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PRONAC 212564Apresentou prestação de contasMecenato

Ecos de 1922 - Modernismo no Cinema Brasileiro

Lúdica Produções Audiovisuais
Solicitado
R$ 391,7 mil
Aprovado
R$ 391,7 mil
Captado
R$ 340,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00000000000191BANCO DO BRASIL SA1900-01-01R$ 340,0 mil

Eficiência de captação

86.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2022-01-01
Término

Resumo

Em razão do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, a mostra "Ecos de 1922 - Modernismo no Cinema Brasileiro" apresenta um recorte da produção cinematográfica do país ao longo desses 100 anos para discutir, repensar e atualizar a influência e os desdobramentos desse movimento em nosso cinema. A mostra passará pelos CCBBs do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília e, a cada cidade, contará com a exibição 49 filmes entre longas e curtas (em película e digital), 03 debates, 1 masterclass e 1 sessão com música ao vivo ao longo de 4 semanas de evento nas cidade de São Paulo e Rio de Janeiro e 03 semanas no Distrito Federal. Haverá distribuição gratuita de um livro-catálogo composto por textos clássicos, críticas inéditas e ensaios sobre a relação entre o modernismo e o cinema brasileiro que serão distribuídos para os interessados que apresentarem 4 ingressos de sessões.

Sinopse

“A cinematografia é a criação artística mais representativa de nossa época. É preciso observar-lhe a lição”. A frase acima foi escrita por Mário de Andrade no primeiro exemplar da revista de vanguarda Klaxon, em maio de 1922. Por mais que Mario considerasse o cinema como a forma artística mais contemporânea daquele momento, não temos, pois, no cinema nacional de então, filmes afiliados à ideologia modernista. Como a estética do modernismo brasileiro do início do século 20 exerce influência sobre o cinema nacional? Pensar esta questão é investigar a forma como a linguagem de vanguarda é usada para expressar temas brasileiros. Aproveitando o centenário da Semana de Arte Moderna de 22, a mostra “Ecos de 1922 - Modernismo no Cinema Brasileiro” propõe trazer ao público um recorte curatorial onde é destacada a influência do movimento modernista, fundado com a Semana, sobre a produção do cinema nacional ao longo dos séculos XX e XXI. A Semana de 22 absorveu o espírito libertário das vanguardas europeias e semeou uma busca de identidade própria, autenticamente brasileira e que buscava modos de expressão que não se limitavam às convenções seculares. Apesar de não ter um programa definido, havia um desejo de experimentar diferentes caminhos em prol de um ideal moderno e nacional. O cinema contemporâneo à Semana não foi necessariamente imbuído por seus ideais, como foi o caso das artes plásticas. Segundo Ismail Xavier, este fato “não surpreende, pois não havia uma prática modernista e brasileira” característica exigida pelo movimento. Para José Carlos Avellar, o cinema brasileiro até os anos vinte era feito de uma forma “bem pouco cinematográfica”, determinada pelos padrões impostos pela indústria americana. Segundo o próprio Mário de Andrade, no Estados Unidos se fazia “cinema melhor do que pessoas que entre nós neste mesmo período estavam diretamente envolvidas com cinema”. Segundo Jean-Claude Bernardet, que pesquisou a fundo filmes brasileiros exibidos entre 1930 e 1935, não havia de fato filmes que ecoassem as propostas modernistas. No entanto, com o passar dos anos, um cinema de vanguarda com o desejo de produzir algo verdadeiramente moderno e brasileiro se consolidou. A mostra traz um recorte de cerca de 50 filmes entre curtas, médias e longas-metragens, que apresentam os ecos do modernismo em obras do cinema nacional ao longo de três semanas em Brasília e quatro semanas no Rio de Janeiro e em São Paulo. Para consolidar o recorte curatorial, a mostra é pensada tendo por base 4 eixos principais: - Filmes influenciados pelo ideário e estética tropicalista e contemporâneos ao movimento - Filmes influenciados pela estética e conceitos advindos do modernismo - Filmes baseados ou adaptados de obras do cânone literário do modernista - Filmes documentários - curtas e longas – sobre o Modernismo brasileiro ou sobre seus atores. Em paralelo aos filmes, a mostra pretende pensar e levantar questões sobre a influência modernista no cinema nacional, uma vez que não podemos falar de cinema modernista propriamente dito. Portanto, nos parece fundamental produzir um catálogo com textos críticos clássicos e inéditos. Incluiremos textos de Paulo Emílio Salles Gomes e Glauber Rocha relacionando a semana de 1922 ao cinema moderno. Teremos também textos inéditos de autores contemporâneos como Juliano Gomes, Ruy Gardnier, Lorraine Mendes e Tainá Cavallieri. O catálogo terá também a publicação de matérias e críticas dos anos 20 de revistas como Klaxon, e com textos de Mario de Andrade e Oswald de Andrade. A reflexão e produção de pensamento se estendem também a três debates e uma masterclass em cada cidade. Os temas dos debates e masterclasses abordar desde os ecos do modernismo na literatura e nas artes plásticas até seus ecos na história e na cultura do Brasil.Podemos concluir que a curadoria adota dois critérios: um primeiro, que se atém exclusivamente ao campo estético no qual considera-se vanguardista todo exercício de experimentação; e um segundo, em que se vê o discurso artístico de vanguarda enquanto político-estético, ou, nesse último caso, além dos componentes intrínsecos à própria arte, consideramos vanguardista toda atitude pioneira, qualquer ato criador que tem como timoneiro a pesquisa estética.

