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Restaurar, digitalizar e realizar uma mostra virtual, de 03 filmes do diretor Neville D'Almeida, via streaming: Jardim de guerra, de 1968, 100 minutos, P&B, sonoro, Brasil, Hoje é dia de rock de 2010, 54 minutos, colorido, sonoro, Brasil, Maksuara _ Crepúsculo dos Deuses, de 1998, 85 minutos, colorido, sonoro, Brasil, por uma janela de 01 ano - 12 meses de exibição - www.filmjoin.com.br - . Como contrapartida realizaremos live-debates, sobre o processo criativo e de produção dos filmes e palestras on-line, sobre futuro do audiovisual, sendo 03 live-debates de 2h e 03 palestras on-line de 2h, com carga horária de 12 horas, realizados após a Avant Primiere de cada filme, com a presença do diretor, membros das equipes e elenco e profissionais convidados.
Restaurar, digitalizar e realizar uma mostra de 03 filmes do diretor Neville D'Almeida, via streaming na plataforma Filmjoin, por uma janela de 01 ano de exibição. Jardim de guerra, de 1968, 100 minutos, P&B, sonoro, Brasil Primeiro longa-metragem do diretor brasileiro Neville d’Almeida, Jardim de Guerra mostra a história de um jovem sem perspectivas, vivido pelo ator Joel Barcelos, que se apaixona por uma cineasta e é injustamente acusado de terrorismo por uma organização de direita que o prende e o tortura. Em 1969, o filme inaugurou a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. Hoje é dia de rock de 2010, 54 minutos, colorido, sonoro, Brasil Hoje é Dia de Rock é um filme sobre a peça de José Vicente (1945-2007), sendo considerado pela crítica da época "o mais importante espetáculo de 1971". A peça conta a história dos 5 filhos de Pedro Fogueteiro, moradores de uma cidade do interior de Minas Gerais, em sua busca de identidade em um momento de transformação vivido pela juventude em todo o mundo, principalmente a partir da influência das músicas de rock. Maksuara – Crepúsculo dos Deuses, de 1998, 85 minutos, colorido, sonoro, Brasil A cultura indígena diante da morte anunciada de sua cultura e do extermínio que os índios brasileiros vêm sofrendo nos últimos 500 anos. O índio Maksuara mostra a sabedoria dos que habitam a floresta em total harmonia com a natureza, numa relação respeitosa, sem destruí-la, há pelo menos cinco mil anos. Um filme que nos fala da situação das tribos nos dias atuais. Toda a sua glória em confronto com sua miséria e abandono.
Objetivo Geral Difundir a memória cinematografica e audiovisual brasileira, através do restauro, digitalização e difunsão de filmes de cineastas brasileiros, em formato de mostras streaming, na internet. Objetivo Específico Tem como produto principal a preservação, restauro e digitalização de três filmes do cineasta Neville D'Almeida: Jardim de guerra, de 1968, 100 minutos, P&B, sonoro, Brasil Hoje é dia de rock de 2010, 54 minutos, colorido, sonoro, Brasil Maksuara _ Crepúsculo dos Deuses, de 1998, 85 minutos, colorido, sonoro, Brasil E prevê organização do material em pelicula e em matriz de vídeo, restauro, digitalização, remarsterização e copias dos filmes, para exibição, via streaming, em formato 2K e FullHD. Realizar uma mostra virtual dos três filmes do cineasta, no canal streaming da plataforma Filmjoin, por uma janela de 01 ano - 12 meses de exibição - www.filmjoin.com.br Como contrapartida realizaremos live-debates, sobre o processo criativo e de produção dos filmes da mostra e palestras sobre futuro do audiovisual, sendo 03 live-debates de 2h e 03 palestras de 2h, perfazendo uma carga horária de 12 horas.
Pois vivemos um momento tragico de preservação de nossa memória de cinema e audioviusual, acabamos de perder, no mínimo dois mil filmes na Cinemateca de SP, é urgente que mostras como esta, se multipliquem pelo país, de forma para que todos possam acessar a memória restante, antes que aconteça mais um acidente como o incendio na Vila Leopoldina. Quanto a gente pensa o quanto é dificil organizar uma pequena mostra de 03 filmes, a gente percebe o tamanho do estrago! Dois mil filmes daria para cinco anos de programação, exibindo-se um filme por dia, por exemplo. Em relação ao Art. 1º da Lei 8313/91, a mostra se enquadra nos incisos: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. E em relação ao Art. 3º, se enquadra no inciso:III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Jardim de guerra Primeiro longa-metragem do diretor brasileiro Neville d’Almeida, Jardim de Guerra mostra a história de um jovem sem perspectivas, vivido pelo ator Joel Barcelos, que se apaixona por uma cineasta e é injustamente acusado de terrorismo por uma organização de direita que o prende e o tortura. Em 1969, o filme inaugurou a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. A trama de Jardim de Guerra é inspirada no livro Kaos (1962), de Jorge Mautner, que também assina o roteiro do longa, juntamente com Neville, Guará Rodrigues e Rogério Sganzerla. Hoje é dia de rock Hoje é Dia de Rock é um filme sobre a peça de José Vicente (1945-2007), sendo considerado pela crítica da época "o mais importante espetáculo de 1971". A peça conta a história dos 5 filhos de Pedro Fogueteiro, moradores de uma cidade do interior de Minas Gerais, em sua busca de identidade em um momento de transformação vivido pela juventude em todo o mundo, principalmente a partir da influência das músicas de rock. Maksuara – Crepúsculo dos Deuses A cultura indígena diante da morte anunciada de sua cultura e do extermínio que os índios brasileiros vêm sofrendo nos últimos 500 anos. O índio Maksuara mostra a sabedoria dos que habitam a floresta em total harmonia com a natureza, numa relação respeitosa, sem destruí-la, há pelo menos cinco mil anos. Um filme que nos fala da situação das tribos nos dias atuais. Toda a sua glória em confronto com sua miséria e abandono.
