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PRONAC 212527Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Do Singular ao Plural III - Dom Quixote do Brasil

ASSTECA RODRIGUES ASSESSORIA TECNICA E PLANEJAMENTO LTDA
Solicitado
R$ 995,4 mil
Aprovado
R$ 995,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 302,9 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-02-01
Término
2023-02-01

Resumo

O projeto "Do Singular ao Plural III - Dom Quixote do Brasil" tem como base o segmento cênico onde se pretende construir uma apresentação de teatro para uma temporada de 8 apresentações do espetáculo intitulado "Dom Quixote do Brasil", com entrada gratuita, com capacidade para beneficiar cerca de 4.500 pessoas.

Sinopse

O formato do produto cultural final é a construção de um musical que fará uma nova leitura do romance Dom Quixote de Miguel de Cervantes, nosso Quixote será brasileiro e o musical terá como pano de fundo as comunidades da cidade do Rio de Janeiro. Todas as canções do musical serão autorais, assim como o tipo de linguagem, o figurino e todas as características da peça serão construídas por meio da brasilidade que nos cerca. Como acessibilidade o projeto terá toda as 8 apresentações com tradução em libras e será executado em teatros com plena acessibilidade tanto em termos de atendimento às pessoas como quanto a localização, sempre com capacidade mínima para 565 espectadores. Dom Quixote de La Mancha foi publicado pela primeira vez em 1605, na Espanha, com o título de O engenhoso fidalgo Dom Quixote de La Mancha. No livro, Miguel de Cervantes, o autor, ridiculariza as histórias de cavalaria, que fizeram muito sucesso na Idade Média. Nessas histórias, cavaleiros fortes e corajosos enfrentam gigantes, derrotam exércitos inteiros e sempre saem vitoriosos. Lutam contra as injustiças do mundo, defendendo a Igreja e protegendo os mais fracos. Dedicam suas vitórias a uma bela dama, que amam com devoção. Cavaleiro da Triste Figura Cervantes criou seu personagem, Dom Quixote, como um cavaleiro bem diferente daqueles que apareciam nas histórias de cavalaria dos séculos anteriores. Tem cerca de 50 anos, vive fazendo trapalhadas e sempre se dá mal. O livro começa contando a história do fidalgo Alonso Quijano. Ele gosta tanto de ler romances de cavalaria, que acaba ficando louco: acredita que todas aquelas histórias aconteceram de verdade. Decide tornar-se um cavaleiro como o dos romances e sair pelo mundo fazendo o bem: é um “cavaleiro andante”. Como vive no povoado espanhol da Mancha, escolhe para si o título de Dom Quixote de La Mancha. Dom Quixote monta um cavalo velho e magro, que apelida de Rocinante. Convida para acompanhá-lo um amigo chamado Sancho Pança, com seu burrico. Em suas andanças, Dom Quixote age como se vivesse no mundo dos romances de cavalaria. Sua amada imaginária é uma camponesa, que ele chama de Dulcinéia del Toboso. Nas fantasias de Quixote, ela é uma mulher refinada, muito rica, de família nobre e poderosa. Uma das aventuras mais divertidas de Quixote e Sancho Pança é a batalha dos moinhos de vento. Dom Quixote vê alguns moinhos e imagina que são gigantes. Parte para cima de um deles, mas é jogado longe pelas pás. Sancho Pança lhe explica que não são gigantes, e sim moinhos de vento. Dom Quixote olha de novo e concorda com Sancho Pança. Porém diz que um feiticeiro transformou os gigantes em moinhos para salvá-los dos ataques do cavaleiro andante. Mais adiante, a dupla encontra dois rebanhos de carneiros. Para Dom Quixote, são exércitos inimigos. Ele avança contra os animais e acaba levando uma surra dos pastores. Depois de tudo, ainda é pisoteado pelos carneiros. Quando Sancho Pança o vê no chão todo ferido e sem dentes, lhe dá o título de “Cavaleiro da Triste Figura”. Em certo momento, Dom Quixote vê policiais conduzindo alguns homens amarrados. Pensando tratar-se de escravos, o cavaleiro enfrenta os policiais e liberta os prisioneiros. Na verdade, eram bandidos. Ao se verem livres, os criminosos roubam os pertences de Dom Quixote e ainda lhe dão uma surra. Sempre buscando o bem e a justiça, Dom Quixote comete enganos, acaba sendo alvo de gozações e sai ferido. No fim da história, Dom Quixote recobra a razão e volta para casa, onde retorna à vida pacífica de antes. Nos anos seguintes ao lançamento de Dom Quixote, devido ao sucesso da obra, surgiram outros livros, escritos por outros autores, que pretendiam contar a continuação das aventuras do Cavaleiro da Triste Figura. Para dar fim a esse abuso, Cervantes escreveu e publicou em 1616 a sua própria segunda parte das aventuras de Dom Quixote, com o título de Segunda parte do engenhoso cavaleiro Dom Quixote de La Mancha. Ao final das novas aventuras do herói com seu fiel escudeiro, Sancho Pança, Dom Quixote recupera a razão e morre tranquilamente em sua casa. Com a morte de Dom Quixote, Cervantes pretendia impedir que outras falsas continuações de suas aventuras fossem publicadas. Hoje, os livros publicados com a versão integral da obra sob o título de Dom Quixote de La Mancha consistem na reunião desses dois volumes originalmente distintos. Personagens: Antagonista: Cavaleiro da lua cheia. Personagem Principal: Dom Quixote. Personagens Secundários: Dulcinéia Del Toboso, Rocinante, Maria (sua sobrinha) e Sancho Pança. Personagens terciários: Artur, Lancelot, Rolando, dragão, as duas criadas da estalagem, o estalajadeiro, o barbeiro, os escravos e guardas que encontra em seu caminho, Tomas, o padre, Nicolau o Barbeiro, Duque, a Duquesa, feiticeiro Merlin pessoas que trabalhavam no palácio, Roberto, Jorge e Jerônimo. Temática Central: A história fala de um homem que decide ajudar as pessoas. A possibilidade de participação da população em geral, a acessibilidade em razão da preocupação no preparo para atender qualquer público, a democratização ante o acesso 50% gratuito a população participante e 50% a preços populares para o acesso ao espetáculo e por fim, complementam as justificativas abaixo do escopo cultural da criação de um espetáculo primoroso, emocionante e profissional, que beneficiará em seu todo cerca de 3000 pessoas ao final. Além disso, nossa proposta traz ainda uma preocupação com o meio ambiente, pois tanto o figurino quanto os cenários, serão produzidos por meio de materiais reciclados. Durante as oficinas da contrapartida social abordaremos a importância desses materiais como uma fonte de criação artística e também, o papel de cada um, na preservação da natureza e do seu ecossistema.

