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Produção e realização do desfile da VAI VAI no grupo especial do Carnaval 2022 de São Paulo, onde serão distribuídas fantasias para comunidade. Realização de oficina de bateria como Contrapartida social.
INTRODUÇÃOÉ uma grande missão recuperar a dignidade dos povos africanos, que em tempos antigos saíram soberanos de suas terras – da GRANDE MÃE ÁFRICA, levando sua cultura e valores para o resto do mundo. Estes homens e mulheres tiveram o elo de suas vidas rompido dramaticamente pelo episódio da escravidão.Ao reunir os pedaços de suas memórias, pretendemos reestabelecer esta conexão, unindo seus descendentes-herdeiros com as civilizações ancestrais – aquelas que engendraram a escrita, o conhecimento e a grandiosidade que permeiam a verdadeira história africana. A sabedoria de um destes povos, os AXANTES, e sua mitologia povoada de quimeras, nos ajudarão a realizar este reencontro do negro contemporâneo com as suas origens. JUSTIFICATIVAContam que no mundo antigo não havia histórias e nem o saber, por isso era muito triste viver por aqui. Insatisfeito, ANANSE – o ser mitológico que era homem e também era aranha – foi até os céus para negociar com NYAME, O Grande Criador, o preço de seu baú de histórias e ensinamentos.Para conceder a ele este tesouro, NYAME lhe fez uma proposta: ele deveria presenteá-lo com quatro seres indomáveis, criaturas encantadas que há muito haviam escapado de seus domínios. Com o negócio realizado, ANANSE – malandro, sagaz e muito esperto, conquistou o baú, que era na verdade uma grande cabaça contendo as dádivas tão desejadas. Maravilhado com o próprio feito, ele desceu do céu numa teia de prata e levou a cabaça para o povo de sua aldeia.Ao quebrá-la, todas as histórias e ensinamentos divinos se espalharam pela terra, através do uso do ADINKRA, um conjunto de ideogramas cujos símbolos expressam ideias através de provérbios. Sendo utilizado ainda hoje pelos AXANTES, o ADINKRA é um dentre os vários sistemas de escrita da África pré-colonial. Ao longo do tempo, ele foi se desenvolvendo e incorporando aspectos da filosofia, acompanhando o momento histórico de seu povo e absorvendo contos folclóricos e culturais.O SANKOFA, o pássaro sagrado africano que dá nome ao nosso enredo, faz parte deste curioso e fascinante conjunto. Carregando como significado o ensinamento de que “nunca é tarde para voltar atrás e buscar o que ficou perdido”, este símbolo se tornou o norte dos grandes pensadores do movimento negro moderno, chegando até a nossa Pequena África – O Bixiga.Então, a figura da AVE NEGRA que curva a cabeça para trás em busca de seu bem mais precioso, conduzirá a narrativa do Grêmio Recreativo Cultural e Social Escola de Samba VAI-VAI para o próximo carnaval. Neste voo em liberdade, através de seus pares, as maravilhosas Adinkras, cantaremos as memórias desta ÁFRICA AXANTE e SOBERANA, onde o pensamento floresceu e a riqueza foi inimaginável. Desfilará um novo horizonte para a atualidade, um espelho para onde se deve olhar e se reconhecer. SOMOS TODOS SOBERANOS! SOMOS VAI-VAI! SINOPSE No movimento alado do pássaro negro SANKOFA começa o nosso carnaval. Seu olhar para o passado nos leva ao coração da África: o IMPÉRIO AXANTE, seu berço sagrado e um de nossos mais gloriosos ramos ancestrais, lugar onde o pensamento floresceu e o conhecimento se fez imortal.Segundo contam os antepassados, este legado admirável estaria