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O projeto propõe a realização do Ano Cultural Hermano José (1922-2015), para homenagear o centenário do artista paraibano e difundir sua biografia, sua produção artística e seu legado. Ainda em vida, o artista presenteou a cidade de João Pessoa com a doação de sua residência à UFPB, destinada a criação do Museu Casa de Cultura Hermano José (MCCHJ), equipamento cultural público recém-criado. O projeto é composto por um conjunto de ações voltadas às artes visuais, em diferentes formatos, sendo elas: exposições híbridas, selecionadas via edital da Bolsa Hermano José de Apoio a Novos Artistas; (murais artísticos selecionados via edital do Concurso Murais de Hermano; tour virtual do MCCHJ; o II Seminário Arte e Políticas Culturais; a I Semana Viva Hermano José; a produção do livro "Veredas de um artista multifacetado - 100 anos de Hermano José"; e a realização de oficinas "Sabe quem foi Hermano José?"
1) Festivais/Mostras 1.1 Bolsa Hermano José de Apoio a Novos Artistas: Bolsa de estímulo à criação artística destinada a novos artistas, que deverão propor exposições híbridas, a serem inscritas em Edital específico e selecionadas por um Comitê Curador formado por especialistas. O tema gerador será“O século Hermano José”. Serão selecionadas 3 (três) propostas de exposição. Cada exposição ficará disponívelpresencialmente por 75 (setenta e cinco) dias na Galeria de Exposições Temporárias do MCCHJ, e, virtualmente, deforma permanente através da plataforma Google Arts & Culture. Deverão ser inscritas propostas individuais nasseguintes linguagens: pintura, gravura, desenho, escultura, instalação, videoarte, fotografia, colagens, design,objeto e multilinguagem (duas ou mais linguagens). 1.2 Concurso “Murais de Hermano”: Concurso para seleção, por meio de Edital específico, de 3 (três) propostas de arte urbana em muros deequipamentos culturais da cidade situados em locais de alta visibilidade. Serão selecionadas propostas nas seguinteslinguagens: grafite, muralismo e outras formas de arte urbana que envolvam pinturas artísticas de murais. O temagerador será “O século Hermano José”. Para tal, foram escolhidos equipamentos culturais de referência, sendoeles: a) Muro do Museu Casa de Cultura Hermano José, imovél que foi a residência do artista desde o final dos anos 1970até seu falecimento, em 2015. b) Muro do estacionamento do Espaço Cultural josé Lins do Rêgo, um dos principais equipamentos culturais dacidade e do qual Hermano José foi o primeiro Coordenador de Artes Plásticas, nos anos 1980; c) Muro do da Usina Cultural Energisa, equipamento cultural onde Hermano José realizou uma de suas principaisexposições individuais, retrospectiva de mais de 60 anos de produção artística. 1.3 Visitação virtual do MCCHJ: A tour virtual inclui todo o circuito de visitação do MCCHJ, compreendendo os 7 (sete) espaços de exposição delonga duração, a biblioteca do Museu e a área externa (jardim). Inclui ainda a opção de visualizar individualmenteas obras e objetos em exposição no circuito, clicando-se sobre cada uma delas e expandindo sua visualização, alémde outras informações técnicas. No pavimento térreo poderão ser acessadas a Sala de Recepção (temáticaecologista), Sala Central (temática do tempo) e Biblioteca, e no pavimento superior, o Mezanino (coleções de ArteSacra e Arte Popular), Sala das Coleções (coleções de louças e outros bens), Atelier I (produção de Hermano Josédos anos 1950 a 1970), Quarto do artista (móveis e objetos da intimidade) e Atelier II (produção de 1980 aos anos2000)..Obra a obra, objeto a objeto, todo este acervo e suas informações estarão disponíveis ao alcance dosdistintos públicos em livre trânsito virtual. 1.4) II Seminário Arte e Políticas Culturais: O evento chega à sua segunda edição trazendo o tema “Encruzilhadas: desafios contemporâneos da arteno Brasil”, provocando reflexões sobre temas de relevância ao campo artístico e museal, num contexto desafiador emarcado por profundas transformações. Em três conferências com nomes de referência, buscamos debater osdilemas do acesso aos museus nacionais pela sociedade brasileira; a relação entre arte e tecnologia, seus impactosna recepção dos públicos e suas possibilidades ilimitadas de criação; e a relação entre arte e decolonialidaderefletindo desde uma perspectiva dos povos indígenas originários, lançando um olhar ameríndio sobre o tema. OSeminário será composto por: 1 (uma) mesa institucional de abertura; 3 (três) conferências; e 1 (um) simpósiodedicado à apresentação de trabalhos científicos-culturais divididos em 3 (três) Grupos de Trabalho (GTs). Os GTsserão: i) Arte moderna e arte contemporânea no Brasil e na Paraíba; ii) Gestão cultural contemporânea; iii) Relatosde experiências em museus, galerias e espaços expositivos. O conjunto das falas nas conferências e dos trabalhosapresentados gerará a publicação de 1 (um) livro em formato e-book (virtual) a ser publicado e disponibilizadogratuitamente. 