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Produto 1 - Exposição de artes: serão realizadas três exposições, Márcio Pannunzio - Xilogravuras, em três cidades do Estado do Rio de Janeiro, em espaços culturais públicos, exibindo trinta gravuras e cinco painéis didáticos. Produto 2 - Contrapartidas: palestras e oficinas para alunos e professores da rede pública de ensino e visitantes.
A INDICAÇÃO LIVRE para todos os PRODUTOS e QUAISQUER PÚBLICOS. Três exposições, uma palestra, um encontro com artista, três mostras online três lives de abertura, sítio de internet.
Objetivo geral Popularizar o conhecimento sobre gravura, em especial Xilogravura, estimulando a fruição estética, a formação de memórias e identidade social. O resultado é levar e trazer arte, como canal de expressão criativa, conectando pessoas, formando memórias e identidade de grupos sociais do País. Destacar riquezas culturais e plásticas do patrimônio imaterial e ou intangível do povo brasileiro, representado por seus saberes, ofícios, modos de fazer e seus fazeres, pilares sob os quais nossa sociedade constrói ideias e ideais, transformando o mundo no qual vivemos. Objetivos específicos Márcio Pannunzio - Xilogravuras: três exposições (Produto 1) em três cidades. Com divulgação intensificada na região, durante período expositivo em todas as cidades, por período de 37 dias por cidade e cento e onze dias ao todo. Por meio de anúncios será proposto aos espectadores: visita a cada um dos locais das exposições. O objetivo é atingir grande público, por quatro meses, com a comunicação das mostras em divulgação massiva por meios eletrônicos. As contrapartidas (produto 2): uma palestra online e uma presencial, vinte e quatro oficinas de gravura em relevo durante as exposições em cada uma das cidades. Serão fretados quatro ônibus por cidade, transportando 180 alunos de cada escola para os espaços de cultura, perfazendo um total de 540 pessoas entre alunos e professores da rede pública de ensino. As exposições consistem em uma produção poética e pedagógica, sendo um híbrido visual e interativo, além das matrizes para o toque; haverá mostras, catálogo e apresentação de técnica de gravuras em formato digital. As matrizes favorecem quem não pode ver, provocando percepções e sensações. As mostras, a apresentação e a palestra virtual atenderá também a quem não possa estar presente. Em ambiente participativo: físico, digital, intelectual e perceptivo proporcionarão aos visitantes vivência integrada, única e original. Ações destacadas no projeto: 1. Encontro com artista, 60 minutos, em cada espaço expositivo. Palestra online ministrada por especialista em gravura com 40 minutos. Ambas ações estarão no site com livre acesso aos interessados, por 36 meses. Comprovação por fotografias, vídeos, site do projeto, contratos e notas fiscais. 2. Treinamento gravura em relevo para arte educadores contratados, que realizarão oficinas para o atendimento dos alunos e professores das escolas da rede pública de ensino, de cada cidade. Também serão realizadas oficinas para os visitantes interessados. Comprovação por fotografias, vídeos, site do projeto, contratos e notas fiscais. 3. Seis arte-educadores serão contratados para exercerem atividades artístico-pedagógicas. Serão aplicadas 72 oficinas, sendo 24 oficinas por cidade, ministradas pelos arte educadores. A visita à mostra será a ida dos estudantes aos espaços culturais e retorno à sua escola de origem. Contraremos 4 ônibus, com 45 lugares por escola, perfazendo um total de 540 alunos no total. Os fretamentos atenderão 180 alunos e professores da rede pública de ensino de cada cidade. Comprovação por fotografias, vídeos, site do projeto, por contratos, notas fiscais e declarações das escolas sobre a quantidade de alunos participantes dos eventos. 