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O projeto "Natal da Esperança" objetiva prosseguir com a tradição do festival natalino já realizado há décadas. Em virtude da situação atual em que todos nos encontramos, o evento será realizado de forma virtual/online. Os espetáculos de cunho cultural serão compostos por companhias de dança e teatro, contando também com show musical. Há também a previsão de decorar as ruas da cidade com artigos natalinos. As gravações serão transmitidas nas plataformas youtube e também mídias sociais do projeto, visando a democratização do acesso. Como contrapartida o projeto prevê a execução de oficinas de contação de história, voltados para alunos de escolas de rede pública/estadual e municipal.
A JOVEM CIA DE DANÇA EXPRESSART Foi criada no ano de 2006, em formato de projeto extracurricular para alunos da Rede Municipal de Ensino com o objetivo de engajar-los, preferencialmente os carentes, na expressão corporal. O projeto fomenta o gosto pela arte e difunde a cultura entre todos. Através da parceria entre Secretaria Municipal de Educação e Cultura e Fundo Social de Solidariedade, o grupo vem crescendo num ritmo vertiginoso, tendo total respaldo no que se diz respeito a figurino e vestuário que são confeccionados pelas costureiras do F.S.S. e parte da alimentação cedida pela Padaria Artesanal. O grupo iniciou seu trabalho participando de atividades municipais. No entanto vem ano a ano expandindo seu conhecimento através da participação em vários festivais pelo Estado de São Paulo, sendo que um deles ocorrido na cidade de Mogi da Cruzes / SP, onde conquistou duas vezes o 1o Lugar – Grupo Juvenil no Festival Nacional de Dança Contemporânea em 2010 e 2011, e o último selecionado no mapa cultural Paulista 2011/2012 representando a região de Ribeirão Preto/SP. Nos anos de 2013 e 2014, a Cia conquistou no Dança Ourinhos os prêmios de melhor grupo, 1o Lugar nas modalidades Jazz Juvenil e Jazz Avançado e 2o Lugar contemporâneo avançado. Em 2015 a Cia volta a conquistar outros títulos para o município de Colina, Melhor coreógrafo, 1o Lugar Quarteto Neoclássico Avançado e 1o Lugar Jazz Juvenil Em 2021 a Cia de dança Expressart foi totalmente reformulada e renomeada Cia de Dança Display, porém mantendo sua essência que é fomentar o gosto pela arte. A Cia desenvolve os estilos: Ballet, Jazz, Sapateado e Contemporâneo. Studio Art Dance Iniciamos em 2017 e participamos de várias competições como Fest Dance na cidade de Barra Bonita com todas as coreografias premiadas em 4° Lugar, também no ABBA Dance em São Paulo, onde ganhamos dois primeiros lugares, agora com a pandemia investimos em festival online e tivemos três coreografias selecionadas para o festival internacional Mercosul, na Argentina, e algumas premiações especiais, como isenção de taxas para festivais do próximo ano. IndpenDance O Grupo Indepen' Dance, criado no ano de 2014 pelo coreógrafo Jeferson Assis, tem por finalidade levar as crianças, jovens, adultos e idosos o prazer e a sensação de poder dançar. O projeto de dança é incentivar a todos a ter uma vida saudável, alegre, divertida e poder se movimentar conforme a musica toca. O coreógrafo atualmente leva o grupo de dança a participar de enventos como casamentos, festas debutantes e apresentações festivas na cidade e região. Dudu Brasil Ficha técnica: * Dudu Brasil – Voz e Violão Dudu Brasil: Músico – realização de eventos, casamentos, bares, shows, e afins – até a presente data. Professor de Música – Escola de Música KenSom – (1998/2004) Professor de Música – Conservatório Musical Santa Cecília – Barretos, SP – Brasil (2007/2012) Professor de Música – Colégio Cecília Meireles – Colina, SP - Brasil. Duração (em minutos): * 80 minutos Miqueias Moreira de Carvalho Cresci na cidade de Tatuí onde estudei música, depois disso morei em São Sebastião litoral norte de São Paulo onde comecei a trabalhar e viver da música por volta de 1990. Toquei nos bares e hotéis de ilha bela, São Sebastião e Caraguatatuba por alguns anos. Toquei nos bares e hotéis de ilha bela, São Sebastião e Caraguatatuba por alguns anos. Vim para o interior do estado em 1999 onde já cheguei tocando no Grêmio recreativo de Barretos, e logo comecei a acompanhar duplas sertanejas como Tales e Tiago,Camargo e Guimarães etc. Fiz abertura do evento motor cycle tocando hino