Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A Bienal das Amazônias 4.0 e itinerâncias é um projeto conexo a Bienal das Amazônias, que tem por objetivo a ampliação da sua rede de atuação por meio de: itinerância de parte das exposições apresentadas em Belém (PA), nas cidades de São Luís (MA), Marabá (PA) e Manaus (AM), bem como a realização de projeto pedagógico em todas estas localidades; um Fórum com ampla programação de debates e mesas-redondas sobre as artes e a Amazônia; atividades online, tais quais visitas guiadas, ingresso a exposições de forma virtual e acesso a toda as atividades produzidas pelo projeto, por meio de streamings que serão transmitidos em tempo real pelas redes sociais da Bienal das Amazônias; produção de duas webséries que possibilitem a visita guiada das exposições ao publico em geral; assim como documentário média-metragem que registre todas as ações desenvolvidas pela Bienal das Amazônias.
PROJETO EXPOSITIVO Com este projeto será disponibilizada a visita virtual às exposições que compõem a Bienal das Amazônias, para tanto serão recriados os espaços expositivos em ambiente virtual, por meio de maquetes 3D, fotografias e vídeos. O acesso ficará disponível por meio do site e redes sociais do projeto. Ainda no que tange a exposição virtual, serão produzidas duas webséries, onde o visitante poderá fazer a visita guiada a todo percurso expositivo da Bienal das Amazônias. Uma delas será desenvolvida para o público PCD. O acesso a este conteúdos é gratuito e estará disponível por meio do site e redes sociais do projeto Quanto a itinerância: Serão pensadas 3 exposições coletivas, com fragmentos da mostra principal da Bienal das Amazônias, desenhadas e curadas levando em consideração as especificidades dos três espaços expositivos envolvidos nas cidades de São Luis (MA), Marabá (PA) e Manaus (AM). Além disso, haverá a produção de duas obras públicas (site specifics) em cada uma das três cidades envolvidas. Seis artistas da Panamazônia, previamente escolhidos pelas curadoras, desenvolverão seus trabalhos – respeitadas as suas linguagens e suportes – no espaço a eles destinados nas cidades de São Luis (MA), Marabá (PA) e Manaus (AM) A montagem, manutenção e desmontagem; o envio, a devolução e o seguro das obras será de responsabilidade dos organizadores desta presente proposta. PROJETO PEDAGÓGICO A diversidade que desejamos apresentar nas mostras de artes visuais que compõem a Bienal das Amazônias e sua itinerância, torna acessível um abrangente painel da produção artística contemporânea na Panamazônia. Entretanto sabe-se que o material visual apresentado nas obras é mais bem aproveitado na medida em que a mediação é efetiva, ou seja, no momento em que se apresentam as variadas possibilidades de leitura e apreensão da obra de arte. Desta forma o Programa Educativo de Artes visuais da Bienal das Amazônias 4.0 e itinerâncias, pretende qualificar o processo de leitura que redimensiona as produções, articulando informações de caráter formal, sócio-histórico e estético, possibilitando ao participante acessar os meios de análise e crítica da produção artística que ultrapassem o momento da visita. A visita adaptada aos diferentes grupos atendidos consistirá em uma apresentação e contextualização prévias do objetivo do objeto de estudo, do contato com as obras no espaço expositivo e por fim, de exercício prático usando material educativo específico. A fim de tornar esse momento ainda mais interessante e com caráter duradouro, proporcionando vias para formação de público, o programa educativo disporá de material didático a ser distribuído gratuitamente aos alunos e utilizado em dois momentos: pelos mediadores, em um primeiro momento, durante a visitação dos alunos, e em um segundo momento, pelos professores que após a visitação queiram dar continuidade ao trabalho em suas salas de aula. Este material é pensado de forma a dar autonomia de leitura de obras aos visitantes. Seu conceito é elaborado de maneira que o material produzido possa ser utilizado em outras abordagens de obras de arte, e, inclusive, de outras exposições. O material pode também transformar-se em objeto para o desenvolvimento de atividades de exercício prático, desdobrando assim o momento de fruição ao convidar o visitante a uma permanência mais longa da experiência, estimulando-o a relacionar essa experiência estética com outras ocasionadas em seus cotidianos. A extensão da experiência a uma prática em oficina oferece um momento diferenciado de apropriação dos conceitos levantados nos momentos de apreciação e contextualização. Os conceitos básicos que norteiam este programa educativo estão em consonância com as transformações ocorridas nas áreas das artes visuais e de arte-educação. Presenciamos principalmente a partir dos anos 60, alterações