ligado à influência divina sobre seu povo, dádiva estabelecida num episódio antológico. Diz-se que ANANSE – o heroico tecelão de contos da mitologia AXANTE, teria conquistado o baú do GRANDE CRIADOR NYAME, uma cabaça encantada, onde estariam guardadas todas as histórias e preceitos primordiais. Quando ANANSE quebrou-a no chão, espalhou toda a sabedoria entre os homens, através de símbolos divinos que se formaram a partir de cada pedaço da cabaça, numa imensa profusão de luz.A estes símbolos – dos quais o SANKOFA faz parte – damos o nome de ADINKRAS. Eles acompanharam o POVO AXANTE durante toda sua trajetória, sendo base para sua construção social e servindo também para registrar seu aprendizado ao longo do tempo. Para cada momento e função havia uma simbologia; para cada passagem, uma forma carregando uma lição a ser aprendida.E para que se tenha noção da importância destas figuras, o rei – sempre adornado pelo mais áureo metal – só se apresentava ao povo com os braceletes e mantos que estivessem forjados com as imagens que representassem sua grandeza e liderança; e seu trono - um presente intocável que desceu dos céus - era marcado com os escritos mais nobres, os princípios da criação.Seus pajens, com espadas e escudos dourados, traziam estampadas em lindas vestes as juras de lealdade ao soberano maior, enquanto os filhos dos reinos vassalos, com seus cabelos trançados em puro ouro, ostentavam em seus corpos as pinturas que ilustravam a unidade e a paz. Havia ainda cavalos berberes, zebras do Congo e mabecos do Zambeze (cães selvagens africanos), que também desfilavam pela corte, ornamentados com artefatos que os identificavam como verdadeiras armas reais.Essa era a imagem do esplendor da ÁFRICA NEGRA, que desabrochava retinta entre o mar e o sahel. Pouco a pouco, as adversidades daquela terra bestial foram domadas pela compreensão dos mais sábios, e esta foi transmitida por traços inspirados em suas feras temidas e flores gentis. Seus guerreiros, homens e mulheres, cujos punhos eram tão importantes quanto as adagas e facões, traziam na pele as marcas de uma imensa e lendária bravura; e os povos amigos, aqueles que se irmanavam em cooperação, tinham suas amizades e contribuições seladas por expressões especiais.Os desenhos agora inspiravam convivência e prosperidade, afinal, se era preciso levar o ouro, o pano e a noz para os confins do Saara, e trazer a seda que vinha do oriente, havia sempre o olhar fraterno de um viajante tuaregue, que sobre seu camelo corria o continente, recoberto por seu manto azul safira; e se o mercador vinha da costa, prevalecia sempre a harmonia com a força GÁ – tão acostumada com a água de sal – que tratava de escoar o que valia em espécie. A evolução dependia do outro, do respeito e da aceitação.A arte, expressão mais sublime de uma sociedade em apogeu, também servia como instrumento para perpetuar estes saberes. Apreciadas em todo mundo, as peças em chifre,esculturas em madeira e colares masbaha, além das famosas joias e de seus caríssimos tecidos, eram marcadas com estas mensagens, geralmente de humildade, persistência e perfeição, as matérias-primas de seus artesãos. Até as máscaras, um tanto curiosas e expressivas, aos poucos deixavam a restrição dos ritos espirituais e convenções políticas para adornar as casas e palácios reais da Ásia e Europa, servindo de porta-vozes para estes valores transcendentais.E nem mesmo o despertar da maldade e da