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PRONAC 212380Apresentou prestação de contasMecenato

Oficinas de Música Caipira – 5ª Edição

KALITHEA PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 548,2 mil
Aprovado
R$ 512,6 mil
Captado
R$ 330,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
61917233000148Aviagen America Latina Ltda.1900-01-01R$ 330,2 mil

Eficiência de captação

64.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-01-01
Término

Resumo

O projeto prevê a realização da quinta edição de oficinas gratuitas e apresentações musicais relacionadas à música caipira de raiz. Serão oficinas de viola caipira, violão e coral, oferecidas para um público diverso com foco em crianças e jovens interessados que resultarão nas apresentações, além da realização de ações formativas culturais como contrapartida social.

Sinopse

Cada apresentação terá duração total de, em média, 60 minutos e todos possuem classificação indicativa livre. O grupo musical convidado executará apenas música instrumental e será escolhido pela direção artística do projeto. Declaramos que o projeto “Oficinas de Música Caipira 5a Edição” – cadastrado no SALIC como PROPOSTA Nº 345764 pela empresa Kalithéa Produções Ltda - será TOTALMENTE e EXCLUSIVAMENTE INSTRUMENTAL, considerando que, para fins de enquadramento na Lei de Incentivo à Cultura, música instrumental é aquela cuja execução é feita EXCLUSIVAMENTE por instrumentos musicais, ou seja, sem a presença de voz. Ou seja, os alunos de violão e de viola caipira executarão o repertório instrumental, enquanto que apenas o coral realizará música cantada.

Objetivos

O projeto tem enfoque educacional com foco na música caipira tradicional e seus gêneros como o cururu, cateretê, arrasta-pé, toada, guarânia, entre outros. Durante a execução do projeto serão oferecidas oficinas regulares durante o período de 8 meses dentro de três modalidades: viola caipira, violão e coral. Serão duas turmas de cada modalidade, que terão duas aulas semanais de 1 hora, contabilizando um total de 8 horas mensais e 64 horas durante o período inteiro. Cada turma receberá até 15 alunos, totalizando 90 atendidos. Para as atividades será desenvolvido material pedagógico e metodologias específicos para o perfil do projeto. Ao final do projeto, pretende-se realizar 4 apresentações dos alunos juntamente com os professores como mostra do conteúdo ministrado, em espaços públicos da região. Para tanto, serão realizados 4 ensaios gerais, unindo todas as modalidades, de forma a possibilitar a formação de uma espécie de orquestra caipira. Ressalta-se que o projeto, enquanto educativo em geral, se enquadra no §4° do artigo 4º da IN nº 2 de 2019: §4° O limite definido no inciso II do caput não se aplica aos projetos que visem [...], educativos em geral, [...] e construção ou manutenção de salas de cinema e teatro em municípios com menos de 100.000 (cem mil) habitantes. Objetivos gerais O projeto, em sua quinta edição, pretende viabilizar e ampliar as oficinas musicais nas modalidades viola caipira (viola brasileira de 10 cordas), violão e canto coral, para todas as idades, em especial para crianças e jovens, com enfoque na música caipira, conhecida também como música de raiz, abrangendo seus gêneros, ritmos, linguagens e tradições. Serão 2 oficinas de cada modalidade para 15 alunos cada, totalizando 90 atendidos. O intuito é, ao final do projeto, realizar 04 apresentações musicais dos alunos em local externo ao das oficinas, como mostra do conteúdo ministrado nas aulas, incluindo a reunião dos alunos de todas as modalidades em formato de uma orquestra caipira. Além disso, será oferecida uma apresentação de um grupo artístico instrumental do mesmo ramo aos alunos da escola, durante o período do projeto, como forma de troca e estímulo. Objetivos específicos · Oferecer 3 modalidades de oficinas de música caipira (viola caipira, coral e violão) para um total de 90 alunos ao longo de 8 meses; · Estimular o desenvolvimento motor, rítmico, musical, de apreciação e a ampliação de repertório nos participantes; · Perdurar com a tradição da música caipira de raiz na região; · Proporcionar o acesso gratuito da população ao aprendizado de instrumentos musicais; · Realizar 4 apresentações musicais com a formação da orquestra caipira em locais abertos e gratuitamente; · Levar 1 apresentação de grupo musical profissional instrumental de música caipira de raiz para os alunos do projeto, como forma de aperfeiçoar a formação; · Atingir um público total de aproximadamente 1.200 pessoas para as apresentações; · Difundir e criar público para a música caipira na população em geral, desde crianças até pessoas da terceira idade; · Promover eventos de entretenimento cultural ao público; . Realizar como contrapartida social uma palestra presencial e gratuita para um total de 130 alunos e professores de escola pública. Quarentena causada pela COVID-19: caso o isolamento social se estenda durante o ano de 2022 O objetivo é dar continuidade aos estudos de viola, violão e canto coral, estimulando os alunos a estudarem em casa, já que os instrumentos e materiais didáticos estão sob seus cuidados, para que não percam a motivação e continuem a desenvolver suas habilidades musicais. Como os alunos já possuem um celular, verificou-se que é possível realizar as aulas de violão, viola caipira e canto coral à distancia, através de grupos online, utilizando o WhatsApp e o Google Meet. O objetivo desses grupos é ser o canal de comunicação entre professor e alunos, para dar seguimento às aulas de música.

