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PRONAC 212480ArquivadoMecenato

Sra. Yes (EVENTO VIRTUAL)

SERIFA EDITORA DE LIVROS LTDA
Solicitado
R$ 109,9 mil
Aprovado
R$ 109,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ipiguá
Início
2021-11-01
Término
2022-08-31
Locais de realização (1)
São José do Rio Preto São Paulo

Resumo

A obra literária "Sra. Yes" busca retratar, sob um prisma praticamente inexplorado em livros do gênero, a história da medicina em São José do Rio Preto (SP), com foco nos cuidados pós-hospitalares, permeada pela ótica da enfermeira Sueli Noronha Kaiser, 77 anos, a quarta enfermeira-padrão formada a atuar em Rio Preto e que trabalhou durante 37 anos no Hospital Beneficência Portuguesa. Por meio de sua trajetória, de enfermeira a empreendedora, ancorada em depoimentos de outros profissionais da área médica, o livro reforçará a sua luta pelos direitos das mulheres e pela equidade de gênero na medicina: da enfermagem de vanguarda que disseminou dentro do hospital e das entidades de classe em que atuou; da enfermagem facilitadora e moderna que criou a partir de necessidades que ninguém sanou; e da sua visão generosa em atender carências de pacientes, passando pelo despertar de seu empreendedorismo. Já o produto contrapartidas sociais envolverá a realização de quatro palestras remotas.