1.5) Semana Viva Hermano José: A Semana Viva Hermano José é um evento que faz parte do calendário anual do MCCHJ, realizada na semana emque comemora-se o nascimento de seu patrono. O evento trará o tema “Centenários - O século Hermano José e osecos da Semana de 22 na Paraíba”. Sua realização vem em momento bastante oportuno para a geração de intensasreflexões sobre o campo das artes e das culturas brasileiras. Em meio ao centenário da Semana de Arte Moderna de22, marco histórico da arte nacional, e ao centenário de Hermano José, abre-se espaço para um amplo leque dedebates, como a produção de uma arte moderna brasileira dissidente, fora do eixo Rio-São Paulo, produzida adespeito dos principais movimentos de maior destaque, mas ainda assim existente e persistente Brasil adentro.Abre-se espaço para se pensar a presença de Hermano José no contexto local de recepção de um modernismotardio na Paraíba, mas de grande consistência e adesão, principalmente pela Geração 59, grupo do qual Hermanoteve destaque e foi um forte influenciador. Com isso, buscamos refletir os caminhos da arte brasileira e, dentrodela, da arte paraibana hoje, num momento em que o campo artístico é, ao mesmo tempo, tão necessário e tãoposto à prova. A Semana será composta por: 1 (uma) mesa institucional de abertura; 4 (quatro) mesas-redondaspela manhã; 1 (uma) oficina em duas tardes; e 1 (um) mini-curso em duas tardes; 1 (um) lançamento da 2ªexposição física e virtual da Bolsa Hermano José de Apoio a Novos Artistas; 1 (um) lançamento dos muraisproduzidos no Concurso “Murais de Hermano”; 1 (uma) apresentação musical no MCCHJ. 2) Livro "Veredas de um artista multifacetado - 100 anos de Hermano José": Este livro é uma publicação celebrativa ao centenário do artista plástico, crítico, curador, professor, poeta,cenógrafo, gestor cultural e ecologista. É um livro que busca evidenciar as diferentes facetas de Hermano José,transitando pelas distintas camadas de personalidade, imbricando vida pessoal e vida pública, abordando ainda suas contribuições para as artes e para a cultura em todos os níveis, formas e espaços de atuação. Para tanto, serárealizada uma Chamada de Publicação, onde serão selecionados até 15 (quinze) textos, que poderão estar nascategorias artigo científico, ensaio e crítica de arte. Serão aceitos textos biográficos, memorialísticos,historiográficos, analíticos, além de outras estéticas de caráter mais livre. Além dos textos a serem selecionadospela Comissão de Seleção, ainda serão convidadas 5 (cinco) personalidades das artes e do campo acadêmico parapublicarem textos ou entrevistas, sendo estes: Irismar Fernandes (pintora e biógrafa de Hermano José), GabrielBechara Filho (docente e principal curador de Hermano em vida), Flávio Tavares (pintor e aluno de Hermano), entreoutros a serem definidos. 3) Modernização de museus A plataforma elevatória para deficientes é uma necessidade do MCCHJ, bem como uma exigência social àsinstituições culturais. Ao garantirem plena acessibilidade universal a seus públicos, estas instituições e seuspatrocinadores demonstram sua responsabilidade social com os mais diversos setores da sociedade. 4) Contrapartidas sociais Serão realizadas 12 (doze) oficinas sob o tema “Sabe quem foi Hermano José?”, ministradas pela equipe de alunos de artes visuais do MCCHJ, de caráter lúdico e informativo, destinadas a escolas públicas. A oficina ocorrerá em 3 dias, sendo na escola e 1 no MCCHJ. Cada dia com 2 horas de duração, gerando certificado de 6 horas. Para sua realização, será produzida uma cartilha contendo um texto biográfico sobre o artista e um conjunto de informações técnicas e estéticas sobre sua produção artística e sua presença nas artes. Além dessa contrapartida, será doado 40% (400) dos livros físicos produzidos para bibliotecas de museus, espaços culturais e escolas.
Objetivo Geral O referido projeto tem como objetivo realizar em 2022 a programação do Ano Cultural Hermano José, emhomenagem ao centenário do artista plástico, professor, ecologista e gestor cultural, que faria 100 anos se estivessevivo. Objetivos específicos i) Realizar a primeira edição da Bolsa Hermano José de Apoio a Novos Artistas, contemplando 3 (três) propostas deexposições híbridas;ii) Realizar o Concurso "Murais de Hermano", que selecionará 3 (três) propostas de artes em muros públicos de JoãoPessoa;iii) Produzir e disponibilizar a tour virtual do MCCHJ;iv) Realizar o II Seminário Arte e Políticas Culturais (híbrido), sob o tema "Encruzilhadas: desafios contemporâneos da arte no Brasil";v) Realizar a Semana Viva Hermano José (híbrida), sob o tema "Centenários - O Século Hermano José e os ecos daSemana de 22 na Paraíba";vi) Produzir o livro físico e virtual "Veredas de um artista multifacetado - 100 anos de Hermano José", que trará até20 (vinte) textos sobre Hermano Josée o campo das artes visuais;vii) Adquirir e instalar 1 (uma) plataforma elevatória de acessiblidade no MCCHJ;viii) Realizar 12 (doze) oficinas "Sabe quem foi Hermano José?".
