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Realizar uma exposição de artes visuais interativa apresentando as histórias dos seres fantásticos que povoam o vastíssimo repertório de lendas no Brasil, por meio de recursos em vídeo, projeção mapeada, música, contação de história e poesia. A mostra traz como conceito registrar algumas das lendas mais populares que formam o patrimônio cultural do povo brasileiro, que têm suas raízes fincadas nas várias culturas que formaram o País: os índios, os europeus e os africanos.
Conceito curatorial da EXPOSIÇÃO Construída em formato de labirinto, a mostra trará estações temáticas que apresentarão os principais personagens das lendas brasileiras, os encantados, por meio de aplicações em vídeo, música, ilustração e poesia. A expografia fará a valorização de cada obra de arte por meio da tecnologia para propor uma experiência corporal sensível, seja participativa, interativa ou imersiva. O modelo curatorial incide no agrupamento de intenções compartilhadas entre diferentes artistas, configurando cinco salas do espaço expositivo. Os conceitos são: diálogo, ilusão, geometria, universalismo, vibração. O formato inovador é potencializado através de programa multimídia, com o objetivo de construir, assim um novo formato de interpretação de obras e engajamento do espectador em exposições de artes visuais. * o projeto expográfico anexo é apenas umas sugestão de aproveitamento de espaços x lendas, podendo ser adaptado por artistas após a seleção dos mesmos. CATÁLOGO 152 páginas + capa Tamanho fechado 17,5 x 24,5 Laminação fosca Papel Pólen Soft, 80 gr Impressão 4x4 tiragem: 2.000 exemplares.
OBJETIVO GERAL Realizar uma exposição de artes visuais interativa apresentando as histórias dos seres fantásticos que povoam o vastíssimo repertório de lendas no Brasil, por meio de recursos em vídeo, projeção mapeada, música, contação de história e poesia. O objetivo principal do projeto é promover o resgate de histórias que constróem o patrimônio cultural do país. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Promover uma exposição de arte, durante 30 dias, para um público de 15.000 pessoas; Como ação de contrapartidada social, produzir um catálogo com registros da mostra e apresentações das histórias e distribuir grauitamente para estudantes de escolas públicas, sendo 2000 exemplares. Realizar como ação de formação de plateia debates entre artistas, historiadores e professores da rede pública de ensino sobre importância do resgate de personagens da história nacional, como um conjunto de tradições e manifestações culturais necessários para a formação da identidade de um povo. Público de 1000 pessoas. Realizar visitas guiadas para estudantes e professores de escolas públicas; Incentivar o fomento à produção de artes visuais; Possibilitar a fruição artística; Instigar a interação do público com as obras; Estimular o debate e a formação crítica a partir de mensagens apresentadas na exposição.
De acordo com a Lei Nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, do capítulo I, do art1º, o projeto tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo que: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E para cumprimento das finalidades expressas no art 3º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, os seguintes objetivos: II) fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O surgimento de um mito parte dos questionamentos fundamentais da humanidade. Seja pela busca da origem dos próprios seres humanos, das forças da natureza ou da gênese dos costumes e tradições, cada povoado e etnia possui seu conjunto de crenças e narrativas que remonta a um passado remoto. Da reunião dessas histórias, não raro fantásticas, é que a mostra ENCANTADOS e ENCANTARIAS traça seu conceito curatorial. Conhecidos como pessoas que viveram na terra e desaparecem misteriosamente, aparentemente vencendo a morte, e que acredita-se que passaram a viver em outro plano, a história diz que alguns nunca tiveram propriamente existência humana e que sempre viveram em encantarias. Ao compor as narrativas de sua mitologia, um povo está escrevendo sua própria história, definindo sua identidade, seus parâmetros e criando enredos e personagens que servirão de modelo e ensinamento, ou seja, os mitos investigam paradigmas morais e éticos de uma sociedade. Usualmente atrelados à religião, utilizam-se dos símbolos para conferir significados em enredos pedagógicos e reflexivos. O projeto visa, pois, aproximar o universo folclórico do público através de experiências sensoriais, prevendo com isso um série de aquisições no repertório cultural da plateia. De partida, há o paralelo entre as perguntas primordiais, as quais as mitologias procuram encaminhar respostas, e a fase de descobertas do ciclo de vida infantil, farta de indagações a respeito da origem de todas as coisas, inclusive de costumes da sociedade contemporânea, experimentados desde os primeiros anos de vida. Os contos míticos apoiam-se em narrativas, na função social de construir histórias com valor de provocar reflexões e gerar um imaginário coletivo simbólico. Tal construção adquire relevância no processo cognitivo da criança bem como contribui na capacidade de aprendizagem por meio da associação e da representação de signos imagéticos e verbais, num exercício de criatividade. A ambientação fantástica das mitologias - levando em conta os enredos aventureiros e altamente imaginativos nos quais se inscrevem deuses e deusas, criaturas míticas e personagens heróicos - compõe férteis fontes de pesquisa e garantem múltiplas possibilidades de criação de linguagens cênicas para crianças. Ademais, o formato mítico-narrativo apresenta grandes dilemas da condição humana que foram paradigmáticos para uma sociedade. Considerando que muitos deles ainda se fazem presentes e produzem ecos contemporâneos, cabe salientar que boa parte das narrativas do século XXI também se apóiam em estruturas míticas. Oferecer à plateia subsídios para a interpretação dessa realidade em paralelo à promoção do brincar através de vivências artísticas lúdicas, é um dos equilíbrios buscados pelo projeto.
