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Este Projeto tem por objetivo ampliar e manter as Oficinas de Música da Nova Acrópole que são oferecidas, de forma sistemática e gratuita. para as crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. Serão ofertadasas oficinas de formação de orquestra - níveis iniciante e intermediário, de diversos instrumentos musicais, de teoria musical, de musicalização e de coral. As oficinas são ministradas, semanalmente, no contraturno escolar. Ao londo de cada ano, serão realizadas diversas apresentações artísticas dos estudantes,todas gratuitas e abertas à comunidade.
1. Oficinas de Música (Projeto Música para o Bem) Iniciado em 2015, o Projeto Música para o Bem tem como objetivo a formação artística e musical das crianças e dos adolescentes por meio do ensino teórico e prático da música: canto, instrumentos e formação de orquestra. Utilizar a música como ferramenta de formação humana, solidária e cidadã das crianças e adolescentes, apoiando-os na construção de um futuro melhor. Para as crianças menores de 8 anos são oferecidas diversas Oficinas na semana de musicalização, onde serão ministradas atividades para desenvolver a coordenação motora com exercícios corporais e uso de instrumentos de percussão, assim, desenvolver a musicalidade por meio da voz com canções e outras atividades vocais. Atividades rítmicas com canções, percussão corporal e instrumentos de percussão. A prática deste tipo de atividade tem se mostrado bastante efetiva para musicalizar as crianças e despertar a vontade de participar de uma orquestra de verdade, o que irá ocorrer quando o aluno alcançar a idade para ingressar nas turmas de Iniciação Orquestral e instrumentos musicais, onde tocará instrumentos de verdade. Para os jovens que não fazem parte da Orquestra são ofertadas oficinas de Coral onde serão trabalhadas atividades para a formação de um grupo coral que além de funcionar como mais um agrupamento pertencente ao projeto também serve como complemento das atividades musicais que são desenvolvidas na orquestra. Devido aos inúmeros benefícios do canto coral na formação musical (e também extra-musical) dos alunos, esta atividade é parte obrigatória do currículo de conservatórios e outras instituições de ensino musical. Os estudantes da Orquestra são motivados à participarem da Orquestra. Oficinas de instrumentos musicais. Os integrantes da Orquestra participarão das oficinas que são baseadas em dois elementos fundamentais que funcionam em conjunto: 1- Uso de diferentes métodos dentre os mais adotados nos conservatórios e escolas de música mundialmente, estamos utilziando o método Suzuki para a maioria das Oficinas deste segmento. Neste parte se assemelha às metodologias tradicionais de ensino dos instrumentos. 2- O repertório da orquestra como parte da principal formação musical e instrumental dos alunos, tornando-se o principal fator de aprendizado, evolução e motivação do aluno. Cada integrante da Orquestra inicial frequenta duas Oficinas de formação de Orquestra por semana, de pelo menos 1 hora e meia de aula em cada Oficina. De acordo com o nível técnico, o estudante também frequenta Oficinas de instrumentos uma vez na semana. Para dar continuidade à formação musical dos alunos não iniciantes faz-se necessária a criação de uma orquestra de nível 2 (Orquestra Filarmônica Infanto-Juvenil Nova Acrópole), denominada Prática Orquestral, na qual seja trabalhado um repertório complementar ao que se trabalha na orquestra de nível 1, denominada Iniciação Orquestral, atualmente em funcionamento. Neste segundo nível, busca-se uma aproximação ao repertório de obras originais dos grandes compositores em complemento aos arranjos facilitados que são tocados na Iniciação Orquestral. É importante ressaltar que a criação do nível 2 deve ocorrer sem prejuízo do nível 1 para que o programa possa continuar recebendo e formando alunos iniciantes. A sucessão de níveis também tem forte impacto na motivação dos alunos, gerando perspectivas e metas para os mesmos. Os estudantes dos níveis mais avançados se tornam inspiração para os mais iniciantes. O impacto também se dá no público que acompanha os concertos, pois a orquestra oferece obras de maior interesse e com mais qualidade para uma melhor apreciação por parte do público, além de gerar melhor material audiovisual para a promoção das atividades institucionais. Outro impacto importante é na capacitação profissional dos jovens, que recebem uma formação que possibilitará sua participação como monitores, adquirindo experiência e conhecimentos para ingressar no mercado de trabalho como músicos profissionais e até mesmo para se tornarem os próximos instrutores e monitores do programa. 