Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Links úteis
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 212652Arquivado - não atendimento à diligência técnicaMecenato

Oficinas Artísticas H360 (Título Provisório)

INSTITUTO HUMANITAS360 BRASIL
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 40,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

CNPJ/CPFNomeDataValor
***812978**ELIE HORN1900-01-01R$ 40,0 mil

Linha do tempo

  1. 01/01/1900
    Primeira captação
    1 doação(ões) total
  2. 01/01/2021
    Cadastro PRONAC
    Ano 21
  3. 08/12/2021
    Início previsto
  4. 09/06/2022
    Término previsto
  5. 06/05/2026Encerrado
    Arquivado - não atendimento à diligência técnica

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

20.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-12-08
Término
2022-06-09
Locais de realização (2)

Resumo

Este projeto prevê a realização de: a) oficinas artísticas (bordado livre e corte e costura) para mulheres em situação carcerária; b) montagem de mostra cultural com os produtos artísticos desenvolvidos durante as oficinas; c) desenvolvimento de oficinas de bordado livre para membros da rede pública de ensino, enquanto medida de contrapartida social.

Objetivos

Objetivos gerais . Possibilitar a inserção artística e cultural de mulheres da Unidade Prisional de Ressocialização Feminina de São Luís (UPFEM), capacitando-as em bordado livre e corte e costura por meio de encontros teóricos e práticos; difundir e valorizar suas produções artísticas para o público em geral, a partir de exposição aberta e gratuita. Objetivos específicos . Realização de 20 oficinas de Capacitação em Bordado Livre para até 40 mulheres da UPFEM cada uma, durante quatro semanas, 4h/dia. Os encontros acontecem de segunda a sexta-feira, com 20h de carga horária semanal, totalizando 80h de oficinas e 800 beneficiárias, "repetidas" ou não; . Realização de 20 oficinas de Capacitação em Corte e Costura para até 40 mulheres da UPFEM cada uma, durante quatro semanas, 4h/dia. Os encontros acontecem de segunda a sexta-feira, com 20h de carga horária semanal, totalizando 80h de oficinas e 800 beneficiárias, "repetidas" ou não; . Desenvolvimento de Mostra Cultural, aberta e gratuita ao público em geral durante um mês. Estima-se receber cerca de 40 visitantes por dia de exposição, totalizando até 1.200 beneficiários; . Realização de seis (06) oficinas de capacitação artística para membros da rede pública de ensino, enquanto medida de contrapartida social. Cada encontro tem a duração de 50 minutos e recebe até 50 participantes, totalizando 300 beneficiários.

Justificativa

Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Para tanto, serão alcançados os seguintes objetivos previstos pelo Art. 3º da referida Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Este projeto busca possibilitar o acesso de mulheres da Unidade Prisional de Ressocialização Feminina de São Luís (UPFEM) à cultura e à arte, permitindo o resgate de sua criatividade, cidadania e exercício de seus direitos culturais. Capacitando-as em bordado livre e corte e costura, existe ainda a perspectiva de reinserção dessas mulheres no mercado de trabalho, uma vez cumpridas as penas. A exposição, por sua vez, busca difundir e valorizar suas produções artísticas para o público em geral, a partir de exposição aberta e gratuita. Reiteramos a necessidade de subsídio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, sem o qual este projeto não seria possível.

