| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 32541657000152 | ABSOLUTO PARTNERS GESTAO DE RECURSOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 199,9 mil |
O projeto Bando Teatro Favela visa fomentar a profissionalização do grupo teatral homônimo, composto por crianças e adolescentes de 7 a 15 anos, alunos da rede pública de ensino e residentes no Morro da Providência, na Zona Central do Rio de Janeiro, a partir da montagem de um espetáculo infantojuvenil fruto de criação coletiva e de sua circulação em favelas do município. A proposta inclui apresentações em escolas públicas, espaços comunitários, ONGs, projetos sociais e espaços públicos, todas gratuitas e destinadas ao público infantojuvenil em vulnerabilidade socioeconômica, e a produção e disponibilização, na internet, de um vídeo do espetáculo. A contrapartida social do projeto consiste na realização de oficinas de iniciação teatral a turmas de escolas públicas localizadas em favelas do Rio de Janeiro.
Posto que o espetáculo teatral previsto neste projeto será fruto de criação coletiva entre os atores-mirins do grupo Bando Teatro Favela, a sinopse só poderá ser definida ao final do processo de montagem. A indicação preliminar é que a temática tenha relação com o empoderamento, a autoestima e a crença na realização de sonhos do público infantojuvenil, a partir de reflexões e práticas teatrais que revelem as capacidades poéticas e artísticas dos atores-mirins integrantes do espetáculo teatral.
Objetivo Geral: Fortalecer a atuação e fomentar a profissionalização do grupo teatral Bando Teatro Favela, composto por atores-mirins de 7 a 15 anos residentes no Morro da Providência, a partir da montagem de um espetáculo infantojuvenil fruto de criação coletiva e sua circulação em favelas do município do Rio de Janeiro. Objetivos Específicos: A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Realizar a montagem de um espetáculo de artes cênicas, fruto de criação coletiva entre atores-mirins do grupo Bando Teatro Favela, destinado ao público infantojuvenil; - Oportunizar bolsa-auxílio mensal, em cachê, aos 6 atores-mirins do grupo Bando Teatro Favela selecionados a atuar na montagem teatral, visando incentivar sua dedicação às aulas de teatro, à criação do espetáculo, aos ensaios e à participação no projeto; - Realizar circulação do espetáculo teatral com 8 apresentações gratuitas em favelas do município do Rio de Janeiro, preliminarmente indicadas para ocorrerem em escolas públicas, espaços comunitários, ONGs, projetos sociais e espaços públicos; - Produzir e disponibilizar, na Internet, 1 vídeo legendado do espetáculo teatral. B) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: - Realizar, como ação formativa cultural de contrapartida social, 4 oficinas gratuitas de iniciação teatral para turmas de escolas públicas localizadas em favelas do município do Rio de Janeiro.
O Morro da Providência é a primeira favela do Brasil. Foi povoado pelos despejados da Reforma Sanitarista e ex-combatentes da Guerra de Canudos e, desde então, marca a história de resistência do povo negro e periférico. Ainda hoje, após 123 anos, as crianças do Morro da Providência crescem ao som de tiros e do abandono social, cultural e estrutural. A área sofre de pobreza crônica: baixa renda, baixa escolaridade, altas taxas de desemprego e analfabetismo. Diante de tantas violações sistêmicas, a comunidade resiste junto a coletivos independentes e organizações não governamentais do seu próprio território - como o Instituto Entre o Céu e a Favela (IECF), proponente deste projeto -, que ocupam a linha de frente na luta por justiça social e pela garantia dos seus direitos. Com a missão de gerar inclusão e transformação social para crianças, jovens e mulheres por meio de ações socioculturais que potencializam o seu protagonismo, o IECF tem forte atuação nas áreas artísticas e culturais, especialmente nas artes cênicas. Não por acaso, inundada pelo propósito de colaborar com a promoção da equidade social a partir da democratização do acesso à cultura, a organização fundou o primeiro grupo de teatro do Morro da Providência: o Bando Teatro Favela. O Bando Teatro Favela foi criado em 2015 pela atriz Cintia Sant’Anna, também fundadora do IECF, depois de 4 anos ministrando aulas de teatro de rua no Morro da Providência para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Como parte intrínseca do fazer artístico e entendendo a arte como potente ferramenta de transformação social, a proposta de se trabalhar o teatro na comunidade com o público infantojuvenil é um meio de promover autoestima, protagonismo e fortalecimento emocional não só entre as crianças e adolescentes, mas em toda a comunidade em seu entorno. Segundo o livro "Teatro em Comunidades: Questões de Terminologia", de autoria de Márcia Pompeo Nogueira, uma das principais referências nacionais sobre o assunto, a prática teatral comunitária é desenvolvida em diversos lugares do mundo, o que lhe confere múltiplas