O Ano Cultural Hermano José (Evento Virtual) é um projeto que se enquadra na Lei Federal de incentivo à Cultura(Lei 8.313/2191) e seus incisos. O artista nascido em Serraria (PB), em 1922, faleceu no ano de 2015, aos 93 anos, eem 2022 completaria 100 anos. Suas obras percorreram todo um período de desenvolvimento das artes plásticas naParaíba e no Brasil,tornando-se referencial para as novas gerações de artistas do país pela riqueza e diversidade deseu trabalho. Sua arte e seu gesto professoral têm influenciado grandes nomes das artes, tais como Ivan Freitas,Flávio Tavares, Miguel dos Santos, Fred Svendsen, Martino Patrício, Clóvis Jr., entre outros. Neste sentido, essa homenagem está abrigada no Artigo 1º da Lei 8.313/91, quando seu inciso I prevê a facilitaçãodo acesso a fontes da cultura brasileira ao grande público, o que ocorrerá a partir de um conjunto de exposiçõesfísicas e virtuais, em modo híbrido e multiplataforma, exibindo criações e coleções de Hermano José expostas noMCCHJ, além da disponibilização de exposições de outros jovens artistas a serem selecionadas por meio de editais,promovendo releituras e novos olhares lançados sobre a vida e obra desse mestre das artes. No tocante ao inciso II, o fato de Hermano José ter uma parte de sua obra dedicada a cenários naturais e paisagensda Paraíba valoriza a regionalização da produção cultural a partir daquilo que alguns especialistas definem comosua segunda fase artística, voltada a trabalhos paisagísticos e de natureza morta, com destaque para sua longa sériededicada a Barreira do Cabo Branco, cartão postal da cidade, entre outras. O inciso III também acolhe a proposta de comemoração do centenário de Hermano José por salientar a versatilidadedo próprio conjunto de sua obra, bem como do conjunto de produtos criativos e estéticos previstos no presenteprojeto. De um lado, deve se considerar que, no campo das artes visuais, Hermano José foi pintor, gravurista,desenhista e ilustrador (além de crítico, curador e gestor), com ênfase em suas pinturas à óleo e suas gravuras,além de outras dinâmicas e técnicas experimentadas por ele. De outro, os produtos previstos neste projetotransitarão por diferentes técnicas e processos criativos, sendo consideradas, nos editais de premiação, propostasem diferentes formatos e suportes, cuja exposição será presencial e digital, ampliando a difusão e gerando maioralcance de públicos. Este olhar sobre este acervo abrangerá a inquietação geral para profissionais, estudiosos e pesquisadores. Esseconjunto de ações dará visibilidade ao acervo selecionado, protegendo essas expressões que formaram uma identidade visual pertencente ao Brasil, previstas e incentivadas no inciso IV e se coaduna com o inciso VI, desalvaguarda desses bens materiais com a disponibilização ao grande público para fruição e apreciação dessas obrasselecionadas para a exposição e os debates que ocorrerão. Todo esse esforço provoca no inciso VIII a difusão desse construto e como as exposições e debates terão suasdisponibilidade física e virtual, tem alcance para todo o país e além dele, na busca de garantir a difusão edemocratização de acesso de obras que teriam um custo considerável se fossem circular pelo país. Essa intençãotoca ainda o inciso VII, na medida em que a plataforma Google Arts & Culture tem abragência internacional, o quepermite a visitação e alcance de amplos públicos, inclusive, estrangeiros. Desembocando ainda no inciso IX, por sersignificativa e identitária a obra de Hermano José com o Brasil, o Nordeste e a Paraíba. Diante desse olhar esteprojeto se envolve em todos os incisos do Art. 1º da Lei 8313/1991. No tocante às finalidade previstas no Art. 3o da Lei 8.313/91, podemos dizer que seu inciso I está contemplado,tendo em vista que neste projeto está previsto o incentivo à formação artística em diferentes momentos eformatos, seja pela exposição em si e a produção de conteúdos mediadores (textos explicativos, debates), seja peloSeminário e Semana, com mesas e conferências transmitidas virtualmente, oficinas e minicursos gratuitos e decurta duração (alínea c), seja pela concessão de premiação, via editais específicos da Bolsa Hermano José de Apoioa Novos Artistas (alínea a) e do Concurso "Murais de Hermano" (alínea b). Na finalidade que trata do fomento à produção cultural e artística, prevista no inciso II, as alíneas ‘c’ e ‘e’ tratamda importância da realização de exposições de arte, o que já foi devidamente apresentado, sendo previstas: 3(três) exposições de novos artistas realizadas por meio da Bolsa, em formato híbrido, presencialmente na Galeria doMCCHJ e virtualmente na plataforma Google Arts & Culture; 3 (três) murais expostos em locais públicos de amplacirculação e virtualmente pela plataforma Google Arts & Culture, garantindo-se ainda o registro audiovisual doprocesso criativo. No inciso IV das finalidades é que se evidencia a maior contribuição desse projeto, quando ele se orienta para