| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 89086672000175 | MAQUINAS SANMARTIN LTDA | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 07441209000130 | Banco Moneo S/A | 1900-01-01 | R$ 120,0 mil |
| 30314561000126 | Ciferal Indústria de Ônibus Ltda | 1900-01-01 | R$ 49,5 mil |
Realização de Treinamento-pessoal e Oficinas de Grafitti, Dj, Rimas, Pajadas, Slam, Artesanato, Dança e Palestras ligadas a Cultura Hip Hop em instituições ou escolas da rede pública de ensino de cidades de Caxias do Sul (estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental até o 3º ano do Ensino Médio), sendo selecionadas pelo menos uma instituição que atenda PCD's (nos termos do art. 46 lei 3.298) e uma instituição que atenda idosos (nos termos do art. 23 lei 10.741) . Todas as atividades são gratuitas. Não haverá nenhum tipo de cobrança de valores. Em 2019 este projeto recebeu os prêmios Educação RS, como melhor projeto de educação, e Prêmio Brasil Criativo - chancelado Min. Cidadania (segmento Música).
Realização de Oficinas de Grafitti, Dj, Rimas, Slam e "Pajadas e Trovas", gravação e produção de 8 músicas, palestras (Treinamento Pessoal) ligadas a Cultura Hip Hop e evento de apresentação de resultado em 8 insituições e/ou escolas da rede pública de ensino. Serão 11 ações realizadas em cada escola, totalizando 88 atividades no projeto e um público aproximado de 10 mil pessoas. Ao final das ações será produzido um vídeo de curta metragem de 15 minutos contendo imagens com os resultados do projeto. Destaque para as oficinas de Pajada (ou payada) - Poesia gaúcha ritmada, similar ao repente do nordeste do Brasil ou do atual RAP. A inclusão desta oficina propõeum desafio estético aos jovens estudantes das escolas públicas que já se interessam por RAP ou SLAM.
OBJETIVO GERALOportunizar aos alunos o ?fazer artístico?, proporcionando um espaço de fruição das artes, promoção da cidadania e inclusão pela cultura utilizando o HIP HOP e seus elementos _ DJ, MC, Dança e Conhecimento, como potente ferramenta de Comunicação, estabelecendo um ponte histórica através da pajada (Poesia cantada do Rio Grande do Sul). Sensibilizar a comunidade quanto à importância do trabalho com a cultura popular apresentando referências da Cultura Hip Hop e da Cultura da Poesia de Raiz do RS, apresentando nomes como Noel Guarani e Cenair Maicá, instrumentalizando-os na busca de suas identidades, promovendo um espaço de pensamento crítico, propondo uma reflexão sobre si mesmo e o seu lugar social e contribuindo na construção de valores, expectativas, realizações e sonhos.OBJETIVOS ESPECÍFICOS* Todas as atividades tem participação gratuita e serão restritas aos estudantes de cada escola. A) Produto Oficina/Palestra/Gravação/Mostra- 8 Oficinas de Graffiti (4 horas cada oficina, divididas em 2 dias de atividades)- 8 Oficinas de DJ com Toca-Discos (4 horas cada oficina, divididas em 2 dias de atividades)- 8 Oficinas de Poesia e Rima (4 horas cada oficina, divididas em 2 dias de atividades)- 8 Oficinas de Slam (4 horas cada oficina, divididas em 2 dias de atividades)- 8 Oficinas de "Pajadas e Trovas" (4 horas cada oficina, divididas em 2 dias de atividades)- 8 Oficinas de Artesanato - Poesia na Bolsa (4 horas cada oficina, divididas em 2 dias de atividades)- 8 Oficinas de Dança de Rua (Break) (4 horas cada oficina, divididas em 2 dias de atividades)- 8 Palestras ?História da Cultura Hip Hop" (2 horas cada palestra)- 8 Gravações (Produção Musical) - utilizando as poesias e rimas compostas pelos estudantes na oficina de Rimas (Gravação com previsão de até 4 horas, produção musical com previsão de 20 horas)- 8 Eventos de apresentação de resultados nas escolas/instituições com apresentações dos estudantes, professores e dos oficineiros (até 3 horas cada um dos eventos)B) Produto Contrapartida Social- 8 Palestras "A História de Chiquinho Divilas - das dificuldades da juventude ao doutorado" (2 horas cada palestra)C) Produto Curta Metragem (até 15 mim)- Produção de peça audiovisual com o resultado do projeto (curta-metragem), com imagens e depoimentos de cada uma das escolas.
