de Janeiro = 4 pessoas (diretor artístico, produtor executivo, músico convidado e cinegrafista); . Rio de Janeiro x São Luís x Rio de Janeiro = 4 pessoas (diretor artístico, produtor executivo, músico convidado e cinegrafista); . Rio de Janeiro x Ouro Preto x Rio de Janeiro = 3 pessoas (diretor artístico, produtor executivo e cinegrafista).
Os concertos serão realizados em prédios históricos tombados pelo IPHAN. Todas as apresentações serão acusticas. As palestras terão duração de 30 min e os concertos duração de 1h. O bate papo com os músicos terá duração de aproxmadamente 20 minutos.
Para garantir a acessibilidade, escolheremos prédios históricos que reúnam todas as condições de acessibilidade para pessoas idosas, e portadoras de deficiência possibilitando a estes indivíduos o pleno exercício dos seus direitos culturais. Com isso, cumpriremos integralmente as demandas de acessibilidade física, atendendo todos àqueles que possuam dificuldades de locomoção. Produto: Apresentação Musical (concertos, palestras e vídeo 360º) . Acessibilidade Física: rampas, corrimões, espaço na plateia para cadeirantes. . Acessibilidade Auditivos: intérprete de libras em 7 concertos (itens do orçamento = 18, 32, 45, 58, 75). . Acessibilidade Visuais: monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual em 7 concertos (itens do orçamento = 21, 35, 48, 61, 78), e audiodescrição para o material em formato audiovisual (360º) disponibilizado no site do projeto de 7 concertos (item do orçamento = 85). Produto: Contrapartida Social Aulas Magnas O FIMA realizará 4 dias de aulas magnas em Ouro Preto, Belém, São Luís e Rio de Janeiro (um dia em cada cidade), com artistas nacionais convidados do festival. Dois instrumentistas por cidade oferecerão, cada um, 6 aulas presencias e/ou remotas, individualizadas por aluno. Ao todo, serã oferecidas 48 aulas magnas pelo projeto, com a participação de 48 alunos. A Aulas serão gratuitas. Divulgaremos por mailing eletrônico nas universidades públicas de música da cidade bem como nas escolas de música Villa-lobos e demais instituições de músicas do estado e do municipio do Rio de Janeiro. . Acessibilidade Física: rampas, corrimões, espaço na plateia para cadeirantes.. Acessibilidade Auditivos: Não é tecnicamente possível, pois trata-se de uma contrapartida sócio-eduacional voltada especificamente para músicos e alunos de música, tendo como cerne o instrumento musical.. Acessibilidade Visuais: monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual (item do orçamento = 01, 03, 05, 10). Palestras “FIMA na Escola” . Acessibilidade Física: rampas, corrimões, espaço na plateia para cadeirantes.. Acessibilidade Auditivos: Intérprete de libras (item do orçamento = 09).. Acessibilidade Visuais: monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual (item do orçamento = 01, 03, 05, 10) e Audiobook da apostila (item do orçamento = 11)
Todos as sete palestas e concertos serão gratuitos. A ocupação do espaço será dada por ordem de chegada. Da mesma forma todo o conteúdo disponivel na plataforma digital (videos de 4 concertos em 360º e informações sobre as obras e os espaços) também serão gratuitos. I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Pablo Castellar • Diretor Artístico, Redator e Coordenador Geral do Projeto Pablo Castellar é diretor presidente da Artemundi Produções Culturais. De julho de 2011 a março de 2019 ocupou o cargo de diretor artístico da Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira onde lançou 8 temporadas com mais de 400 programas. Elogiados pela crítica, muitos figuraram na lista dos melhores concertos do ano no jornal O Globo. Escreveu e apresentou durante este período o programa semanal Radio OSB, na MEC FM.Após 10 anos como diretor artístico e coordenador de produção na G.L. Produções, fundou em 2009 a Artemundi Produções Culturais. Neste mesmo ano assumiu como professor nos cursos de Pós-Graduação em Produção Cultural e MBA em Gestão Cultural, na Universidade Cândido Mendes. Também já realizou cursos, seminários e palestras em outros estados e no exterior. Trabalhou com importantes instituições, tais como os teatros municipais de São Paulo e Rio de Janeiro, Sala Cecília Meireles, Academias Brasileiras de Letras e de Música, FUNARTE, Instituto Moreira Salles, Centro Cultural Banco do Brasil e Caixa Cultural. Construiu parcerias institucionais com diversas embaixadas tais como Áustria, Estados Unidos, Itália, França, Portugal, Espanha, Mexico, e Azerbaijão.Participou da criação de projetos de celebrações nacionais e internacionais, como os 450 anos do Rio de Janeiro, os 200 anos da Revolução de Maio, na Argentina, a Copa da Cultura, na Alemanha, e os 110 anos da Academia Brasileira de Letras. Produziu diversas óperas, séries de concertos, shows, CDs, DVDs, filme de longa-metragem, festivais de teatro e música, circuitos musicais nacionais e eventos de difusão da cultura brasileira no exterior. Mais informações sobre Pablo Castellar www.pablocastellar.com Mais informações sobre a instituição proponente Artemundi www.artemundi.com.br Carmen Monarcha • Cantora SopranoSoprano brasileira de fama internacional, formada em Solo Singing