Sinopse

PRODUTO CULTURAL - LIVRO "SRA. YES" O notável desenvolvimento da medicina em São José do Rio Preto, município distante 464 quilômetros da capital paulista, é flagrante. Conforme dados da Conjuntura Econômica, publicação anual da Prefeitura de São José do Rio Preto, a cidade conta com 1.987 profissionais médicos distribuídos nas mais diversas especialidades, com predominância em cardiologia, que somam 145, e milhares de profissionais de enfermagem, só de enfermeiros são cerca de 2 mil. Segundo a Fundação Seade, em 2018, eram 4,4 enfermeiros para cada 1 mil habitantes, considerando-se uma população de 456.245 habitantes. Tais números impressionam, mas somente isso não é motivo para justificar a excelência da saúde no município. O ponto principal está na qualidade desses profissionais. E isso a cidade tem de sobra. São nomes que fizeram e fazem com que o Brasil e o mundo conheçam e reconheçam a medicina praticada em Rio Preto em todas as áreas, seja no trato de doenças como no desenvolvimento tecnológico alcançado. Constantemente são os médicos os profissionais que estão na linha de frente e são tratados como estrelas, no entanto, o pessoal da retaguarda também tem seus representantes com trajetórias dignas de serem retratadas em uma obra literária. É o caso de Sueli Noronha Kaiser, uma das pioneiras na área da enfermagem em São José do Rio Preto – foi a quarta enfermeira formada a chegar na cidade – e uma das principais responsáveis, juntamente com médicos extremamente talentosos, como o Dr. Domingo Braile, mundialmente conhecido e falecido em 2020, a consolidar a medicina de Rio Preto como uma das mais importantes do país. A obra "Sra. Yes", que ora apresentamos, busca retratar, em sua essência, a história dos cuidados pós-hospitalares em São José do Rio Preto permeada por Sueli Noronha Kaiser, que foi a primeira presidente da Associação Brasileira de Enfermagem em Rio Preto, professora do SENAC e enfermeira por 37 anos do Hospital Beneficência Portuguesa, no qual se aposentou no cargo de diretora do serviço de enfermagem. Por meio de sua trajetória profissional, de enfermeira a empreendedora, ancorada em depoimentos acessórios ao seu, a obra reforçará a sua luta e empenho pelo direito das mulheres e pela equidade de gênero em um universo ainda dominado por homens: da enfermagem de vanguarda que disseminou dentro do hospital Beneficência Portuguesa e das entidades de classe em que atuou; da enfermagem facilitadora e moderna que criou a partir de necessidades que ninguém sanou; e da sua visão generosa em atender carências de pacientes, passando pelo despertar urgente de seu empreendedorismo até a consolidação do que é hoje o grupo CENE. QUEM É SUELI NORONHA KAISER Enfermeira formada pela PUC-Rio em 1970, Sueli Noronha Kaiser, 77 anos, nasceu em 28 de março de 1944, foi contratada pelo Dr. Domingo Braile em julho de 1971 para criar o Serviço de Enfermagem do hospital Beneficência Portuguesa, em São José do Rio Preto. Saliente-se que àquela época, Dr. Braile trazia toda a experiência adquirida para iniciar as cirurgias cardíacas naquele hospital. Logo de início, conta Sueli em entrevista à jornalista Elma Eneida Bassan Mendes, autora da obra que ora propomos, para a revista “Vida & Arte”, do Grupo Diário da Região, em maio de 2020. “Dr. Braile me desafiou: ‘quero você trabalhando 24 horas todos os dias’. Eu estava grávida do primeiro filho e aceitei o desafio. Fui a quarta enfermeira-padrão de Rio Preto. Montei uma equipe com empregadas domésticas. Eu as treinava a dar banho nos pacientes, aferir pressão, ministrar injeções, enfim, tudo. As mais habilidosas eu separara para a UTI e para o Centro Cirúrgico. Levei cinco anos para formar um bom time. Acabei ficando por 37 anos e 6 meses, até dezembro de 2008, na Beneficência. Durante esse período me especializei em Administração Hospitalar, Auditoria em Saúde e cursei Faculdade de Pedagogia Plena. Em 1986 visualizei um novo mercado. Faltavam leitos no hospital para atender a todos os pacientes que precisavam de cirurgia cardíaca. A equipe do Dr. Braile chegava a fazer cinco delas por dia. Enxerguei a possibilidade de desocupar leitos tratando pacientes menos graves em casa com muito mais conforto, sem risco de infecção hospitalar num custo reduzido entre 35 a 60% para as operadoras de saúde. Foi então que iniciei, em outubro de 1986, o serviço de atendimento domiciliar, o home care, e dei o nome de CENE (Centro de Enfermagem Especializado). Treinei auxiliares e cuidadores focando higiene pessoal, diagnóstico, medicamentos e efeitos colaterais, segurança e humanização. Enfim, foi a arte de cuidar que sempre me inspirou. Além disso, muitos pacientes que recebiam alta me perguntavam onde podiam comprar ou alugar muletas, cadeiras de rodas, aparelho de oxigênio. Percebi essa carência no mercado e comecei a adquirir materiais e equipamentos para alugar por um preço justo. Juntei dinheiro e comprei uma ambulância usada. Começamos eu mais três pessoas e o apoio incrível do meu marido Roberto Luiz Kaiser (médico-cirurgião coloprocto, pioneiro na especialidade em Rio Preto, falecido em 2009). A procura aumentou e hoje somos referência no Brasil nesta prestação de serviço.” Cuidar das pessoas sempre foi o que moveu Sueli em todos os seus movimentos. Fato que sempre foi muito ligada a questões sociais, por exemplo, em 2009 se tornou a primeira mulher a ser governadora do Rotary Distrito 4480. Sua luta pelos direitos das mulheres e igualdade de gênero é intensa. Quando o governo federal lançou o programa de Equidade de Gênero, Raça e Etnia, todos os princípios que eram exigidos, sua empresa já o fazia, além de oferece sala de amamentação e 150 dias de licença-maternidade; 10 dias de licença paternidade, sala de estudos e muito incentivo para o crescimento profissional das mulheres. Na Rio 20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, foi convidada para falar sobre autonomia e empoderamento da mulher como pressuposto para o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza. Também participou do pacto da ONU, em Cartagena, na Colômbia em 2014, para pôr fim à violência contra a mulher, na América Latina e Caribe até 2030. Em eventos que abordaram o tema já distribuiu mais de 4 mil cartilhas da Lei Maria da Penha. A CENE, empresa da qual é diretora-presidente, é a única de porte médio tricampeã do Prêmio Ouro Weps (Women's Empowerment Principles), iniciativa da ONU Mulheres. Possui Selos de Equidade de Gênero e Raça e de Diversidade concedidos pelos governos Federal e do Estado de São Paulo.

Objetivos

Objetivo Geral Retratar, por meio de uma obra literária, a história e apresentar o desenvolvimento da medicina em São José do Rio Preto, conhecida nacionalmente por sua excelência na área, permeada pela trajetória de Sueli Noronha Kaiser, enfermeira que fez parte dos momentos mais marcantes da área na cidade, conseguindo reconhecimento internacional. Objetivos Específicos Produto LIVRO - Produzir, publicar e distribuir 1.000 exemplares do livro "Sra. Yes"; - Realizar o lançamento do livro "Sra. Yes" virtualmente. Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - Realizar quatro palestras remotas sobre o tema "O processo de criação e edição de Sra. Yes".

Justificativa

A realização do projeto "Sra. Yes" reveste-se de importância ao focar sua narrativa na busca da preservação da história. A sociedade só entende seu presente e projeta seu futuro se conhecer seu passado. No caso específico da obra "Sra. Yes", a principal virtude está na necessidade de fazer entender à população de São José do Rio Preto, pincipalmente, qual foi a trajetória que possibilitou que a medicina praticada aqui seja reconhecida pela sua excelência em todo o País. E o uso do mecanismo da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para que o projeto se torne realidade, uma vez que a publicação do livro não tem apelo comercial e certamente vai permitir fixar na memória da população uma parte de sua história, para que assim haja a possibilidade de disseminação de conhecimento e seu consequente reflexo no fortalecimento e preservação de suas raízes culturais. Tal objetivo, com certeza, não encontraria eco em patrocínios diretos. Além disso, "Sra. Yes" enquadra-se perfeitamente nos incisos I (contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais) e II (promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais) do Artigo 1º da Lei 8313/91 que versam sobre a facilitação do livro acesso às fontes de cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais e, como apontamos anteriormente, à promoção e estímulo a regionalizaçãos da produção cultural, valorizando recursos humanos e conteúdos locais, como é o caso da referida obra, que retrata a evolução da medicina na cidade de São José do Rio Preto, interior do Estado de São Paulo, permeada pela trajetória da enfermeira Sueli Noronha Kaiser. Já em relação ao Artigo 3º, apontamos o inciso II (fomento à produção cultural e artística, mediante:), referente ao fomento à produção, especificamente na alínea b (edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes), que trata da edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. ,