Objetivos

Objetivo geral: Este projeto visa, com o apoio do Banco do Brasil, proporcionar ao vasto público dos CCBBs do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo a oportunidade de ver ou de rever filmes que apresentem como o modernismo influenciou e segue influenciando a estética do cinema nacional. Desta forma, complementará as discussões que estarão sendo levantadas em razão da comemoração do centenário da Semana de 22 por todo o país. Além disso, o projeto busca refletir sobre a história da arte e seus caminhos: o modernismo foi uma ação estética-ideológica que visava romper com as concepço~es arti´sticas ligadas a um certo rigor tradicionalista. Sua legitimaça~o, portanto, tinha como pressuposto a existência de um passado contra o qual se insurgir. E´ dentro dessa perspectiva que o estudo das manifestaço~es da este´tica vanguardista na arte cinematogra´fica deve ser problematizada, ja´ que, diferentemente das artes pla´sticas e da literatura, o cinema da virada do se´culo XIX para o se´culo XX na~o tinha uma tradiça~o com a qual romper _ no campo do pro´prio cinema _, mas buscava, atrave´s de aço~es pioneiras, a constituiça~o de sua pro´pria linguagem cinematogra´fica. Ecos de 1922 - Modernismo no Cinema Brasileiro se propõe a pensar o que foi a Semana de 22, do projeto inicial aos dias de hoje. É fundamental pensar o significado que teve para a arte e cultura brasileiras. Objetivo específico: O projeto contará com o Festival/ Mostra, um Livro-catálogo, masterclass e debates. A mostra "Ecos de 1922 - Modernismo no Cinema Brasileiro" trará a exibição presencial de 49 filmes entre longas e curtas (em película e digital), 3 debates, 1 masterclass e 1 sessão com música ao vivo promovendo um recorte da produção cinematográfica do país ao longo desses 100 anos para discutir, repensar e atualizar a influência e seus desdobramentos desse movimento em nossa história e cultura, em especial em nosso cinema. Atividades presenciais como os debates e masterclasses terão entrada gratuita, serão registradas em áudio e vídeo e disponibilizadas gratuitamente, na íntegra, pelo youtube no canal da proponente. Haverá a produção de um livro-catálogo que será composto por textos clássicos sobre o movimento, críticas inéditas sobre os filmes apresentados e ensaios sobre a relação entre o modernismo e o cinema brasileiro, estimulando o pensamento crítico e a produção cultural nacional. A versão impressa contará com 400 exemplares e será distribuída para os interessados que apresentarem 4 ingressos de sessões da mostra. A versão em pdf ficará disponível gratuitamente para download no site da proponente e da patrocinadora. Por fim, como contrapartida social contaremos com a realização de debates online nas três cidades, gratuitos e abertos ao público, de caráter educativo-cultural e com janela de libras para aumentar o acesso da população ao produto.

