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O projeto consiste na expansão das atividades artísticas formativas do LICEU DE ARTES E OFÍCIOS CLAUDIO SANTORO, localizado em Manaus/Amazonas, por meio da ampliação do seu LICEU DIGITAL. A possibilidade de ampliaçãodo LICEU DIGITALirábeneficiar, nesta etapa, outros municípios do Amazonas,por meio de tecnologias adequadas para aulas remotas, na perspectiva de proporcionar gratuitamente atividades artísticas formativas em Dança, Teatro e Música/Canto, para crianças e jovens destas localidades. Como CONTRAPARTIDA SOCIAL o projeto realizará uma palestra, por meio remoto, para as cidades participantes do projeto, com a temática "Os cursos de formação artística do Liceu e perspectivas de futuro".
O LICEU DIGITAL oferecerá cursos formativos em artes nas áreas de dança, teatro, música/canto para os municípios Silves, Anori, Caapiranga, Manaus, Benjamin Constant, Tefé, Boca do Acre, Coari, Codajás e Alvarães. Cada curso será oferecido por módulo de 03 meses e terá duração de 30 horas, com frequência mínima de 75%. A programação dos cursos está dividida em dois módulos de um trimestre cada, como segue: Módulo I (3 meses de duração cada curso) Dança: Percepção Corporal Iniciação Teatral I (Módulo I) Iniciação ao Canto I (Módulo I) Módulo II (3 meses de duração cada curso) Dança Contemporânea I Iniciação Teatral I (Módulo II) Iniciação ao Canto I (Módulo II) Após a divulgação dos cursos nos municípios, realizaremos as inscrições. Posteriormente às inscrições, serão criados grupos no WhatsApp para cada turma/curso com os alunos matriculados, o instrutor e o monitor/tutor. Será aberta uma sala de aula virtual no Google Classroom, para cada turma/curso, onde os conteúdos, materiais, bibliografias estarão disponibilizadas aos alunos. As aulas serão ministradas via Google Meet, sendo o link disponibilizado no grupo de whatsapp de cada turma. O instrutor do curso utilizará o Google Meet para aula expositiva, com utilização de slides, vídeos (produzidos para as aulas) e um bate papo com os participantes, assim como perguntas feitas pelo chat e/ou por áudio quando necessário. Dentro de cada sala virtual, haverá um monitor/tutor a fim de registrar a aula e dar apoio a quaisquer ocorrências. Todas as atividades estarão dispostas no Google Classroom, acompanhadas pelo Google Agenda. Após o encerramento de cada curso serão enviadas avaliações das atividades via Google Formulário, para avaliação dos alunos. Também será enviada uma avaliação para que os alunos possam avaliar os cursos oferecidos e, assim, auxiliar no planejamento de novos cursos. Ao final será realizado um relatório com os resultados mensurados do projeto. Como CONTRAPARTIDA SOCIAL, será realizada palestra para os municípios participantes, com a temática “Os cursos de formação artística do Liceu e perspectivas de futuro”. MÓDULO I Dança: Percepção Corporal (Módulo I) – (Faixa etária a partir de 13 anos) O curso propõe atividades práticas e teóricas para construção de imagem corporal e estímulo à percepção do corpo e sua relação com o meio, visando o desenvolvimento de habilidades e aspectos inerentes ao movimento dançado. Teatro: Iniciação Teatral I (Faixa etária a partir de 13 anos) O curso de Iniciação Teatral propõe estimular a criatividade para a expressão de ideias por meio do teatro. Busca utilizar-se de jogos teatrais para construir caminhos prazerosos na relação ensino e aprendizagem. Música: iniciação ao Canto I (Faixa etária a partir de 13 anos) O Curso visa estimular e aprimorar o uso da voz cantada com técnicas vocais desenvolvidas para a realidade do estudante, propõe estudo de repertórios, técnica vocal, teoria musical e solfejo para prática musical de apresentações e concertos. MÓDULO II Dança: Dança Contemporânea I (Faixa etária a partir de 13 anos) O curso propõe o estudo dos elementos que fazem parte do processo de desenvolvimento da dança (tempo, espaço, peso, fluência), a partir de métodos, experimentos e processos de pesquisa e improvisação. Propõe o estudo do corpo/físico, corpo/movimento, corpo/interativo, corpo/espaço. Teatro: Iniciação Teatral I (Módulo II) (Faixa etária a partir de 13 anos) Visa apresentar formas de criação cênica aos alunos que já cursaram o Módulo I, levando em consideração os estudos praticados, através de atividades relacionadas à história e preparação de elementos cênicos, como iluminação, cenografia, sonoplastia, figurino e dramaturgia, pensando no desenvolvimento prático e técnico, desenvolvendo o fazer teatral, criativo e artístico. Música: Iniciação ao Canto I (Módulo II) (Faixa etária a partir de 13 anos) O curso propõe um aprofundamento das questões levantadas no módulo anterior, aprimorando o uso da voz cantada com técnicas vocais desenvolvidas para a realidade do estudante, propõe estudo de repertórios, técnica vocal, teoria musical e solfejo para prática musical de apresentações e concertos. CONTRAPARTIDAS Palestra “Os cursos de formação artística do Liceu e perspectivas de futuro” – a palestra poderá contribuir com uma reflexão sobre os cursos oferecidos pelo LICEU DIGITAL e os impactos desta formação na vida dos envolvidos e dos municípios participantes.
Objetivo Geral: Ampliar a capacidade de alcance do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro por meio do LICEU DIGITAL, para oferecer gratuitamente atividades artísticas formativas. Objetivos Específicos Expandir a capacidade de oferta de cursos formativos em arte pelo Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro para municípios do interior do Amazonas; Equipar o LICEU DIGITAL para gravação, edição e transmissão de aulas de arte; Realizar planejamento pedagógico levando em consideração o meio virtual de ensino e aprendizagem; Produzir vídeo aulas para os cursos; Oportunizar aperfeiçoamento artístico cultural para municípios do Amazonas; Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO Oferecer 06 cursos artísticos formativos em Dança, Teatro, Música/Canto, para municípios do Amazonas, divididos em dois módulos: Módulo I (3 meses de duração cada curso) Dança: Percepção Corporal Iniciação Teatral I (Módulo I) Iniciação ao Canto I (Módulo I) Módulo II (3 meses de duração cada curso) Dança Contemporânea I Iniciação Teatral I (Módulo II) Iniciação ao Canto I (Módulo II) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL Realizar 01 palestra, com a temática "Os cursos de formação artística do Liceu e perspectivas de futuro". no formato online, para os municípios participantes.
