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O projeto visa a realização de uma exposição fotográfica do artista Rodrigo Koraicho, com uma série de fotografias, poemas e instalações. Além disso serão realizadas uma visita guiada e lives com o artista e com o curador da mostra. Como contrapartida social serão rezalizadas duas lives com o artista e convidados, para disponibilização gratuita nas redes sociais.
EXPOSIÇÃO: Realizar uma exposição do artista Rodrigo Koraicho, apresentando fotografias em diversos formatos, além de instalações, poemas e uma projeção, em uma instituição cultural em 3 cidades brasileiras, situadas na região Sudeste do Brasil, nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar 3 encontros do artista com convidados sobre o tema da fotografia na arte brasileira e o papel da fotografia na história social do Brasil. Duração: 1h30. Vagas: 200 pessoas por encontro. Os encontros terão registro videográfico e serão disponibilizados em plataformas digitais.Para atingir o público previsto no projeto, está previsto o contato direto com as escolas da rede pública das regiões através de envio de convite virtual por e-mail, divulgação nas redes sociais do projeto e agendamento prévio controlado.
Objetivo Geral "Ô Culpa" é o resultado de meses de convívio do artista em uma ocupação debaixo de uma ponte na cidade de São Paulo, onde aproximadamente 40 famílias em situação de vulnerabilidade se reuniram para organizar um espaço de habitação e convívio.O déficit habitacional na região metropolitana de São Paulo é de 1,8 milhão de domicílios, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas. Um número que, desde 2011, cresce a um ritmo médio de 10% ao ano e vem aumentando a cada dia, com um milhão de inscritos na fila por moradia popular. Esse universo, que se repete nas grandes cidades brasileiras, é o tema da exposição "Ô Culpa", A mostra conta com fotografias, instalações, poemas e projeção realizados pelo fotógrafo Rodrigo Koraicho, que é resultado de um processo de convivência iniciado em agosto de 2019 e que vem se desenvolvendo até o momento, fruto de uma imersão de aprendizado e troca no cotidiano de aproximadamente 35 famílias, que perderam suas casas, ou não possuem moradias próprias e passaram a conviver debaixo de um viaduto no bairro do Bom Retiro Com isso a exposição pretende ampliar o debate a respeito de um dos grandes problemas sociais de grandes cidades, humanizando cada personagem, fruto de uma história repleta de lutas, vitórias e derrotas. Objetivo Específico Produto: Realizar uma exposição com 20 fotografias, poemas, instalações e uma projeção em instituições culturais de 3 cidades da região Sudeste do Brasil. Produto: Realizar uma visita guiada com o artista. Produto: Realizar uma live com o artista. Produto: Realizar uma mesa redonda com o artista e o curador da mostra. Produto: Realizar, como contrapartida social, duas lives - mesa redonda, com convidados, para disponibilização gratuita nas redes sociais. Realizar o registro videográfico da exposição.
"Ô Culpa" é o resultado de um processo de convivência iniciado em agosto de 2019 e que vem se desenvolvendo até o momento, fruto de uma imersão de aprendizado e troca, em que se revelam narrativas de vida, de superação e das mais variadas adversidades que a vida oferece. O projeto se lança intimamente no cotidiano de uma ocupação em São Paulo onde aproximadamente 35 famílias que não possuem moradias próprias _ ou que perderam suas moradias por algum motivo _ passaram a conviver em um mesmo espaço debaixo de um viaduto no Bom Retiro sob determinadas regras, das quais se destacam a proibição do uso de drogas, o barulho em horários inadequados, a higiene nos locais compartilhados e a priorização pelo convívio harmônico, o que nem sempre prevalece em meio a tantas complicações. A cidade de São Paulo, maior centro urbano do país, concentra um total de mais de 200 ocupações que abrigam mais de 45 mil famílias e um déficit habitacional imenso, apesar dos mais de mil imóveis abandonados ou subutilizados que a cidade dispõe. A luta social por moradia não se restringe às cidades brasileiras, é um dilema global que assola principalmente países de maior vulnerabilidade. "Ô Culpa" vem da ambiguidade conceitual em contraponto a uma afinidade sonora que existe no cerne da palavra culpa e da palavra ocupar ou ocupação, lidando com uma questão social que é direito fundamental. Ocupar um espaço sem pertencer, uma moradia, mas não um lar. Para estas famílias, o futuro é a incerteza de uma residência efêmera debaixo de um viaduto. Culpa compartilhada, culpa de todos nós. A relação intrínseca entre corpo e espaço, sonho, identidade, intimidade e família, presente nas imagens, busca criar inquietações permeando por essa zona cinzenta da materialidade da obra e sua representação simbólica. Também faz parte do projeto uma projeção com cenas filmadas na ocupação; desenhos feitos pelas crianças que foram convidadas a desenhar um lar, uma casa; e objetos trocados com os moradores. Diante da relevância do tema da Mostra, salientamos a importãncia do uso da Lei de Incentivo a Cultura para que possamos executar a mostra. Ainda de acordo com o apresentado as atividades propostas no projeto se enquadram ao Art. 1° da Lei 8313 de dezembro de 1991 conforme segue: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° E para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, em cujo favor serão captados e canalizados os recursos, o projeto se enquadra: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
CONTRAPARTIDA SOCIAL Como contrapartida social, o projeto propõe 3 encontros do artista com convidados onde o tema central será a fotografia na arte brasileira e o papel da fotografia na história social do Brasil. Os encontros terão a duração de 1h30 e terão vagas abertas para 200 pessoas. Público Alvo: Estudantes e professores da Rede pública e privada de ensino e público em geral. Os encontros serão gravados e video e disponibilizados em plataforma digital; Para atingir o público previsto no projeto, está previsto o contato direto com as escolas da rede pública das regiões através de envio de convite virtual por e-mail, divulgação nas redes sociais do projeto e agendamento prévio controlado.
PRODUTO: EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: A exposição será realizada em uma instituição que atenda as normas de acessibilidade requeridas pela Lei nº 13.146/2015, ou seja possui cadeiras de roda, rampas de acesso, elevadores e sanitários especiais. DEFICIENTES AUDITIVOS:A mostra prevê, em seu projeto educativo o serviço de visitas em libras para pessoas com deficiência auditiva e de fala. DEFICIENTES VISUAIS: Está previsto a impressão de todos os textos da exposição e legendas das obras em braile e em fonte aumentada e com alto contraste para pessoas com visibilidade reduzida, além da disponibilização de audiodescrição da exposição. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: As ações educativas culturais serão realizada no mesmo espaço em que faremos a exposição, ou seja, no museu que atenda as normas de acessibilidade requeridas pela Lei nº 13.146/2015, ou seja possui cadeiras de roda, rampas de acesso, elevadores e sanitários especiais. DEFICIENTES AUDITIVOS:As ações educativas contarão com a tradução simultânea em libras. DEFICIENTES VISUAIS: PALESTRA NÃO SE APLICA, OFICINAS teremos um monitor especializado para auxilio a pessoas com necessidades especiais e disponibilizaremos o material escrito da oficina em braile.
EXPOSIÇÃO: Atendendo ao artigo 20 da Instrução Normativa nº 2 de 2019 a exposição será apresentada que ofereça entrada franca para todo o público. A mostra terá como púbico alvo alunos das escolas públicas, privadas, cursos superiores e tecnicos de arte e afins, assim como professores, pesquisadores e público em geral. Atendendo Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; O projeto prevê, o registro videográfico e fotográfico da exposição e sua disponibilização nas redes sociais e no site do artista.
Cristiane Santos - proponente e coordenadora geral do projeto. A proponente será remunerada na rubrica Coordenação Geral Atua desde 2004 como diretora executiva da Cantabile Produções e Eventos. Entre 1992 e 1999 atua como produtora de eventos na Secretaria de Estado da Cultura De 1999 a 2007 está à frente da coordenação de produção Da OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Nos anos subsequentes assume a coordenação de produção do Projeto Guri e da Companhia Brasileira de Ópera. Em 2010 assume a coordenação de produção do Museu Afro Brasil. Em 2013 assume a Direção de Produção do Theatro Municipal de São Paulo estando a frente da produção de diversas óperas, além dos concertos Sinfônicos da OSM, OER e do Balé da Cidade. Posteriormente participou como produtora executiva das exposições Only You de Leonardo Kossoy e Portugual, Portugueses. Em 2017 e 2018 produz as exposições Barroco Ardente e Sincrético, PretAtitude, Sinfonia de uma Metrópole – Theodor Preising e da Exposição Toyota, Ritmo do Espaço no Mam do Rio de Janeiro em 2017 e no MAB-FAAP - São Paulo em junho de 2018. Produção Executiva para a OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo Pré Produção da Turnê da Companhia Brasileira de Ópera. Produção executiva das exposições Only You de Leonardo Kossoy no Centro Cultural dos Correios em Niterói e no Rio de Janeiro. Produção executiva das exposições Portugual, Portugueses e Barroco Ardente e Sincrético no Museu Afro Brasil e SESC Santos. Produção da exposição PretAtitude – Insurgências, emergências e afirmações na arte afro brasileira contemporânea” nos Sesc Ribeirão Preto e São Carlos 2018. Produção da exposição Sinfonia de uma Metrópole – Theodor Preising no SESI – FIESP nas cidades de São Paulo, Itapetininga, São José dos Campos e São José do Rio Preto e da Exposição Toyota, Ritmo do Espaço no Mam do Rio de Janeiro em 2017 e no MAB-FAAP - São Paulo em junho de 2018. Em 2019 atua como produtora executiva das itinerância Toyota, Ritmo do Espaço no Museu Nacional da República em Brasília, da exposição PretAtitude – Insurgências, Emergências e Afirmações na Arte Afro Brasileira Contemporânea” nas unidades do Sesc Vila Mariana e Santos, da mostra Kurt Klagsbrunn na galeria de fotografias da Fiesp e da exposição João Câmara – vida e obra de um artista Brasileiro no MEPE – Museu do Estado de Pernambuco e no Museu Afro Brasil em São Paulo. Nos anos de 2020 e 2021 produz as exposições Liam Porisse – Perigosos Encantos no SESI Ribeirão Preto, a mostra Sidney Amaral – Viver até o fim que me cabe no SESC Jundiaí e Hans Silvester – Vale do Rio OMO na Pinacoteca Fórum das Artes em Botucatu, além das itinerâncias Yutaka Toyota, Ritmo do Espaço no Museu Oscar Niemeyer, PretAtitude – Insurgências, Emergências e Afirmações na Arte Afro Brasileira Contemporânea” no SESC São José do Rio Preto e Marcelo D´Salete – Uma História Negra em Quadrinhos no SESC Araraquara. Regiane Rykovsky - Produtora Executiva Formada em Artes Plásticas pela Universidade Mackenzie, SP e em Expertise em Obra de Arte no IESA, Paris. Em 1997 foi coordenadora de exposições internacionais na Pinacoteca de São Paulo, entre 1999 e 2001 trabalhou na União Latina, Paris coordenando a exposição “Brésil Baroque” apresentada no museu Petit Palais, além de coordenar o departamento cultural dos correspondentes na América Latina. Em 2001/2003 trabalha na editora de arte Ars Latina, Paris. De 2003 a 2009 funda a Divinas Peças do Brasil e realiza diversos trabalhos com comunidades de artesãos pelo Brasil. De 2010 a 2012 foi coordenadora de projetos no Museu Afro Brasil. De 2012 a 2014 foi diretora executiva do IAC. Em 2014 e 2015 foi diretora do departamento cultural da L3PS. Entre 2015 e 2017, presta serviços como produtora executiva para a Base7 Projetos Culturais onde produziu inúmeras exposições entre elas “Cícero Dias: um percurso poético” - CCBB DF, CCBB SP e CCBB RJ e “Oscar Niemeyer: The Man Who Built Brasilia” - Museum of Contemporary Art Tokyo, Japão. Desde Agosto de 2017 se dedica inteiramente ao departamento cultural da L3PS, onde realiza a produção executiva de exposições como: Yutaka Toyota, O Ritmo do Espaço (MAM Rio, FAAP SP – PRÊMIO APCA DE MELHOR RETROSPECTIVA 2018 e MNdR DF), Sinfonia de uma Metrópole (FIESP SP, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos e SESI São José do Rio Preto), PRETATITUDE (SESC Ribeirão Preto, SESC São Carlos, SESC Vila Mariana), A Matriz do Tempo Real, MAC IBIRAPUERA, Kurt Klagsbrunn, Faces da Cultura, Retratos de um Tempo (Centro Cultural FIESP SP) Chiharu Shiota (Japan House e CCBB SP), Liam Porisse: Perigosos Encantos (SESI Ribeirão Preto), Da Vinci Experience: 500 anos (Pavilhão das Culturas Brasileiras, Parque Ibirapuera, SP). Rodrigo Koraicho - Artista Rodrigo Koraicho (n.1985, São Paulo, Brasil) é formado em Comunicação Social pela Universidade Belas Artes – São Paulo, com mestrado em Estética e História da Arte pela Universidade de São Paulo (USP). Ele começou a estudar e trabalhar com fotografia aos 16 anos de idade. Em 2011, fundou a empresa Habitat, trabalhando em diferentes ramos da fotografia. Depois de passar quase uma década atuando entre os trabalhos comissionados e seus projetos fotográficos, hoje seu enfoque principal é desenvolver suas narrativas pessoais no Brasil e no mundo.
PROJETO ARQUIVADO.