| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 13699433000129 | Britania Componentes Eletrônicos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 00547437000140 | RACKS REFRIGERACAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 72,5 mil |
| 07592315000114 | FH CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA | 1900-01-01 | R$ 66,5 mil |
| 74174095000104 | PLOTTER ENGENHARIA LTDA. | 1900-01-01 | R$ 57,3 mil |
| 12202612000146 | O.S. SECURITIZADORA DE CREDITOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 00298749000167 | SERVOPA CAMINHOES LTDA | 1900-01-01 | R$ 26,0 mil |
| 76564624000101 | Servopa S/A Comércio e Indústria | 1900-01-01 | R$ 21,0 mil |
| 00111511000180 | DELTA CABLE TELE INFORMÁTICA COM E REP COMERCIAIS LTDA | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 75109074000160 | Gelopar Refrigeração Paranaense Ltda | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| ***038829** | EDUARDO BOSCHETTI | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| 04230984000158 | STARSPRINGS DO BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 9,0 mil |
| 24605076000109 | FH SERVICOS EM DIGITAL COMMERCE LTDA. | 1900-01-01 | R$ 8,2 mil |
| ***162349** | MARCOS OLANDOSKI | 1900-01-01 | R$ 7,5 mil |
| ***918468** | ROBERTO COSTA DE OLIVEIRA | 1900-01-01 | R$ 6,0 mil |
| ***016331** | MATIAS SCHWEIZER | 1900-01-01 | R$ 5,9 mil |
| ***886419** | DIETER BREPOHL | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| 76488196000177 | Laborátorio Prado S/A | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***101789** | VIVIAN CAROLINE CASTELLANO | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
| ***707450** | PAOLO BICCA DA SILVA | 1900-01-01 | R$ 3,5 mil |
| 01525323000161 | CAHETEL-TG COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***138869** | SIEGRID BLANK RISCH | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***169259** | MARCOS WEINGAERTNER | 1900-01-01 | R$ 2,5 mil |
| ***162839** | CELSO CARNIERI | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***539689** | LEONARDO GUILHERME HARDT | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***471239** | ANETE SUSANA WEICHSELBAUM | 1900-01-01 | R$ 1,6 mil |
| ***533280** | ROGER ANTONIO FINGER | 1900-01-01 | R$ 1,4 mil |
| 00125309000108 | CRIOS INDUSTRIAL LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,4 mil |
| ***509179** | MARCIO ANDRE SILVA STEUERNAGEL | 1900-01-01 | R$ 1,2 mil |
| ***819499** | ANTONIO MAURO MARCONDES DE SOUZA FILHO | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***491709** | KARINA EUGENIA SCHIMITH BIER | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***642959** | JUAREZ RUDSATZ | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***197669** | LOURIVAL BOEHS | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***854069** | INGO HERMES DITTMAR | 1900-01-01 | R$ 70,00 |
| ***432500** | MARIA VIRGINIA SENGER | 1900-01-01 | R$ 30,00 |
O Projeto Música no Bairro, de acordo com o Art. 24 do Decreto 10755/2021, oferece ações formativas de cultura através de vagas para Oficinas de Canto Coral e Instrumentos de Sopros a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social e econômica que residem em um bolsão de pobreza na periferia do município de Almirante Tamandaré, Paraná. Os produtos resultantes das ações formativas de cultura, visam fortalecer os participantes para que, gradativamente, sejam agentes transformadores da sua comunidade.
Não se aplica.