Acessibilidade

Em cumprimento à Lei 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, desenvolvemos medidas de acessibilidade físicas e de conteúdo para todos os produtos previstos no plano de distribuição, para 100% das ações realizadas. OFICINAS ARTÍSTICAS Acessibilidade física: as oficinas serão ministradas em locais de estrutura acessível para todas as participantes, incluindo aquelas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida. Haverá verba para ajustes e adaptações necessárias na instituição, como pisos táteis, sinalização, assentos adaptados etc. Rubricas na planilha orçamentária: "Consultor de acessibilidade” e “Material de consumo para oficina”, na fase de Produção de “Curso/Oficina/Estágio”. Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais: haverá disponibilizado todo o material de apoio pedagógico em braile. Além disso, a organização das oficinas contará com metodologia inclusiva para o público cego. Rubrica na planilha orçamentária: “Material de acessibilidade”, na fase de Produção de “Curso/Oficina/Estágio”. Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos: haverá intérprete de Libras que realizará a mediação de todos os encontros para o público surdo. Rubrica na planilha orçamentária: "Intérprete de libras", na fase de Produção de "Curso/Oficina/Estágio". EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade física: o espaço selecionado para a exposição contará, necessariamente, com estrutura acessível para todos os públicos, em especial portadores de deficiência física e de mobilidade reduzida (rampas de acesso, corrimões, banheiro PNE). Haverá verba para ajustes e adaptações necessárias, como pisos táteis, sinalização, assentos adaptados etc. Rubrica na planilha orçamentária: “Consultor de acessibilidadea” na fase de produção de “Exposição de artes”. Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais: haverá descritivo em Braille de todo o material exposto. Rubrica na planilha orçamentária: “Consultor de acessibilidades” na fase de produção de “Exposição de artes”. Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos: não se aplica (mostra de artes visuais). CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: serão selecionadas, para a realização das oficinas, instituições com rampas de acesso, corrimões, banheiros PNE, assentos adaptados, dentre outras medidas de adaptação de espaços e uso de tecnologias assistidas que possibilitarão à pessoa portadora de necessidades especiais, idosa e/ou com mobilidade reduzida, participação integral nas ações. Haverá, ainda, verba para ajustes e adaptações necessárias nas instituições, como pisos táteis, sinalização e etc. Rubrica na planilha orçamentária: "Montagem e desmontagem", na fase de Produção de "Contrapartidas Sociais". Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais: todo o material de apoio pedagógico será disponibilizado em braile. Rubricas na planilha orçamentária: "Impressão em braile", na fase de Produção de "Contrapartidas Sociais". Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos: haverá intérprete de Libras que realizará a mediação de todos os encontros para o público surdo. Rubrica na planilha orçamentária: "Intérprete de libras", na fase de Produção de "Contrapartidas Sociais".

Democratização do acesso

As oficinas artísticas, a exposição e as oficinas de contrapartida atenderão ao seguinte inciso previsto pelo Art. 21 da IN nº 02/2019 para a ampliação de acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.