A) JUSTIFICATIVA A sociedade brasileira não tem conseguido diminuir de forma radical a desigualdade social e, por conseguinte, a exclusão social de uma grande parcela da população empobrecida, os índices de não aproveitamento escolar entre as classes menos privilegiadas ainda tem sido altas. As razões para a constituição desta realidade são as mais diversas: falta de empregos, má distribuição de renda, escolas mal aparelhadas, professores pouco preparados para o enfrentamento de realidades empobrecidas e sociais, entre outros agravantes do cotidiano escolar especialmente no contexto da pandemia e no provavél pós-pandemia. Tendo isto em consideração, o projeto Cultura Hip-Hop nas Escolas - Especial intercâmbios Culturais, tem como principal objetivo o despertar para as artes e para a cultura oportunizando aos estudantes experiências através da Cultura Hip Hop. Oferecendo um alicerce de apoio na formação cultural e social contribuindo com a ascensão destes jovens como sujeitos ativos, capazes de lutar por um mundo melhor, lançamos mão de uma ferramenta cultural e pedagógica popular potente: o Hip Hop. Pode-se dizer que o Hip Hop tem hoje, o mesmo papel que o rock teve nos anos 80: é uma ferramenta de comunicação - a música (dança, graffiti, etc) como veículo de uma mensagem positiva (que retrata a realidade, apontando alternativas) de que os jovens podem ser protagonistas de seus caminhos. O Hip Hop é a voz dos guetos e vielas e é a voz ativa dos jovens pobres. A reivindicação por empregos, escolas, moradias, hospitais pode ser feita através dele. Ele busca políticas públicas que evitem o ingresso dos jovens das periferias na criminalidade e na drogadição, além de estimular o jovem a refletir sobre si mesmo, sobre seu lugar social, contribuindo para a ressignificação da sua identidade. Com o objetivo de alcançar a transformação social mediante esses elementos, o Rap surge como uma necessidade de falar às multidões por meio da arte, de uma só vez. A proposta deste projeto é colocar alguns elementos em prática por meio de oficinas coordenadas por educadores que darão oportunidade para as crianças e adolescentes, que vivem em situação de vulnerabilidade social, expressarem seus sentimentos. Alguns alunos possuem dificuldade na escrita e na leitura, porém muitos tem a riqueza na mente das palavras. Essa troca também fortalece seu vocabulário. Facilitar à oratória e a dicção estão no planejamento dessa didática, além de trabalhar as cordas vocais, gestos, recitar poesias, colaborando, somando para entendimento da própria língua portuguesa. Lincando o rap com a educação. Abrir as portas para o hip hop, abrirá as portas para a comunidade, incluindo uma pitada de reflexão, sem confundir a mente dos adolescentes. Esse trabalho também vem dando resultados positivos de uma maneira lúdica, a faixa etária atingida se desenvolve brincando, fazendo arte e educação. Desta forma, os elementos do hip hop mostram-se como ferramentas pedagógicas de educação popular potentes para as periferias, apontando alternativas para que as crianças e adolescentes possam ter oportunidades de conhecimento, de cultura, de educação, de lazer, e de acesso à saúde, além de despertar para a responsabilidade social e participação política na sociedade. Porém, a construção de uma nova comunidade não é uma tarefa apenas do hip hop, mas sim de todos os movimentos e entidades populares e sociais, poder público, com políticas públicas para as periferias, entre outros. O hip hop estará presente por meio da arte, fortalecendo a cidadania plena dentro do movimento e fora dele e, consequentemente, participando da construção de um novo mundo, um mundo baseado na liberdade, igualdade e justiça. Todas as atividades serão disponibilizadas gratuitamente para os estudantes das escolas selecionadas no projeto. Nas 5 primeiras edições o projeto (portfolio em anexo) alcançou êxito em seus objetivos, também sensibilizando a comunidade de Caxias do Sul para a importância transversal da CULTURA HIP HOP nas questões da Segurança Pública, Saúde Mental, Educação e Desenvolvimento Social. B) INCISOS DE ENQUADRAMENTO DO ART. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; C) INCISOS DE ENQUADRAMENTO DO ART. 3º da Lei 8313/91 I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;
Será produzido um registro audiovisual de até 15 minutos com imagens das atividades em cada escola, músicas gravadas e depoimentos ods participantes. O registro tem a função de abastecer as redes sociais do projeto, bem como dar visibilidade ao uso dos recursos.
Oficina /Workshop/Seminário Música Ações de capacitação e treinamento de pessoal - Palestra História do Hip Hop c/Jankiel Francisco Claudio (Chiquinho Divilas)Apresentar referências da Cultura Hip Hop no Brasil e no mundo, acrescentando pitadas de história deculturas homônimas ao Hip Hop como o Samba e a Pajada (no RS), inseridas no contexto histórico do país e do planeta. A palestra, além de levar conhecimento, também serve como convite aos estudantes e professores para buscar o engajamento da escola/instituição durante o período de realização do projeto. - Oficina de Pajada e Trova Gaúcha c/ Rafael De BoniAproximar a Pajada ou Payada (Patrimônio Cultural do Mercosul) e a Trova gaúcha que também são formas de poesia de improviso, assim como muitas vezes é o RAP, nasce de uma demanda dos próprios estudantes das escolas percorridas na etapa de 2019. Muitos deles tem famílias oriundas da fronteira do RS ou dos Campos de Cima da Serra, tendo uma ligação maior com a cultura nativista. Apresentando a história da Pajada e da Trova, seus principais nomes e obras, existe a intenção de provocar que os estudantes componham ou produzam versos e obras desta forma antiga de poesia musicada, que se manifesta originalmente no Uruguai, na Argentina e no Rio Grande do Sul. A oficina é realzada em 2 dias, com mais 1 dia de ensaio ou gravação e resultará em uma apresentação que será realizada no evento final em cada escola. - Oficina de SLAM c/Poliana AbreuAbordagem e técnicas para a construção de poesias e slam e o seu papel pedagógico e social. Slam poesia é um tipo de poesia que faz parte do gênero palavra falada. Faz parte desse gênero toda a literatura que é pensada para ser declamada ou falada em público. É um gênero que vem desde a Antiguidade e Idade Média, como por exemplo os trovadores, mas que também aparece na cultura africana, os Griôs.Os objetivos são: Compreender o slam poesia como um gênero literário; Discutir as questões de preconceito linguístico e social; Apreciar variadas modalidades de poesia; Construir uma Poesia Coletiva. A oficina é realizada em 2 dias, com mais 1 dia de ensaio ou gravação e resultará em uma apresentação que será realizada no evento final em cada escola. - Oficina de Rimas c/ Jankiel Francisco Claudio (Chiquinho Divilas)A oficina tem a função de apresentar conceitos sobre rima e poesia. A rima é a essência do RAP - Inserir o rap, expressão do universo cultural de crianças e adolescentes das periferias das grandes cidades, no trabalho com letramento. É o ritmo e a poesia. Desta oficina, em que os estudantes são divididos em grupos para construir uma poesia coletiva, nasce a canção que será gravada e será apresentada no evento final.- Oficina de Artesanato (Poesia na Bolsa) c/ Paulina MagalhãesMaterializar a poesia em bolsas estilo Ecobag, por meio de técnicas artesanais e materiais para tecido que estimulem a criatividade artística, estimulando a literatura, interpretação de texto, reflexões sobre sustentabilidade além de toda a sensibilidades que a poesia proporciona através da produção de estêncil onde os participantes desenham, recortam e criam moldes. A oficina é realizada em 2 dias e resultará em uma exposição que será realizada no evento final em cada escola. - Oficina de Dança / Break c/ Jonathan MachadoO objetivo é incentivar a expressão corporal através da dança de rua. A proposta da oficina de breakdance é construída da seguinte forma: Apresentação de passos básicos de break, apresentar a história da dança de rua, atividades práticas como alongamento, os fundamentos do breakdance: top rock, footwork e freeze. A oficina é realizada em 2 dias, com mais 1 dia de ensaio e resultará em uma apresentação que será realizada no evento final em cada escola. - Oficina de DJs c/ Rudimar Souza Camargo (DJ Hood)Utilizar a técnica do DJ como ferramenta de trabalho e envolvimento artístico. Os conteúdos abordados são: Função do Dj, Montagem e desmontagem de equipamentos; Plataformas de DJ; A História dos DJs no Brasil; Performance de batidas e efeitos nos toca-discos; Técnicas de Scratches, mixagem e obviamente, repertório do DJ. - Oficina de Graffiti c/ Fernanda RietaO objetivo é dar visibilidade a arte popular urbana, contribuir e potencializar a inserção de artistas locais (novos grafiteiros) em instituições públicas, formar público para a arte, utilizando a mesma como ferramenta de cidadania. Conteúdo: Composição de Cores, Pigmentação e Proposta Artística. As discussões e os debates ocorridos durante as oficinas servirão como “matéria-prima” para o projeto, que fará suas criações em pinturas murais que serão produzidas a partir dessas demandas nos muros da cada comunidade escolar que recebe o projeto. A oficina é realzada em 2 dias, com mais 1 dia para finalização de uma obra coletiva (graffiti) e será apresentado junto ao o evento final em cada escola. - Produção Musical com Luciano Balen e Rafael de BoniProdução, Gravação, Mixagem e Masterização de 7 músicas compostas pelos participantes do projeto nas oficinas de Rima, Pajada e Slam. Será levado um estúdio de gravação para dentro das instituições/escolas onde os participantes poderão experimentar a sensação de gravar uma música composta coletivamente. Contrapartidas Sociais Humanidades Treinamento-pessoal, demais ações de capacitação - Palestra "A História de Chiquinho Divilas - das difuldades da juventude ao Doutorado" c/Jankiel Francisco Claudio (Chiquinho Divilas) Chiquinho conta em primeira pessoa uma história comum de jovens das periferias do Brasil que em determinado momento da vida precisam fazer uma escolha. Usa sua própria trajetória, que segundo ele, não foi nada linear para ilustrar como sua vida foi mudada por um disco dos Racionais MCs. De como a poesia fez parte de sua formação como estudante e como cidadão. De como o RAP atravessa as diversas fases de sua vida, da adolescência (do sonhe de ser artista) à vida adulta como educador social. Na palestra também aborda-se, através de um profundo diálogo precedido por uma reflexão junto aos alunos sobre a sua importância na prevenção ao uso de drogas e crime. A sugestão de local para a realização desta etapa é um auditório, sala de cinema, área coberta (menos ginásio fechado, devido a acústica inapropriada para palestra). O público-alvo desta atividade, é toda a comunidade próxima à escola ou instituição selecionada.
A) PRODUTO OFICINA Acessibilidade Física: As instituiçõese/ou escolas selecionados para participarem do projeto deverão ter equipamentos de acessibilidade física adequados (sem custo para o projeto). Deficientes Auditivos: Intérprete de Libras acompanha as ações Deficientes Visuais: Audiodescritor acompanha as ações B) CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: As instituiçõese/ou escolas selecionados para participarem do projeto deverão ter equipamentos de acessibilidade física adequados (sem custo para o projeto).Deficientes Auditivos: Intérprete de Libras acompanha as ações Deficientes Visuais: Audiodescritor acompanha as ações C) CURTA METRAGEM Deficientes Auditivos: Será produzida versão em Libras. Deficientes Visuais: Será produzida versão com audiodescrição.
Todas as Oficinas propostas no projeto (Rimas/Poesia, Dj, "Pajadas e Trovas", Slam, Cultura Hip Hop e Grafitti), Produção Musical de 8 músicas e as palestras propostas tem caráter inclusivo, pois, além de serem todas gratuitas, propõem a democratização do acesso ao conhecimento artístico.Em atendimento ao art. 21 da IN 02/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos as seguintes medidas;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Proponente / Luciano BalenFunção: Coordenação Geral do projeto: Da captação de recursos até a prestação de contas. Produção executiva e interface entre os colaboradores e as entidades que receberão as atividades. Também realiza produção musical.Currículo Resumido: Bacharel em Administração de Empresas com Habilitação em Marketing pela na Faculdade da Serra Gaúcha. Espanhol, inglês e italiano fluentes. Diretor do Festival de Música de Rua desde 2012 / Diretor do projeto ?Cultura Hip Hop nas Escolas? -/ Produtor Executivo do projeto Causos e Gaitas / Diretor do projeto Amplificador / Produtor Musical do CD Peregrino – Vencedor do 24º Prêmio da Música Bras. /álbum Eletrônico / Premiado no Edital Natura Musical 2015 – com o Projeto CCOMA/ Diretor do projeto Incubadora da Música – O Negócio da Música / Presidente da COMIC – Comissão Mun. de Incentivo à Cultura de Cax. do Sul – RS (2018-2019) / Vice-presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Caxias do Sul (2016-2018) e integrante do conselho (2019-2020) / Integrante da Comissão Votante do Grammy Latino (2017-2019) / Integrante da equipe de Curadoria do Edital Natura Musical 2018 / Representante do segmento Música no MIC BR 2018 – Ministério da Cultura / /Coordenador do Colegiado Setorial da Música do Estado do Rio Grande do Sul (2019 -2021) / Integrante da Comissão Organizadora da 5ª Conferência Estadual de Cultura – Lei Aldir Blanc / Coordenador do Edital Fundação Marcopolo / Sedac RS – Lei Aldir Blanc Jankiel Francisco Cláudio (Chiquinho Divilas)Função: Coordenação artística, palestrante "A Históriado Hip Hop" e "A História de Chiquinho Divilas". Também apresenta a Oficina de RimasCurrículo Resumido: Doutorando e Mestre em Diversidade Cultural e Inclusão Social pela Universidade Feevale. Graduado em Relações Públicas pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). MBA em Gestão Estratégico de Pessoas. Também é rapper, educador social, poeta. Ministra a Palestra-Show ?O estudo é a cura? em escolas, instituições educacionais, pontos de culturas, presídios, comunidades, empresas, universidades entre outros lugares. Integrante do grupo Poetas Divilas desde 1997. PUBLICAÇÕES CLAUDIO, J. F.. Rapensando a Educação - O rap como contribução para o aprendizado educacional. In: INOVAMUNDI OUTUBRO DE 2017, 2017, Novo Hamburgo. Anais SPG - INOVAMUNDI - 2017 - A.10,V.10 - ISNN: 2358-4599, 2017. p. 1473-1478. ? Artigo – Revista Sesc Estadual – A história do Rapper Chiquinho janeiro 2018 Rudimar CamargoFunção: Oficineiro de DJCurrículo Resumido: Iniciou as atividades no hip hop em 1991, utilizando para tocar, toca-discos domésticos, caixas de som de aparelho 3 em 1 e fita cassete. No ano de 2000 com outros amigos criou o projeto Família Hip Hop, realizando diversas ações nas comunidades consideradas de periferia. Inclusive trazendo nomes de pessoas ligadas ao seguimento cultural de outras cidades. Em 2006 passou a atuar no grupo de criação e pesquisa da cultura popular, na função de DJ e produtor artístico, resultando em importantes espetáculos para a cidade de Caxias do Sul como: Mixtu, Cor e Sotaque e Sambo Samba. A partir de 2007 começou a ministrar oficinas através de projetos vinculados ao poder público e a iniciativa privada. Atuou como DJ em 2006, 2008 , 2010,2012,2014 e 2016 na Festa da Uva de Caxias do Sul. Foi homenageado como Mestre da Cultura Popular em 2011, pela Secretaria da Cultura de Caxias do Sul-RS. Atualmente é palestrante no projeto MCs pela Paz, sistema prisional de Caxias do sul. É articulador da Semana Hip Hop do município de Caxias do Sul e DJ do grupo de Rap Tementes, tendo editado o primeiro clip do grupo em 2014. Rafael De BoniFunção: Oficinas de "Pajadas e Trovas" e Produção Musical (gravação das músicas compostas pelos estudantes)Currículo Resumido: Acordeonista desde os 11 anos. Estudou teoria musical. Estudou contrabaixo e violão. Lecionou música por mais de 20 anos. Acompanhou importantes artistas da Música Gaúcha. Apresenta o programa Causos e Gaitas no Youtube onde documenta a história da Música de Raiz do Rio Grande do Sul. Foi supervisor do edital Criação e Formação - Diversidades das Culturas, realizado em parceira entre a Fundação Marcopolo e a Secretaria de Estado da Cultura do RS em 2021. Compõe o duo instrumental Valdir Verona e Rafael de Boni (duo de viola e acordeon), integra o duo De Boni e Henz (fusão de música eletrônica com música de riaz do RS), apresentou-se junto ao Coro Municipal de Caxias do Sul no espetáculo Querência em 2014. MARCOS ROBERTO SIKORSKIFunção: Oficinas de GrafittiCurrículo Resumido: - Grafiteiro da Zona Sul de Caxias do Sul, atua como arte educador desde 2004 iniciando como voluntário em ONGs da cidade, como a instituição Joana D’Arc, CAMI São José no bairro Canion e escolas. Também recebeu Prêmio da CUFA pelo protagonismo do grafite no movimento hip hop da cidade. Artista que contribui para a arte do grafite na cidade de Caxias do Sul, realizando diversas obras – do centro da cidade à Penitenciária de Caxias do Sul. Daniel Ignacio VargasFunção: Fotógrafo e Produtor AudiovisualCurrículo Resumido:Graduado em Meios Audiovisuais, com ênfase em Produção e Direção de Cinema, pela Politécnico Grancolombiano (2007). Mestre em Letras, Cultura e Regionalidade, na linha de pesquisa Processos Culturais e Regionalidade. Especialização em Documentário de Criação. Tem experiência na área de produção audiovisual, como docente, e como realizador independente, com ênfase em roteiro, direção e fotografia. Atualmente coordena o Ponto de Cultura Núcleo Audiovisual Teatro Moinho da Estação, é diretor-proprietário da Xamã Films, ministra aulas nos Cursos de Fotografia e Cinema do Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG) e é presidente da COMIC (Comissão de Incentivo à Cultura), em Caxias do Sul - RS. Jonathan MachadoFunção: Oficineiro DançaArte-educador com atuação na periferia de Caxias do Sul através da dança. Iniciou sua trajetória através de projetos sociais em 2012. Atualmente trabalha com danças urbanas. Apresenoutou-se e dirigiu oficinas em diversos festivais do Sul do Brasil, entre eles: Festa Nacional da Uva (2015), Bento em Dança, Festival de Dança de Criciúma, etc. Paulina MagalhãesFunção: Oficineira Artesanato (Poesia na Bolsa)Arte-educadora, atua no segemnto do artesanato há 5 anos, e desnvolveu o projeto Poesia na Bolsa em parceria com o rapper Chiquinho Divilas. Em 2021 realizaou esta oficina junto à centros comunitários de Caxias do Sul. Poliana AbreuFunção: Oficineira SlamAgente Cultural na produção de eventos, foco em arte-educação de abrangência comunitária, certificada pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul) e é secretária do Fórum do HIP HOP de Caxias do Sul. Desde o ano de 2014 dedica-se ao campo da Educação Social. Dirige o projeto Slam das Manas desde 2018. Aprsentou-se no Aldeia SESC 2018, no Festival Música de Rua de 2019, e foi selecionada para a coletânea musical Sons que vem da Serra (Natura Musical).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.