OBJETIVOS· OBJETIVO GERAL:Promover o desenvolvimento musical, estético, sociocultural, cognitivo e emocional de crianças e adolescentes residentes em área de risco, através do ensino musical, oferendo vagas para oficinas de Canto Coral e o Ensino de Instrumentos de Sopro, fortalecendo nos participantes, aptidões e atitudes como extroversão, espírito de equipe, tolerância, estabilidade emocional. Objetivos Específicos:1. Oferecer 130 vagas para oficinas de canto coral para crianças e adolescentes moradores da região e advindos de escolaspúblicas.2. Oferecer 130 vagas para oficinas de instrumentos de sopro para crianças e adolescentes moradores da região e advindosde escolas públicas.3. Executar 2 mostras de trabalhos nos finais de semestre, 1 Concerto Didático com os integrantes das oficinas, e atender a 10 convites de parceiros para apresentações. Público estimado: 2.250 pessoas.4. Realizar 4 apresentações didáticas em escolas públicas, como contrapartida social. Público estimado: 500 pessoas.5. Conceder 01(uma) Bolsa de Estudo Institucional visando dar condições para que 01 aluno de baixa renda familiar tenha acesso, permanência e conclusão de seus estudos regulares e de capacitação artística. IGUALARsyncVersão readequada
Essa proposta se enquadra no Art. 24 do Decreto 10.755, de 26 de julho de 2021, pois a proponente é uma instituição voltada a atividades de ações formativas e relevantes para a Cultura Nacional, bem como se encaixa nos seguintes incisos do Art.1º da Lei 8313/91: I -contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta se enquadra ainda nas finalidades do Art 3º da referida Lei: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do PRONAC, atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Nos seus primeiros dez anos, o projeto contou, entre outros, com patrocínio da Fundação Araucária FA, por meio de editais do Programa Universidade Sem Fronteiras USF/SETI (por dois anos); projetos de extensão da Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Campus I da Universidade Estadual do Paraná, UNESPAR, e a partir de 2017, contou com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura. Para o ano de 2022 se optou por prosseguir o apoio por meio da Lei de Incentivo a Cultura, para dar continuidade ao projeto, visto que a procura pelas oficinas é contínua e o projeto cresceu em qualidade técnica, educacional e artística. Portanto, a participação do Ministério do Turismo e patrocinadores garantirá o suporte necessário para que todos os objetivos propostos sejam alcançados com excelência. Supomos que a continuidade dos projetos da AECRI ao longo dos quinze últimos anos, a qualidade da formação artística de crianças e jovens que por ela são atendidos e, a abrangência de público atingido são indicações do mérito do projeto ora apresentado. O município de Almirante Tamandaré, localizado na região metropolitana de Curitiba, apresenta o IDH Índice de Desenvolvimento Humano 0.699, e apresenta índices alarmantes de abuso de drogas e violência. Almirante Tamandaré consta como 10º município mais violento do país, como mostra o novo relatório do Atlas da Violência 2018, publicação do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o Jornal Gazeta do Povo, do dia 15/06/2018: "Pessoas vivendo em domicílios sem água encanada nem esgoto adequados. Onde há paz, apenas 0,5% moram nessas condições; onde há violência, são 5,9% das pessoas. Quantidade de jovens "nem-nem", aqueles que nem estudam nem trabalham, de 15 a 24 anos. Nos municípios com menos mortes, há 4,3% deles. Já naqueles onde mais se morre e se mata, eles são 14,1% do total desta faixa etária. "Há uma clara correlação entre as condições de desenvolvimento humano e as taxas de mortes violentas", explica o economista Daniel Cerqueira, pesquisador do Ipea que coordenou o estudo' (Gazeta do Povo, "123 Municípios mais violentos do pais concentram 50% dos homicídios brasileiros" 15/06/2018). A comunidade onde se localiza o projeto, chamada de Bonfim, é um bolsão de pobreza, que fica a 4,5 km do centro de Almirante Tamandaré. A Associação Evangélica Cristo Redentor, AECRI, mantém o Projeto Dorcas, que já recebeu centenas de crianças e adolescentes em suas atividades, acolhendo também suas famílias, a fim de minimizar os efeitos da exclusão social e econômica. A proposta de oferecer oficinas de Música surgiu a partir da verificação de uma demanda local existente e da escassez de ofertas de cursos dessa natureza, acessível à faixa etária e condições socioeconômicas dos moradores da região. Por este motivo, a AECRI criou o Projeto Música no Bairro, iniciativa encabeçada pela Professora Renate Weiland, doutora na área de Educação e docente na UNESPAR -Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Desde 2010, uma equipe de professores de música atua no bairro, alcançando atualmente um nível artístico reconhecido e elogiado por grandes músicos.
