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PRONAC 212411Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O BOI DO VALE A OURO

ANA PAULA RODRIGUES DE LIMA 10784337713
Solicitado
R$ 199,2 mil
Aprovado
R$ 199,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2021
    Cadastro PRONAC
    Ano 21
  2. 01/02/2022
    Início previsto
  3. 15/06/2022
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2022-02-01
Término
2022-06-15
Locais de realização (6)

Resumo

Circulação do espetáculo teatral Bumba meu Mito seguido de bate-papo com o público. O lançamento do projeto contará com palestra inaugural, em formato online, sobre cultura popular. Como contrapartida, serão realizadas oficinas de teatro. Todos os produtos do projeto possuem entrada franca, classificação livre, medidas de acessibilidade e garantia dos protocolos de prevenção ao novo coronavírus.

Sinopse

BUMBA MEU MITO é um espetáculo teatral que se baseia na história da encenação do Bumba meu boi em que a personagem Catirina, grávida de seu marido Chico, obriga o esposo a roubar a língua do boi de estimação do Fazendeiro para comê-la. Num diálogo com a antiguidade grega clássica, a cena inicia-se no mito que habita o labirinto de Creta e vem atravessando o tempo até que a história alcance a transformação do Minotauro no tradicional Boi, do Boi bumbá brasileiro. Ao longo do espetáculo, os personagens e seus duplos – Rei Minos e Fazendeiro; Catiriadne e Catirina; Teseu Francisco e Chico; Dédalo e Capataz; Filósofo e Pajé vão envolvendo o público numa trama fantástica em busca da ressurreição do mítico boi.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar apresentações do espetáculo teatral Bumba meu Mito, seguidas de diálogo com o público, com entrada franca. Objetivos Específicos A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: realizar 6 apresentações teatrais da peça Bumba meu Mito, seguida de momento de diálogo com a plateia, com entrada gratuita, medidas de acessibilidade e de prevenção à disseminação do novo coronavírus. Atendimento estimado de 810 pessoas. B) Produto PALESTRA SOBRE CULTURA POPULAR: realizar 1 (uma) palestra em formato online sobre o tema cultura popular e sua relação com a arte, com acesso gratuito e medidas de acessibilidade. Atendimento estimado de 100 pessoas. C) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL/OFICINA TEATRAL: Realização de 2 (duas) oficinas teatrais, em formato presencial, em instituições públicas a serem definidas pela produção local. Será oferecida para professores e alunos da rede pública de ensino, abordando de forma transversal os desafios da promoção de acesso às pessoas com deficiência. Atendimento estimado de 100 pessoas.