definições. Porém, essas definições convergem em alguns aspectos: trata-se de uma ação em uma comunidade específica (ruas, prisões, escolas, centros comunitários, favelas), que tem como objetivo colocar em foco questões sociais e culturais da localidade ou do grupo social em questão, por meio do fazer artístico e teatral, sendo as pessoas da comunidade participantes ativas em todo o processo de criação. Em complemento, a definição da pesquisadora Jan Cohen Cruz, referenciada por Márcia Pompeo Nogueira no mesmo livro, indica que o Teatro em Comunidades é, geralmente, uma resposta a um assunto coletivamente significativo, tendo a comunidade como fonte principal do fazer teatral. Ou seja, o teatro feito em uma comunidade, com integrantes dessa comunidade, reflete, ainda que indiretamente, a própria comunidade, sua identidade e suas necessidades. Sendo assim, é correto afirmar que o teatro feito em comunidades existe primeiramente fora dos espaços teatrais convencionais e se destina a beneficiar indivíduos, comunidades e, por conseguinte, a sociedade como um todo. Dado o seu contexto de atuação, não é coincidência, portanto, que seja este o "tipo de teatro" que o Bando Teatro Favela desenvolve. Atualmente o Bando Teatro Favela conta com 44 atores-mirins, divididos em grupos de até 15 participantes, todos alunos da rede pública de ensino, residentes no Morro da Providência e com faixa etária entre 7 e 15 anos. Através das aulas da oficina permanente de teatro e dos ensaios do grupo, são desenvolvidas habilidades de leitura, memória, criatividade, trabalho coletivo e comunicação em público, e os alunos-atores têm contato com diferentes linguagens e técnicas cênicas e artísticas, como o teatro de rua e a arte circense. Para a montagem do espetáculo proposto neste projeto, serão selecionados 6 atores-mirins do grupo, a partir de critérios que levam em conta o engajamento, a assiduidade nas aulas e ensaios e a dedicação nas tarefas propostas pelos educadores-diretores. E, como forma de incentivar a dedicação às aulas de teatro, à criação do espetáculo e aos ensaios e a participação no projeto, junto à proposta de profissionalizar o Bando Teatro Favela, esses 6 atores-mirins receberão bolsa-auxílio, em cachê mensal, durante os meses do processo de montagem e da realização das apresentações da circulação. O processo de montagem do espetáculo de artes cênicas, produto principal deste projeto, será norteado por metodologias do teatro de rua, tendo como principal referência Amir Haddad e sua atuação junto ao Tá Na Rua. A principal finalidade do teatro de rua é proporcionar um acesso à arte totalmente democrático e disponível para qualquer pessoa, o que se conecta integralmente com a proposta do projeto Bando Teatro Favela desde a sua criação: levar a arte produzida no Morro da Providência a outras favelas da cidade do Rio de Janeiro, promovendo na prática a democratização do acesso à cultura. Além disso, a circulação do espetáculo, feito por crianças e adolescentes e destinado ao público infantojuvenil, tem a motivação de inspirar outras crianças e adolescentes ao fazer artístico e teatral. O projeto Bando Teatro Favela atua diretamente na transformação social e cultural de crianças e adolescentes de favelas do município do Rio de Janeiro, ao mesmo tempo em que potencializa e fortalece a atuação consistente da organização proponente, o IECF, não apenas no Morro da Providência. Ao proporcionar uma experiência artística em artes cênicas, significativa tanto para os integrantes do grupo quanto para os espectadores e demais beneficiários, de forma democrática, descentralizada e em contextos de vulnerabilidade socioeconômica, o projeto é consoante com os seguintes incisos do Artigo 1° da Lei n° 8.313, de 23 de dezembro de 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais -- por meio da realização de apresentações teatrais e oficinas de iniciação teatral gratuitas em escolas públicas e outros espaços localizados exclusivamente em favelas; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores -- através do fomento à produção teatral do Bando Teatro Favela e à atuação sociocultural do IECF; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional -- ao incentivar a profissionalização, na área das artes cênicas, de crianças e adolescentes advindos da periferia; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira -- por meio da valorização e do incentivo à produção artística do primeiro grupo teatral do Morro da Providência VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória -- ao fomentar a criação de um espetáculo teatral fruto de criação coletiva entre crianças e adolescentes residentes na primeira favela do Brasil. O projeto atinge, ainda, as finalidades abaixo transcritas do Artigo 3° da Lei supracitada: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Por fim, ressalta-se que a solicitação de apoio ao projeto Bando Teatro Favela junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o país.