asalíneas ‘a’ e ‘b’, por se tratar de acesso gratuito tanto a obras artísticas, quanto a textos teóricos e analíticos sobreHermano José (vida, obra, fases, múltiplos perfis de atuação, projetos, realizações, legado). Por fim o inciso V quetrata da elaboração de projetos culturais a qual se constrói esse projeto. Diante desse recorte referente aos Artigos 1º e 3º da Lei 8.313/91, verificamos a completa adequação da presenteproposta às finalidades da lei, caracterizando este projeto como financiável pelos instrumentos e mecanismos domecenato. Destaque dos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 em que este projeto se encontra justificado: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dosdireitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização derecursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelopluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Destaque dos incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91 em que este projeto se encontra justificado: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização eaperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento àprodução cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realizaçãode exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
1) Festivais/Mostras 1.1 Bolsa Hermano José de Apoio a Novos Artistas: - Pré-requisitos e critérios de avaliação: a) Pré-requisitos: i) artistas de 16 a 35 anos; ii) artistas que nunca tiveram uma exposição individual; iii) o artistadeve investir, pelo menos, 20% do valor da bolsa na produção/criação de sua exposição; iv) pontuação específicapara artistas negros(as), indígenas, LGBTQUIA+ e oriundos das regiões Nordeste e Norte; v) envio de documentaçãocompleta (documentação pessoal, Projeto de Exposição, Memorial Descritivo, Portfólio, Currículo, Termo deCompromisso assinado, etc.). -b) Critérios para avaliação das propostas: i) Relevância do projeto no escopo temático do Edital e na programaçãocultural do MCCHJ; ii) Relevância do projeto no desenvolvimento da linguagem artística; iii) Viabilidade técnica; iv)Clareza e coerência da proposta; v) Originalidade, inovação e criatividade; vi) Adequação ao ambiente expositivodisponível e não comprometimento da integridade do espaço e do público; vii) Currículo artístico do(s) autor(es) dasobras. - Exposições: a) 1ª: abril a junho de 2022;b) 2ª: julho a setembro;c) 3ª: outubro a dezembro. - Medidas da Galeria: 3m x 9,30m.- Comitê Curador: formado por 2 (dois) especialistas, sob a Presidência do Diretor do MCCHJ. O Presidenteacompanhará e validará os resultados em consonância com o Edital, tendo direito a voto somente em casos deempate. 1.2 Concurso “Murais de Hermano”: - Pré-requisitos e critérios de avaliação: a) Pré-requisitos: i) artistas brasileiros ou estrangeiros radicados no Brasil; ii) pontuação específica para artistasnegros(as), indígenas, LGBTQUIA+ e oriundos das regiões Nordeste e Norte; iii) envio de documentação completa(documentação pessoal, Projeto de Exposição, Memorial Descritivo, Portfólio, Currículo, Termo de Compromissoassinado, etc.). b) Critérios para avaliação das propostas: Repete-se os critérios do produto anterior (Bolsa). - Comitê Curador: Repete-se formação e papel do Presidente do Comitê, como no produto anterior. 1.3 Visitação virtual do MCCHJ: A tour virtual do MCCHJ será produzida a partir de fotografias em 360º de cada ambiente que compõe a expografiade longa duração. Também serão produzidas fotos individuais dos objetos e obras expostas, permitindo expandir osconteúdos e visualizá-los, junto às informações técnicas. A tour virtual será disponibilizada ao público através dosite do MCCHJ (www.ufpb.br/mcchj). 1.4 II Seminário Arte e Políticas Culturais - O evento já encontra-se em pré-produção, pois compõe a programação do MCCHJ definida para 2022.- Evento completamente gratuito, com inscrições online para receber certificado. Contudo, todo o conteúdo pdoeráser acesso no Youtube.- Conferências, mini-curso e espaços de debate serão online, com transmissão em tempo real no canal do MCCHJ noYoutube.- Apenas a oficina será presencial, pois tem caráter produtivo/criativo.- Certificado geral de 20 horas. Certificados de 8 horas para participantes da oficina e minicurso. 1.5 Semana Viva Hermano José - Evento completamente gratuito, com inscrições online para receber certificado. Contudo, todo o conteúdo pdoeráser acesso no Youtube.- Mesas-redondas, mini-curso e espaços de debate serão online, com transmissão em tempo real no canal do MCCHJno Youtube.- A oficina e o lançamento da exposição física serão presenciais, respeitando-se os protocolos de biossegurança;- Certificado geral de 20 horas. Certificados de 8 horas para participantes da oficina e minicurso. 