Justificativa

A música caipira tradicional vem perdendo espaço devido a popularização massificada de outros estilos musicais, ficando restrita à famílias e regiões mais específicas, levando-a ao desconhecimento e a carência de difusão. Por isso, o projeto pretende, através de profissionais qualificados, manter essa memória viva na região de Campinas, não apenas através de apresentações do estilo, mas por oficinas direcionadas a crianças e jovens que terão possibilidade de ampliar o público e perpetuar com uma cultura tradicional. O material das oficinas será desenvolvido especificamente para o projeto, acreditando nas qualidades do ensino coletivo e procurando potencializá-las, além de acessibilizar o acesso da aprendizagem. O projeto terá a direção musical e coordenação de profissional experiente na área específica da música caipira e de seu ensino. Tendo o auxílio de um monitor, as aulas coletivas podem ser ministradas de forma mais adequada e organizada pelo professor, minimizando as lacunas que podem ocorrer na forma coletiva em comparação com a individual. Com presença do monitor, o professor tem maior liberdade para dar a devida atenção às dificuldades pontuais e individuais, sem que a atividade geral seja interrompida. Além disso, o monitor auxilia na prática coletiva de repertório em grupo, por exemplo: numa aula de viola caipira, enquanto o monitor mantem o ritmo de um acompanhamento, o professor pode ficar livre para demonstrar o solo de uma melodia e sua correta execução em relação ao acompanhamento. Na modalidade de canto coral, o monitor pode inclusive fazer a função de correpetidor, tocando um instrumento harmônico acompanhador enquanto o professor dirige e ensina a prática do canto. Com intuito de ampliar o perfil socioeconômico dos alunos, o projeto prevê a compra de instrumentos musicais (violão e viola caipira, esta ultima em maior número por ser mais incomum que o violão) que serão disponibilizados para os alunos que não possuam condições de adquirir seu próprio instrumento. Durante a inscrição, haverá uma avaliação por meio de entrevista com assistente social para identificar os candidatos escolhidos para receber o benefício, bem como para informar as normas para garantir a continuidade do usufruto, como por exemplo manter a frequência nas aulas e interesse no curso mediante avaliação pedagógica dos professores. As apresentações recebidas pelos participantes do curso ao longo do período das aulas, terão o intuito de promover apreciação, ampliação de repertório e referenciais, além de trocas artísticas. Ao final do ano letivo, pretende-se realizar quatro apresentações dos alunos juntamente com os professores como mostra do conteúdo ministrado. Para os ensaios gerais e determinadas atividades, o projeto prevê o aluguel de um sistema de som (mesa de som, cabos, microfones, pedestais, caixas amplificadas e acessórios). O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A aprovação e viabilização do projeto projeto "Oficinas de Música Caipira - 5ª Edição" junto ao Ministério do Turismo, via Lei de Incentivo, é hoje a principal e uma das poucas formas de realização de projetos culturais no Brasil, através de parcerias com a iniciativa privada. Por meio da Lei Rouanet e suas regulamentações é possível, com essas parcerias, realizar projetos que não visem apenas a finalidade de marketing empresarial, mas também realizar eventos de relevância artística e cultural, acessíveis à população, como o proposto. Além disso, um projeto que está apresentando sua quinta edição e teve a anterior viabilizada desta maneira, já possui parcerias firmadas e público cativo que dão consistência e credibilidade ao trabalho desenvolvido, valorizando o próprio mecanismo.

