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PRONAC 212336Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ARCOVIDA - Instalação Artística

CENTRO DE ARTE, EDUCACAO, CULTURA, SOCIAL E MEIO AMBIENTE.
Solicitado
R$ 648,5 mil
Aprovado
R$ 648,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
MS
Município
Campo Grande
Início
2021-08-10
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Campo Grande Mato Grosso do Sul

Resumo

Este projeto tem como objeto a realização de uma exposição artística/plástica composta por obras de alguns artistas, e que juntas irão compor uma instalação artística, com a direção e criação da artista e arte educadora Laís Dória. Essa exposição instalativa será realizada ao ar livre em um dos maiores Parques da região centro-oeste. A ideia central do projeto é pendurar 2020 cabeças de cerâmica/argila ao redor de uma árvore, que será envolvida por uma estrutura metálica (ferro) em forma de cálice, preservando para não danifica-la, junto com performances de artistas convidados, além do mini documentário desse processo que será exibido em parceria com os Museus localizados no parque. E como contrapartida social será realizada uma oficina de artes visuais.

Sinopse

O projeto Arcovida é um ato artístico público para homenagear todas as pessoas queridas e vítimas que nos deixaram durante a pandemia da Covid-19. Assim registraremos nossa dor em forma metafórica e artistíca para que cada um sinta e entenda à sua maneira. Sera a primeira instalação artística na cidade de Campo Grande e no estado de Mato Grosso do Sul, dentro de um dos maiores Parques da região centro Oeste.A instalação artística foi idealizada pela artista Laís Dória, mestre e educadora. A ideia central do projeto é pendurar 2020 cabeças de cerâmica ao redor de uma árvore doente que será envolvida por uma estrutura metálica (ferro) em forma de cálice e as cabeças penduradas em cabos com cabos de aço, entre os galhos da arvore, preservando para que ela não seja prejudicada. Essa obra será construída no Parque das Nações indígenas de Mato Grosso do Sul, localizadona cidade de Campo Grande.Essa será a primeira instalação da artista Laís Dória, embora a artista já atua na área há mais de 40 anos, desenvolvendo grandes espetáculos, aos quais poderiam ser ‘categorizados’ como instalações teatrais com a participação de mais de 100 integrantes em cena.

Objetivos

OBJETIVO GERALRealizar a exposição instalativa para registar na história de Campo Grande, MS, Brasil e do mundo, a temática da pandemia de Covid 2019, criando uma atmosfera propícia à reflexão sobre o momento em que o mundo parou e em que a relação entre o ser humano e a natureza ficou ainda mais fragilizada. Essa exposição instaltiva se mescla a outros gêneros da arte contemporânea, como a escultura, os objetos e a land art (fusão da arte com a natureza em que o espaço exterior, é o meio do suporte artístico). Objetivo Específico:1. Construir uma (01) obra de arte em espaço aberto e público, no Parque das Nações indígenas;2. Produzir um (01) minidocumentário, material audiovisual, para além do registro e divulgação do trabalho desenvolvido;3. Contratar aproximadamente vinte (20) profissionais habilitados para fazerem parte da equipe técnica e artística do projeto;4. Contratar duas (02) cias de artes cênicas para apresentação na abertura oficial do evento/obra.5. Realizar uma (01) oficina de artes visuais como contrapartida social do projeto.6. Realizar uma (01) oficina como contrapartida.