na forma e no conteúdo do objeto de arte que, em princípio já estavam presentes nas obras produzidas pelas vanguardas históricas do início do século XX. As mudanças no objeto de arte se fizeram em paralelo às mudanças de comportamento histórico e consequentemente dizem respeito a ocorrência de novas situações no corpo social. A secularização da arte, o aparecimento e o incremento de novas mídias, o acesso aos bens culturais internacionais e a velocidade com que as informações passaram a ser veiculadas foram alguns dos fatores que influenciaram a tipologia do objeto contemporâneo da arte, que passou a solicitar a participação do espectador. Produto e processo passam a estar interligados. Portanto, a qualidade e a quantidade de informações relativas a um dado objeto de arte aumentaram e exigem, do fruidor, conhecimentos advindos de fontes diversas, que levem em consideração dados sobre outras culturas e outras épocas, além do exercício de articulação com outras áreas do conhecimento como biologia antropologia, ecologia, política, psicanálise, linguística, filosofia entre outras. Em meio a um vasto número de possibilidades, o arte-educador se vê como mediador entre a obra de arte e o visitante. Desde os dados factuais, como biografia do artista, histórico da obra e dados específicos sobre a mostra, é necessário que sejam trabalhados os múltiplos planos de significações que o objeto de arte permite. Pela necessidade de propor e desencadear diferentes leituras, a ação educativa (desenvolvida em um espaço) passa a adotar um trabalho de “curadoria educativa”, que pressupõe um trabalho que envolve o desenvolvimento de percursos e recortes para auxiliar a leitura do objeto artístico e dos conjuntos aos quais está vinculada. Por outro lado, a característica questionadora das visitas e o exercício prático posterior, provocam a articulação e a incorporação dos conceitos básicos para uma apreciação e para o uso dos códigos visuais de maneira autônoma e poética. Assim sendo, este programa educativo desenvolverá ações em três eixos principais, visando um maior aproveitamento da experiência vivenciada na Bienal das Amazônias, que será o seu espaço de ação. Embora integradas, tais ações são destinadas a três diferentes grupos: Ação destinada a estudantes; Ação destinada a professores; Ação destinada a públicos espontâneos. Sem deixar de mencionar todo o trabalho de treinamento com os monitores da Bienal. AÇÃO DESTINADA A ESTUDANTES 1. Mediar visitas orientadas a estudantes de acordo com a faixa etária, adaptando recortes específicos a partir de demandas prévias; 2. Concepção de material didático específico para estudantes, abordando questões relativas a mostra artística apresentada na Bienal das Amazônias, enfatizando a ludicidade do conteúdo e o convite a interação dos mesmos com a mostra e com o próprio material; 3. Oficinas móveis, produção de carrinhos portadores de material diversos que funcionem como pequenas oficinas portáteis como forma de driblar a falta de um lugar específico para as atividades artístico-lúdicas de fixação dos conteúdos vinculados a Bienal; implementação da prática de oficinas dentro do tempo da visitação. AÇÃO DESTINADA AOS PROFESSORES 1. Criação de uma área virtual específica para o programa educativo, no site da Bienal, onde deverão constar as especificações da mostra artística em questão, o material educativo, algumas sugestões de leitura, links interessantes para o tema abordado na mostra e um setor específico sobre metodologias de ensino que podem vir a ser utilizados por estes profissionais, para difundir o conteúdo abordado fora do ambiente deste projeto. AÇÃO DESTINADA A PÚBLICOS ESPONTÂNEOS 1. Mediação a visitação nos espaços expositivos, acompanhando o sistema de atendimento as visitas agendadas de terça a sexta-feira. 2. Mediação de hora em hora nos finais de semana e feriados; A ideia de adaptação de um mesmo conteúdo específico a públicos variados – em especial a faixas etárias que variam entre a criança em início de período escolar e o adulto já formado – demanda complementação do material didático geral produzido, com atividades adequadas aos diversos focos de interesse, sendo estas desenvolvidas no próprio momento da visita, em oficinas ou exercícios de reflexão e fixação, após o contato com as obras. Entende-se que o processo de formação estende-se também aos mediadores que desenvolvem diretamente o projeto. Grupo formado por universitários, já em meados do curso de sua opção, os mediadores têm, em períodos de 2 a 3 meses, a oportunidade de formação intensiva na área de conhecimento abrangida pelas mostras que compõe a itinerância da Bienal das Amazônia em que trabalham e a prática de estruturação de um discurso acessível e provocador em relação às questões levantadas pelos artistas e curadores.