Estratégia de execução

A linha do tempo apresentada a seguir traz os acontecimentos mais marcantes que permeativa a instalação definitiva e o desenvolvimento da medicina em São José do Rio Preto, interior do Estado de São Paulo. Tais fatos permearão a trajetória de Sueli Noronha Kaiser, personagem principal do livro "Sra. Yes". LINHA DO TEMPO Para que entender a história da medicina em São José do Rio Preto traçamos uma linha do tempo com alguns dos principais fatos ocorridos a partir de 1904 quando chega à cidade o primeiro médico, o italiano Fileno Faggiani. Salientamos, no entanto, que três anos antes, em 1901, uma área é doada para a construção da Santa Casa de Caridade. 1901 - O maçom Theodoro Rodrigues de Nazareth, conhecido como Teodoro Baiano, dias antes de morrer faz doação de um terreno para a Loja Cosmos para a construção de um hospital, possibilitando a fundação da Casa de Caridade, que dá origem à Santa Casa de Misericórdia. 1904 - O italiano Fileno Faggiani é o primeiro médico a se instalar na cidade. Ele permanece até maio de 1905. 1907 - O médico Aristides Serpa muda-se para São José do Rio Preto e é nomeado para chefiar o Posto de Higiene. 1908 – A Câmara Municipal aloca verba de três contos de réis para a instalação da Casa de Caridade (Santa Casa). 1909 – É fundada em 1 de janeiro a Casa de Caridade (Santa Casa) pelos maçons da Loja Cosmos. Adolpho Guimarães Corrêa foi eleito provedor. 1920 - As epidemias de gripe espanhola e varíola fizeram com que fosse autorizado, em 6 de agosto, ao prefeito em exercício Neca Medeiros a desapropriar um grande terreno no bairro Boa Vista para a construção de um novo prédio para a Santa Casa. 1922 – No dia 12 de março de 1922 é lançada a pedra fundamental para a construção na nova Santa Casa 1924 - Os médicos Gilberto Lopes da Silva, Israel Alves dos Santos, Ernani Pires Domingues, José Mendes Pereira e Justino de Carvalho fundam a Casa de Saúde Santa Helena, fazendo as primeiras cirurgias de estômago, fígado e intestinos do interior. Os médicos Gilberto e Israel, por exemplo, realizaram a primeira cirurgia vascular da história da cidade. A Santa Helena abrigou também o primeiro aparelho de Raios X, trazido do Rio de Janeiro por Gilberto Lopes da Silva, que tinha especialização em radiologia. 1926 – Médicos, liderados por Floriano de Lemos e Justino de Carvalho, fundam em 4 de março a Sociedade de Medicina e Cirurgia, que teve José Mendes Pereira como seu primeiro presidente. 1951 – É fundada em 21 de abril a Sociedade Portuguesa de Beneficência, sob a presidência de Bento Abelaira Gomes. 1953 - Em 30 de julho, o médico Oscar de Barros Serra Dória reúne um grupo de médicos e de investidores com a finalidade de construir e colocar em funcionamento um grande e moderno hospital ao qual foi dado o nome de Hospital das Clínicas. As obras tiveram início em 1954, com projeto elaborado pelo engenheiro Odair Pacheco Pedroso, o mesmo que havia projetado o Hospital das Clínicas de São Paulo. Dória queria inaugurar o prédio três anos depois, em 1957. Mas faltaram os recursos financeiros e em 1958 as obras foram paralisadas. Essa iniciativa é o embrião do Hospital de Base (HB). 1955 - Os médicos Crescêncio Cêntola e José Custódio Correia fundam o Instituto de Radiodiagnóstico Rio Preto (Ultra X) que, dois anos depois, com a chegada de Leonardo Lânia, iniciou sua expansão de atendimento. 1962 - Após negociações intermediadas por José Arroyio Martins, Daud Jorge Simão e Aloysio Nunes (o pai), o governo estadual fornece recursos à Santa Casa, repassando dinheiro para comprar o terreno do Hospital das Clínicas e concluir as obras para que este hospital fosse a base da Faculdade de Medicina que estava em vias de ter sua fundação concretizada. O Hospital das Clínicas tornou-se o Hospital de Base. Para administrar o novo hospital foi criada a Fundação Regional de Ensino Superior da Araraquarense (FRESA) que deveria funcionar como mantenedora da Faculdade Regional de Medicina (FARME). Como hospital-escola, o Hospital de Base viabilizou a instalação e o funcionamento da faculdade. No dia 1 de maio de 1970, o provedor da Santa Casa, Paulo Macedo Garcia, e o presidente da FRESA, Daud Jorge Simão, assinaram documento em que o prédio do Hospital de Base era cedido, em regime de comodato, à FRESA, por um período de 30 anos. 1967 - Criada em 12 de junho Fundação Regional de Ensino Superior da Araraquarense (FRESA), atual FUNFARME, com o objetivo de fundar a Faculdade de Medicina de Rio Preto e administrar o Hospital de Base; no mesmo dia é inaugurado o Hospital de Base; em 11 de dezembro é inaugurado o Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), sob a liderança de Domingo Braile, Adalberto Menezes Lorga, Álvaro José Bellini, João Carlos Anacleto, Lupércio Moreira e Raul de Aguiar Ribeiro, iniciando a era das cirurgias cardíacas. 1968 - No dia 14 de fevereiro é fundada a Faculdade de Medicina de Rio Preto (FAMERP); um grupo de médicos funda o Instituto de Urologia e Nefrologia que, nove anos depois, em 1977, estaria realizando os primeiros transplantes renais; em 11 de abril é inaugurado, no bairro Redentora, o Hospital Infante D. Henrique, da Sociedade Portuguesa de Beneficência. 1969 - Inaugurado em 26 de fevereiro o Hospital São Lucas, da Liga Rio-pretense de Combate à Tuberculose. 1971- Entra em funcionamento o Hospital Ielar, fundado pelo Instituto Espírita Nosso Lar. 1975 - Fundado o Hospital Austa por um grupo de 80 médicos. 1977 - Instalada a IMC Biomédica, a única indústria brasileira de capital e tecnologia 100% nacionais na fabricação de produtos destinados à cirurgia cardíaca. Em 1989, Domingo Braile deixa o IMC e a IMC Biomédica tem nome alterado para Braile Biomédica, produzindo anualmente mais de 4 mil válvulas biológicas (pericárdio bovino e porcina). Esta indústria genuinamente rio-pretense emprega atualmente cerca de 250 funcionários, detém 40% do mercado nacional e exporta 10% da sua produção para países da América Latina, Ásia e Europa. Além da produção tecnológica, a Braile Biomédica mantêm convênio com universidades nacionais e internacionais e com órgãos governamentais para desenvolvimento de pesquisas no campo da cirurgia cardíaca. 1980 - Inaugurado em 19 de janeiro o Hospital Austa; inaugurado em 12 de maio o Hospital Nossa Senhora da Paz, construído pelos médicos Aniloel Nazareth, Deoclécio Funes, José Arroyo Martins, Luiz Bonfá e Tacio de Barros Serra Dória. 1994 – O governador Luiz Antonio Fleury Filho estadualiza a Faculdade de Medicina (FAMERP). 2013 - Em 11 de outubro é inaugurado o Hospital da Criança e Maternidade de São José do Rio Preto. PLANO DE DIVULGAÇÃO O plano de divulgação a ser executado pela assesssoria de comunicação contratada envolve, basicamente, duas ações. São elas: - Distribuição de releases para veículos de imprensa de São José do Rio Preto (SP); - Divulgação nas mídias sociais.