nacional norte americano na guitarra em Barretos em 2012 2013 e tbm abertura da festa do peão na arena. Duração (em minutos): * 80 minutos Studio Art Dance Espetáculo de dança: “AS CORES E SUAS EMOÇÕES“ Tipo de evento: apresentação online Release: Lelê, a menina branquinha manchada é discriminada por não ser branquinha como seus amigos, um dia encontra um príncipe, o responsável pelo “Reino das cores”, que a mostra o quão importante são todas as cores e tudo que elas representam. Depois de passear pelas cores Lelê encontra seu lugar e percebe o quanto ela é especial. Duração: 1 hora e 20 minutos. CIA A DITA CUJA A Cia. A DitaCuja foi fundada em fevereiro de 2007 na cidade de Ribeirão Preto/SP. Imediatamente lançou o projeto “Poesia em Cena” e propunha-se a criar peças curtas a partir do estudo de poesia, filosofia e técnicas de corpo e voz. Em nossa bagagem carregamos as peças autorais Roleta Russa (2009 - adulto), Florisbela e seus dois pretendentes (2008 - rua), WineMerewá (2010 - infantil – espaço não convencional), Willi in propriedade (2012 – Adulto – espaço não convencional), Artes de Branca Flor (2013 - infantil), Dom Chicote Mula Manca e seu fiel escudeiro Zé Chupança (2013 - rua), Mundolino (2016 - infantil), Desventuras de um Quixote em Terras de um país qualquer ou nenhum (2018 – rua), Finda (2019 – Adulto – teatro de formas animadas) a leitura encenada Os Dois Cavalheiros de Verona de William Shakespeare (2015 – espaço não convencional), Viajantes e Relicário (2012 e 2017 - Teatro lambe-lambe), Pequenópolis e o Gigante Bailarino (2020 – Infantil – teatro de formas animadas), Gran Circo de Fios (2021 – Infantil – teatro de formas animadas/marionetes) e números e experimentações sobre palhaçaria feminina e bonecos. Além disso, o grupo também investe em projetos paralelos de pesquisa que reúnem artistas da Cia e convidados com interesses comuns. Em 2012 implantou o núcleo Teatro de Caixeiros, que reúne outros artistas para desenvolver pesquisas sobre o teatro lambe-lambe e o universo do teatro em miniatura, promovendo oficinas e circulando com caixas lambe-lambe com o projeto Feira de Teatro Lambe-lambe. Na estrada, nossas peças viajaram mostras, festivais e projetos. Também conquistaram vários prêmios em editais, dentre eles, o edital de montagem do Prêmio Myriam Muniz 2012 da Funarte que proporcionou a montagem e primeira circulação da peça Dom Chicote Mula Manca e editais do Proac para circulação dos espetáculos Dom Chicote Mula Manca (2014), Viajantes (2015), Desventuras de um Quixote em terras de um país qualquer ou nenhum (2017 e 2019) e Feira de Teatro Lambe-lambe (2018), além de ganhar prêmios em vários festivais como Festival de Teatro de Ibirá, Festival Nacional de Teatro de Paranavaí e Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba. A Dita atua com arte e pela, e por isso age interferindo no cenário cultural, participando e organizando ações a favor da arte. Das nossas ‘artes’ estão a organização da Mostra de teatro de rua "Passa Chapéu" em 2009, inauguração do espaço cultural Casa das Artes em 2010 e em 2011 a implantação do projeto Sala de Teatro que orienta a formação de grupos estudantis em escolas públicas de Ribeirão Preto. Gran Circo de Fios é uma obra ficcional criada pela Cia A DitaCuja, grupo fundado em 2007 e desde então sediado na cidade de Ribeirão Preto-SP que buscou as referências do circo de performance, com números de virtuose e perigo e do universo das manionetes (ou bonecos de fios) para criar uma obra que proporcionasse diversão e encantamento, dialogando diretamente com o público infantil. Buscamos magia, ludicidade e visual, para que a estética dialogasse com a linguagem e nos permitisse levar para as crianças uma obra que tocasse e comunicasse. Dessa forma idealizamos um espetáculo que misture interpretação de atores com bonecos para conduzir a narrativa da história, onde duas palhaças, Teodora e Dorotéa, se dividem entre números arriscados e cheios de humor. Únicas integrantes do Gran Circo de Fios, as duas precisam se desdobrar em papéis para que os números da apresentação circense possam acontecer. Os bonecos nos auxiliam no caminhar da proposta que parte do território da infância sem travas, que se abstrai e se permite transitar entre o real e o imaginário, por vezes sem nem perceber os limites, e o campo adulto onde