Declaração A AECRI – Associação Evangélica Cristo Redentor, situada a Rua Trajano Reis, 199, bairro São Francisco, CEP 80.510-220, Curitiba/Pr, registrada no CNPJ/MF sob número 07.983.650/0001-43, DECLARA que o Projeto Música no Bairro tem caráter permanente na instituição. Inclusive, o Planejamento Estratégico prevê que, até 2030, atinjamos o atendimento anual de 500 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Mesmo assim, cumprindo a diligência emitida por esse Órgão, informa-se que no caso do encerramento do Projeto, os bens permanentes adquiridos através da Lei de Incentivo à Cultura, no caso, instrumentos musicais, serão doados para a Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Sendo o que tínhamos para o momento, permanecemos à disposição para qualquer esclarecimento. Kattie Jessie Dockhorn Paluch Presidente CPF 632.792.909-53========================================================== Produção - Constrapartidas Socias.Item 24 da planilha orçamentária: Locação de Onibus - conforme orientação recebida na diligencia, a locação de onibus é necessária para o transporte dos nossos alunos até as Escolas Municipais onde ocorrerão as apresentações referentes as Contrapartidas Sociais. ========================================================== Nos "Documentos Anexados", também estão:03 Orçamentos para compra de instrumentos musicais03 orçamentos para compra impressorasDeclaração de Doaçao dos Bens Permanentes AdquiridosDeclaração de não aglomeraçãoCartas de Intenção de Patrocinio de nossos Patrocinadores
BENEFICIÁRIOS E FORMA DE SELEÇÃO – O número de beneficiários diretos do Projeto Música no Bairro será de 130 crianças e adolescentes com idades entre 6 e 18 anos. Não há seleção para participação, os interessados se inscrevem diretamente no projeto. Serão oferecidas 130 vagas para Oficina de Canto Coral e 130 vagas para Oficina de Instrumento de Sopro PLANO DE EXECUÇÃO E PROJETO PEDAGÓGICO OBJETIVO GERAL Proporcionar ensino musical por meio de Oficinas de Canto Coral e Oficina de Instrumentos de Sopro - Metais e Flauta Doce, promovendo o acesso à alfabetização musical e ampliação de experiências culturais a crianças e adolescentes residentes no Bairro Bonfim em Almirante Tamandaré. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Oferecer às crianças e adolescentes estudos musicais de alta qualidade; Realizar concertos públicos que estimulam a autoestima dos integrantes e contribuam efetivamente para o desenvolvimento psicológico, motor, cognitivo, afetivo, social, cultural e estético das crianças e adolescentes; Desenvolvimento da sociabilidade dos alunos para agirem de forma adequada frente a diferentes situações, buscando que, gradativamente, sejam agentes transformadores da sua comunidade. Oficinas de Canto Coral e Instrumentos de Sopro: Terão a duração de 8 meses, no formato de oficinas continuadas de Canto Coral e de Instrumentos de Sopro, no período de março a junho, agosto a novembro de 2022. Em razão da Pandemia da COVID19, que ainda poderá nos trazer restrição de atividades presenciais em 2022, essas aulas poderão acontecer em sistema híbrido, aulas presenciais (seguindo todos os protocolos de saúde) e de forma remota, com vídeo-aulas e aulas por aplicativos como WhatsApp (o que já ocorreu em 2020) adequando-se à situação vigente. As crianças que ingressam no projeto fazem aulas de musicalização infantil e fortalecimento de vínculos duas vezes por semana, para a integração e iniciação nas atividades musicais. Na sequência, as crianças integrarão os Corais e iniciarão as aulas de flauta doce. As que já dominam os fundamentos desse instrumento terão aulas de instrumentos de sopro de metais: trompete, trombone e eufônio. Oficinas de Canto Coral, subdivididas em dois coros, o Coralito (iniciantes) e Pipa Amarela (avançados). As Oficinas de Instrumentos de Sopro, serão divididas em aulas de Musicalização Infantil e Fortalecimento de Vínculos, Flauta Doce e Instrumentos de Metais e acontecerão em níveis de proficiência instrumental, com grupos de até no máximo 15 crianças, nos turnos manhã e tarde. Oficina de Coro: Coralito- 4 aulas semanais,Pipa Amarela – 4 aulas semanais, – 8 aulas semanais, 32 aulas mensais- 256 aulas anuais e mais 10 horas para ensaios extras e apresentações, TOTAL: 266 horas Oficina de Instrumentos de Sopro Musicalização- 2 turmas simultâneas em cada turno: 8 aulas semanais, 32 aulas, mensais 256 aulas anuais Flauta Doce- 5 turmas em cada turno, 20 aulas semanais- 80 aulas mensais, 640 aulas anuais Metais- 3 turmas em cada turno, em 4 dias: 24 aulas semanais: 96 aulas mensais, 768 aulas anuais Ensaios e apresentações- 20 horas anuais TOTAL: 1684 horas aula Concertos Serão executados pelos integrantes das oficinas e são muito importantes no processo de aprendizado, trazendo aos alunos oportunidades da vivência de palco. Também são uma contrapartida social para formação de plateia, e para a população local uma experiência cultural importante. TOTAL: 1.950 horas.Pelas oficinas de Canto Coral, Instrumentos de Sopro, Concertos e Apresentações compartilhadas, estima-se o total de carga horária de 1.950 horas de atividades musicais orientadas. A carga horária será dividida por uma equipe de 11 professores. METODOLOGIA As atividades previstas seguirão o Modelo C(L)A(S)P de Keith Swanwick, importante educador musical inglês, reconhecido como um dos maiores na atualidade. Em todas as aulas de música, o aluno participará ativamente, podendo contribuir com suas preferências musicais, enfim, sendo um aluno ativamente criador. Além da execução e da criação musical e será trabalhada a necessária técnica para a correta execução instrumental, apoiados em conhecimentos de história e literatura musicais. O educador musical Keith Swanwick, (SWANWICK, 1979) enfatiza que o aluno de música precisa "fazer música musicalmente" desde a primeira aula, isto é, mesmo que apenas domine uma ou duas notas, já está envolvido no processo musical, o que fará toda diferença no seu estudo e desenvolvimento. Por isso a divisão em pequenos grupos para as atividades de musicalização e aprendizagem de instrumentos. SWANWICK (1979) propôs uma integração, bem como certa hierarquia de objetivos destinados à Educação Musical visando uma educação estética. Estes objetivos priorizam as atividades diretamente relacionadas à música, ou seja, a composição, a apreciação e a performance, deslocando o foco de concentração da aula de música das atividades secundárias, que o autor agrupou e denominou de Aquisição de Habilidades (técnica) e estudos de Literatura CONTEÚDO DA OFICINA DE INSTRUMENTOS DE SOPRO: Execução: Execução com sonoridade expressiva de no mínimo 10 músicas utilizando a escala pentatônica e/ou diatônica, com ritmos de semínimas, mínimas, colcheias e suas respectivas pausas. Execução de repertório erudito, popular, folclórico, etc. Composição: Elaboração de no mínimo duas pequenas composições ou improvisações próprias ou arranjos de peças musicais simples em escala pentatônica ou diatônica. Apreciação: Sensibilização com fruição estética de peças dos mais variados estilos como a folclórica, a popular nacional e internacional, grandes obras para orquestras, etc. Reconhecimento auditivo das formas AA' e AB, Rondó, etc. Desenvolvimento da audição interna e memória auditiva. Técnica: Noções básicas de postura, respiração, apoio, emissão, ressonância e articulação que permitam a correta execução instrumental. Teoria Musical: notação musical nos seguintes aspectos: Pentagrama, Clave de sol, Nome das notas, Fórmulas de compasso simples e compostos (2/4, 3/4, 4/4, 6/8), Figuras de notas e respectivas pausas (semibreve, mínima, semínima, colcheia, e semicolcheia), Compasso, Barra de compasso (simples, dupla e final), Barra de repetição, 1ª e 2ª casa (ritornello), D.C al fine, D.S al fine ao $, Alterações: sustenido, bemol e bequadro, Armadura de Clave, Sinais de dinâmica, Andamento (andante, allegro, moderato, etc.), Ligadura de valor, Ponto de aumento e diminuição, Fermata, Ligadura de fraseado, Marcação de respiração. Literatura: Conhecimento de características das músicas trabalhadas, do contexto no qual foram compostas e utilizadas, em especial das músicas utilizadas nas atividades de apreciação. CONTEÚDO DA OFICINA DE CANTO CORAL: Atividades de musicalização e fortalecimento de vínculos: atividades de iniciação musical com abordagem lúdica, promovida com crianças a partir dos 6 anos de idade, com enfoque musical e sociabilizador. Essas atividades têm como objetivo a integração e iniciação musical das crianças recém-chegadas ao projeto. Desenvolvimento Vocal: técnicas de ampliação e domínio respiratório; técnicas de crescimento de volume e amplitude da extensão vocal; afinação individual, em naipes e no cantar em conjunto. Desenvolvimento da afinação, da resposta precisa à regência, da respiração e da articulação, enquanto grupo coral. Participação nas apresentações, com atitudes que demonstrem progressivo controle emocional: respeito ao regente, professores e monitores, aos colegas e à plateia, demonstração de gradual concentração diante da situação de palco. Execução de músicas em uníssono e a duas vozes, na tessitura de Do 3 a Lá 4, em repertório nacional e internacional para canto coral infanto-juvenil. Cada ensaio segue a rotina de: aquecimento corporal e vocal; técnica vocal específica para coro infantil; preparo para a experiência cênica; construção de repertório.
O projeto propõe atender as políticas públicas de acessibilidade de mobilidade e dos conteúdos dos produtos, adaptando suas orientações às demandas específicas da realidade na qual as atividades se realizarão. Algumas despesas com acessibilidade serão realizadas com recursos próprios. OFICINAS 1.Acessibilidade física: O local onde o projeto Música no Bairro ocorre proporciona condições de acessibilidade não só a portadores de deficiência física, mas também a gestantes e pessoas idosas, cumprindo os seguintes itens; ponto de entrada com menos tráfego de alunos, portas com maçanetas do tipo alavanca e sala com possibilidade de rotação de 360º. Também conta com banheiros adaptados com espaço apropriado para cadeira de rodas e barras de apoio e lavatórios adaptados. O acesso externo não possui rampas, pois o imóvel onde se localiza o projeto não possui nenhuma escada nem degraus que poderiam dificultar o acesso. O estacionamento também não oferece dificuldade neste sentido pois está no mesmo nível do imóvel. Item da Planilha Orçamentária: será realizada com recursos próprios. 2.Acessibilidade para deficientes visuais: As medidas de acesso aos conteúdos serão tomadas de acordo com a demanda de vagas solicitadas pelos portadores de deficiência visual, lembrando que pode haver casos nos quais o grau de necessidade de adaptação para o acesso ao conteúdo das oficinas pode ser diferente. Entre as medidas que podem ser adotadas para o acesso aos conteúdos das oficinas estão; disponibilização e utilização de material digital de áudio e disponibilização e utilização de materiais próprios elaborados pela equipe de professores dependendo do grau de deficiência visual do estudante, como partituras com caracteres ampliados. Item da Planilha Orçamentária: será realizada com recursos próprios. 3.Acessibilidade para deficientes auditivos: As medidas de acesso aos conteúdos serão tomadas de acordo com a demanda de vagas solicitadas pelos portadores de deficiência auditiva, lembrando que pode haver casos nos quais o grau de necessidade de adaptação para o acesso aos conteúdos das oficinas pode ser diferentes. Entre as medidas que podem ser adotadas para o acesso ao conteúdo das oficinas estão; acompanhamento de um professor capacitado na utilização da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, disponibilização e utilização de material visual, disponibilização e utilização de material digital e disponibilização e utilização de materiais próprios elaborados pela equipe de professores dependendo do grau de deficiência auditiva do estudante. Item da Planilha Orçamentária: será realizada com recursos próprios. APRESENTAÇÕES DIDÁTICAS Em todas as apresentações didáticas propostas que possam vir a serem realizadas em diferentes espaços culturais, serão observadas as seguintes medidas como forma de acessibilidade ao público: 1.Acessibilidade Física: Escolha preferencial de espaços das apresentações com rampa de acesso e banheiros adaptados, reserva de assentos especiais, vagas preferenciais nos estacionamentos dos locais onde serão realizados os concertos e uma equipe de recepção especial para o atendimento e orientação do público. Item da Planilha Orçamentária: será realizada com recursos próprios ou no caso, escolha de locais que já tenham acessibilidade física para realização das apresentações. 2.Acessibilidade para deficientes visuais: Já na divulgação dos concertos, será dada a oportunidade de manifestação de alguma necessidade específica para que a equipe de apoio responsável pelo atendimento ao público possa tomar as devidas medidas. Também haverá a disponibilização de uma equipe de recepção para o atendimento e orientação do público, de um membro da equipe de apoio que poderá acompanhar, descrever e explicar a dinâmica da apresentação durante a sua execução em caso de solicitação e a elaboração de programas com letras ampliadas. Item da Planilha Orçamentária: será realizada com recursos próprios. 3.Acessibilidade para deficientes auditivos: Já na divulgação dos concertos, será dada a oportunidade de manifestação de alguma necessidade específica para que a equipe de apoio responsável pelo atendimento ao público possa tomar as devidas medidas. Também haverá a disponibilização de uma equipe de recepção para o atendimento e orientação do público e um membro da equipe de recepção fluente na Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS que poderá acompanhar, descrever e explicar a dinâmica da apresentação. Item da Planilha Orçamentária: Rubrica 25 da Planilha Orçamentária. CONTRAPARTIDA SOCIAL – Apresentações Didáticas nas Escolas Públicas de Almirante Tamandaré. Nas apresentações propostas em escolas públicas, como forma de contrapartida social, haverá a consulta prévia por parte do projeto sobre a estrutura de acessibilidade e a demanda de estudantes com deficiência que estarão presentes. Dessa forma, serão observadas as seguintes medidas como forma de acessibilidade: 1.Acessibilidade física: As escolas públicas nas quais serão realizadas as apresentações serão aquelas que já disponham de estrutura de meios de acessibilidade como; rampas de acesso, banheiros adaptados e reserva de assentos especiais no momento da apresentação. Item da Planilha Orçamentária: será realizada com recursos própriosou no caso, escolha de locais que já tenham acessibilidade física para realização das apresentações. 2.Acessibilidade para deficientes visuais: Disponibilização de um professor que poderá acompanhar, descrever e explicar a dinâmica da apresentação durante a sua execução e a elaboração de um programa com letras ampliadas. Item da Planilha Orçamentária: será realizada com recursos próprios. 3.Acessibilidade para deficientes auditivos: Disponibilização de um professor fluente na Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS que poderá acompanhar, descrever e explicar a dinâmica da apresentação. Item da Planilha Orçamentária: Rubrica 25 da Planilha Orçamentária.
As medidas promovidas para a democratização dos bens e serviços culturais desse projeto, seguem em cumprimento aos incisos I (a,b e c) do Art. 20, e, incisos II, III, V, VI e VII do Art. 21 da IN no.2/2019: Art. 21. II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Medidas que promoverão o acesso de populações desprivilegiadas aos bens e serviços culturais ofertados por este projeto: 1-Disponibilizar 130 vagas para as Oficina de Canto Coral e 130 vagas para Oficinas de Instrumento de Sopro destinadas a população de baixa renda, sem pré-requisitos de ordem física, situação social, gênero ou aptidão artística. Os beneficiários do projeto são alunos de populações urbanas periféricas, residentes em um bolsão de pobreza, bairro Bonfim, pertencente ao município de Almirante Tamandaré, que é região metropolitana de Curitiba-PR. 2- Convidar todos os familiares das crianças e adolescentes para as apresentações, disponibilizando transporte para eventos realizados fora da localidade na qual o projeto se encontra, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos. Este transporte, sempre que possível, é feito em sistema de parceria com a prefeitura municipal de Almirante Tamandaré. 3-Disponibilizar registros de aulas e concertos por meio das redes sociais do projeto (WhatsApp , Facebook e Instagram). 4.Realizar 2 apresentações gratuitas (mostra das oficinas) para comunidade de baixa renda. Em razão da Pandemia da COVID19, que ainda poderá nos trazer restrição de atividades presenciais em 2022, nos propomos a fazer essas apresentações de forma remota, sendo que os profissionais para gravação de vídeo e áudio já estão contemplados em nossa planilha orçamentária. Público Gratuito das Mostras Semestrais:900. 5. Será concedida uma Bolsa de Estudos Institucional visando dar condições para que um aluno de baixa renda familiar tenha acesso, permanência e conclusão de seus estudos regulares e de capacitação artística. 6. Contrapartidas sociais: realizar 4 apresentações didáticas em escolas públicas da região onde ocorre o projeto, promovendo assim, ações de conscientização para importância da arte na vida do ser humano. Em razão da Pandemia da COVID19, que ainda poderá nos trazer restrição de atividades presenciais em 2022, nos propomos a fazer essas apresentações de forma remota, sendo que os profissionais para gravação de vídeo e áudio já estão contemplados em nossa planilha orçamentária. Público: 500 pessoas. .
PROPONENTE: Associação Evangélica Cristo Redentor (AECRI) - será responsável pela gestão dos recursos e a devida prestação de contas ao Ministério do Turismo. A proponente (AECRI) realizará a produção executiva incluída nos custos administrativos. Darclê Susan Westphal da Cunha – Coordenadora Geral Darclê Susan Westphal da Cunha, formada em Enfermagem, pela Universidade Federal de Santa Catarina –UFSC; com especialização em Saúde Pública, pela UFSC Universidade Federal de Santa Catarina. Tem curso de Gestão Terceiro Setor pela Fundação Getúlio Vargas – Brasília. Integra o CMDCA – Conselho Municipal da criança e do Adolescente, desde novembro de 2015, em Almirante Tamandaré (PR) bem como o CONSEA – Conselho Nacional de Segurança Alimentar - PAA – Programa de Aquisição de Alimentação (fome zero), em Almirante Tamandaré – ambos vinculados à sua atuação no Projeto Dorcas, do qual com ampla experiência em projeto sociais. Ocupou a presidência da Associação Reviver Down, entre 2000 2004 e a presidência da CELC – UP – Comunidade Evangélica Luterana de Curitiba – União Paroquial entre 2004 e 2008. Participou de diversos cursos e capacitações na área de desenvolvimento comunitário, como RENAS – Rede Evangélica Nacional de Assistência Social – Bola na Rede -Capacitação em prevenção da Violência sexual Contra Crianças e Adolescentes; CADI – Centro de Assistência e Desenvolvimento Integral Capacitação: Diagnóstico Comunitário e Princípios de Gestão de Desenvolvimento Comunitário, entre outros. Coordena o Intercâmbio Brasil/Alemanha Ev.-Luth. Kirchenkreis Hamburg – West/Südholstein Kita-Werk Altona-Blankenese. Realiza curso de Especialização, Pós Graduação em Empreendedorismo e Negócios Sociais-FAE - Centro Universitário em Curitiba. Atua como coordenadora do Projeto Dorcas, o qual abriga o Projeto Música no Bairro, como um dos eixos fundamentais, desde 2009. RENATE LIZANA WEILAND – Diretora Artística Possui graduação em Licenciatura em Música pela Embap -Escola de Música e Belas Artes do Paraná (1984) e Fisioterapia pela PUC - Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1986). É especialista em Artes-Música, pela FAP- Faculdade de Artes do Paraná (1994). Em 2006 concluiu o Mestrado em Educação, pela UFPR -Universidade Federal do Paraná e em 2010 o Doutorado em Educação, pela UFPR- Universidade Federal do Paraná (UFPR). Foi professora adjunta do Colegiado de Licenciatura em Música da UNESPAR –Campus I Embap – Universidade do Estado do Paraná, Campus I, Escola de Música e Belas Artes do Paraná. No doutorado dedicou-se ao tema do ensino de música em projetos sociais. É idealizadora e criadora do Projeto Música no Bairro/ Projeto Dorcas, em 2010, que hoje conta com 130 crianças e adolescentes, sendo responsável pela gestão artística do projeto desde a sua criação. Atuou como diretora musical e/ou regente de coro nos espetáculos: “A jornada do vencedor” – Auditório da UTFPR, 2016; “Um jardim da vida” – Auditório da UTFPR, 2015; como organizadora e regente de coral infantil no Concerto “Crianças do Projeto Música no Bairro e Kammerochester St.Pauli, Chor der Friedenskirche” em 2014. Tem diversos trabalhos acadêmicos publicados sobre o tema de música em projetos sociais, e sobre ensino instrumental, além dos livros “Sonoridades brasileiras: Método para Flauta Soprano” (2008) e “Educação Musical Coletiva – Fundamentos e Propostas de uma disciplina da Embap” (2017), do qual é organizadora e autora de quatro capítulos. LORELI RUBIA F. LOHMANN - Coordenação Pedagógica Possui graduação em Bacharelado de Instrumento (Piano) pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP). Atuou como docente na mesma instituição no Curso de Licenciatura em Música e nos Cursos de Extensão, na disciplina de musicalização, educação musical coletiva, flauta doce, bem como coral e orquestra infantil. Aperfeiçoou-se na área de educação musical e coral infantil com Violeta Gainza, Patrícia Stokoe, Jos Wuytack, Keith Swanwick, Carmem Metting Rocha, Helder Parente, Lúcia Passos,Maria Guinand.Ministrou o curso de Coral Infantil no Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC) de 2009 a 2011. Atualmente trabalha com musicalização infantil, coral infanto-juvenil e iniciação à flauta doce no Projeto Dorcas/Música no Bairro.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.