OBJETIVO GERAL Realizar projeto conexo a Bienal das Amazônias, que permita a ampliação da sua rede de atuação por meio de: itinerância de parte das exposições apresentadas em Belém (PA), às cidades de São Luís (MA), Marabá (PA) e Manaus (AM); um Fórum com ampla programação de debates e mesas-redondas sobre as artes e a Amazônia; atividades online, tais quais visitas guiadas, ingresso a exposições de forma virtual e acesso a toda as atividades produzidas pelo projeto, por meio de streamings que serão transmitidos em tempo real pelas redes sociais da Bienal das Amazônias. Com isso, em tempos pandêmicos, cujo rigor das medidas de segurança estabelecidos em prol da saúde coletiva está posto e torna-se realidade imutável, as reflexões sobre o território da Amazônia Legal, no que tange a arte _ suas similitudes e disparidades _, chegarão a um público maior, gerando intercâmbio entre artistas e espectador, possibilitando indagações acerca do status quo das artes contemporâneas versus a noção de urbanidade experienciada nos países da Panamazônia, em especial nas cidades envolvidas. Ao difundir esta produção _ objetos de arte, artistas e curadores _ e suas inquietações, a Bienal objetiva constituir espaço de trânsito entre saberes e fazeres, mercado e a concretização de evento artístico que se pretende bianual. Para isso, além da itinerância, se executará projeto pedagógico virtual, complemento necessário cuja função é propor uma série de ações que possibilitem o maior acesso ao público, aos conteúdos vinculados e estimular suas apropriações, pelo espectador, de forma crítica e autônoma. A Bienal é proposta cultural que pretende, antes de tudo, valorizar a identidade dos habitantes da Amazônia, por meio da sua produção cultural e artística. OBJETIVO ESPECÍFICO - Produzir e realizar todo um arcabouço de atividades virtuais da Bienal das Amazônias, em Belém, Pará, entre os meses de janeiro de 2022 a janeiro de 2023, composta: por visita virtual, visitas digitais guiadas, transmissão em tempo real de toda as atividades propostas pela Bienal, ações imprescindíveis no atual momento pandêmico que estamos vivendo, - produzir e execultar projeto expográfico virtual, reproduzindo, realisticamentem em ambiente virtual, as exposições dispostas ao longo da Bienal das Amazônias, em Belém. Para tanto serão feitas maquetes 3D dos espaços expositivos, vídeos das obras e áudios para possibilitar a imersão do visitante, sem que esteja presencialmente nos espaços físicos da programação da Bienal. O acesso a estes recursos serão disponibilizados, gratuitamente, no site e redes sociais do projeto; - produção de duas websérie com 26 episódios cada, com no máximo 8 m,inutos por episódio que fará todo o percurso guiado das exposições que compõe a Bienal das Amazônias, em Belém. Sendo que uma das webséries ser;a voltada ao público PCD apresentada por um interprete de libras. Conteúdo estará disponível, gratuitamente, no site e redes sociais do projeto; - Realização de um Fórum da Bienal das Amazônias, no mês de março de 2022, contendo painéis de debates sobre temas que envolvam a Amazônia e seu ecossistema econômico e social, tendo como ponto de partida destes debates a arte, seu mercado e suas potentes ferramentas para a transformação social, evento que acontecerá de forma hibrida (ambiente presencial convidados/palestrantes e virtual para o público em geral). O acesso a estas atividades serão gratuitos por meio do site e redes sociais do projeto; - Dentro do Fórum da Bienal das Amazônias realizar quatro painéis de debates com três mesas cada um, além de duas palestras que versem sobre temas da contemporaneidade amazônica, pensando soluções para os gargalos da região, em especial aquilo que tange o mercado da arte; - Mapear e discutir a respeito do que há de mais relevante na produção contemporânea de arte da referida macrorregião; - Atrair visibilidade nacional e internacional para essa produção e à Região Amazônica; - Divulgar o evento nos principais suplementos de cultura do mundo; - Realizar a exposição itinerante da Bienal das Amazônias, que será montada e aberta a visitação nas cidades de São Luís (MA), Marabá (PA) e Manaus (AM) no segundo semestre de 2022; - Situar a Amazônia na rota dos grandes eventos culturais do calendário do país; - Desenvolver projeto pedagógico que compreenda a formação de mediadores para as mostras que compõe a itinerância da Bienal das Amazônias; - Formar plateia para a arte contemporânea na Amazônia e fora dela; - Tornar a linguagem artística acessível ao público escolar - professores e alunos - e ao público espontâneo; - Auxiliar o fomento ao hábito de frequentar exposições; - Atender aos diferentes questionamentos de indivíduos e grupos diversos, possibilitando as diferentes leituras dos conjuntos apresentados pela Bienal das Amazônias, permitindo que as obras possam ser contextualizadas com fatores históricos, sociais e vivenciais; - Oferecer a possibilidade de exercícios práticos relacionados com a mostra, por meio de oficinas espontâneas vinculadas