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto visa uma temporada de 8 apresentações do projeto "Do Singular ao Plural III: Dom Quixote do Brasil" com a execução de um espetáculo cênico que busca explorar a riqueza cultural existente no Brasil para uma temporada de 8 apresentações, com entrada gratuita. Objetivos Específicos: 1. Executar 36 oficinas formativas na área cênica dentro dos segmentos do teatro musical e teatro tradicional (música, dança, canto e interpretação) a título de contrapartida social, totalmente gratuitas, inclusive quanto ao material.

Justificativa

Como forma de manter a gratuidade e o acesso às pessoas e expandir seu alcance e impacto junto à população, a Proponente traz este projeto para que seja viabilizado por meio da utilização de recursos financeiros advindos do dispositivo de renúncia fiscal da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei 8.313 de 23/12/1991) como forma única e exclusiva de atingir os objetivos aqui propostos, visto que o projeto não tem por finalidade nenhuma atividade lucrativa. Com relação a obrigatoriedade de enquadramento para a Lei Federal informamos que este projeto converge para os objetivos da referida lei ao se enquadrar no seu artigo 1º principalmente nos seus incisos I, ao contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III, ao apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e VIII, ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. "Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País." O projeto também se enquadra na mesma lei no seu art. 3º pela alínea c, do inciso II, pela realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, mas também pela alínea c, do inciso V, por ser uma ação que apesar de não previstas nos incisos anteriores é considerada relevante. "Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior;" O projeto "Do Singular ao Plural III" tem como base o segmento cênico onde se pretende construir uma apresentação de teatro para uma temporada de 8 apresentações gratuitas. O foco principal do projeto é ter a participação de pessoas da população em geral que, juntamente com artistas profissionais, apresentarão o produto final deste projeto. Tendo obtido um grande êxito o projeto Do Singular ao Plural I e II gerou-se uma expetativa de continuidade tanto pela população que assistiu aos shows quanto aos participantes do projeto em si. Por isso nasce aqui, a terceira edição do projeto. Nosso projeto tem como base primordial a divulgação do teatro e das artes cênicas como um dos grandes elementos difusores da cultura, visto que é um dos segmentos mais adorado pela humanidade desde a Grécia antiga. Aliado ao fato do projeto ter como fio de condutor um espetáculo de teatro musical com temática tão popular e carregada de características brasileiras como se pretende fazer, tornam o projeto "Do Singular ao Plural III" altamente interessante à população em geral, e ainda mais atrativo em se tratando da empreitada de incluir na própria execução e apresentação do projeto, parte da população em geral e irrestrita, posto que será dado total acesso para que qualquer pessoa possa realmente participar. Neste sentido, não só a cultura será acessada plenamente (seja em forma de expectador, seja em forma de participante), como também despertará em muitos a veia artística que as vezes fica escondida por falta de oportunidade, ainda mais em se tratando de uma possibilidade totalmente gratuita quanto a participação. O projeto privilegia a diversidade brasileira e humana e acreditamos que a liberdade se constrói através da cultura e da aquisição das inúmeras possibilidades que a cultura traz consigo mesma. Vemos aqui que a sociedade é construída através de um grupo de identidades singulares que geram uma noção de coletividade, de pluralidades, entre as pessoas de um mesmo lugar. Somos formados de convicções e crenças que estabelecem um diálogo entre pessoas que comungam de um senso comum sobre o mundo e tudo aquilo que existe ao seu redor. Somos todos "Do Singular ao Plural". A execução do projeto "Do Singular ao Plural III" será feita com profissionais experientes que trabalharão em duas frentes distintas, formando um espetáculo nunca visto antes. No espetáculo cênico serão utilizadas 25 canções originais, onde ao longo de 3 meses atores ensaiarão a peça "Dom Quixote do Brasil", cujo texto foi adaptado para que possamos exaltar a obra poética de Miguel de Cervantes dentro da realidade da cultura e regiões brasileiras.

