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PRONAC 212335Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

A paleontologia das coisas

CAROLINA ZABINI
Solicitado
R$ 198,9 mil
Aprovado
R$ 198,9 mil
Captado
R$ 10,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2021-08-01
Término
2023-08-01
Locais de realização (1)
Campinas São Paulo

Resumo

Realizar o projeto "A paleontologia das coisas", na forma de uma exposição científica. Esta é uma iniciativa da professora Carolina Zabini, do Instituto de Geociências da Unicamp, para realizar divulgação científica. A exposição irá abordar curiosidades sobre fósseis, em especial dinossauros, fazendo uma ligação entre objetos, locais, tecnologias e fatos do cotidiano e a história paleontológica que pode estar contida ali. A mostra contará com exemplares de fósseis originais e réplicas, projeções artísticas e atividades lúdicas na forma de duas oficinas; uma cartilha de colorir será elaborada e apresentaremos também palestras relacionadas ao tema da exposição. Queremos apresentar a ciência de forma instigante para os visitantes.

Sinopse

A paleontologia é a ciência que estuda a vida antiga, sua origem e evolução. O objetivo desta exposição é levar seus visitantes a relacionarem locais, objetos, tecnologias e fatos do cotidiano com esta ciência. “Será que dinossauros faziam xixi?”, “Fósseis tem alguma relação com objetos de arte?”, “como era o som de um grilo do tempo dos dinossauros”?, ou até ”como entender a idade da Terra, utilizando a sua idade como ponto de partida”, são algumas das experiências a serem vivenciadas na exposição. Os chamados meios não-formais de ensino, nos quais se inserem os museus e as exposições, exercem papel notável na difusão de conhecimentos de geociências, e devem agir de forma complementar aos conteúdos trabalhados nos ambientes de ensino formal, como a própria escola. A organização de uma exposição no Instituto de Geociências da Unicamp sobre o tema “A paleontologia das coisas” tem o intuito de instigar os visitantes a vivenciarem experiências do mundo antigo, e a relacionarem objetos e até tecnologias aos conhecimentos paleontológicos. Dessa forma, objetiva-se despertar o gosto pelo conhecimento. Outrossim, a exposição servirá como laboratório para o desenvolvimento de atividades ligadas ao ensino, tais como a avaliação da percepção do público em geral sobre conteúdos típicos das geociências, a proposição de atividades a aplicação de serem desenvolvidas nas instituições formais de ensino como complemento à exposição, a aplicação de tecnologias ao ensino de geociências, possibilitando aos pesquisadores e seus futuros orientandos o desenvolvimento de pesquisas no programa de pós-graduação em Ensino e História de Ciências da Terra, do Instituto de Geociências da Unicamp.

Objetivos

Objetivo geral: A exposição pretende levar o público a refletir sobre objetos, tecnologias, fatos e locais brasileiros mostrando suas relações com a ciência paleontológica de forma a despertar o interesse do público pela história do planeta e da vida. Objetivos Específicos: a)Realizar uma exposição científica (mostra) interativa e instigante para quatro sentidos (audição, tato, olfato e visão), sem cobrança de ingresso (para grupos escolares de escolas públicas, e professores) e público interessado. Espera-se receber um público de 8.000 visitantes em pelo menos 6 meses de exposição. b)Realizar pelo menos 67 oficinas gratuitas (descoberta de um fóssil) para 1000 pessoas; c)Realizar pelo menos 67 oficinas gratuitas (tempo profundo) para 1000 pessoas; d)Realizar 8 palestras gratuitas para um público de até 1000 pessoas; e) Produzir, publicar e distribuir pelo menos 400 exemplares de uma cartilha de colorir, com o tema da exposição.

Justificativa

A presente proposta visa levar conhecimento científico (produzido no Instituto de Geociências da UNICAMP) do patrimônio material cultural da nação (fósseis brasileiros) para as pessoas; compartilhar o conhecimento da universidade e seus produtos, como forma de aproximar e formar vínculos. A lei de incentivo irá viabilizar a elaboração de uma exposição, a qual, em geral, necessita de verba de empresas para ser realizada. Este projeto se aplica ao Art. 1° da Lei 8313/91, com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Dando cumprimento ao Art. 3° da Lei 8313/91 os valores captados serão canalizados para: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

A exposição irá ser realizada preferencialmente entre abril e dezembro do ano em questão (a depender das condições sanitárias do país e das restrições relacionadas à pandemia), no saguão do Instituto de Geociências da UNICAMP. Após montada, ela ficará aberta em dias úteis, e as visitas serão liberadas para visitantes ocasionais que não desejem monitoria. Grupos escolares, grupos de pessoas com ou sem necessidades especiais que desejem monitoria deverão agendar horário para a visita. Uma vez por mês a exposição será aberta aos sábados, e será preferencialmente aliada a outras atividades no campus da UNICAMP. No caso da contrapartida social, o público deve ser 100% formado de alunos e professores, desses, 50% de instituições públicas de ensino.