O espetáculo de artes cênicas previsto como produto principal do projeto será fruto de criação coletiva entre atores-mirins do grupo Bando Teatro Favela. Portanto, o documento "Contrato de Direito Autoral ou Carta de Anuência, contendo a assinatura do autor, autorizando a empresa/instituição a apresentar o texto de sua autoria para realização do espetáculo de artes cênicas" não se aplica a este projeto.
Em concordância com o Artigo 18 da Instrução Normativa n° 2, de 23 de abril de 2019, da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o projeto Bando Teatro Favela prevê as medidas de acessibilidade citadas abaixo, como forma de garantir o acesso à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos. PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: realização das apresentações previstas na circulação do espetáculo de artes cênicas em locais com estrutura mínima adaptada a pessoas com deficiência física. Item da planilha orçamentária: esta medida não acarreta custos para o projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: amparo do Assistente de Produção do projeto. Item da planilha orçamentária: Assistente de Produção. Acessibilidade para deficientes auditivos: interpretação em libras em todas as apresentações previstas na circulação do espetáculo de artes cênicas; legendagem do vídeo do espetáculo de artes cênicas a ser disponibilizado na internet. Itens da planilha orçamentária: Intérprete de Libras; já o serviço de legendagem do vídeo do espetáculo está incluso no custo vinculado de divulgação, não havendo item específico na planilha orçamentária. PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: realização das oficinas de iniciação teatral em escolas públicas com estrutura mínima adaptada a pessoas com deficiência física. Item da planilha orçamentária: esta medida não acarreta em custos para o projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: amparo de profissionais qualificados das próprias escolas em que serão realizadas as oficinas de iniciação teatral. Item da planilha orçamentária: esta medida não acarreta em custos para o projeto. Acessibilidade para deficientes auditivos: interpretação em libras de todas as oficinas previstas como ação de contrapartida social. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras
Em consonância com o estabelecido no Artigo 21 da Instrução Normativa n° 2, de 23 de abril de 2019, da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o projeto Bando Teatro Favela visa assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, tendo a totalidade de suas atividades oferecidas de forma 100% gratuita e seguindo os incisos transcritos abaixo, separados de acordo com os produtos cadastrados no Plano de Distribuição. PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Incisos adotados: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural: nesse caso, realizar todas as apresentações previstas na circulação do espetáculo teatral em escolas públicas, espaços comunitários, ONGs, projetos sociais e espaços públicos localizados exclusivamente em favelas do município do Rio de Janeiro; oportunizar bolsa-auxílio, em cachê, aos 6 atores-mirins selecionadas a atuar na montagem teatral, visando incentivar sua dedicação às aulas de teatro, à criação do espetáculo, aos ensaios e à participação no projeto. PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Incisos adotados: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural: nesse caso, realizar todas as oficinas previstas como ação de contrapartida social em escolas públicas exclusivamente localizadas em favelas do município do Rio de Janeiro.
Cintia Sant’Anna - Coordenação Geral Atriz formada pela Escola de Teatro Martins Penna (2012). Graduanda em Licenciatura em Artes Cênicas pela UNIRIO. Produtora do Festival de Arte Pública 1a Edição (2014), 2a Edição (2015) e 3a Edição (2016). Atriz na Companhia Horizontal de Arte Pública (2015). Coordenadora e atriz do grupo Bando Teatro Favela (2016). Produtora do 1° Festival Subindo a Ladeira (2016). Produtora Artista de Rua, Boulevard Olímpico (2016). Coordenadora e idealizadora do Providência Portal Cultural, Entre o Céu e a Favela (2017/2020). Produtora do projeto Pretinhas Leitoras (2017). Coordenadora da Casa Colaborativa Epicentral (2017/2020). Diretora do grupo Bando Teatro Favela (2016/2019). Produtora da Galeria Providência (2018). Produtora do Projeto Favella Cria (2018/2019). CEO