Especificação técnica

Contrapartida Social: Durante 3 meses serão oferecidas oficinas de formação para as artes cênicas, obedecendo os 50% para os professores e alunos da rede pública de ensino e 50% para professores e alunos em geral, de forma gratuita e com capacidade para atender até 450 pessoas, composto por oficinas formativas de teatro que terão como foco a dança, o canto e a interpretação, dando conhecimento e possibilidade às pessoas para que possam atuar em cena, e quem sabe até despertar nelas o interesse pelo ofício da arte como trabalho. Plano Pedagógico das oficinas: A intenção é a construção do conhecimento cênico musical e a oportunidade que nasce a partir deste conhecimento e da interação do sujeito com o mundo, numa relação que extrapola o simples exercício de aprender. Conhecer é sempre uma ação que implica em esquemas de assimilação e acomodação num processo de constante reorganização. Ao mesmo tempo, será possível propiciar que qualquer consideração sobre a pedagogia cênica musical mais apropriada deve versar, não somente sobre questões de como ensinar a arte cênica, mas também sobre como adquirimos estes conhecimentos, valorizando a questão da contextualização dos fatos e do resgate histórico inerente a própria história do teatro musical dentro da sociedade, o que certamente irá proporcionar que se considere a relevância social e cultural dos conteúdos, sua contemporaneidade e sua adequação às características sócio cognitivas dos sujeitos, ressaltando a necessidade de fazer com que o mesmo confronte os conhecimentos do senso comum, que diz que nem todos são aptos a cantar, com o conhecimento científico, prático e cultural que possibilita a qualquer um a prática do canto, da dança e do teatro. Afinal, a arte é para todos, basta apenas oferecer ferramentas e oportunidades para isso. O projeto “Do Singular ao Plural III” oferecerá essas ferramentas e o resultado dessa experiência culminará num espetáculo cênico musical cheio de brasilidade. Metodologia das oficinas: As oficinas serão sempre temáticas, abordando e apresentando novos conteúdos. Para abordar estes temas, será feita uma “viagem” pelas canções autorais e pelo cancioneiro popular brasileiro. Teremos uma abordagem introdutória às teorias da música, do teatro e da dança. Traremos exercícios básicos de aquecimento vocal e corporal, respiração correta para o canto e para a atuação, noções sobre as notas musicais, naipes líricos de canto e noção de ritmo e métrica musical. As 36 oficinas se darão através da seguinte metodologia: 1) Abordagens e técnicas pedagógicas para o trabalho coral e de expressão corporal; 2) Fixação dos conceitos básicos de técnica vocal: postura, respiração, vocalização e dicção; 3) Estudo de repertório coral à cappella e/ou com acompanhamento instrumental através da audição e realização de obras corais de épocas variadas; 4) Realização de repertório em várias texturas (peças em uníssono, peças a duas vozes, peças a três vozes, peças a quatro vozes, peças com solo e coro, cânones, falso bordão e polifonia); 5) Estudo prático da partitura musical (ritmo, métrica, altura, intensidade, timbre, articulação e fraseado); 6) Questões relacionadas ao estilo na música vocal em grupo; 7) Leitura de textos complementares relacionados aos conteúdos discutidos em aula; Em geral, será utilizada a mesma estrutura para todas as 36 oficinas, podendo a mesma, variar com a inserção de: • Outras matérias teóricas sobre música e da dança; • Exibição e debate sobre vídeos; • Apresentação e análise de fotos, revistas e livros sobre música e técnica vocal; • Análise das letras das músicas utilizadas; • Outras possibilidades serão avaliadas e ou inseridas, levando em consideração o grau de desenvolvimento e interesse da turma. Obs.: Todo o cronograma acima poderá ser adaptado ou substituído de maneira a possibilitar uma melhor adequação aos participantes, ou as necessidades do espaço