a lógica e a necessidade de coerência nos amarra dentro do conceito de normalidade. Vivenciar essa proposta é seguir no caminhar do nosso trabalho e aprofundar nossas pesquisas em busca de técnicas e linguagens que nos permitam potencializar ao máximo nossos espetáculos e o diálogo com nosso público. O apresentador anuncia o início da apresentação do Gran Circo de Fios com números de grande habilidade e perigo. Duas palhaças, Dorotéia e Teodora adentram a arena para dar início à apresentação que passa pelos números mais variados de virtuose e diversão. Gags clássicas de palhaços, o perigoso número de caminhar sobre a corda bamba, o clássico número do mergulho no copo e o assustador número da palhaça arremessada pelo canhão estão entre as cenas que o público poderá presenciar no espetáculo, apresentadas pelas marionetes Dorotéia e Teodora. Em um jogo narrativo com as duas bonecas está a voz do apresentador do circo, um locutor que além de anunciar os números também interage com as bonecas durante todo o espetáculo. Ficha técnica Elenco: Michelle Maria, Daniele Alana e Rafa Touso Direção: Tânia Alonso Encenação: Flávio Racy Trilha sonora: Guilherme A.B.C. Ishie Desenho de Luz: Flávio Racy Figurinos do elenco e adereços: Tania Alonso Figurinos das marionetes: Analia Foresto Construção das marionetes: Flávio Racy Cenografia: Flávio Racy Cenotecnia: Flávio Racy e Marcos Melo Técnica: Marcos Melo e Flávio Racy Estágio criativo: Rafa Touso e Arthur Diniz Social media e comunicação: Michelle Maria Produção e Direção geral: Flávio Racy Realização: Cia A DitaCuja Desventuras de um Quixote SOBRE A PEÇA Nossa história começa no ano de 2010, quando a trupe da Cia. de teatro A DitaCuja iniciou seus estudos sobre o Teatro de Rua. De lá para cá treinamentos e experimentos dessa arte foram realizados, até que em 2012 surge a pontual ideia, oriunda dos cafundós da mente de nosso artista Flávio Racy, que sugeriu dentre seus textos prediletos esta saga: um herói que perseguindo sua grande vontade torna-se cavaleiro real para defender a verdade e a justiça. O grupo com o intento de contar essa saga nas ruas, convida para conduzir o trabalho, André Cruz, ator e diretor e segue-se a jornada, a fim de conceber uma proposta de encenação que passa por investigações, indagações e observações. Escolhemos a estética, Steampunk. Treinamos as técnicas necessárias, máscaras, acrobacias, canto e esgrima. Reunimo-nos com profissionais experientes, que vieram compartilhar seus conhecimentos. Fábio Resende (Ator, diretor e dramaturgo d’A Brava Companhia), Karl Felippe (Membro fundador do Conselho Steampunk de São Paulo) e Delson Ferreira (Sociólogo). Estreamos uma primeira versão, Dom Chicote Mula Manca e seu fiel escudeiro Zé Chupança, às 11h do dia 14 de setembro de 2013 na praça XV de novembro no município de Ribeirão Preto seguida de temporadas de circulação através do Prêmio Myriam Muniz/Funarte, Proac Artes Cênicas para a Rua 2014 e 2017 e festivais, deixando as marcas deste herói que em sua jornada pela verdade encontra nada mais que a realidade. Estando próximos de chegar aos cinco anos de espetáculo, entendemos que nossa obra que abordava relações sociais e relações de poder, que construía analogias com nossas cidades e nosso país, já não mais dialogava com o mundo à nossa volta e que pedia novos ares para que cumprisse sua função de observação e exposição da nossa sociedade. Assim, voltamos para a sala de criação, tiramos coisas daqui, colocamos outras ali e em 2018 apresentamos nossa segunda versão, uma releitura da mesma obra: Desventuras de um Quixote, em terras de um país qualquer ou nenhum. ENCENAÇÃO O teatro de rua é uma arte milenar que ainda se mostra uma forma de manifestação extremamente moderna. Ir para a rua já é por princípio uma escolha política, uma escolha que carrega ações, pensamentos e técnicas específicas. Estar na rua é invadir o espaço e colocar seu pensamento e suas escolhas para o mundo, é deixar o comodismo do privado e se expor literalmente em praça pública. Essa é a nossa escolha. Dessa dualidade entre público e privado, antigo e moderno nasce a proposta da peça “Dom Chicote” da Cia A DitaCuja, propondo a criação de um outro tempo, um outro lugar. E na busca entre um provável passado com um possível futuro encontramos no movimento Steampunk o contexto perfeito para