Estratégia de execução

Continuação do plano pedagógico: Sugerimos um plano pedagógico secundário caso o período de quarentena, motivado pela pandemia da COVID-19, se estenda no ano de 2022. Para dar continuidade ao projeto sem que as atividades sejam prejudicadas pelo isolamento social, serão tomadas as seguintes providências: Realização de reuniões virtuais com a coordenação pedagógica das escolas dos alunos, produção do projeto e professores de música, para alinhamento dos trabalhos. Realização de aulas e ensaios virtuais, da seguinte forma: Mensagem dos professores iniciando a aula e orientando os alunos para se posicionarem corretamente (sentados, no caso de instrumentos ou em pé, no caso do coral), de frente para o celular deitado (apoiado em algum suporte). Chamada de vídeo individual para afinação do instrumento (exceto coral). Orientação e início das chamadas de vídeos do professor, em grupos de 3 alunos, para fazerem os exercícios e músicas ensinados na aula anterior, e comentários para correção. Áudio/vídeo com conteúdo novo e explicações. Orientação sobre os exercícios e músicas a serem treinados/ensaiados para a próxima aula. Os alunos deverão estudar e gravar vídeo ou áudio do exercício ou música solicitado e enviar ao professor, no grupo ou no contato privado. A plataforma digital a ser usada é o WhatsApp, pois a maioria dos alunos já a utiliza para se comunicar. O coral adulto, com 20 participantes, utilizará, além da plataforma Whatsapp, o Google Meet. O professor chamará os participantes em grupos de três, para trabalhar os exercícios de voz e as músicas. A maior adaptação será em relação à ausência física. Estar presente facilita muito na interação imediata entre professor e aluno. Então algumas novas regras e orientações deverão ser reforçadas aos alunos, já que estarão sem o professor nesse formato de aprendizagem em casa, como por exemplo: 1- Escolher um local tranquilo com acesso à internet, pegar uma cadeira, o instrumento (exceto coral) e a pasta com o material impresso. 2- Acessar o grupo no WhatsApp no horário a ser combinado. 3- Atender às chamadas de vídeo feitas pelo professor. 4- Acompanhar as instruções e informações e tirar as dúvidas individuais, comentando no grupo. 5- Estudar entre uma aula e outra, que acontece semanalmente, e enviar áudio ou vídeo para o professor dar um retorno/atendimento individual. Projeto pedagógico anexado nos documentos da proposta. Declaração assinada pelo proponente se comprometendo a realizar as atividades virtuais em 2022 caso não sejá possível realiza-las presencialmente nos documentos da proposta. Continuação da Ficha Técnica: Jairo Perin Silveira: professor de canto coral e regente. Formação acadêmica · Mestre em Música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) – 2013. · Bacharel em Regência Coral e Orquestral pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), 2005. · Curso de piano popular no Conservatório Dramático Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí-SP, 1995-1998 (não concluído). · Diplomado em instrumento piano com habilitação plena em música do Curso de Qualificação Profissional IV pelo Conservatório Musical de Lins-SP, 1980. Experiência profissional É professor de educação musical para alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental. Atualmente rege os seguintes corais: 1. Promove oficina de canto coral no SESC Campinas desde junho de 2018; 2. Coral Sociedade Hípica de Campinas (coro misto a três e quatro vozes) – Campinas – SP, desde maio de 2017; 3. Madrigal Acalanto (grupo feminino à 3 vozes – categoria 3ª idade) – Campinas – SP, desde setembro de 2011; 4. Coral do Clube Campineiro de Regatas e Natação (coro misto a quatro vozes) - Campinas – SP, desde maio de 2005; 5. Coral Harmonia (Associação dos Aposentados da Fundação CESP) – coro misto a 2 e 3 vozes - categoria 3ª idade - Campinas – SP, desde agosto de 2004.

