| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 195,1 mil |
Proncovô é um projeto que engloba a criação, montagem e circulação de uma peça teatral de rua, por 8 cidades de MG, acompanhada por 8 oficinas, registros dessa viagem compartilhados em forma documental nas redes sociais, 1 mesa de conversa online sobre o tema "Teatro de rua e a história do Brasil", além de 2 oficinas de contrapartida social. A proposta é resgatar o espírito do teatro mambembe levando conhecimento, entretenimento e identidade cultural através da arte.
O cerne do teatro mambembe está no fato de ele ser um teatro itinerante, em que companhias ou grupos saem viajando por aí, armam seu palco em lugares como uma praça, um parque, e se apresentam para o público da cidade. Inspirados nesta forma de fazer teatral, o projeto Proncovô viaja pelos caminhos da Estrada Real passando por Ouro Preto, Catas Altas, Barão de Cocais, Tabuleiro, Milho Verde, Diamantina, Sabará e Itabirito, parando seu carro em uma praça e fazendo dele cenário e da praça seu teatro. Espetáculo: Esta obra cênico-musical será criada em sala de ensaio a partir dos materiais gerados através do trabalho dos atores/músicos com o diretor Eduardo Moreira. A proposta é ser criada uma peça musical que tenha em torno de 50 minutos de duração e que tenha uma narrativa cômica, se utilizando de técnicas circenses e da rica simplicidade dos espetáculos de rua. Os atores irão transformar o mesmo carro que usarão para percorrer o trajeto das 8 cidades, para criar o cenário da peça, transformando de forma lúdica o automóvel. Oficinas Proncovô: A Oficina Proncovô tem como principal objetivo a democratização do acesso à cultura, especialmente as vertentes culturais de Música, Dança e Teatro, e a exploração dos entrelaços entre essas formas de expressão cultural. Apaixonados pela cultura popular brasileira, os facilitadores das Oficinas Proncovô, Laura de Castro e Zé Motta são entusiastas, pesquisadores e brincantes de diversas manifestações culturais do Brasil e buscam sempre transbordar essa pesquisa e paixão para os trabalhos da companhia. Desta forma, o contato com elementos culturais populares, a apresentação e difusão da cultura afro-brasileira é um dos pilares que regem a Oficina Proncovô. Zé Motta é músico, capoeirista e professor de Capoeira, e Laura de Castro é atriz e bailarina, brincante de manifestações como Coco, Jongo, Tambor de Crioula, entre outras. A apresentação, mesmo que de poucos elementos culturais de uma manifestação tem, para a companhia, o intuito de abrir portas, instigar a curiosidade e talvez dar luz à outras possibilidades de música, teatro, dança até então desconhecidos do público geral, buscando sempre trazer a tona a importância e a grandeza dos mestres e das mestras da nossa cultura. Na Oficina Proncovô destinada a este projeto, a manifestação trabalhada será o Congado Mineiro, manifestação afro-brasileira tradicional de diversas cidades de Minas Gerais. Diário de bordo: Um documentário que será construído como um diário de bordo, iniciado ainda dentro da sala de ensaio e acompanhando os atores-músicos pela estrada. Os próprios intérpretes farão os registros, via celular, e irão divulgar semanalmente nas redes sociais e de forma gratuita, vídeos, textos e fotos de todo o processo criativo e de execução do projeto, a fim de ampliar o conhecimento do público e da comunidade artística sobre o ofício artístico de desenvolvimento de um projeto. Mesas “Teatro de rua e a história do Brasil”: Teremos um ciclo de conversas com importantes figuras, e jovens artistas, do teatro de rua brasileiro, a fim de nos debruçarmos sobre a história do Brasil através da ótica deste teatro. Todo este material será disponibilizado nas redes sociais do projeto de forma gratuita. Acontecerão 4 mesas.