a monitorias, no percurso das visitas guiadas em ambiente físico e virtual - Atender uma meta de 40 mil alunos de ensino fundamental, médio e universitários nas cidades de Manaus (AM), São Luís (MA) e Marabá (PA); como CONTRAPARTIDA SOCIAL 30.500 alunos da rede pública de ensino terão seu transporte pago e garantido pela Bienal das Amazônias, onde receberão atividade formativa de mediação, bem como encerrarão seu percurso expositivo realizando um debate a fim de melhor apreender o conteúdo assimilado durante a visita-guiada, sendo 8.500 na cidade de Marabá (PA), 11 mil na cidade de São Luis (MA) e 11 mil em Manaus (AM); - Realizar 26 workshops sobre saberes diversos que envolvam a temática curatorial trabalhada na Bienal das Amazônias, que atenda 780 interessados de maneira gratuita, dos quais 10 acontecerão em São Luís (MA), outros 10 na cidade de Manaus (AM) e outros 06 em Marabá (PA). Cada workshop disponibilzará 30 vagas; - Realizar 15 mesas-redondas sobre o eixo curatorial trabalhado na Bienal das Amazônias. Mesas constituídas por dois convidados e um mediador, terão acesso gratuito a todo e qualquer interessado, das quais 06 acontecerão em São Luís (MA), outros 06 na cidade de Manaus (AM) e outros 03 em Marabá (PA); - Realizar, como CONTRAPARTIDA SOCIAL, 40 workshops voltados para professores da rede pública de ensino que versem sobre a arte como meio de aprendizagem, serão disponibilizadas 1000 vagas, todas com acesso gratuito, sendo 375 vagas em São Luis (MA) por meio da realização de 15 turmas; outras 375 vagas em Manaus (AM) por meio da realização de 15 turmas; e 250 vagas em Marabá (PA) - produção de coumentário média-metragem que documente todas as ações desenvolvidas pela Bienal das Amazônias, exibição por meio das redes sociais e site do projeto; - Possibilitar a transmissão, por meio de streaming, em tempo real, de todas as atividades educativas _ mesas redondas, palestras, workshops _ da Bienal das Amazônias e sua itinerância.
A Panamazônia e Amazônia Legal, macrorregião composta pelos países da Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Suriname e Guianas, e pelos Estados brasileiros do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Tocantins e Maranhão, são territórios que se alargam para além da continental geografia física. Região ampla e fértil em diversidade cultural, a Panamazônia abrange nove países com suas respectivas peculiaridades, mas interligados por histórias e riquezas comuns a um dos territórios mais cobiçados da terra: a floresta Amazônica. A Floresta comporta a maior biodiversidade, além do maior rio em volume d’água do mundo, o Amazonas, em percursos permeados por lendas e mitos. A região vem ocupando o centro de interesse mundial, e guarda, sob a copa de suas árvores, segredos e mistérios a serem ainda desvendados. É nesse celeiro de riquezas,mistérios e importante contexto geopolítico e cultural, que objetivamos realizar, entre os meses de janeiro de 2022 e janeiro de 2023, nas cidades de Belém (PA), São Luís (MA), Marabá (PA), Manaus (AM) e em ambiente virtual a Bienal das Amazônias 4.0 e Itinerância que visa permitir um olhar mais abrangente sobre a produção simbólica dessa rica região, bem como proporcionar um intercâmbio profícuo entre criadores e espectadores locais e de outras lugares do mundo sobre a arte contemporânea aqui produzida. O objetivo deste projeto conexo a Bienal das Amazônias é sanar lacunas e resolver problemas que surgiram diante do cenário que se consolidou nos últimos 18 meses com a Covid-19, uma vez que quando desenhada a Bienal foi delimitada dentro de uma outra realidade que não mais existe. Para que a programação da Bienal chegue a um maior número de espectadores, respeitando normas de segurança sanitária vigentes, e incite debates urgentes evidenciados pelo caos imposto pela pandemia, inserimos na programação original do projeto uma vasta gama de ações virtuais, um fórum e a itinerância de pequenas mostras das exposições principais em outras três cidades Amazônicas, São Luis (MA), Marabá (PA) e Manaus (AM) possibilitando uma maior aderência dos temas trabalhados pela Bienal, bem como uma maior circulação dos dividendos produzidos e gerados pelo evento. Assim conseguiremos provocar o habitante da região a se ver e se mostrar, não apenas através da contemplação, mas da reflexão contextualizada, afirmando sua identidade plural em um evento de porte internacional e com potencial de ampla visibilidade e discussão. A Amazônia e as artes, ambas igualmente cercadas de mistérios, prometem um rico panorama da sua produção contemporânea, cuja seleção será feita por um corpo curador renomado, que selecionará as obras e trabalhos dos artistas mais expressivos dos países da Panamazônia e dos estados da Amazônia Legal. A Bienal das Amazônias destaca-se também por seu ineditismo em toda a Panamazônia, e pela possibilidade de aproximar diversos países da região, e estados brasileiros, intimamente interligados por laços culturais e geográficos, conforme já mencionado. Mostra-se também inovador