2. APRESENTAÇÕES:Durante cada ano letivo serão realizadas quatro pequenas apresentações em formato de recital na Nova Acrópole ou em locais a serem definidos, tendo como público-alvo os jovens estudantes, suas famílias e comunidade. Estas apresentações fazem parte da estratégia para motivação dos estudantes e instrutores para se superarem a cada dia, para obter um maior envolvimento familiar no projeto, para evidenciar o progresso dos estudantes e finalmente acarretar um maior incentivo na participação das Oficinas e na estima dos estudantes e todos os envolvidos. A plateia também recebe orientações quanto às músicas clássicas e a formação da orquestra. O objetivo é aproximar o público das obras clássicas para que possa apreciar melhor este tipo de expressão artística, iniciando o processo de formação de plateia. Ao final de cada ano letivo haverá uma apresentação dos estudantes das oficinas. As experiências das apresentações de anos anteriores e suas lições aprendidas serão usadas como base para a definição de temas, repertórios, cenários etc. A Orquestra Infanto Juvenil da Nova Acrópole realizou diversas apresentações antes da pandemia como: nas comemorações da Semana da Arte Nova Acrópole, em março de 2018 e 2019, na comemoração do aniversário do CNPQ, em abril de 2019, na Câmara dos Deputados, em maio de 2019, nas comemorações do aniversário do ECA no STJ, em outubro 2019, na embaixada da Belarus, em setembro de 2019, três apresentações de final de ano no auditório da Poupex, no Museu Nacional, nas comemorações do Dia Mundial da Filosofia, em 2019,2018 e 2017, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães participando do Congresso do Conselho de Assistência Social do Governo do Distrito Federal, em 2017, diversas apresentações de música na Nova Acrópole nas reuniões das famílias e dos apoiadores. Durante a pandemia as apresentações da orquestra foram on line - foram gravados um concerto e uma apresentação na Nova Acrópole. Foram gravados também vídeos das turmas de violino, viola e cello. A musicalização também gravou vídeos mostrando que as crianças e jovens continuaram se desenvolvendo em casa e os resultados mostrados nas vídeo aulas e nas aulas on line. 3. Ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: Oficina de Musicalização para estudantes das Escolas Públicas das RAs atendidas: Varjão, Itapuã ou Paranoá. Faremos no ano 4 Oficinas com estudantes da rede pública de ensino, totalizando 8 Oficinas nos 2 anos. A Escolas pública convidada deve selecionar os 30 estudantes que participaram desta Oficina. No total participarão 240 estudantes nas 8 oficinas no período de 2 anos. A Nova Acrópole vai custear o transporte e lanche da turma. Será utilizada a mesma metodologia aplicada na Oficina de Musicalização, nosso objetivo é motivar as crianças e jovens a gostarem da música e despertar a vontade de participar de uma orquestra. Esta oficina terá duração média de 3 horas. No final o grupo deve fazer uma apresentação musical em conjunto com os participantes do projeto de música. A apresentação será filmada e disponibilizada nas redes sociais. Os estudantes serão convidados a fazerem parte do nosso Projeto, abrindo o canal para cadastro na Lista de Espera. Esta oficina será ministrada pelos instrutores de música do Projeto, o maestro e apoiada pelos estudantes do Projeto participarão da Oficina.
Este Projeto tem por objetivo fomentar e ampliar as oficinas de música para crianças e jovens, em situação de vulnerabilidade social, nas modalidades de: formação de orquestra, de teoria musical, de instrumentos musicais, de musicalização e de coral no contraturno escolar. Prioritariamente serão ofertadas vagas para estudantes de rede pública das Regiões Administrativas (RA) do Varjão, Paranoá e Itapoã, não limitando-se a essas. Objetivos Específicos, para cada ano 1. Produto: OFICINAS DE MÚSICA Ofertar 160 vagas para as Oficinas de Música, distribuídas entre musicalização (coral infantil, bandinha e recreação musical); instrumentos musicais (viola, violino, violoncelo, violão, flauta, trompete, entre outros); formação de orquestra em dois níveis; formação de coral; e aulas de Percepção e História da Música e de Teoria Musical. As oficinas são realizadas de acordo com a grade horária semanal. 2. Produto: APRESENTAÇÕES: Realizar 5 apresentações internas nos auditórios da Nova Acrópole e externas, de acordo com os convites dos parceiros, ao longo do ano: 4 recitais comemorativos, didáticos, entre outros, e 1 espetáculo de final de ano com a participação dos estudantes das oficinas, em cada ano. As famílias e comunidades atendidas, serão convidadas, com acesso gratuito. Nas apresentações iremos adequar a execução às medidas restritivas e sanitárias vigentes editadas pelas autoridades competentes para evitar aglomerações. Podendo as apresentações serem substituidas por apresentações em vídeos ou concertos on line. 3. Oficinas Música na Escola: Ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar Oficina de Música para estudantes das Escolas Públicas das RAs atendidas: Varjão, Itapuã ou Paranoá. Faremos, no ano, 4 Oficinas com estudantes da rede pública de ensino, totalizando 8 oficinas nos 2 anos. A Nova Acrópole vai custear o transporte, o lanche e toda a logística desta oficina. Para motivar as crianças e jovens de escolas públicas a gostarem da música e despertar a vontade de participar de uma orquestra ou coral.