Objetivo Geral A proposta é realizar a montagem e circulação de uma peça, que será construída em sala de ensaio, tendo como intérpretes Laura de Castro (proponente) e Zé Motta (artista da cena, músico, capoeirista), dirigida pelo consagrado ator Eduardo Moreira, fundador e membro do Grupo Galpão. A proposta é resgatar o espírito do teatro mambembe levando conhecimento, entretenimento e identidade cultural através da arte. Fazer da arte ferramenta de educação e transformação social e levá-la, literalmente, a espaços e públicos carentes da possibilidade de tê-la com mais frequência em seu dia-a-dia. Os abismos e o distanciamento social proposto pelo mundo moderno tem seu reflexo também no acesso e no fazer artístico. Os grandes centros detêm majoritariamente os equipamentos e espaços responsáveis por abrigar espetáculos das mais variadas vertentes artísticas, e mesmo nas cidades que têm a possibilidade de contar com grandes teatros e casas de espetáculo, o acesso a esses espaços é selecionado, seja pelo preço dos ingressos ou pela construção social que inibe a presença de determinados núcleos sociais nesses locais. O teatro e a arte de rua são uma proposta, uma resposta a essa não democratização da arte. Nosso objetivo é descentralizar os eventos e movimentar a economia local de pequenos e médios centros urbanos. A arte mambembe propõe essa quebra do cotidiano, a mudança do olhar para além da rotina casa-trabalho-casa, o encontro que propõe a horizontalidade de pessoas de distintas classes sociais, do cidadão em situação de rua ao empresário local que, naquele momento, se entendem apenas como público. Trazer o pensamento e a reflexão de temas tão caros à nossa sociedade e às urgências do nosso tempo, ou apenas a diversão, o sentimento de felicidade, a participação durante aquele breve momento num fazer artístico que instiga, transforma, e inclui. No espetáculo mambembe o palco é ali, na rua, na praça, no espaço em que a população já assume como seu. O "se sentir parte", acolhido, é fundamental para que a experiência seja ainda mais enfática, que a transformação e a abertura de possibilidades seja ainda maior. Enxergar outras possibilidades de vida, seja profissional ou "apenas" de lazer, a ressignificação do espaço público, aquele mesmo que atravessamos todo dia sem reparar nos detalhes, nas suas belezas e enormes formas de uso. Este é nosso objetivo, movimentar a economia local de pequenos e médios centros urbanos, pensar a arte como ferramenta de transformação e diversão, e levá-la aonde o público está. Objetivo Específico O Projeto Proncovô promove um espetáculo e uma oficina itinerante, passando por 8 cidades mineiras integrantes da Estrada Real. A ideia é os artistas da companhia percorrerem o trajeto da Estrada Real, registrando a viagem através de um diário de bordo online divulgado nas redes sociais do projeto. Nas 8 cidades contempladas por esse percurso, o grupo irá realizar uma apresentação do espetáculo teatral gratuito em praça pública, e uma oficina, também gratuita, em uma escola pública de cada uma das cidades escolhidas. Além disso será realizado também 1 roda de conversa virtual, sobre o tema "Teatro de rua e a história do Brasil", além de 2 oficinas de contrapartida social. Sendo os produtos: A) Espetáculo de Artes Cênicas: Criação da obra, circulação por 8 cidades, quantidade de público estimado a baixo, apresentação gratuita e realização de uma roda de conversa virtual, gratuita e aberta ao público, sobre o tema "Teatro de rua e a história do Brasil" como fonte de pesquisa e contextualização da construção do espetáculo. B) Oficinas: 8 oficinas gratuitas realizadas nas 8 cidades de apresentações do espetáculo, quantidade de público estimado a baixo, oficina gratuita. C) Contrapartida Social: 2 oficinas de contrapartida social nas cidades de Ouro Preto e Diamantina para projetos sociais, quantidade de público estimado a baixo. FORMATO EM CADA CIDADE: Ouro Preto Oficina em Escola Pública pré determinada. Público estimado: 30 pessoas 1 dia de apresentação em uma Praça Pública da cidade. Público estimado: 500 pessoas 1 oficina de contrapartida social para um grupo social e/ou comunitário específico, que engloba música/teatro/dança. 1 dia. 3hs/aula para 30 pessoas. Esta oficina também será exibida virtualmente e prevemos aproximadamente 150 visualizaçãos. Catas Altas Oficina em Escola Pública pré determinada. Público estimado: 30 pessoas 1 dia de apresentação em uma Praça Pública da cidade. Público estimado: 300 pessoas Barão de Cocais Oficina em Escola Pública pré determinada. Público estimado: 30 pessoas 1 dia de apresentação em uma Praça Pública da cidade. Público estimado: 500 pessoas Tabuleiro Oficina em Escola Pública pré determinada. Público estimado: 30 pessoas 1 dia de apresentação em uma Praça Pública da cidade. Público estimado: 250 pessoas Milho Verde Oficina em Escola Pública pré determinada. Público estimado: 30 pessoas 1 dia de apresentação em uma Praça Pública da cidade. Público estimado: 250 pessoas Diamantina Oficina em Escola Pública pré determinada. Público estimado: 30 pessoas 1 dia de apresentação em uma Praça Pública da cidade. Público estimado: 500 pessoas 1 oficina de contrapartida social para um grupo social e/ou comunitário específico, que engloba música/teatro/dança. 1 dia. 3hs/aula para 30 pessoas.Esta oficina também será exibida virtualmente e prevemos aproximadamente 150 visualizaçãos. Sabará Oficina em Escola Pública pré determinada. Público estimado: 30 pessoas 1 dia de apresentação em uma Praça Pública da cidade. Público estimado: 500 pessoas Itabirito Oficina em Escola Pública pré determinada. Público estimado: 30 pessoas 1 dia de apresentação em uma Praça Pública da cidade. Público estimado: 400 pessoas Por se tratar de um projeto que prevê circulação, o plano de comunicação e divulgação do evento vai ser pensado como um todo e ao mesmo tempo com as especificidades de cada cidade: - Contato com jornais e rádios do estado e das cidades - Contato com orgões de cultura/ empresas/ prestadores de serviços em geral, afim ampliar a comunicação e o intercâmbio com a proposta.
"Todo artista tem de ir aonde o povo está Se for assim, assim será" Milton Nascimento O Proncovô tem este nome pois representa duas partes fundamentais do escopo do projeto: a mineirês e a necessidade de ir. Encontrar o público sem distinção política, econômica ou social é uma das grandes manhas do teatro de rua. Possibilitar que cidades com pouco mais de 2 mil habitantes possam vivenciar essa experiência é o grande desejo deste projeto. O caminho dos Diamantes e o caminho de Sabarabuçu, traçados pela Estrada Real, foram escolhidos a dedo a fim de, através da junção dos produtos deste projeto incluindo toda a parte online, impulsionar e fomentar o turismo e a economia destes caminhos. O momento de retomada às ruas após a pandemia será precioso, e muito já se pensa e cria artisticamente para os grandes centros, com este projeto queremos trazer a importância desta retomada cultural para as pequenas e médias cidades onde a população muitas vezes é carente destes eventos, e por isso também trazemos a proposta do teatro de rua, pois ele atravessa a vida das pessoas de uma forma livre, em uma relação onde elas não tem nenhuma responsabilidade com aquilo (como acontece em salas de teatro), não há uma forma correta de se comportar, não há a obrigação de ficar, quem não gosta pode ir embora, o cerne da arte democrática. O Teatro de rua traz a cultura em completo, com dança, teatro, música, traz reflexões caras a nossa sociedade através do riso, da brincadeira e da imaginação. Todas as atividades propostas por este projeto são gratuitas ao público, espetáculo, oficina e toda a parte online. A partir do período de isolamento social em que vivemos, os meios de comunicação digitais se expandiram ainda mais e, mesmo quando estivermos de volta às ruas, não deixaremos de lado as ferramentas que conquistamos e que trazem a possibilidade do trabalho ultrapassar barreiras físicas e chegar a muitos mais lugares e pessoas. Sendo assim, expandimos nosso projeto para as vias onlines com um Diário de Bordo feito pelos atores-músicos e com mesas de conversa onde iremos tratar da história do Brasil em correlação ao teatro de rua. "A praça se faz arena, do vento de um sonho contente, trazendo à toda cena a brasa do fogo da gente. Nas estradas desta vida nós levamos sem parar tendo o sol como guarita, as estrelas e o luar" Grupo Galpão Destacamos para os devidos fins que este projeto irá atender a todos os incisos do Artigo 1 da Lei 8313/91 a saber: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Referente ao artigo 3 da Lei destacamos que o projeto irá atender aos seguintes objetivos: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Para além do dia do espetáculo Parte fundamental da proposta do Projeto Proncovô é o fato do trajeto entre todas as cidades escolhidas ser percorrido de carro, e de forma contínua. E esse não é qualquer trajeto e tão pouco qualquer carro. As cidades escolhidas pelo Projeto englobam a Estrada Real, a maior rota turística do país, datada do século XVIII e que tem papel fundamental na formação do estado de Minas Gerais. Para além das cidades escolhidas para a realização de espetáculos e oficinas, os artistas do Projeto Proncovô vão percorrer o "Caminho dos Diamantes" e o "Caminho do Sabarabuçu", duas das quatro vertentes dos caminhos da Estrada Real, documentando todo o trajeto e cidades históricas presentes na rota através do "Diário de Bordo" - registro online divulgado nas redes sociais do projeto. Desta forma, além de contribuir para a difusão da história mineira e brasileira, o projeto busca impulsionar o turismo local, estimulando a visita e o percurso da Estrada Real. Sobre o carro utilizado, além de, durante todo o projeto, estarem no veículo apenas os dois artistas da companhia, o mesmo será equipado de forma que, ao chegar em cada cidade que receberá os espetáculos, se transformará no próprio cenário da peça. A transformação do veículo de transporte do projeto em cenário do espetáculo será algo cuidadosamente pensado pelos profissionais de Cenário e Luz contratados pelo projeto. O carro será equipado para ser cenário dos espetáculos e carregará todo e qualquer material necessário para a realização dos espetáculos.
Espetáculo Proncovô: Público total estimado: 3200 pessoas Número total de espetáculos: 8 espetáculos, 1 por cidade escolhida pelo projeto Carga horária: 1 hora Duração em dias: 1 dia Equipamentos necessários: O espetáculo Proncovô funciona de forma itinerante e todos os equipamentos necessários são transportados juntos com a companhia, sendo necessário, apenas, a disponibilização de um ponto de acesso à energia elétrica 110V. Artistas: Zé Motta e Laura de Castro Oficinas Proncovô: Número de vagas disponíveis: 30 pessoas por oficina Número total de oficinas: 8 oficinas, 1 por cidade escolhida pelo projeto. Além de 2 oficinas de contrapartida. Carga horária: 3 horas Duração em dias: 1 dia Pré-requisitos dos alunos: A proposta não prevê nenhum pré-requisito. Recursos didáticos (trechos de vídeos, áudios e folhas de estudo, etc): arquivos digitais online com vídeos/áudios e material escrito. Equipamentos necessários: A Oficina Proncovô é pensada de modo a ser o mais acessível possível, não exigindo dos/das participantes a aquisição ou a posse de nenhum tipo de material. Esta oficina terá produto final: SIM, será a participação no espetáculo da Companhia Proncovô, a ser realizado na mesma cidade da oficina . Facilitadores da oficina: Zé Motta e Laura de Castro A Oficina é dividida em 4 etapas: 1 - Música: Construção de uma base rítmica, simples mas sólida, que permita os participantes terem ferramentas para avançar, de modo consciente, para os próximos passos.Construção de células rítmicas, simples mas extremamente presentes em manifestações populares específicas, determinadas pelos oficineiros. No caso desse projeto específico, a pesquisa e o estudo se destinarão à manifestação Congado Mineiro. Aprendizagem de uma melodia curta, à ser cantada como pergunta (oficineiros) e resposta (participantes). Zé Motta é professor do Instituto d'O Passo, especializado no método O Passo de Educação Musical. Método nacional, criado por Lucas Ciavatta, que busca justamente fazer música de uma forma democrática, acessível a todos e todas, trazer a consciência musical para aquilo que está sendo tocado/cantado. Todo o escopo da oficina é construído em cima do método O Passo. Mais sobre o método pode ser observado no site https://www.institutodopasso.org/ . 2- Construção do contexto Nesta etapa da Oficina Proncovô, Zé e Laura buscam conversar e trocar com os participantes. Será revelada qual a manifestação que foi proposta como linha de estudo e já experimentada, em parte, por eles e elas na etapa anterior. A conversa se desenvolve para ouvir a experiência dos participantes com as manifestações populares e, especificamente, com a trabalhada no projeto. É contado, pelos oficineiros, como essa manifestação acontece, onde acontece quem são seus/suas grandes representantes.Nessa etapa existe a preocupação de mostrar que cada manifestação só se revela por completa quando é brincada por aqueles e aquelas que vivem de/para aquela determinada cultura. A proposta da Oficina é, apenas, trazer uma pequena amostra do que grandes mestras e mestres criam e brincam nos lugares de origem das culturas populares. Só lá, com eles/elas, a cultura é experienciada na sua essência. 3 - Dança e Teatro: os entrelaços das linguagens A separação das linguagens artísticas é uma proposta acadêmica. Na prática, no contexto das culturas populares, não há dissociação da dança para o teatro, a música, o circo e muitas outras vertentes, que se misturam a fim de tornar aquilo único, e é nessa homogeneidade que a cultura se revela. Laura de Castro é musicista, tem formação em dança e é formada em Teatro, mas acima de tudo, é uma amante dos diálogos. O intuito dessa etapa é exemplificar como no Congado Mineiro a música, o canto e o ritmo já trabalhado pelos participantes, se relaciona com o que definiríamos como as linguagens da dança e do teatro na manifestação. 4 - Construção do produto final Esta etapa busca reunir todas as experiências da oficina para construir um produto final. Uma pequena intervenção, atuada, cantada ou dançada que será utilizada em um momento específico do espetáculo da Companhia Proncovô, propondo uma interação direta entre o público, que em parte será composto pelos participantes da oficina, e os artistas.