por abranger diversos formatos e tendências, que se misturam trazendo um panorama e uma vitrine das mais recentes produções artísticas abrindo espaço para os novos realizadores de países e estados periféricos. Para além de tudo que aqui exposto, o projeto adquire relevância cultural e social ao ajudar a formar plateia para as Artes Visuais, assim como ao qualificar profissionais e estudantes carentes por meio de abrangente e fundamental projeto pedagógico, também ofertado ao público em geral, mas que tem como público alvo cidadãos em idade escolar, do ensino fundamental ao nível superior. Assim sendo, a Bienal das Amazônias 4.0 e itinerâncias enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Cujos objetivos, conforme artigo 3º da Lei 8313/91, são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Os gastos com passagens e estadia serão utilizados com curadores, produtores, convidados, artistas, arquitetos e demais técnicos necessários e envolvidos na execução de todas as etapas deste trabalho nas diversas cidades que envolvem este projeto. Muitos dos profissionais não moram em Belém e precisam deslocar-se até as cidades onde serão realizadas as atividades propostas pela Bienal das Amazônias 4.0 e itinerâncias. O projeto ainda não tem toda a sua extensa equipe definida, o que não permite a descricão exata de quem usará os trechos descritos. A programação será definida conforme o projeta seja aprovado, bem como respeitará aquilo que foi delimitado incialmente. IMPORTANTE: Todos as passagens aereas serão utilizados por profissionais diretamente ligados ao projeto, como será comprovado no processo de execucão e prestacão de contas, no cruzamento entre contratos de prestacão de serviços e bilhetes. Outra informação relevante, sobre o projeto expográfico, para que seja elaborado corretamente, é necessário a seleção dos artistas e obras, coisa que só será delimitada pelas curadoras, posteriormente o início dos trabalhos. Existem questôes a serem defenidias, como motes curatoriais. as decisões respeitam o desenho e os valores propostos por este projeto. valores este balisados pelas práticas exercidas pelo mercado das artes e da cultura.
01 documentário sobre a Bienal com até 26 minutos. Em Cor, Alta definição, com Legendas em outros idiomas, Audiodescrição, legenda descritiva e janela em Libras. Som Stereo. Equipe envolvida: Pré-Produção: Roteirista | Produtor | Diretor Produção: Diretor | Produtor | Diretor de Fotógrafia 1 | Diretor de Fotógrafia 2 | Assistente de fotografia/making of | Maquinista | Eletricista Pós-Produção: Diretor de Pós-produção | Editor e Colorista | Assistente de edição e cor | Legendagem | Motion Designer 02 Webséries onde o visitante poderá fazer a visita guiada a todo percurso expositivo da Bienal das Amazônias. Uma delas será desenvolvida para o público PCD- Vídeo geral de visita guiada da Bienal com até 6 minutos - 20 vídeos sobre os de 2O artistas panamazônicos e suas obras site specific pela cidade de até 2 minutos. - 6 vídeos para cada um dos espaços de exposição tradicionais indoor, cada vídeo terá até 4 minutos. Cronograma de filmagem: DIA 01 - Galeria Valdir Sarubbi, Laboratório das Artes e Galeria Gratuliano Bibas (Casa das Onze Janelas); Sala Fidanza no Museu de Arte Sacra; Galeria Antônio Parreiras e Galeria Manoel Pastana, ambas no Museu do Estado do Pará. DIA 02 - Galeria Sesc Boulevard; Galeria de Arte Mabeu – Centro Cultural Brasil Estados Unidos; Museu da Universidade Federal do Pará; DIA 03 - 6 obras site specific pela cidade. DIA 04 - 6 obras site specific pela cidade. DIA 05 - 8 obras site specific pela cidade. Equipe: Pré-produção: Roteirista 1 | Roteirista 2 | Narrador Produção: Diretor/Produtor | Diretor de Fotógrafia | Assistente de fotografia | Maquinista/Eletricista Pró-produção: Diretor de Pós-produção | Editor e Colorista 1 | Editor e Colorista 2 | Editor e Colorista 3 | Legendagem 1 | Legendagem 2 | Motion Designer - 32 licenças de trilhas do tipo - Livre - Internet, Interno, Alternativo 02 PALESTRAS com dois importantes atores das artes visuais na Panamazônia, que versarão sobre os temas que serão trabalhados pela Bienal das Amazônias. 21 MESAS-REDONDAS, temas variados que versem sobre Cultura e arte contemporânea Amazônida. Para delimitar exatamente o que se pretende comunicar em cada um delas, será necessária a construção curatorial e estética do evento, ato que só se concretizará com a realização da Bienal das Amazônias e seus desdobramentos. CONTARÃO COM A PARTICIPAÇÃO DE DOIS CONVIDADOS E UM MEDIADOR CADA. 26 WORKSHOPS, temas variados que versem sobre Cultura e arte contemporânea Amazônida. Para delimitar exatamente o que se pretende comunicar em cada um delas, será necessária a construção curatorial e estética do evento, ato que só se concretizará com a realização da Bienal das Amazônias e seus desdobramentos. 01 Documentário média-metragem que fará todo o retrospecto do projeto Bienal das Amazônias, suas itinerâncias e ações virtuais. O projeto pretende-se de livre acesso para todas as idades.