2) Livro "Veredas de um artista multifacetado - 100 anos de Hermano José": - LIVRO COLADO OPÇÃO COUCHE FOSCO 90G, Form.Aberto 420x 280 mm, Form.Fechado 210 x 280 mm, CAPA,formato 435 x 280mm em TRIPLEX FSC 300 g/m2, 4x4 cores, MIOLO 340 págs. em COUCHE FOSCO FSC 90 g/m2, 4x4cores, DOBRA AUTOMÁTICA PARALELA (MIOLO), DOBRA AUTOMÁTICA CRUZADA 16p (MIOLO), LAMINAÇÃO FOSCA TotalFrente (CAPA), VERNIZ UV Brilho Reserva Frente (CAPA), ALCEAR/COLAR PUR, REFILE FINAL, REGISTRO ISBN + FICHACATALOGRÁFICA - Comitê de Seleção: formado por 3 (três) especialistas, sob a Presidência do Diretor do MCCHJ. O Presidenteacompanhará e validará os resultados em consonância com o Edital, tendo direito a voto somente em casos deempate. 3) Modernização de museus: plataforma elevatória de acessibilidade Plataforma de elevação vertical motorizada fabricada em acordo com ABNT NBR ISO 9386. Acionamento por fusotrapezoidal, cabo de aço de tração ou pistão hidráulico. Instalada dentro de caixa enclausurada. Velocidade de até0,15m/s (ou 9m/min). Plataforma semi-cabinada, com proteções laterais de 1,10 m de altura e dimensões de 1 x1,40m. 1 (uma) parada (primeiro andar). Piso em alumínio e antiderrapante. Molas hidráulicas nas portas parafechamento automático. Acesso de entrada e saída por lados adjacentes (90º). 4) Contrapartida Social Realização de 12 oficinas em escolas públicas das redes municipal e estadual. Expectativa de público: 450estudantes. Oficina lúdica, criativa e informativa. Realizada em 3 dias, sendo 2 dias na escola e 1 dia no MCCHJ.Transporte garantido pelas escolas.
- Para sua abertura definitiva, o MCCHJ adotará as seguintes medidas básicas de biossegurança: i) Limite de 60 pessoas em cada turno (manhã ou tarde), a fim de evitar aglomeração e permitir respeito aodistanciamento social estabelecido nas normatizações vigentes; ii) Uso obrigatório de máscaras no ambiente interno e área externa do MCCHJ; iii) Obrigatoriedade de aferição de temperatura e higienização das mãos com álcool 70º para entrada no Museu. iv) Eventos e ações presenciais serão realizadas na área externa do MCCHJ, em ambiente aberto, com limite departicipantes. v) Disponibilização de materiais de biossegurança em distintos ambientes, como o fornecimento de álcool 70º nasentradas, banheiros e ambientes de trabalho. - Vale salientar que no segundo semestre de 2022, entre agosto e dezembro, por ocasião da realização das 12oficinas de contrapartida social, o terceiro dia da oficina implicará na reserva do MCCHJ para atendimentoexclusivo aos estudantes.
1) Festivais/Mostras - No tocante às exposições exibidas fisicamente no MCCHJ, as mesmas ocorrerão na Galeria de ExposiçõesTemporárias, no andar térreo, sendo que o Museu possui rampas em todos os andares, possui passagens entreambientes com espaço suficiente para o trânsito de cadeirantes, corrimãos ladeando todas as rampas e escadas,banheiros dotados de equipamentos facilitadores de acessibilidade. Estas exposições também contarão com folderde divulgação impresso em Braille, produzido pelo MCCHJ em parceria com o Comitê de Inclusão e Acessibilidade daUFPB (CIA/UFPB); - No tocante à própria visitação física ao MCCHJ, um dos produtos previstos pelo presente projeto destina-se àmodernização da instituição, prevendo a aquisição de uma plataforma elevatória, o que garantirá plenaacessibilidade em todo o Museu, com acesso ao primeiro pavimento pelos diversos públicos portadores dedeficiência. - No tocante às exposições virtuais, cada obra e/ou sessão exibida será acompanhada de conteúdos pedagógicose/ou audiodescritivos e legendas; - No tocante às atividades contendo debates, palestras, conferências e outras modalidades de transmissão desaberes, todas contarão com tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras); - No tocante a divulgação das atividades, os conteúdos veiculados nas redes sociais do MCCHJ contarão comlegendas descritivas com a utilização da hashtag #PraCegoVer; - Acessibilidade física: acompanhamento de mediadores para visitação; aquisição de plataforma elevatória; - Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Bolsa aprendiz (estudantes desempenhando mediação); Plataforma elevatóriapara deficinetes (produto 3). - Acessibilidade para deficientes visuais: acompanhamento de mediadores para visitação; audiodescrição dasexposições virtuais; produção de folder em Braille (impressão produzida em parceria com CIA/UFPB); - Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Bolsa aprendiz (estudantes desempenharão a mediação e produção daaudiodescrição das exposições virtuais); impressão; - Acessibilidade para deficientes auditivos: legendas descritivas; tradução emLibras dos debates e lançamentos; - Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Bolsa aprendiz (produção das legendas descritivas); Intérprete de Libras; 2) Livro - No tocando ao livro, além da versão física, será lançada também a versão digital, o que permite o fácil manuseio,assim como permite sua compatibilização com softwares de leituras de texto para deficientes visuais. - No tocante ao lançamento virtual do livro, sua transmissão contará com tradução em Libras para deficientesauditivos; - Acessibilidade física: publicação de e-book (formato digital), com facilidade de manuseio; - Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Designer gráfico (diagramador); - Acessibilidade para deficientes visuais: compatibilidade com configurações exigidas por softwares de leitura paradeficientes visuais;- Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Designer gráfico (responsável pela compatibilização; - Acessibilidade para deficientes auditivos: lançamento com tradução em Libras; - Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: intérprete de Libras; 3) Modernização de museus - No tocante ao produto de modernização do MCCHJ, este em si já se destaca como forte componente das medidasde acessibilidade, posto que seu produto principal é a aquisição e instalação de uma plataforma elevatória quepermitirá o acesso de deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida ao pavimento superior (1º andar) domuseu. - Acessibilidade física: disponibilização de plataforma elevatória ao púbilco portador de deficiência física; - Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: plataforma elevatória para deficientes; serviços de obra (para adequação einstalação);- Acessibilidade para deficientes visuais: acompanhamento para uso da plataforma elevatória; - Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Bolsa aprendiz (acompanhamento do mediador); - Acessibilidade para deficientes auditivos: acompanhamento para uso da plataforma elevatória; - Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Bolsa aprendiz (acompanhamento do mediador); 4) Contrapartidas sociais - No tocante às oficinas “Sabe quem foi Hermano José?”, a serem realizadas em escolas, antes de sua aplicaçãoserá feito o levantamento junto às escolas acerca do perfil dos estudantes que participarão e da potencial demandade acessibilidade. Em caso de existência de participantes portadores de deficiência ou mobilidade reduzida, serãoaplicadas as medidas necessárias para sua inclusão, tais como: impressão da cartilha da oficina em Braille, traduçãoem libras da oficina, acompanhamento de mediadores, acessibilidade nos locais de realização, incluindo o Museu,com seus espaços já adaptados e a plataforma elevatória (produto 3). - Acessibilidade física: acompanhamento de mediadores; disponibilização de plataforma elevatória ao públicoportador de deficiência física; - Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Bolsa aprendiz (acompanhamento do mediador); plataforma elevatória paradeficientes; serviços de obra (para adequação e instalação); - Acessibilidade para deficientes visuais: acompanhamento de mediadores; tradução de cartilha para o Braille (sobdemanda);- Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Bolsa aprendiz (acompanhamento do mediador); impressão (impressão sobdemanda de cartilha em Braille) - Acessibilidade para deficientes auditivos: acompanhamento de mediadores; tradução em Libras; - Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Bolsa aprendiz (acompanhamento do mediador); intérprete de Libras;
O MCCHJ é um museu público, de acesso gratuito a todos os públicos, sem restrição de entrada, o que garante livreacesso a todas as suas programações. A programação do projeto “Ano Cultural Hermano José” foi pensada de formaabranger, envolver e acolher os mais diversos públicos e máximo alcance possível. 1) Festivais/Mostras: 1.1 Bolsa Hermano José de Apoio a Novos Artistas: - As 3 (três) exposições serão realizadas de forma híbrida e multiplataforma, exibidas presencialmente no MCCHJ(de acesso gratuito) e virtualmente pela plataforma Google Arts & Cultura, para acesso por todos os públicos. Aspropostas serão selecionadas por meio de edital a ser lançado, sob curadoria de um Comitê Curador, aberto apropostas de todo o Brasil, com critérios e condições transparentes, demonstrando um processo democrático etransparente de seleção. 1.2 Concurso “Murais de Hermano”: - Os 3 (três) murais em homenagem a Hermano José serão posicionados nos muros externos das seguintesinstituições: Museu Casa de Cultura Hermano José, Espaço Cultural José Lins do Rêgo e Usina Cultural Energisa. Aescolha dos locais levou em conta a visibilidade dessas áreas e muros e a ampla circulação no entorno dessesequipamentos culturais. 1.3 Visitação virtual do MCCHJ: - A visitação virtual do Museu Casa de Cultura Hermano José (MCCHJ) ficará disponível em seu site, o que permitiráamplo e livre acesso por todos os públicos ao circuito de visitação do Museu, gerando interatividade edisponibilizando conteúdo em alta qualidade. Não sendo assim, tal equipamento só poderia ser visitado de forma presencial, modalidade que exige uma série de investimentos por parte dos públicos (transporte, etc.). Com avisitação virtual, o acesso ao MCCHJ, seu acervo e conteúdos se tornará mais democrático.1.4 e 1.5) II Seminário Arte e Políticas Culturais e Semana Viva Hermano José: - As programações temáticas e discursivas (II Seminário, I Semana, lançamentos, debates, etc.), sejam presenciaise/ou virtuais, terão transmissão e disponibilização gratuita na internet. Como já descrito na Acessibilidade,contarão também com tradução simultânea em Libras. 