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O projeto Centenário do modernista Milton Ribeiro e a construção simbólica de Brasília tem como proposta dar visibilidade à obra do pintor Milton Ribeiro (Rio de Janeiro, 1922 - Brasília, 2013). Consiste em uma exposição que contempla as diversas fases de sua extensa obra, com destaque para as paisagens históricas de Brasília, ainda com os barracões candangos, e a relação da cidade com o cerrado, complementada por um catálogo bilingue.
A exposição "Centenário do Modernista Milton Ribeiro e a construção simbólica de Brasília"apresenta, em 80 obras, as várias faces do trabalho artístico de um dos mais expressivos pintores brasileiros do século XX. Pintor, gravador, artista gráfico, professor, o carioca Milton Ribeiro participou e foi premiado nos Salões Nacionais de Belas Artes de 1943, 1944 e 1945, tendo recebido ainda Menção Honrosa no Salão Nacional de Arte Moderna de 1948. Em 1950, foi estudar na França, tendo frequentado as aulas de André Lothe, o mais respeitado professor de pintura do pós-guerra na Europa. De volta ao Brasil, ganhou o Prêmio de Aquisição do Salão Preto-e-Branco, em 1954. Livre Docente em Pintura (Modelo Vivo) pela ENBA, foi professor da Escola de Belas Artes da UFRJ, da PUC Rio, e do SENAI, antes de se transferir, em 1967, para a Universidade de Brasília, onde foi Professor Titular. Em 2012, recebeu o título do Professor Emérito desta universidade. A exposição cobre todas as fases da obra do pintor, com destaque para as paisagens históricas de Brasília, ainda com os barracões candangos, e a relação da cidade com o cerrado. São ainda apresentadas obras da série expressionista dos anos 1940 e pinturas da sua última fase, já nos anos 2010. As obras fazem parte do acervo dos seus filhos Luciano Monteiro Ribeiro e Milton Roberto Monteiro Ribeiro. Obras de autores com os quais Ribeiro conviveu mais estreitamente e recebeu maiores influências, como Portinari, Guignard e Rubens Valentim, pertencentes a coleções públicas, serão expostas como referências. Em obras mais significativas de cada fase, vamos disponibilizar vídeos curtos, acessíveis por QR Code, com comentários do curador. Além da realização de uma mesa redonda sobre a obra de Milton Ribeiro, com a participação do curador e de um crítico de arte convidado, estão previstas a projeção de um vídeo com extratos de entrevistas do autor, em espaço próprio, e a publicação de um catálogo bilíngue com a totalidade das obras expostas, um texto do curador e outro de um crítico convidado, além da biografia do pintor. A inauguração da exposição está sendo proposta para o dia 19 de outubro de 2021, data que marca o início do centenário de nascimento do autor. Tendo em vista as especulações sobre o novo normal pós-pandemia, a exposição física poderá ser complementada por uma dimensão virtual de acesso universal através das mídias sociais específicas – site, Facebook, Instagram e canal de Youtube – que apresentam uma visita virtual e lives de interação do público com o curador e o produtor, caso haja interesse do patrocinador Caso os protocolos de visitação do Museu Nacional de Belas Artes comportem, um programa educativo também será oferecido aos visitantes, estando previstas visitas guiadas para alunos da rede pública de ensino fundamental.