4. No site veicularemos: versões digitais do catálogo, convite eletrônico e informações sobre as mostras, teremos a exposição virtual de cada um dos espaços expositivos e a trajetória do artista, com os textos legendados e narrados para acesso irrestrito de quaisquer pessoas, inclusive não ouvintes e não videntes. Apresentaremos também os resultados práticos das oficinas, desta forma os participantes estarão integrados e representados no projeto. Comprovação por fotografias, vídeos, pelo site do projeto, por contratos e notas fiscais. 5. A divulgação buscará a difusão cultural de forma plena, ampla e irrestrita, por meio eletrônico e físico, atrairá grande número de pessoas, presencial e virtual porque é de livre acesso. Qualquer um, de qualquer lugar pode acessar o site por 36 meses. Comprovação por fotografias, vídeos, site do projeto, contratos e notas fiscais. 6. Fazer com que o custo do projeto se justifique, com amplo número de visitantes físicos e virtuais, para que o ticket médio tenha um menor custo, em ação cultural com maior alcance. Comprovado pelo número de visitantes, escolas, professores e alunos por meio de declarações dos espaços expositivos e das escolas públicas atendidas. O projeto se justifica na medida em que atende aos preceitos do artigo 1º da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto e seus produtos são franqueados ao público com garantia de pleno acesso ao público a esta representação atualíssima da arte brasileira. Está criado e desenvolvido para atender os preceitos da acessibilidade física, visual e auditiva. As exposições foram idealizadas para serem irrestritas à quaisquer pessoas nas mais diversas condições físicas e sociais. É abrangente: levaremos a arte para dentro das escolas com 72 oficinas, e traremos mais de 540 alunos para dentro do espaço cultural, valorizando novas formas de pensamento. Todo o projeto é e está envolvido pelo sentimento de aproximação, acolhimento, troca e solidariedade, expressos na forma do fazer, conduzir e produzir arte, para atingir a ampla difusão cultural na conquista de novos olhares, justificando-se como contributo à formação de público: pessoas humanizadas e melhores cidadãos.
A mostra Márcio Pannunzio - Xilogravuras mais do que ser uma exposição, pretende ser também uma ação cultural de estímulo a esse fazer, e à fruição estética que esta vertente da arte proporciona que tamanho brilho que o Brasil conquistou no mundo, graças à magistral obra de artistas como Osvaldo Goeldi, Lívio Abramo, Renina Katz, Marcelo Grassmann, Fayga Ostrower, Gilvan Samico, Maria Bonomi, Hanna Brandt entre tantos. O projeto assim é a gravura, e será amplamente democrático, gratuito, dirigido ao público de todas a idades e terá sua contraface virtual, na internet, em espaço especialmente a ele destinado, contendo todos os textos, imagens das obras expostas, fotos e vídeos das exposições montadas, das palestras, da confecção de xilogravura e catálogo digital. O projeto atende a todos os incisos dos artigo 1º da lei 813/91, ou seja: ele contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com a valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; e salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Atende ainda a vários incisos do Artigo 3 da mesma lei, abaixo enumerados: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Sem o apoio do PRONAC seria praticamente impossível realizar este projeto de robusto interesse para a cultura nacional.
Os deslocamentos serão de Ilhabela para as cidades de Angra dos Reis, Mangaratiba e Itaguaí e de Guarulhos para as cidades.