recriar essa odisseia quixotesca, com seu visual retro-futurista e suas aventuras fantásticas. Construindo um lugar situado entre o passado e o futuro expondo assim, inevitavelmente, o presente e a utópica busca de nosso Dom Quixote. Quando o espetáculo inicia-se, o público é recebido pelo cenário formado por uma Kombi com um palco superior instalado, uma carreta transformada em palco e uma arena demarcada por uma corrente. Neste espaço chega o grupo, vindo em cortejo e cantando a música tema do espetáculo que define a abertura dos trabalhos e canta a história de um reino não tão distante e com um monarca não muito diferente dos nossos governantes. Entra em cena o Primeiro Ministro do Rei que prepara a sala de audiências reais para a chega sua Majestade, o rei, e os dois aproveitam o fato de estarem sós para falar das tramas reais. Ao iniciar a audiência, chega Dulce, uma cidadã que busca melhorias nas condições de educação, saúde e transporte, mas acaba por ser colocada para fora por enfrentar sua majestade. Em seguida um empresário vem cobrar uma dívida do reino e acaba por receber várias promessas e vantagens. A Grande Mídia também não deixa de enviar uma representante para tratar de assuntos com o Rei e por último, um cidadão motivado por fazer o bem para seu país, Quixote, que acaba sendo condecorado como cavaleiro real e colocado pelo rei e pela mídia para vagar pelo reino em busca dos “bandidos” que o deixaram em um estado de abandono e pobreza. Não sem antes receber óculos que, com a desculpa de ajuda-lo a encontrar os inimigos do reino, na verdade manipula a sua visão fazendo com que nosso Quixote enxergue monstros onde não há. Logo ao iniciar sua jornada, Dom Quixote encontra Dulce transtornada após a audiência, e percebendo ser ela uma grande conhecedora das mazelas do reino, a contrata como sua assistente. Assim está definido o encontro que mudará a história do reino e desse encontro dos dois personagens que buscam justiça, nasce uma amizade e uma empolgante história de aventura. Entra em cena Cidinha, uma moradora de rua, que logo trava um diálogo com Dulce que acaba de também chegar, para encontrar Quixote. Enquanto as duas conversam e Cidinha narra sua situação, morando na rua, vivendo de esmolas, e com uma perna machucada recentemente, a Grande Mídia chega e ao depararse com tal figura tenta convencer a todos que ela não passa de uma vagabunda que se aproveita dos outros como meio de vida. Dom Quixote ao chegar vê a moradora de rua como uma terrível medusa e tenta ataca-la. Cidinha escapa dos avanços de Quixote mas logo em seguida surge um artista de rua que cospe fogo, apresentando o seu número. Quixote, ainda manipulado pelos “óculos da verdade”, enxerga nele um terrível dragão que tenta atacar a população e mais uma vez trava uma batalha contra a “criatura” que acaba por escapar graças a ajuda de Dulce. Enquanto Dulce e Quixote dialogam sobre os monstros que um enxerga e a outra não consegue ver, surge um casal de mulheres que é interpretado por Quixote como um monstra de duas cabeças. Ele mais uma vez tenta lutar contra a criatura e é impedido por Dulce. Essa, faminta, sai em busca de algo para se alimentar e deixa Quixote tomando conta do reino. Na sua ausência ele ainda enfrenta um gigante que logo será desmascarado por Dulce que retorna narrando sobre um ataque que aconteceu à uma favela próxima, onde um barraco foi duramente perfurado por espadas. Dulce enfim compreende o que está acontecendo com seu parceiro e quando tenta falar sobre os óculos que estão manipulando sua visão, urros ensurdecedores chamam a atenção de Quixote. Ele “percebe” um ataque de terríveis criaturas logo a frente e quando uma delas se desgarra e vem em direção aos dois ele tenta mais uma vez enfrentar o monstro, dessa vez uma bruxa que os ataca com sua vassoura. Dulce já cansada das fantasias de Dom Quixote tenta persuadi-lo a tirar os óculos e é interrompida pela entrada da Grande Mídia e um guarda real que vem buscar a criatura. Dulce explica tratar-se de uma professora com um cartaz, manifestando-se por melhores condições de trabalho e convence Quixote a tirar os óculos. Quando a verdade se revela, ele trava uma luta vencida pelo guarda real que leva Dulce presa. Dom Quixote decidido a resolver a situação volta ao palácio para confrontar o Rei. Nessa jornada, ele descobre