2) Livro "Veredas de um artista multifacetado - 100 anos de Hermano José": - O livro será impresso com tiragem de 1000 exemplares, com distribuição gratuita de 40% para bibliotecas demuseus e espaços culturais, escolares e especializadas. Terá versão virtual (e-book) disponibilizada gratuitamentena internet. 3) Modernização de museus: A garantia da acessibilidade universal é também uma forma de democratização, à medida que pessoas portadorasde deficiência ou mobilidade reduzida estariam alijadas do acesso pleno ao equipamento cultural caso oatendimento a esta dimensão - aqui traduzido através de uma plataforma elevatória - não fosse garantida. 4) Contrapartidas sociais: As contrapartidas sociais serão realizadas em dois sentidos: o primeiro, a disponibilização de 400 livros (40% dototal produzido) para bibliotecas de museus e espaços culturais, escolares e especializadas, o que permitirá a queusuários dessas unidades de informação possam acessar diretamente as informações acerca da vida e obra deHermano José, somando-se ainda o fato de que a publicação será disponibilizada para livre download; e o segundo,a realização de um conjunto de oficinas intituladas “Sabe quem foi Hermano José?”, destinada a estudantes dasredes públicas municipal e estadual de ensino, de forma a difundir a memória e o legado desse grande artista juntoàs novas gerações, a partir de uma metodologia lúdica e pedagógica. Em cumprimento ao Art. 21 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019, serão adotadas as medidas dispostas nos incisos I, III, IV, V, VII e VIII, a saber: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;
a) Fundação Parque Tecnológico da Paraíba: i) José Nilton Silva (Diretor Geral) - Bacharel (2009), Mestre e Doutor (2013) em Engenharia Química pela UFCG.Licenciado em Química pela UEPB (2006). Professor Adjunto do Departamento de Engenharia Química da UFCG. Temexperiência na área de Engenharia Química, Sistemas Computacionais, com ênfase em processos e processamentode dados, atuando principalmente nos temas: modelagem, simulação de processos, projeto de processos industriaise energias renováveis. É orientador do quadro dos PPGs em Engenharia Química-UFCG e do PROFNIT. Coordenou oNúcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia (2017-2018), e atual assessor de PI do NITT-UFCG, e desde 2018,Diretor Geral da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba. ii) Nadja Maria da Silva Oliveira (Diretora Técnica) É doutora (2013) e mestra (2009) em Ciência e Engenharia dos Materiais pela UFCG. Especialista em Dentística Restauradora (2006) pela ABO/PB. É Profª efetiva de Odontologia, do PPGCTS, além de pró-reitora adjunta de pós graduação e pesquisa da UEPB. É Diretora Técnica da Fundação PaqTcPB. Possui certificação RDC16/2013 da ANVISA para ISOs 9001, 14971, 13485. Membro da comissão da ABNT para implantes cirúrgicos e da de Manufatura aditiva. Pesquisa em biomateriais, manufatura aditiva,tecnologias 3D, gerenciamento de processos e gestão da qualidade para produtos para saúde. b) Coordenador Geral: Alexandre Santos - Mestre em Sociologia (2019) e Bacharel em Comunicação Social (2015), ambos pela UFPB, compesquisas nas áreas de sociabilidades urbanas, públicos da cultura, políticas culturais, gestão de centros culturais,gestão cultural em universidades. É Produtor Cultural da UFPB desde 2018, onde exerce a função de diretor doMuseu Casa de Cultura Hermano José, onde desempenha funções de gestão cultural, formulação e implementaçãode políticas museais, orientação de estudantes de graduação e coordenação de projetos culturais. É cofundador daParahybólica - Agência e Produção Cultural, produtora criada em 2010, voltada para a projeção da culturaparaibana no cenário artístico brasileiro, e onde atua como produtor executivo e participa de variadas etapas darealização de projetos culturais. Aprovou projetos em editais locais e nacionais, onde atuou como projetista,produtor, captador de recursos, assessor de comunicação, entre outras funções. Entre 2013 e 2018, foi servidor doGoverno da Paraíba, com passagens pela Secretaria de Estado de Cultura, pelo Museu Casa do Artista PopularJanete Costa e pelo Programa do Artesanato da Paraíba. c) Produtor Executivo Felipe Synval - Pós-Graduado em Produção Cultural, Arte e Entretenimento pela Faculdade Unyleya/RJ (2021);Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Radio e TV pela Universidade Maurício de Nassau/PE (2010). Éprodutor cultural da UFPB, sendo Coordenador de Ação e Difusão Cultural do Museu Casa de Cultura Hermano José,onde desempenha funções de planejamento, produção e coordenação de projetos culturais e de Extensão eorientação a discentes. Foi produtor do