1 - Produto Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade para deficientes fisicos: A equipe de produção do projeto garante que as apresentações serão realizadas em logradouros públicos que respeitem as normas de acessibilidade para cadeirantes e pessoas com deficiência de locomoção. *Neste caso não existe rubrica pois a apresentação será em praça pública em parceria com as prefeituras. Acessibilidade para deficientes auditivos: Interprete de libras presente para todas as apresentações do espetáculo e das oficinas. Profissional de intérprete em libra, presente nas roda de conversa sobre o tema “Teatro de rua e a história do Brasil” durante o processo criativo do espetáculo. Acessibiliade visual: Serviço de audiodescrição oresente em todas as apresentações do espetáculo e das oficinas. Todas as postagens nas mídias sociais serão acompanhadas da #paracegover, onde as imagens são descritas possibilitando a acessibilidade de pessoas com deficiência visual, incluimos esta ação para ampliar o serviço de informação ao deficinete visual. 2 - Produto Oficina em todas as cidades. Acessibilidade física, auditiva e visual: As oficinas de dança e música terão 5% das vagas reservadas para pessoas com algum tipo de deficiência física, auditiva e visual. A equipe de produção do projeto garante que as oficinas deverão acontecer em espaços que respeitem as normas de acessibilidade para cadeirantes e pessoas com deficiência de locomoção. Acessibilidade para deficientes auditivos: Interprete de libras presente para todas as oficinas. Profissional de intérprete em libra, presente nas rodas de conversa sobre o tema “Teatro de rua e a história do Brasil” durante o processo criativo do espetáculo. Acessibiliade visual: Serviço de audiodescrição presente em todas as oficinas. Todas as postagens nas mídias sociais serão acompanhadas da #paracegover, onde as imagens são descritas possibilitando a acessibilidade de pessoas com deficiência visual.Incluimos esta ação para ampliar o serviço de informação ao deficinete visual. 3 - Produto Contrapartida Social - 2 oficinas de contrapartida social para um grupo social e/ou comunitário específico. Acessibilidade física, auditiva e visual: As oficinas de dança e música terão 5% das vagas reservadas para pessoas com algum tipo de deficiência física, auditiva e visual. A equipe de produção do projeto garante que as oficinas deverão acontecer em espaços que respeitem as normas de acessibilidade para cadeirantes e pessoas com deficiência de locomoção. Acessibilidade visual: Todas as postagens nas mídias sociais serão acompanhadas da #paracegover, onde as imagens são descritas possibilitando a acessibilidade de pessoas com deficiência visual. Incluimos esta ação para ampliar o serviço de informação ao deficinete visual. Acessibiliade visual: Serviço de audiodescrição presente em todas as oficinas. Esta oficina também será disponibilizada virtualmente.
PRODUTO PRINCIPAL: As apresentações do espetáculo acontecerão sempre em espaço público de forma aberta e gratuita, com livre acesso a todos e todas. ATIVIDADES PARALELAS: OFICINAS E RODAS DE CONVERSA: As 8 oficinas do projeto serão realizadas gratuitamente em escolas públicas das 8 cidades selecionadas. Com a presença do profissional de libras e de audiodescrição. As etapas "Diário de bordo", "4 Mesas de conversa Teatro de rua e a história do Brasil” e "1 mesa de conversa com os/as artistas e produtores/produtoras sobre os desafios e acontecimentos marcantes ocorridos durante o processo" serão realizadas de forma online com acesso gratuito e ilimitado ao público em geral através das mídias sociais do Projeto. Com a presença do profissional de libras e de audiodescrição. CONTRAPARTIDA SOCIAL: 2 oficinas de contrapartida social para um grupo social e/ou comunitário específico, que engloba música/teatro/dança. 1 dia. 3hs/aula para 30 pessoas em cada oficina. Os participantes serão convidados a assistir todo processo de montagem e organização dos espetáculos, tomando todos os cuidados de acordo com o protocolo de cada cidade, com a vantagem de acontecer em espaços abertos. Esta oficina também será disponibilizada virtualmente e prevê receber aproximadamente 150 visualizações por cidade. Com a presença do profissional de libras e de audiodescrição. Destacamos que o projeto atenderá aos seguintes incisos do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania.I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;Referente ao inciso V esclarecemos que as 2 oficinas de contrapartida social propostas, ocorrerão nas cidades de Ouro Preto e Diamantina (que são as cidades mais populasas do projeto), e que as mesmas são diferentes do Produto OFICINA proposto no projeto.