muito mais do que simples monstros e bandidos, descobre o reino em que vive, descobre os reais culpados e descobre a verdade e é surpreendido pelo poder do monarca, a traição da imprensa e acusações descabidas que o transforma em um traidor do reino. FICHA TÉCNICA EQUIPE DE CIRCULAÇÃO Elenco: André Cruz – RG 18.574.893-4 | CPF 101.089.278-90 Flávio Racy – RG 26.441.482-2 | CPF 249.480.338-12 Michelle Maria – RG 41.356.207-4 | CPF 308.417.078-98 Nathália Fernandes – RG 34.935.579-4 | CPF 364.476.168-09 Tânia Alonso – RG 222.347.719-3 | CPF 183.347.778-25 Produção: Flávio Racy – RG 26.441.482-2 | CPF 249.480.338-12 Assistente de produção: Mariana Cazula – RG 44.937.475-0 | CPF 344.799.918-75 EQUIPE DE CRIAÇÃO Direção e dramaturgia de André Cruz Atuação de André Cruz Flávio Racy Michelle Maria Nathália Fernandes Tânia Alonso Preparação Musical de Márcio Bá Preparação Circense de Ronando de Jesus Preparação de Técnica de Rua de André Cruz Cenografia de Flávio Racy Figurinos de Zezé Cherubini e André Cruz Composição e trilha sonora de Márcio Bá Edição de som de Francis Wiermann Confecção de Máscaras de André Cruz Confecção de objetos de cena da Cia. A DitaCuja, André Cruz e Tânia Alonso Orientação teórica de Fábio Resende, Karl Felippe e Delson Ferreira Programação visual de Flávio Racy Projeto da Cia. A DitaCuja Direção artística de Flávio Racy Assessoria de imprensa de Michelle Maria Fotografia de Sabryna Muralli Filmagem de Antonio Torres
Objetivo geral: O presente projeto anseia promover o espírito cristão com decorações criativas, luzes e projeções de imagens natalinas nos principais prédios públicos da cidade e logradouros que cercam a praça central, criando um ambiente de magia visando chamar a atenção da população para a maior comemoração do planeta, além de promover diversificada programação cultural, contribuindo assim para a melhoria na qualidade de vida dos cidadãos, e instaurando o espírito natalino a partir dessa programação. Objetivo específico Realizar 2 apresentações de espetáculos teatrais Realizar 3 apresentações de dança Realização de 2 shows musicais, Retribuição de 4 oficinas de contação de história para alunos de escolas públicas
O evento Natal da Esperança que já se tornou uma tradição no calendário cultural local de Colina-SP, colabora para a salvaguarda de hábitos, costumes e tradições de um povo interiorano, com grande potencial cultural, que cultiva suas raízes, que se orgulha da sua identidade étnica, que zela pela conservação do seu patrimônio histórico-cultural e que preserva suas relações afetivas e estimula as novas gerações ao respeito e continuidade de suas tradições materiais e imateriais. Por conseguinte, é tradicionalmente um evento noturno, realizado na Praça Central do Município de Colina - SP, com estrutura de palco, som, iluminação e cadeiras e as atividades culturais fazem parte do cotidiano das pessoas, uma vez que a maioria das apresentações decorre de projetos socioeducacionais e de artistas locais e regionais, cuja diversidade de repertório atende à demanda cultural do município. Neste novo formato online continuará ocupando seu lugar na vida dos cidadãos colinenses levando para dentro de suas casas lazer, entretenimento e, o mais importante, a mensagem de paz e esperança de um futuro melhor com saúde e prosperidade na certeza que em breve poderemos nos reunir presencialmente e desfrutar da companhia das pessoas e do calor humano. Em meio a catástrofes e perdas provocadas pela pandemia de covid- 19 o projeto tem como princípio destacar a esperança, sentimento tão necessário em momentos como estes em que todos nós fomos acometidos. O brilho da luz no fim do túnel e a mensagem de que é possível acreditar em tempos melhores se torna o intuito principal deste projeto. Proporcionar à comunidade em geral um contato direto com esta data festiva e tão especial, o Natal, agregado harmoniosamente ao espírito cristão transformando a cidade num palco de milhares de luzes, decoração e emoção junto as apresentações mencionadas voltadas ao cenário natalino oferecendo ao público um cenário de encantamento e de uma fábrica de sonhos. O Município de Colina realiza com recursos próprios o Natal Iluminado desde 2001. Com a escassez de recursos públicos atrelada à dificuldade econômica que o país enfrenta em decorrência das barreiras impostas pela