Especificação técnica

Projeto pedagógico A partir das reuniões pedagógicas do coordenador junto aos professores de cada modalidade, será desenvolvido um material didático específico para o perfil do projeto, ou seja, com enfoque na música caipira tradicional e seus gêneros como o cururu, cateretê, arrasta-pé, toada, guarânia, entre outros. O material será desenvolvido pela equipe pedagógica considerando fatores como fundamentos e conteúdo progressivo para iniciantes, exercícios e atividades pedagógicas, ritmos da música caipira e sua linguagem musical, repertório unificado e exclusivo de cada modalidade, distribuição do conteúdo em seu respectivo número de aulas, faixa etária atendida, entre outros. O projeto terá a direção musical e coordenação de profissional experiente na área específica da música caipira e de seu ensino. As aulas serão ministradas por professores qualificados e com experiência em cada modalidade desenvolvida, sob a supervisão do coordenador que realizará reuniões pedagógicas com a equipe. As oficinas serão ministradas semanalmente no decorrer de um ano, distribuídas em 8 meses: de março a novembro. Serão duas turmas por modalidade, sendo cada turma será formada por até 15 alunos e receberá 2 aulas semanais de 60 minutos. Em cada turma, além do professor, o projeto prevê a opção de incluir um monitor para auxiliar nas atividades de cada modalidade, participação facultativa a ser definida posteriormente no planejamento pedagógico de acordo com cada modalidade, professor, turma. Mesmo diante de todos os benefícios comprovados na forma coletiva do ensino de música, vale lembrar que sua sistematização e pesquisa são recentes, e portanto ainda um desafio para professores da área principalmente de instrumentos musicais, uma vez que a literatura tradicional refere-se a forma individual de ensino. Dessa forma, tendo o auxílio de um monitor, as aulas coletivas podem ser ministradas de forma mais adequada e organizada pelo professor, minimizando as lacunas que podem ocorrer na forma coletivo em comparação com a individual. Com presença do monitor, o professor tem maior liberdade para dar a devida atenção às dificuldades pontuais e individuais, sem que a atividade geral seja interrompida. Além disso, o monitor auxilia na prática coletiva de repertório em grupo, por exemplo: numa aula de viola caipira, enquanto o monitor mantem o ritmo de um acompanhamento, o professor pode ficar livre para demonstrar o solo de uma melodia e sua correta execução em relação ao acompanhamento. Na modalidade de canto coral, o monitor pode inclusive fazer a função de correpetidor, tocando um instrumento harmônico acompanhador enquanto o professor dirige e ensina a prática do canto. OFICINA: Viola Caipira Ementa: O objetivo da oficina de viola caipira é o ensino do instrumento relacionando apreciação, prática, técnica e ludicidade. O aprendizado é estimulante para a ampliação de possibilidades e vivências de crianças e jovens em situações de vulnerabilidade social. Despertar emoções, liberar tensões e mobilizar sentimentos, trazendo um bem estar geral a quem o pratica. Oferecer formação de viola por meio de metodologia desenvolvida especificamente, disponibilização de material de pesquisa e para prática. Objetivo Geral: ensino do instrumento viola caipira Objetivos Específicos: -Trabalhar coordenação motora, ritmo, postura, técnica. -Disciplina, organização, aprendizado em grupo. -Despertar o a apreciação musical, promover a ampliação de repertório artístico e cultural. Público Alvo: Geral, com enfoque em crianças e jovens da região contemplada que tenham interesse. Prioridade para alunos provindos de famílias de baixa renda. Observação: Ocasionalmente ocorrerão apresentações na cidade e região. Nº Vagas: 30 vagas distribuídas em duas turmas. Carga Horária Total: 16 horas mensais totais. Carga Horária Semanal: 2 horas por turma. Local: A ser definido OFICINA: Violão Ementa: O objetivo da oficina de violão é o ensino do instrumento relacionando apreciação, prática, técnica e ludicidade. O aprendizado é estimulante para a ampliação de possibilidades e vivências de crianças e jovens em situações de vulnerabilidade social. Despertar emoções, liberar tensões e mobilizar sentimentos, trazendo um bem estar geral a quem o pratica. Oferecer formação de violão por meio de metodologia desenvolvida especificamente, disponibilização de material de pesquisa e para prática. Objetivo Geral: ensino do instrumento viola caipira Objetivos Específicos: -Trabalhar coordenação motora, ritmo, postura, técnica. -Disciplina, organização, aprendizado em grupo. -Despertar o a apreciação musical, promover a ampliação de repertório artístico e cultural. Público Alvo: Geral, com enfoque em crianças e jovens da região contemplada que tenham interesse. Prioridade para alunos provindos de famílias de baixa renda. Observação: Ocasionalmente ocorrerão apresentações na cidade e região. Nº Vagas: 30 vagas distribuídas em duas turmas. Carga Horária Total: 16 horas mensais totais. Carga Horária Semanal: 2 horas por turma. Local: A ser definido OFICINA: Coral Ementa: O objetivo da oficina de coral é o ensino do instrumento vocal relacionando apreciação, prática, técnica e ludicidade. O aprendizado é estimulante para a ampliação de possibilidades e vivências de crianças e jovens em situações de vulnerabilidade social. Despertar emoções, liberar tensões e mobilizar sentimentos, trazendo um bem estar geral a quem o pratica. Oferecer formação de coral por meio de metodologia desenvolvida especificamente, disponibilização de material de pesquisa e para prática. Objetivo Geral: ensino do instrumento viola caipira Objetivos Específicos: -Trabalhar coordenação motora, ritmo, postura, técnica. -Disciplina, organização, aprendizado em grupo. -Despertar o a apreciação musical, promover a ampliação de repertório artístico e cultural. Público Alvo: Geral, com enfoque em crianças e jovens da região contemplada que tenham interesse. Prioridade para alunos provindos de famílias de baixa renda. Observação: Ocasionalmente ocorrerão apresentações na cidade e região. Nº Vagas: 30 vagas distribuídas em duas turmas. Carga Horária Total: 16 horas mensais totais. Carga Horária Semanal: 2 horas por turma. Local: A ser definido