disponibilizado para este projeto. Além das questões ligadas a música e a prática de canto, noções de expressão corporal também farão parte do conteúdo das oficinas, já que a própria música é uma expressão corporal. Nesse tocante, nos basearemos na manifestação de sentimentos ou de sensações internas, tanto quanto de conteúdos mentais, por meio de movimentos representativos ou simbólicos do corpo através da música e do canto. Os instrumentos mais comuns da expressão corporal são: o corpo, a voz, o som, o ritmo, o gesto, a postura, o movimento, o espaço e o tempo. Benefícios da expressão corporal (dança): Físicos: 1. Como prevenção e manutenção da condição física; 2. aquisição de algumas aprendizagens técnicas; 3. conhecimento das possibilidades de movimento do próprio corpo; 4. desenvolvimento da linguagem corporal; 5. domínio do próprio corpo. Psíquicos: 1. melhora da espontaneidade e da criatividade; 2. incidência de uma melhora da memória, capacidade de atenção e observação; 3. melhora da disponibilidade. Sócio afetivos: 1. melhora das relações no grupo e da comunicação; 2. liberação das tensões internas mediante o movimento criativo; 3. melhora do desenvolvimento sensorial em nível de emoção, de sentimentos, de inquietações etc. Cronograma das oficinas: As oficinas serão de quatro horas cada, uma vez por semana sendo, sendo duas oficinas de artes cênicas em um dia da semana e uma oficina de expressão corporal (24 oficinas no total) em um outro dia da semana (12 oficinas no total), somando 36 oficinas ao final, divididas da seguinte forma: Oficina Cultural focada no teatro musical (canto e teatro): 1. Teoria musical: 45 minutos; 2. Aquecimento Vocal: 15 minutos; 3. Estudos de Repertório: 60 minutos; 4. Prática: 60 minutos; 5. Debate: 60 minutos. Oficina Cultural focada na expressão corporal (dança): 1. Aquecimento físico: 15 minutos; 2. Aquecimento Vocal: 15 minutos; 3. Estudos de Ritmo: 30 minutos; 4. Estudos de Postura: 30 minutos; 5. Estudos sobre Movimentos: 30 minutos 6. Prática: 60 minutos; 7. Debates: 60 minutos. Neste período, a partir do tema do produto principal, será construído um espetáculo paralelo cênico-musical, onde estes participantes, juntamente com profissionais da área, mostrarão suas habilidades teatrais aprendidas ao longo das oficinas. Assim sendo a ação formativa completa terá os seguintes numeros: · 8 Oficinas por mês de canto e interpretação - teatro musical (24 oficinas no total); · 4 Oficinas por mês de dança e expressão corporal - artes cênicas em geral (12 oficinas no total); O público deste projeto se divide entre aqueles que terão acesso aos produtos finais do projeto (o espetáculo) e àqueles que participarão diretamente do projeto levando a arte em todas as formas à população em geral, desde adultos até crianças a partir dos 12 anos de idade e idosos, obedecendo o inciso VII do artigo 21 da IN n° 02/2019, inclusive àqueles portadores de necessidades especiais, posto que o projeto preverá total acessibilidade. Nosso objetivo é possibilitar a máxima integração dessas pessoas acompanhadas de diretores artísticos e musicais, coreógrafo e coordenador pedagógico, transmitindo conhecimento necessário da arte. Plano de Divulgação e Acesso das Contrapartidas: Quanto a disponibilização para conhecimento do projeto em termos de participação, pretende-se fazer previamente uma ampla divulgação através de redes sociais, ofícios enviado às escolas e instituições educativas e culturais em geral, cursos de teatro e afins, dentre outras atividades a serem pesquisadas. Será feito ainda, especificamente para escolas públicas, atividades presenciais de modo a incentivar professores e alunos para que participem das oficinas. Finalmente esclarecemos que todas as ações serão gratuitas, e em termos de acessibilidade em todas as oficinas, proporcionaremos condições de acessibilidade a pessoas com deficiência física, auditiva, visual ou intelectual.