As características socioeconômicas das comunidades atendidas substanciam a presente proposta, a partir da realidade social, da tipologia das demandas e carências de serviços públicos que apresentam. A seguir, descreve-se um breve quadro do contexto social dessas três Regiões Administrativas (RAs: Varjão, Paranoá e Itapoã), baseando-se em dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD), publicado pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), 2018: - as RAs do Varjão, Paranoá e Itapoã perfaziam uma população residente de 136.543 habitantes no ano de 2018, aproximadamente 5% do Distrito Federal; - as RAs Varjão, Paranoá e Itapoã figuram entre as sete de menor nível de renda per capita dentre o conjunto das 31 RAs do Distrito Federal (DF). Os dados mostram que a renda per capita dessas RAs era inferior a um salário mínimo mensal, enquanto a média do DF era de 2,6 salários mínimos; - ao analisar a distribuição da renda domiciliar bruta mensal, segundo as classes de renda, com base em múltiplos de salários mínimos, verifica-se que mais de 48,4% dos domicílios têm a renda até 2 salários mínimos; - quanto ao Coeficiente de Gini em 2018, as três RAs apresentaram índices semelhantes, sendo a média entre elas de 0,45 para o rendimento domiciliar, e 0,48 para o rendimento por pessoa. No sistema de Gini, quanto mais próximo de zero, menor é a desigualdade, quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade; Nessas regiões, existe uma carência de ofertas de atividades culturais ou esportivas complementares e de instalações que possam promover essas atividades. Exemplificando, existe apenas uma única biblioteca pública para atender essas RAs e apenas 20 escolas possuem biblioteca. A população não frequenta museus, teatros ou cinemas. As atividades culturais e esportivas extracurriculares desenvolvem a socialização, aumentam a autoestima, formam uma consciência ética, enaltecem a virtude e enriquecem a vida acadêmica e profissional das pessoas. O que se observa nessas RAs é que as crianças e os jovens estão sendo cerceados de seus direitos de pleno desenvolvimento, comprometendo seu futuro e deixando-os em situação de vulnerabilidade social. Nesse cenário, o Programa Criança para o Bem da Nova Acrópole é uma iniciativa que propõe atender crianças e jovens carentes para oferecer práticas esportivas, acompanhamento escolar, formação filosófica, tratamento de saúde, tratamento psicológico e psicopedagógico para desenvolverem competências diversas e valores que favoreçam a cidadania plena de ser humano sujeito de direito. Por estes motivos entendemos que com os recursos da Lei de Incentivo à Cultura poderemos dar às crianças e adolescentes, em situação de vulnerabilidade social, acesso às oficinas de música que vai possibilitar o desenvolvimento de novas habilidades musicais, como também, o desenvolvimento do sentimento de pertencimento que possibilita serem mais empáticas e desenvolver a auto-estima. A orquestra de nível 2 é um caminho para a profissionalização dos jovens e as bolsas de monitoria possibilitam que estes jovens se mantenham nas escolas, dado que é um pré-requisito para se manter na Orquestra, continuem seus estudos de música e tenham uma possibilidade de construir uma carreira. Este Projeto beneficiará também suas famílias e comunidades, na medida em que, segundo pesquisas, a maioria dos moradores das regiões atendidas pelo Programa nunca participou de nenhuma atividade cultural, e poderão assistir às apresentações de música do Programa, tendo uma oportunidade, muitas vezes única, de contato com a arte e a cultura. Outro beneficiário direto são os estudantes das escolas públicas que participarão das Oficinas de Música na Escola. Indicamos que a proposta atende aos seguintes Art. da Lei 8313/91: Art. 1º os incisos que se enquadram são: incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Art 3º, os incisos que se enquadram são: inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e o inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
O programa Criança para o Bem (PCPB), desenvolvido e gerido pela Nova Acrópole, iniciou suas atividades em 2007 com o objetivo de contribuir para a formação humana, solidária e cidadã de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, colaborando, assim, para o despertar de indivíduos mais conscientes de seu papel na construção de um mundo novo e melhor. Já foram atendidos mais de 3.000 estudantes. Atualmente, o Programa atende, no contraturno escolar, 180 crianças e adolescentes que têm a oportunidade de participar de diferentes oficinas ao longo do ano, inclusive das de Arte (música e balé), oferecemos atividades esportivas, poesia, educação alimentar, incentivo à leitura, reforço escolar etc. O PCPB conta com o envolvimento de cerca de 55 voluntários, 20 colaboradores contratados, além das famílias beneficiadas pelo programa e a comunidade local. A metodologia do PCPB busca resgatar um sentido mais humano para a vida, por meio do desenvolvimento de valores, que alinham todos os integrantes do Programa na mesma direção: o Bem. A arte é um valioso instrumento da nossa metodologia da Nova Acrópole. As linguagens da arte e sua prática estimulam a formação do pensamento simbólico, metafórico e criativo, indispensável no exercício da análise, síntese e busca de soluções para a vida. Estas são competências indispensáveis também nas esferas do saber, do conhecer e se desenvolver. Desta forma crianças e adolescentes, de posse do conhecimento gerado e adquirido nos processos de aprendizagem das linguagens artísticas, podem transportar essas vivências para o campo da educação em geral, relacionando, potencializando e integrando conhecimentos e experiências de várias fontes bem como para o dia a dia, em casa, na escola, nos grupos de amigos e na comunidade onde vivem e atuam. É fato conhecido que a música estão mudando o destino de milhares de crianças e jovens carentes no país. E pesquisas ressaltam que atividades extracurriculares que desenvolvem a socialização, aumentam a autoestima e enriquecem a vida acadêmica e profissional das pessoas. Unindo essas duas premissas, e visando contribuir para a formação cultural e social de crianças e jovens, o projeto Oficina de Música da Nova Acrópole fará a ampliação e manutenção de oficinas e atividades musicais, durante o período de dois anos, atendendo diretamente, em cada ano, uma média de 160 vagas nas oficinas demúsica realizadas no contraturno escolar. No âmbito do PCPB, os alunos e as famílias recebem também atendimentos sociais e de saúde. Os atendimentos de saúde são realizados gratuitamente pela Clínica Seraphis, parceiro da NA desde 2007, com atendimentos médico, odontológico, psicológico e psicopedagógico, inclusive para os alunos com déficit de aprendizagem por dificuldades psicopedagógicas, socioculturais ou problemas cognitivos. Para as famílias são oferecidos atendimentos médicos, odontológicos e psicológicos. O trabalho do Programa converge com o esforço do Estado em atender ao preconizado pela Constituição Federal, à LDB, à Lei Orgânica do Distrito Federal e Estatuto da Criança e do Adolescente no que tange às ações que visam o direito à educação e à saúde e também à prevenção e atenção à saúde da criança e do adolescente.