Acessibilidade

Produto Principal - Oficinas: as aulas, apesar de coletivas, seguem um modelo de atendimento semi-individual e a metodologia desenvolvida envolverá tais especificidades. Deficientes físicos: as oficinas serão realizadas em locais totalmente adaptados à diversidade, oferecendo estrutura compatível com pessoas com mobilidade reduzida. Sem item na planilha orçamentária. Deficientes Auditivos: por se tratar de oficina de música, torna-se inviável a acessibilidade ao produto completo. Entretanto, ofereceremos aulas de teoria musical para deficientes auditivos. Sem item na planilha orçamentária. Deficientes Visuais: durante as oficinas professores e monitores darão atendimento específico e assistência aos alunos que necessitarem de atenção especial e maior direcionamento. As partituras e apostilas para o público, caso haja, serão traduzidas e impressas por meio de gráfica especializada em Braile. Item orçamentário prevista na planilha como "transcrição de partitura" Produto Secundário - Apresentações: Deficientes físicos: as apresentações serão realizadas em locais totalmente adaptados à diversidade, oferecendo estrutura compatível com pessoas com mobilidade reduzida. Sem item na planilha orçamentária. Deficientes Auditivos: a primeira fileira de acentos será disponibilizada aos deficientes auditivos, para que eles possam sentir o som durante as apresentações. Sem item na planilha orçamentária. Deficientes Visuais: durante as apresentações, detalhes da descrição sobre o local, corredores de circulação e saídas de emergência serão anunciadas oralmente, além da programação impressa sobre os músicos e repertório. Sem item na planilha orçamentária. Contrapartida Social: Deficientes físicos: a palestra será realizada em local totalmente adaptado à diversidade, oferecendo estrutura compatível com pessoas com mobilidade reduzida. Sem item na planilha orçamentária. Deficientes Auditivos: terá um intérprete de libras (remunerado conforme planilha orçamentária). Deficientes Visuais: não cabem medidas de acessibilidade, uma vez que a palestra será feita oralmente e contará com exemplos em áudio. Sem item na planilha orçamentária.