1- Três exposições de artes visuais, xilogravuras de Márcio Pannunzio, com duração de tinta dias corridos em cada um dos espaços culturais de três diferentes cidades no estado do Rio de Janeio. Comprovação fotográfica e por acesso digital. 2- Uma palestras gravadas pelo crítico de arte e curador especializado em gravura, Paulo Vergolino, com vinte minutos de duração. Comprovação por acesso digital. 3- Vídeo mostrando a feitura de uma xilogravura desde a preparação da matriz até a impressão final da gravura. Duração de vinte minutos. Comprovação por acesso digital. 4- Oficinas de gravura em relevo, 72oficinas no total. Serão feitas nas três cidades 24 oficinas com uma hora de aula. Comprovação fotográfica, declarações da escola visitante, notas fiscais dos ônibus fretados. Coordenação Pedagógica: Coordena os arte educadores, as palestras e oficinas, treinamento de ações educativas. Programa para deficientes e visitas guiadas para públicos de faixas etárias diferentes. Comprovação por meio de contratos enotas fiscais. Arte educadores - Serão contratados 2 arte educadores para cada cidades. Estes profissionais, que facultam ao indivíduo o acesso à arte como linguagem expressiva e forma de conhecimento, conduzirão visitas guiadas e atenderão deficientes visuais, auditivos e cadeirantes em suas necessidades específicas, além de ministrarem a oficina de xilogravura durante as exposições. Comprovação por contratos, notas fiscais e pelo período de trabalho nos espaços culturais nos quais atuarão. Projeto Educativo Ações desenvolvidas 1.Pesquisa de material para estudo da equipe educativa;2.Fornecimento de textos e materiais de suporte para os arte educadores visando um atendimento de qualidade aos visitantes da exposição;3.Elaboração de caderno de estudo para a equipe educativa;4.Suporte técnico e didático para a equipe visando o esclarecimento de dúvidas sobre as peças em exposição;5.Organização das planilhas de escala de trabalho;6.Planejamento e organização das ações desenvolvidas pela equipe de monitores;7.Elaboração de materiais para oficina pedagógica abordando assuntos abordados na mediação;8.Acompanhamento das ações desempenhadas junto ao Coordenador Pedagógico para correto cumprimento das atividades;9.Treinamento da equipe de arte educadores;10.Elaboração de banco de dados de escolas públicas das três cidades para convite de visita à 11.exposição;12.Contato com escolas e agendamento de grupos para visita à mostra;13.Elaboração de relatório final das atividades educativas realizadas. Ações desenvolvidas – Coordenação Pedagógica: 1.Fornecimento de escala semanal de agendamento para a equipe educativa;2.Seleção de monitores para atuar na exposição;3.Estimular a participação e cumprimento das ações educativas junto à equipe de arte educadores;4.Realização de reuniões semanais com a equipe para ajustes, suporte técnico e didático;5.Acompanhamento das ações desenvolvidas pela equipe educativa visando informar aspectos necessários para a equipe de prestadores de serviço e funcionários dos espaços culturais;6.Acompanhamento das atividades de mediação e oficina desenvolvidas pelos arte educadores;7.Organização e acompanhamento de visita com os responsáveis pelo projeto visando o treinamento da equipe;8.Organização de registro fotográfico das visitas mediadas pelos arte educadores. Ações desenvolvidas – Arte Educadores: 1.Estudo de material educativo fornecido pela coordenação pedagógica;2.Acompanhamento de visita com a equipe para treinamento;3.Participação em reuniões com coordenação pedagógica para treinamento das ações educativas;4.Acompanhamento de visitantes às mostras;5.Acompanhamento de grupos visitantes às mostras;6.Realizar percurso de visita e oficinas relacionando o tema das exposições às atividades;7.Informar ao Coordenador Pedagógico sobre as ocorrências diárias, reclamações e sugestões dos visitantes;8.Utilizar o uniforme fornecido pela produção do projeto;9.Fornecer relatório de ações desenvolvidas ao coordenador. MODELO – SUGESTÃO DE VISITA MEDIADA Público-alvo: Livre Duração da atividade: 90 minutos 15 minutos - Acolhimento: Recepção aos alunos, apresentação da equipe e alunos, síntese da exposição – perguntar o que eles compreendem ser a arte, se conhecem a forma de arte, estimular a interação e participação dos alunos. 10 minutos - Explanação do que é Gravura: Explanação sobre o que é gravura,e como é feita.Todos poderiam fazer uma gravura? Quais fatores contribuíram para que estas gravuras fossem realizadas. 30 minutos - História: Explanação sobre os períodos da história e o surgimento das gravuras, destaque de seu contexto histórico. 10 minutos - Valor dos objetos: Explanação sobre o que é valor em arte, comparação entre as várias formas – estimular o diálogo sobre os tipos de valor que depositamos em objetos e em apresentações 15 minutos - O que é material e imaterial na Cultura: Falar sobre como se forma a cultura, o folclore e tradições artísticas 10 minutos - Conclusão: Comentários finais sobre o que foi observado e percepção dos participantes. A visita poderá ser estendida para oficina *Os educadores poderão adaptar a organização e pontos abordados em cada item, de acordo com a necessidade de cada visitante/escola/grupo. PROPOSTA DE OFICINA EDUCATIVO Público: Crianças, jovens e adultos Objetivo(s): Entendimento e compreensão sobre o processo artístico. Compreensão da ligação do simbolismo no processo criativo para elaboração das obras. Metodologia: Visita à exposição;Realização de atividade de perguntas e respostas com questões levantadas ao longo da mediação. Recursos: materiais diversos para que os participantes façam criações artísticas, atividade elaborada pela coordenação; Placas com perguntas relativas aos temas observados na exposição. Processo: 1.Acolhimento dos grupos visitantes;2.Introdução ao contexto da mostra;3.Visita mediada à exposição;4.Visita à sala de oficina ou espaço propício ao desenvolvimento da atividade;5.Debate sobre o experimento de visitação e elaboração da dinâmica; Orientações para o desenvolvimento da atividade de oficina Deverá ser dividido o número de alunos para organização de dois ou três grupos com a mesma quantidade de participantes visando a formação de equipes. Os alunos escolherão os materiais com os quais querem trabalhar. Com ajuda do arte educador elaborarão a ideia sobre o quê e como farão as gravuras. Os alunos serão os artistas naquele momento e espaço, assim se sentirão participando do contexto ao qual foram envolvidos. Serão apresentados gravuras feitas com material reciclado, orientadas suas confecções com a ajuda do arte educador, cada aluno sairá com um pequena gravura.
Acessibilidade física: Fixação (item listado em planilha) de obras em alturas adequadas para cadeirantes e pessoas de baixa estatura. A escolha do espaço para abrigar a exposição terá como critério prioritário a existência de infraestruturas como rampas, corrimões e banheiros diferenciados. Em casos da inexistência de tais garantias, teremos arte educadores treinados para assistir esse público. Acessibilidade para deficientes visuais: 1. protótipo material confecção (item listado em planilha): objetos táteis expositivos 2. mapa tátil (item listado em planilha) 3. texto (item listado em planilha) com letras em tamanhos adequados 4. impressão em braille (item listado em planilha) 5. áudio-narração (item listado em planilha) Acessibilidade para deficientes auditivos: 1. plotter adesivo para parede (item listado em planilha) 2. intérprete de libras (item listado em planilha) para o encontro com artista OFICINA: Deficientes visuais e auditivos - Profissional treinado as necessidades desse público o acompanhará nas atividades. Deficientes físicos - O espaço de realização deverá prioritariamente conter infra-estrutura inclusiva e o suporte para locomoção que for necessário será assegurado pela equipe de produção do evento. Cabe ressaltar que as atividades da oficina serão pensadas, desde sua concepção, para abarcar toda e qualquer diversidade de seu público. Será garantido o direcionamento e assistência desse público quando presencial e o site será composto com este objetivo de atender a todas as pessoas. As ações propostas estão de acordo com as orientações abaixo especificadas: a) É obrigatória a previsão de medidas de acessibilidade para deficientes físicos, visuais e auditivos (TODOS), para TODOS os produtos, sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. CAPÍTULO IV - DA ACESSIBILIDADE, DEMOCRATIZAÇÃO, DO ACESSO E DAS AÇÕES COMPLEMENTARES - SEÇÃO I - DA ACESSIBILIDADE Art. 18. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo de incentivo a projetos culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. § 1º Havendo custos com as ações de acessibilidade, estes devem estar previstos no orçamento analítico do projeto. 24/04/2019 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 - INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 - DOU - Imprensa Nacional § 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, quando adotadas para o produto. Art. 19. Será permitido ao proponente oferecer medidas alternativas devidamente motivadas, sujeitas à prévia aprovação da Secretaria Especial de Cultural, para assegurar o atendimento às medidas de acessibilidade previstas na legislação pertinente. SEÇÃO II DA AMPLIAÇÃO DO ACESSO Art. 20. A proposta cultural deverá conter um Plano de Distribuição detalhado, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, contendo: I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do ValeCultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais), excetuando-se projetos com transmissão ao vivo em TV aberta; e II - parametrização estabelecida no sistema em atendimento aos órgãos de controle, como segue: a) meia entrada à razão de 50% (cinquenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados; b) valor total da bilheteria igual ou inferior ao Custo Total do Projeto (Anexo I); e c) a eventual transferência de quantitativos não utilizados previstos nas alíneas "b" e "c" do inciso I é permitida apenas para se somar aos quantitativos previstos nas alíneas "a" e "d" do referido inciso. Parágrafo único. Os projetos culturais que contemplem o custeio de atividades permanentes deverão prever a aceitação do Vale-Cultura como meio de pagamento quando da comercialização dos produtos culturais resultantes, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa; ou X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. Em conformidade com a alínea “a” do inciso I do artigo 20 e incisos III e IV do artigo 21 da Instrução Normativa n° 2 de 2019, serão garantidas a gratuidade de todos os ingressos e disponibilizadas, na internet, para quaisquer produtos dessa proposta, registros audiovisuais da exposição e do conteúdo exposto. Nesse sentido, serão permitidas a captação e veiculação de imagens por redes públicas de televisão e outras mídias.