FICHA TÉCNICA Direção - Eduardo Moreira Concepção, Direção Geral, Interpretação e oficineiros - Laura de Castro e Zé Motta Criação de luz - Márcio Alves Direção de produção - Jacqueline de Castro Coordenação de logística - Merry Couto Produção Executiva - Luciana Lanza Coordenação de Comunicação - Marco Túlio Zerlotini ______________________________________________________________________________________________________________________ EDUARDO MOREIRA (Direção Artística) Eduardo Moreira é fundador e diretor artístico do Grupo Galpão, de quem dirigiu o espetáculo "Um Molière imaginário", além de ter feito assistência de direção em vários espetáculos do grupo. No Galpão cine Horto, dirigiu os espetáculos "Por toda a minha vida" e "Circo do lixo". Em parceria com diferentes grupos nacionais, dirigiu o grupo "Clowns de Shakespeare" (Natal-RN) os espetáculos "Muito barulho por quase nada" e "Casamento do pequeno burguês"; com os grupos "Teatro da cidade" e "Teatro d'Aldeia" (ambos de São José dos Campos- SP) dirigiu os espetáculos "Um dia ouvi a lua" e "The bichos"; com o Grupontapé (Uberlândia - MG) os espetáculos "Por de dentro" e "#preciosas". Em Belo Horizonte, trabalhou com o grupo Maria Cutia nos espetáculos "Como a gente gosta", "Ópera do sabão" e "Engenho de dentro" e o grupo Malarrumada. LAURA DE CASTRO (proponente com funções de Concepção, Direção Geral, Interpretação, Oficineira) Laura de Castro é musicista, bailarina, atriz, palhaça, produtora cultural e professora. Trabalha como produtora e contra-regra, desde 2004. Percussionista e vocalista da Foli Griô Orquestra, banda que estuda a linguagem do Afrobeat e suas reverberações, teve o disco AJO indicado ao Grammy Latino 2019. Em dança tem formação na Escola de Dança Primeiro Ato (1993-2000) e no Núcleo Artístico (2000-2010), ambas em Belo Horizonte e na Escola Nós da Dança no Rio de Janeiro (2011-2013). No teatro é formada pelo Galpão Cine Horto(1998-2003), pela Escola de Teatro PUC Minas (2004-2008), O Tablado (2011) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2012- 2018). Ministra, desde seus 14 anos, aulas de sapateado para crianças e adultos. Hoje trabalha com preparação corporal para atores e músicos, tendo feito inúmeros trabalhos de direção de movimento em peças teatrais, ministra aulas de consciência corporal, e técnicas de danças africanas aprendidas na Ecole des Sables no Senegal. Atua como palhaça desde 2014. Mestranda pelo Programa de Pós graduação em Artes Cênicas da UNIRIO. @laura.de.castro Algumas Produções: 1, 2 na Dança/BH, Horizontes Urbanos/BH, FITBH, MIP - Movimento Internacional de Perfomance/BH, Fóruns Por que Dança?/BH, Banda Foli Griô Orquestra/RJ, Eventos Diversos na UniRio/RJ, Festu/RJ, Enfermaria do Riso/RJ, Grupo Camaleão/BH, Espaço Ambiente Meia Ponta/BH, Luiz Abreu/Salvador, Dudude Herrmann/BH, Instituto d'O Passo/RJ, Bloco d'O Passo/RJ, Capoeira Baile/RJ, Cacau Amaral/RJ, Mestre Ferradura/RJ, Grupo Ponto Br/SP, Lia de Itamaracá/PE. É idealizadora e produtora da Ocupação “Diálogos”, projeto contemplado pelo edital de ocupação da Funarte RJ, as três edições da ocupação (2017, 2018, 2019) aconteceram no Teatro Cacilda Becker/RJ. ZÉ MOTTA (Concepção, Direção Geral, Interpretação, Oficineiro) Músico, formado em Licenciatura em Música pela UniRio, no Rio de Janeiro. Tem uma atuação bem eclética em diferentes grupos ao longo da sua história. Integrou o Coral São Vicente a Cappella de 2006 a 2011, onde gravou, como cantor, o DVD São Vicente na Sala. Como guitarrista e cantor integrou o grupo 7 por meia dúzia, vencedor do concurso Bandas Megazine, realizado pelo Jornal O Globo, em 2009. Capoeirista, participou como cantor e percussionista dos Cds “Brincadeira de Angola” e “Movimento Novo”. Como percussionista integrou o grupo Bloco d’O Passo, que explora os ritmos e manifestações brasileiras, associando os mesmos ao desenvolvimento e estudo do método O Passo, de educação musical. Desde 2010 integra o grupo Bloco do Sargento Pimenta como percussionista, regente e um dos coordenadores da oficina de percussão. Com o Bloco, já tocou em diversas cidades do Brasil, inclusive em Itabirito, e teve a oportunidade de fazer uma série de shows na Inglaterra em 2012, incluindo shows durante as Olimpíadas de Londres. Compositor já há muitos anos, começou a colocar a prova suas composições à pouco tempo; O espetáculo “Uma Mulher é uma Mulher”, feito especialmente para o festival de cenas curtas Lamovida (Belo Horizonte) em 2019, conta com sua primeira trilha para teatro; Em 2020 compôs