Democratização do acesso

As oficinas são voltadas a 90 alunos, crianças e jovens da região contemplada e serão oferecidas gratuitamente. As apresentações serão abertas ao público em geral e totalmente gratuitas, contemplando todos os tipos de público, sem distinção de faixa etária ou classe social. As apresentações serão divulgadas na mídia das respectivas localidades e também por material gráfico (flyers, cartazes etc), além das redes sociais. O projeto buscará atingir todo e qualquer público, sem distinção de classe social ou idade. Como medidas de ampliação de acesso, adotaremos o exposto no inciso IV do artigo 21 da IN nº 02/2019 do MinC para os dois produtos (Oficinas e Apresentações), a saber: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

Kalithéa (Proponente): Administração financeira, coordenação geral e gestão, além de ser responsável por todo o processo decisório do projeto. Será remunerada pela coordenação geral e pela gestão administrativo financeira. A Kalithéa Produções foi fundada em novembro de 2010 na cidade de São Paulo. A empresa desenvolve desde 2011 o projeto Oficinas Culturais, que leva formação artística a alunos das redes públicas de ensinos das cidades de Horizontina, no Rio Grande do Sul, e de Indaiatuba, no interior de São Paulo. São mais de 300 alunos, entre crianças e adolescentes, que recebem aulas gratuitas de música e dança no contra-turno escolar. Ao longo do ano letivo e também no final do ano os alunos realizam apresentações em diversos espaços. A produtora também executa serviços de produção executiva para projetos variados, nas áreas de teatro, dança, música instrumental, popular e também erudita, além de agenciar artistas, elaborar projetos culturais para editais e leis de incentivo, realizar agenciamento de patrocínios culturais e também assessorar artistas e instituições com e sem fins lucrativos na prestação de contas de projetos culturais incentivados. Direção Cultura: Produção Executiva. Será remunerada pela produção executiva. A Direção Cultura Produções foi fundada em novembro de 1999 pelo produtor cultural Antoine Kolokathis, na cidade de Campinas (SP). A empresa teve início atuando na área de música erudita, com o projeto Clássicos em Cena, série de apresentações musicais comentadas pelo Maestro Parcival Módolo, em atividade ininterrupta até hoje. Com o slogan “Acreditamos no poder transformador da cultura”, a Direção Cultura realiza inúmeros projetos, próprios e com parceiros. Além da circulação de espetáculos de teatro infantil e de música clássica e instrumental, a produtora também promove projetos ligados à exibição de cinema em praças públicas, apresentações de dança, oficinas de desenho animado, teatro, música, dança, patrimônio histórico e artes visuais. A empresa desenvolve projetos culturais em parceria com ONGs que promovem atividades artísticas e culturais, especialmente voltadas a pessoas com deficiência e/ou em situação de vulnerabilidade social. Presta serviços de elaboração e inscrição de projetos em leis de incentivo e editais, captação de recursos, produção executiva, comunicação institucional e promocional, e prestação de contas. Ricardo Matsuda: Professor de violão. Será remunerado como professor. Ricardo Matsuda é violonista, violeiro, contra-baixista, arranjador e compositor. Atua principalmente no âmbito da música popular e instrumental brasileiras, tendo participado de produções com Paulo Jobim, Juliana Caymmi, Toninho Horta, Toquinho, Jaques Morelembaun, Guinga, Ivan Vilela, entre outros, e como arranjador da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, além de dezenas de CDs, trilhas sonoras para teatro e TV e espetáculos musicais. Desde 1990 ministra cursos, oficinas e aulas particulares como professor de violão, contrabaixo e viola caipira. No Japão, apresentou arranjos e composições para programa musical com os grupos de percussão Yanagasse Daiko – folclórica agrupação japonesa de tambores taiko – e Sambonês, formado por integrantes da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas. Para a mesma orquestra, escreveu arranjos para temas populares brasileiros nas temporadas 1997 e 1998, incluindo programa apresentado pelo grupo de câmara Carcará nos Estados Unidos e no Japão. Integrou o grupo Anima de 2001 a 2008, com o qual se