e fundadora do Instituto Entre o Céu e a Favela, projeto que ocupa a Casa Cultural Epicentral. Anderson Barreto - Direção Artística Anderson Barreto é artista multilinguagem e educador. Atua como professor, contador de histórias, ator, diretor e performer. Em seu trabalho, estabelece interseções entre arte, cura e ancestralidade, criando ambientes de reflexão, escuta e afetividade. Atuou em diversos espetáculos, performances e intervenções urbanas. Dirigiu "Flores D'água", que fez temporadas em diversos teatros do Rio. Foi Arte Educador em museus e centros culturais, como CCBB Rio de Janeiro, Museu do Meio Ambiente (RJ), Biblioteca Parque da Rocinha (RJ) e Bienal de São Paulo. Atualmente desenvolve projetos artísticos, é professor de Literatura Infantojuvenil na rede privada de ensino (RJ), professor de Teatro no Instituto Entre o Céu e a Favela, cofundador do Comboio Coletivo Artístico e integrante de Ayó Encontro Negro de Tradição Oral. Pablo Vasconcellos - Produtor Pablo Vasconcellos é empreendedor, assistente de produção e produtor. Atua como produtor no Instituto Entre o Céu e a Favela há quatros anos, passando a integrar o estatuto da instituição no ano de 2020. Já foi produtor no projeto Bando Teatro Favela; Assistente de produção no Pretinhas Leitoras; Coordenador de Logística na Casa Cultural Epicentral. Luciano Fogaça - Diretor Musical Formado em Teoria musical pelo curso SISTEMUS (Sistematização em música) e cursando o 13° período de Licenciatura em Música pela UNIRIO, Luciano Fogaça acumula experiências musicais e educacionais. Professor de música e multi instrumentista, já subiu em palcos consagrados no Rio de Janeiro e no Brasil. Atuou como músico percussionista nos musicais: “Zé Keti, A voz do Morro” e “Deixa Clarear, Um Musical Sobre Clara Nunes”. Atuou também como baterista da Velha Guarda Show da Mangueira, viajando por todo Brasil. Hoje atua como músico do Bloco Toca Rauuul, músico do espetáculo infantil Pim Pom Pim, Diretor Musical da CHAP, Companhia horizontal de arte pública (Teatro), Diretor musical do Cantor Enzo Belmonte e da Cantora Rose Barcellos. Professor da Fundec, (Escola de Música Professor Ricardo Boechat) e ministra aulas particulares de cavaquinho, percussão e bateria. Veronica Pereira Gomes - Preparadora Corporal Formanda em Educação Física na UNISUAM (Centro Universitário Augusto da Motta). Formada em Artes Circenses pela ENC (Escola Nacional de Circo) atual ENCLO (Escola Nacional de Circo Luiz Olimecha), nas Modalidades de Tecido, Corda indiana, Dance Trapézio, trapézio simples, Malabares, Equilíbrio, Acrobacia de Solo, Vôos. Criadora e Professora do Espaço de Criação Aérea desde 2014, Educadora em Circo Social desde 2006, na ONG Se Essa Rua Fosse Minha, Professora de Aéreos no Espaço Lumini de 2011 a 2013, no Espaço Atores in Cena, no Colégio CEC de 2011 a 2013, Professora em circo na Colônia de Férias na Academia Coa Athlética em 2013. Professora em Circo na Sociedade Hípica em 2014, Professora de Aéreos no Espaço Artric em 2015, Professora em Aéreos na Academia Nissei em 2017, Professora de Circo no projeto GigArt em 2019, Professora de Aéreos na Kong Circus 2019/2020. Atriz, integrante da Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades desde 2007, Atriz na Cia de Teatro de Rua CHAP. Pesquisadora em corpo e Movimento das Danças Afro, e Cultura Popular, apresentação do solo Esvair na abertura do 1° seminário territorial de Danças Afro Brasileiras “Entre Rios e Baías” em 2019, Oficina de Dança Afro-Brasileira uma abordagem prática e teórica com Leda Ornellas, Oficina de Dança Afro com Eliete Miranda, I Semana criadores negros na dança “Reflexão e Visibilidade” 2018 com Aline Valentim, Aninha Catão e Fernanda Dias, Desde 2014 como dançarina em comissões de frente Série A e B, Dançarina/Performer no show do Carlos Negreiros. Bruna Manso - Fotógrafa Fotógrafa com abordagem fotojornalística, graduada no Curso Superior de Tecnologia em Fotografia pela Universidade de Franca. Integra o time do Instituto Entre o Céu e a Favela há 3 anos, e em função do seu trabalho com as crianças atendidas pela ONG, teve sua primeira exposição "Interpretando", apresentada em 2018 no Festival WOW Mulheres do Mundo no Boulevard Olímpico no Rio de Janeiro e também no Pavilhão 1 do Riocentro em 2020, fazendo parte da mostra “Favelados” produzida pela Escola de Belas Artes da UFRJ.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.