A mostra contará com cópias dos 03 filmes, com janela de libras, legenda descritiva e audiodescrição disponiveis no canal streaming da plataforma Filmjoin. www.filmjoin.com.br As live-debates e as palestras on-line, sobre o futuro do audiovisual, que serão realizadas, como contrapartida do projeto, serão transmitidas, com janela de libras.
A mostra Neville D'Almeida ficará disponivel para o público gratuitamente, por uma janela de exibição de um ano, com um plano de mídia para atingir o público de 04 mil espectadores, na plataforma Filmjoin - www.filmjoin.com.br Como contrapartida realizaremos uma live na internet, que inclui a Avant Premiere seguida de um debate, de cada um dos três filmes da mostra e palestras on-line sobre o futuro do audiovisual, sendo: a- Realizar 03 live-debates de 2 horas de duração, um para cada filme exibido na mostra. b- Realizar 03 palestras sobre o futuro da produção e distribuição de cinema e audiovisual no mundo digital. c- Disponibilizaremos 400 vagas para participantes dos live-debates e para as palestras on-line, sendo 50% das vagas oferecidas para estudantes e professores de instituições públicas de ensino. d- A carga horaria dos live-debates é de 06 horas no total e das palestras sobre o futuro do audiovisual 06 horas. e- Ministrantes dos debates Diretor dos filmes: Neville D'Almeida A primeira fase de sua filmografia é caracterizada por experimentações imagéticas arrojadas e ligações com os movimentos vanguardistas, contra culturais que fervilhavam à época. Neville chegaria ao sucesso com “A Dama do Lotação”, em 1978 – recordista de bilheteria no cinema brasileiro por trinta e dois anos. Foi a primeira de duas adaptações que D’Almeida faria da obra de Nelson Rodrigues; a segunda, “Os Sete Gatinhos”, veio dois anos depois, também fazendo bons números com o público. Além de ter escrito o argumento e os diálogos para o primeiro filme, Nelson supervisionou a filmagem dos dois. Dizia que Neville era o melhor diretor a adaptar sua obra. O vínculo do cineasta com o teatro não abrange somente o universo rodrigueano: Neville também já adaptou peças de Plínio Marcos (“Navalha na Carne”, em 1997), José Vicente (“Hoje é Dia de Rock”, em 1999) e Mario Bortolotto (“A Frente Fria Que a Chuva Traz”, em 2016), sempre partindo do que há de melhor no texto de ricos autores brasileiros e incorporando a isso seus jogos de cena dinâmicos, energéticos e que nunca optam por saídas fáceis. Homero Camargo - Produtor Natural de Curitiba, Paraná, Brasil, há 35 anos atua no mercado de Entretenimento, especializado em marketing cinematográfico e audiovisual. Hoje é mentor e consultor da Filmjoin. Seus principais trabalhos são os filmes de longa-metragem Os Xeretas de Michael Ruman, Navalha na Carne e Frente fria que a chuva traz de Neville d’Almeida e está lançando em 2019-2020 a série de documentários Identidade. Juliana Chaves - Mediadora Atua como atriz, escritora, produtora, diretora, artista visual, desde 2007. Principais trabalhos em longas “Estômago" (2007) e “Corpos Celestes”(2011) e no curta-metragem “Ciúme"(2019), dirigido por Neville D’Almeida. Convidados especiais: Membros das equipes e elencos dos filmes. f- Ministrante das palestras Johnny DiBartolo – Produtor Criativo Autor, Roteirista e Diretor de Produção Natural de São Paulo, SP, Brasil. Está completando 35 anos de carreira dedicada ao cinema e o audiovisual. Seus principais trabalhos como Diretor de Produção de filmes de longa-metragem são: Kuarup de Ruy Guerra, Carlota Joaquina de Carla Camurati e o recente Meu Amigo Hindu de Hector Babenco. Bruna Madsen - Coordenadora de produção De Brasília, DF, Brasil, hoje vive em São Paulo, desde 2008 trabalha no mercado audiovisual como Coordenadora de Produção, na Gestão e Gerenciamento de projetos e Leis de Incentivo à Cultura. Destaca-se sua atuação no BIG Festival - Festival de jogos independentes da América Latina e como Produtora Executiva na Cooperativa Cinema & Mídias Digitais. José Ricci - Diretor de Fotografia De São Paulo, SP, Brasil, atua no mercado audiovisual desde 1972, especialista em fotografia e iluminação, tem dezenas de filmes em seu currículo, é construtor de equipamentos, fundou e trabalhou em diversas locadoras de equipamentos e estúdios de filmagem, como LocAll, Mobile Light, Moviecenter e hoje toca o estúdio 849. Marco Audrá - Produtor Executivo