Justificativa

Atendendo ao Inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91 que expressa a finalidade de "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" e com o intuito de apresentar o espetáculo Bumba meu Mito, obra artística e cultural, nos lugares mais remotos do país, concebemos o projeto O BOI DO VALE A OURO que realizará 6 apresentações teatrais, seguidas de diálogo com o público, 1 palestra sobre cultura popular e 2 oficinas teatrais (ação de contrapartida) oferecidas de forma gratuita ao público. Em busca da plena realização do projeto e facilitando, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, adotaremos medidas como a presença de intérprete de libras, serviços de audiodescrição, fornecimento de assentos a pessoas com dificuldades de locomoção, reserva de espaço para cadeirantes e demais PCDs em local que garanta acesso ao recurso oferecido e boa visibilidade do produto cultural, disponibilização de insumos de higienização como álcool 70° e máscaras descartáveis, entrada franca e ampla divulgação através de mídias tradicionais e soluções criativas, em formato online e offline. De acordo com os incisos II, III, IV, V e VI do Art. 1º da Lei 8313/91, visamos "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro". Dessa forma, o projeto busca a formação de novas plateias, o intercâmbio artístico e cultural e a valorização da identidade popular brasileira. No caminho entre Governador Valadares (Vale do Rio Doce) e Ipatinga (Vale do Aço) temos Belo Oriente, cidade que há 70 anos criou o Boi Balaio para celebrar, no Sábado de Aleluia. Iniciar o trajeto de circulação do espetáculo Bumba meu Mito por essa região é promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira e uma forma de valorização dos conteúdos locais, sua tradição, sua crença e sua verdade. Com esse mesmo pensamento de celebração seguimos por Itabira, Catas Altas, Mariana até chegar a Ouro Preto, primeira cidade brasileira a se tornar patrimônio mundial pela UNESCO e que traduz em sua história a transformação cultural de nosso país. Compreendendo o teatro como um trabalho coletivo, a Cia Destroiados prevê como importante prática que todos os profissionais envolvidos em suas produções tenham o mesmo valor de remuneração por cada função desenvolvida no projeto, desde que garantidos os direitos previstos pelos seus respectivos sindicatos. Como forma de valorização dos recursos humanos locais, a equipe do projeto contará ainda com profissionais locais em funções estratégicas, que contribuirão com o conhecimento sobre a cultura local e formas de alcançar o público pretendido. Como ação secundária, realizaremos uma palestra inaugural sobre cultura popular, que será transmitida pela internet no Canal da Cia Destroaidos, gratuitamente, com um(a) intérprete de libras e recurso de legendagem. Nessa palestra, teremos a presença de um pesquisador acadêmico e um representante de grupos de cultura popular de Minas Gerais, com o objetivo de difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores e busca atender aos incisos VII e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91 "desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". Ainda atendendo ao inciso VIII do Art. 1° da Lei 8313/91, realizaremos um bate papo entre artistas e público que ocorrerá logo após o espetáculo, em cada apresentação. Além disso, também como ação de contrapartida, serão realizadas duas oficinas teatrais em Instituições Públicas de Ensino. Uma oficina será realizada na cidade de Governador Valadares e outra na cidade de Belo Oriente. A oficina teatral de contrapartida aborda, de forma transversal, os desafios da promoção de acesso às pessoas com deficiência. De acordo com o Art. 3° da Lei 8313/91 serão alcançados com o projeto O BOI DO VALE A OURO, os incisos II, III e IV: "fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Com a finalidade de exaltar a tradição da arte produzida pelo povo, pela oralidade e pela força do tempo, Bumba meu Mito é um espetáculo teatral em que o Bumba meu Boi, patrimônio imaterial da humanidade, é posto em diálogo com a cultura popular da Grécia antiga, um dos berços do teatro ocidental. Trata-se da peça de estreia da Cia Destroiados, fundada em 2017 no Estado do Rio de Janeiro. Há 5 anos, a Cia Destroaidos realiza apresentações em espaços públicos de regiões periféricas, com entrada franca e subsiste até então apenas através de venda direta de apresentações e oficinas em espaços privados ou através do velho e bom chapéu. Com a pandemia e a interrupção de atividades presenciais, não havia para a companhia nenhuma possibilidade de manutenção. Portanto, nesse período, tivemos que nos reinventar enquanto artistas e buscar outros meios de contato com o público e, para isso, também tornou-se necessário um investimento mínimo em tecnologia, algo que a maioria dos integrantes do nosso grupo não poderia fazer. Cuidando uns dos outros, parte do coletivo passou a estudar e elaborar projetos para o futuro. Foi assim que conseguimos participar do Edital Retomada Cultural RJ (Lei Aldir Blanc) e agora submetemos o presente projeto cultural à Secretaria Especial da Cultura, com vistas ao enquadramento do mesmo no artigo 18 da Lei 8313/91. Teatro não se faz sozinho. Grandes pesquisadores das artes cênicas afirmam que para ele aconteça é necessária a tríade essencial: ator, texto (ou pretexto) e espectador. Porém, sabe-se que para oferecer produtos artísticos de forma democrática, acessível, com valorização de recursos humanos e ampla divulgação é necessário investimento. Portanto, consideramos que o apoio do poder público, através da Lei 8313/91, promoverá condições para que ele se realize por meio de captação de recursos, concorrendo a editais e chamadas públicas. Com a realização de seis apresentações do espetáculo teatral Bumba meu Mito, seguido de diálogo com o público e realizando a palestra inaugural do projeto, estimamos beneficiar diretamente 910 pessoas e gerar trabalho e renda a cerca de 20 profissionais de forma direta e a outros profissionais de forma indireta, através dos serviços contratados pelo projeto. Com as atividades de contrapartida, estimamos beneficiar cerca de 100 estudantes e professores de instituições públicas de ensino. O BOI DO VALE A OURO é um projeto artístico de identidade cultural nacional. Circular pelo interior mineiro levando a efervescência de nossas manifestações contada em uma peça teatral de rua é, simplesmente, fazer seus cidadãos se divertirem com a riqueza de sua própria história, com a beleza e as cores de sua tradição e a musicalidade que partiu das vozes antigas fazendo o tempo valer ouro.

