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PRONAC 212647Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

NEGRA DEVOÇÃO - Evento virtual

FERNANDA PRESSER LANZONI 35322939865
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Artístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Luiz do Paraitinga
Início
2021-12-01
Término
2022-03-01
Locais de realização (1)
São Luiz do Paraitinga São Paulo

Resumo

· Pesquisa, Produção, Edição de Livro de Artes. - Palestras sobre o tema, em Escolas Públicas.

Sinopse

Livro de valor artístico, fotografias e textos. O tema central abordado será a evolução da cultura negra, seus ritos, sua religiosidade. Compreende fotos obtidas a partir de pesquisas, estudos, e viagens do fotógrafo Marco Antonio Sá que, inclusive, conviveu com grupos folclóricos negros em algumas cidades por onde passou. São registros marcantes de eventos realizados, colhidos através de flagrantes, e que tornam a apresentação rica em informação. Não haverá uma divisão lógica dentro do produto, uma vez que os registros fotográficos foram obtidos a partir de eventos realizados em várias cidades brasileiras, principalmente de Estados do Norte e Nordeste, onde ainda são latentes as comemorações religiosas, mantidas na cultura através dos tempos. Os registros, enfim, abrangem as atividades de cada local escolhido para a obtenção das fotos. Para enfatizarmos a relevância do tema, segue adiante parte do texto que também está na Justificativa deste Projeto: Contando como início da nossa história à chegada de Cabral, em 1500, temos mais tempo como Nação escravocrata do que como país de homens e mulheres livres. É bem possível que nem os netos das pessoas que estão hoje lendo este texto estejam vivos, quando este tempo chegar a um empate, daqui a 160 anos. A história da África faz parte da nossa história e cultura desde que os primeiros homens e mulheres do Congo e de Angola, e que foram chamados de Bantu, foram trazidos para trabalhar nas plantações de açúcar. Os costumes e aprendizados chegaram ao Brasil com os escravizados, e se organizou em Irmandades de Homens Pretos sob a proteção dos Santos Negros: N. Sra. do Rosário, São Benedito, Santa Efigênia. Serviriam como forma de resistência e manutenção de um mínimo de dignidade para, inclusive, enterrar seus mortos. Com rituais míticos e místicos, e a cultura trazida de fora, formaram a base da cultura que hoje aqui está, coroando seus reis e rainhas, dançando e cantando como forma de oração, os Bantus mantinham com eles sua ancestralidade e as memórias trazidas da África e que eram o que a escravidão nunca tirou deles. Palestras alusivas ao livro

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Edição de livro de arte, fotografias Difusão das manifestações culturais negras, cultura ancestral, cosmologia e cosmovisão. Rituais míticos e místicos. Divulgação do trabalho artístico do fotógrafo Marco Antonio Sá OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto Livro de Valor Artístico * Produzir, publicar, distribuir 2000 unidades de livros de arte "Negra Devoção", do artista / fotógrafo Marco Antônio Sá. * Incitar a curiosidade, e o desejo de se aprofundar nas origens e na cultura de nossos ancestrais e suas devoções, tornadas populares. * Partilhar o conhecimento com a sociedade, de um tema pouco conhecido. * Fomentar o respeito, diminuir o preconceito sobre a raça negra que, de fato, é responsável por muito da forma de viver e entender o mundo na sociedade em que vivemos. * Fazer conhecer / difundir os rituais praticados por negros há séculos. Produto Contrapartida Social * Palestras do artista / fotógrafo, em Escolas Públicas, para crianças e jovens pré adolescentes, sobre o tema do Livro.

Justificativa

A Cosmologia Bantu nas festas desde há trezentos e cinquenta anos… Esse foi o tempo da escravidão no Brasil. Contando como início da nossa história à chegada de Cabral, em 1500, temos mais tempo como Nação escravocrata do que como país de homens e mulheres livres. É bem possível que nem os netos das pessoas que estão hoje lendo este texto estejam vivos, quando este tempo chegar a um empate, daqui a 160 anos. A escravidão deixou de fazer parte da nossa vida há tão pouco tempo que é difícil acreditar que muitos de nós já se esqueceram ou nada sabem sobre ela. A história da África faz parte da nossa história e cultura desde que os primeiros homens e mulheres do Congo e de Angola, e que foram chamados de Bantu, foram trazidos para trabalhar nas plantações de açúcar. Foram mais de 4 milhões de africanos trazidos para cá e os Bantu foram a maioria deles. De fato, formamos uma sociedade repleta dos costumes e do saber Bantu, que serviram de base para que outras culturas, de outros povos africanos também trazidos como escravos pudessem encontrar um modo de sobreviver. Quando falamos camundongo, bagunça, cafundó, quiabo, moleque e mais centenas de outras palavras, estamos falando Bantu. Esses mais de 500 povos, que habitavam a África central e que tinham uma raiz linguística comum, tiveram seus primeiros contatos com a cultura portuguesa cerca de 20 anos antes de o Brasil ser encontrado pelos Portugueses, e foram apresentados, como era providência, ao Catolicismo como homens e mulheres livres. Capazes de entender e absorver elementos dessa nova cultura e agregá-los ao seu saber ancestral, os Bantu assumiram esses aprendizados em suas vidas e elaboraram um curioso sistema de crenças que misturava todos os saberes. Eles se tornaram católicos sem deixar de ser Bantu. Os costumes e aprendizados chegaram ao Brasil com os escravizados, e se organizou em Irmandades de Homens Pretos sob a proteção dos Santos Negros: N. Sra. do Rosário, São Benedito, Santa Efigênia. Serviriam como forma de resistência e manutenção de um mínimo de dignidade para, inclusive, enterrar seus mortos. Com rituais míticos e místicos, e a cultura trazida de fora, formaram a base da cultura que hoje aqui está, coroando seus reis e rainhas, dançando e cantando como forma de oração, os Bantus mantinham com eles sua ancestralidade e as memórias trazidas da África e que eram o que a escravidão nunca tirou deles. A maioria das festas celebra um Mito fundador, que nem sempre tem embasamento teológico e que, na maioria das vezes, é a base da devoção e da cultura popular. Esta exposição reúne fotografias feitas em vários Estados brasileiros, para mostrar como a cosmologia Bantu se fez presente e se espalhou pelo Brasil. É o resultado de um trabalho que começou há mais de 10 anos em Minas Gerais, e que levou o artista / fotógrafo Marco Antonio Sá a querer saber mais sobre essa emocionante trajetória cultural e africana que está presente em tantos lugares no Brasil. Da fotografia como um tipo de pesquisa visual e antropológica, até o mestrado em Ciência da Religião foi um caminho longo no tempo, mas curto na percepção de quanto o ambiente acadêmico poderia ajudá-lo a partilhar esse conhecimento. Verdadeiro documento de inestimável valor, pelo reconhecimento da importância da cultura afro e sua influência no Brasil, e por proporcionar àqueles que o presenciarem um pouco da história viva do nosso país... O Projeto prevê o atendimento a: Alinea "a" do Inciso I, do Artigo 20, da IN n.º 2, de 23.04.19. Incisos III, IV do Artigo 1º da Lei 8313, de 12/91 Alínea "b" do Inciso II, do Artigo 3º da Lei 8313, de 12/91

Especificação técnica

Fotos obtidas com câmera Nikon D700, com lentes que variaram entre 20mm a 400m. Ampliação feita em tamanhos variáveis, em uma média de 60cm x 40cm

Acessibilidade

LIVRO DE VALOR ARTÍSTICO - FOTOGRAFIAS Considerando ser o produto cultural composto principalmente por imagens, acreditamos que contemplar a linguagem Braile neste projeto - para o texto - não será suficiente para a compreensão do que se pretende. CONTRAPARTIDA SOCIAL - PALESTRAS As palestras terão suporte de LIBRAS. Custos inseridos nas planilhas orçamentárias. Para os portadores de necessidades especiais, serão reservados 5% (cinco por cento) do total de assentos especiais disponíveis por apresentação. Aqui incluem-se, além dos deficientes auditivos os deficientes visuais e de mobilidade. Para estes haverá acompanhamento pessoal desde sua entrada, acomodação e saída.

Democratização do acesso

Serão doadas 1250 unidades do total dos livros editados, conforme aqui proposto: 1. A Escolas Públicas e Museus das cidades de São Paulo, Guaratinguetá. Mogi das Cruzes, Pindamonhangaba, São José dos Campos, São Luis do Paraitinga, e Taubaté, estas no Estado de São Paulo. A Museus, Escolas de Arte, Bibliotecas, das Capitais dos Estados brasileiros, e cidades desses Estados a serem definidas. 2. As Escolas Públicas Municipais e Museus serão escolhidos a partir de solicitação formal feita às respectivas Secretarias Municipais de Cultura ou Educação de cada cidade, as quais nos indicarão os locais para a entrega. 3. A entrega será feita pessoalmente por portador, e protocolada para futura apresentação na Prestação de Contas após o término da execução do Projeto. Mas, também, via Correios com Protocolo de Recebimento. Todos os itens acima cumprem ao atendimento do Inciso I, do Artigo 21 da IN 02/2019 do Ministério da Cidadania.

Ficha técnica

MARCO ANTONIO FONTES DE SÁ - Fotógrafo / Palestrante Fotógrafo há mais de 30 anos, Mestre e Doutor em Ciência da Religião pela PUC / SP, com pesquisas de campo relacionadas à Cultura e à religiosidade popular brasileiras, uma das quais é a base da elaboração deste Projeto. FERNANDA PRESSER LANZONI - Coordenadora Geral / Responsável Financeiro e de Prestação de Contas Formada em Sociologia pela Universidade de Taubaté, desde 2015 tem se dedicado a atividades culturais na cidade de São Luiz do Paraitinga / SP, nas áreas de fotografia, rádio, carnaval, e plataformas digitais. Responsável pela gestão do processo decisório, financeiro, e prestação de contas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.