ganância, sob a forma de uma sinistra fortaleza, foi capaz de apagar o que estava escrito. Se a fúria das correntes da diáspora pretendia destruir os pilares de uma civilização, acabou por semear suas virtudes, carregando para o Novo Mundo as traduções de todos estes segredos junto a cada corpo arrancado de sua terra natal. Estabeleceu-se, neste terrível episódio, uma ligação indissolúvel entre o novo e o original, entre o que se passou e o que havia de se passar.Foi assim, feito um mistério para aqueles que não eram capazes de decifrar seu significado - que a sabedoria AXANTE sobreviveu ao destino, se misturando com outras negritudes e ligando diferentes corações pelo sentimento de irmandade e resistência. Ao redescobrir as ADINKRAS, nos reencontramos com esta civilização em nós, reconhecendo a influência destes ditos do passado em nossa cultura atual.Somos filhos desta realeza africana, de “meu rei, minha rainha”, da filosofia de vida transmitida por nossos fundadores ancestrais. Os tambores que falam do lado de lá são os mesmos que ecoam em nossa PEQUENA ÁFRICA – O BIXIGA, cuja simbologia maior é a imagem da COROA e dos RAMOS DE CAFÉ, a ADINKRA do sambista, uma marca que resiste ao tempo e que ao longe se identifica há mais de noventa carnavais.Volte e pegue, comunidade!Seja a glória de seu passado, no presente e para sempre, a SARACURA e o SANKOFA! DICIONÁRIO ADINKRA ADINKRA HENESímbolo da grandeza e da liderança, o ADINKRAHENE representa aquele que é senhor de si mesmo e irradia sua força para os demais.SANKOFA“Nunca é tarde para voltar atrás e buscar o que ficou perdido” diz o provérbio que dá significado ao SANKOFA. Esta ADINKRA representa o valor do passado e a necessidade de valorizar raízes.ANANSE-NTONTANSímbolo da criatividade e da sabedoria, o ADINKRA da teia de aranha é inspirado no DEUS ANANSE, o contador de histórias da mitologia que teria ensinado o homem a tecer mensagens.OHEN ADWAESímbolo da autoridade sagrada, o banco do rei é a ADINKRA que acompanha os grandes comandantes AXANTES.OHENE TUO“O punhal só vira arma na mão de alguém”, diz o provérbio que acompanha este ADINKRA, que simboliza a autoridade e a proteção através da arma do rei.BESE-SAKAA noz-de-cola - uma das maiores riquezas da região onde se estabeleceu o IMPÉRIO AXANTE - é o ADINKRA que representa a fartura e a abundância, o esplendor!WAWA ABAA semente da árvore africana WAWA ABA é o ADINKRA que representa a dureza, a força e a perseverança contra o adverso, por conta de sua casca inquebrável.AKOFENAAs espadas de guerra formam a ADINKRA da coragem e do valor, utilizada para coroar os mais bravos e valentes guerreiros do reino.FAVOWUDIEO ADINKRA da liberdade e independência é representado pelo círculo desfeito com as pontas para fora. Costumeiramente surge associado a virtudes animais.ASASE YE DURU Representado pelo reflexo de dois corações, este ADINKRA mostra a importância do que vem da terra para o erguimento da vida, uma lição de sabedoria.DENKYEN“O crocodilo vive na água, mas respira o ar”, diz o ADINKRA que representa a adaptação as novas situações, simbolizado pelo crocodilo anão.BOEME“Ajude-me a ajudá-lo”, diz o ADINKRA que representa a cooperação, as trocas de conhecimento realizadas pelos AXANTES para seu agigantamento enquanto Império.BI NKA BI“Um não deve morder o outro”, diz o ADINKRA que representa a harmonia entre diferentes povos em busca de um bem comum, representado pelos peixes que se completam.OKUAFO PA“O bom trabalhador não fala do tamanho do trabalho, apenas cuida e faz” diz o provérbio do ADINKRA que fala sobre o afinco e crescimento comercial através da dedicação.OSIDANO ADINKRA do construtor traz a inventividade tecnológica dos AXANTES, que aos poucos aperfeiçoaram seus afazeres com grande habilidadeDWANNIMNEN“A força está no coração e não nos chifres”, diz o ADINKRA formado pelos chifres de um carneiro, muito utilizado em esculturas, cujo significado é a humildade e a dedicação.HYE WON HYE“Que quem queima não seja queimado”, diz o ADINKRA que representa o imperecível, o aspecto duradouro. Muito usado nas esculturas e obras de arte AXANTES.NYA ABOTEREAparecendo frequentemente nos colares/terços produzidos pelos AXANTES para o mundo todo, este ADINKRA simboliza calma, paciência e perfeição, essenciais para a confecção das peças.NSEREWARepresentado pela flor do quiabo, esta ADINKRA simboliza a afluência de algo superior, a abundância de algo inigualável, e costuma surgir entre as famosas joias AXANTES.OWO FORO ADOBEA serpente que escala a palmeira forma o ADINKRA que nos traz a execução do impossível, muito utilizado nos tecidos AXANTES, considerados dos melhores do mundo.NKYIMUEste ADINKRA, representando a intermitência dos pontos tecidos traz a habilidade a precisão dos tecelões AXANTES, produtores de tecidos valiosos como o KENTE.ME WARE WO“Ninguém se apressa para construir o que importa”, diz o provérbio da ADINKRA que representa o comprometimento e a meticulosidade dos artistas com suas obras, geralmente máscaras.DAME DAMEO ADINKRA que nos traz a estratégia é formado pela imagem do jogo de damas africano. Muito utilizado na arte, ele simboliza as artimanhas dos artesãos para executar o ofício.MATE MASIE“Eu guardo aquilo que ouço”, diz o ADINKRA que representa o conhecimento como fonte de poder, geralmente encontrado em máscaras de fundo ritualístico.EPAO ADINKRA das algemas representa a maldade da escravidão que se abateu sob o povo negro, sendo muito utilizado para representar a tortura no mar.ODO NYERA FIE KWAN“O amor nunca perde o caminho de casa” diz a ADINKRA que trata sobre a preservação das tradições africanas pelos escravizados como forma de mantê-los ligados a casa.AKOMA NTOSOO ADINKRA dos corações ligados foi muito utilizado durante a diáspora, especialmente no Norte do país e no Caribe, como representação da união entre os que vieram e os que ficaram.TABONO ADINKRA da coragem contra o inimigo traz a hélice que enfrenta as correntes do mar. Se chama TABON em referência aos afro-brasileiros que se libertaram e voltaram a África em 1835.ESSE NE TEKREMAO ADINKRA que traz “a língua e os dentes” fala sobre interdependência e formação de comunidades, em alusão a união entre diferentes povos africanos na luta pela liberdade.NYAME NNWU NA MAWU“Deus não morre, então não morrerei” é a ADINKRA que fala sobre a crença na vida após a morte, do qual se originam tradições de festejos aos mortos ainda realizados.NYA NSAPOO nó da sabedoria é a ADINKRA que nos traz a hereditariedade do conhecimento, a venerada ligação entre pessoas e gerações através da sabedoria.FAFANTOO ADINKRA da borboleta nos traz a honestidade como valor primordial para a vida. Segundo ele, a borboleta não sorve a flor que não seja dela.AKOKONAN“A galinha não mata os pintinhos” diz a ADINKRA que nos traz o costume dos mais velhos em cuidar dos mais novos e ensiná-los para que a vida não o faça.DUAFEO pente de ferro é a ADINKRA que nos traz o cuidado com a beleza e a limpeza dos cabelos como forma de mostrar a realeza e supremacia da raça.NSONOMMA“Somos todos filhos de Deus” diz o ADINKRA que nos traz a igualdade como mensagem, uma lição de autoestima e de incentivo aos que sofrem.SANKOFA DUOEsta variação do ADINKRA SANKOFA representa o encontro entre o passado e o presente, a ponte para construir um futuro, sob a forma de um coração.PEMPAMSIEO ADINKRA da prontidão traz o elo de uma corrente, simbolizando a união para a luta, a proteção entre os irmãos negros de pronto.AYA“Somos como samambaia que não depende da caridade da chuva ou do Sol”. Este é o provérbio que traz a ADINKRA da RESISTÊNCIA, uma prova da força e do direito dos povos africanos.NKONSON-KONSON“Os homens que compartilham de uma relação em comum nunca se separam uns dos outros”, diz o ADINKRA que traz a unidade pelo passado em comum, símbolo do movimento negro.AKOBEMO punho erguido que corta é o ADINKRA que traz o alerta de vigilância e prontidão, para que todos estejam prontos para lutar contra o que vier.GYE NYAME“Somos a presença de Deus” diz o provérbio que traz a ADINKRA que representa o divino que há em nós, a dádiva que carregamos desde os tempos ancestrais. CARNAVALESCO: CHICO SPINOZADIREÇÃO DE CARNAVAL: GABRIEL MELOAUTORIA DE ENREDO: CHICO SPINOZASINOPSE: GABRIEL MELO
O OBJETIVO GERAL DO PROJETO É A PARTICIPAÇÃO NO DESFILE OFICIAL NO GRUPO ESPECIAL, NO CARNAVAL DE 2022 NA CIDADE DE SÃO PAULO, COM APRESENTAÇÃO DO SEU ENREDO QUANDO PRETENDE-SE, CONSTRUIR E MONTAR EM FERRO, MADEIRA E CONJUNTOS CENOGRAFICO AS INSTALAÇÕES ELETRICAS PARA ILUMINAÇÃO E DESLOCAMENTOS DE ALEGORIAS. CRIAR E CONFECCIONAR AS FANTASIAS, ADEREÇOS, CALÇADOS A SEREM UTILIZADOS PELOS COMPONENTES. APARELHAR A BATERIA COM OS INSTRUMENTOS NECESSARIOS AO BOM DESEMPENHO DE SUA ATIVIDADE. DAR FORMA AOS ROTEIROS CRIADOS PELA COMISSÃO DE CARNAVAL. REALIZAR NA SUA QUADRA E NO SAMBODROMO DO ANHEMBÍ OS ENSAIOS TECNICOS INDISPENSAVEIS NOS MESES QUE ANTECEDEM A DATA DO DESFILE OFICIAL. O OBJETO ESPECÍFICO: O CARNAVAL É, SEM DÚVIDA, UMA DAS MAIORES MANIFESTAÇÕES DA CULTURA BRASILEIRA. SUA GRANDIOSIDADE TRANSFORMOU-O NÃO APENAS EM UM DOS MAIS IMPORTANTES EVENTOS DO PAÍS, MAS TAMBÉM EM RESPONSÁVEL POR PARTE SIGNIFICATIVA DA "MARCA BRASIL" NO MUNDO. O "PAÍS DO CARNAVAL" . PRODUTOS: DESFILE DE CARNAVAL: PRODUÇÃO DE 2.000 FANTASIAS QUE SERÃO DISTRIBUIDAS PARA A COMUNIDADE E MONTAGEM DE SEIS CARROS ALEGÓRICOS QUE FARÃO PARTE DO DESFILE, 03 CASAIS DE MESTRE SALA E PORTA BANDEIRA, 20 ENSAIOS NA SEDE SOCIAL DA ESCOLA DE SAMBA, 03 ENSAIOS TÉCNICOS NO SAMBÓDROMO DO ANHEMBÍ, 01 APRESENTAÇÃO O DESFILE OCICIAL DO CARNAVAL E UMA NOVA APRESENTAÇÃO NO DESFILE DAS CAMPEÃS CASO FIQUE ENTRE AS CINCO PRIMEIRAS COLOCADAS. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: EM PARCERIA COM ESCOLAS PÚBLICAS DA REGIÃO, REALIZAREMOS UMA OFICINA CULTURAL, DIRECIONADA PARA 200 ALUNOS/OFICINEIROS, EM INSTRUMENTOS DE PERCUSSÃO, (SURDO, TAMBORIM, CAIXA E REPINIQUE) SERÃO 02 TURMAS, COM 100 EDUCANDOS CADA. O G.R.C. ESCOLA DE SAMBA VAI VAI, ATRAVÉS DE SUA RESPONSABILIDADE SOCIOCULTURAL, ATENDE CRIANÇAS, JOVENS E ADULTOS DE SEU ENTORNO, CIDADÃOS DESFAVORECIDOS ECONOMICAMENTE, DESPROVIDOS DE ARTE E CULTURA E A GRANDE MAIORIA EM ESTADO VULNERÁVEL. SOMENTE ATRAVÉS DE MANIFESTAÇÕES POPULARES E GRATUITAS É QUE ESSES CIDADÃOS CONSEGUEM TER ACESSO A PRÁTICAS CULTURAIS. DURANTE O ANO TODO.
As Escolas de Samba não só criam, desenvolvem e promovem o maior movimento popular e cultural do mundo, que é o Carnaval e sim tem um papel importante perante a sociedade, pois hoje as Escolas de Samba são grandes espaços de Formação Cultural Cidadã gratuita, onde através de nossa Responsabilidade Sociocultural, temos como missão:- * A Inclusão Social; * A Valorização Humana; *O Incentivo a Arte e a Cultura; * A Profissionlização, Geração de Renda, Sustentbilidade; * A Busca de Novos Talentos. Com os princípios acima e com a distribuição gratuita de fantasias, beneficiaremos centenas de cidadãos, proporcionando uma vivência cultural integrada com artistas populares, dispostos a despertar o interesse dos mesmos, através da música, da dança, do teatro, das artes, multiplicando seus conhecimentos, garantindo uma identidade cultural com a participação em uma das maiores manifestações da cultura popular brasileira gratuitamente e colaborando com o desenvolvimento sociocultural, educativo, ambiental e econômico da nossa Cidade de São Paulo, tal como do Estado e País. A Escola de Samba VAI VAI é uma entidade carnavalesca onde sua proposta visa a se enquadrar no Artigo 1º da Lei 8.313/91, conforme Incisos I, III, IV, VIII e IX. E também tem como finalidade o fomento a produção cultural e artistica, conforme Artigo 3º da Lei 8.313/91, Inciso II, letra C.
NÃO HÁ.
O G.R.C. ESCOLA DE SAMBA VAI VAI , através de sua Responsabilidade Social, está sempre preocupada em recepcionar e atender bem sem distinção. E em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa 02/2019,conforme a Lei Nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.904, de 2018 possibilita o pleno exercício aos direitos culturais, facilitando o livre acesso da pessoa portadora de necessidades especiais:- I - ACESSIBILIDADE FÍSICA:- Em nosso espaço, conseguimos suprir as necessidades deste público, com entrada com rampa de acesso, banheiro acessível com sinalização, espaço específico para cadeirantes e contamos com a colaboração de uma equipe presente em nossas ações, para recepcionar, acomodar, instruir, orientar e se necessário, acompanhar durante o ensaio e desfile. O Projeto (desfile), será realizado no Pólo Cultural Grande Otelo (Sambódromo do Anhembi), que está capacitado para recepcionar e atender todos os cidadãos com necessidades especiais (idosos e/ou pessoas com deficiência física, auditiva, visual e cognitiva), fornecendo espaços exclusivos, transportes adaptados e funcionários treinados para recepção e atendimento. II - ACESSIBILIDADE AUDITIVA:- Vídeo com a tradução em Libras do samba-enredo da Colorado do Brás, que é uma participante do projeto Samba com as Mãos, III - ACESSIBILIDADE VISUAL:- Audiodescrição direto do Sambodromo do Anhembi,pelo link das redes sociais da SMPED; Assim como é para os demais cidadãos, não existe nenhum impedimento para qualquer portador de necessidades especiais participe do desfile, devendo apenas o mesmo participar dos ensaios e demais atividades relacionadas ao projeto,procurar estar cadastrado para aquisição de fantasia (para si e para o acompanhante, quando necessário) ainda no período de preparação do desfile. Se houver cidadãos com deficiência visual que irão desfilar, conforme necessidade, as fantasias serão adaptadas. CONTRAPARTIDA SOCIAL AÇÕES DE ACESSIBILIDADE Teremos monitores capacitados para lidar com as diferenças , como forma de facilitar a comunicação entre os participantes. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Espaço totalmente adaptado com banheiro, rampa de acesso e demarcações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: SERÁ CONTRATADO NARRADOR AUDIODESCRITIVO COMO PREVISTO NA PLANILHA. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: SERÁ CONTRATADO INTÉRPRETES DE LIBRAS COMO PREVISTO NA PLANILHA.
A distribuição será gratuita à população de baixa renda, nos termos do art. 4º do Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007 .Acreditamos no envolvimento da comunidade, e sabemos da dificuldade sócio econômica em que vive a maioria das famílias que frequentam a escola, por isso percebemos que a distribuição gratuita das fantasias produzidas pelo projeto à comunidade seria um fator primordial para a aproximação desse público. Assim, incentivando essa aproximação, que visa o envolvimento da comunidade nos diversos projetos desenvolvidos pela Escola, estabelecemos como condição para o recebimento das fantasias, a inscrição em uma pré-lista, que será atualizada a partir da presença obrigatória nos ensaios realizados na quadra da Escola, onde estes foliões terão acesso gratuito. Ressaltamos que a presença nos ensaios aumentará a qualidade técnica do desfile da Unidos de Vila Maria. Além disso, todo o desfile é transmitido de forma gratuita pela Rede Globo de Televisão, garantindo assim o amplo acesso ao desfile da escola. Além disso, em atendimento ao artº 21 da IN 02/2019, como medidas de ampliação de acesso teremos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Como CONTRA PARTIDA SOCIAL , em atendimento ao artº 22, da IN 02/2019, realizaremos, em parceria com escolas públicas do entorno, 01 Oficina cultural, para 200 alunos/oficineiros, divididos em 04 turmas, ministradas pelo Mestre de bateria da escola, sobre instrumentos de percussão que formam uma bateria de escola de samba. Cada turma terá 100 alunos e esses encontros serão de forma gratuita, como ações formativas culturais.
O Proponente na pessoa de seu presidente Claricio Aparecido Gonçalves, será o responsável técnico financeiro projeto. Não haverá remuneração. PRESIDENTE Claricio Aparecido Gonçalves, chegou a escola em 1975 como componente, De lá pra cá, ocupou os cargos de chefe de ala, comissão de carnaval, membro do conselho deliberativo e atualmente ocupa o cargo de presidente executivo. Além disso, acumula a função de presidente da associação dos blocos de SP. CARNAVALESCO Chico Spinoza Francisco Carlos Soares Spinosa, mais conhecido como Chico Spinosa (Tabapuã , 2 de Fevereiro de 1952) é um carnavalesco, figurinista e comentarista de carnaval brasileiro. com passagens em emissoras de televisão, atuando principalmente em novelas e em grandes escolas do Carnaval do Brasil BiografiaFilho de um fazendeiro e diretora de escola particular, Chico antes de atuar no carnaval. atuou como figurinista da extinta TV Tupi, estando como membro da equipe do diretor de arte Pedro Ivan na novela Mulheres de Areia. Na mesma emissora, Chico Spinoza atuou em várias novelas, como O Machão e Xeque-Mate. em seguida, atuou em novelas da extinta TV Educativa e TV Bandeirantes. até em 1976, ir para Rede Globo onde já fez especiais, novelas, minisséries, musicais de fim de ano e programas de humorísticos da emissora.[1] depois de atuar na televisão, resolveu se aventurar no carnaval, em 1988 ao fazer dupla com o cenográfo Mário Monteiro, no Salgueiro. tendo se reencontrado no único ano em que a Estácio de Sá ganhou a elite do Carnaval Carioca, com o enredo Paulicéia Desvairada - 70 anos de Modernismo [2] e logo em seguida atuou como carnavalesco na União da Ilha, Vai-Vai (aonde foi bicampeão do Carnaval Paulistano, nos anos de 1998 e 1999), Unidos da Tijuca e Viradouro No ano de 2003 foi carnavalesco da Mocidade, na Penúltima vez em que a agremiação foi ao desfile das campeãs, permanecendo na verde e branca de Padre Miguel, no ano seguinte. em 2005 fez dupla jornada, pois foi carnavalesco da Caprichosos e Nenê de Vila Matilde e em 2006, continuando só na Caprichosos e retornando novamente a Vai-Vai. pelo qual no ano de 2007 foi terceiro colocado com o enredo O 4º Reino, O Reino do Absurdo; novamente campeão com o enredo Vai-Vai acorda Brasil, a saída é ter esperança em 2008 e no ano seguinte, vice-campeão com Mens Sana et Corpore Sano - O Milênio da Superação. voltou ao berço do samba em 2010, onde dividiu com Gebran Smera com um enredo sobre a história da própia agremiação ficando próximo de retornar ao Especial, terminando na segunda colocação. em 2011, viria a continuar como carnavalesco, mas saiu devido as divergências com a escola. sendo nesse ano em que retornou ao Carnaval Paulista, ao desenvolver o carnaval da Tom Maior. No ano de 2012, esteve como carnavalesco da Vila Maria[3] e continuando na escola, em 2013. Ainda esse ano, foi comentarista dos desfiles da Série A e Grupo Especial, pela TV Globo. Em 2014, Chico Spinoza retornou mais uma vez, como carnavalesco da Vai-Vai,[4] não logrando êxito ao terminar 9º colocação e permanecendo como comentarista de carnaval da Globo, no qual fez também em 2015.[5] Para 2016 com o retorno da Estácio ao Especial e sua terceira passagem pela escola, aonde junto com Amauri Santos e Tarcisio Zanon, faz parte da Comissão de Carnaval.[6] com a queda da Estácio a Série A, permaneceu dividindo só com Tarcisio Zanon, mas saiu da escola após não conseguir patrocínio num provável enredo sobre Cingapura. Retornou mais uma vez a Vai-Vai, no ano de 2018 e novamente em 2020[7], onde sagrou-se campeão do Grupo 1 e trazendo a tradicional escola do Beixiga ao Grupo Especial, permanecendo para 2021. _________________________________________________________________________________________________________ DIRETOR CULTURAL André F M da Silva, chegou a escola em 2000, como componente, foi apoio de ala, assessor da presidência, harmonia e hoje ocupa o cargo de diretor do departamento cultural. Formado em Biblioteconomia, sempre esteve teve atuação na organização de eventos culturais e voltados para participação social. ____________________________________________________________________________________________________ MESTRE DE BATERIA Mestre Tadeu No comando da bateria desde o carnaval de 1973 está Antônio Carlos Tadeu, mais conhecido como mestre Tadeu, considerado patrimônio vivo do Vai-Vai e do carnaval paulistano. Mestre Tadeu chegou ao Vai-Vai no final da década de 1960, vindo da escola de samba Lavapés, uma das mais antigas do carnaval de São Paulo, e pouco tempo depois assumiria o posto de mestre de bateria, onde permanece desde então.[22] Mestre Tadeu tem ao todo 16 títulos de campeão do carnaval, o primeiro como ritmista quando em 1970 o Vai-Vai se consagraria campeão do grupo dos cordões, e os outros 15 como mestre de bateria da escola no grupo de elite do carnaval paulistano. Participou de todos os títulos da história do Vai-Vai depois que está se tornou escola de samba em 1972, uma marca invejável que faz dele o maior colecionador de títulos do carnaval. Há 44 anos como mestre de bateria da escola,[23] Tadeu também detém o recorde de mestre a mais tempo comandando uma mesma bateria na história do carnaval tanto de São Paulo quanto do Rio de Janeiro. Das suas mãos e dessa bateria sairam varios diretores de bateria de São Paulo como Magui, Tornado, Negativo, Thiago Praxedes, Beto Repinique entre outros. _________________________________________________________________________________________________ PORTA BANDEIRA PAULA PENTEADO Nascida no berço do Samba de São Paulo, Paula Penteado é a quarta geração de uma família tradicional no carnaval paulistano. Seu bisavô foi um dos fundadores do GRCSES Vai-Vai a maior detentora de títulos do Estado. Seu primeiro desfile foi em 1986 e está na escola até hoje completando 36 carnavais na mesma escola. Desfilou na ala das crianças, destaque mirim de carro alegórico e passista mirim, porém, se apaixonou pelo bailar da Porta-Bandeira, devido a ser parecido com uma bailarina. Começou como Porta-Bandeira mirim em 1990 dando continuidade em sua paixão até assumir o Pavilhão oficial da escola em 2006, completando 16 carnavais no cargo oficial com o Mestre-Sala Reginaldo Pingo e 31 anos de Porta-Bandeira na mesma escola de samba. Dos 16 títulos da Vai-Vai como Escola de Samba, participou de 13 sendo 4 como Porta-Bandeira Oficial. Obtém Prêmios como O Diário de São Paulo, Feijão da Tia Vera, SRZD e Revista Feras do Carnaval. Em 2019 desfilou em Uruguaiana pela Imperadores do Sol e em 2020 novamente na Imperadores do Sol e no Rio de Janeiro pela Acadêmicos de Vigários geral. Ambos com o Mestre-Sala Jefferson Gomes. Conheceu a dança de salão ministrando aulas de Samba no pé nos wokshops de dança e começou a fazer aulas de danças de salão em 2008. Em 2013 entrou na Casa de Dança Carlinhos de Jesus como bolsista onde se formou professora. Formada em Publicidade e Propaganda, hoje exerce a profissão de Professora de Danças de Salão e Samba no Pé. Em parceria com Chris Brasil desde 2015, sua pesquisa principal é no Samba de Gafieira.
PROJETO ARQUIVADO.