Objetivo Geral: A exposição "Centenário do modernista Milton Ribeiro e a construção simbólica de Brasília" tem como proposta dar visibilidade à obra do pintor Milton Ribeiro (Rio de Janeiro, 1922 - Brasília, 2013), um dos mais importantes artistas plásticos da sua geração que, entretanto, continua desconhecido do grande público. Nas palavras de Paulo Herkenhoff, curador da mostra, o autor foi um artista moderno cujo significado histórico ainda aguarda por interpretações que situem sua contribuição para a cultura brasileira." Todas as fases da obra do pintor, serão apresentadas, com destaque para as paisagens históricas de Brasília, ainda com os barracões candangos, e a relação da cidade com o cerrado. São ainda apresentadas obras da série expressionista dos anos 1940, séries abstratas como a do "Pequeno Arquiteto" e pinturas da sua última fase, já nos anos 2010. Pintor, gravador, artista gráfico, professor, o carioca Milton Ribeiro participou e foi premiado nos Salões Nacionais de Belas Artes de 1943, 1944 e 1945, tendo recebido ainda Menção Honrosa no Salão Nacional de Arte Moderna de 1948. Em 1950, foi estudar na França, tendo frequentado as aulas de André Lothe. De volta ao Brasil, ganhou o Prêmio de Aquisição do Salão Preto-e-Branco, em 1954. Foi professor da Escola de Belas Artes da UFRJ, da PUC Rio, e do SENAI, antes de se transferir, em 1967, para a Universidade de Brasília, onde foi Professor Titular. Em 2012, recebeu o título do Professor Emérito desta universidade. A mostra contempla, portanto, as diversas fases de sua extensa obra e será complementada por um catálogo bilíngue. Objetivos específicos: - Realizar a exposição de pinturas de Milton Ribeiro, sob a curadoria de Paulo Herkenhoff, uma das principais referências na área, composta por 80 obras pertencentes ao acervo dos seus filhos Luciano Monteiro Ribeiro e Milton Roberto Monteiro Ribeiro e obras de autores com os quais Ribeiro conviveu mais estreitamente e recebeu maiores influências, como Portinari, Guignard e Rubens Valentim, pertencentes a coleções públicas, serão expostas como referências. A mostra, com inauguração proposta para 19 de outubro de 2021, no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, marcará o início das ações de celebração do centenário de nascimento de Milton Ribeiro. Em obras mais significativas de cada fase, vamos disponibilizar vídeos curtos, acessíveis por QR Code, com comentários do curador. - Editar um catálogo bilíngue com a totalidade das obras expostas, um texto do curador e outro de um crítico convidado, além da biografia do pintor. Tendo em vista as especulações sobre o novo normal pós-pandemia, a exposição física poderá ser complementada por uma dimensão virtual de acesso universal através das mídias sociais específicas como site, Facebook, Instagram e canal de Youtube que apresentarão uma visita virtual e lives de interação do público com o curador e o produtor. Como Contrapartida Social, o projeto irá realizar duas Ações Formativas, destinadas exclusivamente a estudantes e professores, sendo pelo menos 50% oriundos da rede pública de ensino. Ação 1: Realizar uma mesa redonda sobre a obra de Milton Ribeiro, com a participação do curador e de um crítico de arte convidado. Público estimado: 200 pessoas (professores e estudantes) Ação 2: Realizar 6 visitas guiadas na exposição, atingindo cerca de 215 pessoas. Duas dessas visitas contam com onibus e lanche, para garantir a presença de comunidades mais vulneráveis. Público: 215 pessoas (professores e estudantes)
Milton Ribeiro é um caso singular no panorama das artes plásticas brasileiras da segunda metade do século passado por reunir na sua trajetória uma sólida formação acadêmica e mais de 40 anos de magistério, e uma extensa e variada obra construída ao longo de mais de setenta anos. Seus primeiros trabalhos premiados são do começo da década de 1940 e seus últimos trabalhos datam de 2011. Inscreve-se, ademais, ao lado de Di Cavalcanti e Rubens Valentim, dentre os poucos pintores afrodescendentes com uma obra consolidada no século passado. Atualmente desconhecido do grande público, no entanto, os seus tempos de estudante na antiga Escola Nacional de Belas Artes, no começo da década de 1940, até estabelecer-se em Brasília, em 1967, Milton Ribeiro participou intensamente do mundo das artes plásticas no Rio de Janeiro. Ainda estudante, integrou o Grupo dos Dissidentes, que marcou posição contra os cânones acadêmicos da ENBA da época, frequentou o ateliê de Portinari e fez parte do Grupo Guignard, denominado Nova