Ficha técnica

Proponente – Coordenação Geral Informamos que a proponente será responsável por toda gestão técnico-administrativa e financeira do projeto, bem como por todo o processo decisório. Será remunerada pela rubrica de Coordenação Geral, nas fases de pré-produção e produção do produto “Curso/Oficina/Estágio” e pela rubrica “Coordenador do projeto”, na etapa de pós-produção do mesmo produto. O Instituto Humanitas360 atua em diversos países das Américas para diminuir a violência e melhorar a qualidade de vida da população. Para tanto, promove o engajamento dos cidadãos e a transparência das instituições, condições indispensáveis para restaurar a paz social no continente. Somos movidos pela visão de uma América Latina socialmente justa, sustentada por uma rede de organizações e empreendedores cívico-sociais, que trabalham para o empoderamento dos cidadãos e garantem melhorias sustentáveis nos padrões de vida no continente. Nossa missão é promover pesquisas, conhecimento, engajamento cidadão e transparência, desenvolvendo soluções colaborativas para alcançar transformações sociais significativas dentro de uma geração. O Instituto Humanitas360 cria cooperativas sociais em penitenciárias brasileiras. O programa, que envolve acordo de cooperação com o Conselho Nacional de Justiça e apoio para implementação das secretarias de administração penitenciária estaduais, visa reduzir a reincidência criminal a partir do fornecimento de conhecimento técnico e de estrutura para a criação de um negócio social seja ele de plantação de orgânicos ou de confecção de produtos têxteis. Pelo modelo de cooperativa social, as pessoas privadas de liberdade (PPLs) que participam do programa são também donas – cooperadas do negócio. Ao participar do processo, que envolve uma educação empreendedora, a PPL torna-se, assim, empoderada, se sente ativa, tem voz nos processos decisórios e discute os rumos a se tomar. O programa constitui-se, portanto, numa alternativa aos trabalhos mecanizados e compulsórios realizados em unidades prisionais. O plano de trabalho do Instituto Humanitas360 é de um modelo "incubador" que dura 2 (dois) anos: a partir desse investimento inicial, a perspectiva é que a cooperativa consiga caminhar sozinha e viabilizar uma renda (ou um complemento de renda) para as PPLs ou egressos e egressas do sistema prisional que seguem cooperados e cooperadas ao saírem da prisão. Para cumprir essa missão desenvolvemos projetos e facilitamos coalizões de organizações sociais, profissionais e gestores públicos focadas na diminuição da violência, na promoção da cidadania ativa e no aumento da transparência. OH360 é uma organização sem fins lucrativos com sede em Denver (EUA), que conta com um escritório regional em São Paulo (Brasil), além de conselheiros e colaboradores na Colômbia, Chile, Uruguai, México e Guatemala. Patricia Villela Marino – Coordenadora do projeto (sem remuneração) Bacharel em Direito pela Universidade Mackenzie, Patrícia foi aluna convidada do curso de Filantropia e Terceiro Setor da J. F. Kennedy School of Government, da Universidade de Harvard. Foi integrante do conselho fundador dos Global Shapers do Fórum Econômico Mundial e criadora do hub/sp. Liderou a criação da Plataforma Latino-Americana de Políticas de Drogas (PLPD). Pertence ao Conselho Consultivo do Centro Ruth Cardoso. Participou do Conselho Executivo da Bienal das Américas, a convite do ex-governador do Colorado, John Hickenlooper, e do Conselho de Gestão da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social do Município de São Paulo. Co-fundadora do CIVI-CO, espaço de trabalho que reúne empreendedores cívico-sociais. Mãe do Daniel, é ativista cívico-social comprometida com seu país e com a disseminação da cultura de colaboração. Janaina Reis do Nascimento – Coordenação Técnica Bacharel em Relações Internacionais e master em liderança e gestão pública (MLG, com módulo na Blavatnik School of Government, Oxford), Janaina utiliza sua formação híbrida nas áreas de exatas e humanas para promover e transformar políticas públicas por meio da tecnologia.Entre 2011 e 2012 liderou o secretariado da Iniciativa Latino-Americana de Política sobre Drogas, uma iniciativa criada pelo então presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso. Foi selecionada pelo World Economic Forum (WEF) como uma Global Shaper, integrando uma comunidade que reúne jovens líderes globais que possuem potencial para mudar o mundo e foi curadora desta comunidade na cidade de São Paulo, entre 2015 e 2016. Apoiou a estruturação de estratégias de impacto e investimento social privado para grandes marcas de consumo e Family offices, voltando essas estratégias para a solução