O Estado do Amazonas é uma região bastante peculiar comparada ao restante do país. O acesso aos seus municípios é, na sua maioria, por rios, o que contribui para prolongar as distâncias, visto que as viagens costumam ser realizadas de barco, aumentando o seu tempo de duração. Considerando esta realidade geográfica e o baixo nível de acesso do povo brasileiro aos bens e serviços culturais apontados por diversos institutos de pesquisa, a Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural _ AADC que tem por finalidade a promoção e o apoio à execução de políticas de desenvolvimento cultural, especialmente as que contribuam para promoção artística, formação de técnicos e artistas, geração de empregos e promoção cultural do Estado, propõe a ampliação do Liceu Digital, visando expandir a execução das atividades do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro, localizado em Manaus, por meio de tecnologias adequadas para aulas remotas, ofertadas para municípios do Amazonas. O Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro é referência no processo de formação artística em todo o Estado. Em duas décadas de atuação vem oferecendo cursos em artes que têm proporcionado a formação de diversos profissionais para o mercado de trabalho que estão atuando em grupos profissionais e universidades, dentro e fora do estado e do país. Por meio de visitas técnicas para conhecer a realidade dos municípios do Amazonas, a equipe do Liceu e a AADC puderam reconhecer e compreender realidades diversas que os impulsionaram a criar este projeto na perspectiva de ampliar a atuação do Liceu, que atualmente está localizado na capital do Amazonas e nas cidades de Parintins e Envira. A dificuldade de acessos às cidades do interior para implantação de estrutura física, pedagógica e administrativa em um Estado com características continentais, o alto custo para implantação e manutenção de um Liceu em municípios do interior do Amazonas e, principalmente, levando em consideração o potencial criativo, artístico e a vocação do povo amazonense, a equipe do Liceu juntamente com a AADC planejaram e criaram o projeto LICEU DIGITAL para que as distâncias sejam amenizadas e o potencial criativo dos sujeitos envolvidos seja estimulado e aperfeiçoado através dos cursos e contatos com profissionais do meio artístico e pedagógico. A primeira edição do projeto serviu como um piloto para compreendermos as principais variáveis na execução de um projeto desta amplitude e abrangência. Ela demonstrou a necessidade de utilizarmos um bom provedor de internet e de termos equipamentos que possam nos ajudar a melhorar a qualidade das aulas, principalmente, no que diz respeito a gravação, edição e transmissão. Além disso, é de fundamental importância a parceria com as prefeituras dos municípios participantes. Diante do exposto, a ampliação do LICEU DIGITAL contribuirá sobremaneira com a expansão das atividades do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro, possibilitando que outros municípios sejam atendidos e ofereçam formação e aperfeiçoamento de habilidades artísticas de seus munícipes, podendo vislumbrar um futuro promissor nas Artes. É de fundamental importância ressaltarmos a parceria com os municípios participantes na execução do projeto, pois as cidades que, neste momento, receberão os cursos, disponibilizarão sala(s) com os equipamentos necessários para facilitar o acesso às aulas. A Lei Federal de Incentivo à Cultura é extremamente necessária para execução do projeto visto que ela contribui para "facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" (Inciso I, art 1º, Lei 8.313/91). Considerando o Art. 1° da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O objetivo, conforme Art. 3° para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8.313/91, será o seguinte: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.
Devido a transmissão dos cursos serem pelo Google Meet, os alunos matriculados poderão acompanhar de suas próprias residências, desde que tenham internet. Entretanto, as prefeituras dos municípios disponibilizarão sala(s) com os equipamentos necessários para facilitar o acesso às aulas. Quadro de pessoal necessário para a realização do projeto: COORDENADOR GERAL – profissional com experiência em planejamento estratégico, implantação e condução de projetos, experiência em educação a distância, analise de indicadores e legislação em ead. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. SUPERVISOR DE TUTORIA – participar das atividades de capacitação e atualização; Acompanhar o planejamento e o desenvolvimento dos processos seletivos de tutores; Acompanhar as atividades dos cursos; Verificar in loco o andamento dos cursos; Acompanhar o planejamento e desenvolvimento das atividades de seleção e capacitação dos tutores; Acompanhar e supervisionar as atividades dos tutores; Encaminhar à coordenação de curso relatório semestral de desempenho da tutoria; Promover semestralmente a formação inicial e continuada de tutores/Instrutores." PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. SUPERVISOR DE PLANEJAMENTO E INTERIORIZAÇÃO – Planejamento das metas e ações. Acompanhar as ações no interior do Estado. Estímulo às novas formas de aprender e ensinar, em especial com o apoio das inovações tecnológicas visando enriquecer o processo de ensino-aprendizagem. Acompanhamento das metas. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. SECRETÁRIA – Receber, responder, redirecionar correspondência eletrônica; Digitar documentos em diferentes formatos; Atendimento das chamadas telefônicas: orientação, informação e encaminhamentos; Apoiar os coordenadores em assuntos diversos. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. DESIGNER – Mantém a atualização das ilustrações e elementos que compõem de forma dinâmica os sites, para gerar interesse e acesso pelos estudantes. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. ILUSTRADOR – Produz ilustrações, elementos gráficos, identidades visuais de marcas, storyboards, concepts de cenários, personagens, realiza pintura digital de imagens, ilustração vetorial, animação 2D, materiais para aulas EAD, fotomontagens, entre outras atividades que envolvam desenho. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. SUPERVISOR/PEDAGOGO - Elaboram as propostas pedagógicas mais adequadas para a boa qualidade educacional e a avaliação dos resultados. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. REVISOR DA LÍNGUA PORTUGUESA – Tem por objetivo manter a norma culta do idioma e ser o mais cuidadoso possível para que os textos possam ser corretos e esclarecedores, dentro da boa técnica de escrita. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. INSTRUTOR CONTEUDISTA – Pesquisador dos assuntos a serem abordados e em transformar as informações em dados para possibilitar o aprendizado de forma mais adequada. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. INSTRUTOR – Media e cria situações didáticas que satisfaçam as necessidades e interesses dos alunos, mobilizando-os a lidarem com projetos e situações de aprendizagem em ambientes virtuais. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. TUTORES – Um tutor deve dominar o ambiente virtual de aprendizagem; ele é responsável por elaborar e aplicar os planos de aulas e tutoria, assim como efetuar a mediação entre os alunos. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. AGENTE DE SECRETARIA – Dar suporte às atividades realizadas pela secretaria da escola é uma das atribuições do cargo. Dentro da escola, o agente de organização ainda é o responsável por orientar os estudantes sobre as normas de comportamento, além de contribuir para a integração entre escola e comunidade. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. SECRETÁRIO ESCOLAR – É responsável por planejar, coordenar e executar todos os trabalhos administrativos da escola dentro dos prazos estabelecidos, e também de participar das reuniões pedagógicas e de gestão escolar, com parceria direta com a coordenação geral. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. TÉCNICO DE T.I – Realiza todo o gerenciamento de informações de uma empresa, fazendo a distribuição dessas em redes de computadores. O profissional de TI também está diretamente envolvido no processamento de dados, na engenharia de software e a parte de hardware. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. ASSISTENTE ADMINISTRATIVO – Acompanhamento e controle das rotinas de trabalho das empresas e organizações. Atua muitas vezes como secretário, auxiliando gestores e líderes na condução dos processos operacionais e na interface com demais setores da empresa, como o público externo. PROFISSIONAL EFETIVO DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA AADC. CINEGRAFISTA – O profissional atuará na função de Cinegrafista, com operação de câmeras para composição e captação de imagens e áudio, em gravações externas. PROFISSIONAL A SER CONTRATADO PARA O PROJETO. EDITOR – Responsável por desenvolver conteúdos audiovisuais que refletem a missão da instituição em todos os seus setores de atuação; conteúdos estes que poderão ser difundidos por canais de televisão, cinema ou internet, através de computadores, televisões conectadas ou dispositivos móveis. PROFISSIONAL A SER CONTRATADO PARA O PROJETO.
Projeto pedagógico completo Com base nas possibilidades de atuação nos municípios, os cursos oferecidos nas áreas de Dança, Teatro e Música/Canto, são do nível Básico e visam o estimulo do fazer artístico nos seus mais variados aspectos. EMENTAS – MÓDULO I CURSO: DANÇA: PERCEPÇÃO CORPORAL CARGA HORÁRIA: 30 HORAS Dois encontros por semana: Aula online (Google Meet) com 1h30 de duração. Vídeo aula e atividades complementares. 1 APRESENTAÇÃO Curso voltado para a percepção do corpo e do movimento na dança. 2 JUSTIFICATIVA Introdução a vivências e experimentações do corpo, a fim de compreender aspectos particulares, explorando o conhecimento dentro da linguagem corporal e artística. 3 OBJETIVOS 3.1 Objetivo geral Conhecer aspectos particulares e da totalidade do corpo, bem como elementos básicos do movimento que fazem parte do processo de desenvolvimento da dança. 3.2 Objetivos específicos Compreender a funcionalidade do corpo dentro da linguagem da dança; Introduzir noções básicas dos elementos da dança; Desenvolver a percepção crítica e criativa do aluno. 4 PÚBLICO ALVO A partir dos 13 anos. 5 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Percepção corpo/espaço: Peso – Volume – Níveis – Direção e Dimensão; Ritmos diversos: Fluidez-Tempo; Improvisação conduzida; Introdução aos processos coreográficos; Consciência das partes do corpo: cabeça, ombros, cotovelos, punho, dedos, tronco, quadril, joelhos, tornozelos e pés; 6 METODOLOGIA Aulas expositivas e dialogadas visando à compreensão e execução dos conteúdos; Leitura de artigos, apostilas e texto para aplicação de Estudo de Texto; Uso de vídeos interativos; Tempestade de ideias; Avaliação por meio da ferramenta Google Forms. 7 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO A avaliação é continua, onde o aluno é avaliado por inteiro, ou seja, avaliação constante durante todo o processo; Participação nas aulas: a execução das atividades em sala; Assiduidade: presença constante nas aulas; Interesse do aluno: a importância que o aluno dá as aulas; Observação sistemática da compreensão e execução dos conteúdos; Avaliação voltada para a absorção de conteúdo empregado pelo instrutor durante o curso. 8 RECURSOS Celular ou computador; Aparelho de som; Materiais didáticos; Plataforma para aulas: Google meet (passível de mudanças), uso de WhatsApp para enviar vídeo aulas, Google Classroom. REFERÊNCIAS FERNANDES, Ciane. PINA Bausch. O Wuppertal Dança -Teatro: Repetição e transformação. São Paulo: Anna blume, 2007. NANNI, Dionísia. Dança-Educação: Pré-Escola à Universidade. 4.ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2003. Complementares: CONDE, Layane Moura. O corpo eclético: A capacidade corporal de se metamorfosear por entre técnicas diferentes de dança. Universidade do Estado do Amazonas. Manaus, 2016. FAHLBUSCH, Hannelore. Dança moderna-contemporânea. Rio de Janeiro: Sprint, 1990. FERNANDES, Ciane. O corpo em movimento: o sistema Laban/Bartenieff na formação e pesquisa em artes cênicas. 