Justificativa

O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1o da Lei n 8.313, uma vez que facilita os meios para o livre acesso às fontes da cultura, visto que haverá produção de catálogo com textos inéditos de autores contemporâneos e a mostra contará mais de 50 sessões de filmes dentro do tema, promovendo o debate sobre a Semana de Arte Moderna, a visão de seus respectivos artistas e sua relação com o Cinema Brasileiro. Além disso, o projeto contempla o inciso V, uma vez que estimula o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, trazendo luz para um momento crucial da identidade cultural brasileira. Por fim, é englobado também, o inciso IX, de forma que o projeto irá enaltecer a produção cultural originária do Brasil, promovendo sempre a reflexão sobre o impacto do movimento modernista na sociedade brasileira e no cinema nacional. Por meio de tais, o projeto busca alcançar os objetivos mencionados nos incisos II b e c do Artigo 3o da Lei n 8.313, produzindo um catálogo com textos críticos clássicos e inéditos incluindo textos de Paulo Emílio Salles Gomes e Glauber Rocha. O catálogo terá também a publicação de matérias e críticas dos anos 20 de revistas como Klaxon, Verde e Antropofagia e com textos de Mario de Andrade e Oswald de Andrade. O centenário do movimento nos parece o momento ideal para fazer um balanço de sua influência sobre o cinema nacional. O ano de 2022 certamente será um ano durante o qual uma série de debates e comemorações relativas à Semana estarão em pauta. Apresentar uma mostra pensando o modernismo a partir do cinema é partir de um ângulo nada óbvio, uma vez que, como foi dito acima, não há cinema modernista per se. Para tanto, a curadoria adota dois critérios: um primeiro, que se ate´m exclusivamente ao campo este´tico no qual considera-se vanguardista todo exerci´cio de experimentaça~o; e um segundo, em que se vê o discurso arti´stico de vanguarda enquanto poli´tico-este´tico, ou, nesse u´ltimo caso, ale´m dos componentes intri´nsecos à pro´pria arte, consideramos vanguardista toda atitude pioneira, qualquer ato criador que tem como timoneiro a pesquisa este´tica. Pensar a Semana sob o ângulo do cinema nos parece pertinente pois a reflexão sobre a representação do nacional no cinema brasileiro só se dá com a eclosão do Cinema Novo, no final dos anos 50. Numa apresentação breve e simplista, o Cinema Novo foi uma tentativa conduzida por um grupo de jovens cineastas _ liderados por Glauber Rocha _ de produzir um cinema no Brasil marcado pela condição de subdesenvolvimento do país, tematizando pela primeira vez o povo, os despossuídos, os marginalizados, os oprimidos (no campo e na cidade). E, ao mesmo tempo, de construir uma cinematografia fortemente autoral, que tinha como principais inspirações, nesse sentido, dois movimentos cinematográficos internacionais de enorme alcance: o Neo-Realismo italiano e a Nouvelle Vague francesa. Segundo Heloísa Buarque de Holanda, "a de´cada de 60 [...] retoma em novos termos, a proposta modernista de descoberta do Brasil. Em 22, falava-se em independência cultural como em 60 falava-se em independência econômica. A experiência de 22 tentava definir uma nacionalidade: pesquisar suas rai´zes, descolonizar a cultura brasileira. A preocupaça~o da produça~o cultural de 60 era, ainda, a descoberta do Brasil, mas agora em termos de sua estrutura social e econômica."

