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Realizar oficinas e atividades culturais gratuitas de música, capoeira, dança e ações de incentivo à leitura e de vivências culturais para crianças, de 6 a 12 anos, em situação de vulnerabilidade social, além de eventos, exposições e apresentações para a comunidade e oficinas para professores como contrapartidas sociais.
não se aplica
Geral: Incluir socialmente crianças, de 6 a 12 anos, da periferia da zona leste de São Paulo (favela da Vila Nhocuné) por meio de atividades culturais no contraturno escolar, a fim de proporcionar a ampliação do repertório e dos acessos à arte e à cultura. Específicos: Promoção das seguintes oficinas, voltadas para crianças: - Oferecer 400 oficinas de MÚSICA para 5 turmas com duração de 1 hora-aula, por 40 semanas, para 116 crianças, em 2 vezes por semana _ 10 oficinas por semana. - Oferecer 400 oficinas de CAPOEIRA para 5 turmas com duração de 1 hora-aula, por 40 semanas, para 116 crianças, em 2 vezes por semana _ 10 oficinas por semana. - Oferecer 400 oficinas de DANÇAS, BRINCADEIRAS E JOGOS DO FOLCLORE para 5 turmas com duração de 1 hora-aula, por 40 semanas, para 116 crianças, em 2 vezes por semana _ 10 oficinas por semana. - Oferecer 400 oficinas de CONTAÇÃO E PRODUÇÃO DE HISTÓRIAS para 5 turmas com duração de 1 hora-aula, por 40 semanas, para 116 crianças, em 2 vezes por semana _ 10 oficinas por semana. - Oferecer 400 oficinas de ASPECTOS E VIVÊNCIAS CULTURAIS para 5 turmas com duração de 1 hora-aula, por 40 semanas, para 116 crianças, em 2 vezes por semana _ 10 oficinas por semana. Serão 116 beneficiários, que estarão divididos em 5 turmas de 23 crianças, com oficinas de segunda a sexta, no período da tarde, totalizando 50 oficinas semanais e 2.000 durante o projeto - 40 semanas. Promoção de eventos, exposições e apresentações para a comunidade: - SARAU DE ARTES _ Realizar 01 sarau de artes, aberto à comunidade da vila Nhocuné, oportunizando a manifestação artística e cultural por meio de músicas, dramatizações, danças, declamações de poesias e expressão de ideias. Estimativa de público: 100 pessoas. Estimativa de duração: 2 horas; - DANÇAS E BRINCADEIRAS FOLCLÓRICAS NA RUA _ Realizar 01 tarde de compartilhamento de danças e brincadeiras folclóricas do Brasil e do mundo, na qual as crianças do Colégio Plenitude, mediadas pela educadora, ensinam outras crianças da comunidade o que aprenderam nesta oficina. Estimativa de público: 100 pessoas. Estimativa de duração: 2 horas; - AÇÃO COMUNITÁRIA _ Realizar 01 encontro composto por diversas atividades mediadas por educadores, em conjunto com as crianças, em forma de debates, rodas de conversa, fóruns para a reflexão e conscientização de como enxergamos e vivenciamos nossa cultura. Estimativa de público: 100 pessoas. Estimativa de duração: 2 horas; - RODA DE CAPOEIRA _ Realizar 01 roda de capoeira para o "batismo" (troca do cordão), aberta à comunidade, como forma de transmitir e preservar essa cultura e incentivar a participação da comunidade. Estimativa de público: 100 pessoas. Estimativa de duração: 2 horas; Promoção de capacitações de contrapartidas sociais: Serão realizadas de forma gratutita e compostas por 5 oficinas de 2 horas cada, para 68 novos oficineiros e professores da rede pública (queremos reforçar que serão 116 beneficiários diretos, pois sãos os mesmos que participam das diversas atividades propostas e que 10% da quantidade do nosso público-alvo seria 22 professores beneficiados com a contrapartida social ). O objetivo destas oficinas formativas é trabalhar como a arte pode ser um disparador a fomentar a discussão de questões socioemocionais e de desenvolvimento humano, com foco em crianças e jovens. Pretende-se, com esta iniciativa, conscientizar sobre a importância da arte e da cultura para atender o artigo 22 da IN 2/19 sem prejuízo do descrito no artigo 21, incisos III e V.
As oficinas e atividades deste projeto são um diferencial em relação aos equipamentos públicos da região. Entretanto, sem nenhum incentivo, está cada vez mais difícil oferecer tais atividades de forma gratuita. A presente proposta se enquadra nos seguintes artigos da Lei Rouanet nº 8.313/91: Capítulo I - Art. 1°: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para cumprimento das finalidades expressas acima, o presente projeto pretende alcançar os seguintes objetivos, estipulados no art. 3º: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IX - priorizar o produto cultural originário do País.
Beneficiários das oficinas: 116 crianças, de 6 a 12 anos, em vulnerabilidade social, na região da Vila Nhocuné, distrito de Artur Alvim, periferia da zona leste de São Paulo, contando com 800 beneficiários indiretos, que são familiares e comunidade. Formas de seleção: as crianças atendidas são estudantes do Colégio Plenitude, uma escola regular e gratuita, mantida pelo Instituto Energia do Saber, uma organização de sociedade civil, sem fins lucrativos. No período da manhã, elas realizam as aulas regulares e, no período da tarde, participarão deste projeto. A partir de 2020, devido à fila de espera de 460 crianças e adolescentes para as vagas deste mesmo ano, definimos critérios para a seleção de novas/os ingressantes. Nosso foco está em um público que se enquadre no perfil de alta ou muito alta vulnerabilidade social. Para tal, estabelecemos como critérios o local de moradia (favela da Vila Nhocuné ou no entorno do Colégio Plenitude) e a comprovação de renda familiar de até 2 salários mínimos. A seleção é feita da seguinte maneira: - Outubro: divulgação das vagas em aberto para o ano seguinte e inscrição das/os interessados/as; - Novembro: triagem das fichas de inscrição e seleção das que estão dentro dos critérios; - Dezembro: entrevistas com as famílias selecionadas na primeira triagem e visita às casas das/os mesmos/as. Após as visitas, há uma reunião entre a coordenação do Instituto e a equipe de direção do Colégio Plenitude para a decisão da lista final dos selecionados, considerando aquelas famílias mais vulneráveis. Assim, há o encaminhamento para a matrícula e entrega de documentação. Beneficiários dos eventos, exposições e apresentações: famílias das alunas e alunos participantes das oficinas, além da comunidade do entorno do Colégio Plenitude. Tais atividades não terão critérios de seleção, com estimativa de 100 pessoas participantes. Beneficiários das contrapartidas sociais: 68 oficineiros/as ou professoras/es da rede pública de São Paulo. O critério de seleção será por ordem de inscrição e carta de interesse. (queremos reforçar que serão 116 beneficiários diretos, pois sãos os mesmos que participam das diversas atividades propostas e que 10% da quantidade do nosso público-alvo seria 22 professores beneficiados com a contrapartida social ). Observações - O termo de compromisso para garantir as leis relacionadas a pandemia, foi anexado como - TERMO DE COMPROMISSO, ATESTANDO QUE O RESULTADO SERÁ INTEGRADO SEM ÔNUS AO BANCO DE DADOS DO IPHAN. - O projeto pedagógico das oficinas, foi anexado como Informações Adicionais. - O projeto pedagógico das contrapartidas sociais, foi anexado como Novo Plano Descritivo de Produtos Culturais.
não se aplica
Para as oficinas culturais oferecidas, serão proporcionadas medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146/2015 e decreto 9.404 de 2018. Para os eventos, passeios e apresentações culturais, serão proporcionadas medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146/2015 e decreto 9.404 de 2018. Para as contrapartidas sociais, serão proporcionadas medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146/2015 e decreto 9.404 de 2018. Caso tenhamos pessoas com deficiência auditiva será oferecido um/a intérprete de libras e, em caso de deficiência visual, um instrutor irá assisti-lo/a, com rubrica específica no orçamento. O espaço físico da organização está adaptado para locomoções de pessoas com todos os tipos de deficiência. Nos eventos os idosos terão preferência de acesso e local reservado.Nos passeios os locais selecionados tem acessibilidade e tb apoiaremos com os monitores o acesso aos ônibus.
As atividades serão todas gratuitas e algumas imagens serão disponibilizadas pela rede de computadores por meio das mídias digitais da organização. Assim sendo, a instituição irá adotar como ação de democratização de acesso os seguintes incisos do Art. 21 da IN nº 02/2019 do MINC: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
A gestão do projeto será realizada por profissionais CLT da organização, que exercem funções de direção e coordenação pedagógico-administrativas, coordenação de projetos, desenvolvimento institucional e prestação de contas. Além destas, há a participação de educadoras e educadores, que ministrarão as atividades, contratadas/os em regime CLT. São elas: Coordenadora de projetos - Flávia Blanco Lira Mestre em Comunicação e Semiótica, pela PUCSP, em 2019. Formada em Comunicação e Artes do Corpo, com habilitação em Dança e Teatro, pela PUCSP, em 2014. Coordenadora de projetos do Instituto Energia do Saber, educadora de Artes, tendo passado por várias instituições, como Fábricas de Cultura, SESC e Instituto Reciclar. Coordenadora de Desenvolvimento Institucional – Débora Isis Acioly Pós-graduada em Sustentabilidade e Governança Corporativa, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 2015. Formada em Relações Públicas e cursos de especialização nas áreas de Captação de Recursos, Marketing de Relacionamento e Marketing Digital. Possui 14 anos de experiência na área de responsabilidade social, sendo os 6 últimos anos dedicados ao terceiro setor e projetos de desenvolvimento de juventude. Assume atualmente a Coordenação de Desenvolvimento Institucional do Instituto Energia do Saber. Diretora pedagógica - Cidália Freitas Pós-graduada em Gestão e Organização da Escola pela Faculdade Drummond em 2011; graduada em Pedagogia pela Faculdade Drummond em 2009. Diretora Escolar no Colégio Plenitude, inciativa educacional mantida pelo Instituto Energia do Saber. Passou por outros colégios com a função de professora de Ensino fundamental e Coordenadora Pedagógica. Coordenadora pedagógica – Luiza Helena Pós-graduada em Alfabetização e Letramento, pela Uninove, em 2014. Formada em Pedagogia, com habilitação tecnólogo em Libras e Braille, em 2011. Coordenadora pedagógica do Colégio Plenitude, inciativa educacional mantida pelo Instituto Energia do Saber. Como pedagoga, atuou nas seguintes instituições, Colégio Marista Arquidiocesano e Escola Santa Marina. Orientadora pedagógica – Talita Calisto do Nascimento Graduada em Teatro, pela Universidade Anhembi Morumbi, em 2014. Graduanda em Psicologia, com início em janeiro de 2021, pela mesma universidade. Atuou com professora de Artes, por 6 anos, na rede pública estadual de São Paulo. Atualmente, é orientadora pedagógica do Colégio Plenitude, inciativa educacional mantida pelo Instituto Energia do Saber. Educador de Música – André Formou-se em Técnico em Regência e Pós Técnico em Composição e Arranjo pela ETEC de ARTES. Licenciatura em Música pela Unisantanna. Tem curso livre de Formação de Professores de Musicalização pela OSESP. Educação Musical Inclusiva, Arte e desenvolvimento no Ensino Fundamental. Oficina de ritmos brasileiros com Rafael Pereira no Atelier Enny Parejo e Oficina “Música, Psicopedagogia e Inclusão” pela IBEF. Saúde Vocal, Conservação da Voz e Cultura Musical pelo SESI. Fundamentos Fisiológicos do Ensino de Canto, Anatomia e Fisiologia Aplicada á Clinica Vocal na Fala e no Canto, Pela CEV. Teclado pelo compasso Musical. Já trabalhou como professor de musicalização no colégio Escola do Max, professor de Música na Associação União Farol do Alvorecer, Formação de Coral juvenil no em associações e instituições religiosas. Professor particular de violão, teclado e canto. Atualmente atua como Professor de Musicalização no Colégio Plenitude e no colégio Interativo e Grupos Particulares de música. Educador de Capoeira – A contratar Educadora de Danças, Brincadeiras e Jogos do Folclore – Joze Suellen Formação em Lincenciatura em Educação Física, com experiências profissionais em Escolas Estaduais EE João Ramacciotti Prof. , EE Octacilio C Lopes e EE Antônio Sylvio Cunha Bueno. Cursos de qualificação pela Faculdade UNIESP de Recreação e Lazer, Atividades de Aventura e Eventos Radicais. Curso de qualificação pela ETEC Parque da Juventude. Experiência de Agente de Serviços Escolar e Agente de Organização Escolas Estaduais. Professora de Educação Física e Jogos, danças e brincadeiras no Colégio Plenitude. Educador de Contação e Produção de Histórias – Sthefan Leal Sthefan Leal, graduado em Licenciatura Plena em Música pela Faculdade Paulista de Artes em 2010, iniciou sua carreira na arte educação em 2008, onde desde então atuou em diversos ambientes de ensino formal no ensino público e privado em instituições como o SESI, Objetivo entre outras. No ensino não formal lecionou em alguns dos principais programas de arte e cultura da cidade de São Paulo como o Fábricas de Cultura. Atualmente, integra o programa PIÁ (Secretaria de Cultura) na linguagem de música e é professor de Contação de Histórias do Colégio Plenitude. Educador/a de Aspectos e Vivências Culturais – a contratar
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.