apresentou em quase todos os estados do Brasil, além de Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Colômbia, México, Canadá e em turnês por diversas cidades estadunidenses. Assina alguns dos arranjos e composições nos CDs/espetáculos Amares e Espelho, com circulação de concertos, espetáculos musicais e oficinas por 15 estados brasileiros. O grupo foi nomeado ao Prêmio Carlos Gomes da Secretaria de Estado da Cultura em 2003 na categoria Melhor grupo de Música de Câmara. Lançou em 2001 o CD autoral Dança das Estações e, entre outros registros autorais, teve composição e arranjos gravados pela Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas no CD Campinas de Todos os Sons, regência de Cláudio Cruz (2004), juntamente a obras de Carlos Gomes e José Eduardo Gramani. Atualmente, Matsuda atua com a cantora Izabel Padovani, vencedora do Prêmio VISA Intérpretes. Com o trabalho “Crônicas de Amor”, apresentaram-se em 12 cidades, dentre as quais Viena e Munique, da Áustria e da Alemanha em 2013. Integra também o Duo Viola e Cravo, em parceria com a cravista Patrícia Gatti. O CD Contos Instrumentais foi eleito melhor lançamento de música instrumental brasileira de 2009 pelo jornal Correio Popular e obteve a avaliação “ótimo” pelo crítico de música Irineu Franco Perpétuo do jornal Folha de São Paulo. O trabalho foi escolhido pelo Festival Voa Viola - com apresentação no Theatro Nacional em Brasília, 2010, como um dos principais representantes do panorama atual do instrumento no Brasil. João Paulo Amaral: Coordenador Pedagógico, Diretor Artístico e professor de viola. Será remunerado como professor e diretor artístico. Formação Acadêmica - Graduação: Bacharelado em Música Popular – Inst. de Artes, UNICAMP (1998-01) - Pós-Graduação: Mestrado em Música – orientação Prof. Dr. José Roberto Zan - Instituto de Artes – UNICAMP (2005-2008) Experiência Profissional Atua profissionalmente na área musical há mais de quinze anos, como músico, compositor, arranjador, regente, pesquisador, professor, diretor musical e produtor cultural. Como músico, João Paulo Amaral vem se destacando como um dos importantes nomes da nova geração de instrumentistas da viola caipira, a viola brasileira de dez cordas, tendo se apresentado no Brasil e desde 2007 em festivais e concertos na Espanha, Portugal, México, Inglaterra e EUA. Como professor de música, leciona na Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim desde 2005. É professor e inaugurou em 2009 o curso superior de Viola Caipira da Faculdade Cantareira - São Paulo. É Autor do livro/CD Viola Caipira – arranjos instrumentais de músicas tradicionais, contemplado no prêmio “Ney Mesquita”. É graduado e pós-graduado em Música pela Universidade Estadual de Campinas, onde defendeu o primeiro Mestrado em Música sobre viola caipira no país, com a pesquisa “A Viola Caipira de Tião Carreiro”. Em 2011, foi convidado a criar os livros didáticos de viola do Projeto Guri, importante projeto de ensino musical gratuito que conta com mais de 300 polos de ensino em todo estado de São Paulo. Participou como convidado/ professor de festivais e eventos como 15o Festival de Música de Ourinhos (2015), 28ª Oficina de Música de Curitiba (2010), I Seminário Nacional de Viola Caipira (Belo Horizonte, 2008), I Seminário de Viola Caipira de Guarulhos (2011), Seleção de Professores do projeto Guri (2009), Comissão Julgadora do Programa Nelson Seixas de Fomento a Cultura (S. J. do Rio Preto, 2006), Banca julgadora para seleção de regente da Orquestra de Violas da Fundação Cassiano Ricardo (S. J. dos Campos 2011), entre outros. Desde 2002, coordena e ministra oficinas, workshops, seminários e palestras de viola e música caipira, parte delas como consultorias dirigidas a orquestras de violas, em diversos municípios como São Pedro (desde 2013), São Paulo (2006, 2011, 2012); Campinas (2002, 2005, 2009); Atibaia (2013,2014,2015); Mogi das Cruzes (2013,2014); Mairiporã (2011); Maringá(2012); Londrina(2015), Monte Alegre do Sul (2003, 2006); Águas de Lindóia, Lindóia e Morungaba (2004); Socorro (2005, 2006); Bauru, Marília e Jaú (2007); Palmas (2008);Portugal (2007);EUA(2015). CONTINUAÇÃO DA FICHA TÉCINA EM 'OUTRAS INFORMAÇÕES'.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2023-08-31
Locais de realização (1)
Campinas São Paulo