Especificação técnica

A mostra exibirá, ao longo de 3 semanas na cidade de Brasília e 5 semanas na cidade do Rio de Janeiro e 04 semanas na cidade de São Paulo, cerca de 50 filmes - sendo parte em películas 16mm e 35mm, e parte em formato digital. Serão realizados também seis debates e três masterclasses gratuitos. Serão confeccionados cartazes e folders, e sua quantidade será de acordo com a demanda de cada unidade. Haverá, ainda, uma publicação em formato de livro de aproximadamente 300 páginas, contendo textos selecionados e inéditos sobre a Semana de Arte de 1922 e sua relação com o Cinema Brasileiro.

Acessibilidade

As unidades do CCBB possuem em sua estrutura mecanismos que facilitam a acessibilidade de pessoas idosas e portadoras de deficiências, sendo: -CCBB Rio de Janeiro Rampa para pessoas com deficiência física – Entrada da Av. Presidente Vargas Sanitários para cadeirantes – Térreo e 2º andar Boxes para cadeirantes – Teatros, cinemas e videoteca Elevadores especiais – Restaurante e videoteca Telefones públicos para pessoas com deficiência auditiva ou visual: térreo e 5º andar -CCBB Distrito Federal Vagas exclusivas de estacionamento; Acesso por rampas ao Teatro e às Galerias; Elevador entre as Salas de Exposições; Banheiros adaptados atrás do balcão de informações. -CCBB São Paulo A entrada da Cafeteria do CCBB é acessível para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. O prédio possui elevadores, rampas, telefones e banheiros adaptados. Além disso, o projeto contará com sessões com conteúdo acessível: haverá, em cada cidade, uma sessão com audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) como medida de acessibilidade de conteúdo para promover o acesso às pessoas com deficiência visual e deficiência auditiva. Um debate online em cada praça contará com um intérprete de LIBRAS.

Democratização do acesso

O valor do ingresso será de $10,00. A meia-entrada no valor de R$5,00 será oferecida a estudantes, professores de instituições públicas e idosos. A distribuição da parcela gratuita dos ingressos se dará da seguinte forma: PatrocinadorSerão distribuidos ingressos ao patrocinador para que sejam oferecidos a seus funcionários e instituições parceiras. Os livros serão doados ao público a partir de apresentação de 4 ingressos da mostra. Além disso, o livro também será disponibilizado no site do patrocinador e no site da proponente para acesso e download gratuito. Serão realizados 03 debates, sendo um online e com LIBRAS, e 01 masterclass em cada uma das unidades do CCBB (RJ, SP, BSB). Os eventos presenciais terão distribuição de senha gratuita e os eventos online serão abertos para o público. Todos estes eventos serão registrados em áudio e vídeo e disponibilizados gratuitamente, na íntegra, pelo youtube.