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTE - Item orçamento: Consultor acessibilidades ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas; corrimões; banheiros adaptados; elevadores. (os espaços que sediarão os encontros possuem estes pré-requisitos. item orçamentário: Piso Tátil; ) DEFICIENTES AUDITIVOS: Etiquetas e textos expositivos. (item orçamentário: Ploter adesivo parede) DEFICIENTES VISUAIS: Mapas táteis; maquetes 3D de algumas obras previamente selecionadas ; etiquetas das obras e textos expositivos em braile. (item orçamentário: Impressão em braile; Mapa Tátil) PRODUTO: SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas, corrimões, banheiros adaptados, elevadores. (os espaços que sediarão os encontros possuem estes pré-requisitos) DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras (Item orçamentário: Interprete Libras) DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição simultânea; material de apoio impresso em braile (Item orçamentário: narrador de audiodescrição, Impressão em Braile) PRODUTO: OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIOS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas, corrimões, banheiros adaptados, elevadores. (os espaços que sediarão os encontros possuem estes pré-requisitos) DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras, material didático impresso. (Item orçamentário: Interprete Libras, Material de apoio pedagógico) DEFICIENTES VISUAIS: Narradores de audiodescrição, material impresso em braile (Item orçamentário: narrador de audiodescrição, Material de apoio pedagógico) PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: ônibus adaptado, rampas, corrimões, banheiros adaptados, elevadores. (Espaços onde acontecerão as exposições e programações acessórias, estão equipados para tanto; serão locados ônibus com todos os equipamentos que garantam acessibilidade Item orçamentário: Aluguel ônibus) DEFICIENTES AUDITIVOS: Etiquetas e textos expositivos, intérprete de libras, material didático impresso. (Item orçamentário: material de apoio pedagógico; interprete libras) DEFICIENTES VISUAIS: Mapas táteis; audioguias com audiodescrição das obras; etiquetas das obras e textos expositivos em braille, material didático em braille (Item orçamentário: material de apoio pedagógico;Narrador de audiodescrição) Para tanto o projeto conta com consultoria específica que possa desenvolver melhor as propostas de acessibilidade a que se propõe. PRODUTO: MEDIA-METRAGEM ACESSIBILIDADE FÍSICA: NÃO SE APLICA DEFICIENTES AUDITIVOS: Legenda descritiva e Janela Libras (item orçamentário "PÓS-PRODUÇÃO": INTERPRETE DE LIBRAS e LEGENDA DESCRITIVA) DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição (Item orçamentário "PÓS-PRODUÇÃO": NARRADOR DE AUDIODESCRIÇÃO) PRODUTO: WEBSÉRIE ACESSIBILIDADE FÍSICA: NÃO SE APLICA DEFICIENTES AUDITIVOS: Legenda descritiva, Janela Libras e apresentação em Libras (item orçamentário "PRODUÇÃO": APRESENTADOR - que será interprete libras; "PÓS-PRODUÇÃO": INTERPRETE DE LIBRAS e LEGENDA DESCRITIVA) DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição (Item orçamentário "PÓS-PRODUÇÃO": NARRADOR DE AUDIODESCRIÇÃO)
Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTE A Bienal das Amazônias, em Belém, poderá ser visitada de maneira online e gratuita, por meio das redes sociais do projeto e site, com todos os recurso de áudio, vídeo e legendas disponibilizados pele tecnologia que será empregada. Todas as atividades expositivas propostas por este projeto terão acesso gratuito nos espaços expositivos envolvidos pelo projeto nas cidades de São Luís (MA), Marabá (PA) e Manaus (AM). PRODUTO: SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA (02 palestras/12 mesas de debates) As palestras e mesas de debate serão de participação gratuita, respeitando o número de espectadores disponíveis pelo evento, conforme distribuição apresentada neste projeto. Tais atividades serão transmitidas, em tempo real, por streaming, nas redes sociais do projeto. PRODUTO: OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIOS (09 palestras/26 workshops) Os workshops e palestras serão de participação gratuita, respeitando o número de alunos por palestra/turma, conforme distribuição apresentada neste projeto. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural.