O projeto democratiza amplamente os seus produtos, de acordo com o Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019 que determina: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa.
Márcio Pannunzio, artista visual. Prêmios internacionais: na XYLON 12 – International Triennial Exhibition of Artistic Relief Printing, na Biennale Internationale d’Estampe Contemporaine de Trois-Rivières na BIMPE V – The Fifth International Biennial Miniature Print Exhibition, na 11ª Bienal de San Juan del Grabado Latinoamericano y del Caribe, na 3rd International Biennial Racibórz 2000 Poland, na The 3rd International Mini Print Cluj-Napoca , no 3º Concurso Internacional de Mini Grabado “Ciudad de Ourense”, na 5ª Bienal Nacional de Grabado en Relieve – 1ª Iberoamericana XYLON Argentina, na III Bienal Argentina de Gráfica Latinoamericana 2004, na 1st International Small Engraving Salon Inter-Grabado 2005, na 2ª e na 3ª Muestra Internacional de Miniprint en Rosário. No Brasil foi premiado em quarenta e nove ocasiões: 10° Salão Paulista de Arte Contemporânea, 3º Salão Victor Meirelles, 50º Salão Paranaense, 10ª Mostra da Gravura de Curitiba, na II Bienal da Gravura, no 2º Salão SESC de Gravura, na VIII e na VII Bienal do Recôncavo, na 4ª Bienal de Gravura de Santo André, na 3ª Bienal Nacional de Gravura Olho Latino. Foi bolsista da Fundação Vitae como projeto Márcio pannunzio - Xilogravuras. Realizou trinta e três individuais, cinco delas no exterior. Tana Adélia Lopes Pannunzio, curadora. Artista plástica e arte educadora formada pela Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado de São Paulo SP. Fez a curadoria das individuais de Márcio Pannunzio nas Itaú Galerias de Higienópolis em São Paulo, SP e Vitória, ES. Feza curadoria e a produção das individuais de Márcio pannunzio nas Caixas Culturais de São Paulo e do Rio de Janeiro. Fez a curadora e a produção das individuais itinerantes de Márcio Pannunzio que passaram pelas cidades de Ilhabela, São Sebastião, Caraguatatuba, Ubatuba, São José dos Campos, Campos do Jordão e Jacareí, todas no estado de São Paulo e patrocinadas pelo Programa de Ação Cultural do governo do estado de São Paulo, ProAcs Edital. Fez a curadoria e a produção da individual Artes Menores - desenho & gravura exposta nas cidades de Caraguatatuba, Ilhabela e Jundiaí, todas no estado de São Paulo. Fez a curadoria e a produção das individuais de fotografia Congada em foco, em 2015 e Congada em tela, em 2019. Claudia Lopes, produtora. 2019 – Galeria Olímpica RGM na Arena de Manaus. 2018 e 2017 - Loucuras Anunciadas - Francisco Goya na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e Curitiba. 2016 – Mostra Esporte Movimento na Caixa Cultural Salvador e Rio de Janeiro; Celebrar, Superação e Arte no Centro Cultural Correio/RJ. 2015 - Mostra Esporte Movimento na Caixa Cultural Brasília, Fortaleza e Recife; exposição Robert Rauschenberg, o inferno de Dante no Centro Cultural Correios SP e RJ; Rembrandt e a Figura bíblica no Museu Correios Brasília; Marc Chagall, Fábulas de La Fontaine no Museu Correios Brasília, Espaço Cultural Correios Juiz de Fora, Centro Cultural Correios Sp e RJ. 2014 – Mostra Esporte Movimento na Caixa Cultural São Paulo e Curitiba; produziu a exposição Rembrandt e a Figura Bíblia - Centro Cultural Correios RJ; Museu Correios exposições do Hércules Barsotti; Sim, pode tocar de Toyota e exposição do João Rossi no Centro Cultural Correios SP. 2013 - Exposição Waldomiro de Deus, 50 anos de pintura - Espaço Cultural Correios em Fortaleza. Luciano Oze, coordenador geral. 