De acordo com a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 20193º, no que diz respeito ao limite de 1 milhão de reais, o projeto enquadra-se entre as excessões, a saber: Limitado ao valor da carteira, aplica-se o valor máximo de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) por projeto de: I - inclusão da pessoa com deficiência, educativos em geral, prêmios e pesquisas; II - óperas, festivais, concertos sinfônicos, desfiles festivos e corpos estáveis; III - datas comemorativas nacionais com calendários específicos; e IV - eventos literários, ações de incentivo à leitura e exposições de artes visuais
PLANO PEDAGÓGICO - “Folclore: Resgatando Tradições” Apresentação: Sabemos que o folclore, ou cultura popular, tem despertado grande interesse de pesquisadores de todo o mundo desde o século XIX. É fundamental para um país conhecer as raízes de suas tradições populares e cotejá-las com as de caráter erudito. Os grandes folcloristas encarregam-se de registrar contos, lendas, anedotas, músicas, danças, vestuários, comidas típicas e tudo o maisque define a cultura popular. Muitos escritores extraem do folclore a base de sua obra. É o caso, no Brasil, do paraibano Ariano Suassuna. Entre os folcloristas brasileiros, os mais notáveis são Mário de Andrade e Luís da Câmara Cascudo. Desse último partiu a confecção do grande Dicionário do Folclore Brasileiro, obra monumental que mantém viva a cultura popular das várias regiões do Brasil. Câmara Cascudo definiu o folclore como: a cultura popular, tornada normativa pela tradição. Assim sendo, a cultura popular também carrega uma sabedoria, um conjunto de conhecimentos específicos, que se organizam, geralmente, em forma de mitos (narrativas) e rituais (festas, cerimônias, etc). O folclore manifesta-se de muitas formas e em todas as regiões do mundo, pois a cultura popular é bastante versátil e se desenvolve com força em qualquer povo. Da mesma forma que a cultura erudita, ou a chamada “alta cultura” (literatura, música clássica, poesia, teatro etc.), a cultura popular é de suma importância para a construção da identidade de um povo, ou de uma civilização inteira. O conjunto de lendas, de provérbios, de encenações e festas, sempreconcentra, em seu fundo, uma sabedoria de conteúdo moral, tal como as fábulas e contos de fadas. Geralmente é essa sabedoria que orienta as comunidades locais, que vivem circunscritas em determinada tradição. A tradição folclórica do Brasil, por exemplo, desenvolveu-se de variadas formas de acordo com as regiões do país. Esse desenvolvimento se deu a partir da mistura das tradições dos principais povos que se misturam em terras brasileiras; notadamente, povos africanos, os nativos indígenas e europeus. As principais lendas e ritos do folclore brasileiro são: a do Saci-Pererê, da Iara, do Bumba meu boi, do Lobisomem e da Mula sem cabeça. Muitasdessas lendas são derivações de narrativas mitológicas dos povos europeus, como é o exemplo da Iara, uma “sereia da Amazônia”, que remete às sereias da mitologia grega, narradas por Homero, na Odisseia. O folclore também associa-se frequentemente às tradições religiosas,acrescentando elementos novos aos rituais tradicionais. Grandes festas populares, como, no caso brasileiro, o carnaval, e, no caso irlandês, o dia de São Patrício, são exemplos disso. O sincretismo religioso, isto é, as misturas de rituais e crenças religiosas de várias tradições também compõem a cultura brasileira. Através de uma festa, como a do Bumba meu boi, toda uma herança imaterial – isto é, um estoque de valores e sabedoria tradicional é passado de geração em geração. É de suma importância, portanto, o estudo e o conhecimento das práticas dofolclore, não apenas do Brasil, mas de todos os povos, das variadas regiões do globo. Justificativa:O folclore é uma das características fundamentais de nossa identidade nacional, através dele nossos alunos desenvolverão senso de origem epertencimento a um grupo societário maior, construindo sua identidade ao passo que se tornam cidadãos cientes dos valores e princípios positivos da cultura brasileira.A necessidade de manter viva a cultura popular de nosso povo, de forma a proporcionar e divulgar o conhecimento e as informações tão necessárias na construção de nossa história e identidade, nos levou a desenvolver este projeto, que auxilia na compreensão do “Hoje”, baseado em experiências anteriores, resgatando o “ontem”, sem que o mesmo se apague com tempo e as novasgerações não tenham acesso a sua origem. Objetivos:• Proporcionar conhecimentos sobre o folclore brasileiro, identificando suascaracterísticas e valores.• Resgatar tradições.• Valorizar o folclore brasileiro.• Resgatar brincadeiras e músicas folclóricas.• Desenvolver identificação com a identidade nacional brasileira. Metodologia / Estratégias:• Exposição de objetos e brincadeiras típicas do folclore brasileiro como pipas, bilboquê, bolinhas de gude, lata-fone, pé de lata, pião, peteca, vaie vem, artesanatos, entre outros.• Montagem de painéis com literatura de cordel, trava-línguas, cantigas de roda, provérbios populares, O que é? O que é?, parlendas e lendas comseus personagens • Circuito de brincadeiras folclóricas: telefone sem fio, mímica, amarelinha, pula corda, corrida do ovo, cabo de guerra, dança da cadeira e corrida do saco.• Debates entre artistas, historiadores e professores da rede pública de ensino sobre importância do resgate de personagens da história nacional, como um conjunto de tradições e manifestações culturais necessários para a formação da identidade de um povo.