Especificação técnica

A exposição será realizada no saguão do Instituto de Geociências (IG) da UNICAMP. Compreenderá uma área de cerca de 100 metros quadrados, com uma altura de 3 metros. Utilizar-se-á da estrutura do prédio, sem adoção de fechamento da área, exceto para a realização das projeções, que irão ser realizadas em um ambiente de acesso mais restrito e fechado por conta da necessidade de baixa incidência luminosa. Serão expostos fósseis em vitrines com iluminação individualizada. Serão 35 fósseis/réplicas; essas amostras fazem parte da coleção de fósseis do IG e de outras instituições de ensino e pesquisa próximas à UNICAMP. Cada expositor terá cerca de 50 cm2 de área, sendo sua base de madeira/MDF e a área contendo o fóssil será coberta por um cubo de acrílico. A altura do mostruário será de 1,2m. Cada mostruário contará com textos explicativos sobre as amostras, no contexto da exposição. Alguns puffs serão espalhados na área expositiva para que as pessoas possam sentar e contemplar a exposição durante seu descanso. Ao sair da exposição, uma TV irá indicar a possibilidade do visitante tirar uma foto e postar em alguma rede social, se desejado.

Acessibilidade

Produto:Festival/Mostra para exposição Acessibilidade física para cadeirantes: O prédio do Instituto de Geociências é acessível a cadeirantes e possui rampas e banheiros facilitadores para a locomoção neste espaço. A porção do prédio que receberá a exposição é acessível e será elaborada de forma a permitir o acesso de cadeirantes. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há pois o espaço do prédio já é acessível. Acessibilidade para deficientes visuais e auditivos: O projeto prevê a utilização de legendas descritivas nos mostruários com fósseis e a produção de um áudio-guia a ser disponibilizado para que os visitantes interessados façam download. Para deficientes visuais serão separadas amostras de fósseis e réplicas que permitam o toque. As visitas agendadas de grupos sempre terão a possibilidade de monitoria. Para o caso de grupos com necessidades especiais, com dia e horário marcados, a exposição será fechada para receber somente estes visitantes e os monitores serão pessoas preparadas para lidar com as deficiências, tais como intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: intérprete de libras (PRODUÇÃO) Produto:Curso/oficina/estágio Acessibilidade física para cadeirantes: O prédio do Instituto de Geociências é acessível a cadeirantes e possui rampas e banheiros facilitadores para a locomoção neste espaço. A porção do prédio que receberá a exposição é acessível e será elaborada de forma a permitir o acesso de cadeirantes. As oficinas serão realizadas com horário agendado, para grupos, conforme a demanda. Serão realizados agendamentos com escolas públicas para as visitas guiadas com monitores. As oficinas realizadas aos finais de semana em que a exposição estará aberta serão, em datas divulgada previamente: Oficina 1 "Descoberta de um fóssil". Conteúdo: escavação de fósseis em caixas de areia e a simulação das condições do trabalho de campo de um paleontólogo. Duração: 20 min. Quantidade de pessoas por atividade: 12. Ministrantes: monitores da exposição. O público máximo participante desta atividade poderá ser de: 400 pessoas (12 participantes, 34 grupos por projeto). Oficina 2 "Tempo profundo". Conteúdo: empilhar caixas que representam intervalos de tempo e inserir importantes eventos geológicos e biológicos nos tempos correspondentes. Duração: 20 min. Quantidade de pessoas: 12. Ministrantes: monitores da exposição. O público máximo participante desta atividade poderá ser de: 400 pessoas. (12 participantes, 34 grupos por projeto). Palestras: as palestras serão realizadas por pesquisadores/professores de renome na área de paleontologia no Brasil. As palestras terão duração máxima de uma hora, em calendário a ser fechado quando da abertura da exposição. A lotação máxima do auditório é de 120 lugares. O público máximo participante, no local, desta atividade poderá ser de até 480 pessoas. Temas: paleontologia, fósseis brasileiros, dinossauros, paleoarte, astrobiologia Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há pois o prédio já possui acessibilidade a cadeirantes. Acessibilidade para deficientes visuais: Para deficientes visuais serão separadas amostras de fósseis e réplicas que permitam o toque. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não há, pois as amostras fazem parte do acervo. Acessibilidade para deficientes auditivos: Participação de intérprete de libras Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: intérprete de libras (PRODUÇÃO) Produto:CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física para cadeirantes: O prédio do Instituto de Geociências é acessível a cadeirantes e possui rampas e banheiros facilitadores para a locomoção neste espaço. A porção do prédio que receberá a exposição é acessível e será elaborada de forma a permitir o acesso de cadeirantes. As oficinas, palestras, cursos serão realizadas com horário agendado, para grupos, conforme a demanda. As oficinas, palestras, cursos serão realizadas em datas específicas durante a vigência da exposição. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há pois o prédio já possui acessibilidade a cadeirantes. Acessibilidade para deficientes visuais: Para deficientes visuais serão separadas amostras de fósseis e réplicas que permitam o toque. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não há, pois as amostras fazem parte do acervo. Acessibilidade para deficientes auditivos: Participação de intérprete de libras Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: intérprete de libras (PRODUÇÃO) As oficinas, palestras com participação do intérprete serão realizadas com horário agendado, para grupos, conforme a demanda. PRODUTO: CARTILHA Acessibilidade FÍSICA: não se aplica DEFICIENTES AUDITIVOS: O mesmo conteúdo da cartilha será disponibilizado em formato digital na internet. DEFICIENTES VISUAIS: O mesmo conteúdo da cartilha será disponibilizado em formato digital na internet, com a leitura dos textos.