2.ed. São Paulo: Annablume, 2006. FUX, Maria. Dança experiência de vida, 4ª Edição - São Paulo: Summus, 1983. GIL, Jose. Movimento total: o corpo e a dança. Lisboa: Relógio D' Água, 2001. JUSSARA, Miller. Qual é o corpo que dança? Dança e educação somática para adultos e crianças. São Paulo: Summus, 2012. LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento. São Paulo: Summus Editorial, 1978. MARQUES, Isabel A. Ensino de dança hoje. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2001. MOMMENSOHN, Maria e PETRELLA, Paulo. Reflexões sobre Laban, o mestre do movimento. São Paulo: Summus, 2006. NANNI, Dionísia. Dança Educação: Princípios, métodos e técnicas. 3 ed. Rio de Janeiro: SPRINT, 2001. NEVES, Neide. Klauss Vianna: estudos para uma dramaturgia corporal. São Paulo: Cortez, 2008. RAMOS, Enamar. Angel Vianna: a pedagogia do corpo. São Paulo: Summus, 2007. SILVA, Eliana Rodrigues. Dança e a pós–modernidade. Salvador: EDUFBA, 2005. VIANNA, Klauss. A dança / Klauss Vianna. 3.ed. São Paulo: Summus, 2005. CURSO: INICIAÇÃO TEATRAL I CARGA HORÁRIA: 30 HORAS Dois encontros por semana: Aula online (Google Meet) com 1h30 de duração. Vídeo aula e atividades complementares. 1 APRESENTAÇÃO O curso remoto de Iniciação Teatral com duração de três meses visa desenvolver o fazer teatral, criativo e artístico dos alunos. 2 JUSTIFICATIVA Considerando uma expressiva demanda para o ensino do teatro, o curso vem se configurando de forma a atender esse público de maneira que haja uma continuidade no fazer teatral para quem desejar seguir em sua formação. 3 OBJETIVOS 3.1 Objetivo geral Proporcionar o ensino do teatro através de processos criativos, dimensões artísticas e estéticas. 3.2 Objetivos específicos Trabalhar as diversidades étnicas, sociais, culturais e políticas do Brasil; Improvisar com os elementos da linguagem teatral; Desenvolver processos criativos de produções artísticas; Criar campo propício à pesquisa, análise e reflexão. 4 PÚBLICO ALVO Pessoas a partir de 13 anos. 5 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade 01 - Ator na Historiografia Interpretação e representação; Teatro Primitivo; Grécia; Roma; Idade Média; Renascimento; O ator no oriente. Unidade 02 – Pré- expressão a expressão O alicerce; Ação Física - A Poesia Corpórea; Intenção, Élan; Impulso; Movimento; Energia; Organicidade; Precisão; Corporeidade/Fisicalidade. Unidade 03 – Processos do ator Treinamento Energético; Treinamento Técnico; Saltos e paradas, elementos plásticos, impulso e articulação; Imagens de animais, trabalhando com objetos; Treinamento Vocal: Vibração, Imagens, Voz Balão, Pontos Vibratórios ou Ressonadores, Ação Vocal. Unidade 04 – Elementos do Espetáculo Iluminação, sonoplastia, cenografia, maquiagem e elementos cênicos; Conceitos básicos para gravação de cena (local, iluminação cenografia planos de gravação); Preparação do atuador (artigo); Montagem de vídeo teatral. 6 METODOLOGIA O curso está direcionado nos conceitos das Metodologias Ativas, aplicadas a critério do instrutor e considerando o curso remoto do Liceu. As aulas serão teóricas e práticas, com exercícios direcionados de jogos: teatrais; corporais, dramáticos. Aulas expositivas e práticas possibilitando ao aluno explorar a linguagem teatral. 7 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO A avaliação será realizada de forma síncrona, assíncrona e formativa. Considerando os aspectos qualitativos no desenvolvimento das atividades pedagógicas feitas pelo aluno através do Google Forms e Google Drive. Diante do acompanhamento das atividades diagnósticas levando em consideração o que o aluno sabe desenvolver sozinho e o que ele precisa aprimorar de acordo com os objetivos estabelecidos no curso. 8 RECURSOS Celular ou computador; Aparelhos de som; Materiais didáticos; Plataforma para as aulas: Google Meet (passível de mudanças), uso da ferramenta; WhatsApp para informações e avisos e Google Classroom. REFERÊNCIAS BERTHOLD, Margot. História Mundial do Teatro. Trad. Maria Paula V. Zurawski. São Paulo: Perspectiva, 2000. BONFITTO, Mateo. O Ator Compositor. São Paulo: Perspectiva, 2002. COURTNEY, Richard. Jogo, Teatro e Pensamento: As Bases Intelectuais do Teatro na Educação. São Paulo: Perspectiva, 2003. HELIODORA, Barbara. O teatro explicado aos meus filhos. Rio de Janeiro: Agir, 2008. JAPIASSU, Ricardo Ottoni Vaz. Metodologia do ensino de teatro. São Paulo: Papirus, 2001. MAGALDI, Sábato. Iniciação ao Teatro. São Paulo: Perspectiva, 2002. ROUBINI, Jean – Jaques. A arte do ator. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1987. ____. A Linguagem da Encenação Teatral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. SPOLIN Viola. Improvisação para o teatro. Trad. E ver. Ingrid Dormien Koudela. ____. O Jogo Teatral do Livro do Diretor. São Paulo: Perspectiva, 1985. Complementares: FERRACINI, Renato. A arte de não interpretar como poesia corpórea do ator. Dissertação (Mestrado) – Instituto de Artes. Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). (96/07644-3). STANILAVISKI, Constantin. A Preparação do Ator. 13 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996. CURSO: INICIAÇÃO AO CANTO I CARGA HORÁRIA: 30horas. Dois encontros por semana. Aula online (Google Meet) com 1h30 de duração. Vídeo aula e atividades complementares. 1 APRESENTAÇÃO O Curso de Iniciação ao Canto – I possui o caráter didático-pedagógico e artístico viabilizando ensaio de repertórios e estudos de técnica vocal, teoria musical e solfejo para prática musical de apresentações e concertos. 2 JUSTIFICATIVA O Curso de Iniciação ao Canto – I atende a faixa etária de 13 a 17 anos e visa estimular e aprimorar o uso da voz cantada com técnicas vocais desenvolvidas para a realidade do estudante. 3 OBJETIVOS 3.1 Objetivo geral Proporcionar ao estudante o aprendizado prático de iniciação ao canto e da vivência artística-musical. 