A COMPANHIA AMAZÔNICA DE FILMES S/S LTDA, empresa responsável pela administração do projeto em questão foi criada em 2003 (de nome fantasia, Greenvision), é uma produtora de conteúdo audiovisual com sede em Belém. Inicialmente voltada para a produção de documentários, a empresa se transformou, ganhando núcleos de música (videoclipes e shows), artes visuais (festivais, exposições e ensino), publicidade e assessoria criativa em comunicação. Tornou-se conhecida por realizar o primeiro filme paraense pós-retomada a entrar em circuito comercial ("As Filhas da Chiquita", exibido em mais de 25 países), o documentário Brega S/A e pelas peças audiovisuais que lançaram a carreira de Gaby Amarantos, incluindo o videoclipe Xirley e o “Gaby Live in Jurunas”. Em 2015 a Greenvision co-produziu o documentário “Paysandu – 100 anos de payxão” que teve 15 mil pagantes em salas de cinema. Os filmes da Greenvision já foram exibidos em mais de 35 países, entre eles Croácia, Macedônia, Nepal e Ucrânia. Festivais como Festival do Rio, In-Edit, London BFI LGBF, Ireland Cork Film Festival, CinePort, Los Angeles Fusion, Philadelphia GL, Kathmandu Film Festival, Queer Skoje, Queer Lisboa, Schwule Filmtage Hamburg, File Fest, Mix Brasil, Ciclo Rosa de Bogotá e Medelin, já receberam filmes da produtora. A Greenvision atende marcas globais como a Coca-Cola, Coca-Cola Argentina, e Vale e já contou com patrocínios de empresas como Petrobras, Vivo, Eletrobras e Eletronorte. Em parceria com a BCB Produções Culturais desenvolve, desde 2009 trabalhos em artes visuais, com foco em ações expositivas e de ensino da arte, como o caso das exposições de grande porte “Moderno Para Sempre – coleção de Fotografias Modernistas da Coleção Itaú Cultural” e “Marc Riboud”, além dos festivais Art.Mov e Eletronika cujo mote foi a produção contemporânea de arte. Desenvolveu ainda consultorias criativas para a empresa Vale S/A no desenvolvimento de espaços expositivos imersivos entre os anos de 2010 e 2015. Utilizará de sua expertise em administrar projetos com grandes orçamentos e fará a coordenação executiva/gestão do projeto Bienal das Amazônias 4.0 e itinerâncias, por meio de sua dirigente PRISCILLA BRASIL que assumirá a produção executiva, coordenando todas as etapas de realização do projeto em questão, além da administração financeira do projeto, por meio de remuneração das rubricas produção executiva, controladoria, além de coordenar a equipe administrativa, com remunerações previstas no campo Custos administrativos. A empresa possui projetos inscritos e contemplados junto ao FNC e FSA. Sua dirigente Priscilla Brasil possui projetos inscritos e captados junto ao Mecenato e FSA. * Mestre em Artes, pela Universidade Federal do Pará, onde desenvolveu pesquisa sobre políticas públicas para a cultura no norte do Brasil, a paraense Lívia Condurú Sampaio atua, há quase duas décadas, como produtora cultural na Amazônia, elaborando e desenvolvendo ações socioculturais e em comunicação para e em parceria com as empresas Itaú Cultural, Estúdio Madalena, Mercado Livre, Vivo, Claro, Hydro, Vale, MRN, Fundo Vale e Natura. É produtora executiva da Bienal das Amazônias. * Doutoranda em Pós-colonialismos e Cidadania Global pela Universidade de Coimbra, a paraense, Priscilla Brasil desenvolve pesquisas em imperialismo e desenvolvimento. Há 20 anos é diretora geral da Greenvision, produtora de audiovisual e música sediada em Belém. Como produtora executiva musical ajudou a construir obras que concorreram e venceram prêmios importantes como o Grammy Latino, APCA e prêmio bravo!. Como diretora e produtora de cinema, realizou filmes significativos como “As filhas da chiquita”, “Serra Pelada – esperança não é sonho”, “Salvaterra, terra de negro”e “100 anos de payxão”, além de videoclipes famosos como “Xirley”, de Gaby Amarantos. Atualmente dedica-se a uma série de filmes sobre a ocupação da Amazônia durante o século XX. É produtora executiva da Bienal das Amazônias. * Amapaense, Vanessa Gabriel-Robinson coordena o Digital Talent Programme da Prefeitura de Londres, criado pelo prefeito Sadiq Khan. Gerenciou projetos no British Council nas Américas e no Oriente Medio, foi Gerente de Inovação na Queen Mary University e criadora do Instituto BR. No Brasil, trabalhou no Instituto Claro e coordenou projetos itinerantes na Amazônia. Tem mestrado pela USP, onde estudou o