Estratégia de execução

Os espaços públicos onde serão realizadas as apresentações (ação principal do projeto), assim como as escolas que receberão a oficina teatral (ação de contrapartida) serão definidos em período de pré-produção. O transporte de equipe e cenário não se dará através de compra de passagens, pois é necessário um transporte específico para os itens de cenário da peça. Serão transportados no mesmo veículo: cenário, adereços, figurinos e equipe. Portanto, para o transporte será contratada uma empresa, que percorrerá o trajeto abaixo: . Rio de Janeiro/RJ X Governador Valadares/MG – 1 dia antes da primeira apresentação . Governador Valadares/MG X Belo Oriente – após a primeira apresentação . Belo Oriente/MG X Ipatinga/MG – após a segunda apresentação, no mesmo dia . Ipatinga/MG X Catas Altas/MG - após a terceira apresentação, no mesmo dia . Catas Altas/MG X Mariana/MG após a quarta apresentação, no mesmo dia . Mariana/MG X Ouro Preto/MG após a quinta apresentação, no mesmo dia . Ouro Preto/MG X Rio de Janeiro/RJ após a sexta apresentação, no dia seguinte. A equipe de viagem tem como ponto de partida a cidade sede da Cia Destroiados e da empresa proponente: Rio de Janeiro. Seguindo o roteiro proposto, a equipe de viagem, sempre chegará às cidades em que se apresentará 1 (um) dia antes do evento. Considerando que o deslocamento de Minas Gerais ao Rio de Janeiro configura longa viagem, essa será realizada no dia subsequente à apresentação em Ouro Preto/MG, última cidade atendida pelo projeto, de acordo com o roteiro acima. Os profissionais que integram a equipe de viagem são: 1 diretor e ator, 5 atores, 1 músico, 1 maquiadora, 1 contrarregra, 1 fotógrafo, 1 produtor executivo e 1 motorista. Para essa mesma equipe será providenciada hospedagem com café da manhã durante 7 dias, de acordo com o roteiro de viagem acima. Para a alimentação (almoço, jantar e lanche de camarim) inclui-se, além da equipe de viagem, o produtor local contratado para o evento. A remuneração do profissional motorista está incluída no valor pago à empresa de transporte contratada, todavia seus custos de hospedagem e alimentação são de responsabilidade desse projeto.