Especificação técnica

• Formato: 16cm x 23cm; • Número de páginas: 200; • Capa dura; • Miolo: 16 páginas 4x4 em papel couchê 117g; 184 páginas, 1x1 em papel pólen 80g; • Tiragem: 1.000 exemplares.

Acessibilidade

LIVRO IMPRESSO "SRA. YES" (LANÇAMENTO) Acessibilidade física Como iremos fazer o lançamento virtualmente, não haverá necessidade de acessibilidade em local físico. Acessibilidade para deficientes visuais Item 3 da planilha orçamentária: Simultaneamente à transmissão do lançamento, disponibilizaremos serviços de audiodescrição para deficiantes visuais Acessibilidade para deficientes auditivos Item 8 da planilha orçamentária: simultaneamente à transmissão do lançamento disponibilizaremos intérprete de libras para deficientes auditivos. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (PALESTRAS) Acessibilidade física A transmissão das palestras será remota, portanto não haverá necessidade de acessibilidade física Acessibilidade para deficientes visuais Item 15 da planilha orçamentária: serviço de audiodescrição para deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos Item 14 da planilha orçamentária: intérprete de libras para deficientes auditivos.

Democratização do acesso

LIVRO IMPRESSO "SRA. YES" Artigo 21 Inciso I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dosprodutos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentosculturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;

Ficha técnica

O proponente será responsável pela gestão do processo decisório e pela coordenação geral do projeto. FICHA TÉCNICA Nome: Deodoro José Moreira Função: Editor Nome: Elma Eneida Bassan Mendes Função: Produção de textos (autora) Nome: Ana Paula Bacchi Boé Função: Revisora Nome: Guilherme Feitosa Baffi Função: Fotógrafo Nome: Cristiano Vilela Função: Designer Currículo resumido dos principais participantes: Deodoro José Moreira É graduado em Cinema (FAAP) e Jornalismo (UNILAGO - São José do Rio Preto), com mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). Paralelamente ao trabalho como editor é professor universitário e foi secretário de Cultura e de Comunicação Social da Prefeitura de São José do Rio Preto entre 2009 e 2016. Além da atuação na área de literatura tem passagens como coordenador e organizador de festivais literários, teatrais e de dança. Entre os livros editados desde 2006 destacam-se: Roberto Toledo nas ondas do rádio (2021-PROACICMS); Coração: ensinamentos de um órgão magistral (2021); Rios do Oeste (2021); Leilui Nishmat – em elevação de sua alma – e os judeus de sinal (2021); Pelos caminhos da família Macedo: do sertão do Paó ao Seridó – Volumes I, II e III (2021); Unimed São José do Rio Preto: 50 anos de excelência e profissionalismo (2021); Comuns (2020); Artistas do asfalto (2019); Ética dos pais (2019); A Menina que tinha medo de sonhar (2019-PROACICMS); A céu aberto: a história de Domingo Braile, o consertador de corações (2019); João Roberto Antônio: histórias e memórias (2019); Novo Horizonte: águas da amizade (2018-PROACICMS); Meninas, o sonho de bola (2017); História de Potirendaba (2017); Lugares de passagem (2016); Prêmio Literário Fúlvia Tessarolo: antologia (2014); Amor, metáfora eterna (Claudio Cesar Montoto, 2012); Luísas (Rosalie Gallo); entre outros. Elma Eneida Bassan Mendes Tem três livros de poemas e crônicas publicados pela THS Editora, Mulheres em Cores e Poemas e Crianças em Cores e Crônicas, em 2016, e Bem Me Quer Versos e Flores, em 2018. Em 2019 publicou a biografia A céu aberto: a história de Domingo Braile, o consertador de corações pela Serifa Editora e Comunicação. Formou-se em Jornalismo em 1983, pela PUC-Campinas, e atuou nos jornais A Notícia e Folha de Rio Preto e nas assessorias de comunicação das empresas Braile Biomédica, Faculdade de Medicina de Rio Preto, Rodobens Consórcio e Rodobens Comunicação Empresarial. Em 1984, iniciou a primeira assessoria de comunicação empresarial de São José do Rio Preto-SP, no Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC). É membro da Academia de Letras do Brasil e fundadora do blog de crônicas Começa o Começo. Cronista convidada do jornal Diário da Região, de Rio Preto.

Providência

ARQUIVADO CONFORME SOLICITAÇÃO DO PROPONENTE.