Acessibilidade

Espetáculo de Artes Cênicas: Acessibilidade física: o teatro que será escolhido cumprirá todas as normas de acessibilidade para as pessoas com deficiência física (o custo deste item está incluído na planilha orçamentária na fase de execução do produto principal na rubrica de locação de teatro) Acessibilidade para deficientes visuais: Teremos audiodescrição do espetáculo (o custo deste item está incluído na planilha orçamentária na fase de execução do produto principal na rubrica de tradução simultânea) Acessibilidade para deficientes auditivos: Teremos tradução simultânea em Libras (o custo deste item está incluído na planilha orçamentária na fase de execução do produto principal na rubrica de intérprete de libras) Oficinas (contrapartida social): Acessibilidade física: o espaço que serão executadas as oficinas cumprirá todas as normas de acessibilidade para as pessoas com deficiência física (o custo deste item está incluído na planilha orçamentária na fase de execução da contrapartida social na rubrica de locação de espaço) Acessibilidade para deficientes visuais: Teremos o material pedagógico em braile (o custo deste item está incluído na planilha orçamentária na fase de execução da contrapartida social na rubrica de impresão em braile) Acessibilidade para deficientes auditivos: Teremos tradução simultânea em Libras (o custo deste item está incluído na planilha orçamentária na fase de execução da contrapartida social na rubrica de interprete de libras)

Democratização do acesso

Além da gratuidade e ampla divulgação do projeto, o Proponente se compromete a adotar as seguintes medidas para ampliação do acesso do projeto: De acordo com a legislação vigente, o registro videográfico do projeto (sinopse do espetáculo e conteúdo das oficinas), serão disponibilizados gratuitamente nas redes sociais da Proponente e permitira a captação de imagens do projeto como um todo, configurando o disposto nos incisos III e IV do artigo 21 da Instrução Normativa n. 05/2017: "III – Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos e das atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no parágrafo 2º do Artigo 22; IV – permitir a captação de imagem das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e ouras mídias."

Ficha técnica

Asteca Rodrigues - (Proponente) - Supervisão de todo o projeto, com remuneração de R$ 48.000,00 por todo o projeto indicada na planilha como "Diretor Geral" (currículo anexo). André Luís da Silva Sampaio (Direção Artística, Coordenação Pedagógica e Roteirista) CPF: 071407497-79 André Luís da Silva Sampaio é professor mestre de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa. Pesquisador da área há mais de 20 anos, sempre concentrou seus estudos e pesquisas no tema “oralidade no Brasil”. Com uma vasta gama de publicações, o autor é doutorando em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mestre em Literatura Portuguesa e Literaturas Africanas de Língua Portuguesa pela Universidade Federal Fluminense, Especialista em História da África e no Negro do Brasil pela Universidade Candido Mendes e graduado em Licenciatura plena Português/Literatura pela Universidade Estácio de Sá. Além disso, possui formação em várias áreas dentro do campo da Arte, tais como: a dança, tornando-se profissional de dança aos 14 anos de idade; o canto, formando-se em cantor lírico e popular aos 20 anos de idade e o teatro, profissionalizando-se também aos 20 anos de idade. Participou de inúmeros espetáculos, concertos e peças durante a sua carreira. Além disso, já foi jurado e membro de comissões voltadas para a área artística e cultural. André Fez ballet clássico, contemporâneo e jazz na Escola Ballet Moderno Kátia Alves e dança de salão na Academia Movimento. Integrou o grupo Folclórico de Dança Alemã “Mosel Volkstanze de Petrópolis” e a Cia de dança Corpo e Água. Fez diversos cursos e estudos na área do teatro e da música: Destacamos o Workshop “Hair” com Charles Möller & Claudio Botelho e a oficina Mix Teatro Musical com coreógrafo Caio Nunes, o ator e diretor Marcelo Caridade e a atriz e preparadora vocal Mona Vilardo. Integrou o elenco do espetáculo “O que será?” (com a Cia Nós da Dança) que cumpriu temporada no Teatro Cacilda Becker – RJ). Com o Ballet Moderno Kátia Alves atuou nos espetáculos: “Sangue e Areia”; “Madame Butterfly”; “O beijo da Mulher Aranha” e” Escrava Isaura”. Com o grupo Afro-brazilians se apresentou na casa de espetáculos Cuba, em Zurique, na Suíça. Foi também integrante da Cia de dança “Corpo e Água” com quem se apresentou em diversos espetáculos e cantor (Tenor) do Coral da Universidade Católica de Petrópolis. Atuou como bailarino e backing vocal na Banda Rio Babilônia e integrou a D’NA Companhia de teatro musical. Atuou e assinou a direção artística do Grupo Vocal Sexteto Universitário. Integrou o elenco do musical “O Pequeno Príncipe”, montagem da Benvenuto Cia Teatral, onde viveu o papel do Aviador e no ano de 2019 foi coordenador pedagógico do projeto “Do singular ao Plural I e II”, projeto que atendeu cerca de 2000 pessoas na sua primeira versão e 5000 na sua segunda versão. Josenildo Hardman de França (Coordenador e Diretor Artístico) CPF: 088.606.148-21 Nildo Hardman, produtor e diretor, atua no ramo cultural nos últimos 10 anos, buscando unir suas especialidades aos seus ideais. Através de seus conhecimentos como advogado, sua criatividade de publicitário e sua paixão pela arte, ele decidiu criar a empresa Prismma, com o objetivo de dar suporte para todos os profissionais do ramo cultural que desejam tornar seus projetos em realidade. Para isso, foram estruturados diversos processos para dar suporte ao artista, como entender a fundo o projeto proposto, desenvolvê-lo de acordo com os propósitos dos órgãos públicos apoiadores, complementar de acordo com os interesses do mercado, para então após conseguir a aprovação, executa- lo e prestar contas perante aos órgãos responsáveis. Nildo atua como diretor artístico de projetos musicais e cênico, tem em seu currículo peças como: Cabaret Luxúria (estrelada por Rachel Ripani) e Meio Lá, Meio Cá (com Bianca Rinaldi). Na música, foi produtor executivo e diretor artístico de artistas como Dan Nakagawa, Renata Arruda, Fabiana Cozza, Lia Paris e Joyce Cândido. Nildo também foi o diretor