impacto da internet para a comunidade criativa da região Norte. É responsável pela coordenação geral, em especial as relações internacionais e institucionais da Bienal das Amazônias. * A Diretora Artística da Bienal das Amazônias Yasmina reggad - É cocuradora com Sam Bardaouil e Till Fellrath do Pavilhão Francês na 59ª Bienal de Veneza, em 2022. É curadora independente, escritora, pesquisadora e artista performática. Trabalha em Bruxelas, Bélgica. Possui mestrado em História Medieval pela Universidade Sorbonne. Yasmina cofundou e atualmente é curadora da ária (residência artística em Algiers). Já trabalhou na Delfina Foundation e Art Dubai Projects. * CURADORAS Flavya Mutran Atua no campo da Arte e Comunicação desde 1989. É Doutora em Artes Visuais pelo Programa de Pós-graduação do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde também fez Mestrado (2011) na linha de pesquisa sobre Meios e Processos de Criação em Poéticas Visuais, com pesquisa sobre novas tecnologias e processos tradicionais de Fotografia e Imagem, como Bolsista CAPES. Possui obras nos acervos da Coleção Pirelli/MASP, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, na Coleção Joaquim Paiva do MAM-RJ, no MARGS e MAC-RS, na coleção de Fotografia Contemporânea Paraense do Museu de Arte Contemporânea do Pará. Já participou de exposições coletivas, salões de arte, concursos nacionais e internacionais de fotografia no Brasil e no exterior. * Keyna Eleison Atual diretora artística do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), Keyna é curadora. Pesquisadora, herdeira Griot e xamãnica, narradora, cantora, cronista ancestral. Mestre em História da Arte e especialista em História da Arte e da Arquitetura pela PUC – Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e bacharel em Filosofia pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Membro da Comissão da Herança Africana para laureamento da região do Cais do Valongo como Patrimônio Mundial (UNESCO). Curadora da 10ª Bienal Internacional de Arte SIART, na Bolivia. * Sandra Benites Curadora adjunta do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP). É a primeira curadora indígena contratada por uma instituição de arte no Brasil. Educadora, pesquisadora, curadora. É descendente do povo Guarani. Formada em Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em 2017, é mestre em Antropologia Social pelo programa de Pós-gradução do Museu Nacional e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com pesquisa focada na educação indígena à partir da perspectiva da mulher Guarani e intitulada Viver na língua Guarani Nhandeva (mulher falando). * Vania Leal Graduada em Artes Plástica, Especialista em História da Arte, Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura. Coordena a Curadoria Educacional do Projeto Arte Pará desde 2007. Atua na área de curadoria e pesquisa em Artes, tendo participado de júris de seleção e premiação e organizações de salões como o 9º Salão de Arte Contemporânea SESC Amapá em 2013, Salão UNAMA de Pequenos Formatos, da Curadoria da individual de Flavya Mutran, Odair Mindelo e Elciclei Araújo no Edital do Banco da Amazônia, e curadora de mapeamento da região norte no Projeto Rumos Itaú Cultural de Artes Visuais, Edição de 2011/2012/2013. Foi Avaliadora da Edição Rumos Itaú Cultural Edição de 2015/2016 e membro da Comissão de seleção da Edição de 2019/2020. Vive e trabalha em Belém do Pará. ARQUITETA RESPONSÁVEL PELO PROJETO PEDAGÓGICO Juliana Prado Godoy Juliana Prado Godoy, formou-se em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Mackenzie e desenvolve projetos em diversas linguagens visuais como expografia, direção de arte, cenografia e design. Entre seus trabalhos recentes estão os projetos das exposições Helio Oiticica: A dança na minha experiência e Fayga Ostrower: Pedagogias do avesso, no MAM Rio de Janeiro; Cruz-Diez: A liberdade da cor, no Espaço Cultural Porto Seguro; Irradiações - Fábio Penteado, na Casa da Aquitectura, em Portugal; Ocupação Gregori Warchavchic e Chiquinha Gonzaga, no Instituto Itaú Cultural. Como colaboradora atuou em projetos como a 32a Bienal de Arte de São Paulo, X Bienal de Arquitetura, 30 anos do Itaú Cultural na Oca, entre outros. Atualmente, está responsável por desenvolver os projetos expográficos da nova gestão do MAM Rio de Janeiro.
ARQUIVADO CONFORME SOLICITAÇÃO DO PROPONENTE.