3.2 Objetivos específicos Promover através de ambiente virtual, aulas síncronas e assíncronas da prática musical; Desenvolver o conhecimento musical mediante o canto; Conscientizar sobre o papel da arte musical e do artista na sociedade; Desenvolver habilidade de leitura de partitura e solfejo; Conhecer repertório coral e sua prática; 4 PÚBLICO ALVO Pessoas de 13 a 17 anos de idade. 5 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade 1 Sensibilização ao som Bases da fisiologia da voz Conscientização da prática vocal Aquecimento e desaquecimento vocal Postura Respiração Notação musical (figuras de ritmos, Pauta e Pentagrama, Figuras de Clave) Unidade 2 Notação musical (Leitura de notas na clave de Sol) Leitura Rítmica até Semínima Solfejo escala de Dó Maior Graus da escala Tons e Semitons Intervalos simples Pulsação / acento Linhas suplementares 6 METODOLOGIA O Curso de Iniciação ao Canto – I será oferecido em formato remoto em 3 meses duas vezes na semana e será trabalhado no primeiro módulo os aspectos da percepção musical e técnica vocal. Sendo realizado atividades que contribuam para o desenvolvimento artístico do estudante como: - Vídeo conferência para a prática do canto; - Vivência artística online com um cantor/artista de expressividade local; - Leitura de partitura em compartilhamento de tela via meet; -Leitura de notas musicais na clave de Sol e de Fá; 7 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO Avaliação contínua das atividades, observando a participação, envolvimento nas atividades práticas e teórica do curso. 8 RECURSOS Celular ou computador; Aparelhos de som; Materiais didáticos; Plataforma para as aulas: Google Meet (passível de mudanças), uso da ferramenta; WhatsApp para informações e avisos e Google Classroom. REFERÊNCIAS BEHLAU, Mara e RECHDER, Maria Inês. Higiene vocal para o canto coral. Revinter. Rio de Janeiro: 1997. COELHO, Helena de Souza Nunes Wöhl. Técnica vocal para coros. São Leopoldo, RS: Sinodal, 1994. COSTA, Edílson. Voz e arte lírica: técnica vocal ao alcance de todos. Lovise. São Paulo: 2001. DINVILLE, Claire. A técnica da voz cantada. Enelivros. Rio de Janeiro: 1993. COSTA, Henrique Olival e ANDRADA e SILVA, Marta Assumpção de. Voz cantada – evolução, avaliação e terapia fonoaudiológica. Lovise. São Paulo: 1998. COSTA, Patrícia Soares Santos. Características do repertório para Coro Juvenil: verificação de especificidades. Patrícia Soares Santos. Tese. Rio de Janeiro 2017. CRUZ, Gisele. Canto coral infantojuvenil: básico 1 / Gisele Cruz; colaborador: Ricardo Cardim. São Paulo: Associação Amigos do Projeto Guri, 2011. 211 p: il.; 21 cm. (Livro didático do Projeto Guri). DINVILLE, Claire. A técnica da voz cantada. Rio de Janeiro: Enelivros, 1993. Per Musi, Belo Horizonte, n. 13, 2006, p. 33-51 FERNANDES, Angelo José; KAYAMA, Adriana Giarola. A sonoridade vocal e a prática coral no Barroco: subsídios para a performance barroca nos dias atuais. Per Musi, Belo Horizonte, n. 18, 2008, p. 59-68. FERNANDES. Angelo José. O regente e a Construção da Sonoridade Coral: Uma Metodologia de Preparo Vocal para Coros. Campinas, SP: [s.n], 2009. MATHIAS, Nelson. Coral, um canto apaixonante. Musimed. Brasília: 1986. Janeiro: Musimed, 2003. MED, Bohumil. Teoria da Música. 4a. ed. Revista e ampliada. Brasília: Musimed, 1996. PINHO, Silvia. Manual de saúde vocal infantil. Rio de Janeiro. Revinter, 2004. PUEBLA, Reynaldo. O canto em cena: Expressão cênica para o canto coral. São Paulo. Trampo Inovações e Marketing, 2017. REIS, Saramariana de Farias. Educação Vocal Infantil: Exercícios Técnicos para o Canto com Crianças de 06 a 10 anos. Uberlândia: 2019. RIO DE JANEIRO/PREFEITURA. Música na escola: O uso da voz. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Educação/ Conservatório Brasileiro de Música, 2000. (Série Didática). RHEINBOLDT, Juliana Melleiro. Preparo Vocal para coro infantil: análise, descrição e relato da proposta do maestro Henry Leck aplicada ao “Coral da Gente” do Instituto Baccarelli / Juliana Melleiro Rheinbolt. Campinas, SP: [s.n], 2014. SCHAFER, R, Murray. O ouvido pensante. São Paulo: UNESP, 1991. SHROCK, Dennis. Choral repertoire /Dennis Shrock. Oxford; New York: Oxford University Press, 2009. SOBREIRA, Silvia Garcia. Desafinação vocal. 2a. Ed. Musimed. Rio de Janeiro: 2003. TRATENGBERG, Livio. Música de cena. São Paulo: Perspectiva, 1999. VASCONCELOS, José. Acústica musical e organologia. Movimento. Porto Alegre: 2002. WERBECK-SVÄRDSTRÖM, Valborg. A escola do desvendar da voz. São Paulo: Antroposófica, 2001. Complementares: Eletrônicos: http://www.cliqueapostilas.com.br - FUNARJ. Caderno de Exercícios: Leitura Musical e Escrita. Escola de Música Villa-Lobos. 98 páginas. São Paulo, 2016. Partituras: Arranjos vocais do concerto Bumba Meu Rock de Paulo Marinho e Hilo Carriel. Material de solfejo da apostila do projeto Aprendiz e Guri, além do material da FUNERJ. EMENTAS – MÓDULO II CURSO: DANÇA CONTEMPORÂNEA I – MÓDULO II /REMOTO CARGA HORÁRIA: 30 horas (3 meses) Dois encontros por semana: Aula online (Google Meet) com 1h30 de duração. Vídeo aula e atividades complementares. 1 APRESENTAÇÃO Curso voltado para a atualização da técnica da dança contemporânea em EaD e Ensino Remoto. 2 JUSTIFICATIVA Desenvolvimento dos processos e metodologia da dança contemporânea do curso online explorando o conhecimento dentro da linguagem corporal e artística desenvolvidas nos aspectos interpretativos desse gênero, principalmente quando se fala de corpo (corpo/físico, corpo/movimento, corpo/interativo, corpo/espaço). 3 OBJETIVOS 3.1 Objetivo Geral: Assimilar os elementos que fazem parte do processo de desenvolvimento da dança contemporânea, a partir de métodos, experimentos e processos de pesquisa e improvisação. 3.2 Objetivos Específicos: Desenvolver a percepção crítica, criativa do aluno; Expandir o desenvolvimento corporal do aluno por meio do olhar da dança atual; Aprimorar a noções rítmicas corporais. 