Especificação técnica

Ação principal do projeto . Apresentação do espetáculo Bumba meu Mito com 60 minutos de duração e classificação livre. Música e sonoplastia são executadas ao vivo. Contaremos com recursos de amplificação de vozes e instrumentos. Após cada apresentação do espetáculo ocorrerá um momento de diálogo entre artistas e público, com duração de 20 minutos, no mesmo espaço onde ocorrerá a apresentação da peça. Ressalva-se que o evento deverá adequar-se às normas sanitárias vigentes. Público-alvo: moradores das cidades atendidas pelo projeto e arredores. Ação secundária do projeto . Palestra sobre Cultura Popular com duração de 60 minutos e classificação livre. Será oferecida de forma gratuita, em formato online. Será transmitida pelo canal da companhia Destroiados, na plataforma youtube, permitindo a participação do público através de chat. Público-alvo: integrantes de grupos de cultura popular, artistas, estudantes e professores de ensino médio, graduação e pós-graduação de instituições públicas e privadas de ensino. Ação de Contrapartida . Oficina de Teatro com duração de 90 minutos e classificação livre. Será realizada em 2 ocorrências, sendo 1 na cidade de Governador Valadares e 1 na cidade de Belo Oriente. Em cada ocorrência da oficina serão oferecidas 50 vagas. público-alvo: professores e estudantes de instituições públicas de ensino da cidade de Belo Oriente e Governador Valadares. O espaço de realização da oficina será definido em período de pré-produção do projeto, através do contato de nosso produtor local com a Instituição. A Instituição atendida pelo projeto deverá possuir a PCDs em seu corpo discente e/ou docente. O espaço deverá possuir infra-estrutura adaptada a pessoas com dificuldade de locomoção. PROJETO PEDAGÓGICO DE PALESTRA SOBRE CULTURA POPULAR - AÇÃO SECUNDÁRIA CONTEÚDOS PEDAGÓGICOS . A Cultura Popular e o Nosso Tempo . A Oralidade nas Manifestações Populares . Relações entre Arte e Cultura Popular OBJETIVOS Proporcionar um encontro entre os saberes acadêmico e popular; Despertar o interesse do público à importância social da cultura popular Refletir sobre questões que envolvam a produção e manutenção das manifestações populares; Suscitar no público presente o desejo de assistir o espetáculo BUMBA MEU MITO como concretização das ideias abordadas; DIVULGAÇÃO Os produtores locais terão como uma das funções contactar as escolas públicas, universidades e grupos de cultura popular das regiões para que esses possam ter acesso à Palestra/Conversa que acontecerá na semana que antecede as apresentações do espetáculo teatral. Além dessa medida, serão afixados cartazes em unidades escolares da região atendida. Será realizada postagem patrocinada com foco de público para a região geográfica atendida. Disponibilização de formulário de cadastro virtual. Disponibilização de contatos para sanar dúvidas: via email ou whatsapp. ACESSIBILIDADE . Presença de um intérprete de libras (para deficientes auditivos). . Após a realização do encontro ao vivo, serão acrescidas, ao vídeo, legendas descritivas em língua portuguesa (closed captions); (para deficientes auditivos) . Os palestrantes e/ou o mediador do encontro deverão descrever as imagens que serão exibidas em slides ou manualmente a fim de contextualizar quem não vê o conteúdo (acessibilidade para deficientes visuais). . acessibilidade física: não se aplica, devido ao evento ocorrer em formato remoto. METODOLOGIA E DESENVOLVIMENTO Para uma maior abrangência de espectadores, para que o diálogo possa acontecer entre dois palestrantes de localidades diferentes, realizaremos a conversa em plataforma virtual no canal da Cia Destroiados. Como convidados teremos um representante da cultura popular mineira e um pesquisador acadêmico que tenha como instrumento de investigação a cultura popular brasileira. A interação entre os convidados se dará através de debate mediado por um integrante da Cia Destroiados. O público poderá participar do evento enviando observações e perguntas através de chat. PÚBLICO-ALVO Estudantes de ensino médio de escolas públicas das regiões do vale do rio doce e Ouro Preto; Estudantes de escolas técnicas públicas das regiões do Vale do Rio Doce e Ouro Preto; Professores de escolas públicas de ensino fundamental e médio das regiões do vale do rio doce e Ouro Preto; Alunos das Universidades Públicas do Estado de MG. RESULTADOS ESPERADOS Espera-se que, ao final do encontro, o público atendido seja capaz de: . refletir sobre questões do saber popular, valorizar tais manifestações e dar continuidade a pesquisas práticas ou teóricas já iniciadas na área; . perceber-se enquanto cidadão, como beneficiário e potencial produtor da cultura popular do seu país. Espera-se ainda que, a partir desse encontro inicial, o público participe das ações propostas pelo projeto, assistindo ao espetáculo Bumba Meu Mito e contribuindo no diálogo que acontece após cada sessão da peça, entre artistas e público. PROJETO PEDAGÓGICO DE OFICINA TEATRAL - AÇÃO DE CONTRAPARTIDA - Título: “EU SOU O OUTRO E O OUTRO SOU EU” OBJETIVO .Proporcionar o contato com a arte teatral ratificando que a mesma pode ser vivenciada por todas as pessoas, sem nenhuma distinção; .Estimular o estado de presença através de jogos teatrais que ampliem a escuta para o outro e para o espaço; .Promoção da autonomia e autoconfiança para execução das propostas; .Amplificação da concentração; .Fomento da coletividade e cooperação na realização das atividades. A oficina foi elaborada através da escolha de jogos e exercícios que permitem adaptações e flexibilidade à realidade cotidiana do público-alvo. CONTEÚDO Seleção de exercícios e jogos teatrais: .Roda de apresentação: cada um terá um breve espaço de apresentação. .Roda de aquecimento: cada participante será estimulado a realizar um movimento que conheça para aquecimento corporal e todos irão realizar juntos. .Movimentação pelo espaço: deslocamento livre dos corpos com atenção e olhar para o outro que cruzo. .Jogo dos comandos com números: os participantes receberão comandos de números que correspondem a ações, após apresentação de cada ação correspondente a um número, apenas os números serão falados e as ações deverão ser executadas por cada um. .Espelho: duplas, jogador A é o espelho e jogador B realiza movimentos à sua frente que devem ser reproduzidos. Após algum tempo o mediador da oficina irá pedir que troquem, B agora será o espelho. .Roda de bate papo com troca de impressões: expressão de sensações, perguntas e o que mais tiverem desejo de manifestar. PÚBLICO-ALVO .Estudantes do ensino médio da rede pública de ensino da cidade de Governador Valadares, priorizando PCDs. BENEFÍCIOS .Experiência de vivência, inédita para alguns, da oficina em um espaço acolhedor onde há troca de saberes e toda manifestação é valorizada. .Fomento à descoberta de práticas artísticas como possíveis vias de autoconhecimento, empoderamento e ampliação da empatia através do reconhecimento do outro. .Conhecimento de elementos integrantes do fazer teatral. .Reconhecimento do protagonismo dentro do coletivo. .Incentivo à participação, como espectadores, da apresentação do espetáculo teatral “Bumba meu Mito”. ACESSIBILIDADE .Presença de um intérprete de Libras. .O local de realização da oficina deverá contar com os seguintes recursos de acessibilidade física: banheiro adaptado para cadeirantes, rampas de acesso e espaço para circulação de cadeirantes no local da oficina. .Audiodescrição realizada pelos próprios mediadores da Oficina (integrantes da Cia Destroiados coordenados pela proponente do projeto, Ana Paula Rodrigues de Lima) DIVULGAÇÃO E AGENDAMENTO .A Oficina ocorrerá para um público fechado, com agendamento prévio, junto à unidade escolar. Esse agendamento será realizado pelo produtor local do projeto.