pandemia da Covid 19, esse apoio é imprescindível para realizarmos um evento com maior qualidade de infraestrutura e melhores condições de apoio aos participantes, visando fomentar o incremento das tradições culturais locais e atender toda a diversidade cultural do município. O projeto busca proporcionar lazer e diversão preservando e difundindo a cultura local, transmitindo para o mundo todo os aspectos culturais deste município e seu povo, ressaltando-se a possibilidade da conquista de novos públicos e sendo fator multiplicador da herança cultural. Além disto, suas ações colaborarão para o aquecimento da economia local com empregabilidade temporária na cadeia produtiva cultural e consequentemente no comércio em geral. Deste modo, queremos proporcionar o fortalecimento da cultura com apresentações ao longo do evento, decoração da cidade, instaurando assim a magia natalina e acesso aos hábitos e costumes de uma data muito significativa para a sociedade de modo geral, que contribuem para o espírito da ocasião, oportunizando ações turísticas locais e também incentivando o comércio local. Acreditam que para realizar o Natal da Esperança de 2021 na formatação de evento online contribui para levar cultura e entretenimento para as famílias em uma época natalina e possibilita grande contribuição para geração de renda do setor cultural extremamente prejudicado durante a pandemia de COVID-19. Se faz necessária a iniciativa afim de proporcionarmos uma mensagem de acolhimento e esperança em tempos difíceis. No intuito de alinhar o projeto aos preceitos que regem a Lei 8.313/91, acreditamos que o projeto enquadra-se nos incisos I, II,III, IV, V, VIII, IX do Artigo 1, que versam sobre: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e priorizar o produto cultural originário do País. Da mesma forma, acreditamos que o projeto tem como finalidade o fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, de acordo com o Art. 3°, inciso II alínea c, inciso IV alínea a, da mesma Lei referida acima.
Prezados. Já entramos com o pedido de alteração do CNAE para inserir o 9001-9/99 conforme indicado, enviamos comprovante em anexo. Entretanto até o momento da resposta dessa diligência, tal certidão ainda não fora atualizada. Solicitamos que nova diligência seja encaminhada para que consigamos em tempo hábil apresentar tal documentação atualizada
SEM APLICABILIDADES
PRODUTO PRINCIPAL: ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Não é necessário prever acessibilidade física, tendo em vista que o projeto acontece de forma virtual Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais Haverá audiodescrição para as apresentações de dança e teatro ITEM NA PLANILHA: 16 – AUDIODESCRIÇÃO Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos Haverá tradução em libras para as apresentações de teatro ITEM NA PLANILHA: 18 – INTÉRPRETE DE LIBRAS PRODUTO SECUNDÁRIO: MÚSICA POPULAR Acessibilidade física: Não é necessário prever acessibilidade física, tendo em vista que o projeto acontece de forma virtual Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais Não é necessário prever audiodescrição, visto que tratam-se de apresentações exclusivamente musicais Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos Haverá intérprete de libras para o conteúdo das músicas ITEM NA PLANILHA: 22 – INTÉRPRETE DE LIBRAS CONTRAPARTIDA SOCIAL: OFICINAS DE TEATRO Acessibilidade física: Não é necessário prever acessibilidade física, tendo em vista que o projeto acontece de forma virtual Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais Não é necessário prever audiodescrição, visto que o conteúdo das oficinas será transmitido unicamente pela fala Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos Haverá tradução em libras para o conteúdo das oficinas ITEM NA PLANILHA: 19 – INTÉRPRETE DE LIBRAS