Justificativa

As exposições instalativas são obras de arte, assim denominadas na década de 1960, desde o seu surgimento, sempre existiu um esforço no sentido de definir seus limites e diferenciá-la de outras manifestações artísticas, como a arte ambiental, a Land art, a assemblage e outros trabalhos.Por vezes, causam um estranhamento no público por não serem obras tão comuns, é uma expressão dúbia que pode conectar-se com outras vertentes artísticas, sendo, portanto, uma linguagem híbrida. Em certa ocasião um artista dispôs sacos de carvão em um lugar normalmente não utilizado nas galerias: o teto. Assim, o público foi obrigado a mudar a perspectiva de observação, o que causa estranhamento.É com esse desejo que este projeto realizará a instalação artística um dos maiores Parques Lineares da região centro-oeste, o Parque das Nações Indígenas, para a construção de uma obra permanente, de fácil acesso ao público e que comunga contemporaneamente com o momento em que mundo passa por uma experiência tão transformadora como a pandemia da COVID 2019.Disse Wei Wei, um dos mestres das instalações sociais, que toda crise possui três elementos: uma solução, prazo de validade e uma lição para sua vida. Como estamos no meio desse processo, ainda sem solução, sem prazo de validade, mas dando lições de vida, este projeto se faz oportuno como um registro cujo prazo de duração será indefinido como esse momento.Assim, a idéia central é juntar a natureza, trabalhando com elementos como ferro e barro, elementos esses que sobrevivem ao tempo por alguns anos.O tempo é uma questão de extrema importância para se entender o objetivo das instalações. Influenciada por alguns ideais da Semana de Arte Moderna de 1922, esta vertente da Arte Contemporânea faz uso do termo "não tempo" para se concretizar enquanto arte. De uma forma mais simples, o fato de ela não existir eternamente _ é o que a transforma em arte, já que ela espelha o momento daquela sociedade.O desejo do projeto é que possamos criar uma programação junto aos Museus que estão situados no Parque das Nações Indigenas, como o Marco - Museu de Arte Contemporanea e o Museu Dom Bosco, para que as ações sejam planejadas conjuntamente e que as performances e exibições do minidocumentário possa acontecer em seus espaços físicos, criando uma grande conexão entre as obras e os museus do Parque.Realizar uma instalação artística com essa proporção e tal importância em Campo Grande, será um marco, um ponto de apoio, memória e respiro para repensarmos nossos modos de vida em sociedade e coletividade. Este projeto por sua vez está de acordo com a Art. 1º da Lei 8313/91 e destaca que está em consonância com as seguintes citações da lei:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Este projeto por sua vez está de acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 e destaca que está em consonância com os seguintes objetivos da lei:- fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)

Estratégia de execução

Exposições de artes PROJETO EXECUTIVOSERVIÇOS PRELIMINARESMOMENTO DE TERRAINFRAESTRUTURASUPERESTRUTURAPINTURAINSTAÇÕES ELETRICASSERVIÇOS FINAIS

Especificação técnica

não informado

Acessibilidade

O projeto Arcovida tem como prinicipio a criação de uma instalação artística no Parque das Nações Indigenas, parque público, localizado em Mato Grosso do Sul, que tem acesso livre e gratuito a população. O espaço público em que se dará a exposição, assim como suas instalações está totalmente adequado com todas as condiçoes de alcance, segurança e autonomia para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, com rampas de acesso, demarcações nos estacionamentos, entre outras, conforme o disposto no art. 44 § 1º, da Lei 13.446, de 2015. Exposições de artesAcessibilidade Física: O local escolhido em todo sua extensão/dimensão é composto por rampas de acesso, demarcações nos estacionamentos para pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes e banheiros adaptados. Além disso, como a obra estará localizada dentro de um canteiro do Parque, para chegar ao canteiro será construída uma passarela, com todas as normas previstas por lei e guias táteis. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: "Rampa" com o valor total de R$ 3.000,00. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Descrição da obra em libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: "Comunicação Visual" com o valor total de R$ 600,00. Acessibilidade para Deficientes Visuais: O projeto apresentará a descrição da obra em formato audiodescritivo que poderá ser acessado no momento da visita. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: "Audiodescrição" com o valor total de R$ 2.500,00. Contrapartidas SociaisAcessibilidade Física: Em relação a acessibilidade física, a oficina de contrapartida será realizada na OSCIP Casa de Ensaio que tem sua estrutura física inteiramente adaptada para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, composta por rampas de acesso, demarcações nos estacionamentos para pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes e banheiros adaptados. Como tais medidas de acessibilidade já existem, as mesmas não terão custos ao projeto ou a organização. Acessibilidade para deficientes Auditivos: Não se encaixa tecnicamente. Acessibilidade para deficientes Visuais: Não se encaixa tecnicamente.