Acessibilidade

Ação principal do projeto - Apresentações do espetáculo Bumba Meu Mito: Acessibilidade física e de conteúdo: . Acessibilidade para deficientes auditivos: presença de um intérprete de libras e reserva de assentos em local com boa visibilidade do produto cultural e do intérprete - mínimo de 10 reservas de espaço por sessão para essa categoria de acessibilidade; . Acessibilidade para deficientes visuais: serviço de audiodescrição e reserva de assentos – 10 pessoas por sessão; . Acessibilidade física: fornecimento de assentos a pessoas com dificuldades de locomoção, pessoas obesas e idosos. Reserva de espaço para cadeirantes (para deficientes físicos) em local que garanta boa visibilidade do produto cultural – mínimo de 10 reservas de espaço por sessão para essa categoria de acessibilidade. Ação secundária do Projeto – Palestra sobre Cultura Popular Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras. Após a realização do encontro ao vivo, o vídeo permanecerá disponível e ao mesmo serão acrescidas legendas descritivas em língua portuguesa (closed captions); Acessibilidade para deficientes visuais: os palestrantes ou o mediador do encontro deverão descrever as imagens que serão exibidas durante o evento. Acessibilidade física: não se aplica, pois essa ação será realizada em formato remoto. Ação de Contrapartida – Oficina Teatral Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras. Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição realizada ao vivo pelos oficineiros durante o evento. Acessibilidade física: Realização da ação em espaço físico que ofereça medidas de acessibilidade como presença de rampas ou elevadores adaptados, banheiros adaptados, piso tátil, entre outras. Além disso, o espaço que acolher essa ação deverá ter em seu quadro docente e/ou discente PCDs. Deve-se acrescentar ainda que a oficina teatral aborda, de forma transversal, os desafios da promoção de acesso às pessoas com deficiência.

Democratização do acesso

Ação Principal do Projeto - Apresentações do espetáculo Bumba Meu Mito: Todos os produtos gerados por essa proposta cultural terão entrada franca. Portanto ressaltamos que essa proposta atende e amplia a proposta de distribuição da alínea "a" do inciso I do art. 20 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, que exige a distribuição de, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. Garantimos ainda que, tendo como base o art.21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, adotamos as seguintes medidas de ampliação de acesso aos produtos culturais oferecidos: . Atendendo ao Inciso III - disponibilizar, gratuitamente, o registro audiovisual de uma das apresentações realizadas neste projeto. O vídeo permanecerá disponível no canal Destroiados, na plataforma youtube, pelo período de, no mínimo, um mês após o período de execução do projeto, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; . Atendendo ao Inciso IV: permitir, ao público, a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Ação Secundária do Projeto - Palestra sobre Cultura Popular Terá, assim como todos os outros produtos do projeto, entrada franca e classificação livre. Portanto ressaltamos que essa proposta atende e amplia a proposta de distribuição da alínea "a" do inciso I do art. 20 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, que exige a distribuição de, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. Garantimos ainda que, tendo como base o art.21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, adotamos as seguintes medidas de ampliação de acesso aos produtos culturais oferecidos: . Atendendo ao Inciso III - disponibilizar o vídeo gerado pela palestra transmitida ao vivo, no canal Destroiados, na plataforma youtube, pelo período de, no mínimo, um mês, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Ação de Contrapartida do projeto - Oficina Teatral As ações de contrapartida do projeto também terão ingressos gratuitos que serão 100% distribuídos para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, respeitando e ampliando o previsto no inciso 2º do art. 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania “§ 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino)”, atendendo portanto ao Inciso I do art.21 da IN n° 02/2019 “doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados”.