a trilha do espetáculo de videodança “Antes D+ Nada”, dirigido por João Saldanha, espetáculo esse que já foi exibido nos festivais internacionais Dança em Transito, Dança em Foco, Bienal Internacional de Dança do Ceará, e segue agora para o festival internacional Viva Dança (BA) e o Festival Internacional de Video-dança de Freiburg (Alemanha); Em 2021 compôs a trilha dos espetáculos de Video-Dança “Fêmea” e “Resid(u)o”, ambos apresentados no festival internacional Horizontes Urbanos (BH); Tem em curso a gravação de um CD com as parcerias construídas ao longo de 10 anos com os músicos Vicente Nucci e Vinicius Castro. Durante a pandemia intensificou sua atividade como compositor e apresenta agora novas parcerias com Moyseis Marques, Demarca, Gustavo Pereira, Laís Ferreira, André Lacerda e Carlos Chaves. Teve a música “O Grito de Davi”, composta com Carlos Chaves e André Lacerda, lembrada através de uma “Menção honrosa” no último Festival da canção TOCA – Etapa Rio de Janeiro. Desde 2019 atua como diretor de palco da banda carioca Foli Griô Orquestra. https://www.instagram.com/motta_ze/ . https://www.facebook.com/ze.motta MÁRCIO ALVES (Criação de luz) Artista da Dança e Professor de Artes na Rede Pública de Educação. Graduação no curso de Licenciatura em Artes Visuais do Centro Universitário Internacional Uninter (2020). Habilitado em Cerâmica pela Escola Guignard UEMG (2016). Bolsista do projeto PIBID – Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – CAPES/UEMG (2014). Sua experiência profissional na área de produção cultural tem a participação em inúmeros eventos na função de Produtor Executivo e Coordenador Técnico tais como o Festival Descontorno BH (2019), FIT Festival Internacional de Teatro Palco e Rua, - (2004/2016).– Movimento Internacional de Dança 2016 (CCBB/BH). Movasse Parceiros em cena – SESC/MG (2016). Como montador de exposições em artes visuais atuou nos seguintes projetos: Cidade de Biscoito no CCBB /BH (2015) artista Song Dong. Prêmio Marcantonio Vilaça (2015) e (2016) Palácio das Artes /BH . Instalação copos descartáveis (2015) da artista Tara Donova. A diversificação das competências contempla Coordenação de montagem e operação de som e luz de espetáculos, executa esses trabalhos em vários espaços alternativos e teatros do Brasil e Exterior, desse modo integra a equipe técnica de criação do “Nowhereland” Agora Estamos Aqui no Projeto Palco Giratório / SESC (2015). SID Simpósio Internacional de Dança (2019) Cia de Dança Palácio das Artes (2018-2019)-(2005 /2014), Grupo de Dança 1º Ato (2000 -2004), Mostra Coreográfica “1,2 na Dança” (2004-2014). É criador de Projetos de iluminação cênica em parcerias com o MOVASSE - “Enfim” (2016), “Nowhereland” Agora Estamos Aqui (2013,) A Cor de Dentro (Cênica Cia. De Dança 2009), Morgana (Cia. Passo Básico, Teatro Isabela Hendrix 2009) Show Kiko Klauss ( Teatro Francisco Nunes 2008/2016) Imagens Deslocadas (Rumos Itaú Cultural / Movasse 2007)“Solo sem Fim” (Festival BSB 05/1, 2 na Dança 04), “2 em Super 8”(Rumos da Dança Itaú cultural 2004/Bienal de Dança SESC Santos 2004,Tio Zé (1,2 na Dança 2004), Centro de Dança 1ºAto (2002 – 2004), Penélope Distraída (Teatro Assembléia e MAP 2003), Tangos e Emoções (Cia. Passo Básico 2003), Tô de Chico (Musical 2001). Foi Assistente de Direção e Ensaios na Cia. de Dança do Palácio das Artes (99-2000), Ballet do Teatro Guaíra (98), e Grupo Experimental 1º Ato (97). Criou Coreografias para a peça infantil “Léo e o Menino Noel” (97) e para o Centro de Dança 1º Ato (97). Desempenhou atividades como professor de Ballet na Prelúdio Escola de Dança (2005), Centro de Dança 1º Ato (97). Cia de Dança Palácio das Artes (1999/2000). Dançou profissionalmente no Grupo Corpo Cia. de Dança (87 - 97), Ballet Teatro Guaíra (85-87). JACQUELINE DE CASTRO (Direção de produção - responsável pelo cadastro no salic - procuração em anexo) Produtora e Gestora Cultural - Nascida em Belo Horizonte (MG/BRASIL), formação acadêmica em Administração de Empresas com Gestão em Esporte, Promoções e Eventos, Graduanda em Filosofia pela Claretiano, Curso de Extensão de Produção e Gestão Cultural. Iniciou seus estudos de dança no Transforma – Centro de Dança Contemporânea em BH. Integrou o Grupo de Dança 1º Ato por 20 anos. É membro fundadora da Associação Cultural Dança Minas, que reúne diversos artistas do Estado, membro do Fórum Permanente de Dança de Minas Gerais e do Fórum Nacional de Dança. Foi membro das Câmaras Setoriais do Ministério da Cultura, e membro do Colegiado de Dança do Ministério da Cultura desde 2009 como especialista em produção e do grupo de gestão da Red