Democratização do acesso

Serão adotadas ao projeto as seguintes medidas ligadas ao art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;(TODAS AS AÇÕES SERÃO GRATUITAS) III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;

Ficha técnica

Casa de Ensaio (Centro de Arte, Educação, Cultura, Social e Meio Ambiente - Proponente) AÇÃO DESENVOLVIDA NO PROJETO: A entidade será a responsável pela gestão de todo o processo decisório do projeto, através de seus representantes legais e conselho diretor.Curriculo: A Casa de Ensaio tem 23 anos de existência. Já realizou 18 peças teatrais, com a participação de aproximadamente 5 mil alunos. As montagens são livres adaptações à realidade regional de clássicos como Maria Clara Machado, Shakespeare, Miguel de Cervantes, Molière, Brecht e Manoel de Barros. Exibiu suas produções para cerca de 50 mil pessoas, das quais muitas tiveram a oportunidade de ir ao teatro pela primeira vez. Já atendeu mais de 15 mil crianças e adolescentes durante seus anos de atividades. Atende em média 70 alunos anualmente por meio do observatório de arte transformação, durante três dias na semana com o curso ‘Brincaturas & Teatrices’.Alunos que moram em aproximadamente 54 bairros diferentes da capital de MS, de aproximadamente 50 escolas (90%públicas e 10% particulares). Nossos alunos leem cerca de 70 livros diferentes por ano, durante as oficinas do curso Brincaturas & Teatrices.A Casa já produziu mais de 50 ações entre festivais, carpet shows, atos artísticos, espetáculos, brincatos etc. Todos eventos gratuitos e abertos à comunidade. Possui um livro publicado “Casa de ensaio”, um Caderno de Revista ediversos registros (menções) em trabalhos acadêmicos de conclusão de curso (graduação) e de pós-graduação (lato estrictu sensu), dentre outras publicações. Desde o ano de 2006, a Casa vem auxiliando o ingresso de muitos alunos emcursos de nível superior e profissionalizantes. Nome completo: Lais Doria Monteiro de BarrosFunção no projeto: Artista CriadoraCurriculo: É multiartista , mestre em artes-ECA/USP. Criadora da Casa de Ensaio , nascida em Ponta ,Porã fronteira com Paraguai ,mas cedo foi para o Rio de Janeiro onde construiu sua formação profissional e pessoal. Residente em Campo Grande, MS desde 1980 Tem muitas décadas de experiências na arte transformação com foco no social. Consultora e criadora da pedagogia das artes emendadas através do curso brincaturas & teatrices para instituições de educação e do terceiro setor. No campo das artes visuais trabalha com escultura e técnica mista nopapel. Atua junto a organizações internacionais desenvolvendo oficinas e palestras buscando o diálogo entre arte esociedade. É diretora artística do Festival anual Brincaturas e Teatrices. Atualmente é CEO da casa de ensaio . Nome completo: Lilian Chateaubriand Mendes de Souza LinharesFunção no projeto: Gestora de Finanças, responsável pela coordenação e administração do setor financeiro daorganização. Elabora projetos para aquisição de verba e melhorias no desenvolvimento da Casa e controla gastos.Currículo: Graduada em Administração de Empresas, com ênfase em Finanças e Economia, pela fundação GetúlioVargas (EAESP-FGV). Sócia da empresa Sequoia Investimentos, onde atua como consultora financeira. Realiza deforma voluntária a gestão do setor financeiro da Casa de Ensaio. Nome completo: Celeste CuradoFunção no projeto: Coordenação Geral - acompanhar todas as atividades do projeto, prazos, relatórios, entregas.Curriculo: Arquiteta e publicitária com MBA em gestão de Marketing -FGV. Vários prêmios em comunicação na cidadede Campo Grande- Ms onde reside Participa da Casa de Ensaio desde 2002 , quando assumiu a comunicação da Casa edepois participou de vários projetos na área de produção e captação. Nome completo: Marcos Flávio de Matos BezerraFunção no projeto: Coordenador do projeto, responsável