1. OFicinas de Música: As Oficinas devem enfatizar a criatividade e a experimentação, estimulando o desenvolvimento do estudante e de suas potencialidades como pessoa, sempre com foco na realização de práticas que utilizam todo o conhecimento adquirido pelo estudante nas aulas teóricas e práticas. Um maior detalhamento do Projeto Pedagógico está no Anexo Projeto Pedagógico da Oficina de Música. Os estudantes devem ser orientados de modo correto e no momento exato para que sejam estimuladas ao aprendizado. Para isso contamos com programas de ensino específicos. Os instrutores praticam treinamento contínuo para que possam estar em constante crescimento e dar o melhor de si em cada etapa de seu trabalho. Para as turmas de nível Infantil utilizamos metodologia lúdica e criativa, tentando manter a motivação e interesse das crianças, evitando pular etapas. Para registrar a presença das crianças nas Oficinas será utilizado o sistema escolar (ischolar), que a partir da lista de presença por Oficina, consolida as informações e gera diferentes indicadores referentes à frequência e grade horária. Metodologia: é baseada no ensino coletivo tanto do canto (no caso do coral) como do instrumento (no caso da orquestra). No ensino tradicional o aluno inicia com a parte teórica, seguida de aulas individuais de instrumento e somente depois de alguns anos poderia tocar em uma orquestra. Por outro lado, no método que utilizamos, o aluno inicia diretamente na orquestra, o que é possível graças às Orquestras de Iniciação Musical que possuem uma metodologia e repertório voltados especialmente para esses alunos. As aulas individuais ou em pequenos grupos funcionam como um apoio para a orquestra, em vez de ser o foco principal, como ocorre nos conservatórios tradicionais. Após esta primeira etapa, os alunos podem seguir para uma orquestra de segundo nível, onde a metodologia e o repertório são diferentes e objetivam a complementação da formação técnico musical dos alunos. As aulas de instrumento, da mesma forma que na iniciação, continuam a dar suporte para as atividades de orquestra, complementando a formação dada no nível anterior. O acesso a aulas mais técnicas tanto de instrumentos como de teoria musical se dá na medida em que os alunos vão se desenvolvendo na orquestra e que demonstram interesse em se instruir e até mesmo em se profissionalizar. Há, portanto, uma otimização dos recursos uma vez que os processos mais individualizados são destinados aos alunos mais avançados (grupo menor) e não aos mais iniciantes (grupo maior), como ocorreria no método tradicional. Isso porque os alunos mais interessados tendem a permanecer por mais tempo no programa, justificando maiores investimentos em sua formação. Como resultado dessa “inversão” das práticas tradicionais de ensino musical, os alunos já iniciam seus estudos muito mais motivados, pois podem tocar nas apresentações da orquestra em poucos meses (variando de aluno para aluno), o que tem forte impacto na autoestima dos mesmos e em seu aprendizado. O segundo nível de prática orquestral motiva os alunos de duas formas: a primeira é incentivando os iniciantes a se dedicarem para passar para a orquestra mais avançada e a segunda é oferecendo uma perspectiva aos alunos que estão há mais tempo, evitando a perda da motivação e do ritmo de estudo que tinham no princípio, bem como a evasão, pois muitos desistem quando não há possibilidades de crescimento. Outro aspecto importante é que a prática musical em grupo, seja em coro ou em orquestra, estimula a formação do aluno em diversas áreas como socialização, trabalho em equipe, comunicação, autoestima, empatia, definição e cumprimento de metas, além de desenvolver as funções executivas do cérebro e outras habilidades cognitivas e emocionais que já foram comprovadas por meio de diversos estudos acadêmicos realizados nas últimas décadas. O Maestro Ricardo Castro, maestro titular da Orquestra, é formado em Regência Orquestral pela Universidad Simón Bolívar (Venezuela), fundou, em Brasília, o Movimento Sinfônico e Coral (MovSinfo) em 2012, tendo como base a metodologia do El Sistema. Em 2016 fez parceria com a Nova Acrópole para implantação da metodologia e formação da Orquestra. Desde então é o maestro responsável pela Orquestra de nível 1 e pelo Coral, que tem se aprimorado ao longo dos anos. O resultado pode ser observado nas apresentações de final de ano. Temos aumentado o número de vagas das Orquestra e do Coral, melhorado a qualidade e investido no desenvolvimento humano das crianças, jovens e instrutores. Cada ano que passa o número de crianças interessadas nas oficinas de música tem crescido. Temos uma grande lista de espera de interessados a frequentarem as Oficinas. O número de vagas está limitado pelos recursos financeiros do Projeto. Temos espaço físico na escola para comportar novas turmas. Durante a pandemia, os ensaios passaram a ser on line e os estudantes treinavam com teleaulas. Com o retorno das Oficinas presenciais em agosto de 2021 já estão agendadas apresentações na Nova Acrópole e no Teatro da Poupex, seguindo todas as normas de segurança definidas pelo GDF. O Programa ofertará aos estudantes as seguintes Oficinas na semana, totalizando 160 vagas: · Formação de Orquestra e Coral:3 Oficinas de uma hora e meia cada, na orquestra iniciante e 1 oficina de orquestra pára a orquestra de nível 2 (os estudantes da orquestra de nível 2 também participam da orquestra de nível 1); formação de coral: 3 oficinas. Oficina de Teoria, Percepção e História da Música: 1 oficina; Serão ministradas em média 32 oficinas no mês, com 70 vagas. .Instrumentos de corda (Viola, Violino, Violoncelo): 10 oficinas; instrumentos da família de Sopro (flautas, oboés, clarinetes e fagotes, trompete): 6 oficinas; Instrumentos da família de percussão: 2 oficinas; Musicalização (coral, percussão infantil, flauta doce): 16 Oficinas. Os instrutores das Oficinas de instrumentos poderão participar das Oficinas de Orquestra nível 1 e nível 2, para ensaio geral. Serão ministradas em média 130 oficinas no mês, disponibiilzando 90 vagas.Vale ressaltar que a lista de instrumentos por família irá variar de acordo com a maturidade da Orquestra. O número de turmas das oficinas vai depender da captação de recursos para este Projeto e consequentemente o número de vagas. Um estudante pode frequentar diversas Oficinas como as duas orquestras, a oficina de teoria musical e a oficina do seu instrumento. Cada participação na oficina semanal, conta como uma vaga. O empréstimo de instrumentos é necessário para que os estudantes possam treinar em casa, dado que as famílias não têm condições financeiras de adquirir o instrumento. Nesse aspecto, a parceria com a família é fundamental, para que os estudantes sejam incentivados pelos familiares a praticarem em casa os exercícios ensinados nas Oficinas. 2. Apresentação de Final de Ano: O repertório estudado e ensaiado ao longo do ano é selecionado em função do nível técnico dos participantes da orquestra e do coral. Na orquestra de nível 1 (Iniciação Orquestral) são trabalhados arranjos facilitados que possibilitem a inclusão dos iniciantes no programa. No nível 2 (Prática Orquestral) são trabalhadas obras originais de grandes compositores e arranjos mais complexos, dando continuidade à formação musical dos alunos já iniciados. Ambas orquestras tocam entre 3 e 7 obras na apresentação final com duração entre 15 e 30 minutos, a depender da complexidade das obras e da rotatividade dos alunos. O coral apresenta entre 2 e 4 peças com duração de 10 a 20 minutos. Músicos convidados entre profissionais e participantes de instituições parceiras também participam de algumas apresentações proporcionando a oportunidade de aprendizado e intercâmbio com outros alunos e com profissionais. Os estudantes das oficinas de musicalização também participam da apresentação de final de ano. Tocando até 5 musicas, com duração estimada de 20 à 30 minutos.
1.Oficinas de Música 1.1 Acessibilidade física: As instalações onde as oficinas são ministradas atendem as exigências de acesso das pessoas com restrição de mobilidade e pessoas idosas, possibilitando o acesso das crianças e adolescentes e de seus responsáveis por via de rampas, corredores, escadas, estacionamento e banheiros adequados e sinalizados. O transporte das crianças e adolescentes das suas RAs até o local da realização das Oficinas e o retorno, é feito no ônibus da Nova Acrópole, que atende às normas de acessibilidade, tendo elevador automático e espaço para cadeiras de roda. O tipo de atividade que realizamos na orquestra e nas oficinas de instrumentos, dentre tudo o que os profissionais envolvidos conhecem sobre acessibilidade, e cadeirantes que possuem plenos movimentos dos braços. Inclusive na instituição parceira (Movimento Sinfônico) há um aluno cadeirante que toca há vários anos na orquestra sem nenhum prejuízo do seu rendimento. No caso do coral, os movimentos dos braços podem ser reduzidos. Quanto à acessibilidade para as crianças e jovens com possíveis dificuldades ou distúrbios de aprendizagem, as Oficinas de Música se mostram como aliadas ao desenvolvimento das capacidades cognitivas e estruturais, com reforço à autoestima, estrutura psicomotora e aquisição de linguagem. Sempre respeitando as limitações, mas incentivando o aluno a participar, provendo a autonomia. Temos na orquestra inúmeros casos de crianças e jovens que entraram com deficiência cognitiva e conseguiram superar parcial ou totalmente suas deficiências cognitivas. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não tem custos diretos para este Projeto. Os ambientes da Nova Acrópole já estão adequados, o ônibus do transporte também. 1.2. Acessibilidade para deficientes visuais: O tipo de atividade que realizamos na orquestra e no coral só é tecnicamente possível para deficientes visuais leves ou moderados, que podem ser resolvidos pelo uso de óculos ou lentes. No caso da deficiência visual severa o impeditivo é não poder ver os sinais visuais do maestro, as indicações de arco e também não poder ler a partitura. Para atender este público seria necessário o uso da musicografia braile, mas que é muito específica e não há formas conhecidas de se utilizar em conjunto com uma orquestra tradicional. Para esses casos a atividade deveria ser muito diferente, uma espécie de emulação de uma orquestra em um grupo especialmente criado para este público com metodologia e repertório específicos, não podendo ser os mesmos de uma orquestra tradicional. Desta forma, conforme consta na lei 13.146, não é tecnicamente possível. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não tem custos diretos para este Projeto. A metodologia está preparada para os deficientes visuais moderados. Não é tecnicamente possível para os deficientes visuais severos. 1.3 Acessibilidade para deficientes auditivos: O tipo de atividade que realizamos na orquestra, dentre tudo o que os profissionais envolvidos conhecem sobre acessibilidade, só é tecnicamente possível para deficientes auditivos leves ou moderados (mediante avaliação prévia) Também já tivemos alunos com surdez parcial, o que não impede essas pessoas de distinguir sons musicais. Este nível de deficiência afeta parcialmente a percepção de volume e timbre, mas não a ponto de impossibilitar o aprendizado.A atividade de orquestra é muito complexa e exige muito dos participantes para que possa funcionar adequadamente. Pessoas com deficiência auditiva severa ou total não teriam condições de ouvir seu instrumento e os dos colegas para afinar e ajustar-se ao tempo da música. O mesmo se aplica ao coral. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não tem custos diretos para este Projeto. A metodologia já está preparada para este nível moderado de deficiencia auditiva. 2. Apresentações: 2.1 Acessibilidade física: As instalações da Nova Acrópole onde as apresentações internas serão realizadas atendem as exigências de acesso das pessoas com restrição de mobilidade, gestantes, pessoas com filhos pequenos e pessoas idosas, possibilitando o acesso das crianças e adolescentes e de seus responsáveis por via de rampas, estacionamento, banheiros adequados e espaço ampliado para o caso de carinhos de bebe ou cadeiras de rodas. Também permitindo que estas pessoas tenham um acompanhante e tenham uma fila preferencial. A seleção do auditório ou espaços externos para a apresentação final (ainda a definir) terá como pré-requisito atender as exigências de acesso de pessoas com restrição de mobilidade, gestantes, pessoas com filhos pequenos e pessoas idosas, possibilitando acesso a todos os interessados em assistir aos espetáculos. Também permitindo que estas pessoas tenham um acompanhante e tenham uma fila preferencial. O transporte das crianças e adolescentes das suas RAs até o local da realização das apresentações e ensaios e o retorno, é feito no ônibus da Nova Acrópole, que atende às normas de acessibilidade, tendo elevador automático e espaço para cadeiras de roda. O Banner no local das apresentações de final de ano informando que temos serviços inclusivos como: Área de embarque e desembarque e vagas reservadas no estacionamento, área reservada nas cadeiras para deficientes físicos, audiodescrição (audiobook para o deficientes visuais), banheiros adaptados, guia intérprete de língua de sinais, obstáculos nivelados por rampa. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Item Faixas (banner informando os serviços inclusivos do evento) obs: Os ambientes da Nova Acrópole já estão adequados, o ônibus do transporte também. O auditório a ser selecionado deverá estar preparado para atender as exigências de acessibilidade física. 2.2. Acessibilidade para deficientes visuais: A programação da apresentação de final de ano terá um audiobook para que os deficientes visuais possam acompanhar o andamento da apresentação da Orquestra, do Coral e dos grupos de musicalização nas apresentações de final de ano. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: áudio descrição 2.3 Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas apresentações de final de ano teremos a presença de interprete de libras, para atender a acessibilidade das pessoas com deficiência auditiva. Serão realizadas 2 apresentações de final de ano. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras. 3. Oficinas Música nas Escolas 3.1 Acessibilidade física: Serão selecionadas escolas públicas que atendam às exigências de acesso das pessoas com restrição de mobilidade possibilitando o acesso das crianças e adolescentes. O transporte das crianças e adolescentes das suas RAs até o local da realização das Oficinas e o retorno,será em ônibus que atende às normas de acessibilidade. O tipo de atividade que realizaremos na Oficina de Música na Escola pode ser realizada por estudantes da escola que tenham deficiência física. Eles podem cantar com os colegas. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: transporte para os estudantes 3.2. Acessibilidade para deficientes visuais: O tipo de atividade que realizamos na Oficina Música na Escola pode ser realizada por deficientes visuais que estejam frequentando a escola pública. Se a deficiência for grave, será necessário que o instrutor da escola pública que o acompanhe esteja com ele na Oficina para facilitar o entendimento. Eles podem cantar com os colegas. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não tem custos diretos para este Projeto. 3.3 Acessibilidade para deficientes auditivos: O tipo de atividade que realizamos na Oficina Música na Escola pode ser realizada por deficientes auditivos leves ou moderados. Estundantes om deficiência auditiva severa ou total, se tiverem acompanhados pelo instutor da escola que os orientam, poderão participar da atividade. Eles poderão tocar os instrumentos de percussão. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não tem custos diretos para este Projeto.
1. Oficinas de Música As Oficinas serão realizadas no prédio da Nova Acrópole, que é de fácil acesso para a população em geral, amplamente servido pelo transporte público metropolitano. O local ficará aberto a todos os interessados, de todas as classes sociais. Todas as vagas das Oficinas serão gratuitas, assim como todas as demais atividades oferecidas para esses jovens e crianças (Inciso I). O público alvo prioritário das oficinas são crianças e jovens, de 4 a 16 anos, em situação de vulnerabilidade social. Todas as crianças e jovens devem estar matriculados em escolas, pelo menos 90% em escolas públicas (Inciso VII). O transporte diário de todas as crianças e jovens para a Nova Acrópole, onde são realizadas as oficinas, e o retorno para as suas casas, será oferecido pela Nova Acrópole de forma gratuita. O objetivo é democratizar o acesso a jovens e crianças de todas as regiões administrativas atendidas, motivar e viabilizar a assiduidade e a pontualidade das crianças e adolescentes no Programa (Inciso II). O ônibus da Nova Acrópole atender aos requisitos de acessibilidade, tendo elevador e local para a cadeira de rodas.(Inciso II). · Estudantes do Projeto, que estudam na rede pública de ensino no DF, e já estão em níveis mais avançados nas atividades propostas, receberão bolsas para se tornarem monitores nas turmas iniciantes (Inciso VI). ·As oficinas são oferecidas de segunda à sábado. Durante a semana, das 8 horas às 17 horas, no sábado, das 9h às 16h. Tornando possível a participação de crianças e jovens que estudam nos dois turnos. 2. Apresentações: Para as atividades relacionada no Plano Anual, as oficinas e apresentações artísticas, serão adotadas as seguintes medidas para democratização do acesso do público: · Os ingressos para todas as apresentações a serem realizadas ao longo do período serão gratuitos (Inciso I). O público alvo das apresentações realizadas pelo Projeto são as famílias dos estudantes e a comunidade, incluindo as escolas onde as crianças e jovens estudam, assim possibilitamos que outras crianças e adolescentes das escolas públicas das regiões administrativas do Varjão, Itapuã e Paranoá assistam as apresentações programadas ( Inciso VII). · O transporte das crianças e jovens, de onde moram até os locais onde serão realizadas as apresentações e os ensaios e o retorno para suas casas, será gratuito, dado que as famílias não têm como arcar com este gasto (Inciso II).O ônibus da Nova Acrópole atende aos requisitos de acessibilidade, tendo elevador e local para a cadeira de rodas.(Inciso II). · Os registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial serão disponibilizados na Internet: parte das oficinas e as apresentações terão registros fotográficos e videográficos, que serão disponibilizadas na Internet, no site da proponente, Youtube, Facebook e Instagram (Inciso III). · A captação de imagens das oficinas e de espetáculos serão permitidas e autorizadas a sua veiculação por redes públicas de televisão. Na apresentação final, convidaremos TVs públicas para fazerem a captação e transmissão do evento (Inciso IV). . As reuniões com as famílias e as apresentações dos estudantes ocorrerão, preferencialmente, nas sextas-feiras à noite, nos sábados e domingos, para viabilizar a maior participação das famílias e da comunidade como um todo. 3. Oficinas Musica nas Escolas (contrapartida social) Todas as vagas das Oficinas Musica nas Escolas (contrapartida social) serão gratuitas (Inciso I). O público alvo são crianças e jovens, em situação de vulnerabilidade social matriculados na Escola Pública parceira para a realização desta Oficina. (Inciso VII). O transporte das crianças e jovens e colaboradores para o local onde serão realizadas estas Oficinas, e o retorno para a Escola será oferecido pela Nova Acrópole de forma gratuita (Inciso II). O ônibus, a ser alugado pela Nova Acrópole, deverá atender aos requisitos de acessibilidade, tendo elevador e local para a cadeira de rodas (Inciso II). · Os registros audiovisuais das Oficinas serão disponibilizados na Internet: parte das oficinas e as apresentações terão registros fotográficos e videográficos, que serão disponibilizadas na Internet, no site da proponente, Youtube, Facebook e Instagram (Inciso III). Respeitadas as devidas autorizações do uso da imagem dos participantes.
Nova Acrópole - Direção Geral do Projeto: Não está previsto no orçamento remuneração do proponente. Todos os dirigentes da Nova Acrópole são voluntários. Os dirigentes da Nova Acrópole farão a gestão deste Projeto incluindo a contratação da equipe, as reuniões de acompanhamento do Plano de Ação, a realização financeira, as negociações com parceiros como a Poupex, que sede o auditório para a realização das apresentações de final de ano, com as Escolas públicas onde serão ministradas as Oficinas de Música na Escola, ação social. Como também a avaliação da qualidade das Oficinas, orientando o Maestro e os instrutores. Também fará a gestão das atividades conjuntas com o Programa Criança para o Bem como:montagem da grade horária, seleção das crianças e jovens para as oficinas, logística para a realização das apresentações internas e externas à Nova Acrópole. Denise Montandon Rocha: vice-diretora da Nova Acrópole Asa Sul, é voluntária. Estudante e professora voluntária da Organização Nova Acrópole, desde 1998. Responsável pelos Projetos sociais de Música da Nova Acrópole desde 2.015.Já foram aprovados pela Lei de Incentivo Cultural e realizados 3 Projetos. Os recursos captados para execução destes 3 Projetos foram fundamentais para a ampliação e manutenção das oficinas de arte e das apresentações dos estudantes para toda comunidade e principalmente pelo desenvolvimento da cidadania e autonomia de mais de 300 estudantes que passaram pelos Projetos. Em 23 anos de atuação como professora e coordenadora na Secretaria de Educação do DF, na área de Ensino Fundamental I. Coordenou o Programa de Formação humana para crianças de 4 a 14 anos da Nova Acrópole do Brasil durante 6 anos, e por um ano da formação de adolescentes de 14 a 18 anos, onde também ministrou o curso de filosofia para crianças e jovens desta mesma escola. Participou ativamente de trabalhos de educação ambiental e ecologia no DF e pequenas comunidades vizinhas. Coordenou o Curso de Voluntariado da Nova Acrópole por 3 anos consecutivos, onde também ministrou aulas de filosofia e pedagogia. Formação acadêmica: Graduação em Pedagogia, pela Universidade de Brasília. Há 14 anos dirige uma unidade da Nova Acrópole em Brasília e ministra aulas de diversos temas da filosofia, como ética, filosofia moral, História da Filosofia, dentre outros. Luiza Koshino: é estudante da Nova Acrópole, desde 2010. Como voluntária, é professora e coordenadora do Programa Criança para o Bem, desde 2013. Tem 30 anos de atuação na área de gestão de grandes empresas e projetos complexos, com grande experiência na estruturação de organizações, no planejamento estratégico e na condução de grupos de trabalho de alto rendimento e complexidade. Forte atuação no relacionamento com órgãos governamentais e na formação de parcerias. Facilidade no gerenciamento e desenvolvimento de equipes. Trabalhou por 20 anos no Governo Federal na Diretoria da empresa Serpro - braço de tecnologia de informação do Governo Federal, e secretária-adjunta da Secretaria de Administração da Presidência da República. Na iniciativa privada foi diretora de tecnologia da informação nas empresas Brasil Telecom e OI. Atuo em grande projeto no PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento). Formação acadêmica: Pós Graduação em Gestão da Tecnologia da Informação, pela UF de Pernanbuco, Gestão de Telecomunicações, IBMEC e Administração Pública, Fundação Getúlio Vargas. Graduação: Informática, UnB. Eleusa Balbino da Silva: é estudante do Curso de Filosofia da Nova Acrópole, desde 2017. Voluntária da Nova Acrópole, desde 2017, realizando as atividades de gestão dos Projetos Culturais aprovados pelo PRONAC. Foi Gerente de Produtos da Associação de Poupança e Empréstimo - POUPEX, de 1995 à 2017, e atuou na área de treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial. Formação acadêmica:Pós-graduação: Especialização em Administração de Recursos Humanos – Fundação Getúlio Vargas/DF; Psicologia – Bacharelado pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília - CEUB. Maestro Mário Brasil: Coordenador do Projeto Música para o Bem É estudante da Nova Acrópole e Coordena o Projeto de Música de forma voluntária. Possui graduação em Música pela Universidade de Brasília (1985), mestrado em Música pela Universidade de Música e Artes de Tóquio (1992) e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (2000), com ênfase em etnomusicologia. Atualmente é professor adjunto IV da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Composição Musical, atuando principalmente nos seguintes tema: música e interface, composição musical e música quântica. Tutor do PET Conexão de Saberes Música do Oprimido desde 2010. Maestro Ricardo Sousa Castro: será contratado pelo Projeto como Maestro Desde 2017: Maestro titular da Orquestra Filarmônica Infanto juvenil da Nova Acrópole e da Orquestra do Criança para o Bem. Diretor artístico das apresentações.Desde 2018 Regente e professor de prática orquestral – Agência do Bem, Polo Brasília. Desde 2012 Fundador e Diretor Geral do Movimento Sinfônico e Coral Juvenil Brasileiro - MovSinfo, em Brasília. É Diretor Artístico e Regente Titular das seguintes orquestras pertencentes à instituição: Orquestra Metropolitana de Brasília; Orquestra Juvenil Alberto Nepomuceno; Orquestra Filarmônica Sudoeste; Orquestra Juvenil do Cruzeiro; Orquestra Juvenil do Guará e Orquestra Juscelino Kubitschek de Brasília.Desde 2015: Maestro Titular do Coral da Eletronorte, Brasília; Desde 2014: Maestro Titular do Coro do Clube Internacional de Brasília, Brasília; Desde 2001: Maestro Titular e Fundado do Coro de Câmara de Brasília, Brasília; 2009: Maestro Titular e Fundador do Coro Filarmônico Distrital, Brasília; 2004-2010: Regente Assistente do Coro Sinfônico da Universidade de Brasília, Brasília; 2007-2008: Regente Assistente do Madrigal da Universidade de Brasília, Brasília;Desde 2011 Professor de Prática Orquestral do Colégio Humboldt, Caracas, Venezuela Formação Acadêmica:Mestre em Regência Orquestral pela Universidad Simón Bolívar de Caracas, Venezuela (2015); Bacharel em Regência pela Universidade de Brasília (UnB) (2007). Escola de Música de Brasília: Piano, Canto lírico, Canto coral, Harmonia, Contraponto, História da Música, Teoria e Percepção Musical (2003) Prêmios: Vencedor do Concurso “Jovens Compositores” da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre Regente Convidado: Alemanha: 2016 Berlin Sinfonietta e English Choir Berlin; Venezuela: 2015, 2016 Banda Sinfônica 24 de Junho; 2012, 2013, 2014 Orquestra Sinfônica do Estado de Carabobo; 2012 Ensamble Latino-americano de Música Contemporânea “Simón Bolívar”; 2011 Ensemble do festival de Oboé no Sistema Nacional de Coros e Orquestras da Venezuela; Itália: 2011 Orquestra Sinfônica Rossini; Argentina: 2011 e 2012 Orquestra Municipal de Lanús; 2011 e 2012. Juliana Limeira: diretora artística das apresentações de final de ano do Programa. É estudante, professora de filosofia e de teatro na Nova Acrópole e faz parte da Instituição há mais de 20 anos. Como voluntária, desde 2013. Formada em artes plásticas pela Universidade de Brasília em 2002, Juliana Limeira é pintora, atriz e diretora de teatro e autora de textos teatrais com reflexões filosóficas. De forma voluntária produziu desde 2015 todas as apresentações de final de ano do Programa Criança para o Bem. Nos últimos anos, Juliana Limeira vem aperfeiçoando o seu trabalho através de cursos nos EUA com os grandes artistas de arte figurativa da atualidade, como Daniel Gerhartz, Jeremy Lipking, Scott Burdick, Quang Ho, Joseph McGurl, Scott Christensen, Frank Serrano, Mary Whyte, David Leffel, Nancy Guzik, Morgan Westling, entre outros.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.