De São Paulo – SP, Brasil, desde de 1996, atua como produtor de cinema e audiovisual, destaca-se sua atuação na área de restauro e no mercado de distribuição, seu último trabalho foi o longa-metragem “Real, o plano por trás da história”. g- O live-debates e as palestras on-line serão realizadas de forma gratuita. h- d- As incrições das live-debates e das palestras serão disponibilizados pela plataforma Sympla - https://www.sympla.com.br, que utiliza a plataforma de comunicação Zoom - https://explore.zoom.us/pt/products/meetings/ i- O temas dos live-debates serão sobre o processo criativo e de produção dos filmes da mostra, de forma que o participante compreenda como e em quais circunstancias o filme foi criado e em que condições foi produzido, em formato de debate on-line, onde os participantes fazem perguntas e os convidados respondem, tudo isso mediado pelo coordenador de mostra. j- O tema das palestras on-line serão sobre o futuro da produção e distribuição de conteúdos de cinema e audiovisual, neste novo cenário, pós pandemia, com a explosão de canais streaming na internet: Como produzir e distribuir seus conteúdos neste novo cenário? Como comunicar suas ideias e contar suas histórias no mundo digital? Como obter sustentabilidade neste novo mercado? Novos formatos, processos de produção e divulgação. Em formato de palestras on-line, com apresentação dos cenários e tempo para perguntas e respostas.
A Cooperativa irá executar a produção da mostra Homero Camargo - Curador Natural de Curitiba, Paraná, Brasil, há 35 anos atua no mercado de Entretenimento, especializado em marketing cinematográfico e audiovisual. Hoje é mentor e consultor da Filmjoin. Seus principais trabalhos são os filmes de longa-metragem Os Xeretas de Michael Ruman, Navalha na Carne e Frente fria que a chuva traz de Neville d’Almeida e está lançando em 2019-2020 a série de documentários Identidade. Neville D'Almeida - Produtor Executivo A primeira fase de sua filmografia é caracterizada por experimentações imagéticas arrojadas e ligações com os movimentos vanguardistas, contra culturais que fervilhavam à época. Neville chegaria ao sucesso com “A Dama do Lotação”, em 1978 – recordista de bilheteria no cinema brasileiro por trinta e dois anos. Foi a primeira de duas adaptações que D’Almeida faria da obra de Nelson Rodrigues; a segunda, “Os Sete Gatinhos”, veio dois anos depois, também fazendo bons números com o público. Além de ter escrito o argumento e os diálogos para o primeiro filme, Nelson supervisionou a filmagem dos dois. Dizia que Neville era o melhor diretor a adaptar sua obra. O vínculo do cineasta com o teatro não abrange somente o universo rodrigueano: Neville também já adaptou peças de Plínio Marcos (“Navalha na Carne”, em 1997), José Vicente (“Hoje é Dia de Rock”, em 1999) e Mario Bortolotto (“A Frente Fria Que a Chuva Traz”, em 2016), sempre partindo do que há de melhor no texto de ricos autores brasileiros e incorporando a isso seus jogos de cena dinâmicos, energéticos e que nunca optam por saídas fáceis. Johnny DiBartolo – Diretor técnico Autor, Roteirista e Diretor de Produção Natural de São Paulo, SP, Brasil. Está completando 34 anos de carreira dedicada ao cinema e o audiovisual. Seus principais trabalhos como Diretor de Produção de filmes de longa-metragem são: Kuarup de Ruy Guerra, Carlota Joaquina de Carla Camurati e o recente Meu Amigo Hindu de Hector Babenco. Bruna Madsen - Coordenadora de lançamento De Brasília, DF, Brasil, hoje vive em São Paulo, desde 2008 trabalha no mercado audiovisual como Coordenadora de Produção, na Gestão e Gerenciamento de projetos e Leis de Incentivo à Cultura. Destaca-se sua atuação no BIG Festival - Festival de jogos independentes da América Latina e como Produtora Executiva na Cooperativa Cinema & Mídias Digitais. Juliana Chaves - Coordenadora de produção Atua como atriz, escritora, produtora, diretora, artista visual, desde 2007. Principais trabalhos em longas “Estômago" (2007) e “Corpos Celestes”(2011) e no curta-metragem “Ciúme"(2019), dirigido por Neville D’Almeida. Marco Audrá - Produtor de Pós-produção De São Paulo – SP, Brasil, desde de 1996, atua como produtor de cinema e audiovisual, destaca-se sua atuação na área de restauro e no mercado de distribuição, seu último trabalho foi o longa-metragem “Real, o plano por trás da história”.
PROJETO ARQUIVADO.