pelo acompanhamento das atividades, bem como toda aprodução técnica, estrutural e logística.Currículo: Formado em Educação física e pós graduado em dança Universidade Católica Dom Bosco. É artista da dança, diretor e produtor cultural na empresa Arado Cultural, desenolvendo projetos e consultoria ligados a gestão cultural. Hoje é coordenador geral da Casa de Ensaio. Nome completo: Jackeline Mourão NunesFunção no projeto: Assistente de produção Curriculo: Graduada em Educação Física Licenciatura e Bacharel pela Universidade Católica Dom Bosco – 2016. Iniciou sua atuação na dança em 2007 através de projetos sociais, atualmente integra a Cia. Dançurbana, o Grupo Expressão de Rua e a Ginga Cia de Dança como bailarina e intérprete-criadora, realiza trabalhos com produções artísticas pela empresa “Arado Cultural”, atualmente ministra aulas de danças urbanas no Projeto “Arte e Cultura” – SEMED. Participou de apresentações em festivais como: Festival Internacional de Hip-Hop de Curitiba, Circuito Dança no Mato,Festival Dança Três, Festival América do Sul do Pantanal, Festival de Inverno de Bonito e CERRADO ABIERTO Mostra de Danças Contemporâneas. Dançou os espetáculos, Soma Onze, De Passagem, Plagium? e FLUZZ pela Cia Dançurbana;MATIILHA, Espetáculo Intervenção Deriva pelo Projeto PLATAFORME-SE e o espetáculo Se Você me olhasse nos Olhospela Ginga Cia De Dança. Nome completo: Luiz Junior Rodrigues de CarvalhoFunção do projeto: Assistente de produçãoCurriculo: Graduando em Letras pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). Trabalhou como estagiário do Departamento Cultural no SESC Horto, auxiliando na curadoria e montagem de exposições, monitorias e oficinas de arte/educação no projeto SESC Cultural nas escolas e na produção nos projetos de difusão musical: Sonora Brasil, Concertos SESC e Aperitivo Cultural. Atualmente atua como professor de Artes Visuais na Casa de Ensaio, ajudando na cenografia e figurinos das produções teatrais e shows. Nome completo: Mauro Mitsuo YanazeFunção no projeto: Assessoria e acompanhamento artístico das peças de cerâmica. 22 anos de cerâmica, altatemperatura.Curriculo: Ministrou aula de cerâmica no SESC CULTURA 2018. 02 exposições no MARCO Museu de arte contemporânea 2008/2010. Nome completo: Renato Youzo EsakiFunção no projeto: Engenheiro Calculista da estrutura e da instalaçãoCurriculo: Engenheiro Civil, Graduado formado na Uniderp em 2012. Pós Graduação Estruturas. Desde 2015 –Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul – ASSOMASUL – CENTRAL DE PROJETOS ;Engenheiro Civil, calculista. Desde 2013 – Esaki Engenharia LTDA – Sócio Proprietário; PROJETOS EXECUTADOS: Ginásio de Esportes –Japorã; Sede da Ampasul – Chapadão do sul; Passarela metálica – São Gabriel do Oeste. Nome completo: Jéssika MachadoFunção no projeto: Assessora de imprensa e designer gráficaCurriculo: Mestre em Estudos de Linguagens e especialista em Imagem e Som pela Universidade Federal do MatoGrosso do Sul (UFMS), graduada em Publicidade & Propaganda pela Universidade Católica Dom Bosco (2001) eJornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2001). Experiência profissional em Publicidade, Marketing, Comunicação Integrada, Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais, com atuação em empresas como Unimed, Faculdade Estácio de Sá, Oi S.A, Energisa e Governo do Estado (MS). Nome completo: João Paulo GonçalvesFunção no projeto: Diretor de Fotografia e Operador de CâmeraCurriculo: Na área do audiovisual há vinte anos, exercendo a profissão de Operador de Câmera, Repórter Cinematográfico e Diretor de Fotografia. Experiência em emissoras de televisão (TV Morena, Record e Band) e produtoras de video, filmes publicitários, campanhas para governo de Mato Grosso do Sul e para a cidade de Campo Grande MS. cookiesfilmes@gmail.com

Providência

PROJETO ARQUIVADO.