Ficha técnica

PROPONENTE Nome Completo: Ana Paula Rodrigues de Lima Nome Artístico: Paula Almeida Função no projeto: Atriz e Coordenadora de Projeto Curriculo Resumido: Bacharel em Teatro pela Universidade Cândido Mendes. Integra o Grupo Nós do Morro desde 2002, participando de diversas montagens como atriz, destaque para a última: “Domando a Megera”(2015/2016), de William Shakespeare, direção de Fernando Mello da Costa. Integrou as equipes de gestão e produção do projeto “Nós do Morro Ano 30” (2016) e ministrou aulas de teatro com montagem final para 03 turmas no projeto “Criança Esperança: Nós do Morro Crescendo com Arte” (2017). É voluntária no Instituto Amigos do Ton, localizado no Vidigal, desde 2017 até o presente momento, mediando experiências artísticas para crianças com deficiência semanalmente, inclusive na pandemia de forma remota. Além disso, desde 2005 atua como produtora executiva e técnica, participando da produção de inúmeros espetáculos e festivais como: Seleção Brasil em Cena (2007 a 2009), FIL- Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens (2009), Festival Panorama (2011/2012), O Boticário na Dança (2013). Entre 2013 e 2015 atuou como assistente da Diretoria Operacional da Fundação Cidade das Artes. É integrante da Cia Destroiados desde 2018 e co-criadora do Coletivo Arte Volante. OUTROS INTEGRANTES Nome Completo: Rogério Magalhães Castro Nome Artístico: Rogério Magalhães Função no projeto: Diretor e Ator Curriculo resumido: Graduado em História na UERJ. Iniciou carreira em 1987 na Cia.Pernilongos Insolentes Pintam de Humor a Tragédia/Santos; Possui formação em Interpretação e Direção Teatral, Figurino, Canto e Voz, Máscaras e Acrobacia Aérea. Dentre os trabalhos, destacam-se: BECAUSE I EDRO, RJ–2004; DO AMOR OBSCURO, RJ–2000, criação: KINESIS, NAC UERJ e direção de Maria Lúcia Galvão; TERRA BRASILIS, RJ–2000 com Cia.Hipócrita de Arte e Direção e texto de Oleyd Faya; RAPUNZEL, SP–1997 Cia.Hipócrita de Arte; FÁBULA PRAETEXTA, SP–1996. Nome Completo: Renata de Andrade Ribeiro Nome Artístico: Renata Andrade Função no projeto: Atriz Currículo resumido: Formou-se na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena, é graduada em Letras na UFRJ e pós-graduada em Linguagens Artísticas, Cultura e Educação na IFRJ, é mestranda no Programa de Pós Graduação em Artes da Cena, UFRJ. Recebeu prêmio de melhor atriz no XIII FESTAC. Em 2012, circulou por Buenos Aires (V.O.T.S.A, 16o Festival de la Víspera) com a performance MBOIOBM. Foi Contadora do Programa Criança Petrobras na Maré de 2009 a 2011. Realizou Oficina de Contação de Histórias na ONG Meninas e Mulheres do Morro em 2012 e no grupo Nós do Morro em 2014 e em 2018. Integrou a Trupe Balaio Literário (SEMED-Mesquita) de 2015 a 2020. É autora de 9 peças teatrais e 3 roteiros cinematográficos. É roteirista, editora e diretora do Média-Metragem Ere Muyá: histórias da Cobra Grande, realizado através do Edital Cultura Presente nas Redes, em agosto de 2020. É roteirista e diretora do documentário curta-metragem Fios da Seda, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc em 2021. Integra a Cia Destroiados desde sua fundação. Nome Completo: Edilson Macedo de Moraes Nome Artístico: Macedo Griot Função no projeto: Ator e Compositor da coletânea de canções originais utilizadas pelo espetáculo Curriculo resumido: Griot, poeta, músico e ator. Dentre outros projetos realizou: Contação 3D de Histórias, (Prêmio Heloneida Studart / FAVELA CRIATIVA); Turnê UM GRIOT NO MEU BAIRRO – Dir. Haroldo Costa; Coordena o Projeto ”Nilópolis, a gente já tem 100 anos”; É integrante da Trupe Balaio Literário, no qual atua como ator em projetos de de tradição Oral, Teatro de Rua e Cultura Popular; Integrou a MOSTRA BAIXADA EM CENA, com apresentação do espetáculo e do livro autoral SAMBA DE GRIOT (lançado na BIENAL/RIO/2017). Integra o elenco de Bumba meu Mito desde sua estreia, em 2017. Em 2020, realizou, através do edital Cultura Presente nas Redes o projeto “Contos e Causos da Baixada Fluminense”. Nome Completo: Rodrigo Araújo Assumpção Nome Artístico: Rodrigo Araújo Função no projeto: Músico Currículo Resumido: Licenciado em Música na UFRJ. Em 2001, fundou e dirigiu o grupo “Al Aziz Oriental Ensemble”. Como violinista, destacam-se os trabalhos: Na Rede Globo de Televisão: O Clone (2001), Caminho das Índias (2009), Salve Jorge (2012), da qual gravou trilha sonora, Cordel Encantado (2011), minissérie Um Só Coração (2003); Na rede Record: minissérie Rei Davi (2012). Turnê 2005 da cantora Ana Carolina (Estampado – Um Instante que não Pára / Canecão - Rio de Janeiro); Banda Skatalite (no Circo Voador, com a banda Canastra); Shows de Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Elba Ramalho e Almir Sater (com a banda Pimenta do Reino); Orquestra Choral Petrobrás; Go East Orkestar (a primeira orquestra de música balcânica da América Latina). Nome Completo: Cecília de Camargo Terrana Nome Artístico: Cecília Terrana Função no projeto: Atriz Currículo resumido: Formada em letras pela UFRJ, trabalhou com dança entre 1983 e 2004, como bailarina, coreógrafa e professora. Em 2005 associou-se à sua irmã, Anita Terrana, na Companhia Sereníssima de Teatro, especializada em teatro para eventos e campanhas empresariais, atuando e escrevendo textos por encomenda. Formou-se pela ETET Martins Pena em 2008 com “Viúva, porém honesta”, de Nélson Rodrigues, direção de Dudu Gama, e participou de todas as temporadas realizadas em 2009. Seus últimos trabalhos como atriz são “Terror e Miséria no Terceiro Reich”, de Bertold Brecht, uma exposição teatral no Solar do Jambeiro, em Niterói, RJ, com direção geral de Fabio Fortes em 2015, e “Ser ou não ser...e o nada”, trabalho com dramaturgia coletiva e direção de Andrea Terra, que também se apresentou no Solar do Jambeiro em setembro de 2018. Nome Completo: Marlon Moreira de Almeida Nome Artístico: Marlon Vares Função no projeto: Ator Currículo resumido: Atuou nos espetáculos Os cigarras e os formigas, de Maria Clara Machado, com apresentação na Escola de Teatro da Prefeitura de São João de Meriti (2015); Presos na escola, de Chris Adoniran, com realização da Trupe Nóia Cia de Teatro (2016); O Canto do Mundo, de Leandro Goulart & Afra Gomes, apresentação em Gonzaga Oficina dos Atores (2016); Na Pancada do Ganzá, de Ariano Suassuna, com a cia Quaderna, apresentações no SESC de São João de Meriti (2016); As Bruxas, texto de Marcos Góes (2017); Fando e Lis, de Fernando Arrabal, apresentação na XVI Mostra Mais 2017, UFRJ; Romeu e Julieta, de William Shakespeare, apresentado na XVII Mostra Mais 2017, UFRJ; Mortalhas, texto de Ariel Cohen, apresentado no Instituto Cohen (2017 e 2018); A Porta, texto de Ariel Cohen, no Instituto Cohen (2018); Bumba Meu Mito (2019-2021) Nome Completo: Juliana Caldeira da Rocha Nome Artístico: Juliana Caldeira Função no projeto: Maquiadora Currículo resumido: Maquiadora, contadora de histórias e pedagoga. Cursou pedagogia na UERJ e Curso profissionalizante de Maquiagem no SENAC-RJ. Há 5 anos, realiza projetos de Contação de Histórias no Setor de Incentivo à Leitura, na cidade de Mesquita. Realizou trabalhos de maquiagem para espetáculos e intervenções artísticas da Trupe Balaio Literário em 2017. É maquiadora do espetáculo Bumba meu Mito desde sua estreia, em 2017. Nome Completo: Cássia Ferreira Andrade Nome Artístico: Cássia Ferreira Função no projeto: coordenação de marketing e contrarregra Curriculo resumido: Formada em comumicação social, com especialização em cultura pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Possui experiência em jornalismo impresso, digital, assessoria de imprensa e produção audiovisual. Atualmente, além de coordenar a produção audiovisual da UERJ, também dedica-se ao trabalho de assessoria de imprensa da Companhia Destroiados. Nome Completo: Leonardo Duarte da Silva Nome Artístico: Leo Duarte Função no projeto: Designer Gráfico Currículo resumido: Publicitário formado pela Escola de Comunicação da UFRJ (2017). Experiência no segmento de design gráfico e marketing digital, tendo atuado principalmente no mercado da música e do entretenimento. Atualmente, além de prestar serviços de direção de arte e criação de identidade visual para empresas e pessoas, também integra a equipe de Analistas de Marketing e Conteúdo da Jangada Comunicação. Nome Completo Alpiniano Silva Filho Nome Artístico: Tim Filho FUNÇÃO: Produção Local em Governador Valadares, Belo Oriente e Ipatinga Produtor Cultural, Jornalista e publicitário. Produz desde 1999, de forma ininterrupta, o Valadares Jazz Festival. Além do festival, realiza projetos como o Blues na Montanha, Concertos de Inverno (música erudita), a Festa Literária de Governador Valadares, o Seminário de Educação Musical e as Oficinas de Música para crianças e adolescentes, em Governador Valadares (MG). É mestre em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local, pelo Centro Universitário UNA, de Belo Horizonte, ministra oficinas de comunicação comunitária para a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e pesquisa sobre a Música Popular Brasileira. Como jornalista edita o Jornal da Cidade GV e atua como repórter do Jornal Estado de Minas. Nome Completo: Luiz Carlos Costa Sarto Nome Artístico: Du Sarto FUNÇÃO: Produção Local em Catas Altas, Mariana e Ouro Preto É produtor, ator, performer, pesquisador e diretor de teatro. Mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Ouro Preto / Brasil / Minas Gerais. Graduado em Direção Teatral (Bacharelado em Artes Cênicas) e em Interpretação Teatral (Bacharelado em Artes Cênicas) pela Universidade Federal de Ouro Preto. Realizou como diretor e produtor cênico nas obras: “A Quintessência de Alice”, 2011 - Uma transcriação da obra de Lewis Carrol, “O Jardim do Silêncio” relacionada a fatos históricos da Ditadura Militar no Brasil com a Cia. Calor de Laura / Ouro Preto 2012/2013, “Contos de Parede” - Projeto VAI - Varginha Arte Itinerante / Edição 2014. Via Lei Municipal de Incentivo à Cultura, e “Habemus Corpus” - Um estudo sobre o ser, em Ouro Preto, 2016 e “Ouro Preto: um presente para o mundo” em 2019. Realizou como ator teatral nos espetáculos: “Um Noturno para Chá das Cinco”, realizado pelo Núcleo de Pesquisa Não Lugares - 2013, onde também atuou como pesquisador, “Retalhos de Estrelas” - Uma história infantil em 2012, “Contos de Parede“ - histórias infantis de Hans Andersen em 2014 e atua como performer de 2015 a 2020. Como apresentador e ator, produziu os programas e séries de TV: Quer Saber (parceria com o Canal Futura), UFOP Conhecimento, Mais UFOP - Pós-graduação e Mutatis Mutandis: em busca de conhecimento (em andamento), realizado pelo canal TV UFOP. E fez parte da equipe de gestão do documentário “Luz, Câmara, Reação” para o Canal Futura. Também integra a produtora de eventos TRUÁ Produções.

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