Flor do Abacate. Premiado nas edições de 1943, 1944 e 1945 do Salão Nacional de Belas Artes e no Salão Nacional de Arte Moderna, em 1948. Em 1950, beneficiado por uma bolsa do governo francês, foi estudar artes gráficas na École Supérieure des Arts et Industries Graphiques, em Paris, e frequentou o ateliê de André Lothe, o mais bem reputado professor de pintura do pós-guerra na Europa. Com uma natureza morta onde se via claramente a influência da estética de André Lothe, Milton Ribeiro participou do famoso Salão Preto-e-Branco, de 1954, tendo sido agraciado com o Prêmio de Aquisição pelo Museu Nacional de Belas Artes. Nesta época, participou ativamente da criação do MAM - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro onde, mais tarde, fez especialização em gravura em metal com Friedlaender e Edith Behring de quem viria a ser assistente entre 1960 e 1961. Em 1962, defendeu a tese de Livre Docência em Modelo Vivo intitulada A Deformação no Expressionismo, na Escola de Belas Artes. Foi professor na PUC-Rio, na ESDI e na Escola de Belas Artes até transferir-se para Brasília, em 1967. A partir dessa data dedicou-se inteiramente ao magistério e à sua pintura, expondo ocasionalmente em Brasília, mas sempre afastado da cena nacional. Tornou-se bastante conhecido e respeitado em Brasília, tendo recebido o título de Professor Emérito da Universidade de Brasília, da qual era professor titular aposentado. Nas palavras do curador Paulo Herkenhoff, "Ribeiro foi um artista moderno cujo significado histórico ainda aguarda por interpretações que situem sua contribuição para a cultura brasileira. Destaque especial merece sua documentação de uma Brasília Histórica, única no gênero". Ainda segundo o curador, "Milton Ribeiro traz uma cor vívida de um tempo em que a memória de Brasília mais sólida foi em preto e branco em função das técnicas da fotografia e de impressão das revistas". O projeto buscará tornar visível a obra de Milton Ribeiro, suas nuances e sentidos para o Brasil, para preencher uma lacuna significativa da história da arte do país. Cabe destacar que a obra está referenciada nas principais publicações sobre a pintura brasileira, notadamente na Enciclopédia Itaú Cultural, na Enciclopédia Delta Larousse, no Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos, organizado por Carlos Cavalcanti, e no Dicionário Crítico da Pintura no Brasil, de José Roberto Teixeira Leite. As pinturas de Milton Ribeiro fazem parte de importantes coleções públicas e privadas, como as do MNBA - Museu Nacional de Belas Artes, do MAM - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e do MAR Museu de Arte do Rio. Um acervo de 250 obras que cobrem toda a sua trajetória como pintor a Coleção Beatriz Ribeiro encontra-se depositada na Universidade de Brasília. Por fim, a exposição "Centenário do modernista Milton Ribeiro e a construção simbólica de Brasília" não deixa de ser uma forma de celebrar a passagem dos 60 anos de fundação da capital, que teve sua comemoração abafada pela pandemia, e além de marcar o início das ações do centenário de nascimento de Milton Ribeiro que começa justamente no dia 19 de outubro de 2021, data proposta para a sua inauguração. Assim, entendemos que o projeto atende à Lei 8313/91 em seu Art 1° nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Da mesma forma, o projeto atende ao Art. 3° da referida lei através de seus incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Exposição: A exposição, contendo 80 obras, terá classificação própria para qualquer idade e seu público alvo incluirá crianças, jovens, adultos e idosos. Está prevista a realização de uma mesa redonda sobre a obra de Milton Ribeiro, com a participação do curador e de um crítico de arte convidado, estão previstas, ainda, a projeção de um vídeo com extratos de entrevistas do autor. Catálogo: Edição de um catálogo bilíngue com a totalidade das obras expostas, um texto do curador e outro de um crítico convidado, além da biografia do pintor. Os catálogos são 100% gratuitos, estando confirmada a doação majoritáia para bibliotecas públicas, ONGs, escolas de artes visuais e demais acervos públicos. Transmissão pela internet: Tendo em vista as especulações sobre o novo normal pós-pandemia, a exposição física poderá ser complementada por uma dimensão virtual de acesso universal através das mídias sociais específicas como site, Facebook, Instagram e canal de Youtube que apresentarão uma visita virtual e lives de interação do público com o curador e o produtor, caso haja interesse do patrocinador.
PRODUTO: EXPOSIÇÃO Acessibilidade Física: O Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, dispõe condições de acessibilidade estrutural para receber com conforto e segurança portadores de necessidades especiais e pessoas com mobilidade reduzida. O espaço dispõe de rampas, elevador, banheiros adaptados e equipe treinada. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica. O espaço do Museu é cedido sem ônus ao projeto e os custos para manutenção das ferramentas de acessibilidade do espaço são de responsabilidade do próprio Museu. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes auditivos: Por ser uma exposição de fotografias, o conteúdo é inteiramente acessível para surdos. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica. O conteúdo é automaticamente acessível, sem gerar custos para acessibilidade destas pessoas ao produto cultural. Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá totens com audiodescrição das obras e do espaço da galeria , garantindo a experiência de visitação aos deficientes visuais. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Item 8 - Audiodescrição PRODUTO: CATÁLOGO Acessibilidade Física: Não se aplica Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes auditivos: A distribuição incluirá escolas públicas e acervos que atendam ao público com baixa audição e surdos, como o INES - Instituto Nacional de Educação de Surdos. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: O custo de distribuição dirigida e gratuita está previsto na alínea 46 Custos de Administração. Acessibilidade para deficientes visuais: No site do projeto, haverá um link para acesso à audiodescrição do catálogo, contendo detalhamento das obras e textos da publicação. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: O serviço será oferecido pelo mesmo fornecedor da audiodescrição da exposição, incluído no pacote de serviços previstos no Item 8 - Audiodescrição PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: O Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, dispõe condições de acessibilidade estrutural para receber com conforto e segurança portadores de necessidades especiais e pessoas com mobilidade reduzida. O espaço dispõe de rampas, elevador, banheiros adaptados e equipe treinada. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica. O espaço do Museu é cedido sem ônus ao projeto e os custos para manutenção das ferramentas de acessibilidade do espaço são de responsabilidade do próprio Museu. Acessibilidade de Conteúdo: DEFICIENTES AUDITIVOS: A mesa redonda contará com um intérprete de Libras Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 37 Intérprete de libras Acessibilidade para deficientes visuais: Naturalmente acessível por se tratar de conteúdo oral Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica. O conteúdo é automaticamente acessível, sem gerar custos para acessibilidade destas pessoas ao produto cultural.
O projeto atende ao disposto na Instrução Normativa 2/2019, do Ministério da Cidadania, em seu Capítulo IV: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;
Proponente e editora do catálogo: Luz Tropical Cultura & Produções LtdaProdução executiva: Luz Tropical Cultura & Produções LtdaCoordenação do projeto: Milton Guran (sócio da empresa proponente)Curadoria: Paulo HerkenhoffAutor das obras: Milton RibeiroDesign: Fernando Leite / Verbo Arte DesignProjeto Expográfico: Leila Scaf RodriguesAssessoria de Imprensa: Meise Halabi / MH Assessoria de ComunicaçãoPesquisa de imagem: Ana BartoloProdução e edição de vídeo: Gláucio Ayala/Drive Filmes Proponente: Luz Tropical Cultura & Produções Ltda - O proponente é responsável pela produção e coordenação geral do projeto, e como gestor principal, coordena as equipes e é o responsável pelas decisões operacionais e controle financeiro. O proponente assina ainda, através de seu sócio Milton Guran, a curadoria do projeto. A Luz Tropical Cultura & Produções Ltda iniciou suas atividades em 2008 e é a realizadora e principal produtora do FotoRio - Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, evento bienal (de 2003 a 2013) e anual a partir de 2014, que realizou sua décima edição em junho de 2017. Além do FotoRio, dentre as suas principais produções estão: Exposição Amor Amor Amor, fotografias da Coleção da MEP Paris, no Centro Cultural Banco do Brasil (março de 2014) Exposição Filhos da Terra, no Centro Cultural Correios (dezembro de 2013 a janeiro de 2014) Exposição Charlotte Rampling Álbuns Secretos, no CCBB (maio a de 2013) Exposição fotográfica Olhares Sobrepostos Dois Zecas, dois Pedros, um Chico e um Domingos, no CCJF (julho de 2012) Exposição de vídeo Video Short List Máquinas de Sonhar, coletiva com curadoria de Jean-Luc Monterosso (MEP, Paris) no MAC de Niterói (abril de 2009). Coordenador: sócio da empresa proponente Milton Guran é realizador e coordenador-geral do FotoRio. Fotógrafo, antropólogo e curador na área de fotografia, doutor em antropologia (EHESS, Paris, 1996), ganhou os Prêmios VITAE, Marc Ferrez da FUNARTE, Pierre Verger da ABA – Associação Brasileira de Antropologia, Ori da Prefeitura do Rio e Orilaxé do AFROREGGAE. É autor de dezenas de exposições individuais no Brasil e no Exterior, seus trabalhos fazem parte de importantes acervos públicos e privados, tais como MEP – Maison Européenne de la Photographie (Paris), MAM-Rio, MASP, MAR – Museu de Arte do Rio, dentre outros. Em 2012, recebeu a Ordem do Mérito Cultural no grau de Comendador. Curadoria Paulo Herkenhoff é curador independente. Ex-diretor cultural do MAR - Museu de Arte do Rio. Foi ainda diretor do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro (2003-2006), Curador Adjunto no departamento de pintura e escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York - MoMA (1999-2002), Curador Geral da XXIV Bienal de São Paulo (1997 e 1999) e Curador da Fundação Eva Klabin. Foi consultor da Coleção Cisneros (Caracas, Venezuela), e Consultor da IX Documenta Kassel, na Alemanha (1991). Foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM (1985-1999). Em 2019, assumiu a Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência do Instituto de Estudos Avançados da USP – Universidade de São Paulo. Autor das obras Pintor, desenhista, gravador, artista gráfico e professor, o modernista Milton Ribeiro, como é conhecido, foi um dos mais completos artistas brasileiros da sua geração. Formado em Pintura pela Escola Nacional de Belas Artes e em Artes Gráficas pela Escola Superior de Artes e Indústrias Gráficas da França, a prestigiosa École Estienne, estudou com André Lothe em Paris, frequentou o ateliê de Portinari e o Grupo Flor de Abacate, de Guignard. Autor de uma obra eclética, pintou por mais de 70 anos. Design Fernando Leite é designer e artista plástico (EBA/UFRJ, 1988), diretor do VERBO ARTE DESIGN, ateliê de design gráfico especializado em exposições e publicações em arte contemporânea. Dentre os seus recentes trabalhos como designer, destacam-se os seguintes livros e catálogos: Tomie Ohtake (Fundação Iberê Camargo, 2012), Poética da razão – Ascânio MMM (Bei Editora, 2012), Rio de imagens (MAR – Museu de Arte do Rio, 2013), Tomie Ohtake – Gesto e razão geométrica, Instituto Tomie Ohtake, 2014, Rio XXI – Vertentes contemporâneas, de Paulo Herkenhoff (FGV, 2019). E, dentre as exposições: Encontro de Mundos, Pororoca – a Amazônia no MAR, Guignard e o Oriente – entre o Rio e Minas, Rio Setecentista – quando o Rio virou capital e Fernando Lindote – trair Macunaíma e avacalhando o papagaio, Leopoldina – Princesa da Independência, das artes e das ciências e A cor do Brasil (MAR – Museu de Arte do Rio, 2013-2016), Leonardo 500 anos, Biblioteca Nacional, 2019, dentre outros. Projeto Expográfico Leila Scaf Rodrigues é arquiteta e diretora da LSR Arquitetura ltda desde 1998, atuante nas áreas de arquitetura, arquitetura de interior e ambientação, expografia e urbano. Na área de ambientação e expografia, assinou exposições, em várias instituições e museus no Brasil e exterior, como CCBB (RJ, DF, MG, SP); MAR- Museu de Arte do Rio; Centro Cultural Correios (RJ, DF, SP) – Santander Cultural (Recife, Porto Alegre),Instituto Tomie Otake, MARGS- Museu de Arte do Rio Grande do Sul; Complexo cultural Dragão do Mar, (Fortaleza); Museu Nacional de Belas Artes; Biblioteca Nacional e MAM-RJ, dentre outros. Assessoria de Imprensa Meisa Halabi é bacharel em Comunicação Social e Jornalismo pela ECO-UFRJ e diretora da MH Assessoria de Comunicação. Dentre os trabalhos de assessoria de imprensa em artes visuais no RJ, citam-se: Nan Goldin, Ascânio MMM, Daniel Senise, Roy Lichtenstein, 1ª Mostra Rio Arte Contemporânea [MAM]; Escher, ÍNDIA!, OSGEMEOS, Anish Kapoor, África, Cildo Meireles, Bill Viola, Eduardo Berliner, Cinthia Marcelle, José Rufino, Prêmio CCBB Contemporâneo 2015-2016, Abraham Palatnik; DIGI Festival de Cultura Digital; Torres García, Emmanuel Nassar, Henrique Oliveira, Hélio Oiticica Penetráveis [Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica]; Atelier Finep, Gordon Matta-Clark, Roberto Burle Marx, Anna Maria Niemeyer, Wilma Martins, Eduardo Coimbra, Efrain Almeida [Paço Imperial]; Estética da periferia, Gringo Cardia, Luiz Carlos Ripper [Centro Cultural Correios]; Laercio Redondo e Orixás [Casa França-Brasil], Antonio Dias, Angelo Venosa, Ernesto Neto, Luiz Zerbini, Vik Muniz, Marcos Chaves, Fernanda Gomes, Lenora de Barros, Laura Erber [Galeria Laura Alvim]. Pesquisa de imagem Ana Bartolo é curadora na área da fotografia e pesquisadora de imagem e conteúdo para exposições, livros e produtos audiovisuais. Mestre em Literatura, Cultura e Contemporaneidade (PUC Rio, 2016) com Especialização em Fotografia – Imagem, Memória e comunicação (UCAM, 2010). Dentre os seus principais trabalhos destacam-se: curadoria, juntamente com Milton Guran, da exposição O Mar de Malta, com fotografias de Augusto Malta, apresentado no CCJF; pesquisa de imagem e conteúdo para as exposições: Linguagem do corpo carioca – a vertigem do Rio, curadoria de Paulo Herkenhoff e Milton Guran, apresentada no MAR – Museu de Arte do Rio; The humanitarian Adventure, REd Cross and Red Crescent Museum, Genebra, projeto expográfico de Gringo Cardia; Antes: Histórias da Pré-História, apresentada no CCBB, curadoria de Nélida Guidon e Anne-Marie Persis, concepção e projeto museográfico de Marcelo Dantas. Produção e edição de vídeo Gláucio Ayala é sócio-diretor da Drive Filmes, atuante no mercado audiovisual nas áreas de publicidade, Live Streaming e institucional desde 2013, especializada em captação e finalização de imagens, incluindo toda a parte de criação, roteiro, trilha sonora e locução. Dentre os principais clientes destacam-se: Unicef, Coca-Cola, Oi, Magalú, Senac Rj, Sesc Rj, Premmia, BR Distribuidora, Petrobras, Casa & Video, Lojas Leader, Even Construtora, Vale, Ambev, Disque Denuncia, Sebrae, Senai Cetiqt entre outros. Para saber mais, acesse https://vimeo.com/drivefilmes .
PROJETO ARQUIVADO.