No intuito de alinhar o projeto ao que prevê o Art.21 da IN 02/2019 o projeto irá contemplar o inciso IV que visa permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Associação Mix Esportes e Cultura - PROPONÊNCIA E GESTÃO GERAL DO PROJETO. IMARP - Imagens em Movimento a céu aberto • Ano: 2014 e 2016 • Número de beneficiários direta e indiretamente: 400 pessoas • Local de Realização: Centro Cultural Palace e Esplanada do Theatro Pedro ll • Síntese do projeto e ações desenvolvidas: • O festival de vídeo dança, executado através do Patrocínio integral pela captação feita a partir da aprovação do projeto pelo Proac Icms e em 2016 obtendo a contemplação no edital nacional “O Boticário na Dança”. • *A então associação executava o projeto em parceria com o centro cultural Palace como ASCUPARP Síntese Hip Hop – 1º Festival Internacional de Arte e Cultura Periférica • Ano: 2015 • Número de beneficiários direta e indiretamente: 20 mil pessoas • Local de Realização: Fundação Casa, Rodoviária de Ribeirão Preto, Escolas Públicas e Particulares, Centros Culturais e Praças da cidade de Ribeirão Preto. • Síntese do projeto e ações desenvolvidas: O SÍNTESE vai além de apresentações e batalhas, é um projeto idealizado para dar visibilidade e expandir de forma crescente e sustentável as expressões da Cultura Hip Hop no interior de São Paulo, mais especificamente na cidade de Ribeirão Preto, que já foi um polo dessa cultura. • O projeto nasceu de uma iniciativa de jovens que se juntam para fazer eventos de rua simplesmente pela necessidade de manter viva a cultura hip hop na cidade e teve inicio meses antes, com as ações participativas para divulgações em núcleos culturais/sociais e em escolas da rede de ensino da cidade, sendo esse um instrumento de estimulo à participação social. • Sempre se utilizando dos quatro elementos do Hip Hop (Breanking Graffiti, Dj e Mc), atingindo mais de 20 mil pessoas nessas ações e envolvendo assim público e possíveis participantes. Em todas as ações foram distribuídas Fanzines (revista em quadros) com temática da cultura Hip Hop. • *Projeto Contemplado pelo Proac Editais – 13/2015. * Premiação CONDECA – Conselho Estadual dos Direitos das Crianças e Adolescente. • *A então associação executava o projeto como ASCUPARP Exposição Itinerante O olhar de Hercule Florence sobre os índios brasileiros • Ano: 2015 • Local de Realização: Centro Cultural Palace • Número de Beneficiários direta e indiretamente: 5 mil pessoas • Síntese do projeto e ações desenvolvidas: • Para as curadoras, o material exposto é um testemunho importante da situação dos grupos indígenas nas primeiras décadas do século XIX, configurando-se, assim, como fonte documental relevante. “Seu acervo pode ser considerado um veículo para a construção da memória e identidade dos grupos indígenas na atualidade”, afirma. A seleção do material priorizou o olhar de Florence e suas descrições sobre a riqueza cultural dos grupos indígenas Coroado-Kaingang, Xavante Paulista (Oti e Ofayé), Kayapó do Sul-Panará, Guaikuru-Kadiwéu, Bororo, Apiaká e Munduruku, todos visitados por Florence durante a missão científica. • Em seus desenhos transparece o rigor documental. Por isso, as obras constituem uma contribuição importante para o conhecimento de grupos indígenas brasileiros que se encontravam até então ausentes do panorama iconográfico. “Hercule Florence relata o cotidiano vivido no percurso de mais de 13 mil quilômetros, a maior parte navegando pelos rios Tietê, Paraná, Paraguai, Tapajós e seus afluentes”. • *A então associação executava o projeto como ASCUPARP Oficina de Gaita e Viola Caipira • Ano: 2016 • Local de Realização: Centro Cultural Palace - Auditório “Pedro Paulo da Silva" • Número de Beneficiários direta e indiretamente: 400 pessoas • *A então associação executava o projeto como ASCUPARP Larissa Duarte Batista –PRODUÇÃO EXECUTIVA Projeto “Vídeo Transformação” - Salto, SP Março – 2015 Função: Oficineira O projeto contemplado pelo Edital Proac 13/2015 Concurso de Apoio e Projetos de Festivais de Artes do Estado de São Paulo, sob realização do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura. O Projeto intitulado “Vídeo Transformação” fora realizado em parceria com a prefeitura de Salto onde o trabalho desenvolvido com jovens e adolescentes infratores do (CRAS e CREAS) fundamentou-se na produção de um curta metragem de no máximo 5 minutos produzido e dirigido pelos alunos da oficina, tendo como o curta vencedor da mostra comunidade no festival de mostras competitivas do curta salto. O Festival possui uma intensa programação audiovisual gratuita, voltada para o público em geral. Memorial “Casa da Memória Negra” - Salto, SP Maio - 2016 Função: Assistente de Pesquisa Sobre a exposição multimídia, trata dos temas da cultura afro-saltense como a origem bantu da maioria dos africanos escravizados na região Sudeste brasileira, Salto como rota de fuga de escravos, a população negra livre e escrava no final no período colonial, a relação de fé, festas e comidas, a inserção do negro na sociedade de classes industrial e urbana e as brincadeiras infantis, lendas e contos. A composição e função da equipe de pesquisa consistiu em contatar as famílias afro descentes da cidade em busca de objetos pertencentes as mesmas e passados de geração em geração para a exposição, dentre relatos do cotidiano a época escravocrata aos tempos de hoje. Revista Manifesto - Salto, SP Agosto - 2016 Função: Editora de Mídias Visuais O Conteúdo de audiovisual vinculado a revista era de responsabilidade da edição de mídias visuais Curta Metragem “Eu, Samilly Vellasquez” - Salto, SP Julho – 2015 Função: Equipe de Som / Captação Responsável pela captação de som ambiente. Curta Metragem “O Curuquim” – Jundiaí, SP Julho – 2018 Função: Direção de Arte Responsável pela criação artística do filme, design, figurino, maquiagem e etc. Curta Metragem “Quimera” – Salto, SP Abril – 2018 Função: 1° Assistente de Produção Curta Metragem “Existo” – Sorocaba, SP Setembro – 2018 Função: Assistente Direção de Produção Parlare Marketing e Comunicações – Ribeirão Preto, SP Setembro - 2019 Função: Comercial/Vendas Responsável por vendas e captações de recursos para projetos aptos a captação via incentivo fiscal, ICMS, IR, MUNICIPAL, PRONAS, PRONON. Associação Mix Esportes e Cultura – Função: Coordenadora Geral Responsável pela elaboração e inscrição/protocolo de projetos a serem captados via lei de incentivo fiscal. Formação - Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio (CEUNSP) – Salto, SP 2015 – 2018 Bacharel em Cinema e Audiovisual Palestrante convidada para o evento “Todas As Vozes” em 2017 na cidade de Salto – SP para tratar do tema de minha pesquisa sobre a importância da Mulher para o cinema Queer. Palestrante convidada a ministrar a palestra “Breve Análise do Cinema Realizado por Mulheres” para aos alunos do curso de pedagogia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Câmpus Campos do Jordão. Gilberto Gonçalves - COORDENADOR GERAL Morador da cidade de Colina Pós-graduado em Cultura “Plano e Ação” pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo ECA-USP (2020). Graduado em Educação Física pela Universidade de Brasília UnB (2013); Atua na cidade de Colina interior de São Paulo como Coordenador de Atividades Culturais desde 2017; Eleito Presidente do COMTUR – Conselho Municipal do Turismo de Colina (Biênio 2017-2019 e 2019-2021). Realiza eventos culturais no município sendo os mais relevantes: Primavera Nacional de Museus, Encontro paulista de Museus. Exposições temporárias, Estação cultura. Oficinas culturais. Visita guiada. Encontro de carros antigos. Pesquisa da historicidade de Colina. Principais projetos e ações em que já atuei Colaboração na criação do Museu do Cavalo de Colina Estruturação da reinauguração do Museu Municipal de Colina em outubro 2017 Projeto Moto Vinil - 2018 Projeto A Rede Cultural - 2017-2020 O projeto “A Rede Cultural” procura criar uma rede de comunicação comunitária capaz de produzir e descentralizar a informação e o conhecimento, e realizar mostras e apresentações culturais com o produto final do projeto, sejam: espetáculos teatrais, apresentações de bandas musicais, dança etc. Enriquecendo os eventos culturais da cidade. • As atividades e oficinas culturais são desenvolvidas aos finais de semana, preferencialmente aos sábados, das 9:00 às 12:00 horas, no espaço do Museu Municipal de Colina. Valorizando o espaço físico do Museu, suas finalidades histórico-sociais e dando sentido comunitário a sua existência enquanto parte da vida coletiva e individual do morador de Colina. Projeto Caminhos nos bairros - 2018 Projeto Estação Cultural - 2018-2019 Projeto Estação Cultural - 2° Arraia do museu 2019 17° Semana Nacional dos museus - 2019 12° Primavera dos museus - 201813° Primavera dos museus- 2017 Oficinas de teatro, história em quadrinhos e produção de videoclipe – 2018 Feira do livro - 2018 Festival da Independência - 2017 Festival Afro - 2018 Exposição fotográfica Memorias Afetivas do café – 2019 Projeto biblioteca viva - 2019 Viagem literária – 2019 Tributo a Memória Ferroviária – 2019 Organização do CIRCUITO SP com o artista PAULO MIKLOS – 2019
PROJETO ARQUIVADO.