artístico dos projetos Do Singular ao Plural I e II e redator do livro “Matriarcas: mulheres de raça e de cor. Atualmente, também atua como diretor executivo da Cia de Dança Ballet de Cegos. Direção Musical (Oscar Gonzalez) CPF: 146.008.868-95 Oscar Gonzalez vive em São Paulo desde 1977. Nascido em Santiago de Chile em 28 de maio de 1967, iniciou sua carreira em 1984, em São Paulo, trabalhando em estúdios como engenheiro de gravação. Montou seu primeiro estúdio dois anos depois, e durante a carreira produziu mais de 200 Cds e gravou mais de 600 como engenheiro, músico e produtor. Assistente de Direção 1 (Alex Sorlino) CPF: 125.545.228-55 Jornalista pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, Mestrando em Comunicação e Mercado. Atuou em mais de 20 obras como ator, entre peças, novelas, séries, mini-séries, e filmes de curta e longa metragem. Premiado no Festival Internacional de Brasília de 2009 - Melhor Filme - com o filme "Téo III" entre outros prêmios na sua carreira. Coordenador do Teatro da Associação Fer- nanda Bianchini, Cia de Ballet de Cegos. Associado à Graviton Cinema Digital, onde participou nas produções de vários filmes Em 2019 escreveu e co-dirigiu junto com Betina Zacharias o espetáculo Gaia para o Grupo Fama e em 2021 foi diretor de palco, assistente de direção e diretor do primeiro ato além de compor duas canções para o espetáculo Pequeno Príncipe- Versão Brasileira para o Grupo Prismma. Assistente de Direção 2 (Rosy Aragão) CPF: 174.354.918-02 Uma mulher incansável pela busca da arte e do canto. Iniciou na carreira desde cedo, quando montou sua primeira banda com seu irmão, na garagem de casa aonde ensaiavam. Logo que passou a maior, aceitou convite de ir para o Japão cantar em uma banda de Bossa nova, cantou, vozes Brasileiras como Marisa Monte, Djavan e Betânia. Desde então nunca mais parou, segue sempre cantando e atuando pelas tardes e noites de São Paulo. Figurinos (Néia Barbosa) CPF: 059.017.689-73 Néia é autodidata em costura, modelagem, desenho e bordado. Estilista, modelista e figurinista há 22 anos, desenvolveu carreira profissional na área da moda e confecção. É uma mulher estudiosa, fez graduação em Design e Negócios da Moda na Uniban em 2009 e curso de alfaiataria na União de Alfaiates de São Paulo, em 2010. Aém disso, cursa pós-graduação em Gestão de Marca e Desenvolvimento de Produto de Moda no Centro Universitário Senac de São Paulo. Coordenação das Oficinas: (Lola Hardman) CPF: 399.005.868-16 Lourdes de Mendonça é formada em Marketing e Comercio Exterior. Atua no Grupo Prismma há 10 anos auxiliando no departamento administrativo da empresa. Hardman & Roque Consultoria (Administração) CNPJ: 20.252.606/0001-21 A empresa Hardman e Roque realiza há 4 anos a produção executiva de projetos culturais inscritos nas mais diversas leis e segmentos. Localizada na cidade de São Paulo, tem como sua maior especialidade a produção de projetos musicias. Dentre os últimos executados podemos citar: “Ela é Afro”, “Cília”, “Gravação Do Dvd Do Álbum “Nem Todos São Como Astronautas” . Contador: Izildo Natalino Casaroto Contabilidade CNPJ: 15.230.952/0001-79 Contador e advogado e faz parte do Grupo Prismma Marketing Eventos e Promoções LTDA, inscrita no CNPJ 11.718.304/0001-05, membro do grupo Prismma, com sede na Rua Teodoro Sampaio, 417, cj. 91, no Bairro de Pinheiros/SP, é uma empresa com apenas 10 (dez) anos de existência, porém, desde a sua constituição, seus profissionais atuam no desenvolvimento e gerenciamento de projetos culturais incentivados. A empresa desenvolve, administra e produz projetos seguindo as diretrizes das Leis de Incentivo, tanto do Estado de São Paulo quanto a do Governo Federal, na área cultural e esportiva. Izildo Casarotto é o responsável por todas as questões contábeis e de todas as prestações de contas dos projetos desenvolvidos pelo Grupo Prismma. Dentre os projetos desenvolvidos e administrados pela empresa conjuntamente com o trabalho de contabilidade

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo