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PRONAC 212793Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Inclusive Luísa: documentando arte e inclusão

AGENCIA DE INICIATIVAS CIDADAS
Solicitado
R$ 493,3 mil
Aprovado
R$ 493,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2022-03-14
Término
2024-12-31
Locais de realização (6)
Salvador BahiaCuiabá Mato GrossoBelo Horizonte Minas GeraisBelém ParáRio de Janeiro Rio de JaneiroFlorianópolis Santa Catarina

Resumo

O documentário de média-metragem "Inclusive Luísa: documentando arte e inclusão" visa retratar experiências artísticas, protagonizadas por PCDs das 5 regiões brasileiras, de modo a mostrar a potência criativa e a importância da abertura da sociedade para a diversidade de corpos e modos de vida que constituem a humanidade. A produção, com duração de 50 minutos e finalização em formato MP4/1080 pixels, será dirigida por Luísa Camargos, a primeira pessoa com Síndrome de Down a se formar em Relações Públicas no país. Além disso, a proposta inclui exibição pública e gratuita da obra na capital mineira, disponibilização gratuita do conteúdo digital e ação de formação de plateia (contrapartida).

Sinopse

DOCUMENTÁRIO MÉDIA-METRAGEM Documentário de média-metragem, com duração de 50 minutos, sobre a arte criada por pessoas e coletivos constituídos por pessoas com deficiência nas cinco regiões brasileiras. Por meio de entrevistas e da cobertura de atividades cotidianas, bem como da interação com os públicos, a produção pretende valorizar, difundir e fortalecer a diversa e potente arte criada por pessoas com deficiência, contribuindo para a quebra do circuito de invisibilidade que, geralmente, segrega essas pessoas e faz com que a arte que produzem não seja nem conhecida, nem apreciada. O método de produção audiovisual, que aposta na articulação entre diversas possibilidades de registro e de apresentação de narrativas dos sujeitos, pode ser verificado na aba documentos, em arquivo específico dos anexos dessa proposta. Classificação indicativa: livre para todos os públicos, nos termos previstos no Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ. EVENTO DE EXIBIÇÃO Evento de exibição pública do documentário de média metragem, com público mínimo de 200 pessoas. A proposta é que a exibição seja realizada em telão, em espaço de acesso público e gratuito. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos, nos termos previstos no Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Criar um documentário em média-metragem, com duração de 50 minutos e finalização em MP4/1080 pixels, que apresente experiências artísticas protagonizadas por pessoas com deficiência das cinco regiões brasileiras, divulgando, desse modo, tanto a potência e a diversidade da produção artística dessas pessoas, quanto o ideal da sociedade inclusiva. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar um evento de exibição pública do documentário de média-metragem em Belo Horizonte/MG, com público mínimo de 200 pessoas, em telão de espaço de acesso público e gratuito; - Distribuir a versão digital do documentário de média-metragem para, pelo menos, 600 escolas da rede pública de ensino e entidades culturais das 5 regiões brasileiras, por meio de envio eletrônico de e-mail com o arquivo; - Disponibilizar o documentário de média-duração para acesso público na rede social Youtube (com o link divulgado ainda em Instagram e por flyer de whatsapp) e no site Inclusive Luísa (www.inclusiveluisa.org.br); - Realizar, como contrapartida social, ação de formação de plateia em escola da rede pública de ensino de Belo Horizonte/MG, envolvendo debate com exibição do documentário e conduzida por dois debatedores convidados. Pelo menos 150 pessoas participarão da atividade, todos eles estudantes ou educadores da rede pública de ensino.

Justificativa

O presente projeto apresentará, por meio de um documentário média-metragem, experiências significativas de produção artística protagonizadas por pessoas com deficiência nas diversas regiões brasileiras. Cabe destacar que o que está em jogo na proposta não é o uso "terapêutico" da arte para o desenvolvimento de habilidades das pessoas com deficiência. Embora evidentemente essa aplicação da arte também tenha importância, interessa ao projeto tratar da arte em sua dimensão expressiva, enquanto experiência criativa por meio da qual pessoas com deficiência realizam experimentações estéticas e expressam as mais diversas questões de sua experiência de vida. E, ao fazê-lo, convidam a sociedade a rever preconceitos capacitistas e se abrir à diversidade. Segundo a estudiosa Fiona Campbell, o capacitismo é uma rede de crenças, processos e práticas que produz um tipo específico de compreensão do sujeito e do corpo (um padrão corporal), que se projeta como o perfeito, o que seria o típico da espécie e, portanto, essencial e totalmente humano. A deficiência seria, assim, estigmatizada como um estado diminuído do ser humano. Nessa perspectiva, nas palavras da pesquisadora e ativista Anahi Mello, haveria um conjunto de capacidades físicas, sensoriais, mentais e intelectuais consideradas padrão. E corpos fora desse padrão são taxados de "inferiores, incompletos ou passíveis de reparação/reabilitação". É preciso desconstruir o capacitismo e enfrentar as segregações e violências a ele relacionadas. Para fazê-lo, o primeiro passo é atentar para um aspecto elementar da vida: todos pertencemos à raça humana, cuja marca é a diversidade. Cada ser humano tem uma série de peculiaridades que o tornam singular, diferenciado de todos os demais da espécie. Logo, como defende a pesquisadora Idília Fernandes, a diversidade é uma condição humana. O reconhecimento da diversidade como condição humana está na base do conceito de sociedade inclusiva _ que, para a especialista e ativista Cláudia Werneck, é um ideal de sociedade em que todos os modos humanos de se existir sejam respeitados como legitimamente humanos. No paradigma da sociedade inclusiva, portanto, os ambientes e os processos da vida social, da educação, da cultura e do trabalho devem dar conta das pessoas do jeito que elas são, "posto que são para humanos/as e não podemos escolher humanos/as, porque este é um ato criminoso". A deficiência, portanto, não é um "problema", mas uma das inúmeras formas pelas quais a diversidade humana se manifesta. Tampouco é uma circunstância da vida individual e com consequências apenas no plano privado: com base no princípio da equidade, é dever de toda a sociedade garantir às pessoas com deficiência condições de acesso à dignidade e aos direitos. Contudo, estamos muito longe desse ideal. Nas escolas, nas ruas, nos espaços de convivência, do trabalho e do lazer, as pessoas com deficiência ainda são "invisíveis" em sua condição de sujeitos de direitos. Para Cláudia Werneck, trata-se de um ciclo de invisibilidade: geralmente escondidas em suas casas, essas pessoas não são vistas nem percebidas como membros da comunidade e, assim, não são consideradas na oferta das mais diversas oportunidades e na garantia de direitos; com isso, seguem invisíveis e segregadas. "Inclusive Luísa: documentando arte e inclusão" é um documentário que tem como proposta quebrar o ciclo de invisibilidade da produção artístico-cultural das pessoas com deficiência, fazendo um amplo levantamento dessa produção e das histórias de seus protagonistas, nas diversas regiões brasileiras. Por meio de narrativas dos e das artistas, de imagens de processos criativos e das interações entre artistas e públicos, o documentário irá mostrar o quão rica e potente é a arte criada por esses sujeitos e, com isso, contribuir para que o ciclo de invisibilidade se quebre. Vale destacar, por fim, que a idealizadora e diretora do documentário, Luísa Camargos, é ela própria uma pessoa que conseguiu romper as barreiras do preconceito. Luísa é a primeira pessoa com Síndrome de Down a se formar em Relações Públicas e a publicar um artigo em congresso científico no país. Inquieta, carismática e ativista, integra a equipe da Agência de Iniciativas Cidadãs, proponente do projeto. Na AIC, dentre diversas outras ações, construiu o site Inclusive Luísa, que divulga conteúdos relacionados aos direitos das pessoas com deficiência. Além disso, é digital influencer, com milhares de seguidores no Instagram, e palestrante. Em todos os espaços, sua prioridade é difundir a causa da sociedade inclusiva. O presente projeto é mais um esforço dessa ativista, e da AIC, nessa direção, e busca na arte uma potente via de promoção do respeito à diversidade humana e ao valor das pessoas com deficiência. Ao voltar-se à difusão de uma produção artística relevante para o país, a presente proposta se enquadra no art. 1º da Lei 8313/91, que preconiza, em seus incisos, que os projetos culturais devem: (I) "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; (III) "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; (VIII) "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". A proposta também se enquadra no Inciso IV do mesmo artigo, que indica as realizações que "protegem as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional", pois dirigirá o foco a uma expressão artístico-cultural usualmente invisibilizada, que carece de reconhecimento, na perspectiva da pluralidade. Ainda, lembramos o enquadramento no Inciso II do art. 1º da Lei 8313/91, ao "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". Afinal, os conteúdos serão gerados em diversos territórios brasileiros e as atividades nos mesmos serão realizadas com mão de obra local. Já em relação ao enquadramento aos objetivos dispostos no art. 3º da Lei 8313/91, destacamos, especialmente, os seguintes: (II) "fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural" e (IV) "estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos". Visto que o será produzido um documentário média-metragem e este será disponibilizado no YouTube e site Inclusive Luísa (www.inclusiveluisa.org.br) de forma inteiramente gratuita. Por fim, ao colocar as pessoas com deficiência no centro das produções, a iniciativa está em linha com a Instrução Normativa nº 2, de 23 de abril de 2019, posto que promove e amplia a fruição de bens, produtos e fontes culturais às camadas da população menos assistidas e excluídas de seus direitos culturais por sua condição de vulnerabilidade social e econômica.

Estratégia de execução

Cabe mencionar que o referido projeto fará adoção dos protocolos de medidas de segurança, para prevenir a Covid-19, tais como, aferição de temperatura e uso de materiais de higiene. Caso as condições sanitárias de prevenção e combate à pandemia da COVID-19 exijam, as atividades do projeto têm perfeitas condições para adaptação para o modo remoto, não comprometendo o resultado a que se propõe.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL: MÉDIA-METRAGEM 1 documentário média-metragem, com duração de 50 minutos, em formato MP4, 1080 pixels. PRODUTO SECUNDÁRIO: EVENTO DE EXIBIÇÃO Terá duração de duas horas, será aberto a todas as pessoas, de forma gratuita, e ocorrerá em espaço público com condições de acessibilidade a pessoas com deficiência.

Acessibilidade

PRODUTO: MÉDIA-METRAGEM (PRODUTO PRINCIPAL) ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem descritiva; intérprete de libras PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: audiodescrição PRODUTO: EVENTO DE EXIBIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Realização do evento em espaço acessível, com rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: atividades sensoriais, linguagem oral. CONTRAPARTIDA SOCIAL (FORMAÇÃO DE PLATEIA) ACESSIBILIDADE FÍSICA: realização do evento em espaço acessível, com rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc. PESSOAS COM DEFICÊNCIA AUDITIVA: intérprete de Libras. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: atividades sensoriais, linguagem oral. Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre as medidas de acessibilidade adotadas. Além disso, informamos que todos os custos referentes à adoção das medidas citadas acima estão previstos na Planilha Orçamentária.

Democratização do acesso

Os produtos do projeto se enquadram nos seguintes incisos do artigo 21 da Instrução Normativa nº2/2019, a saber: PRODUTO: MÉDIA-METRAGEM O documentário será disponibilizado gratuitamente para acesso online na rede social YouTube e seu link será enviado a um mailing de escolas públicas, bibliotecas, museus e outros equipamentos culturais das cidades em que ocorrerão as ações do projeto, quais sejam: Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ) - Região Sudeste, Salvador (BA) – Região Nordeste, Belém (PA) – Região Norte, Cuiabá (MT) – Região Centro-Oeste, Florianópolis (SC) – Região Sul. Desse modo, atende ao seguinte requisito: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. PRODUTO: EVENTO DE EXIBIÇÃO O documentário será lançado em evento gratuito, em espaço público, que será aberto a todas as pessoas e terá medidas de acessibilidade, atendendo ao seguinte requisito: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias CONTRAPARTIDA SOCIAL Em atenção às exigências da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a proponente vai realizar ação gratuita de Formação de Plateia no âmbito do projeto, de modo a sensibilizar o público a respeito de temas ligados a arte e à cultura. A ação de formação de plateia será conduzida por dois debatedores convidados e envolverá debate com exibição do documentário. A atividade será presencial, em escola pública de Belo Horizonte/MG, com carga horária de 3 horas e disponibilização de 150 vagas direcionadas a educadores e estudantes da rede pública de ensino. No debate, além da exibição do média-metragem, serão abordados os seguintes aspectos formativos: Ementa: - Arte, valorização da diversidade e respeito a direitos das pessoas com deficiência. - Circuito de invisibilidade e segregação das pessoas com deficiência. - Experiências artísticas de quebra da invisibilidade e segregação dessas pessoas. - Apresentação do processo de produção do documentário média-metragem. - Exibição do documentário e abertura para discussão com convidados, educadores e estudantes participantes da ação. Além disso, a divulgação da ação de formação de plateia será realizada através de articulação com escolas parceiras da AIC e via redes sociais. O evento será filmado e disponibilizado nas redes sociais. Por fim, cabe mencionar que, caso as condições sanitárias de prevenção e combate à pandemia da COVID-19 exijam, ação de contrapartida pode ser adaptada para o modo remoto, não comprometendo o resultado a que se propõe.

Ficha técnica

A Agência de Iniciativas Cidadãs será responsável pela implementação, coordenação e articulação das atividades junto ao financiador do projeto. A equipe principal vai contar com uma diretora/roteirista, uma assistente de direção e uma produtora. A criação do documentário e a gestão do projeto ficará a cargo da diretora e da assistente de direção. Segue, na sequência, versão resumida dos currículos das profissionais principais. Os demais membros da equipe serão contratados para prestação de serviços. Diretora: Luísa Camargos Nascida em 1993, Luísa Camargos é formada em Relações Públicas pela Faculdade Pitágoras (conclusão do curso em 2019, ano em que também recebeu prêmio de Destaque Acadêmico), se tornado na ocasião a primeira pessoa com Síndrome de Down (SD) a se formar nessa profissão no Brasil. Em 2020 e 2021, apresentou artigos científicos sobre comunicação, mobilização social e sociedade inclusiva na Associação Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas – até então, não se tinha notícia de apresentação de artigo em evento científico por uma pessoa com SD no Brasil. Desde 2019, é Relações Públicas na ONG Agência de Iniciativas Cidadãs. É digital influencer, com milhares de seguidores no Instagram, além de palestrante sobre direitos das pessoas com deficiência. Luísa também promove, com a irmã, desde 2018, o projeto Bagaceira, em que jovens com Síndrome de Down se reúnem para, de forma autônoma, curtir as baladas da cidade. O Bagaceira foi suspenso durante a pandemia, mas os participantes permanecem em interações online, e deverá ser retomado em 2021, caso as condições sanitárias permitam. Em 2020, na AIC, criou o site Inclusive Luísa, de divulgação de conteúdos multimídia sobre o tema da sociedade inclusiva. Trabalho remunerado, rubrica Diretor Cinematográfico Assistente de direção e roteirista: Rafaela Pereira Lima É jornalista, doutoranda em Comunicação Social e mestre em Ciência da Informação (UFMG). Atua desde os 90 no desenvolvimento de projetos nos campos da comunicação e da educação, sobretudo no âmbito da AIC (Agência de Iniciativas Cidadãs), da qual é sócio fundadora e presidente (função em exercício). Dos anos 90 ao início dos anos 2000, atuou ainda nas iniciativas cariocas de audiovisual comunitário “TV Pinel” e “Puxando Conversa”. De 2000 a 2013, atuou na docência em Comunicação e Gestão Cultural (como a Pós Graduação em Gestão Cultural EAD – Senac MG). Trabalho não remunerado pelo projeto. Produtora executiva: Valéria Filéto É graduada em Ciências Econômicas e em Ciências Contábeis (Unicentro Newton Paiva, 1999 e 2003). Possui pós-graduação / especialização em Controladoria e Finanças (UFMG, 2006). Do início dos anos 1990 a 2013, atuou como gestora de atividades Contábeis e Financeiras de empresas de ensino, indústria e comércio. Em 2014, passou a trabalhar com produção e gerenciamento de projetos culturais na Agência de Iniciativas Cidadãs (AIC), dedicando-se à gestão de projetos culturais os mais diversos, tais como: Agência de Comunicação Solidária e Plano aberto – formação audiovisual juvenil (que contam com recursos do Ministério da Cultura); Imagem Comunitária e Transformação Cultural (com recursos do Fundo Municipal de Cultura de Belo Horizonte); Programa de Educação, Arte e Expressão da Criança e Circuito Juvenil: 1º Circuito Juvenil de educação em Arte e Tecnologia (ambos com recurso da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de MG e o patrocínio da Oi. Também atua na gestão e produção de prestações de serviços na área cultural para os clientes Fundação Vale e Gerdau. Trabalho remunerado, rubrica Produtor executivo

Providência

PROJETO ARQUIVADO.