Democratização do acesso

O presente projeto amplia as alternativas de acesso à cultura para a população, especialmente quando propõe a realização de um projeto cultural em um espaço de fácil acesso ao público com entrada franca. De acordo com o Art. 56 da IN n. 01/2017 este projeto visa: 1. Os materiais de divulgação da exposição serão disponibilizados na internet (via digital), em redes sociais. 2. Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão; 3. Realizar, gratuitamente, atividades paralelas à exposição, tais como palestras e oficinas. Palestras serão oferecidas à comunidade, uma vez por mês, conforme calendário a ser proposto para 2022/2023. Já as oficinas são voltadas ao público escolar e infantil e serão realizadas sob agendamento prévio.

Ficha técnica

A)A Proponente, Carolina Zabini, irá coordenar todo o projeto, além de realizar os contatos com empresas de potencial interesse. Irá também coordenar a capacitação da equipe de monitores da exposição e das oficinas e fazer a curadoria da exposição. A proponente da exposição já vem atuando desde 2017 com ações de divulgação científica. As atividades já realizadas foram: 1- formação de equipe técnico-científica para a elaboração da proposta que fundamenta a exposição. 2- levantamento e contato de/com empresas e orçamentos para a viabilização da proposta. 3- seleção e fotografia dos materiais fósseis que serão expostos, e que constam do acervo da IG da UNICAMP, e de outras instituições. A proponente, Profa. Dra. Carolina Zabini, paleontóloga, leciona no Instituto de Geociências da UNICAMP desde 2016. Em 2018 realizou, no IG/UNICAMP, uma pequena exposição com bonecos de dinossauros. Tal exposição atraiu cerca de 6.000 visitantes de escolas e 4.000 de público não escolar. Além de trabalhar com a extensão, a prof. Carolina atua na orientação de alunos para a pesquisa e divulgação científica, trabalhando tanto com materiais fósseis como com exposições sobre paleontologia. Carolina será a curadora da exposição e atuará como coordenadora geral do projeto. ARTISTAS responsáveis pela cenarização e mobiliário Beatriz Beloto José do Nascimento (CNPJ 31.979.144/0001-65). Beatriz e o esposo Ariel Milane Martini trabalham com a reconstrução de animais atuais e extintos para museus e eventos expositivos desde 1999. Mais recentemente (desde 2017) eles vêm atuando como Assessores de Paleontologia no Museu da Evolução, Exposição biodiversidade do mundo. Seutrabalho foi recentemente reconhecido nesta matéria da veja: https://vejasp.abril.com.br/cultura-lazer/conheca-ariel-martine-paleoartista-que-desenha-dinossauros-de-modo-fiel/ Imaginei Estúdio - Claudinei Fernandes de Oliveira (CNPJ 35.783.676/0001-83). O coordenador técnico é formado em comunicação visual e computação gráfica, atua como designer, ilustração e animação 3D. Alguns de seus trabalhos podem ser visualizados em seu currículo online no site:www.behance.net/imagineyst631a O estúdio possui estruturada uma rede de contatos composta por engenheiros mecatrônicos e arquitetos, que serão responsáveis pela coordenação do projeto artístico e técnico, respondendo à Profa coordenadora. Sua atuação será na elaboração, escolha e montagem dos aspectos tecnológicos da exposição , e na realização da identidade visual e toda a produção artística digital do projeto. Todos os integrantes têm competência e experiência na área de desenvolvimento de softwares, imagens, identidade visual, automação, eletrônica e robótica.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.