Performance no Conservatorium Van Hooge School Masstricht, Holanda, com aperfeiçoamento na Áustria e Alemanha.Há 15 anos representa o Brasil ao lado do maestro Andre Rieu e sua Johann Strauss Orchestra nas turnês mundiais que já percorreram mais de 50 países.Durante sua carreira, ganhou vários prêmios, como o Concurso Internacional Bidu Sayão e Jovens Solistas da Petrobras. Mais informações em https://carmenmonarcha.com.br/ Cristian Budu • PianoBrasileiro filho de romenos, o jovem Cristian Budu desponta como uma nova referência no mundo pianístico. Venceu o renomado Concurso Internacional Clara Haskil (Grande Prêmio + 2 prêmios extras, incluindo o prêmio do público), mais importante conquista por parte de um pianista brasileiro nos últimos 25 anos, e recentemente ganhou prêmios como Instrumentista do Ano (2017) da APCA, Melhor Concerto do Ano (2016) no Guia da Folha. Já solou à frente da Orquestra Sinfônica de Lucerna, Orquestre de la Suisse Romande, Orquestra Sinfônica da Rádio de Stuttgart, Emil Nichifor Orchestra, NEC Philarmonic Orchestra, OSESP, Orquestra Filarmônica de Montevideo, OSB, Orquestra Filarmônica de Mendoza, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, entre tantas outras. Apresentou-se como solista em salas como KKL de Lucerna, Ateneu de Bucareste, LAC de Lugano, Liederhalle, Jordan Hall, Sala São Paulo. Já solou e lecionou em festivais e séries como “Les Grands Interprètes” de Genebra, “Klavierissimo” de Zurique, “Piano aux Jacobins” (França), Rockport Music Festival (EUA), Zermatt Festival (Suiça), Delft Chamber Music Festival (Holanda), Frankische Musiktage - série ‘Rising Stars’ (Alemanha), Festival Internacional de Piano de Monterrey (Mexico), Festival Internacional de Campos do Jordão. No Brasil, Cristian é criador do projeto Pianosofia, que tem apoio da Sociedade Cultura Artística, no intuito de "acordar" e recuperar os pianos que existem nas casas das pessoas, promovendo músicos locais e a música de câmara. Mais informações em https://artematriz.com.br/cristian-budu/ Daniella Carvalho • Cantora SopranoDaniella Carvalho tem sido aclamada pela crítica por sua "voz de timbre escuro e expressivo", bem como por "uma presença de palco inesquecível. " 2017 marca a estreia de Daniella no papel de Elizabeth em Tannhäuser de Wagner, ampliando seu repertório com papéis mais dramáticos. Em 2016 Daniella debutou Adriana Lecouvreur em São Paulo, repetindo no Festival Amazonas de Ópera. Cantou a Messa da Requiem de Giuseppe Verdi em Manaus e no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com a Orquestra do Theatro São Pedro em São Paulo, cantou obras de Samuel Barber: Knosville Summer of 2015 e Andromaches Farewell recitais de canto e piano com obras de compositors franceses e americanos. Com a Amazonas Filarmônica cantou um programa com grandes árias de Beethoven, Weber, Wagner e Verdi e terminou o ano com uma tourné na China, cantando em Le Nozze di Figaro e Liù em Turandot ao lado de Giovanna Casolla. Em 2015 cantou a Floresta do Amazonas de Villa Lobos em Curitiba e em São Paulo com a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, debutou no Theatro São Pedro (SP) cantando Fiora em L'Amore dei Tre Re de Italo Montemezzi e interpretou Micaela no Taormina Festival na Sicilia e Aida no Teatro Comunale di Rovigo. Daniella fez sua estreia em New York como vencedora do Artists International Competition at Weill Hall, Carnegie Hall. Desde então, passou a se apresentar concertos com as principais obras do repertório e também obras raras como a premiere brasileira de Luonnotar de Sibelius no Teatro Nacional de Brasília, Songs of a Wayfarer de Mahler com a New York Repertory Orchestra e Knoxville, Verão de 1915, de Samuel Barber com a Orquestra Sinfônica de Illinois. Daniella também se apresentou como solista no Stabat Mater de Pergolesi, Gloria de Vivaldi, Cantata de Strawinsky, Rejoice in the Lamb de B. Britten, Magnificat de Vivaldi e Salve Regina de Scarlatti. Já se apresentou em palcos na Itália, Áustria, Estados Unidos e Brasil, e em estações de rádio de New York como WNYC e Radio da Universidade de Columbia. Daniella é natural de Rio de Janeiro, e concluiu seu Mestrado e Bacharelado em canto na Manhattan School of Music.... Angelica de la Riva • Cantora Soprano Angelica de la Riva tem conquistado seu mercado nos EUA, na China e na Europa. Seu recente début na China foi sob a batuta de Mo Van de Velde. Nos EUA, conquistou o Carneggie Hall em 2010, voltando para mais cinco apresentações desde então. Atuou no papel principal da ópera Horas Vacias, no Lincoln Center, gravando um CD que apresenta em turnê por Nova Iorque, França, Suíça, Austria. Foi a primeira soprano brasileira a cantar no Avery Fisher Hall.Angelica também se apresentou como solista no Strathmore em Washington, D.C, Jay Pritzker Pavillion no Millenium Park em Chicago, no Teatro Adolfo Mejia em Cartagena, Colômbia. Como convidada, cantou nos Festivais da Opera de Chiari, em Milão; no do Westminster Choir College, em Princeton; Moment Musicaux em Normandie, França, no Festival de Granada, Espanha, com Teresa Berganza, entre outros.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.