2019 – Produção e execução da Galeria Olímpica RGM na Arena de Manaus. 2018 e 2017 - Produziu a mostra Loucuras Anunciadas - Francisco Goya na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo e Curitiba. 2016 – Produziu a Mostra “Esporte Movimento” nas Unidades da Caixa Cultural de Salvador e Rio de Janeiro; Antonio Maluf – Singular e Plural no Museu Correio, Brasília / DF; Celebrar , Superação e Arte no Centro Cultural Correio, Rio de Janeiro. 2015 - Produziu a Mostra “Esporte Movimento” nas Unidades da Caixa Cultural de Brasília, Fortaleza e Recife; produziu a exposição “Robert Rauschenberg, o inferno de Dante” no Centro Cultural Correios São Paulo e Rio de Janeiro; produziu a exposição “Rembrandt e a Figura bíblica” no Museu Correios Brasília; produziu a exposição “Marc Chagall, Fábulas de La Fontaine” no Museu Correios Brasília, Espaço Cultural Correios Juiz de Fora, Centro Cultural Correios São Paulo e Rio de Janeiro. 2014 – Produziu a Mostra “Esporte Movimento” nas Unidades da Caixa Cultural São Paulo e Curitiba; produziu a exposição “Rembrandt e a Figura Bíblia” no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro;produziu no Museu Correios exposições do “Hércules Barsotti” e “F ANG”; produziu a mostra“Sim, pode tocar” de T oyota e exposição do “João Rossi” no Centro Cultural Correios São Paulo. Paulo Leonel Gomes VergolinoPalestrante, Doutor em Artes, Agente de MuseologiaSuperior: UFPa – Universidade Federal do Pará Bacharelado em Artes Plásticas eLicenciatura em Arte Educação 1995 Pós-Graduação:Entidade: MAC/USP - Museu de ArteContemporânea de São Paulo Especialização em Museologia 1997 a 1998. Entidade:MAE/USP - Museu de Arqueologia e Etnologia de São Paulo Especialização em Museologia1999 a 2000. Mestrado Entidade: UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas Mestreem Artes 2013 a 2015. Doutorado Entidade: MACKENZIE – Universidade PresbiterianaMackenzie Doutorando em Artes 2019 a 2022. Exposições de Arte: Professor palestrantee convidado para aula especial sobre Hans Steiner (1910- 1974), na mostra: “HansSteinerRio IL Segno Ritrovato” Museu Provincial de Gorizia - Palazzo Attems Petzenstein,em Gorizia, Itália, Período: 11 de set/2016. Professor palestrante do Curso intensivo:“Museologia e Curadoria de Arte” em Belém, Pará, Período: 16 a 20 de nov./2015. Membroassociado da APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, Período: 01 de Jul./Curadoria da Exposição Hannah Brandt: poesia visual no Espaço Cultural dos Correios –Juiz de Fora - MG, Período: fev. a mar./2011. Curadoria da mostra O território poético deHannah Brandt na Caixa Cultural de Brasília – DF, Período: jul.a ago./2010. Curadoria damostra Hannah Brandt: poesia visual no Clube a Hebraica de São Paulo, Período: mai./2010
PROJETO ARQUIVADO.