| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 44734671000402 | Cristalia Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
| 03990321000179 | PENHA PAPEIS E EMBALAGENS LTDA | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 02961049000136 | MICROPACK DE ITAPIRA LTDA. | 1900-01-01 | R$ 54,0 mil |
| 52783321000103 | Incomagri Indústria e Comércio de Máquinas Agrícolas Ltda. | 1900-01-01 | R$ 12,0 mil |
O presente projeto prevê a manutenção e ampliação das atividades desenvolvidas pela Casa das Artes de Itapira, centro de artes que oferece ações formativas: aulas de musicalização e de diversos instrumentos, como percussão, cordas, piano, sopro e coral para jovens, crianças e adultos. O projeto prevê também, uma palestra como contrapartida social.
Projeto Pedagógico em anexo.
Objetivo Geral Objetivo Geral Transformar através da arte. Utilizar a linguagem musical para ampliar a capacidade de aprendizado, raciocínio entre jovens e crianças através da prática da musicalização e instrumentos. Ampliar as atividades já desenvolvidas internamente e polos de iniciação, formação e aperfeiçoamento de alunos em instrumentos musicais, assim como a especialização musical. A instituição mantém grupos de iniciantes em música atendendo jovens e crianças a partir de 4 anos de idade que, após o aprendizado de musicalização, optam pelo instrumento que pretendem se especializar. O projeto também busca a manutenção da Banda Acadêmica da Casa das Artes, Big Band e Orquestra de Cordas, formados por professores e alunos da Instituição. Hoje temos 10 salas de musicalização funcionando com média de 12 alunos. São 10 aulas por semana de 1hora cada. Somando totaliza 44 horas mensais. Temos também os polos da Apae com 100 alunos somando 16h mensais e o SESI com 70 alunos somando 8 horas mensais. Objetivo Específico · Promover iniciação, formação e aperfeiçoamento de alunos em instrumentos musicais, assim como a especialização musical. · Oferecer especialização em: flauta transversal, clarineta, saxofone, trompete, trompa, trombone, bombardino, tuba, bateria, percussão, violino, viola, violoncelo, contrabaixo, piano, viola caipira e violão; · Atuar no desenvolvimento do programa de prática de conjunto com coral infanto-juvenil, e grupos de câmara; · Atender um total de 400 pessoas nas ações formativas oferecidas (produto secundário), sendo desses, 200 alunos de regiões periféricas atendidos gratuitamente e 200 na região central sob contribuição mensal simbólica; · Proporcionar a população regional opção de agenda cultural e desta maneira atuar no trabalho de formação de público e difusão cultural; · Apoiar o aperfeiçoamento de alunos em estágio avançado, bem como encaminhamento ao mercado de trabalho, com vistas à geração de renda e a inserção da música como oportunidade de trabalho. · Além disso, como contrapartidas sociais será oferecida 1 palestra em escolas públicas para um total de 50 alunos e professores.
A instituição possui hoje uma demanda muito grande de crianças e jovens que possuem referências culturais restritas, seja pelos meios de comunicação, pelo viés educativo e até mesmo familiar. Assim, a sociedade civil tem de se mobilizar para dar suporte no que se refere à difusão, à formação e à produção cultural, além do trabalho de formação de público. O trabalho desenvolvido na Casa das Artes de Itapira vem, desde 2007, em plena expansão. A entidade é referência no que se refere à inclusão cultural de crianças e jovens, à formação de público e à opção de agenda cultural da região. O projeto de manutenção desta estrutura se faz necessário justamente para que a instituição possa manter o que já vem sendo realizado e para que possa planejar as devidas expansões, atendendo um número maior de crianças e jovens. As aulas oferecidas na sede central da Casa das Artes para pessoas de melhor renda, terão contribuição simbólica no valor de R$100,00 (cem reais) mensais para participação, enquanto que as aulas nos polos, destinadas a alunos de baixa renda, serão totalmente gratuitas. A cobrança simbólica se destina a contribuir com a manutenção das atividades regulares desenvolvidas que antes recebiam incentivo da Prefeitura Municipal e não mais recebem. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. A aprovação e viabilização do projeto ?Casa das Artes _ Plano Anual 2023? junto ao Ministério do Turismo via Lei de Incentivo, é hoje a principal e uma das poucas formas de realização de projetos culturais e manutenção de espaços culturais e fundações sem fins lucrativos no Brasil, através de parcerias com a iniciativa privada. Por meio da Lei Rouanet e suas regulamentações, é possível com essas parcerias, realizar projetos que não visem apenas à finalidade de marketing empresarial, mas também realizar eventos de relevância artística e cultural, formativos e acessíveis à população, como o proposto. Além disso, um projeto apresentado por tal entidade como plano anual já há anos, já possui parcerias firmadas e público cativo que dão consistência e credibilidade ao trabalho desenvolvido, valorizando o próprio mecanismo.
Metodologia de Ensino– Casa das Artes de Itapira Nosso curso será ministrado por professores formados em seu respectivo instrumento que atuam profissionalmente em orquestras, bandas e individualmente no circuito cultural do estado de São Paulo. As aulas são ministradas em grupo. Os alunos são divididos em módulos de aprendizado. O aluno executará os exercícios e o professor corrige, refina e aperfeiçoa sua técnica e repertório demonstrando em na prática a forma de ler a partitura e executar os exercícios e peças que compõe a grade de aprendizado de cada um. Etapa 1 - Musicalização Todos os alunos já têm uma base teórica e prática, a musicalização apenas vai lapidar esta experiência e deixá-los aptos para um novo ritmo de aprendizado onde a carga de tempo e a dificuldade técnica são muito mais amplas. Neste módulo os alunos terão aula de: Leitura de Partitura, Rítmica, Percepção; Etapa 2 - Instrumento Após o período de musicalização, os alunos escolhem os instrumentos disponíveis para prática e aperfeiçoamento técnico e estético. Atualmente dispomos de aulas de: flauta transversal, clarineta, saxofone, trompete, trompa, trombone, bombardino, tuba, bateria, percussão, violino, viola, violoncelo, contrabaixo, piano, viola caipira e violão; As aulas também são ministradas em grupo e alunos são divididos em módulos. Em paralelo é realizado o aperfeiçoamento estético, onde todos os bolsistas terão aulas de: Estética e Apreciação Musical, História da Música.
Produto Principal - Plano Anual e Produto Secundário - Oficina/Curso/Estágio: Acessibilidade física: As atividades do projeto serão realizadas nas instalações na Casa das Artes de Itapira, na APAE, na EE Dr. Júlio Mesquita e na Escola SESI, como forma de garantir o acesso a pessoas com mobilidade reduzida, idosos e deficientes. Todos os locais são fiscalizados pela prefeitura municipal e obedecem à legislação vigente quanto ao acesso de pessoas. Acessibilidade para deficientes visuais: durante as oficinas professores e monitores darão atendimento específico e assistência aos alunos que necessitarem de atenção especial e maior direcionamento. As partituras e apostilas para os alunos, caso haja, serão traduzidas e impressas por meio de gráfica especializada em braile. Acessibilidade para deficientes auditivos: por se tratar de oficinas de música instrumental, torna-se inviável a acessibilidade ao produto completo, não cabendo medidas. Produto – Contrapartidas Sociais: Acessibilidade física: serão realizadas em locais mantidos e fiscalizados por órgãos públicos que seguem todas as medidas de acessibilidade previstas na lei federal. Todos os locais onde ocorrerão as Contrapartidas Sociais dispõem de condições totalmente adequadas de acessibilidade para deficientes físicos e visuais. Acessibilidade para deficientes visuais: a palestra será realizada oralmente, não cabendo medidas. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de LIBRAS (conforme planilha orçamentária).
Como medida de ampliação de acesso, todas as ações formativas desenvolvidas nos polos periféricos a pessoas de baixa renda serão gratuitas. O projeto buscará atingir todo e qualquer público, sem distinção de classe social ou idade. Como medidas de democratização de acesso, adotaremos o exposto no inciso VI do artigo 21 da IN nº 02/2019 do MinC, a saber: VI oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural.
Os artistas convidados para as apresentações serão definidos durante a execução do projeto, conforme disponibilidade de datas compatíveis. · Casa das Artes de Itapira (receberá pela rubrica: Grupo Musical/Banda): Coordenação Geral (gerenciamento das atividades, profissionais envolvidos e alunos), Sede Principal e Proponente do Projeto. A Casa das Artes de Itapira surgiu através da reunião de alguns músicos, no final de 1997 sob a coordenação de César Lupinacci. Em 15 de setembro de 2005 se transformou em uma associação sem fins econômicos. Em 04 de maio de 2006 teve sua denominação definida como Banda Musical de Itapira, que, em agosto de 2012, foi alterada para Casa das Artes de Itapira. Tem como principal objetivo difundir e preservar a cultura em geral, e para isso tem promovido ações diversas para ampliar os caminhos e os mecanismos capazes de instituir e desenvolver a cultura promovendo experiências neste contexto, inserindo os resultados em frentes como à educação, à intelectualidade, à sensibilidade e ao desenvolvimento pleno de alunos, professores e colaboradores enquanto indivíduos da sociedade. Esta instituição desenvolve e organiza, através de aulas e ensaios, programas de banda de música com os alunos; realiza concertos em eventos dentro e fora do município, e forma agentes multiplicadores que possam contribuir no processo de formação de novos alunos. As ações são classificadas em 4 projetos: Projeto Batutinha – trabalha a educação musical e expressão corporal com crianças entre 04 e 16 anos e resultando em: coral, fanfarra, flauta, bate-lata e expressão corporal; Projeto Casa das Artes – espaço que fomenta a cultura por meio de aulas de música, teatros, saraus, exposições, oficinas e recitais, abrangendo toda a comunidade, com cerca de 314 alunos, além de abrigar grupos independentes; Banda Casa das Artes – projeto que consiste no aprimoramento dos alunos de música, visando e valorizando a prática instrumental de banda, e realizando concertos dentro e fora do município; Orquestra de Cordas – projeto que consiste no aprimoramento dos alunos de música, visando e valorizando a prática instrumental de orquestra, e realizando concertos dentro e fora do município. Desenvolve ainda, outras ações tais como: encontros anuais de banda (2007 a 2012) com público de aproximadamente 200 pessoas; Cantatas de Natal (2006 a 2020) com público estimado em 900 pessoas; Mostras artísticas semestrais (2007 a 2019) com público estimado em 700 pessoas; resgate do tradicional Grito de Carnaval (2004 a 2019) com aproximadamente 1500 pessoas, entre outras. Como associação, foi declarada de utilidade pública municipal, pela Lei n° 4.495, de 24 de setembro de 2009 e alterada pela Lei nº 5094 de 24 de maio de 2013. É certificada no CEE (Conselho Estadual de Entidades) e CMDCA (Conselho Municipal da Criança e do Adolescente). Casa das Artes de Itapira tem como missão institucional: “promover, através da arte, o encontro da pessoa em seus valores humanos e culturais, com prazer e qualidade no fazer artístico sensibilizando todos os públicos” e como visão de futuro: “ser referência na formação de artistas e polo de desenvolvimento cultural e social”. · César Ricardo Lupinacci (receberá pela rubrica: artista de criação): Maestro Iniciou seus estudos de música quando criança cantando no madrigal da Casa de Caridade Paulo XXIII em Campinas/SP e Coral Cidade de Itapira com regência de Hugo Baradel Filho. Em 1987 ingressou como trombonista na Banda Marcial “Pref. Antônio Caio” no colégio onde completava seus estudos de ensino fundamental, vindo no ano seguinte a participar da Banda Lyra Itapirense onde permaneceu até o ano de 1993. Nesse decorrente ano ingressou na Banda Lyra Mogimiriana em Mogi Mirim/SP, onde aprimorou seus estudos de trombone com o professor João Leite (músico da orquestra sinfônica de Campinas) e atuou até meados de 2012, como instrumentista e coordenador da instituição. Em final de 1997, criou a Banda Musical de Itapira, sociedade cultural sem fins lucrativos, que tem como finalidade ensinar música à comunidade de forma gratuita e preservar os valores da cultura e da música brasileira. Participou de grupos musicais na UNICAMP como Comboio (grupo experimental de música brasileira), Big Band sob a regência de Rafael dos Santos e Unibanda sob a regência do maestro Carlos Lima. Ingressou na Faculdade de Música Mozarteum em SP cursando dois anos e vindo a trancar a matrícula para posteriormente concluir. · Henrique Augusto Lupinacci (receberá pela rubrica: Coordenação pedagógica): Direção artística Iniciou seus estudos de música no ano de 2002 ingressando na Banda Lyra Mogimiriana (Mogi Mirim–SP) no curso de violino, com a professora Shinobu Saito. Em 2008 passou a ser monitor do curso de violino na mesma instituição e iniciou aulas de violino em Campinas com a mesma professora até o ano de 2012. Ingressou na Orquestra Jovem Suzuki Campinas sob a regência de Rafael dos Santos (UNICAMP) de 2008 á 2011. Estudou teoria musical com a prof. Lucielena Terribile (Campinas-SP) de 2011 á 2012. Atuou como violinista na Orquestra Jovem de Paulínia de 2011 á 2013, por onde passaram os maestros: Eduardo Bello (São Paulo) 2011, Cláudio Cruz (São Paulo) 2011 e Artur Huf (Campinas-SP) 2012 e 2013. Também atuou na Orquestra Sinfônica Lyra Mogimiriana desde 2007 á 2014 sob a regência de Carlos Lima. Atualmente cursa graduação em música pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Tem aulas de violino com Esdras Rodrigues (UNICAMP) e com Artur Huf (Campinas-SP). Atua como violinista na Orquestra Sinfônica de Piracicaba sob a regência de Jamil Maluf e também atua como violinista convidado na Orquestra Sinfônica da Unicamp – OSU. É professor de violino e da disciplina de teoria musical na Casa das Artes de Itapira-SP e também professor de violino na ABTEM em Mogi Mirim SP.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.