Ficha técnica

Lúdica Produções - INSTITUIÇÃO PROPONENTE Presente no cenário cultural carioca desde 2009, a Lúdica Produções realizou dezenas de campanhas e vídeos institucionais para clientes como Rede Globo, Petrobras, Coca-Cola, FGV e Sony Music; assim como o longa-metragem “Feio, Eu?” (2013), de Helena Ignez; e curtas como "Um Grito Parado no Ar" (2019), de Leonardo Souza; e “Algum Romance Provisório” (2017) de Caio Casagrande. Em parceria com SESC, CCBB e CAIXA produziu diversos eventos, festivais e mostras nos últimos anos, como as 3 edições do festival Corpos da Terra (2021, 2018 e 2017); o ciclo de palestras Aventuras do Pensamento (2019); e mostras como O Cinema Argentino Conta Suas Histórias Mínimas (2018); Buster Keaton - O Mundo é Um Circo (2018); Paulo José - Meio Século de Cinema (2014), entre outros. No momento está finalizando a série de TV “/LOST+FOUND”, prevista para estrear no Canal Curta! em Janeiro de 2022. Produzida com recursos do FSA/Ancine a série apresenta grandes nomes da preservação audiovisual pelo mundo. A proponente cederá o espaço físico para trabalho cotidiano e reuniões de equipe ao longo do projeto; assim como equipamentos de informática, escritório e papelaria. A proponente ficará responsável ainda por coordenar a produção em todas as suas etapas, realizar contratações, pagamentos e prestação de contas. Diogo Cavour - CURADOR E COORDENADOR DE PRODUÇÃO Mestrando do Programa de Literatura, Cultura e Contemporaneidade do departamento de Letras da PUC-RJ e graduado em Cinema pela PUC-RJ, especializou-se na realização de eventos culturais como mostras de cinema, festivais e exposições. Em 2021, produziu a 3a edição do Festival Corpos da Terra (SESC e MAM-Rio), em 2018, fez a curadoria e produção da mostra Buster Keaton - O mundo é um circo nos CCBBs RJ, SP e DF. Nos últimos anos produziu na CAIXA Cultural RJ o evento Aventuras do Pensamento (2019) e as mostras O cinema argentino conta as suas histórias mínimas (2018); Corpos da Terra - Imagens dos povos indígenas no cinema brasileiro (2017), O Faroeste Vermelho (2016), O samba pede passagem (2015). Também na CAIXA, realizou a curadoria de Paulo José - meio século de cinema (2015) e Cinema Romeno contemporâneo (2013). No campo das artes visuais, produziu a exposição Niura Bellavinha - Em Torno da Luz (2014), no Oi Futuro Flamengo; e no momento está na pré-produção da exposição Luciano Figueiredo - Arte gráfica, prevista para o primeiro semestre de 2022 no Oi Futuro Flamengo; e finalizando a produção da série televisiva /Lost+Found, para o Canal Curta!; O curador fará a seleção das obras que comporão a programação do evento. Seleção dos temas das mesas e debates, assim como dos convidados. Curadoria de textos para catálogo, identidade visual etc. Além disso, realizará a coordenação e contratação da equipe; mantendo contato direto com os outros curadores, produtor executivo e patrocinador; negociações com o patrocinador; movimentações orçamentárias e prestação de contas. Aïcha Barat - CURADOR Aïcha Barat atua como curadora e produtora cultural. Formada em História da Arte Contemporânea pela Sorbonne, onde fez graduação e mestrado, tem doutorado em "Literatura Cultura e Contemporaneidade", pela PUC-Rio, sua pesquisa se centra em imagem e representação nas capas de disco. Defensora da ocupação cultural dos espaços públicos. É idealizadora e produtora da festa AcaraJazZ. Foi curadora da mostra Paulo José 50 anos de cinema e produtora das mostras O Samba Pede Passagem e Cinema Romeno Contemporâneo, todas viabilizadas pelo edital da Caixa Cultural. Atualmente trabalha como editora na Editora Cobogó, especializada em livros de arte e cultura. O curador fará a seleção das obras que comporão a programação do evento. Seleção dos temas das mesas e debates, assim como dos convidados. Curadoria de textos para catálogo, identidade visual etc. Feiga Fiszon - CURADOR Feiga Fiszon é lexicógrafa, revisora, tradutora e editora. Formada em Letras Português-Literaturas pela UFRJ (2010) e em Letras Inglês-Literaturas pela UERJ (2016), participou de projetos culturais em diversas instituições brasileiras, como o CCBB, Caixa Cultural, Oi Futuro e Academia Brasileira de Letras. Como editora, atuou nas mostras de cinema Cinema Romeno Contemporâneo (2013), Paulo José – Meio Século de Cinema (2015), Buster Keaton – A Vida é um Circo (2018), De Portugal para o Mundo (2020), entre outras. O curador fará a seleção das obras que comporão a programação do evento. Seleção dos temas das mesas e debates, assim como dos convidados. Curadoria de textos para catálogo, identidade visual etc.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2022-09-30
Locais de realização (3)
Brasília Distrito FederalRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo