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Circulação do espetáculo teatral Noite Forrada, da La Luna Cia. de Teatro de Canelinha/SC. Haverá apresentações em escolas da rede pública de ensino das cidades da circulação, oferecidas gratuitamente à comunidade escolar, priorizando escolas rurais ou afastadas dos centros urbanos; e também apresentações com cobrança de ingresso em espaços culturais das cidades oferecidas para o público geral. Em todas as apresentação, haverá Interpretação em Libras. Como contrapartida, será realizada uma roda de conversa sobre tradição oral após cada apresentação.
ESPETÁCULO NOITE FORRADA (LA LUNA CIA DE TEATRO/SC): Não muito longe da serra e bem pertinho do mar, existe uma cidade bem pequenininha, que guarda mistérios e segredos e fica escondida no meio das montanhas. Dizem que lá coisas estranhas acontecem: tem bruxa, paranormal, bola de fogo que cruza o céu, benzedeira e mais um monte de histórias de um povo de muita imaginação, gente simples, mas de grande sabedoria. Para ouvir os causos e lendas da cidade das Noites Forradas, basta abrir os ouvidos e saber imaginar. O espetáculo Noite Forrada é fruto de uma pesquisa iniciada no ano de 2017 a partir do Trabalho de Conclusão de Curso de Amália Leal para o curso de teatro da UDESC, que tinha como objetivo mapear os contadores e contadoras tradicionais da cidade de Canelinha - SC, moradores/as mais antigos daquele lugar, e registrar as histórias, causos e lendas contados por essa gente. O registro desses materiais coletados foi feito por gravação audiovisual e as histórias foram transcritas de forma integral, buscando se registrar não só o acontecimento contado, mas também o jeito de falar e ser característico do indivíduo que conta a história assim como os valores morais, as crenças e costumes que identificava essa comunidade em determinada época. Essa pesquisa seguiu para além da universidade. A La Luna Cia. de Teatro, em parceria com a Cia. Andante, passou a investigar esse material coletado, se apropriando do mesmo e transformando-o em potência artística. Foi dessa investigação que as companhias criaram o espetáculo Noite Forrada, no qual as histórias coletadas ganham vida em cena, e de forma sutil, delicada e simbólica, a tradição oral encontrada nos/as moradores/as de Canelinha é transposta para uma nova linguagem – a linguagem teatral. OFICINA DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS: A proposta metodológica da oficina se encontra em anexo na Plataforma Salic.
Objetivo Geral: Circular o espetáculo Noite Forrada por cidades catarinenses, com apresentações para escolas e para público geral. Objetivos Específicos: - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar 40 apresentações do espetáculo Noite Forrada em 08 municípios do estado de Santa Catarina, cinco por cidade, das quais quatro apresentações serão em escolas de forma gratuita (prioritariamente em escolas rurais ou bairros afastados dos centros urbanos) e uma apresentação para público geral com ingressos gratuitos e a preço popular. - Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Produzir, como contrapartida, uma roda de conversa sobre tradição oral em cada uma das 08 cidades da circulação, e quando possível exibir materiais audiovisuais do acervo da La Luna Cia de Teatro criados durante a pesquisa do espetáculo. - DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO: Realizar, como ação de ampliação do acesso, duas oficinas de contação de histórias voltadas para professoras e professores da rede pública de ensino em dois municípios da circulação, promovendo ferramentas e maneiras de utilização dos saberes tradicionais nas atividades escolares. - ACESSIBILIDADE: Oferecer acessibilidade em Libras em todas as 40 apresentações da circulação.
La Luna Cia. de Teatro é um grupo profissional que se dedica a pesquisa e difusão teatral e que desde o ano de 2017 vem desenvolvendo pesquisas com moradoras e moradores mais antigos da cidade de Canelinha (SC), assim, coletando e registrando histórias que compõem o imaginário local e tradicional da região do Vale do Rio Tijucas. A partir dessa pesquisa é que surge o espetáculo Noite Forrada, produto principal oferecido na circulação do presente projeto. No espetáculo são contadas histórias do imaginário popular como bruxas e feiticeiras, bola de fogo, lobisomem e outros causos que mesmo sendo de um local específico, podem ser reconhecidos em várias outras regiões do Brasil. A difusão dessas histórias das gerações mais velhas, a partir da linguagem e dos elementos teatrais, provoca um maior interesse nas gerações mais jovens pelas suas identidades culturais e contribui para a preservação desses saberes. Sendo assim, a circulação do espetáculo Noite Forrada, que atingirá principalmente escolas de bairros afastados dos grandes centros, pretende despertar o interesse no imaginário do folclores local a partir de formação de público com medidas inclusivas de acessibilidade e democratização de acesso. Visto que os maiores detentores desse conhecimento são justamente o principal grupo de risco atingido pela pandemia da COVID-19, a população idosa, esse projeto, prevendo um intercâmbio geracional dos saberes tradicionais para as novas gerações, é uma maneira de não deixar que esse conhecimento formador da identidade cultural local se perca. Nesse sentido, estamos buscando apoio da Lei de Incentivo à Cultura por meio do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar os recursos necessários para realização da iniciativa. A proposta enquadra-se nos incisos I, II, III e VIII do artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. A proposta também prevê o alcance dos objetivos listados nos incisos II e IV do Art. 3º da referida lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Beneficiários dos itens de Hospedagem sem alimentação, Refeição e Combustível: Amália Leal (função Elenco Principal) Emeli Bruna Barossi (função Proponente e Elenco Principal) Pedro Torres (função Direção Musical e Elenco Principal) A definir (função Intérprete de Libras) A definir (função Produtor)
PRODUTO ESPETÁCULO: Espetáculo: Noite Forrada. Temática: Oralidade e imaginário popular. Duração: 40 minutos. Necessidades técnicas de cena nas escolas: Espaço alternativo como pátio ou sala com disponibilidade de 5mx5m de cena. Nos espaços culturais: espaço cênico de no mínimo 5mx5m, iluminação cênica, acomodações para no mínimo 100 pessoas na plateia. Apresentação do espetáculo Noite Forrada Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. Ocorrência: 60 vezes. PRODUTO OFICINA: Projeto pedagógico: Nome da oficina: Oralidade e memória: Construindo afetos, contando história Duração: 04 horas Ocorrência: 02 vezes. Número de vagas por oficina: 20 Público-alvo: Professoras e professores de ensino escolar e/ou qualquer pessoa que se interessar por contação de histórias, memória e oralidade. Conteúdo: Escolhendo as histórias: literatura ou sabedoria popular; performance do/a contador/a; musicalidade e ambientação sonora; Criação de personagens; Histórias na cena e na sala de aula. Metodologia: Jogos; fruição de cena de contação de histórias; contato com instrumentos musicais que podem ser utilizados durante a contação; roda de conversa sobre pesquisa de histórias dos espetáculos da Cia. La Luna; Exercícios de criação de personagem. Referências: RAUEN, Taiza; NUNES, Fábio (org). Contações de história:Tradições, poéticas e interfaces. São Paulo: SESC Edições, 2015. CASCUDO, Luiz da Câmara. Contos Tradicionais do Brasil. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003. CASCUDO, Luiz da Câmara. Literatura Oral no Brasil. 2.ed. São Paulo: Global, 2006. AVI, Ivã; FONTOURA, Mara. Pé de Pato, mangalô, três vezes. Curitiba: Gramofone, 2016 ORTIZ, Esrella. Ler, interpretar, recitar... In: GIRARDELLO, Gilka (org). Baús e chaves da narração de histórias. Florianópolis: SESC/SC, 2004. RIBEIRO, Kelly Cristine. O CONTADOR DE HISTÓRIAS TRADICIONAL: MEMÓRIA E ESQUECIMENTO. In: ENECULT: encontro de estudos interdisciplinares em cultura, VI, 2010, Salvador: Universidade Federal da Bahia- UFBA, Anais. Disponível em: http://www.cult.ufba.br/wordpress/24577.pdf. Acesso em julho de 2020.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: A maior parte das apresentações será realizada em escolas, estas muitas vezes já visam medidas de acessibilidade física e de locomoção. As apresentações que não acontecerão em escolas terão prioridade para acontecerem em espaços que cumpram medidas de acessibilidade, como rampas de acesso e instalações sanitárias para acomodar idosos e pessoas com dificuldade de locomoção, bem como local apropriado para a sua acomodação na plateia. Item da Planilha Orçamentária: Locação de teatro. DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto contará com uma intérprete de Libras, que também é atriz, para acompanhar 40 apresentações da circulação e colaborar em ensaios para assessorar a equipe sobre as questões que envolvem acessibilidade de pessoas surdas e com deficiência auditiva. As medidas de inclusão e acessibilidade também serão consideradas na elaboração e difusão dos materiais de comunicação audiovisuais, bem como entrar em contato com associações locais que atendam esse público. Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de Libras. DEFICIENTES VISUAIS: A produção contratará uma equipe de Assessoria em Acessibilidade Cultural (item orçamentário Assessoria de Comunicação) para pensar ações de mediação cultural com pessoas com deficiência visual. Tais ações envolvem tanto o auxílio para contato direcionado ao público de pessoas com deficiência visual, através de associações, assistência social do município, etc., quanto para pensar estratégias para conseguir trazê-lo ao espaço cultural, visto que é um público que raramente recebe divulgações e muitas vezes não tem como se deslocar por conta própria pela cidade. Haverá também ações anteriores ao espetáculo no intuito de proporcionar às pessoas contato prévio com os elementos da peça (figurinos e objetos de cena) e uma audiodescrição do espaço onde o espetáculo será realizado. Como o espetáculo é uma contação de histórias, em que todas as ações cênicas são narradas, a fruição cultural do espetáculo é acessível a pessoas com deficiência visual. As medidas de inclusão e acessibilidade também serão consideradas na elaboração e difusão dos materiais de comunicação. Item da Planilha Orçamentária: Assessoria de Comunicação (pré-produção) PRODUTO: OFICINA (MEDIDA DE AMPLIAÇÃO DO ACESSO) ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas serão realizadas em espaços que, de preferência, cumpram com medidas de acessibilidade, como rampas de acesso e instalações sanitárias para facilitar o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção. O público são professores das redes públicas de ensino do município. Item da Planilha Orçamentária: Não há, ação gratuita por meio do item Democratização do Acesso. DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não há, ação gratuita por meio do item Democratização do Acesso. DEFICIENTES VISUAIS: Não se aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não há, ação gratuita por meio do item Democratização do Acesso. CONTRAPARTIDA SOCIAL: RODA DE CONVERSA ACESSIBILIDADE FÍSICA: As rodas de conversa acontecerão após as apresentações do espetáculo, sendo assim, elas visam as mesmas medidas de acessibilidade física das apresentações. A maior parte das apresentações será realizada em escolas, estas muitas vezes já visam medidas de acessibilidade física e de locomoção. As apresentações que não acontecerão em escolas serão priorizadas para acontecer em espaços que cumpram medidas de acessibilidade, como rampas de acesso e instalações sanitárias para acomodar idosos e pessoas com dificuldade de locomoção, bem como local apropriado para a sua acomodação na plateia. Item da Planilha Orçamentária: Locação de teatro. DEFICIENTES AUDITIVOS: A intérprete de Libras estará presente em 40 apresentações da circulação, realizando também a interpretação simultânea da roda de conversa para o público surdo. Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de Libras. DEFICIENTES VISUAIS: A ação é apenas uma roda de conversa, deficientes visuais terão acesso para participar, pois não haverá elementos visuais. Item da Planilha Orçamentária: Não há.
PRODUTO: ESPETÁCULO. Em cada cidade, serão realizadas 05 apresentações sendo 04 delas em escolas públicas e 01 para público geral. Todas as 32 apresentações realizadas nas escolas serão gratuitas. Já as 08 apresentações para público geral terão seus ingressos distribuídos da seguinte forma: 20% destinados gratuitamente para entidades que abriguem crianças, jovens ou idosos; 5% para patrocinadores; e 75% comercializados a preços populares (R$20,00 inteira e R$10,00 meia entrada). O preço popular tem por objetivo incentivar a formação de público nas cidades visitadas. PRODUTO: OFICINA IN n°2/2019. Art. 21: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Durante a circulação, serão realizadas duas oficinas gratuitas de contação de histórias com a La Luna Cia de Teatro, voltada para professoras e professores da rede pública de ensino de duas cidades da circulação.
EMELI BRUNA BAROSSI Função: Proponente e Atriz. Emeli Bruna Barossi é atriz, produtora, diretora, contadora de histórias, palhaça e arte-educadora. É formada no curso Licenciatura em Teatro (UDESC), atuou como professora de teatro na comunidade de Canelinha de 2016 a 2019. Desenvolve uma pesquisa dentro da área da palhaçaria feminina. É integrante e cofundadora da La Luna Cia. de Teatro com a qual atua como atriz e produtora nos trabalhos da companhia. Em 2020 foi premiada como Palhaça Revelação e Melhor Palhaça Coadjuvante pelo PROFEST Teatro. Já circulou com seus trabalhos por diversas cidades de Santa Catarina, e nos estados de Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Alagoas e Pernambuco. Circulou pelo projeto Conexão Cultural (2019) - com aporte da Lei de Incentivo à Cultura com 45 apresentações em quatros estados. Fez inúmeros cursos de aperfeiçoamento artístico nas áreas de: Palhaçaria, Bufonaria, Máscaras, entre outras linguagens. Nesses cursos foi aluna de grandes nomes que são referência nacional dentro do meio Teatral, desses destaca-se: Escola de Palhaça - Ministrada por Andréa Macera; Curso Intensivo Território do Riso (6 meses) Ministrado por Lia Motta; Oficina de Palhaçaria Intensiva “Onde Botei meu Nariz” - Ministrada por Karla Concá; Curso de Commedia dell'Arte do Barracão Teatro - Ministrada por Tiche Viana. AMÁLIA LEAL Função: Atriz. Atriz, diretora e contadora de histórias. Graduada em Licenciatura em Teatro (2018) pela UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina). Atuou como professora de teatro para crianças da comunidade em Canelinha/SC. É Integrante do Olaria Coletivo de Artes de Canelinha/SC. Atuou como atriz/ criadora na montagem teatral “Mais sobre aquilo que prefiro acreditar que seja agora” (2016), com direção de Jussara Xavier. É cofundadora da La Luna Cia de Teatro, com a qual dirigiu e atua em: “Histórias de Lua Cheia” (2016); “Resquício” (2017); Contos de um Reino Distante: Adivinha Adivinhão (2019). No ano de 2018 pesquisou e escreveu “Causos de Canelinha: Narrativas e Performances das contadoras e contadores de histórias tradicionais” orientada pela Professora Dra Daiane Dordete Steckert Jacobs, e agora investiga na cena, o uso desse material (elementos performáticos e histórias pesquisadas) com a La Luna cia de teatro no espetáculo “Noite Forrada” que tem direção de Jô Fornari. Participou de Festivais de Teatro nos estados de Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. Ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no VI Festival Nacional de Teatro de Patos de Minas e no 3o Festival Nacional de Teatro de Passos, ambos em Minas Gerais pela atuação da personagem Gilda no espetáculo “Resquício”. JÔ FORNARI Função: Direção Cênica. Atriz, bonequeira, palhaça, diretora de teatro, oficineira e produtora cultural. Formada em Comunicação Social – Publicidade e propaganda (FURB) e Pós-graduada em Arte–educação (UNOCHAPECÓ). No meio teatral atua desde 1994. Em 1999, itinerou como bonequeira solista e pesquisadora, percorrendo diversos estados brasileiros. Em 2005 passou a residir em Itajaí, onde fundou a Cia. Andante Produções Artísticas, produzindo e atuando. Em 2006 estreou o primeiro espetáculo do grupo, "O Menino Maluquinho". De 2006 a 2015 integrou também a Cia Experimentus Teatrais de Itajaí como atriz-pesquisadora, atuando no projeto "O espaço em aberto" e no espetáculo "Dois amores e um bicho". Desde 2009 pesquisa a linguagem do palhaço, fazendo graça com sua palhaça Póc. Produziu o vídeo de curta-metragem “Contraponto” de Marcelo F. de Souza e atuou no curta-metragem “Miragens do Porto” de Silvana Leal. Produziu e atuou nos projetos da Cia Andante contemplados em editais e prêmios municipal, estadual e federal: Arte Andante; ESPIA SÓ! - Formação e montagem de Teatro Lambe-lambe; Estação 05; 1ª Mostra de Teatro Lambe-lambe de Itajaí; Riscado; Encontro de Caixeiros; Filhos do Vento - Circulação Sul de Teatro Lambe-lambe; Corporificar; (Des)pertencimento e 10 anos de Andanças. Dirigiu os espetáculos "Quedelhe o boi?" e “Sonho de papel” da Pequeninus Grupo de Arte , "Gente de palavra" do grupo Na Nuvem Teatro e “Noite forrada” do La Luna Cia de teatro. Desenvolve sua formação a partir do contato com diversos grupos e profissionais de teatro como: Sue Morrison (Canadá); Norberto Presta (Centro di Produzioni Via Rosse/Itália); Luis André Querubini e Sandra Vargas (Grupo Sobrevento/São Paulo); Renato Ferracini (SP); Mauro Brant (SP); Miquéias Paz (DF); Nini Beltrame (SC); Ana Maria Amaral (SP); Mariane Consentino (PE); Marcio Libar (RJ); Esio Magalhães (SP); Victor Ávalos (Argentina); Andrea Lamana (Uruguai); Agnes Limbós (Bélgica); Antonio Catalano (Itália); As Marias da Graça (RJ); Fernando Villar (DF); Bia Braga (SP); André Carreira (SC) entre outros. Desde 2016 quando passa a residir em Canelinha/SC, participa do Olaria Coletivo de artes, onde juntamente com outros 06 artistas se dedicam a construir um espaço de afeto e convivência entre arte e comunidade. Com os grupos La Luna Cia de teatro e Laço cia de artes mantém estreitas parcerias artísticas na pesquisa da cultura popular, palhaçaria e teatro de objetos. Entre 2018 e 2020 atuou como gestora pública de cultura, à frente da Coordenação de Cultura da Prefeitura Municipal de Canelinha. PEDRO TORRES Função: Direção Musical e Ator. Bacharel em música (opção: piano) pela UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina) a partir de 2016. Atuou como pianista, arranjador e diretor musical da montagem teatral $em Vintén$ - livre adaptação da Ópera dos Três Vinténs de Bertolt Brecht – realizada a partir da disciplina de Montagem Teatral pelo programa de graduação em Teatro da UDESC (2014 e 2015). Com esse espetáculo participou dos festivais: Tecendo o Riso (2014) em Concórdia - SC; Mostra Floripa Teatro em 2014 em Florianópolis - SC; Mostra Cena Emergente do Sesc (2014) em Florianópolis - SC; Fitub (Festival Internacional de Teatro de Blumenau – SC) em 2015; Feto (Festival de Escola de Teatro) de Belo Horizonte - MG em 2015. Atuou como pianista da peça musical “X-QUEM?” (de 2015 a 2017), com o qual se apresentou em alguns teatros de Florianópolis, Tubarão e Rio do Sul, além de que o musical também passou pelo Circuito Universitário do 22º Festival Isnard Azevedo em 2015. Teve contemplada, pelo Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura em 2017, a circulação da dança-performance Cores ao Avesso, a qual atuou como músico, performer e produtor. Trabalha no Duo Pedro Torres e Mateus Costa como pianista, tendo estreado o espetáculo PianoemcontraBaixo no SESC Prainha em Julho de 2019. É integrante da La Luna Cia de Teatro na qual trabalha em parceria coletiva como músico, ator, compositor e produtor. Ficha Técnica: 1. Proponente: Emeli Bruna Barossi 2. Elenco Principal: Amália Leal, Emeli Bruna Barossi e Pedro Torres. 3. Direção cênica: Jô Fornari. 4. Direção musical: Pedro Torres. 5. Produtor: a definir. 6. Assessoria de Comunicação: a definir. 7. Intérprete de Libras: a definir. 8. Fotógrafo: a definir. 9. Designer gráfico: a definir. 10. Assessoria de Imprensa: a definir. 11. Captação de recursos: a definir. 12. Produção local: a definir, serão 08 profissionais, 01 por cidade de apresentação.
PROJETO ARQUIVADO.