Sudamericana de Danza. Atualmente é membro fundadora do Fórum de Dança de Belo Horizonte. Diretora e Produtora da Mostra Internacional de Solos e Duos - 1, 2 na Dança" desde 2004 e da Mostra Internacional de Dança em Espaço Urbano – Horizontes Urbanos desde 2007. @jackie_castro_danca MERRY COUTO (Coordenação de logística) Curso De Gestão Cultural – Fundação Clóvis Salgado - Coordenação Maria Helena Cunha – 2000. Produção Executiva: Quilombo Criação e Produção/Projeto Trem Azul – Direção, Márcio Ferreira-1985 a 1987;Fundação Tv Minas Cultural e Educativa- Programas: Agenda , Arrumação,apresentação Saulo Laranjeiras e Projetos Especiais 1987 a 1989; Contra Regra: Grupo Corpo, 1989 a 1999; Cinema/Curta Metragem: Ana-Direção, Adriana Franca-2000, Esse Deserto- Direção, Ana Flávia Salles, 2001; Quik Cia de Dança – Montagem e Circulação do Espetáculo "Rua"2001, Circulação ”Dos Tonozelos a Alma” - Direção, Rodrigo Quik/2005; FITBH - Festival Internacional de Teatro Palco e Rua ,equipe logística 2004; Assessoria Geral de Produção, 2006 e 2008, equipe Projetos Especiais 2016; Projeto-Vale: Vozes e Visões a Arte Universal do Jequitinhonha, Palácio das Artes - 2006; Exposição "Vermelho de Paixão Azul Quase Violeta de Paixão"-Direção Carlos Rocha, 2006; Projeto Arte, Brinquedo e Brincadeira - Ipatinga, Usicultura/BH, Nova Lima,2007; Horizontes Urbanos – Mostra Internacional de Dança em Espaços Urbanos – Direção, Jaqueline Costa, Marise Dinis e Wagner Tameirão – 2009 e 2021; Projeto Artes Cênicas no Parque – Espetáculos de Teatro e Dança - Appa-2007; Festival Internacional “I Love Jazz” – Direção, Marcelo Costa – 2009; Mip 2 – Manifestação Internacional de Performance – Direção, Marcos Hill e Marcos Paulo Rolla - 2009; Circulação Quik Cia de Dança - espetáculo “Ressonâncias” (10 cidades Jequitinhonha, Juiz de Fora, Betim, 3 cidades sul de MG,4 cidades norte do Brasil 2015 a 2017;Produção Executiva pela POP Produções:Exposição: Speed-A Arte da Velocidade-Casa Fiat de Cultura 2007;Cia Clara -Montagem e Tournné com a Peça Teatral"Vilarejo do Peixe Vermelho" 2011 e do Filme "Natureza Das Coisas" 2013, Circuito Caminho das Artes 2011, Circuito Usiminas de Cultura (Ipatinga, Santana do Paraíso, Itaúna, Igarapé, Itatiaiuçu, Rio Manso, Mateus Leme, Cubatão,Guarulhos) de 2011 a 2016; Anima Mundi Itinerante BH 2012 a 2019, Festival Internacional I Love Jazz 2013 e 2014, Montagem do Espetáculo "Fuga:Um Quarto Para Si"-Direção Tarcício Homem com Carla Normagna 2013 , Espetáculo Teatral “O Urro!” de Carlos Rocha 2014, Projeto “Teatro nos Parques – Edição Nacional- 2013; Exposição: "Ciclo" CCBB 2014, Espetáculo "Migrações para Tennesse" de Eid Ribeiro 2015; Minas Games Festival 2015, entre outros. @merry.couto LUCIANA LANZA (Produção Executiva) Luciana Lanza faz parte, desde 2014, do Camaleão Grupo de Dança, como bailarina e produtora, sob Direção de Marjorie Quast. Realiza trabalhos com coreógrafos como Omar Carrum (México), Vladimir Rodriguez(Colômbia), Jorge Garcia(São Paulo) e Chico Pelúcio(MG). Fez parte do elenco do Grupo de Dança 1º Ato de 2007 a 2011. Como atriz atuaou no “Facamolada” sob direção de Papoula e Paulo César Bicalho. Atualmente compõe o elenco da Trupe Estrela, atuou e produziu “Escombros da Babilônia”, atuou e produziu o “Assembléia Comum”, dentre outros. Como Produtora hoje faz parte da gestão do Espaço Comum Luiz Estrela, desenvolveu trabalhos para artistas, com destaque para o Festival “1, 2 Na Dança”, e “Horizontes Urbanos” sob Direção de Jacqueline de Castro. Formou em Jornalismo em 2006 pela FUMEC-MG. Realizou Assessoria de Imprensa e/ou Elaboração de Projetos para Grupo Camaleão, Espaço Luiz Estrela, Jacqueline de Castro, Mário Nascimento, Leonardo Fernandes e Marcia Charnizon etc. @luza.lanza MARCO TÚLIO ZERLOTINI (Coordenação de Comunicação) Produtor cultural e ator, Marco Túlio Zerlotini vem se dedicando à função de produtor e gestor de comunicação de projetos culturais há alguns anos. É um dos idealizadores do Microteatro La Movida, onde vem atuando desde 2017 na coordenação técnica e gestão de comunicação, sendo um dos responsáveis pela programação do espaço. Possui uma carreira de ator com mais de 20 anos de atividade. Nesse período atuou durante 18 anos no Grupo Intervalo, sob a direção de Ítalo Mudado. Formou-se como ator na Escola de Teatro da Puc Minas e em 2012 fundou sua própria companhia de Teatro, a Cia. do Silêncio, em parceria com dois amigos. É graduado em Relações Públicas e possui especialização em Gestão Estratégica de Marketing, ambas formações pela PUC-Minas. @marcozerlo
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.