O projeto em sua totalidade cumprirá os critérios da Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, no que diz respeito a acessibilidade física. CAPÍTULO IX, DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER, Art. 42: a pessoa com deficiência tem direito à cultura em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. § 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. § 2º No caso de não haver comprovada procura pelos assentos reservados, esses podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida, observado o disposto em regulamento. § 3º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. § 4º Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. § 5º Todos os espaços das edificações previstas no caput deste artigo devem atender às normas de acessibilidade em vigor. § 7º O valor do ingresso da pessoa com deficiência não poderá ser superior ao valor cobrado das demais pessoas. Acessibilidade do projeto expositivo: ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA Acessibilidade física: obstáculos nivelados por rampas, vagas de estacionamento reservadas, banheiros adaptados. Comunicação em audio Equipe orientada Guia intérprete de língua de sinais Website adaptado Acessibilidade das ações de contrapartida: ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA catálogo produzido com leituras em vídeo e intérprete de libras. Acessibilidade das ações de formação de platéia: ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA Acessibilidade física: obstáculos nivelados por rampas, vagas de estacionamento reservadas, banheiros adaptados. Equipe orientada Guia intérprete de língua de sinais
As ações de democratização de acesso, conforme o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, compridas nesse projeto serão: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; APLICAÇÕES PRÁTICAS: 1. 40% (quartenta por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; 2. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; 3. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; 4. Distribuição gratuita de catálogo da exposição para alunos e professores da rede pública; 5. Realização de palestras para educadores em escolas municipais.
Coordenação Geral e Coordenação Artística: CAMILA GUANABARA - EMPRESA GUANABARA - PROPONENTE Responsável pela produção de todo o projeto, desde a contratação dos fornecedores, operacionalização das estratégias de execução e cumprimento das etapas de realização. Experiência na função em trabalhos realizados como assistente de produção e na área de Comunicação e Marketing. Em 2012 atuou como assistente de produção no I Festival No Improviso Jazz & Blues e na Feira de Gestão FAE 2012. E no ano de 2013 atuou na coordenação das peças de divulgação do I Festival de Teatro Infantil - Brinque e do II Festival No Improviso Jazz & Blues. E na assessoria de elaboração e execução do projeto Era uma vez...Eram duas...Eram três, Conversarte, Festival Brinque de Lendas Brasileir as, Eu vejo assim e Festival de Teatro Infantil Brinque – Folclore do Brasil, Brinque - Mitos, Era uma vez - Fábulas, Orquestra Cor Brasil, Pakuá - Prêmio de fotografia aerea. PRODUÇÃO EXECUTIVA - CAROLINA MONTENEGRO Jornalista e gestora cultural com especialização em marketing, comunicação institucional e práticas dirigidas a elaboração de projetos de incentivo e fomento a cultura, eduação e economia criativa. É diretora da Montenegro Produções Culturais, com sede em Curitiba. Atuando no mercado de produção e gestão cultural há treze anos, é responsável por elaborar, captar e executar projetos proprietários e parceiros. Em seu histórico de produção constam mais de 40 projetos desenvolvidos e aproximadamente 120 investidores. Já produziu sete edições de Festivais de Teatro Infantil, quatro edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, a série de encontros Conversarte, exposições artísticas, oficinas culturais, de gastronomia, seminários de sustentabilidade, educação, economia criativa e outros. Traz ainda como experiência o gerenciamento de conteúdos, a publicação de livros, catálogos de arte e revistas. Atualmente também desenvolve projetos voltados para formação e aperfeiçoamento de gestores culturais, na constituição de cursos e oficinas práticos sobre a atuação desses profissionais. Projetos culturais em andamento e executados, funções: coordenação geral, artística e comunicação. • I e II Festival de Jazz e Blues – No Improviso / I Festival de Teatro Infantil – Brinque / II Festival de Teatro Infantil – Era uma, eram duas, eram três / II Festival Brinque / I Conversarte/ II Conversarte/ Exposição de arte Eu vejo assim / III Festival de Teatro Infantil Brinque – Folclore do Brasil / II Festival Era uma vez...eram duas, eram três / Casa dos Sentidos/ Exposição de artes Mágico de Oz/ Prêmio de Fotografia Aérea – Pakuá/ Orquestra Cor Brasil.
Projeto arquivado a pedido do proponente.