4 PÚBLICO ALVO Faixa etária a partir de 13 anos. 5 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Jogos corporais; Percepção corpo/espaço: Peso – Volume - Níveis- Direção e Dimensão; Musicalidade e ritmos diversos: Fluidez-Tempo; Improvisação conduzida e livre; Consciência das partes do corpo; Ações básicas; Cloche e rolamento. 6 METODOLOGIA Demonstração de exercícios; Aulas dialogadas e práticas; 7 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO Avaliação contínua: Participação nas aulas: a execução das atividades em sala online; Assiduidade: presença constante nas aulas online; Interesse do aluno: a importância que o aluno dá as aulas; Observação sistemática da assimilação dos conteúdos. 8 RECURSOS Celular ou computador; Aparelhos de som; Materiais didáticos; Plataforma para as aulas: Google Meet (passível de mudanças), uso da ferramenta WhatsApp para informações e avisos; e Google Classroom. REFERÊNCIAS FAHLBUSCH, Hannelore. Dança Moderna – Contemporânea. Rio de Janeiro: SPRINT, 1990. LABAN, Rudolf. Domínio do Movimento. São Paulo: Summus ed. 1978. NANNI, Dionísia. Dança Educação: Princípios, métodos e técnicas. 3. ed. Rio de Janeiro: SPRINT, 2001. VIANNA, Klauss. A dança / Klauss Vianna. 3. ed. São Paulo: Summus, 2005. Complementares: CALAZANS, Julieta; CASTILHO, Jacyan; GOMES, Simone (Coord). Dança e educação em movimento. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2008. FERNANDES, Ciane. O corpo em movimento: O sistema Laban/Bartinieff na formação e pesquisa em artes cênicas. 2. ed. São Paulo: Annablume, 2006. _____. PINA Bausch E O Wuppertal Dança-teatro: repetição e transformação. São Paulo: Annablume, 2007. GIL, Jose. Movimento total: o corpo e a dança. Lisboa: Relógio D' Água, 2001. JUSSARA, Miller. Qual é o corpo que dança? Dança e educação somática para adultos e crianças. São Paulo: Summus, 2012. MARQUES, Isabel A. Ensino de dança hoje. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. MOMMENSOHN, Maria e PETRELLA, Paulo. Reflexões sobre Laban, o mestre do movimento. São Paulo: Summus, 2006. NANNI, Dionísia. Dança Educação: Pré–escola a universidade. 3. ed. Rio de Janeiro: SPRINT, 2001. NEVES, Neide. Klauss Vianna: estudos para uma dramaturgia corporal/ Neide Neves. São Paulo: Cortez, 2008. RAMOS, Enamar. Angel Vianna: a pedagogia do corpo/ Enamar Ramos. São Paulo: Summus, 2007. SILVA, Eliana Rodrigues. Dança e a pós - modernidade. Salvador: EDUFBA, 2005. CURSO: INICIAÇÃO TEATRAL I – MÓDULO II CARGA HORÁRIA: 30 HORAS Dois encontros por semana: Aula online (Google Meet) com 1h 30 de duração. Vídeo aula e atividades complementares. 1 APRESENTAÇÃO O curso remoto de Iniciação Teatral I módulo II com duração de 3 meses visa apresentar formas de criação cênica aos alunos que já cursaram o primeiro módulo, levando em consideração os estudos praticados. Através de atividades relacionadas à história e preparação de elementos cênicos, como iluminação, cenografia, sonoplastia, figurino e dramaturgia, pensando no desenvolvimento prático e técnico, desenvolvendo o fazer teatral, criativo e artístico. 2 JUSTIFICATIVA A formação continuada do módulo II justifica-se com a característica de fomentar a arte através dos elementos cênicos e técnicos do fazer teatral, diferente do módulo I, neste processo o aluno vai desenvolver técnicas de preparação e produção de um espetáculo levando em consideração a iluminação, sonoplastia, cenografia, figurino e dramaturgia. Considerando uma expressiva demanda para o ensino do teatro remoto, o curso se configura de forma a atender o público de maneira que haja continuidade no fazer teatral para seguir sua formação técnica artística. 3 OBJETIVOS 3.1 Objetivo geral Desenvolver a autoexpressão por meio do teatro favorecendo a atenção, observação, imaginação e criatividade, incentivando a técnica pessoal. 3.2 Objetivos específicos Apresentar elementos cênicos necessários para a realização de um espetáculo teatral; Compreender a relação da criação através da cenografia, iluminação, sonoplastia; Conhecer espaços e tipos de teatro existentes, e suas características; Mostrar a importância e contribuição do teatro no processo de construção de dramaturgia e seus principais dramaturgos; 4 PÚBLICO ALVO A partir de 13 anos 5 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade I – Elementos Cênicos Cenografia; Iluminação; Sonoplastia; Figurino; Unidade II – Espaços e Tipos de Teatro Italiano; Elizabetano; Arena; Semi Arena; Teatro oriental (Espaços); Unidade III - Dramaturgia Proposta: Édipo Rei, Medeia e Prometeu acorrentado (em aberto); Dramaturgos: Sófocles, Eurípedes e Ésquilo; Construção individual de dramaturgias; Improvisação (Criação de cena); 6 METODOLOGIA Aulas síncronas e assíncronas visando a compreensão e execução dos conteúdos; Atividades complementares disponibilizados na plataforma; Práticas corporais como atividades assíncronas; Uso de vídeos interativos; Avaliação por meio da ferramenta Google Forms, Classroom; 7 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO A avaliação será realizada de forma síncrona, assíncrona e formativa. Considerando os aspectos qualitativos no desenvolvimento das atividades pedagógicas feitas pelo professor através do Google Forms e Google sala de aula. Diante do acompanhamento das atividades diagnósticas levando em consideração o que o aluno saiba desenvolver sozinho e o que ele precisa aprimorar de acordo com os objetivos estabelecidos no curso. Avaliando o desenvolvimento de competências e habilidades teóricas e práticas. 8 RECURSOS Celular ou computador; Aparelhos de som; Materiais didáticos; Plataforma para as aulas: Google Meet (passível de mudanças), uso da ferramenta WhatsApp para informações e avisos e Google Classroom. REFERÊNCIAS BERTHOLD, Margot. História do teatro mundial. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2000. BONFITTO, Matteo. O Ator Compositor. S. Paulo. Perspectiva, 2002. MAGALDI, Sábato. Iniciação ao Teatro. S. Paulo; ed. Perspectiva, 2002. STANILAVISKI, Constantin. A Preparação do Ator. 13 ed. Rio de Janeiro; ed. Civilização Brasileira, 1996. Complementares: COURTNEY, Richard. Jogo, Teatro e Pensamento: As Bases Intelectuais do Teatro na Educação. São Paulo: Perspectiva, 2003. HELIODORA, Barbara. O teatro explicado aos meus filhos. Rio de Janeiro: Agir, 2008. JAPIASSU, Ricardo Ottoni Vaz. Metodologia do ensino de teatro. São Paulo: Papirus, 2001. CURSO: INICIAÇÃO AO CANTO II CARGA HORÁRIA: 30horas Dois encontros por semana Aula online (Google Meet) com 1h30 de duração. Vídeo aula e atividades complementares 1 APRESENTAÇÃO O Curso de Iniciação ao Canto – II possui o caráter didático-pedagógico e artístico viabilizando ensaio de repertórios e estudos de técnica vocal, teoria musical e solfejo para prática musical de apresentações e concertos. 2 JUSTIFICATIVA O Curso de Iniciação ao Canto – II atende a faixa etária de 13 a 17 anos e visa estimular e aprimorar o uso da voz cantada com técnicas vocais desenvolvidas para a realidade do estudante. 3 OBJETIVOS 3.1 Objetivo geral Proporcionar ao estudante o aprendizado prático de canto coral e da vivência artística-musical. 3.2 Objetivos específicos Promover através de ambiente virtual, aulas síncronas e assíncronas da prática musical; Desenvolver o conhecimento musical mediante o canto; Conscientizar sobre o papel da arte musical e do artista na sociedade; Desenvolver habilidade de leitura de partitura e solfejo; Conhecer repertório coral e sua prática; 4 PÚBLICO ALVO Pessoas de 13 a 17 anos de idade. 5 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade 1 Formulação de compasso (simples 2, 3 e 4) Notação musical (Leitura de notas na clave de Fá) Técnica vocal aplicada ao estilo musical Jogos de expressão corporal Interpretação Apoio respiratório Extensão vocal Leitura Rítmica até colcheia Ressonadores Articulação Relaxamento e alongamento Unidade 2 Quebra da voz/passagem vocal Muda vocal Dicção Barras de compasso (Simples, dupla, final, repetição) Sinais de repetição Fermata Ponto de aumento Dinâmicas Staccato Legato Ponto de aumento Solfejo em escalas Maiores e Menores Vocalizes 6 METODOLOGIA O Curso de Iniciação ao Canto – II será oferecido em formato remoto em 3 meses duas vezes na semana e será trabalhado no primeiro módulo os aspectos da percepção musical, técnica vocal e expressão corporal. Sendo realizado atividades que contribuam para o desenvolvimento artístico do estudante como: - Vídeo conferência para a prática do canto; - Vivência artística online com um cantor/artista de expressividade local; - Leitura de partitura em compartilhamento de tela via meet; -Leitura de notas musicais na clave de Sol e de Fá; 7 ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO Avaliação contínua das atividades, observando a participação, envolvimento nas atividades práticas e teórica do curso. 8 RECURSOS Celular ou computador; Aparelhos de som; Materiais didáticos; Plataforma para as aulas: Google Meet (passível de mudanças), uso da ferramenta WhatsApp para informações e avisos e Google Classroom. REFERÊNCIAS BEHLAU, Mara e RECHDER, Maria Inês. Higiene vocal para o canto coral. Revinter. Rio de Janeiro: 1997. COELHO, Helena de Souza Nunes Wöhl. Técnica vocal para coros. São Leopoldo, RS: Sinodal, 1994. COSTA, Edílson. Voz e arte lírica: técnica vocal ao alcance de todos. Lovise. São Paulo: 2001. DINVILLE, Claire. A técnica da voz cantada. Enelivros. Rio de Janeiro: 1993. COSTA, Henrique Olival e ANDRADA e SILVA, Marta Assumpção de. Voz cantada – evolução, avaliação e terapia fonoaudiológica. Lovise. São Paulo: 1998. COSTA, Patrícia Soares Santos. Características do repertório para Coro Juvenil: verificação de especificidades. Patrícia Soares Santos. Tese. Rio de Janeiro 2017. CRUZ, Gisele. Canto coral infantojuvenil: básico 1 / Gisele Cruz; colaborador: Ricardo Cardim. São Paulo: Associação Amigos do Projeto Guri, 2011. 211 p: il.; 21 cm. (Livro didático do Projeto Guri). DINVILLE, Claire. A técnica da voz cantada. Rio de Janeiro: Enelivros, 1993. Per Musi, Belo Horizonte, n. 13, 2006, p. 33-51 FERNANDES, Angelo José; KAYAMA, Adriana Giarola. A sonoridade vocal e a prática coral no Barroco: subsídios para a performance barroca nos dias atuais. Per Musi, Belo Horizonte, n. 18, 2008, p. 59-68. FERNANDES. Angelo José. O regente e a Construção da Sonoridade Coral: Uma Metodologia de Preparo Vocal para Coros. Campinas, SP: [s.n], 2009. MATHIAS, Nelson. Coral, um canto apaixonante. Musimed. Brasília: 1986. Janeiro: Musimed, 2003. MED, Bohumil. Teoria da Música. 4a. ed. Revista e ampliada. Brasília: Musimed, 1996. PINHO, Silvia. Manual de saúde vocal infantil. Rio de Janeiro. Revinter, 2004. PUEBLA, Reynaldo. O canto em cena: Expressão cênica para o canto coral. São Paulo. Trampo Inovações e Marketing, 2017. REIS, Saramariana de Farias. Educação Vocal Infantil: Exercícios Técnicos para o Canto com Crianças de 06 a 10 anos. Uberlândia: 2019. RIO DE JANEIRO/PREFEITURA. Música na escola: O uso da voz. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Educação/ Conservatório Brasileiro de Música, 2000. (Série Didática). RHEINBOLDT, Juliana Melleiro. Preparo Vocal para coro infantil: análise, descrição e relato da proposta do maestro Henry Leck aplicada ao “Coral da Gente” do Instituto Baccarelli / Juliana Melleiro Rheinbolt. Campinas, SP: [s.n], 2014. SCHAFER, R, Murray. O ouvido pensante. São Paulo: UNESP, 1991. SHROCK, Dennis. Choral repertoire /Dennis Shrock. Oxford; New York: Oxford University Press, 2009 SOBREIRA, Silvia Garcia. Desafinação vocal. 2a. Ed. Musimed. Rio de Janeiro: 2003. TRATENGBERG, Livio. Música de cena. São Paulo: Perspectiva, 1999. VASCONCELOS, José. Acústica musical e organologia. Movimento. Porto Alegre: 2002. WERBECK-SVÄRDSTRÖM, Valborg. A escola do desvendar da voz. São Paulo: Antroposófica, 2001. Complementares: Eletrônicos: http://www.cliqueapostilas.com.br - FUNARJ. Caderno de Exercícios: Leitura Musical e Escrita. Escola de Música Villa-Lobos. 98 páginas. São Paulo, 2016. Partituras: Arranjos vocais do concerto Bumba Meu Rock de Paulo Marinho e Hilo Carriel. Material de solfejo da apostila do projeto Aprendiz e Guri, além do material da FUNERJ.
Considerando o Art. 18 da IN 02/2019, destacamos abaixo as medidas que serão tomadas para garantir o acesso das pessoas com Deficiência às Atividades Artísticas Formativas: Pela transmissão ser on line, as aulas poderão ser assistidas da própria residência dos matriculados, assim, a acessibilidade física estará atendida. As prefeituras dos municípios disponibilizarão sala com os equipamentos necessários para acompanhamento das aulas e adaptadas às necessidades das Pessoas com Deficiência. Item PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não haverá custo para este item ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Deficientes auditivos – as aulas serão acompanhadas por intérpretes de libras e os vídeos serão produzidos com intérpretes de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras Deficientes visuais – os vídeos serão produzidos com áudio descrição, o próprio instrutor irá realizar uma auto descrição durante a aula. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição Em relação às Contrapartidas Sociais, a acessibilidade ficará assim garantida: A palestra será realizada com intérprete de libras para contribuir com o acesso aos deficientes auditivos. O próprio palestrante realizará uma apresentação e uma auto descrição, para os deficientes visuais o conhecerem. A palestra será acessível aos deficientes visuais pela própria natureza da atividade. A ação poderá ser apreciada da própria casa dos matriculados, por meio do link que será disponibilizado. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras
Todos os cursos e atividades do projeto são gratuitos. Serão oferecidas 900 vagas nos Cursos em dança, teatro, música/canto. De acordo com o Art. 21 da IN n° 2/2019, serão adotadas as seguintes medidas: IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; De acordo com o Art. 21 da IN n° 2/2019, será adotada a seguinte medidas para a CONTRAPARTIDA SOCIAL IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
EDVAL MACHADO JÚNIOR – Direção Geral Presidente da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural - AADC, graduado em Comunicação Social e Direito, atuando há mais de 15 anos, tem experiência na área empresarial e trabalhista. Como dirigente da instituição nomeado em 04 de junho de 2020, por meio de Decreto do Governo do Estado do Amazonas, o presidente da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural, atuará por meio de serviço voluntário, como Diretor Geral, sendo o mesmo responsável por todo processo decisório do projeto, realizando análise e direcionamento dos trabalhos desde sua pré-produção até a prestação de contas final. A ata de nomeação do atual diretor da AADC encontra-se anexada aos documentos. DAVI NUNES DA SILVA – Direção Artística Diretor Geral do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro - Unidade Manaus, é Bacharel em Música – Violão, pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), maestro titular da Orquestra de Violões do Amazonas (OVAM), Diretor Musical e Regente de importantes Espetáculos apresentados no Teatro Amazonas, dentre os quais destacamos: “Saltimbancos” em 2015/2016; “Amazonas: Os Encantos da Floresta” em 2017 (estes com Orquestra Sinfônica); Concerto de Natal do Amazonas “Ceci e a Estrela. O natal na floresta”, em 2017 este com uma orquestra formada pela Amazonas Filarmônica, Orquestra de Violões do Amazonas e o Coral do Amazonas; “Simplesmente Ernesto” espetáculo com a Orquestra de Violões do Amazonas e Balé Experimental do Amazonas em 2015; Maestro Preparador, Diretor musical e Regente do Festival Amazonas de Ópera desde 2010 com espetáculos da Série Concertos Populares com a Orquestra de Violões do Amazonas; Diretor Artístico e Musical do Festival Amazonas de Música da Secretaria de Cultura do Estado; Diretor musical da trilha sonora do espetáculo teatral: “Bandeira de São João” da companhia teatral Metamorfose em 2009. RUTH MARIA DE ALCÂNTARA MADEIRA – Coordenação administrativa Gerente Geral do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro - Unidade Manaus, é Gestora de Pessoas e Recursos Humanos e Psicóloga. Possui experiência na gestão pública no gerenciamento de eventos culturais, produção de projetos na área cultural, elaboração e implementação de planos e projetos pedagógicos e culturais. Esteve a frente das produções dos espetáculos Julieu e Romieta, O Guarda Chuva Encantando, apresentações natalinas em dois (02) Centros de Educação de Tempo Integral nos municípios de Manacapuru e Iranduba, e em 08 na capital do Amazonas. TIAGO OLIVEIRA – Coordenação pedagógica Coordenador do Liceu Digital – Foi coordenador e professor de teatro no Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro por 15 anos. Graduado em Licenciatura em Teatro pela Universidade do Estado do Amazonas – UEA, cursando Especialização em Docência do Ensino Superior na Universidade do Norte – UNINORTE e Metodologia para o Ensino da Arte – UNINTER, pesquisador: A Arte Teatral e as Tecnologias de Imagem na cidade de Manaus, ator, diretor da Cia. de Teatro ATOCÊNICO; Professor de Artes na SEMED e na SEDUC/AM.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.