Programa “A Hora do Reggae”, na Rádio Nova FM, de Olinda/PE (2016).Trabalhou na equipe técnica da TV Jornal, emissora afiliada do SBT em Recife/PE (2015). d) Designer gráfico Marina Maracajá - Graduanda em Arquitetura e Urbanismo - UFPB, bacharel em Mídias Digitais - UFPB e especialistaem Gestão Pública - IFPB. Atua nas áreas de comunicação, design, social media, marketing e produção de peçaspublicitárias. Desenvolve trabalhos no campo do design digital e na editoração e diagramação de livros impressos,eBooks, na criação de capas para livros, bem como na produção de roteiros para peças publicitárias e ficção.Diagramadora e Designer Gráfico na Editora MVC, tendo atuado na mesma função na Editora UFPB e no projeto"Para Ler o Digital". e) Comitê Curador (Bolsa Bolsa Hermano José de Apoio a Novos Artistas): - Bertrand Pereira Martins - Graduado em Licenciatura em Artes Visuais pela UFPB(2014).Servidor do InstitutoNacional do Seguro Social, desde 1984, coordena o INSS Cultural e desenvolve o Projeto Piloto de implantação daprimeira Instituição museológica da Previdência Social no país, composto pela Biblioteca Setorial e pelo Museu daPessoa da Previdência Social. Na gestão do acervo museológico e artístico do Instituto - acervo Tomás Santa Rosa -desenvolve ações de arrolamento e inventário em âmbito nacional. Na promoção de ações culturais, desenvolveprojetos de curadoria de exposições temporárias e suas atividades educativas complementares, tendo comodestaque a 1ª Bienal do Graffiti da Paraíba. - Valquiria Farias - Curadora. Membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte. Pós-graduada em Serviço Socialpela Universidade de Brasília (2010), com pesquisa sobre a experiência artística Jardim Miriam Arte Clube. Entre2015 e 2020 foi diretora da Galeria Casarão 34, da Fundação Cultural de João Pessoa. É curadora convidada daArapuca Arte Residência (Conde, PB), onde também realiza os projetos Movimento e Laboratório de Curadoria,ambos voltados a incentivar a nova produção de arte e crítica. Desde 2000 atua como curadora e crítica de arte,tendo desenvolvido trabalhos junto a artistas como Martinho Patrício, Alice Vinagre, Marlene Almeida, MarceloSilveira, Gil Vicente, Joel Veiga, Serge Huot, entre outros. f) Comitê Curador (Concurso Murais de Hermano: Comitê Curador): - Ricardo Peixoto - Jornalista formado pela UFPB (1990). Atua no mercado de arte há 31 anos. Trabalha comoconsultor, curador, arte-educador, fotógrafo, designer e produtor cultural. Fundador e coordenador da Ensaio Brasil(1994), primeira agência de fotografia da Paraíba . Coordenou projetos de pesquisa e documentação através dafundação de apoio à pesquisa e à extensão da UFPB [1989-2005]. Fundador do Movimento Conspiração Cultural[2004-2021], fundador e curador da Galeria das Quinze Portas do Centro Estadual de Arte do Governo da Paraíba[2012-2014]. Curador do Colóquio da Imagem [2021], da Galeria “galinha do pé seco” e do Projeto Fotografia doMundo [2021]. - Shiko - Quadrinista e grafiteiro. Trabalha com publicidade e quadrinhos independentes desde 1994. Atualmentemorando em Florença, sua obra inclui a adaptação de O Quinze e as graphic novels O Azul Indiferente do Céu,Talvez seja mentira, Lavagem e Piteco - Ingá. Com esta última, ganhou o 26º Troféu HQ Mix de melhor desenhistanacional e melhor publicação de aventura / terror / ficção. Também ganhou o 30º Prêmio Angelo Agostini comomelhor desenhista. Em 2019, lançou a graphic novel Três Buracos, pela editora Mino. Em outubro de 2020, publicouCarniça e a Blindagem Mística – É Bonito Meu Punha. g) Comissão de Seleção (Livro) - Gabriel Bechara Filho - Doutor em Ciências Sociais pela UFBA (2007). Atualmente é professor da UFPB. Temexperiência na área de Artes, com ênfase em Artes Plásticas, atuando principalmente nos seguintes temas: arte naparaíba - Século XX, arte contemporânea, política cultural, imagens urbanas brasileiras e educação artística. Édiretor da Pinacoteca UFPB. - Bernardina Freire de Oliveira - Doutora em Letras pela UFPB, Mestre em Ciência da Informação pela UFPB(1999),especialista em Organização de Arquivos e em Administração da Educação a Distância. Graduação emBiblioteconomia pela UFPB (1988). Professora da UFPB. Ex-coordenadora Nacional do Grupo de Trabalho Informaçãoe Memória da Associação Nacional de Pesquisadores em Ciência da Informação (ANCIB); Presidente da AcademiaFeminina de Letras e Artes da Paraíba; Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Areia e Ex-Vice-Reitora daUniversidade Federal da Paraíba. - Madalena Záccara - Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela UFPE(1976), bacharelado em Direito pelaUNICAP (1975), mestrado (DEA) em História e Civilizações - Université Toulouse II (1992),Toulouse, França edoutorado em História da Arte - Université Toulouse II (1995). Tem pós-doutorado pela Escola de Belas Artes daUniversidade de Porto, Portugal. Atualmente é professora titular da UFPE.
PROJETO ARQUIVADO.