de desafios de gestão pública em mais de 40 municípios brasileiros. Em 2017 foi convidada para atuar na gestão municipal de São Paulo como Secretária adjunta municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. Entre 2018 e 2019 atuou como chefe de Gabinete na Câmara Municipal de São Paulo e nessa posição coordenou a estruturação do Plano Municipal de Primeira Infância e a estruturação do primeiro co-working público do legislativo no Brasil. Em 2019 foi selecionada para ser Subsecretária de Assistência Social do Governo de Minas Gerais e coordenou as operações de assistência social do rompimento da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho/MG e operação de inovação em governo para políticas sociais durante a pandemia do Covid-19. Higor Caue de Souza Oliveira – Coordenação administrativa e jurídica Bacharel em Direito e pós-graduando em Direito Penal e Criminologia, Higor foi responsável pelas relações institucionais do Conselho da Comunidade da Vara de Execuções Criminais de Taubaté-SP. Participou do Conselho Gestor da Fundação Casa e foi o mais jovem integrante da Coalizão Internacional Antidrogas da CADCA/ONU. Fez parte do programa de assistência jurídica da Fundação Doutor Manoel Pedro Pimentel – FUNAP. Implantou o Sistema de Automação Digital dos Processos Eletrônicos “e-SAJ” no Centro de Progressão Penitenciária de Tremembé/SP e atuou em mutirões e desenvolvimento de projetos de impacto social para a ressocialização de ex-detentos. Aos 21 anos, participou das negociações durante rebelião de presos no Centro de Detenção Provisória de Taubaté (SP). Após 30 horas, os 14 reféns foram soltos e ninguém foi ferido. Coordenação Pedagógica – Sofia Finguermann e Fernandes Sofia Finguermann e Fernandes, CPF nº 401.520.218-09, é educadora, produtora cultural e escritora. Doutoranda em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2023), com título de mestre e licenciatura pela mesma instituição (2019/2017). Atua desde 2016 no desenvolvimento de projetos culturais em variadas leis de incentivo. Foi responsável pelo enquadramento em lei de projetos como: “Mishná – Ensinamentos e Tradução Comentada” (PRONAC nº 185263, elaboração do projeto e prestação de contas), da Associação Beneficente e Cultural Makom; “Um diário em aberto-narrativas”, fotolivro da artista plástica Lena Bergstein (PRONAC nº 177638); “A arte de tingir”, de Lala Andreotti, ainda em fase de aprovação (também em Lei Federal de Incentivo à Cultura), “Plano Anual Museu Afro Brasil” (PRONAC nº 184155), “Brasileiro, Brasileiros” (PRONAC nº 182645), ambos do Museu Afro Brasil; “Gincana Cultural da Comunidade” (PRONAC nº 185661), da Fundação Otacílio Coser; “Rodo Cine Brasil”, da primeira a terceira edição, da Porto Arquitetura e Cultura Eireli (PRONAC nº 1924; 192911; 193146), dentre outros. Foi responsável pela elaboração do roteiro e produção do curta metragem “Túnel do tempo: uma história do cinema brasileiro”, da Digital Live Tecnologia e Comunicação LTDA, em 2018, para o projeto “Cinema É Pra Você, sim”. Enquanto formação complementar, tem o Curso Livre de Roteiro para Cinema a Academia Internacional de Cinema (AIC, 2015). No âmbito acadêmico, tem publicações nas áreas de linguística e literatura. Dentre elas, destacam-se em periódicos: “A presença de escritoras luso-africanas no curso de Letras”, Cadernos de Pós-Graduação em Letras da UPM, v. 19, p. 100-117, 2019; “Para pensar o ensino de literatura no Brasil”, Revista Pandora Brasil, v. 8, em coautoria com Fernanda Ribeiro (2017). Destaca-se o capítulo de livro “Debates de gênero e sexualidade no universo infanto-juvenil: expressões e barreiras” In: Wilder Kleber Fernandes de Santana (UFPB); Éderson Luís Silveira (UFSC). (Org.). Entre saberes, poderes e resistências, v. 1, 1ª ed. São Carlos, SP, Pedro e João Editores, 2020, p. 569-582; e o capítulo “A força do amor entre duas iguais: afeto e protagonismo lésbico em Conceição Evaristo”, da obra Linguagens, sociedades e culturas: interfaces, de publicação prevista para o segundo semestre de 2021.Cabe ressaltar, ainda, a atuação da proponente enquanto educadora: atuou enquanto professora de alfabetização de adultos voluntária no Núcleo de Trabalhos Comunitários da PUC (2020); docente de Língua Inglesa (PIBID) na E.E. CANUTO DO VAL (março/2017 a novembro/2017); docente de Língua Inglesa (PIBID) na E.E. CAETANO DE CAMPOS (março/2016 a novembro/2017); docente de Língua Portuguesa (PIBID) na E.E. MAJOR ARCY (agosto de 2014 a setembro de 2015); professora de Alfabetização de Adultos no Instituto Madre Vicunha (EJA) (março de 2014 a novembro de 2015).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

São Luís MaranhãoSão Paulo São Paulo